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Bolsonaristas criticam Eduardo Bolsonaro por ida ao Qatar: “Estamos nos quartéis e ele curtindo a vida”

Imagem sobre Bolsonaristas criticam Eduardo Bolsonaro por ida ao Qatar: "Estamos nos quartéis e ele curtindo a vida"
Foto: Reprodução / Redes Sociais

Apesar de ser filho do presidente, o deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP) foi alvo de críticas de bolsonaristas após ser flagrado no Qatar, durante a Copa do Mundo, com sua esposa. Apoiadores do presidente da República, Jair Bolsonaro (PL), reclamam que, enquanto protestam contra o resultado das eleições, o parlamentar está “curtindo a vida”.

 

Eduardo foi “pego no flagra” durante live do streamer Casimiro Miguel, também conhecido como Casimito, que está transmitindo a Copa do Mundo. Veja a crítica ao deputado:

 

 

A situação também virou motivo de piada entre a oposição. O jornalista e ativista vinculado ao PT, William de Lucca, lembrou de manifestantes que chegaram a tomar chuva durante os protestos nos quartéis, enquanto Eduardo Bolsonaro “curtia a vida” no Qatar.

 

 

Outros internautas também brincaram com a situação, também fazendo comentários sobre os protestos nos quartéis:

 

Urnas eletrônicas têm certificados digitais individuais e códigos únicos para identificar cada equipamento; veja detalhes

Os sistemas utilizados pela Justiça Eleitoral e validados por observadores nacionais e internacionais permitem identificar, sem risco de confusão e com várias camadas de redundância, cada uma das mais de 577 mil urnas eletrônicas utilizadas nas eleições deste ano.

Segundo o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), esses números de identificação são gerados antes, durante e após a realização da votação e garantem que cada operação eletrônica – a inserção do software, a votação e a emissão do boletim de urna, por exemplo – seja devidamente registrada e comprovada para cada urna.

O fato de esses sistemas serem redundantes garante que, mesmo se alguma das etapas falhar, haverá outras formas de identificar cada urna e evitar a duplicação ou a anulação dos votos.

A Justiça Eleitoral usou, nas eleições gerais deste ano, um total de 577.125 urnas eletrônicas – incluindo os equipamentos enviados às seções no exterior e os dispositivos de reserva.

Os dados dessas urnas foram amplamente divulgados na internet e submetidos a diversas auditorias. Até o momento, não houve nenhum registro de inconsistência entre as informações inseridas nas urnas e os números de votos divulgados oficialmente.

Quem garante a autenticidade dos sistemas?

Os diversos sistemas de segurança inseridos nas urnas têm validade oficial porque são garantidos por uma assinatura digital.

Esses sistemas passam por uma série de testagens, inspeções e verificações, além de receberem chancela de entidades fiscalizadoras nacionais e observadores estrangeiros. É essa assinatura que garante o rastreio da origem dos arquivos produzidos pelas urnas.

Cada urna eletrônica utilizada no Brasil tem um certificado digital único e um número interno identificador único – como um CPF que permite identificar aquele dispositivo entre os quase 600 mil disponíveis.

Essa certificação atesta que cada documento assinado por uma urna foi, de fato, emitido por aquele dispositivo. Ou seja, que não houve troca, replicação ou fraude na vinculação das informações.

A assinatura digital da urna eletrônica é similar à usada por pessoas, empresas e cartórios em todo o país para assinar e autenticar documentos eletrônicos. A certificação digital é reconhecida pela legislação brasileira, para todos os efeitos, como uma comprovação oficial de identidade.

TSE termina processo de lacração do sistema das urnas eletrônicas

TSE termina processo de lacração do sistema das urnas eletrônicas

Quais documentos a urna eletrônica emite?

Essa assinatura digital garante a autenticidade dos três principais documentos emitidos por cada urna eletrônica:

  1. Log de eventos: é o registro de funcionamento da urna eletrônica, ou seja, uma lista cronológica de todas as operações que foram realizadas naquele equipamento desde o início do processo eleitoral (início e término da votação, emissão de boletim, execução de aplicativos etc.)
  2. Registro Digital do Voto (RDV): lista de todos os votos inseridos naquela urna eletrônica específica e naquele turno de votação. Essa lista não identifica o eleitor, nem o horário da votação, nem a ordem de inserção dos votos – com isso, garante o sigilo da votação.
  3. Boletim de Urna (BU): documento emitido ao fim da votação e que totaliza os votos naquela urna para cada candidato – é a somatória das informações do registro digital do voto. É esse documento que o chefe de cada seção eleitoral imprime ao fim da votação e fixa na porta da sala.

Uma vez assinado digitalmente, cada documento fica atrelado à urna que o emitiu. Com isso, torna-se impossível “confundir” dois boletins de urnas, ou atribuir um documento a qualquer outro equipamento.

“Esse número é utilizado pelo software em diversos momentos, possibilitando assim a rastreabilidade, auditabilidade e cronologia dos eventos”, explica o TSE.

“Essas assinaturas também foram publicadas pelo TSE na internet e estão disponíveis em conjunto com os arquivos de log das urnas. Não há, portanto, qualquer desvio que possa desacreditar os arquivos de log das urnas antigas”, prossegue o tribunal.

O que acontece se der problema na assinatura digital?

A assinatura digital é criada bem antes do dia da votação, ou seja, já foi realizada com sucesso quando a urna é enviada para cada seção eleitoral.

Pode acontecer, no entanto, de algum dos sistemas da Justiça Eleitoral não conseguir “puxar” esse código único de cada urna. Nesse caso, entra em cena a redundância dos mecanismos.

Em outras palavras: há outros códigos, também únicos para cada urna eletrônica, que ajudam a identificar cada equipamento.

Quais códigos garantem a redundância do sistema de autenticação?

Em todos os modelos de urnas eletrônicas que foram usados nas eleições de outubro, é possível identificar cada equipamento usando o “número de carga”.

Esse número é gerado dias antes da votação, quando servidores da Justiça Eleitoral fazem a “carga” de cada urna – ou seja, quando inserem em cada equipamento a lista de eleitores daquela seção e a lista de candidatos que disputam a eleição naquele local.

É essa carga de informações específicas que garante, por exemplo, que um candidato a governador do Distrito Federal não esteja em uma urna instalada no Pará. E que um eleitor só possa votar na sua seção, e não em qualquer outra.

O número de carga é emitido automaticamente, reunindo as informações do código de identificação da urna (código interno), a data e a hora em que a carga foi feita e o identificador dos dados inseridos. Ou seja: garante que a urna ainda é a mesma, e que a carga foi feita corretamente.

Segundo o TSE, o número de carga é atualmente o código mais confiável para identificar cada urna – é “o elemento que efetivamente identifica uma urna no processo eleitoral e permite a total rastreabilidade dos resultados produzidos pelo equipamento”.

Antes do dia da votação, o TSE divulga na internet um documento chamado “tabela de correspondências esperadas” que indica, a partir dos números de carga, qual urna foi instalada em qual seção eleitoral.

Se, no momento da apuração, o código de carga de uma seção não bater com essa tabela, os dados daquela urna ficam pendentes – e aí, só um juiz eleitoral poderá analisar o caso e decidir o que será feito.

Há, ainda, formas mais simples de identificar um boletim de urna. Basta indicar o município, a zona e a seção para encontrar o documento exato referente àquela urna, já que essa combinação de dados também é única.

A consulta por município/zona/seção pode ser feita por qualquer cidadão no site do TSE.

O TSE afirma que há ainda outros códigos, mais específicos e de uso técnico, que também permitem cravar que aquele documento é de uma urna específica – por exemplo, os números que identificam as mídias de carga e de votação usadas em cada urna.

Observadores internacionais reconhecem segurança das urnas

Observadores internacionais reconhecem segurança das urnas

Como garantir que as informações em si de cada urna eletrônica são legítimas?

Todos os mecanismos descritos acima são úteis para garantir que um documento, de fato, foi emitido por uma urna eletrônica específica.

Há outros sistemas, no entanto, voltados a garantir a veracidade dos dados presentes neste documento. Ou seja, garantir que nenhum voto foi adulterado.

Uma das principais ferramentas para evitar qualquer fraude é o próprio “log de eventos” emitido pela urna.

Cada linha desse “log” representa uma operação distinta, indicando por exemplo que a urna foi inicializada, o programa foi inserido ou o horário foi corrigido.

Essa informação é autenticada por um código que, entre outras informações, usa o código de autenticação da linha imediatamente anterior.

Com isso, o sistema impede que alguém possa apagar o registro de operações anteriores ou inserir artificialmente uma operação falsa – fraudes assim gerariam uma incongruência nos códigos que poderia ser facilmente identificada por sistemas de auditoria.

Como é possível conferir esses códigos e sistemas?

Os códigos de correspondência (entre a urna e carga inserida) aparecem nos próprios documentos emitidos pelas urnas – tanto no log, quanto no RDV e no boletim de urna.

Os códigos da mídia de carga e da mídia de votação também são disponibilizados pelo TSE, assim como os códigos da assinatura digital, e puderam ser verificados pelas auditorias das entidades fiscalizadoras.

“Essas informações, somadas a assinatura digital de cada urna com chave própria e exclusiva nos arquivos, garantem que uma análise individualizada de cada arquivo de log permitirá identificar sua origem de forma inequívoca”, explica a Justiça Eleitoral.

Michelle Bolsonaro teria mantido caso amoroso com outro ex-deputado casado; saiba quem

Isac Nóbrega/PR

Ex-esposa de Valdemar Costa Neto afirmou que Michelle Bolsonaro teria mantido caso amoroso com ex-deputado casado

A ex-esposa do presidente do PL, Valdemar Costa Neto, fez novas insinuações sobre a primeira-dama Michelle Bolsonaro e sugeriu que a esposa do presidente Jair Bolsonaro (PL) teria mantido caso amoroso com outro político casado.

Após ter afirmado que Michelle seria “peguete” de Valdemar, Maria Christina Mendes Caldeira agora sugere que a primeira-dama teria relações com o ex-deputado federal Laerte Bessa (PL).

“E aí Michelle… conhece esse político ? Era casado, né?”, escreveu nesta segunda-feira (21), junto a uma foto de Bessa. “Mulher cristã não tem caso com homem casado, isso é básico nas leis de Deus. Não cobiçar o marido alheio”, acrescentou.

Na noite da última sexta-feira (18), Maria afirmou, em live realizada no seu perfil do Instagram, que Michelle Bolsonaro foi “peguete” de seu ex-marido e que ele teria acobertado “evasão de divisa e sonegação dos Bolsonaros”.

Anvisa aprova uso emergencial de vacinas bivalentes contra a Covid-19

A Pfizer apresentou dois pedidos de uso emergencial para novas versões bivalentes de sua vacina contra a Covid

Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou por unanimidade nesta terça-feira (22) o uso emergencial de duas vacinas bivalentes da Pfizer contra a Covid-19.

Foram aprovados dois imunizantes atualizados que contemplam sublinhagens da variante Ômicron do coronavírus, e que devem ser utilizados como doses de reforço contra a doença: bivalente BA.1 – que protege contra a variante original e também contra a sublinhagem Ômicron BA1; e bivalente BA.4/BA.5, que protege contra a variante original e também contra as subvariantes BA.4/BA.5.

A relatora, Meiruze Freitas, votou pela aprovação, sendo acompanhada pelos diretores Daniel Ferreira, Romison Mota, Alex Campos e pelo diretor-presidente da Anvisa, Antonio Barra.

A Pfizer apresentou dois pedidos de uso emergencial para novas versões bivalentes da vacina. Em ambos, a farmacêutica solicita a indicação do imunizante bivalente para ser aplicado como dose de reforço na população acima de 12 anos de idade.

VÍDEO: William Bonner debocha ao vivo de pedido do partido de Bolsonaro para anular eleição; assista

O jornalista William Bonner ironizou ao vivo, durante o Jornal Nacional, o relatório do partido do presidente Jair Bolsonaro que pede a anulação da eleição de 2022. Ele chamou a atenção para o fato de o PL não ter questionado o resultado do primeiro turno.

“Chama a atenção no relatório do PL, partido de Bolsonaro, o fato da sigla não ter pedido a invalidação das mesmas urnas usadas no 1º turno, quando o PL elegeu a maior bancada da câmara e também quando foram eleito 27 senadores e os governadores de 14 estados”, declarou, na noite desta terça-feira (22).

O ministro do STF, Alexandre de Moraes, diz que só vai avaliar o pedido se o primeiro turno for incluído no relatório. O PL elegeu 99 deputados federais. Diversos aliados de Bolsonaro também foram eleitos nos Estados.

Máscaras em aviões e aeroportos voltam a ser obrigatórias

A maioria dos diretores da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) decidiu, nesta terça-feira (22), voltar com a obrigação de uso de máscaras em aviões e aeroportos.

A Anvisa tinha flexibilizado a exigência diante do arrefecimento da pandemia há quase três meses, mas com o aumento do número de casos de Covid-19 no país, a Agência resolver voltar com a obrigatoriedade.

Segundo O Globo, Alex Campos foi o primeiro a votar a favor do retorno da obrigação e afirmou que o cenário epidemiológico acende um “alerta” para soluções mais eficientes. O diretor-presidente da Anvisa, Antonio Barra Torres, alertou, alertou que o final do ano pode agravar a situação epidemiológica. A diretora Meiruze Freitas ressaltou que é preciso passar uma mensagem de “maior controle” e “restrição”.
Já o diretor Daniel Ferreira votou pela não obrigatoriedade da máscara, mas pelo reforço da recomendação pelo uso da proteção individual. [fonte agencia brasil]

Morre o cantor e compositor Erasmo Carlos

Reprodução
Erasmo Carlos morreu nesta terça-feira (22/11). O cantor e compositor havia sido internado ontem de manhã no Hospital Barra D’or, na Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro, às pressas.

Erasmo havia recebido alta no início do mês após ficar internado por nove dias no hospital, com um quadro de edema.

A esposa de Erasmo Carlos, Fernanda, estava ao lado do cantor na hora da morte. A causa da morte ainda não foi divulgada.

Erasmo Carlos tinha 81 anos e vinha há alguns meses tratando uma síndrome edemigênica, doença que ocorre quando há um desequilíbrio bioquímico, dificultando a manutenção dos líquidos dentro dos vasos sanguíneos. Geralmente é causada por doenças cardíacas, renais ou dos próprios vasos.

Anvisa aprova venda do medicamento Paxlovid em farmácias Compra do remédio para tratamento da Covid-19 só poderá ser feita com receita; prazo de validade também foi ampliado

Fachada do edifício sede da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).Fachada do edifício sede da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).Marcelo Camargo/Agência Brasil

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou nesta segunda-feira (21) a venda do Paxlovid, um medicamento para tratamento da Covid-19 para adultos, em farmácias e hospitais particulares. A compra só poderá ser feita com receita.

Assim, o fornecimento do medicamento para o mercado privado está autorizado, com a rotulagem e bula em português de Portugal e em espanhol. A Agência destacou, porém, que o fabricante deverá manter e priorizar o abastecimento do Sistema Único de Saúde (SUS).

A aprovação aconteceu por unanimidade da diretoria colegiada do órgão, que também confirmou a ampliação da validade do medicamento de 12 meses para 18 meses.

“A aprovação levou em consideração a venda ao mercado privado do medicamento em outros países com autoridades internacionais de referência, como Estados Unidos e Canadá. A medida também considerou o cenário epidemiológico atual, com a circulação das novas subvariantes da Ômicron e o aumento de casos da doença no país”, explica a nota da Anvisa.

O medicamento deve ser tomado dentro de cinco dias após os sintomas. A diretora e relatora da peça, Meiruze Freitas, ressaltou, no entanto, que o remédio não substitui a vacinação, que “continua sendo a melhor estratégia para evitar a Covid-19, as hospitalizações e os óbitos”.

A Agência brasileira havia aprovado o uso emergencial do Paxlovid em março de 2022, e a Organização Mundial da Saúde (OMSrecomendou sua utilização para pacientes com quadros leves e moderados em abril.

A Anvisa explica que o medicamento é “composto por comprimidos de nirmatrelvir e ritonavir embalados e administrados juntos”, indicado apenas para adultos “que não requerem oxigênio suplementar e que apresentam risco aumentado de progressão para Covid-19 grave”.

Brasil tem mais 32,9 mil casos de covid-19 e 71 mortes em 24 horas Mato Grosso do Sul e Tocantins não atualizaram dados sobre a doença

Vacinação contra covid-19 aos profissionais da saúde do Hospital das Clínicas, no Centro de Convenções Rebouças.O Brasil registrou, em 24 horas, 32.970 casos de covid-19 e mais 71 mortes em consequência da doença. Segundo o boletim epidemiológico divulgado pelo Ministério da Saúde, desde o início da pandemia, foram confirmados 34.9371.043 casos de covid-19 no país e 688.764 mortes pela doença.

Ainda conforme o boletim, 34.162.530 pessoas se recuperaram da doença e 119.678 casos estão em acompanhamento.

Entre os estados, São Paulo tem o maior número de casos, 6,16 milhões, seguido por Minas Gerais (3,88 milhões) e pelo Paraná (2,75 milhões).

O menor número de casos é registrado no Acre,152,5 mil. Em seguida, aparecem Roraima (176,2 mil) e Amapá (179,3 mil).

Mato Grosso do Sul e Tocantins não atualizaram, nesta quinta-feira (17), os dados sobre a doença no Sistema de Informação da Vigilância Epidemiológica da Gripe.

Quanto às mortes, de acordo com os dados mais recentes, São Paulo registra o maior número (175.912), seguido por Rio de Janeiro (75.936) e Minas Gerais (63.901).

O estado que apresenta o menor número de mortes é o Acre (2.029). Em seguida, vêm o Amapá (2.164) e Roraima (2.175).

Boletim diário de casos de covid do Ministério da Saúde
Boletim diário de casos de covid do Ministério da Saúde – Ministério da Saúde/Divulgação

Vacinação

Até hoje, foram aplicadas 490,2 milhões de doses de vacinas contra a covid-19 no país, sendo 180,6 milhões com a primeira dose e 163 milhões com a segunda.[fonte agencia brasil]

Bancos terão expediente especial em dias de jogos da seleção na Copa

Bancos terão expediente especial em dias de jogos da seleção na Copa

As agências bancárias terão horário especial de atendimento ao público nos dias de Copa do Mundo em que a seleção brasileira jogar. A decisão foi anunciada pela Federação Brasileira de Bancos (Febraban). Os jogos da primeira fase estão marcados para os dias 24 de novembro, às 16h contra a Sérvia; 28 de novembro, às 13h contra a Suíça; e no dia 2 de dezembro, contra Camarões, às 16h. No caso de jogos às 13h, o funcionamento das agências será das 8h30 às 11h30 (horário de Brasília); e nos dias de jogos às 16h, o horário de funcionamento será das 9h às 14h (também no horário de Brasília). Caso o Brasil avance para as etapas seguintes e tenha algum jogo marcado para as 12h, o horário de atendimento ao público será das 9h às 11h e das 15h30 às 16h30. Segundo a Febraban, a decisão considera questões como a segurança das agências e de transporte de valores. Canais digitais e remotos dos bancos, como internet e mobile banking, e salas de autoatendimento funcionarão normalmente nos dias de jogos da seleção brasileira, seguindo os horários estabelecidos pela própria agência.



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