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:: ‘mundo’

Zambelli é agredida na cadeia e advogado consegue transferência de cela

A ex-deputada federal Carla Zambelli (PL-SP) precisou trocar de cela após ser agredida por colegas na penitenciária onde está em Roma. A ex-parlamentar sofreu agressões das outras detentas ao menos em três vezes diferentes, antes do mês de setembro.De acordo com o advogado de defesa de Zambelli, Fábio Pagnozzi, o presídio italiano não tomou nenhuma atitude apesar das reclamações de sua cliente. A defesa alegou que a rotatividade era muito alta no presídio. Zambelli saiu da cela que ocupava no andar térreo para um acima após pedido da defesa a fim de garantir a sua integridade física.Zambelli está presa em Roma, na Itália, desde julho. A deputada foi condenada pelo STF a dez anos de prisão por invadir o sistema do Conselho Nacional de Justiça (CNJ). O poder Judiciário trabalha para a extradição da bolsonarista. Ela renunciou ao mandato de deputada depois de o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, determinar a cassação do seu mandato.

Estudo mostra que usuários verificados estão entre os maiores culpados quando se trata de compartilhar notícias falsas

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Uma pesquisa recente de Min-Seok Pang, do Departamento de Sistemas de Informação Gerencial, descreve como usuários verificados estão entre os maiores culpados quando se trata de compartilhar notícias falsas em plataformas de mídia social.

O aumento das notícias falsas é um dos maiores desafios enfrentados pela indústria da mídia. Ela está presente em todos os lugares — e, infelizmente, parece estar piorando.

Segundo a Statistica, 67% dos americanos já se depararam com notícias falsas nas redes sociais. Pior ainda, 10% dos adultos americanos já compartilharam notícias falsas conscientemente.

“É um problema enorme, um dos maiores problemas com os quais estamos lidando agora”, disse Min-Seok Pang, professor associado de sistemas de informação gerencial e pesquisador Milton F. Stauffer na Fox School of Business da Temple University. “Notícias falsas estão se tornando uma questão de ‘vida ou morte’ e corroendo a confiança e o respeito mútuo, que são a espinha dorsal de qualquer sociedade civilizada.”

Uma nova pesquisa de Pang fornece alguns insights importantes sobre a disseminação de notícias falsas. Um de seus estudos mostra que, quando um usuário de mídia social verifica sua identidade e recebe um selo de verificação, o indivíduo frequentemente cria mais notícias falsas do que antes. Outro estudo também constata que os usuários de mídia social são mais propensos a denunciar uma publicação de notícia falsa quando ela inclui vídeos. 

Os estudos foram descritos em dois artigos de periódicos acadêmicos revisados ​​por pares e recentemente aceitos para publicação. ” Ver para crer? Como incluir um vídeo em notícias falsas influencia a denúncia de notícias falsas por usuários em plataformas de mídia social ” foi aceito para publicação no MIS Quarterly, enquanto ” ‘Cura ou veneno?’ Verificação de identidade e publicação de notícias falsas em mídias sociais ” foi aceito para publicação no Journal of Management Information Systems. Ambos os artigos foram coautorados por Shuting Ada Wang, da City University of New York, e Paul A. Pavlou, da University of Houston.

Para o estudo sobre notícias falsas que incluem vídeos, Pang e seus colegas realizaram uma análise empírica. Eles compararam notícias falsas que tiveram o mesmo nível de engajamento (curtidas, compartilhamentos, visualizações), independentemente de incluir ou não um vídeo. As postagens que continham um componente de vídeo sempre foram mais denunciadas.

“Agora sabemos que notícias falsas que incluem vídeos têm maior probabilidade de serem notadas. Os usuários têm maior probabilidade de considerá-las falsas e, assim, a plataforma pode investigá-las”, disse Pang. “Os usuários de redes sociais também sabem que devem ser mais céticos ao assistir a vídeos online.”

O segundo estudo constatou que indivíduos que solicitam voluntariamente a verificação estão entre os maiores culpados quando se trata de compartilhar notícias falsas. Embora o Twitter não permita mais que os usuários façam essa solicitação, usuários do Facebook e do Instagram podem solicitar a verificação. De acordo com Pang, essas plataformas podem precisar ser mais criteriosas e cuidadosas ao analisar essas solicitações.

“Quando você é verificado, suas postagens têm mais peso, e é mais prejudicial quando você compartilha notícias falsas”, disse Pang. “Embora não tenhamos investigado isso especificamente, parece que algumas pessoas estão usando o processo de verificação para burlar o sistema. [As plataformas de mídia social] precisam aplicar isso com mais rigor. Elas precisam estar abertas à possibilidade de um usuário ter burlado o sistema e precisam evitar soluções alternativas. Acreditamos que essa seja uma das conclusões mais importantes desta pesquisa.”

Manga e café da Bahia não escapam da taxação de Trump; veja o que não será taxado

A taxação de 50% sobre produtos brasileiros imposta por Donald Trump inclui a manga, um dos principais produtos exportados da Bahia. O café e a carne, que também têm grande produção local, também está taxado. Uma lista de exceções foi divulgada pela Casa Branca, no início da tarde desta quarta-feira (30).

Destacam-se entre os produtos não taxados a polpa e sucos de laranja, além da castanha-do-pará. Washington também não taxou o carvão, minerais e diversos combustíveis e óleos lubrificantes. A energia elétrica também foi não taxada, além da madeira e celulose. Aviões e uma série de produtos plásticos, ainda, continuarão exportando normalmente.

Ferro e aço também escaparam da taxação mais pesada, assim como diversas peças de automóveis e motores. Apesar de não serem taxados agora, esses produtos continuam com a taxa de 10% imposta no início do ano.Com a medida, , a Bahia pode perder até 50 toneladas de manga produzidas no Vale do São Francisco. Os produtores afirmam que não há como redirecionar essa carga, uma vez que o Brasil só exporta 20% do que produz.

Jornal britânico diz que Trump fortalece Lula ao tentar salvar Bolsonaro; entenda

O jornal Financial Times, um dos principais do Reino Unido, publicou nesta terça-feira (22) um artigo intitulado “Trump, Imperador do Brasil”. Escrito pelo editor e colunista do veículo, o jornalista Edward Luce, o texto critica Donald Trump pelas tarifas de 50% sobre produtos brasileiros nos Estados Unidos e a tentativa de interferir no processo contra Jair Bolsonaro (PL), réu por tentativa de golpe no Supremo Tribunal Federal (STF).

No artigo, Luce avalia que as sanções impostas por Trump ao Brasil podem ter um efeito contrário ao que é esperado pelo presidente dos EUA, prejudicando Bolsonaro, seu aliado, e fortalecendo o presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

“Poucas coisas unem os eleitores em torno da bandeira nacional mais rápido do que um ataque de uma superpotência à sua economia”, afirmou o editor do jornal britânico.O jornalista também criticou Trump pelo uso de tarifas como instrumento de pressão no processo de Bolsonaro e repreendeu a revogação de vistos de oito dos 11 ministros do STF, anunciada pelo Secretário de Estado do país, Marco Rubio, na sexta-feira (18).

“A atitude de Rubio é daquelas que nos fazem dizer ‘Macacos me mordam!’. O ex-senador construiu sua reputação defendendo os valores democráticos dos Estados Unidos e o Estado de Direito. Agora, ele está punindo o sistema jurídico de uma democracia irmã por aplicar a lei”, disse Luce

O jornalista ainda fez um paralelo entre Trump e o ex-presidente brasileiro. “A diferença é que Bolsonaro está sendo responsabilizado”, afirmou Luce. “Se hoje existe algum farol de democracia liberal no hemisfério de (Marco) Rubio, ele vem de Brasília e Ottawa. Por ora, Washington está fora.”

Tarifaço imposto por Trump ao Brasil impacta consumidores norte-americanos; entenda

A Câmara Americana de Comércio para o Brasil (Amcham Brasil) informou que a taxa de 50% aos produtos brasileiros imposta pelo presidente dos Estados Unidos (EUA), Donald Trump, vai afetar os consumidores norte-americanos.

De acordo com o texto, emitido nesta terça-feira (15), o tarifaço “afetaria produtos essenciais às cadeias produtivas e aos consumidores norte-americanos, elevando os custos para as famílias”. Segundo a Amcham Brasil, a medida impacta também a competitividade de setores estabelecidos nos EUA.

A Amcham defende defende que os governos brasileiro e estadunidense realizem uma negociação sobre as tarifas cobradas. Estima-se que 500 pequenas empresas nos Estados Unidos dependam de produtos importados do Brasil e 900 empresas norte-americanas têm investimentos diretos no território brasileiro. TARIFAÇO

O tarifaço contra o Brasil foi anunciado por Donald Trump em 9 de julho. Um dos motivos para a decisão está relacionada ao julgamento do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) no Supremo Tribunal Federal (STF) por envolvimento em um golpe de estado.

Brasil é o mais punido por Trump; tarifa de 50% acende guerra comercial

O Brasil passou a liderar a lista de países notificados pelo ex-presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, com a maior tarifa já anunciada — 50% sobre produtos brasileiros. A medida, segundo o g1, foi anunciada nesta quarta-feira (9) e entrará em vigor a partir de 1º de agosto. A sanção atinge países que não possuem acordo comercial com os EUA.

O aumento nas tarifas intensifica o embate comercial entre os dois países. Em carta enviada ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), Trump mencionou o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), classificando seu julgamento no Supremo Tribunal Federal (STF) como “uma vergonha internacional”. Trump afirmou ainda que a decisão foi motivada pelos “ataques insidiosos do Brasil contra eleições livres” e por “violações à liberdade de expressão de americanos”.

Em resposta, Lula afirmou que, diante da medida unilateral, o Brasil poderá adotar tarifas recíprocas com base na Lei da Reciprocidade Econômica. O Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços informou que o Brasil tem registrado déficits comerciais com os EUA desde 2009, com gastos em importações superiores à receita com exportações.

Trump ainda ameaçou retaliação adicional caso o Brasil reaja: “Se, por qualquer razão, o senhor [Lula] decidir aumentar suas tarifas, qualquer valor que escolher será somado aos 50% que cobraremos”, afirmou. O republicano também disse ter solicitado a abertura de investigação sobre práticas comerciais desleais por parte do Brasil.

Lula reagiu com firmeza à carta. “O Brasil é um país soberano, com instituições independentes, e não aceitará ser tutelado por ninguém”, declarou nas redes sociais. “O processo judicial contra aqueles que planejaram o golpe de Estado é de competência exclusiva da Justiça brasileira e não está sujeito a qualquer tipo de ingerência ou ameaça que fira a independência das instituições nacionais”, completou.

Confira os países notificados e as tarifas impostas:

África do Sul: 30%

Argélia: 30%

Bangladesh: 35%

Bósnia e Herzegovina: 30%

Brasil: 50%

Brunei: 25%

Camboja: 36%

Cazaquistão: 25%

Coreia do Sul: 25%

Filipinas: 20%

Indonésia: 32%

Iraque: 30%

Japão: 25%

Laos: 40%

Líbia: 30%

Malásia: 25%

Myanmar: 40%

Moldávia: 25%

Sérvia: 35%

Sri Lanka: 30%

Tailândia: 36%

Tunísia: 25%

Governo brasileiro lamenta morte da turista Juliana Marins na Indonésia

O governo brasileiro lamentou a morte da turista Juliana Marins, 26, cujo corpo foi encontrado nesta terça-feira (24). Ela caiu em uma trilha no entorno do vulcão Rinjani, na Indonésia, na última sexta-feira.
“O governo brasileiro transmite suas condolências aos familiares e amigos da turista brasileira pela imensa perda nesse trágico acidente”, disse o Itamaraty em nota.
“A embaixada do Brasil em Jacarta mobilizou as autoridades locais, no mais alto nível, para a tarefa de resgate e vinha acompanhando os trabalhos de busca desde a noite de sexta-feira, quando foi informada da queda no Mount Rinjani”, acrescentou.
Foram quatro dias de buscas, dificultados pelas condições meteorológicas, de solo e de visibilidade adversas na região, segundo as equipes de resgate.
A morte da publicitária foi anunciada por sua família nas redes sociais, na manhã desta terça.
“Hoje, a equipe de resgate conseguiu chegar até o local onde Juliana Marins estava. Com imensa tristeza, informamos que ela não resistiu. Seguimos muito gratos por todas as orações, mensagens de carinho e apoio que temos recebido”, diz a postagem do perfil destinado às informações das buscas.
Um total de 48 pessoas de vários órgãos estavam envolvidas na operação. O helicóptero que poderia ser usado nas buscas não conseguiu chegar ao local em razão das condições climáticas.
Nesta terça, durante a manhã na Indonésia, as atividades ficaram concentradas na descida direta até o local onde Juliana estava, utilizando técnicas de resgate vertical. No período da tarde, no horário local, sete socorristas conseguiram se aproximar da área, mas tiveram que parar e acampar devido ao anoitecer.
Juliana era natural de Niterói, no Rio de Janeiro. Pelas redes sociais, onde tem mais de 20 mil seguidores, costumava publicar fotos e vídeos curtos de registros feitos durante alguns destinos, dentre eles a própria Indonésia, Tailândia, Vietnã e Filipinas.

Rússia e China em alerta com plano dos EUA para implodir BRICS As vantagens para o Ocidente da troca de regime no Irã

Em recente entrevista o presidente da Rússia, Vladimir Putin, disse que seu país e a China estavam transformando o mundo sem causar comoção. Daí a importância de uma relação estratégica entre os dois vizinhos.

Tendo de lidar com sua própria guerra, na Ucrânia, Putin e assessores abandonaram o que parecia ser o papel de meros observadores nas últimas horas. A diplomacia chinesa usou palavras duras para condenar o ataque dos Estados Unidos a Teerã.

Está claro que a questão nuclear foi apenas um pretexto para o ataque. Israel se antecipou a uma rodada de negociações que estava marcada para Mascate, a capital de Omã, entre Irã e EUA. Trump usou falas enganosas para manter em Teerã a expectativa de que haveria negociações, falou em tomar um decisão sobre atacar em duas semanas, mas o fez de surpresa.

Três municípios da Bahia entre os 50 mais violentos do planeta Vitoria da conquista é um deles

De acordo com o levantamento, Salvador, Feira de Santana e Vitória da Conquista são três das cidades mais violentas do planeta. A capital baiana aparece na 19ª posição, enquanto Feira e Conquista ocupam a 22ª e 26ª posições, respectivamente.

No ano passado, a Bahia já tinha registrado a maior quantidade de mortes violentas, conforme o índice nacional de homicídios criado pelo site G1. O estado também foi o terceiro quando o assunto foi o número de vítimas de roubo do país, segundo a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNADC).

O deputado estadual Leandro de Jesus (PL) lamentou os números alarmantes. “Mais uma vez a Bahia aparece no noticiário de forma negativa. Desta vez, em âmbito mundial, somos o estado com mais cidades entre as 50 mais violentas do planeta. Esse é o reflexo do governo do PT. São 16 anos, indo para 20, onde os números da Segurança Pública são os piores do Brasil e agora aparecem como também nos rankings mundiais”, disse o parlamentar.

Covid-19 causou mais mortes em gestantes e puérperas, revela estudo

A pandemia de covid-19 provocou mais mortes em gestantes e puérperas do que na população em geral, revela o Estudo do Observatório Covid-19 Fiocruz. O levantamento, publicado na revista cientifica BMC Pregnancy and Childbirth, estimou o elevado número de mortes maternas causadas direta e indiretamente pela covid-19 no Brasil no ano de 2020.

Segundo o estudo, em 2020, houve um excesso de óbitos maternos de 40%, quando comparado aos anos anteriores. Mesmo considerando a expectativa de aumento das mortes em geral em decorrência da pandemia de covid-19, ainda assim, houve um excesso de 14%.

As chances de uma moradora da zona rural morrer foi 61% maior; mulheres negras tiveram 44% mais chances de falecer e aquelas internadas fora do município de residência, 28% mais do que o grupo controle. Ao longo de 2020, o país registrou 549 mortes maternas por covid-19, principalmente em gestantes no segundo e terceiro trimestre.

A pesquisa identificou que as chances de hospitalização de gestantes com diagnóstico de covid-19 foram 337% maiores. Para as internações em UTI (unidades de terapia intensiva], as chances foram 73% maiores e o uso de suporte ventilatório invasivo 64% maior que os pacientes em geral com covid-19 que morreram em 2020.

O estudo usou dados do Sistema de Informação de Vigilância Epidemiológica da Gripe (Sivep-Gripe) para óbitos por covid-19 nos anos de 2020 e 2021, e comparou com dados do Sistema de Informações sobre Mortalidade no ano de 2020 (quando já havia pandemia) e nos cinco anos anteriores, para estimar o número esperado de mortes maternas no país.

Na avaliação do pesquisador Raphael Guimarães, o atraso na imunização contra o vírus pode ter provocado o aumento de mortes entre mulheres grávidas. Para ele, o estudo mostrou que a morte materna é marcada pelas iniquidades sociais, que têm relação estreita com a oferta de serviços de qualidade.

“A rede de serviços parece ter sido mais protetiva às gestantes e puérperas, garantindo internações mais imediatas e direcionamento para terapias intensiva e invasiva. Contudo, o atraso do início da vacinação entre as grávidas e puérperas pode ter sido decisiva na maior penalização destas mulheres. Destacamos ainda que o excesso de óbitos teve a covid-19 não apenas como causa direta, mas aumentou o número de mortes de mulheres que não conseguem acesso ao pré-natal e condições adequadas de realização do seu parto no país”, disse o principal investigador do estudo.