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:: 14/abr/2021 . 21:00

BOLETIM COVID-19 14/04/2021 POÇÕES/BA

A Prefeitura de Poções, através da Secretaria Municipal de Saúde, vem confirmar mais 01 óbito por Covid-19 de uma paciente residente neste município. A paciente era uma idosa, de 84 anos. Lamentamos pela ocorrência desse falecimento e deixamos os nossos mais sinceros sentimentos aos familiares e amigos que sofrem com a dor da imensa perda.

Em Salvador, prefeita Nilda Magalhães busca reforma do Heraldão

Nesta quarta-feira (14/04), a prefeita Nilda Magalhães esteve em Salvador em busca de benefícios para o município de Poções. Ao lado do seu esposo e ex-prefeito Dr. Otto Magalhães, Dona Nilda foi muito bem recebida na Superintendência dos Desportos do Estado da Bahia – SUDESB -, onde foi discutida a reforma do Estádio Heraldo Curvelo, o Heraldão.
O pedido foi recebido com muito entusiasmo pelo órgão. O diretor de obras da SUDESB, o Sr. Marcos Andrade, afirmou que deu início ao processo de análise e se comprometeu a dar celeridade a esta reforma tão importante para Poções.

Bahia registra 146 mortes pela Covid-19 e tem 3.547 novos casos em 24h Taxa de ocupação dos leitos de UTI Covid-19 adulto é de 82% no estado.

Bahia registra 146 mortes pela Covid-19 e tem 3.547 novos casos em 24h — Foto: Jefferson Peixoto/Secom

Bahia registra 146 mortes pela Covid-19 e tem 3.547 novos casos em 24h — Foto: Jefferson Peixoto/Secom

A Bahia registrou 3.547 novos casos de Covid-19 nas últimas 24h, segundo boletim divulgado nesta quarta-feira (14), pela Secretaria Estadual de Saúde (Sesab). Outras 146 mortes foram contabilizadas no boletim. De acordo com a Sesab, os óbitos aconteceram em datas diversas, mas foram registradas neste boletim.

Com os novos dados, a Bahia registrou 848.627 casos de Covid-19, desde o início da pandemia. Em todo o estado, 15.691 casos estão ativos. Na Bahia, 16.859 pessoas morreram vítimas da doença, oque representa letalidade de 1,99%.

Veja datas das mortes registradas no boletim desta quarta-feira (14). — Foto: Divulgação/Sesab

Veja datas das mortes registradas no boletim desta quarta-feira (14). — Foto: Divulgação/Sesab

Dentre os óbitos, 55,40% ocorreram no sexo masculino e 44,60% no sexo feminino. Em relação ao quesito raça e cor, 54,77% corresponderam a parda, seguidos por branca com 21,80%, preta com 15,26%, amarela com 0,48%, indígena com 0,13% e não há informação em 7,56% dos óbitos. O percentual de casos com comorbidade foi de 65,93%, com maior percentual de doenças cardíacas e crônicas (73,75%).

Ainda segundo a Sesab, 46.316 profissionais da saúde foram confirmados para Covid-19.

O boletim informa também o total de pessoas vacinadas contra a Covid-19. Na Bahia, 1.990.012 pessoas foram imunizadas, dos quais 506.348 receberam também a segunda dose, até as 15h desta quarta-feira.

Também de acordo com a Sesab, 92 solicitações de internação em UTI adulto Covid-19 constavam no Sistema da Central Estadual de Regulação, até ás 12h desta terça-feira. Outros 23 pedidos para internação em leitos clínicos adultos Covid-19 estavam no sistema.

Leitos Covid-19

 

Segundo boletim desta quarta-feira, a Bahia tem 3.403 leitos ativos para pacientes com Covid-19. Desses, 2.437 estão ocupados, uma taxa de ocupação geral de 72%.

Desses leitos, 1.538 são de Unidade de Terapia Intensiva (UTI) para adultos e estão com taxa de ocupação de 82%, já que 1.261 leitos têm pacientes. Das UTIs pediátricas, 21 das 36 estão com pessoas internadas, o que representa uma taxa de ocupação de 58%. Já o leito clínico adulto tem ocupação de 63% e o pediátrico 64%.

Em Salvador, 1.553 leitos estão ativos, com ocupação geral de 73% (1.133 leitos ocupados). A ocupação dos leitos de UTI adulto é de 80% e pediátrica 52%. Já os leitos de enfermaria possuem ocupação de 67% para adultos, e os leitos pediátricos estão com ocupação de 70%.

Os dados representam notificações oficiais compiladas pela Diretoria de Vigilância Epidemiológica em Saúde da Bahia (Divep-BA), em conjunto com as vigilâncias municipais e as bases de dados do Ministério da Saúde até as 17h desta quarta-feira

O boletim completo com dados da Covid-19 na Bahia está disponível no site da Sesab e em uma plataforma online.

Brasil tem mais de 362 mil mortos por Covid; média móvel de óbitos fica acima de 3 mil pelo 5º dia País contabilizou 13.677.564 casos e 362.180 óbitos por Covid-19 desde o início da pandemia, segundo balanço do consórcio de veículos de imprensa. Foram 3.462 mortes contabilizadas no último dia.

O país registrou 3.462 mortes pela Covid-19 nas últimas 24 horas e totalizou nesta quarta-feira (14) 362.180 óbitos desde o início da pandemia. Com isso, a média móvel de mortes no Brasil nos últimos 7 dias chegou a 3.012. É o quinto dia seguido em que a média móvel fica acima da marca de 3 mil. Em comparação à média de 14 dias atrás, a variação foi de -3%, indicando tendência de estabilidade nos óbitos decorrentes da doença.

Os números estão no novo levantamento do consórcio de veículos de imprensa sobre a situação da pandemia de coronavírus no Brasil, consolidados às 20h desta quarta. O balanço é feito a partir de dados das secretarias estaduais de Saúde.

Já são 84 dias seguidos no Brasil com a média móvel de mortes acima da marca de mil; o país completa agora 29 dias com essa média acima dos 2 mil mortos por dia; e já são 19 dias com a média acima da marca de 2,5 mil. A média está acima da marca de 3 mil há 5 dias, algo inédito.

Veja a sequência da última semana na média móvel:

Quinta (8): 2.818
Sexta (9): 2.938
Sábado (10): 3.025
Domingo (11): 3.109
Segunda (12): 3.125 (recorde)
Terça (13): 3.051
Quarta (14): 3.012
Em casos confirmados, desde o começo da pandemia 13.677.564 brasileiros já tiveram ou têm o novo coronavírus, com 75.998 desses confirmados no último dia. A média móvel nos últimos 7 dias foi de 68.648 novos diagnósticos por dia. Isso representa uma variação de -7% em relação aos casos registrados em duas semanas, o que indica tendência de estabilidade também nos diagnósticos.

Seis estados estão com alta nas mortes: AP, ES, MA, PI, PR, RJ.

O estado do Ceará não teve atualização nos dados desde a terça-feira. Segundo a Secretaria de Saúde do estado, o sistema que gerencia os dados do boletim estadual apresentou “problemas críticos” que impossibilitaram a divulgação.

Mortes e casos de coronavírus no Brasil e nos estados
Mortes e casos por cidade
Veja como está a vacinação no seu estado
Brasil, 14 de abril
Total de mortes: 362.180
Registro de mortes em 24 horas: 3.462
Média de novas mortes nos últimos 7 dias: 3.012 por dia (variação em 14 dias: -3%)
Total de casos confirmados: 13.677.564
Registro de casos confirmados em 24 horas: 75.998
Média de novos casos nos últimos 7 dias: 68.648 por dia (variação em 14 dias: -7%)
Estados
Subindo (6 estados): AP, ES, MA, PI, PR, RJ
Em estabilidade (14 estados): AC, AL, AM, BA, GO, MG, MS, MT, PA, PE, RR, SE, SP e TO
Em queda (5 estados e o Distrito Federal): DF, PB, RN, RO, RS e SC
Não atualizou (1 estado): CE
Essa comparação leva em conta a média de mortes nos últimos 7 dias até a publicação deste balanço em relação à média registrada duas semanas atrás (entenda os critérios usados pelo G1 para analisar as tendências da pandemia).

Vale ressaltar que há estados em que o baixo número médio de óbitos pode levar a grandes variações percentuais. Os dados de médias móveis são, em geral, em números decimais e arredondados para facilitar a apresentação dos dados.

Vacinação
Balanço da vacinação contra Covid-19 deste quarta-feira (14) aponta que 24.956.272 pessoas já receberam a primeira dose de vacina contra a Covid-19, segundo dados divulgados até as 20h. O número representa 11,79% da população brasileira.

A segunda dose já foi aplicada em 8.121.842 pessoas (3,84% da população do país) em todos os estados e no Distrito Federal.

No total, 33.078.114 doses foram aplicadas em todo o país.

Variação de mortes por estado
Sul

PR: +34%
RS: -39%
SC: -23%
Sudeste

ES: +17%
MG: +8%
RJ: +17%
SP: -3%
Centro-Oeste

DF: -19%
GO: -4%
MS: +4%
MT: -11%
Norte

AC: +8%
AM: +3%
AP: +43%
PA: +14%
RO: -23%
RR: +12%
TO: -12%
Nordeste

AL: +6%
BA: -11%
CE: o estado não divulgou novos dados até as 20h. Considerando os dados até 20h de terça (13), estava em -4% (tendência de estabilidade)
MA: +19%
PB: -31%
PE: +13%
PI: +21%
RN: -18%
SE: +15%

POÇÕES- SECRETARIA DE OBRAS -TRAVESSA OLIMPIO ROLIM CENTRO REPOSIÇAO DE PARALELO CENTRO PREFEITURA MUNICIPAL DE POÇÕES TRABALRANDO PARA O POVO

Poções: Polícia Militar e PRF libertam refém na BR-116 e recuperam retroescavadeira

Foto: Reprodução/PRF

Na manhã desta quarta-feira (14), a polícia conseguiu recuperar um trator e libertar a vítima mantida refém. Uma denúncia à 79ª CIPM relatou uma movimentação estranha na BR-116 onde indivíduos estavam trocando as placas de dois veículos no acostamento da rodovia. No local os policiais descobriram que se tratava de um crime ocorrido momentos antes na cidade de Vitória da Conquista. De imediato, deram voz de prisão aos indivíduos. A vítima que estava no porta-malas do carro foi libertada. Aos policiais, o homem informou que é proprietário de uma retroescavadeira e foi contratado para realizar um serviço. Disse ainda que ao chegar no local combinado foi surpreendido pelos criminosos que mediante ameaça anunciaram o assalto. A PRF e a PM recuperaram a retroescavadeira na altura do quilômetro 598. A ocorrência foi encaminhada para a Delegacia de Polícia Civil para lavratura do flagrante e demais procedimentos cabíveis. 

Um em cada três jornalistas mortos por Covid em março é brasileiro América Latina concentra mais da metade das mortes

Foto: Engin Akyurt / Unsplash

A organização Press Emblem Campaign destacou em comunicado divulgado em Genebra nesta terça-feira (13/4) que o Brasil foi responsável por um a cada três jornalistas mortos por Covid em março. E também alertou para o fato de que a idade das vítimas está diminuindo. Quase a metade dos profissionais de imprensa que morreram por Covid em março tinha entre 40 e 60 anos.

O registro da entidade contabiliza 1.060 jornalistas mortos por Covid em 74 países desde o início da pandemia. O Brasil, que vinha alternando posições com o Peru, agora isolou-se no topo da lista, com 34 mortes a mais. O jornalista Aloy Jupiara, do Extra, é o mais recente nome a fazer parte da triste contagem.

A entidade enfatizou que o mês de março foi particularmente mortal, com médias mais elevadas de mortes causadas pela doença. A média brasileira foi de um jornalista morto por Covid a cada dia, enquanto a média global foi de 3 jornalistas mortos por dia, com 93 profissionais falecidos no período.

Média de 2,5 jornalistas mortos por dia desde início da pandemia

A média geral desde o início da pandemia é de 2,5 mortes por dia, considerando os falecimentos de pelo menos 1.060 profissionais em 74 países desde 1º de março de 2020

A entidade ressalta que o número total de vítimas é certamente maior, porque em alguns países não há informações confiáveis. Além disso, às vezes a causa da morte não é especificada ou sua morte não é anunciada e nem reportada à instituição.

Entidade pede prioridade de vacinação para jornalistas

O Secretário Geral da entidade, Blaise Lempen, voltou a reforçar o pedido de prioridade de vacinação para os jornalistas:

Blaise Lempen (Foto: Perfil Twitter)

“A situação continua se deteriorando para a segurança e saúde dos jornalistas. É essencial que os profissionais da mídia de todas as idades tenham acesso rápido à vacinação para que possam trabalhar sem colocar suas vidas em risco.”

Em entrevista ao MediaTalks na semana passada, Lempen afirmou que a demanda para que os jornalistas sejam priorizados é amplamente sustentada.

Nos Estados Unidos, o Comitê Consultivo sobre Práticas de Imunização (ACIP) do Center for Disease Control (CDC) recomendou que a mídia fosse incluída na lista de “trabalhadores essenciais” que deveriam receber a vacina na Fase 1c. O pessoal da produção de jornais foi incluído na Fase 1 b.

Os governos de Uganda, Somália, Zimbábue e Malaui, decidiram incluir jornalistas entre os primeiros grupos de pessoas na fila para a vacinação contra a Covid-19. Na Europa, jornalistas são considerados profissionais de linha de frente em muitos países na Alemanha, Irlanda, Holanda e Noruega. A Sérvia também decidiu em janeiro vacinar os jornalistas e outros profissionais da mídia com prioridade.

Mais da metade das mortes na América Latina

De 1º de março de 2020 a 10 de abril de 2021, mais da metade das 1060 mortes reportadas aconteceu na América Latina. Foram 611 em 19 países. A Ásia aparece em segundo, com 183 mortes em 17 países, à frente da Europa (incluindo Rússia e Turquia) com 167 mortes em 19 países. A África registrou 52 mortes em 16 países e na América do Norte aconteceram 47 nos Estados Unidos e Canadá.

Brasil lidera o triste ranking

Os três primeiros países mais afetados são latino-americanos: o Brasil registrou o maior número de vítimas, com 172 mortos.  O Peru teve 138 mortes ligadas à Covid-19, à frente do México, onde pelo menos 93 jornalistas morreram infectados pelo coronavírus.

Somente 9 países com mais de 40 mortos

Além dos três países que lideram o ranking geral, somente outros seis registraram pelo menos 40 jornalistas mortos por Covid desde o início da pandemia. Desses nove, a maioria (5) é de latino-americanos.

A Índia lidera o ranking asiático, com 63 mortos. A Itália é o país europeu mais enlutado, com 51 jornalistas mortos por causa do novo coronavírus. Bangladesh segue com 48 mortos, à frente dos Estados Unidos com 46 mortos. No Equador, 45 jornalistas morreram com o vírus e na Colômbia 40.

Treze países na faixa de 10 a 30 vítimas

A Grã-Bretanha tem 28 mortes ligadas à Covid, à frente da República Dominicana 27. O Paquistão segue com 25 mortes, à frente da Turquia (22), Irã (21), Panamá (16), Rússia (15), Espanha (15), Venezuela (15), Bolívia (14) e Ucrânia (14). Argentina vem em seguida (12), à frente de Honduras (10).

51 países com menos de 10 mortos

No Afeganistão, Egito, Nigéria e África do Sul, 9 vítimas foram contadas em cada país. Na Guatemala, morreram 8 jornalistas. Na França e na Nicarágua, 6 jornalistas morreram de Covid-19. O Quênia e o Nepal lamentam 5 mortes cada. Paraguai e Uruguai seguem com 4 mortes.

Três jornalistas morreram em cada um desses países: Camarões, Cuba, Marrocos, Salvador, Suécia e Zimbábue.

Duas mortes são conhecidas nos seguintes países: Argélia, Áustria, Gana, Indonésia, Cazaquistão e Portugal.

Finalmente, a PEC identificou pelo menos uma morte nos seguintes 28 países: Azerbaijão, Bélgica, Benin, Bósnia, Bulgária, Canadá, Chile, Tcheca, República Democrática do Congo, Alemanha, Guiana, Iraque (Curdistão), Israel, Japão, Jordânia, Quirguistão, Líbano, Lituânia, Mali, Moldávia, Moçambique, Polônia, Arábia Saudita, Suíça, Tadjiquistão, Togo, Uganda e Emirados Árabes Unidos.

A contagem do PEC é baseada em informações da mídia local, associações nacionais de jornalistas, redes sociais e correspondentes regionais do PEC. A entidade ressalta que em virtude da dificuldade de se determinar a origem da infecção, não é possível diferenciar os jornalistas que adquiriram a doença no trabalho ou na vida privada.

Blaise Lempen reforçou a necessidade do uso de equipamentos de proteção e de atenção aos riscos a que os jornalistas estão submetidos:

“Os jornalistas estão na linha de frente desde o início da pandemia. Muitos, especialmente freelances, fotógrafos e cinegrafistas, tiveram que trabalhar no campo e não estavam devidamente equipados. As empresas de mídia não devem forçá-los a sair para o trabalho de campo se isso for perigoso.”

‘Agrediu a democracia’, dispara Datena, ao vivo, em crítica a Bolsonaro

Crédito: (Reprodução/ Band)

O apresentador José Luis Datena voltou a criticar o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) durante a exibição, ao vivo, do programa ‘Brasil Urgente’ nesta segunda-feira (12).

Após noticiar a ligação entre Bolsonaro e o senador Jorge Kajuru (Cidadania-GO), Datena afirmou que o presidente “agrediu a democracia”.

“Hoje de manhã, o Bolsonaro saiu lá da porta do Palácio e disse ‘olha, como é que pode gravar o Presidente da República? Não tem cabimento gravar, só com autorização judicial em alguns casos…’ O Kajuru diz que ele sabia que estava sendo gravado. Eu questionei e achei estranho isso”, iniciou Datena.

“O que a gente conseguiu com exclusividade, que o Kajuru não tinha divulgado, é um ataque do presidente Jair Bolsonaro a alguns senadores e, especificamente, ao Randolfe Rodrigues, que é o senador pelo Amapá. Ele (Bolsonaro) o xinga inclusive”, continuou.

“O mais grave é quando, no momento da conversa, o Bolsonaro fala ‘Olha, você tem que entrar com o pedido de impeachment contra ministros do Supremo’. Pô, mas isso é um caso claro de uma agressão à democracia. Não pode um Presidente da República falar para o senador pra entrar com ação contra os ministros do Supremo porque isso é um poder interferindo no outro. Isso é uma calamidade”, concluiu o apresentador

Problemas na saúde mental são a 4ª onda da pandemia

Depressão não é apenas tristeza: Conheça os sintomas! - Psicologia Viva

Mais de 4,1 milhões de brasileiros foram infectados pela covid-19. Sem contar as subnotificações. Todos, de alguma forma, sentiram os impactos da pandemia e tentam se acostumar com o novo normal. Os efeitos de uma realidade de restrições, em meio às drásticas mudanças, começam a se tornar evidentes e intensificam a discussão de uma quarta onda da doença: a emergência de saúde mental como consequências da crise sanitária. Dados da Organização Mundial da Saúde (OMS) indicam que quase 1 bilhão de pessoas vivem com transtorno mental, 3 milhões morrem todos os anos devido ao uso nocivo do álcool e uma pessoa morre a cada 40 segundos por suicídio. Com os reflexos da pandemia, os números devem piorar.

Presidente da Associação Brasileira de Psiquiatria, Antônio Geraldo da Silva relata que especialistas já perceberam um novo movimento de doenças mentais se formando. “Essa doença (covid-19) não vai ficar só na primeira onda, segunda onda e terceira onda. Nós vamos ter uma onda das doenças mentais, por vários motivos”, afirma o médico.

A separação da pandemia em ondas foi inicialmente proposta pelo pneumologista do Hospital Universitário Emory, em Atlanta (EUA), Victor Tseng. Na definição do médico, a quarta onda se dá com o adoecimento mental da sociedade, quando uma série de doenças provocadas pelas mudanças bruscas e pelo medo da covid-19 geram consequências na saúde mental. Esse estágio é antecedido por outras três ondas.

A primeira trata-se da pandemia em si, com os adoecimentos e mortes pelo vírus. Já a segunda se refere-se ao colapso do sistema de saúde, com a superlotação dos hospitais e a incapacidade de atendimento a todos os doentes do novo coronavírus. A terceira está relacionada ao agravamento de outras doenças crônicas pelo não tratamento durante a pandemia, fazendo com que pacientes que deixaram de lado os cuidados e consultas rotineiras em razão do isolamento social piorem o quadro clínico ou até mesmo morram.

As ondas, no entanto, podem ocorrer concomitantemente, como explica o presidente da Associação Brasileira de Psiquiatria, Antônio Geraldo da Silva. O médico destaca que a quarta onda teve início quando ocorreram as primeiras mortes por covid-19. “É o momento em que começam as restrições de liberdade”, pontua. “As ondas dão uma subida e, depois, começam a cair, porém, a quarta onda começa ali, ainda na primeira onda, quando começam as mortes, perdas e restrições; e continua subindo. Isso ocorre porque as doenças mentais, quando desencadeadas, permanecem por meses e, em alguns casos, por anos. Ela não vai cair, ela faz um platô e se mantém.”

Para conviver com o novo vírus, a humanidade precisou abdicar das convivências sociais e as marcas tornam-se cada vez mais evidentes. Somente entre março e abril, um levantamento feito pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ) em 23 estados mostra que os casos de depressão aumentaram 90% já no início da pandemia no Brasil. A doença é a principal causa de suicídio, seguida pelo transtorno bipolar e abuso de substâncias. Em suma, 96,8% das mortes por suicídio estão relacionadas a transtornos mentais.

Consultas

Casos de crises ou surtos de ansiedade e estresse são demandas cada vez mais frequentes nos consultórios. De acordo com uma pesquisa realizada em maio pela Associação Brasileira de Psiquiatria (ABP), 47,9% dos psiquiatras entrevistados perceberam haver um aumento nos atendimentos realizados após o início da crise. Vale destacar, ainda, que 89,2% dos médicos entrevistados relataram agravamento de quadros psiquiátricos nos pacientes. O levantamento revelou, também, que 67,8% dos entrevistados receberam novos pacientes após o início da pandemia. Outros 69,3% atenderam a pacientes que já haviam recebido alta médica. A pesquisa ouviu psiquiatras de 23 estados e do Distrito Federal.

“Gente que nunca teve um quadro psiquiátrico na vida começa a ter queixas por causa da situação vivenciada, esse quadro psiquiátrico vem por causa da pandemia. Depois, temos um segundo grupo, de pessoas que já tinham recebido alta e voltam a precisar de tratamento. Temos, ainda, quadros que estão sendo tratados e sofrem uma piora por conta dessa situação”, comenta Antônio Geraldo.

Em pauta nas consultas, necessidade de confinamento, risco de instabilidade financeira, possibilidade de contágio e morte. “A maior parte das pessoas sentiu angústia, medo, desesperança. As relações interpessoais ficaram abaladas para uns, para outros, o isolamento por conta da doença foi o fator mais perturbador”, detalha a psicóloga Adriane Garcia, do Centro Clínico do Órion Complex.

Em meio à redução das consultas presenciais, especialmente no início da pandemia, o Conselho Federal de Psicologia (CFP) ampliou os atendimentos virtuais, como alternativa para dar continuidade ou iniciar os tratamentos. Segundo o presidente da Associação Brasileira de Psiquiatria, entre os pontos negativos para o adoecimento mental estão a falta de espaço, infraestrutura para trabalho, instabilidade econômica, atividade física, luz solar, rotina, restrição de interações sociais e restrição de liberdade. “A sociabilidade é fator protetor para as doenças mentais”, completa.

Falta de acesso

Ainda em meio ao aumento de procura por atendimentos na área, o tema deixa de ser priorizado. Com o início do Setembro Amarelo, dedicado à prevenção do suicídio, a triste realidade que interrompe mais de 800 mil vidas no mundo por ano é colocada em evidência na campanha, provocando o debate sobre a desigualdade de acesso e falta de atenção à saúde mental. A Organização Pan-Americana da Saúde (Opas), órgão vinculado à OMS, tem alertado sobre a gravidade de uma crise generalizada de saúde mental e a importância de se ofertar ajuda.

Segundo a organização, em países de baixa e média renda, mais de 75% das pessoas com transtornos mentais, neurológicos e por uso de substâncias não recebem nenhum tratamento. Além disso, ainda são comuns o estigma, a discriminação, a legislação punitiva e as violações dos direitos humanos.
No âmbito da pandemia, quadros de depressão e ansiedade teriam atingido níveis inéditos, de acordo com dados levantados pela Opas nas últimas semanas. Entre os mais afetados psicologicamente na pandemia estão Brasil, México e Estados Unidos, onde metade da população adulta indica um aumento de estresse perceptível.

“A menos que assumamos compromissos sérios para aumentar o investimento em saúde mental agora, as consequências para a saúde, sociais e econômicas serão de longo alcance”, ressaltou o diretor-geral da OMS, Tedros Adhanom Ghebreyesus, ao defender o foco na área em meio à pandemia.

Rede de assistência

Com abordagens psicoterápicas, o Centro de Valorização da Vida (CVV), entidade sem fins lucrativos de prevenção do suicídio e apoio emocional, fortaleceu a rede de assistência. “Buscar oferecer ajuda tem sido ainda mais importante. Notamos que há muitas pessoas nesse movimento de acolher sem criticar, conversar e compreender os sentimentos daqueles que passam por momentos de tristeza, ansiedade, medo ou sensação de solidão”, explica a porta-voz e voluntária do CVV Adriana Rizzo.

Contando com mais de 4,2 mil voluntários de todo o país, o CVV realiza mais de 3 milhões de atendimentos anuais pelo telefone 188 (sem custo de ligação), ou pelo www.cvv.org.br , via chat, e-mail ou carta. Os Centros de Atenção Psicossocial (CAPS) do Sistema Único de Saúde (SUS) também são uma opção gratuita de buscar ajuda. Os locais oferecem atendimento com psicólogos, psiquiatras, enfermeiros, assistentes sociais e terapeutas.

Profissionais

Buscando promover a saúde mental, o Ministério da Saúde promete para setembro uma série de ações de educação em Saúde em Defesa da Vida, abordando temas como prevenção ao suicídio, automutilação e ética da vida. Um serviço de apoio psicológico aos profissionais do Sistema Único de Saúde (SUS) também funciona, desde abril, como forma de reconhecer a necessidade de apoio aos profissionais, tanto pelo trabalho intenso, quanto pelo risco de infecção. “É dessa forma que o Ministério da Saúde quer (…) prevenir danos à saúde mental de todos os brasileiros”, disse a secretária de Gestão do Trabalho e da Educação na Saúde, Mayra Pinheiro. (BL e RR)

PROTESTO! Familiares de jovem morta em Águas Claras acusam marido

Familiares e amigos da jovem de 23 anos, Mayara Soares dos Santos, que morreu na madrugada do último domingo (11/04), no Hospital Eládio Lasserre, após ser foi atingida com um tiro pelas costas no bairro de Águas Claras, fizeram um protesto nesta terça-feira (13/04), na Estrada do Matadouro.

Eles acusam o marido da vítima do assassinato e afirmam que Tarcísio não aceitava o fim do relacionamento. Qualquer informação sobre o acusado o denunciante pode entrar em contato com a polícia anonimamente pelo telefones 3235-0000 e/ou 190.

Com faixas e cartazes com o nome e fotos do suspeito, os manifestantes exigiram a prisão. ‘Assassino, assassino, queremos justiça’, gritavam as pessoas[fonte intinga tv]



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