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Um milhão de senhas do Facebook foram roubadas por apps maliciosos, diz Meta

Um milhão de senhas do Facebook foram roubadas por apps maliciosos, diz Meta

Foto: Reprodução

A Meta, empresa-mãe do Facebook, informou nesta sexta-feira (7) que cerca de um milhão de nomes de usuários e senhas da rede social foram comprometidos. Os perfis afetados serão notificados nos próximos dias.
Segundo a empresa, os “culpados” foram aplicativos terceiros, baixados em tablets, celulares e computadores, diretamente nas lojas da Apple e do Google. Devido a falhas de segurança, esses apps conseguiam acessar as informações de login.
“Esses aplicativos estavam presentes na Google Play Store e na App Store da Apple, e se passavam por ferramentas de edição de fotos, jogos, VPN e outros serviços”, diz o comunicado da Meta.
Foram identificados mais de 400 aplicativos maliciosos, cerca de 350 para sistema Android e o restante para iOS (do iPhone e iPad); 43% deles eram relacionados a fotografia. Veja alguns exemplos:
– Editores de fotos, como aqueles para te “transformar em um desenho animado” e afins;
– VPNs para aumentar a velocidade de navegação ou dar acesso a sites bloqueados;
– Utilitários de telefone, como aplicativos par aumentar a luminosidade da lanterna;
– Jogos supostamente com gráficos 3D de alta qualidade;
– Apps de saúde e estilo de vida, como horóscopos e rastreadores de atividades físicas;
– Apps de negócios ou de gerenciamento de anúncios.”
Uma vez instalados, os aplicativos falsos solicitavam login em uma rede social ou e-mail para serem utilizados. Mas nenhum deles cumpria o que prometia; o verdadeiro objetivo era roubar dados confidenciais, principalmente credenciais (usuário e senha) do Facebook e de outros serviços.
“Vamos avisar um milhão de pessoas que podem ter sido expostas a esses aplicativos, o que não quer dizer necessariamente que tenham sido hackeadas”, disse David Agranovich, diretor da equipe de segurança cibernética da Meta, durante entrevista coletiva.
OS RISCOS DOS APPS TERCEIROS
Logar em aplicativos e sites por meio do Facebook, Gmail ou outro grande serviço é uma prática comum e legítima, que traz praticidade — é mais fácil e rápido do que ter de memorizar diversos usuários e senhas. Também cria uma outra camada de autenticação.
Porém, as descobertas da Meta deixam claros os riscos de fazermos isso em apps de terceiros (ou seja, que não foram desenvolvidos pela fabricante do celular/sistema operacional ou pela própria rede social), que neste caso induziam as pessoas a colocar nome e senha da rede social e dar permissões de acesso.
De posse das informações, os criminosos poderiam roubar a conta do Facebook e obter mais dados pessoais da vítima, e até usar a conta para enviar mensagens enganosas aos amigos — por exemplo, pedir dinheiro ou fazer propaganda de lojas golpistas.
A Meta rapidamente informou a Apple e o Google sobre as falhas, e os aplicativos já foram removidos das lojas. Procurado por Tilt, o Facebook respondeu com uma postagem explicando o caso e dando dicas de segurança, no blog da empresa.

Governo esconde informações sobre bloqueio no Orçamento temendo repercussão eleitoral

Governo esconde informações sobre bloqueio no Orçamento temendo repercussão eleitoral

Foto: Antonio Cruz / Agência Brasil

Seis dias após oficializar um bloqueio adicional de R$ 2,6 bilhões no Orçamento deste ano, o governo Jair Bolsonaro (PL) está segurando as informações sobre quais órgãos foram atingidos pela trava nas despesas.
A postura de esconder os dados se dá em meio à disputa eleitoral. Pessoas do governo ouvidas sob reserva pela reportagem admitem que “a campanha vai pegar fogo nos próximos dias” e qualquer anúncio pode gerar ruídos.
Em 31 de agosto, o Ministério da Economia enviou ao Congresso uma proposta de Orçamento para 2023 com cortes espalhados por diversas ações sociais e políticas que beneficiam mulheres —que são 53% do eleitorado e rejeitam, em sua maioria, a reeleição de Bolsonaro.
As notícias sobre os cortes previstos para o ano que vem tiveram péssima repercussão e foram amplamente usadas como munição pelo campo adversário para desgastar a imagem do presidente. As tesouradas foram temas de programas eleitorais na TV e também surgiram em debates presidenciais.
A experiência passada deixou o governo mais avesso a dar ampla publicidade ao novo bloqueio no Orçamento deste ano. A ala política também se frustrou porque havia a expectativa de que a reavaliação permitisse uma liberação de recursos, o que não se concretizou.
A necessidade de conter despesas foi anunciada em 22 de setembro, com entrevista coletiva concedida por técnicos do Ministério da Economia. Normalmente, os alvos das reduções são revelados em um segundo momento, após a publicação do decreto de programação orçamentária, no dia 30 do mesmo mês. A data é obrigatória e está prevista na LRF (Lei de Responsabilidade Fiscal).
O decreto saiu em edição extra do Diário Oficial da União na noite de sexta-feira (30), antes do primeiro turno das eleições. O ato, assinado pelo presidente Jair Bolsonaro, oficializa a decisão de quais áreas serão alvo do bloqueio de recursos, anunciado uma semana antes.
Decifrar o documento, repleto de anexos, números e regras próprias, não é trivial mesmo para técnicos especializados no tema. Para facilitar a compreensão dos dados, o Ministério da Economia costuma divulgar a tabela, indicando quais órgãos foram alvo do bloqueio e se a trava recaiu sobre despesas dos próprios ministérios ou emendas parlamentares. Dessa vez, porém, isso não ocorreu.
Enquanto o governo segura as informações, reclamações desencontradas sobre cortes de recursos começam a surgir em diferentes órgãos do governo.
Na quarta-feira (5), universidades e institutos federais acusaram o bloqueio de R$ 2,4 bilhões no orçamento do MEC (Ministério da Educação) deste ano. A medida gerou repercussão imediata nas redes e se tornou foco de propagandas negativas para a campanha de Bolsonaro.
Só depois disso, a Economia e o MEC articularam uma resposta. O ministro da Educação, Victor Godoy Veiga, convocou uma entrevista nesta quinta para minimizar a decisão e negar que tenha havido cortes, além de dizer que as queixas de universidades e institutos têm motivação política.
Já a Economia divulgou uma nota informando que o novo bloqueio em dotações orçamentárias do MEC foi de R$ 51,3 milhões, concentrados em emendas parlamentares, e que a própria pasta pode determinar remanejamentos internos. Detalhes adicionais, porém, seguem sem divulgação.
A reportagem apurou com pessoas do governo e do Congresso que o novo bloqueio de R$ 2,6 bilhões incidiu quase que totalmente sobre as emendas de relator, usadas como moeda de troca em negociações políticas. A decisão irritou o presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), que ficou sem emendas para agradar aliados a quatro meses da disputa pelo comando da Casa.
Nos últimos dias, o Ministério da Economia tem sido insistentemente procurado para prestar informações. Na terça-feira (4), a pasta respondeu que “o detalhamento dos bloqueios ainda está em discussão”. Nesta quinta-feira (6), o órgão não respondeu até a publicação deste texto.
A retenção das informações oficiais também acaba dando tempo ao governo para tentar encontrar uma solução para destravar as emendas sem que o vaivém seja público.
No início de setembro, o governo já havia irritado parlamentares aliados com uma confusão envolvendo os recursos das emendas de relator.

Senado aprova liberação de fundos para financiar piso salarial da enfermagem

O Plenário do Senado aprovou, nesta terça-feira (4), o projeto de lei que prorroga a liberação de recursos dos fundos estaduais e municipais de saúde e assistência social (PLP 44/2022). A medida é uma alternativa para financiar o piso nacional da enfermagem. O texto segue para a Câmara dos Deputados.

O projeto atualiza duas leis que autorizaram a transposição de saldos financeiros ociosos dos fundos. Desse modo, as verbas podem ser usadas dentro das áreas de saúde e assistência para finalidades diferentes das originais. O objetivo das leis era disponibilizar recursos adicionais para o combate à covid-19 nos estados e municípios. A autorização, válida até o final de 2021, fica prorrogada para o final de 2023.

“Esta é a primeira alternativa apresentada pelo Senado para a implementação do piso da enfermagem, depois da suspensão promovida pelo STF, com o uso de recursos que já estão nos estados e municípios”, destaca a presidente do Conselho Regional de Enfermagem da Bahia (Coren-BA), Giszele Paixão.

O relator da matéria, senador Marcelo Castro (MDB-PI), estima que a prorrogação das transposições financeiras disponibilizaria imediatamente R$ 4 bilhões para os estados e municípios. Ele ressaltou que a medida é apenas temporária, para permitir que os entes se planejem para assumirem o pagamento do piso com recursos próprios no futuro. Castro também lembrou que o Congresso ainda precisa deliberar sobre saídas para ajudar o cumprimento do piso no setor privado e nos hospitais filantrópicos e santas casas.

Com informações da Agência Senado

Caso aconteceu em Formosa do Rio Preto

 

O mistério da morte de 23 gados em uma fazenda na zona rural de Formosa do Rio Preto, no oeste da Bahia, foi esclarecido. A causa da morte foi uma descarga elétrica provocada por um raio, segundo a Neoenergia Coelba.
Os animais foram encontrados mortos na tarde da última sexta-feira (23), em uma fazenda localizada às margens da BR-135. Segundo o dono dos animais, entre os mortos havia três vacas prenhas. O prejuízo é estimado em aproximadamente R$ 100 mil.

Em nota, a distribuidora de energia informou que ocorreu uma descarga atmosférica que acabou atingindo equipamentos da rede elétrica na localidade de Brejinho e causou danos na linha de distribuição de energia.

Ainda de acordo com a empresa, equipes técnicas foram enviadas ao local e chegaram cerca de 20 minutos após o incidente, onde iniciaram a recomposição na rede, que foi finalizada às 19h.

A energia no local já foi normalizada. Caso alguém tenha sofrido algum dano elétrico, é possível acionar a Coelba e solicitar o ressarcimento através do site da distribuidora ou na central atendimento no número 116.[fonte macauba acontece]

Para ANJ e Abraji, censura do TJ-DF ao UOL é ‘absurda’ e ‘contraria frontalmente a Constituição

Abraji repudia censura ao jornal O GloboEntidades ligadas ao jornalismo criticaram a liminar concedida pelo desembargador Demetrius Gomes Cavalcanti, do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios, para derrubar do ar duas matérias do UOL sobre a compra de imóveis da família Bolsonaro com dinheiro vivo.
Em nota, a Associação Nacional de Jornais (ANJ) protestou contra o que

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BR-153: colisão de ônibus e carreta deixa mortos e dezenas de feridos Veículo com 40 passageiros e dois motoristas estava a caminho de cidade no Paraná quando colidiu com carreta na altura de Centralina (MG)

acidente onibus de rio quente minas gerais br 153 (4)Reprodução
Goiânia – Uma tragédia encerrou uma viagem turística em Minas Gerais no final da manhã desta quinta-feira (22/9). Um ônibus com 40 turistas e dois motoristas, que saiu de Rio Quente, em Goiás, colidiu na traseira de uma carreta na altura de Centralina (MG), na rodovia BR-153.

Imagens do grave acidente mostram que o ônibus ficou bastante destruído, com vítimas presas nas ferragens. Houve vítimas com amputação e fratura exposta, segundo testemunha.

Até o início da noite, havia duas mortes e 22 feridos confirmados, de acordo com a Triunfo Concebra, que administra o trecho da rodovia. Dois dos feridos estão internados em estado grave no Hospital São Marcos, em Itumbiara (GO). Os outros casos foram ferimentos leves, segundo a concessionária.

Segundo a empresa dona do ônibus, a Viação Garcia, o veículo estava a caminho de Cornélio Procópio, no Paraná, com turistas que tinham visitado a cidade de Rio Quente, conhecida por suas águas termais e parques aquáticos, na região de Caldas Novas.

Após o acidente, o trânsito ficou interditado com congestionamento de 5 km em ambos os sentidos, de acordo com a Triunfo Concebra. Às 13h55 a pista sentido norte foi liberada e às 17h50 a rodovia foi totalmente liberada. Os atendimentos das vítimas foram feitos pelas equipes de atendimento emergencial médico da Concebra.

Hospitalizados

A empresa informou que está prestando todo o auxílio às autoridades competentes para esclarecer o acidente e oferecendo assistência aos passageiros. A Polícia Rodoviária Estadual (PRF) de Minas informou que a ocorrência ainda estava em andamento no início da noite.

Ato político: Desabamento na Grande São Paulo deixa 9 mortos e 31 feridos

Ato político: Desabamento na Grande São Paulo deixa 9 mortos e 31 feridos 

Foto: Reprodução/Globonews

Em Itapecerica da Serra, na Grande São Paulo, um desabamento, nesta terça-feira (20), dentro de uma empresa de contêiner deixou nove mortos e cerca de 31 feridos, sendo que ao menos três estão em estado grave. Segundo o Corpo de Bombeiros, o incidente ocorreu na estrada Ferreira Guedes.

Informações dão conta de que mais de 60 pessoas estavam no local participando de um evento de campanha da candidata à deputada federal Ely Santos (Republicanos) e do candidato a deputado estadual Jones Donizette (Solidariedade). Os candidatos se feriram, foram resgatados e levados ao hospital.

Por meio de nota, Donizette lamentou o desastre e se solidarizou às famílias das vítimas. A nota afirma ainda que os candidatos foram convidados a conhecer a empresa Mult Tainer e que quando se despediam dos trabalhadores parte da estrutura de concreto se rompeu e os deixou presos aos escombros.

Bolsonaro cortou 90% da verba de combate à violência contra a mulher

Agência BrasilO presidente Jair Bolsonaro (PL) cortou em 90% a verba disponível para ações de enfrentamento à violência contra a mulher durante sua gestão. O dinheiro destinado ao Ministério da Mulher, Família e dos Direitos Humanos para proteção das mulheres caiu de R$ 100,7 milhões, em 2020 —primeiro Orçamento inteiramente elaborado por Bolsonaro—, para R$ 30,6 milhões no ano passado. Neste ano, sobraram apenas R$ 9,1 milhões, de acordo com dados da pasta.

Para 2023, o governo enviou ao Congresso uma proposta de Orçamento que prevê uma leve recuperação dos recursos, atingindo R$ 17,2 milhões. Na comparação com 2020, no entanto, ainda há uma queda acentuada (83%). Essa verba é usada nas unidades da Casa da Mulher Brasileira e de Centros de Atendimento às Mulheres, que atendem vítimas de violência doméstica, com serviços de saúde e assistência. Além disso, tem o objetivo de financiar programas e campanhas de combate a esse tipo de crime.

Num esforço de tentar reduzir a rejeição do presidente no eleitorado feminino, a campanha de Bolsonaro tem dado destaque a ações do presidente nesta área –como a sanção de leis de interesse do público feminino. Em materiais de campanha, Bolsonaro também tem prometido que vai ampliar os recursos para enfrentar a violência contra mulheres, caso ele seja reeleito. A proposta orçamentária reflete essa promessa, embora os valores ainda sejam distantes da verba destinada a essas ações no início do governo.

Além disso, as restrições de recursos presentes no projeto de Orçamento indicam que, no próximo ano, pode haver paralisação do serviço Ligue 180 —canal de denúncias de violência doméstica. A proposta prevê apenas R$ 3 milhões para a Central de Atendimento à Mulher. Em média, são necessários R$ 30 milhões por ano para esse canal, que funciona 24 horas por dia e em 16 países, além do Brasil.

O Ministério da Mulher, Família e dos Direitos Humanos justifica a redução de recursos com o argumento de que adota políticas transversais (que englobam diversas áreas). Por isso, afirma a pasta, ações setoriais como de igualdade racial também beneficiam mulheres. No entanto, iniciativas da pasta, como promoção da igualdade racial, fortalecimento da primeira infância e educação em direitos humanos, já existiam desde o início do governo e mantiveram um patamar de próximo de R$ 2 milhões para cada área.

 

“O governo federal acredita que promove e articula políticas públicas universais de direitos humanos, com especial atenção às mulheres”, disse a pasta.Segundo o Fórum Brasileiro de Segurança Pública, entre março de 2020, início da pandemia no país, e dezembro de 2021, foram registrados 2.451 casos de feminicídios e 100.398 de estupro e estupro de vulnerável com vítimas do gênero feminino.

 

O Inesc (Instituto de Estudos Socioeconômicos) ressalta que, no caso das Casas da Mulher Brasileira, que fazem o atendimento às vítimas, o corte na verba pode prejudicar o acompanhamento dado às mulheres, que muitas vezes precisam ser afastadas do seu agressor. “Deveria ser investido mais recursos para que se reduza a violência e também para que as vítimas sejam atendidas. Essa política foi rapidamente desmontada nesse governo”, disse Carmela Zigoni, assessora política do Inesc.

 

“O Bolsonaro vem tentando disputar o voto feminino, mas o machismo dele não é só no gesto, nas palavras, mas também nas prioridades orçamentárias do seu governo”, disse a deputada federal e líder do Psol na Câmara, Sâmia Bomfim (SP). O partido fez um estudo do histórico das políticas para mulheres e concluiu que Bolsonaro foi o primeiro presidente a “não propor um programa específico que explicite o combate à violência contra a mulher” –os recursos para essa finalidade foram unificados ao programa de promoção e defesa de direitos humanos para todos.

Procurado, o Palácio do Planalto não se manifestou sobre o corte nos recursos para as medidas de enfrentamento à violência doméstica. A primeira-dama, Michelle Bolsonaro, tem ganhado cada vez mais protagonismo na campanha para tentar melhorar a imagem do presidente no público feminino.

 

A ideia é tentar minimizar a imagem machista do presidente dando voz a Michelle, que desde a convenção para oficializar a candidatura à reeleição faz discursos com apelo religioso e troca demonstrações de carinho com o marido. Mas, no discurso, em Brasília, durante o 7 de setembro, o presidente, em cima de carros de som, pediu voto, reforçou discurso conservador e deu destaque a Michelle, com declarações de tom machista.

 

Em peça publicitária da campanha, o PL apresentou feitos de Bolsonaro às mulheres em seu mandato, como a sanção das leis Mariana Ferrer (que proíbe que vítimas de crimes sexuais e testemunhas sejam constrangidas durante audiências e julgamentos) e da violência psicológica. Mas essas iniciativas foram propostas pelo Congresso –coube ao presidente apenas sancionar (confirmando a proposta do Legislativo).

 

“Se para alguns parece estranho que Jair tenha feito tanta coisa pela proteção das mulheres é porque não conhecem o presidente”, disse Michelle em vídeo produzido na corrida eleitoral. A locutora do vídeo também tenta suavizar a do presidente imagem ao dizer que “não é com discurso que o Jair demonstra respeito com as mulheres, é com realizações”.

Mulher é flagrada em ônibus na BR-116 com arara-maracanã em bolsa de viagem

Mulher é flagrada em ônibus na BR-116 com arara-maracanã em bolsa de viagem — Foto: Divulgação/PRF

Mulher é flagrada em ônibus na BR-116 com arara-maracanã em bolsa de viagem — Foto: Divulgação/PRF

Uma mulher de 52 anos foi flagrada ao transportar arara-maracanã dentro de uma bolsa de viagem, no km 830 da BR-116. Ela, que estava em um ônibus de viagem, foi abordada no trecho de Vitória da Conquista, no sudoeste da Bahia. O coletivo tinha como destino a cidade de Tapiramutá.

O nome da mulher não foi divulgado pela Polícia Rodoviária Federal, que apreendeu o animal. Popularmente chamada de “ararinha”, por causa do seu tamanho, a ave estava em um ambiente escuro e sem ventilação adequada.

Aos agentes, a mulher informou que cria a arara-maracanã há mais de 10 anos. Ela foi autuada e responderá por crime contra o meio ambiente. Depois de ouvida, ela foi liberada. O animal foi levado para cuidados de órgãos ambientais.

Bolsonaro veta saque do saldo do vale-alimentação

Bolsonaro veta saque do saldo do vale-alimentação

Foto: Carolina Antunes / PR

O presidente Jair Bolsonaro (PL) vetou a possibilidade de o trabalhador sacar em dinheiro o vale-alimentação que não for usado, presente em proposta que altera regras do benefício. Também saiu do texto final, por decisão de Bolsonaro, a possibilidade de repasse das sobras da contribuição sindical obrigatória, que foi extinta em 2017, para centrais sindicais.
As duas propostas foram incluídas na MP (Medida Provisória) enviada pelo governo ao Congresso para mudar as regras do benefício.
Os vetos foram antecipados pela Folha de S.Paulo na semana passada e publicado no Diário Oficial da União desta segunda-feira (5). Parlamentares darão a palavra final sobre o texto, podendo reverter a decisão do chefe do Executivo.
Coube ao Ministério da Economia a recomendação para que o mandatário não sancionasse as medidas, que considera que trariam insegurança jurídica.
No caso do saque do benefício em dinheiro pelo trabalhador, a pasta disse que a mudança tornaria o saldo sujeito à incidência de imposto.
O argumento já havia sido antecipado pelo senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), filho do presidente e relator do projeto.
Além disso, o governo também alegou que “tal medida poderia atribuir custos operacionais na movimentação de dinheiro às empresas facilitadoras, os quais possivelmente seriam repassados ao trabalhador.”
A mudança gerou discussão entre entidades do setor e especialistas. Segundo a Abrasel (Associação Brasileira de Bares e Restaurantes), a possibilidade de o auxílio-alimentação poder ser sacado em dinheiro pelos funcionários caso não seja usado em 60 dias ainda era um risco ao setor.
Para a entidade, essa medida desvirtua a função primordial do auxílio, que é garantir a alimentação do trabalhador, pois permitirá que o valor seja usado em outros tipos de gastos.
Há controvérsia sobre a mudança. Já para Fernanda Borges Darós, advogada e sócia do escritório Silveiro Advogados e especialista em direito empresarial (PUC-RS), a medida era acertada.
“É preciso lembrar que o auxílio-alimentação pertence ao trabalhador e cabe a ele dispor deste recurso da melhor forma que lhe aprouver, desde que não desvirtue a sua finalidade”, afirmou em artigo publicado na Folha de S.Paulo no último dia 16.
De acordo com ela, tanto o auxílio quanto o vale-refeição podem estar previstos em negociação sindical ou serem ofertados pelo empregador por liberalidade por meio de inscrição no PAT (Programa de Alimentação do Trabalhador). Portanto, não integraria a remuneração do empregado e não cabe tributação, como Imposto de Renda.
Quanto à proposta de repasse às centrais sindicais do saldo residual da contribuição sindical, Bolsonaro vetou por não apresentar estimativa de impacto fiscal.
“Nesse caso, deve-se demonstrar o cálculo do impacto e a ausência de prejuízo ao alcance das metas fiscais”, diz o ministério da Economia no Diário Oficial da União.
O dispositivo deve encerrar a disputa pelo recurso, que pode superar R$ 600 milhões. Essa verba teria sido repassada ao Ministério do Trabalho por erros de preenchimento na época.
Estes recursos já deveriam ter sido entregues às entidades, segundo elas –e o texto as atenderia.
Presidente de honra da Força Sindical, Paulinho da Força (SD-SP) foi relator da MP pela proximidade que tem com o presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL).



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