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:: 27/abr/2021 . 20:59

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Governo Bolsonaro recusou 11 ofertas de vacinas contra Covid-19, aponta coluna

Governo Bolsonaro recusou 11 ofertas de vacinas contra Covid-19, aponta coluna

Foto: Sérgio Lima/ Poder360

O governo federal recusou pelo menos 11 ofertas de vacinas contra a Covid-19. Esse é o número de omissões comprovadas por documentos que já são de conhecimento dos senadores da CPI da Covid, que será instalada nesta terça-feira (27) para investigar a atuação do governo Jair Bolsonaro no combate à pandemia.

Segundo o Blog do Octávio Guedes, no G1, esse número ainda deve crescer ao longo das investigações, já que o relatório final deve considerar também a quantidade de vezes que o governo rejeitou a compra de imunizantes.

 

A campanha de vacinação segue a passos lentos no Brasil porque o país dispõe apenas de duas vacinas, a Coronavac, antes esnobada pelo presidente, e a vacina da Universidade de Oxford com o laboratório britânico AstraZeneca.

 

De acordo com a publicação, das 11 recusas, seis foram justamente à Coronavac. O primeiro ofício ignorado foi do dia 30 de julho do ano passado e o segundo, de 18 de agosto, ambos assinados pelo diretor do Instituto Butantan, Dimas Covas. Um terceiro documento foi entregue pelo próprio ao então ministro da Saúde, o general Eduardo Pazuello.

 

Sem resposta, o Butantan realizou ainda três videoconferências com integrantes do Ministério da Saúde, mas nem assim a oferta avançou.

 

Outras três ofertas formais foram feitas pelo laboratório Pfizer. A primeira ocorreu em agosto de 2020, quando a farmacêutica americana ofereceu ao Brasil 70 milhões de doses para serem entregues em dezembro do ano passado. As outras duas ofertas também não tiveram retorno.

 

O ex-secretário de Comunicação do governo, Fabio Wajngarten, disse que ele próprio passou a abrir as portas do Palácio do Planalto para uma negociação direta com o presidente Jair Bolsonaro e o ministro da Economia, Paulo Guedes. Porém, também não adiantou.

 

Além disso, o senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP), soma à conta as duas vezes em que o governo federal se recusou a participar do consórcio Covax Facility. O diretor-geral da Organização Mundial da Saúde (OMS), Tedros Adhanom, disse que o Brasil só aderiu ao programa no terceiro convite.

 

Segundo o blog, anteriormente, o acordo era visto como uma atitude globalista pelo Ministério das Relações Exteriores. Sendo assim, seria nocivo ao Brasil. O número de doses, ofertado em 212 milhões, ainda foi reduzido a pedido do governo brasileiro.

Bahia registra 4.076 novos casos de Covid-19 em 24h e mais 107 óbitos pela doença

Bahia registra 4.076 novos casos de Covid-19 em 24h e mais 107 óbitos pela doença — Foto: Mateus Pereira/GOVBA

Bahia registra 4.076 novos casos de Covid-19 em 24h e mais 107 óbitos pela doença — Foto: Mateus Pereira/GOVBA

Na Bahia, nas últimas 24 horas, foram registrados 4.076 novos casos de Covid-19, segundo informações da Secretaria Estadual de Saúde da Bahia (Sesab), nesta terça-feira (27).

O boletim também registra 107 óbitos. Apesar de as mortes terem ocorrido em diversas datas, a confirmação e registro foram realizados nesta terça.

Dos 889.931 casos confirmados desde o início da pandemia, 856.110 são considerados recuperados, 15.627 encontram-se ativos e 18.194 tiveram óbito confirmado, o que representa uma letalidade de 2,04%.

Dentre os óbitos, 55,44% ocorreram no sexo masculino e 44,56% no sexo feminino. Em relação ao quesito raça e cor, 54,68% corresponderam a parda, seguidos por branca com 21,89%, preta com 15,42%, amarela com 0,45%, indígena com 0,13% e não há informação em 7,44% dos óbitos.

O percentual de casos com comorbidade foi de 64,88%, com maior percentual de doenças cardíacas e crônicas (73,58%).

O boletim epidemiológico contabiliza ainda 1.191.910 casos descartados e 193.784 em investigação. Na Bahia, 47.046 profissionais da saúde foram confirmados para Covid-19.

Estes dados representam notificações oficiais compiladas pela Diretoria de Vigilância Epidemiológica em Saúde da Bahia (Divep-BA), em conjunto com as vigilâncias municipais e as bases de dados do Ministério da Saúde até as 17h desta terça-feira.

O boletim completo está disponível no site da Sesab e em uma plataforma online.

Outros dados

O boletim também traz dados sobre a situação da regulação de Covid-19 na Bahia. Às 12h desta terça, 55 solicitações de internação em UTI Adulto Covid-19 constavam no sistema da Central Estadual de Regulação.

Outros 12 pedidos para internação em leitos clínicos adultos Covid-19 estavam no sistema. Este número é dinâmico, uma vez que transferências e novas solicitações são feitas ao longo do dia.

Outro dado do boletim é sobre a vacinação no estado. A Bahia tem 2.315.752 vacinados contra o novo coronavírus, dos quais 964.545 receberam também a segunda dose, até as 16h desta terça.

A Sesab realiza o contato diário com as equipes de cada município a fim de aferir o quantitativo de doses aplicadas e disponibiliza as informações detalhadas no painel da vacinação.

Leitos

A Bahia tem 3.459 leitos ativos para tratamento da Covid-19. Do total, 2.428 estão com pacientes, uma taxa de ocupação geral de 70%, conforme registado no boletim desta terça-feira.

Desses leitos, 1.578 são de Unidade de Terapia Intensiva (UTI) para adultos e estão com taxa de ocupação de 82% (1.293 leitos ocupados).

Das UTIs pediátricas, 22 das 36 estão com pessoas internadas, o que representa uma taxa de ocupação de 61%. Já os leitos clínicos adultos têm ocupação de 61% e os pediátricos, de 55%.

Em Salvador, 1.553 leitos estão ativos, com ocupação geral de 71% (1.095 leitos ocupados). A taxa de ocupação dos leitos de UTI adulto é de 76% e pediátrica 63%.

Já os leitos de enfermaria apresentam ocupação de 66% para adultos, e os leitos pediátricos estão com ocupação de 49%.

EUA abrem exceções para entrada de jornalistas e estudantes do Brasil e de outros

EUA abrem exceções para entrada de jornalistas e estudantes do Brasil e de outros 31 países

Foto: Raul Pereira / Raw Image / Folhapress

Os Estados Unidos ampliaram sua lista de exceções de interesse nacional (NIE, na sigla em inglês), permitindo que novas categorias de pessoas possam entrar no território americano. Devido à pandemia de coronavírus, o país estabeleceu um rígido controle de entrada de estrangeiros.

Segundo um comunicado divulgado pelo Departamento de Estado nesta segunda-feira (26), as novas exceções passam a valer para viajantes que venham do Brasil, da China, do Irã, da África do Sul, do Reino Unido, da Irlanda e dos 26 países europeus da zona Schengen (de livre circulação).

No entanto, apenas jornalistas, estudantes e acadêmicos inscritos em programas de intercâmbio poderão se candidatar a uma das exceções de interesse nacional. Aos estudantes, a aprovação está condicionada àqueles cujo programa acadêmico começa a partir de 1º de agosto.

De acordo com o comunicado, o Departamento de Estado também continua a conceder NIEs para viajantes que buscam entrar nos Estados Unidos para fins relacionados a trabalhos humanitários, de saúde pública e de segurança nacional. “Esses viajantes e quaisquer outros que acreditem que sua viagem seja do interesse nacional dos Estados Unidos também devem consultar o site da embaixada ou do consulado mais próximo para obter instruções”, diz o documento.

O presidente Joe Biden estabeleceu, em 25 de janeiro, restrições de viagem a passageiros não americanos que chegam aos EUA vindos do Brasil e da Europa —uma medida que havia sido derrubada por Donald Trump uma semana antes—, adicionando a África do Sul à lista de limitações.

Já havia exceções para vistos diplomáticos, residentes permanentes (portadores de green card), filhos ou cônjuges de americanos ou a quem viaja por razões humanitárias, de saúde pública e segurança nacional, por exemplo. A restrição não tem data para acabar —depende de nova determinação do presidente.

Há duas semanas, o Departamento de Estado também abriu exceções para estrangeiros que estejam noivos de cidadãos americanos, tenham um possível empregador com sede no país, sejam acompanhantes de menores de idade em condições específicas ou trabalhem no setor de aeronáutica.

Em números absolutos, os EUA lideram o ranking de países que mais aplicaram doses das vacinas contra a Covid-19. Até esta terça-feira, de acordo com os dados compilados pelo Our World in Data, o país administrou 230,77 milhões de doses. No levantamento proporcional ao tamanho da população, os EUA aplicaram 70 doses a cada 100 habitantes, o que coloca o país no oitavo lugar no ranking, empatado com o Reino Unido e atrás de Seicheles (124), Israel (116), Emirados Árabes Unidos (105), San Marino (77), Chile (75), Bahrein (73) e Maldivas (71).

Os EUA ainda são o país com o maior número de casos (mais de 32 milhões) e mortes (572 mil), mas os registros vêm caindo à medida que a imunização avança.

A média móvel de novas infecções desta segunda foi de 55.272 casos —um número ainda alto, mas quase 78% menor que o pico de mais de 250 mil casos registrados em 8 de janeiro. Já as mortes caíram 79,8% entre o pico registrado em 14 de janeiro (3.431) e a média desta segunda (692,71).

Nesta segunda, em meio a uma pressão global para ajudar países menos desenvolvidos no combate à pandemia, o governo americano anunciou que vai liberar até 60 milhões de doses da vacina produzida pela AstraZeneca para outros países —assim que elas estiverem disponíveis.

Ainda não há um cronograma definido, e a lista de países que receberão os imunizantes não foi divulgada. Segundo a Casa Branca, cerca de 10 milhões de doses podem ser liberados “nas próximas semanas” desde que passem por uma revisão de segurança conduzida pela agência regulatória americana, a FDA.

Os outros 50 milhões de doses ainda estão em diferentes estágios de produção.

Ex-prefeito de Mirante é punido e multado por irregularidades em licitações

Ex-prefeito de Mirante é punido e multado por irregularidades em licitações

Foto: Reprodução / TCM

O ex-prefeito da cidade de  Mirante, no Sudoeste baiano, foi punido nesta terça-feira (27)  pelo Tribunal de Contas dos Municípios (TCM), por irregularidades em licitação realizada para a construção e revitalização da Praça da Lagoa, situada na sede do município, no exercício de 2020. O processo foi instaurado após denúncia feita pela 3ª Promotoria de Justiça do Ministério Público da Bahia (MP-BA). O relator do processo, conselheiro Mário Negromonte, multou o ex-prefeito Francisco Lúcio Meira Santos em R$3 mil.

De acordo com o MP-BA, apesar do processo licitatório e do contrato administrativo descrevem formalmente como objeto a “construção e revitalização da Praça da Lagoa”, em verdade, estaria sendo realizada a obra referente à “Orla do Açude”, contrariando o estabelecido pela Lei Municipal nº 351/2020, que autorizou a abertura de crédito adicional especial na Lei Orçamentária.

O órgão denunciou ainda ao TCM a contratação da empresa JD2 Engenharia e Locações para a construção e revitalização da Praça da Lagoa, em 06 de julho de 2020, foi noticiado no site da própria Prefeitura de Mirante, o início das obras de construção da Orla do Açude, em 22 de julho de 2020, “razão pela qual a Câmara de Vereadores decidiu, no âmbito da Comissão Parlamentar de Inquérito e Fiscalização de obras, que caso o Poder Executivo não respeitasse a Lei aprovada, seria denunciado”.

Para o conselheiro Mário Negromonte, muito embora o gestor alegue que a decisão pela revogação do certame se deu em virtude da existência de “erros materiais” na indicação da fonte orçamentária, o fato é que tal medida somente ocorreu em 24 de setembro de 2020, após mais de 60 dias da homologação do certame e contratação da empresa JD2 Engenharia e Locações.

Afirmou também, em seu voto, que “salta aos olhos” o fato de que as plantas da obra apresentadas somente se referem à Orla do Açude, de modo que, “ainda que acolhida a argumentação da revogação do certame pela existência de erro material, não existem justificativas para a completa inexistência de projetos e plantas de obra para a construção da Praça da Lagoa”.

O Ministério Público de Contas, em sua manifestação, afirmou que o gestor, “para dar ares de legalidade à construção da obra Orla do Açude, realizou a tomada de preços e firmou contrato que descrevem formalmente como objeto a construção e a revitalização da Praça da Lagoa”. Opinou, desta maneira, pela procedência da denúncia, com a correspondente aplicação de multa ao ex-prefeito, bem como a remessa de “cópia das conclusões deste processo ao Ministério Público do Estado da Bahia para, querendo, dar início ao procedimento de responsabilização do gestor municipal”.

A 1ª Câmara é composta, atualmente, pelos conselheiros José Alfredo Rocha Dia, Mário Negromonte e pelo conselheiro substituto Ronaldo Sant’Anna. Cabe recurso da decisão.

Suspeito de homicídio é preso em Salvador; homem foi morto após ‘prejudicar’ venda de drogas ao furtar de celular

Suspeito de homicídio no Calabar é preso no Alto das Pombas — Foto: Divulgação/Polícia Civil

Suspeito de homicídio no Calabar é preso no Alto das Pombas — Foto: Divulgação/Polícia Civil

Um homem foi preso preventivamente nesta terça-feira (27), no bairro Alto das Pombas, em Salvador, suspeito de envolvimento em um homicídio no dia 9 de fevereiro deste ano no bairro do Calabar, também na capital baiana. As informações são da Polícia Civil.

O homem morto foi identificado como Diego dos Santos Ferreira. De acordo com as investigações, Diego foi assassinado por traficantes de drogas do Calabar depois de furtar um celular no bairro da Barra. O furto teria levado a polícia à localidade o que inviabilizou a venda de drogas, conforme aponta a titular da 1ª Delegacia de Homicídios (DH/Atlântico), a delegada Zaira Pimentel, que investiga o caso.

Um carregador de pistola, uma roupa camuflada e seis foguetes, usados por traficantes para anunciar a chegada da polícia nas localidades, foram apreendidos. Outros três suspeitos de envolvimento na morte de Diego estão presos e mais um suspeito é procurado. A polícia, no entanto, não detalhou quando os outros suspeitos foram presos

Após o cumprimento do mandado, o homem foi submetido a exames de lesão corporal e está à disposição da Justiça.

Duas mulheres são achadas mortas com marcas de tiros em estrada na cidade de Cachoeira, no recôncavo baiano

A morte das duas mulheres, encontradas nesta terça-feira (227), será investigado pela delegacia de Cachoeira. — Foto: Fábio Santos / Site Voz da Bahia

A morte das duas mulheres, encontradas nesta terça-feira (227), será investigado pela delegacia de Cachoeira. — Foto: Fábio Santos / Site Voz da Bahia

Duas mulheres foram achadas mortas na manhã desta terça-feira (27) em uma estrada no Povoado de Alecrim na cidade de Cachoeira, no recôncavo baiano. De acordo com a Polícia Civil, os corpos tinham marcas de tiros. As duas vítimas não foram identificadas pela polícia.

Segundo a Polícia Militar, uma equipe da 27ª Companhia Independente da Polícia Militar (27ª CIPM) foi acionada para atender uma denúncia de disparos de arma de fogo contra duas pessoas, por volta das 2h da madrugada. No local, os militares encontraram as vítimas e acionaram a Polícia Técnica para perícia e remoção dos corpos.

Ninguém foi preso até o momento. Ainda não há informações sobre autoria e motivação do crime.

O caso será investigado pela delegacia de Cachoeira.

Governo Bolsonaro usa Anvisa para rejeitar importação e uso da Sputnik V; Compra da vacina contra Covid-19 foi solicitada por estados e municípios; 62 países aprovaram uso do imunizante

No mundo, 62 países aprovaram o uso da vacina russa Sputnik V. Mas o necropoder exercido pelo extremista Jair Bolsonaro impede uso por brasileiros.

Atendendo os interesses do necropoder [1] exercido pelo extremista Jair Bolsonaro, os cinco diretores da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) rejeitaram, por unanimidade, a importação e o uso da vacina russa Sputnik V pelo Brasil. A decisão foi tomada na noite desta segunda-feira (26/04/2021). O imunizante é produzido pelo Instituto Gamaleya, da Rússia. Os diretores do órgão se reuniram, de forma extraordinária, para avaliar os pedidos de nove estados para a aquisição da vacina.

Até o momento, 62 países aprovaram o uso da vacina russa Sputnik-V contra a covid-19 segundo levantamento do jornal The New York Times.

Os falsos argumentos dos negacionistas

O diretor da Anvisa, Alex Machado Campos, que é o relator do pedido, considerou que o imunizante pode trazer riscos à saúde. Além disso, foram apontadas falhas e pendências na documentação apresentada pelo fabricante. Ele se baseou em pareceres técnicos de três gerências da Anvisa, que fizeram uma apresentação no início da reunião.

“Para os pleitos ora em deliberação, o relatório técnico da avaliação da autoridade sanitária ainda não foi apresentado, os aspectos lacunosos não foram supridos, conforme as apresentações técnicas. Portanto, diante de todo o exposto, verifica-se que os pleitos em análise não atendem, neste momento, às disposições da Lei 14.124 e da Resolução da Diretoria Colegiada 476, de 2021, razão pela qual eu voto pela não autorização dos pedidos de importação e distribuição da vacina Sputnik V solicitados pelos estados que já relacionamos”, afirmou o diretor-relator. O voto do relator foi seguido pelos outros relatores da agência.

A deliberação foi marcada dentro do prazo estipulado pela Lei n º 14.124/21, e de acordo com a decisão do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Ricardo Lewandowski, que determinou a análise da questão dentro do prazo de 30 dias. Caso não houvesse essa análise por parte da Anvisa, a vacina poderia ser importada.

Os estados que tiveram seus pedidos avaliados pela Anvisa foram: Bahia, Acre, Rio Grande do Norte, Maranhão, Mato Grosso, Piauí, Ceará, Sergipe e Pernambuco. Além desses, também estão com pedidos pendentes de avaliação, ainda dentro do prazo, os estados de Rondônia, Sergipe, Tocantins, Amapá e Pará, e os municípios de Niterói (RJ) e Maricá (RJ). Ao todo, esses pedidos somam 66 milhões de doses, que poderiam vacinar cerca de 33 milhões de pessoas, por meio de duas doses.

Antes da votação dos diretores, gerentes de três departamentos da Anvisa apresentaram seus pareceres técnicos contra a compra da Sputnik V. Os relatórios foram incorporados ao voto do diretor-relator, Alex Machado Campos.

Vírus replicante  

Em sua apresentação, o gerente-geral de Medicamentos e Produtos Biológicos da Anvisa, Gustavo Mendes, argumentou que os lotes analisados mostram a presença de adenovírus com capacidade de reprodução no composto da vacina, o que traz riscos à saúde. A tecnologia utilizada na fabricação da Sputnik V é a do adenovírus vetor. Por meio dessa técnica, o código genético do Sars-Cov-2, que é o vírus da covid-19, é inserido no adenovírus e este, ao ser administrado em seres humanos por meio da vacina, estimula as células do organismo a produzir uma resposta imune.

O adenovírus é um vírus que possui uma capacidade natural de replicação no corpo humano, mas quando utilizado como imunizante, essa capacidade de reprodução deve estar neutralizada, o que não teria ocorrido no caso dos lotes da Sputnik avaliados pela Anvisa.

“Um dos pontos críticos, cruciais, foi a presença de adenovírus replicante na vacina. Isso significa que o vírus, que deve ser utilizado apenas para carregar o material genético do coronavírus para as células humanas e promover a resposta imune, ele mesmo se replica. Isso é uma não conformidade grave”, disse Mendes. “Esse adenovírus replicante foi detectado em todos os lotes apresentados da vacina Sputnik”,

Esse procedimento, explicou o gerente-geral, está em desacordo com o desenvolvimento de qualquer vacina de vetor viral, de acordo com os parâmetros de autoridades regulatórias dos Estados Unidos e da União Europeia. Ele alertou que, uma vez no organismo humano, o adenovírus replicante poderia causar viroses e se acumular em tecidos específicos do corpo, como nos rins.

Documentação

Em outra avaliação, dessa vez sobre as empresas que fabricam a vacina, a Gerência Geral de Inspeção e Fiscalização da Anvisa informou que não foi apresentado o relatório técnico de aprovação do imunizante russo para verificar o controle de qualidade na fabricação.

Por causa disso, a Anvisa analisou documentos próprios e de outras autoridades regulatórias internacionais e solicitou a realização de uma inspeção presencial em duas das empresas que fabricam a vacina na Rússia, a Generium e a UfaVITA. A inspeção no Instituto Gamaleya, que é o desenvolvedor da vacina, foi negada pelo governo russo. Essa inspeção foi realizada ao longo da semana passada por três técnicos enviados pela agência. Na visita, de acordo com a gerente de inspeção, Ana Carolina Merino, foram constadas não conformidades na fabricação da vacina, que impactam, entre outras, na garantia de esterilidade do produto.

“Neste momento, o risco inerente à fabricação não é possível de ser superado, tanto para o insumo fabricado pela Generium quanto pelos produtos acabados fabricados pela Generium e pela UfaVITA, então a nossa gerência não recomenda a importação da vacina”, afirmou.

Em outro parecer, a gerente-geral de Monitoramento de Produtos Sujeitos à Vigilância Sanitária da Anvisa, Suzie Marie Gomes, afirmou haver falta de informações conclusivas sobre eventos adversos de curto, médio e longo prazos decorrentes do uso da vacina, o que prejudica a avaliação do produto. “Eu chamo a atenção também para que a ausência de dados também é informação. A ausência de comprovação é considerada uma evidência, e uma evidência forte, sobretudo quando temos uma estimativa de população exposta ao risco que beira os 15 milhões de cidadãos”, afirmou.

Sputnik V tem aspectos de biossegurança aprovados por órgão técnico 

A Comissão Técnica Nacional de Biossegurança (CTNBio) aprovou requisitos de biossegurança da vacina Sputnik V, desenvolvida pelo Instituto russo Gamaleya em parceria com a farmacêutica brasileira União Química.

A aprovação da CTNBio é condição para a inserção de qualquer organismo geneticamente modificado no mercado brasileiro, a exemplo de vacinas como a Sputinik V. Contudo, o uso do imunizante depende de aprovação também da Agência Nacional de Vigilância Sanitária. A análise da Agência teve início na tarde desta segunda-feira (26).

Segundo a CTNBIo, órgão ligado ao Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações (MCTI), a análise das informações teve início na semana passada. Foram solicitados documentos adicionais à União Química, como informações sobre o método de obtenção de linhagens de adenovírus.

A União Química entregou à CTNBio a documentação exigida. Os integrantes da Comissão entenderam que os dados complementares atenderam às exigências necessárias para a aprovação.

De acordo com a comissão, a aprovação dos aspectos de biossegurança é passo importante para o processo de avaliação e eventual permissão da importação e ou do registro definitivo da vacina.

O Bolsa Presença destina R$ 280 milhões para famílias de estudantes em condições de vulnerabilidade socioeconômica

O Programa Bolsa Presença, do Governo do Estado, destinará cerca de R$ 280 milhões a 311 mil famílias de estudantes da rede estadual de ensino, em condições de vulnerabilidade socioeconômica. O crédito de R$ 150 por família começou a ser utilizado, nesta terça-feira (27), e as famílias estão usando os recursos para a aquisição de produtos como gêneros alimentícios e remédios. Ao todo, o Bolsa Presença alcançará 357 mil estudantes e tem o objetivo de apoiar financeiramente as famílias, contribuir para evitar o abandono escolar e fortalecer a aprendizagem.

A família da dona de casa Maria Neide de Jesus tem cadastro no CadÚnico e é uma das beneficiadas. Ela foi acionada para pegar o cartão do Bolsa Família pela direção do Colégio Estadual Ministro Aliomar Baleeiro, em Salvador, onde a filha Sophia Grazielle, 16 anos, estuda. Dona Maria Neide, que já trabalhou como ajudante de cozinha e auxiliar de serviços gerais, contou que está desempregada e logo no primeiro dia foi usar o crédito do Bolsa Presença. “O auxílio é uma grande ajuda, porque com a pandemia está tudo difícil. Veio na hora certinha. Na minha lista de compras tem feijão, arroz, macarrão, leite, massa de cuscuz e carne”, afirmou, ao acrescentar que boa parte dos recursos serão usados para esta finalidade.

Moradora do bairro de Pernambués, Sophia Grazielle reside com a mãe e uma das irmãs. Além do Bolsa Presença, a estudante também recebe R$ 55 por parcela do Vale-alimentação Estudantil. Para Sophia, os benefícios do Bolsa Presença vão além da sua família. “Em minha casa são três pessoas e minha mãe está sem trabalho. O dinheiro ajuda neste momento de dificuldades e percebemos que a economia é movimentada, já que está tudo parado, porque quando sai o crédito as famílias vão comprar o que estão precisando e isso ajuda a todos”.

O benefício de R$ 150 do Bolsa Presença é por família, mas o aluno pode acumular com os demais benefícios que recebe, ou seja, os R$ 55, por parcela, do Vale-alimentação Estudantil e os R$ 100 se for monitor do programa Mais Estudo. A soma destes três programas representa um investimento do Governo do Estado superior a R$ 410 milhões.

Além de a família estar cadastrada no CadÚnico, as condições para que o aluno matriculado receba o auxílio Bolsa Presença são: assiduidade nas aulas ministradas pela unidade escolar em que esteja matriculado, com frequência mínima de 75%; participação do estudante e da sua família nas atividades e avaliações escolares; desenvolvimento do projeto de vida e intervenção social; e manutenção atualizada dos dados cadastrais na unidade escolar e no CadÚnico.

Consulta – A Secretaria da Educação do Estado da Bahia (SEC) disponibilizou um link para a consulta sobre o direito ao Programa Bolsa Presença. A consulta pode ser feita através do sistema SIADIANTE, da SEC, pelo endereço https://bit.ly/2Ri1WrX. Quem não tem acesso à internet poderá ligar para a escola e solicitar a consulta no sistema.



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