WebtivaHOSTING // webtiva.com . Webdesign da Bahia

prefeitura de pocoes



junho 2021
D S T Q Q S S
 12345
6789101112
13141516171819
20212223242526
27282930  


cobra produtora marcus solla acougues angelica fabricio

:: ‘Política’

PLANTÃO POLICIAL-Homem que ateou fogo em casa para matar mulher é preso

Apoio: Agressor foi flagrado por policiais da 80ª Companhia Independente (Cândido Sales), no município de Belo Campo, região sudoeste da Bahia.

Um homem que agrediu a ex-esposa e colocou fogo na casa em que ela estava com a filha foi capturado pela 80ª Companhia Independente da Polícia Militar (CIPM), no município de Belo Campo, na noite de quarta-feira (26).

Segundo o subcomandante da unidade, capitão Paulo Santana, as guarnições chegaram até o povoado de Lagoa do Canto, zona rural, depois de receberem uma denúncia sobre tentativa de feminicídio. “As equipes flagraram ele colocando fogo na casa, logo após feri-lá com uma faca. No meio da agressão, a criança de 10 anos também teve ferimentos”, disse.

Ainda de acordo com o oficial, o imóvel onde a vítima estava pertencia a um familiar, onde mais de uma pessoa residia. Após a captura o agressor foi conduzido para o Distrito Integrado de Segurança Pública (Disep/ Vitória da Conquista) e, posteriormente, encaminhado para a unidade prisional.

NOTA DE REPUDIO- PARA O VERADOR JOILSON DA ELETRONICA E O DEPUTADO PERDIDO ABILIO SANTANA NUNCA FEZ NADA EM POÇÕES GRAVOU UM VIDEO SEM NOÇÃO JUNTO COM O VEREADOR A PREFEITA SÓ TEM DOIS MESES DE MANDATO AGORA CHEGA ESSE DEPUTADO SEM NOÇÃO ATRAZ DE VOTO FALANDO QUE O POSTO ABRE 2 VEZES POR ANO AS CONTAS NÃO BATEM CRIA VERGONHA NA CARA SR DEPUTADO

REPUDIO ESSE VIDEO E JOILSON GOSTARIA QUE MOSTRASSE PARA POPULAÇÃO O QUE ESSE DEPUTADO JA FEZ EM POÇÕES JA TA RODANDO NA ZONA RUA ATRAZ DE VOTO PARA DEPUTADO EM PLENA PANDEMIA ISSO É UMA VERGONHA A PREFEITA ESTÁ DOIS MESES NO CARGO NÃO VEM COBRAR 4 ANOS DE GOVERNO QUE PASSOU FAZENDO POLITICA BARATA E SEM NOÇÃO O VEREADOR PELO QUE VEJO ESTÃO PERDIDO E FAZENDO POLITICA PRA DEPUTADO NUNCA VI ESSE DEPUTADO FAZER NADA NA CIDADE CONHEÇO TODOS OS DEPUTADOS COM SERVIÇO PRESTADOS A POÇÕES DEPUTADO SEM NOÇÃO JUNTO COM O VEREADOR FALAR QUE O POSTO DE SAÚDE LAGOA DA SERRA FALA QUE O POSTO ABRE 2 VEZES POR ANO A PREFEITA SÓ TEM DOIS MESES DE MANDATO FICOU CLARO A POLITICAGEM DOS DOIS AINDA SITA O NOME DA PREFEITA ISSO FOI A GESTÃO PASSADA E SR DEPUTADO DO QUE FICAR FALANDO BESTEIRA JUNTO COM ESSE VEREADOR CASANDO VOTO OS DOIS A CIDADE ESTA PRECISANDO DE MUITA COISA MENOS DE POLITICAGEM NUMA PANDEMIA DESSA POR ISSO VAI UMA NOTA DE REPUDIO FAZER POLITICA PRA DEPUTADO EM PLENA PANDEMIA QUE COISA FEIA E SEM  MORAL [GOSTARIA DE DEIXAR BEM CLARO FOI ABANDONADO POR 4 ANOS PELA GESTÃO PASSADA ONDE O VEREADOR FOI ELEITO E APOIOU]

PRIMEIRA SESSÃO DA CAMARA DE VEREADORES DE MIRANTE BAHIA 2021

ACM Neto diz que Bolsonaro ganhou inimigo ao nomear Roma

Resultado de imagem para acm neto diz bolsonaro arumou um inimigoApós a nomeação do deputado João Roma (Republicanos-BA) como ministro da Cidadania, o presidente do DEM, ACM Neto, disse a aliados que Jair Bolsonaro ganhou um inimigo e que atuará para levar a maioria do partido para a oposição ao mandatário.

O parlamentar foi nomeado a contragosto do ex-prefeito de Salvador, de quem é amigo e afilhado político. Neto queria evitar ser atrelado ao governo. Antes, declarava-se independente. Agora, tem dito que não poupará críticas a Bolsonaro.

ACM Neto pediu tanto ao Planalto como ao deputado que ele não virasse ministro. Depois da operação fracassada, a ira do dirigente do DEM é tanta que ele disse a pessoas próximas que trabalhará para demitir indicados por Roma a cargos em Salvador.

Afirmou ainda fazer questão de minar o capital político que seu ex-chefe de gabinete tem na Bahia.

Aliados do ex-prefeito reclamam de Onyx Lorenzoni (DEM-RS), agora na Secretaria-Geral da Presidência. Dizem que ele pressionou Bolsonaro pela nomeação de Roma. Luiz Eduardo Ramos (Secretaria de Governo), por sua vez, foi poupado. Parlamentares dizem que ele de fato atuou pelo presidente do DEM.

O pano de fundo do desconforto é uma crise interna que ele enfrenta no DEM, que tem como mote a eleição para a presidência da Câmara dos Deputados.

Na quinta (12), após a nomeação, o ex-presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ) questionou o caráter de Neto nas redes sociais, dando uma indireta de que ele teria indicado Roma e se aproximado do governo Bolsonaro.

Maia criticou o ex-prefeito quando DEM deixou de apoiar Baleia Rossi (MDB-SP), candidato apoiado pelo ex-presidente da Casa e advsersário de Arthur Lira (PP-AL), aliado do Palácio do Planalto.

O deputado considerou a atitude de Neto uma traição e afirmou que sairá do partido.

Arthur Lira, do PP, é eleito presidente da Câmara em 1º turno com apoio de Bolsonaro

O deputado federal Arthur Lira (PP-AL) foi eleito nesta segunda-feira (1º) presidente da Câmara dos Deputados e ficará no comando da Casa Legislativa pelos próximos dois anos, até 2023.

Lira recebeu 302 votos, mais que o dobro do segundo colocado, Baleia Rossi (145 votos) e mais que a metade dos 503 votantes. Com isso, a vitória foi definida já no primeiro turno.

Líder dos partidos do Centrão, que fazem parte da base do governo na Câmara, o deputado tinha o apoio do Palácio do Planalto. O resultado representa uma vitória política do presidente da República, Jair Bolsonaro, que trabalhava para ter um aliado no comando na Casa.

Além de definir as pautas de votação do plenário, o presidente da Câmara tem a prerrogativa de decidir, sozinho, se abre ou não um processo de impeachment para afastar o presidente da República.

placar final da votação ficou assim:

  • Arthur Lira (PP-AL): 302 votos
  • Baleia Rossi (MDB-SP): 145 votos
  • Fábio Ramalho (MDB-MG): 21 votos
  • Luiza Erundina (PSOL-SP): 16 votos
  • Marcel Van Hattem (Novo-RS): 13 votos
  • André Janones (Avante-MG): 3 votos
  • Kim Kataguiri (DEM-SP): 2 votos
  • General Peternelli (PSL-SP): 1 voto

O presidente da Câmara também ocupa o segundo lugar na linha de sucessão da Presidência da República. Na hipótese de Bolsonaro e o vice, Hamilton Mourão, estarem fora do país, quem comandará o Planalto será Lira.

O principal adversário do novo presidente na disputa foi Baleia Rossi (MDB-SP) – candidato do agora ex-presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), que tentava emplacar um sucessor. Ao todo, nove candidatos se inscreveram na eleição.

  • Eleição opôs candidatos de Bolsonaro e Maia

Lira foi eleito com o apoio de 11 partidos: PP, PL, PSD, Republicanos, Avante, PROS, Patriota, PSC, PTB, PSL e Podemos.

O deputado do PP ainda contou com ajuda extra do governo, que entrou de cabeça nas negociações para elegê-lo. Adversários acusaram o Executivo de liberar, em troca de votos, recursos adicionais para parlamentares aplicarem em obras em seus redutos eleitorais.

Bolsonaro também sinalizou que poderia recriar ministérios para acomodar indicações dos partidos que apoiaram Lira, descumprindo a promessa feita na campanha de 2018 quando prometeu uma Esplanada com 15 ministérios. Hoje, já são 23. Depois, diante da repercussão negativa, o presidente voltou atrás e negou a intenção de reabrir pastas.

Questionado sobre o impacto da atuação do Planalto na eleição, Lira negou interferência do Planalto e disse que ninguém “influi” na Presidência da Câmara.

Desde o ano passado, Lira já vinha articulando nos bastidores a sua candidatura. O lançamento oficial foi em dezembro, dias após o Supremo Tribunal Federal (STF) negar a possibilidade de Maia disputar a reeleição no mesmo mandato.

Em janeiro, o parlamentar intensificou a campanha e fez um giro por vários estados do país, onde se reuniu com parlamentares e governadores – que poderiam ajudar no convencimento de deputados a seu favor.

Uma das principais bandeiras de sua campanha foi aumentar a participação dos líderes partidários na definição da pauta de votação. O deputado falou em várias oportunidades durante a campanha que pretende dividir com o colégio de líderes a responsabilidade sobre o que será votado na Câmara.

Lira também prometeu compartilhar o protagonismo na Casa com os colegas deputados, reforçando que a “Câmara não tem dono” nem “chefe”.

Prioridades

Desde que lançou sua candidatura, Lira tem dito que vai priorizar a votação da chamada PEC Emergencial, que ativa gatilhos para impedir o excessivo endividamento do governo.

Só com a aprovação da PEC, segundo Lira, poderá ser discutido um novo benefício social para os brasileiros ou a ampliação do auxílio emergencial, pago em razão da pandemia do novo coronavírus.

O deputado, no entanto, tem defendido que novas despesas devem respeitar o teto de gastos, assim como prega a equipe econômica do presidente Bolsonaro.

Em seguida, a intenção dele é colocar em votação as reformas

Como pensa Lira

Durante a campanha à presidência da Câmara, o G1 perguntou ao deputado sua opinião sobre dez temas. Leia abaixo:

  • Prorrogação do auxílio emergencial: “Ao longo de 2020, defendemos um novo programa, no qual a base da pirâmide brasileira, que está fora do Cadastro Único, tivesse tratamento diferenciado na pandemia. Não conseguimos avançar. A próxima oportunidade será na votação do Orçamento de 2021. Defendo a criação de um programa novo, respeitando o teto de gastos, dentro do novo Orçamento.”
  • Vacinação obrigatória contra a Covid: “Acredito que vamos ter ótima adesão à campanha de vacinação. Defendo que qualquer vacina aprovada pela Anvisa seja disponibilizada. Mas toda vacina tem sua restrição e não deve ser obrigatória porque pode ter contraindicações para algumas pessoas conforme as indicações dos laboratórios produtores e as pesquisas.”
  • Atuação do governo Bolsonaro na pandemia: “Temos que priorizar vidas, sem dúvida. Estamos diante de 200 mil que morreram da doença. Nesse cenário triste, somamos os que tiveram piora na sua vulnerabilidade social e uma economia que pôs em risco a renda de outros. É fácil criticar. A gente tem que ajudar, ser crítico, duro e proativo quando precisa, mas não defensivo e sabotador. Vamos fazer parte da solução e da fiscalização.”
  • Pedidos de impeachment de Bolsonaro: “Impeachment não é pauta de candidato a presidente da Câmara. Esse assunto será tratado no momento oportuno, se tiver necessidade, com a composição da Câmara. O presidente atual tem cerca de 50 pedidos de impeachment e não pautou nenhum. Portanto, essa pergunta tem que ser feita ao atual presidente da Câmara.”
  • Legislação do aborto: “A decisão [de pautar] não depende do presidente da Casa. Deve ser atribuição do colégio de líderes. Com o apoio da maioria, qualquer assunto pode ser pautado. Os deputados e deputadas são os representantes da população e conhecem suas localidades e seu eleitorado. Assim, temas que estiverem amadurecidos na sociedade serão levados a plenário.”
  • Pautas de costumes: “Muito embora, por tradição, seja o presidente que leve as pautas ao plenário, para que seja construída com democracia, com soberania e diálogo, elas devem passar antes pela aprovação do colégio de líderes. Não cabe a mim, se eleito, fazer a pauta do Brasil ao meu gosto, como fez o presidente atual. Qualquer projeto, seja de direita, de centro, de esquerda, seja econômico ou social, que estiver amadurecido na sociedade brasileira e que contar com a maioria da aprovação no colégio de líderes, será pautado automaticamente, e o resultado será democraticamente resolvido no plenário. O papel do presidente é estar ao centro do plenário, olhando para os dois lados e conduzindo com absoluta isenção os trabalhos legislativos.”
  • Legislação sobre porte e posse de arma: Mesma resposta do item anterior.
  • Atuação do governo em relação a desmatamento: “A gestão ambiental é importante para o país. O papel da Câmara é trazer opiniões diversas para firmar bases para propostas. O Brasil é reconhecido pela diversidade de fauna e flora e pela extensão de áreas de floresta e proteção. Cuidar da agenda ambiental é estar atento ao nosso patrimônio e cuidado com a população e a herança para as gerações futuras. É possível conciliar a agenda ambiental com a de desenvolvimento econômico e social.”
  • Excludente de ilicitude: A Câmara é um Poder independente e não pode sofrer interferências de outros poderes. Perguntam sobre pautar temas de interesse deste ou daquele segmento. Minha visão é que o presidente da Câmara é um guardião da soberania do plenário. Sua função é fazer a discussão e o debate acontecer. Isso vale para todos os temas, inclusive o excludente de ilicitude.”
  • Pautas econômicas prioritárias: “Precisamos aprovar reformas estruturantes. O Orçamento 2021 estará na mesa logo no início dos trabalhos legislativos. Acredito que a PEC Emergencial virá em seguida, pois também trata de problema orçamentário. Temas como a reforma tributária precisam ser debatidos. Outro projeto que pode avançar no primeiro semestre é a reforma administrativa.”

Perfil

Natural de Maceió, Arthur César Pereira de Lira tem 51 anos, é casado e possui cinco filhos. Formado em direito pela Universidade Federal de Alagoas (UFAL), é empresário, advogado e agropecuarista.

Atualmente no PP, já foi filiado ao PFL (atual DEM), PSDB, PTB e PMN. Filho do ex-senador Benedito de Lira (PP), iniciou a carreira política como vereador em Maceió, em 1993, cargo que ocupou por duas legislaturas. Foi deputado estadual em Alagoas de 1999 a 2011. Desde então, é deputado federal. Em 2018, foi o segundo mais votado de Alagoas, com 143.858 votos.

Na Câmara, foi seis vezes líder do PP. Também comandou um bloco que, no ano passado, contava com mais de 200 parlamentares de partidos do “Centrão”, além do MDB e do DEM.

Em 2015, foi presidente da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara. Em 2016, comandou a Comissão Mista de Orçamento (CMO) do Congresso Nacional. Os dois colegiados são espaços de prestígio no Parlamento: pela CCJ, passam todas as propostas em tramitação na Câmara, já a CMO é responsável por definir as despesas prioritárias do governo federal.

No ano passado, foi um dos articuladores da aproximação do Planalto com o Centrão, que virou base aliada do Executivo na Câmara. Apesar de hoje estar alinhado a Bolsonaro, nem sempre foi assim. Em 2019, chegou a publicar em uma rede social que o governo precisava “entrar em sintonia com a real necessidade da população e deixar de lado a pauta de costumes e polêmicas”.G1

Adolfo Menezes (PSD) é eleito novo presidente da Alba com 60 votos

O deputado estadual Adolfo Menezes (PSD) foi eleito presidente da Assembleia Legislativa da Bahia nesta segunda (1). Adolfo venceu a eleição sobre o psolista Hilton Coelho, que se colocou como candidato de última hora, com 60 votos. Hilton Coelho (Psol) teve 1 voto e houve 3 abstenções.

O resultado da eleição confirma os acordos iniciados no ano passado, que culminaram com o apoio das bancadas de governo e oposição a Menezes, que comandará o Legislativo baiano até o final de 2023. Apenas o Psol não tinha declarado apoio ao agora presidente da Assembleia Legislativa. Hilton ressaltou que sua candidatura tinha o objetivo de marcar posição e fez críticas ao Governo do Estado.

Menezes faturou a eleição com tranquilidade. Economista de 62 anos, o novo presidente da Assembleia é um dos mais experientes deputados da casa. Ele está em seu quarto mandato e, já na disputa passada, no começo de 2019, tentou a presidência da Alba, mas o posto acabou ficando com Nelson Leal (PP).

Passando o mandato da casa após dois anos, Nelson Leal desejou sucesso para Adolfo Menezes no novo desafio e afirmou em seu discurso de despedida que há muito a se fazer, reconstruir e curar nos próximos dois anos. Leal falou que tem certeza de que Adolfo Menezes tem capacidade para deixar um “campo bem mais formoso do que encontramos”.

Além do presidente, foram eleitos os outros oito integrantes da Mesa Diretora da Casa. A mesa terá Neusa Cadori (PT) como única mulher e outros sete homens. A mesa é formada por 5 deputados da bancada governista e outros 3 da oposição. Com isso, a oposição ganhou uma cadeira em relação à composição do último biênio.

Também houve queda no número de mulheres, já que a antiga mesa tinha 3 deputadas e cinco deputados. Desta vez, somente a petista Neusa Cadore representa o sexo feminino na mesa. Por outro lado, cresceu o número delas na suplência: são quatro na lista formada por cinco pessoas: o único homem é o deputado Roberto Carlos (PDT).

Por conta da idade, assim como outros 15 deputados com 60 anos ou mais, Adolfo Menezes teve prioridade no voto. Essa foi uma das medidas tomadas por conta do coronavírus. A pandemia também forçou um fato inédito: pela primeira vez, o Governador do Estado não esteve na Assembleia num dia tão importante. Rui Costa se fez presente de maneira virtual.

Rodrigo Pacheco é eleito presidente do Senado Senador do Democratas obteve 57 votos e derrotou Simone Tebet, do MDB.

© Marcos Oliveira/Agência Senado                           O Senado elegeu no final da tarde de hoje (1º) Rodrigo Pacheco (DEM-MG) como seu 68º presidente. O senador do DEM foi eleito presidente da Casa com 57 votos, derrotando Simone Tebet (MDB-MS), que obteve 21 votos. Pacheco será o presidente do Senado, e do Congresso Nacional, pelos próximos dois anos.

Pacheco foi escolhido por Davi Alcolumbre (DEM-AP) para sucedê-lo na presidência.

O apoio de Alcolumbre foi fundamental para a eleição de Pacheco, dada a simpatia de líderes de diversos partidos pelo então presidente da Casa.

A proximidade de Alcolumbre com o presidente Jair Bolsonaro, com lideranças governistas, como PP, PSD e Republicanos, e de oposição, PT e PDT, assegurou um apoio abrangente a Pacheco.

BRASIL | Bolsonaro e Moro têm empate técnico em segundo turno, aponta pesquisa

 

O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) e o ex-ministro Sergio Moro (sem partido) empatam tecnicamente em uma simulação para o segundo turno das eleições presidenciais de 2022. Os dados são de levantamento do instituto Paraná Pesquisas, divulgado nesta sexta-feira (29).

 

Numericamente, Bolsonaro aparece à frente: tem 39,1% contra 37,6% de Moro. O empate se dá porque a margem de erro da pesquisa é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos.

Moro foi ministro de Justiça e Segurança Pública de Bolsonaro de janeiro de 2019 até abril do ano passado. Ele deixou o cargo rompido com Bolsonaro, após acusar o presidente de interferir politicamente na Polícia Federal. Hoje, Moro trabalha para uma empresa privada e tornou-se um dos principais “alvos” das críticas de apoiadores do governo nas redes sociais.

Bolsonaro supera demais adversários

O Paraná Pesquisas fez também outras quatro simulações de segundo turno, com Bolsonaro enfrentando o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), o ex-ministro Ciro Gomes (PDT), o apresentador Luciano Huck (sem partido) e o governador paulista, João Doria (PSDB). Em todos os levantamentos, Bolsonaro é o vencedor.

Contra Lula, Bolsonaro soma 42,4% das intenções de voto, e o petista fica com 35,7%. No embate com Ciro, são 43,7% para Bolsonaro e 34,3% para o ex-ministro. A vitória contra Doria é a mais expressiva: 44,9% para Bolsonaro e 29,4% para o tucano. E o apresentador Huck registra 33,2% das intenções de voto, enquanto Bolsonaro obtém 42,7%.

Os dados sugerem uma continuidade do panorama identificado pelo Paraná Pesquisas em dezembro – na ocasião, levantamento produzido pelo instituto também colheu vitórias de Bolsonaro contra Lula, Moro, Ciro, Doria e Huck. No entanto, os percentuais coletados por Bolsonaro em dezembro eram superiores. A pontuação registrada por Bolsonaro na ocasião variava de 51,1% (contra Doria) a 44,9% (contra Moro). Agora, o intervalo é de 44,9% (contra Doria) a 39,1% (contra Moro).

Primeiro turno tem predomínio de Bolsonaro

O Paraná Pesquisas também simulou o primeiro turno das eleições de 2022 em três cenários. E, em todos eles, o predomínio é de Bolsonaro. A pontuação do presidente oscila de 30,5%, em um cenário com Moro e em que o ex-ministro Fernando Haddad é o candidato do PT, a 33,7%, quando o ex-juiz da Lava Jato não tem seu nome contabilizado.

Também neste caso há uma reprodução do panorama identificado em dezembro – na ocasião, o Panorama Pesquisas fez pesquisas com os mesmos três cenários, e em todos viu a dianteira do atual presidente da República.

A pesquisa apontou ainda que o governador João Doria não conseguiu capitalizar o fato de ter sido o protagonista nas buscas da vacina contra a covid-19. A pontuação do tucano varia de 5,3% a 6,7%, e sua melhor posição é o quinto lugar. Em todos os cenários, Doria fica atrás de Luciano Huck.

Metodologia

A pesquisa foi feita entre os dias 22 e 26 de janeiro, por meio de ligações telefônicas. O Paraná Pesquisas ouviu 2.002 eleitores, distribuídos por 204 municípios, em todos os estados e no Distrito Federal. A margem de erro é de dois pontos percentuais e o nível de confiança é de 95%.

Josias Gomes é exonerado do comando da Secretaria de Desenvolvimento Rural da Bahia

O governador da Bahia, Rui Costa, exonerou o secretário estadual de Desenvolvimento Rural, Josias Gomes. A medida foi publicada no Diário Oficial do Estado desta sexta-feira (29). Segundo o decreto, a saída de Josias se deu “a pedido”. Rui não chegou a nomear um substituto para o cargo.

Partido de Josias, o PT fechou apoio à candidatura de Baleia Rossi (MDB-SP), nome lançado na disputa pelo atual presidente da Casa, Rodrigo Maia (DEM-RJ). O Bahia Notícias procurou o petista para falar sobre a exoneração e aguarda resposta.

Fonte:. Bahia Notícias

Eleições 2022: Bahia pode ter polarização entre ACM Neto (DEM) x Jaques Wagner (PT)

A disputa pelo governo da Bahia em 2022 pode ter frente a frente dois pesos pesados da política no estado: o ex-prefeito de Salvador ACM Neto (DEM) e o senador e ex-governador Jaques Wagner (PT).

Wagner tende a ser o candidato do atual governador, Ru Costa (PT), que não pode concorrer à reeleição. Já ACM Neto disse ser um nome “gabaritado” para concorrer ao governo, apesar de não se colocar como candidato, segundo o jornal A Tarde.

Outros nomes cotados são os dos deputados federais Pastor Sargento Isidório (Avante) e Lídice da Mata (PSB). Isidório foi candidato a prefeito de Salvador. Mais experiente no cenário político, Lídice já foi vereadora, deputada federal e estadual e prefeita da capital baiana e já concorreu ao governo.

Já o PSD pode lançar o senador Otto Alencar, presidente do partido na Bahia, ou apoiar um nome de partidos aliados – como o do atual vice-governador, João Leão (PP).

Fonte: Gazeta do Povo



WebtivaHOSTING // webtiva.com . Webdesign da Bahia