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:: ‘justiça’

PF faz operação contra produção de Fake News nas eleições

A Polícia Federal (PF) deflagrou a Operação 8º Mandamento, em São Mateus, no norte do Espírito Santo, para combater a produção e disseminação de Fake News eleitorais  A ação, realizada na manhã desta quarta-feira (24), teve como objetivo alcançar pessoas suspeitas de manipular informações com o finalidade de influenciar a escolha durante o período eleitoral.

Foram cumpridos quatro mandados de busca e apreensão, expedidos pela Justiça Eleitoral. Os investigados podem responder por crimes previstos no Código Eleitoral, que correspondem a divulgação de fatos inverídicos capazes de afetar a decisão do eleitor e da difamação eleitoral. Somadas, as penas podem ultrapassar dois anos de prisão.

O nome da operação faz referência ao oitavo mandamento bíblico, que proíbe “prestar falso testemunho contra o próximo”, em alusão à prática de difusão de informações falsas. De acordo com a PF, o objetivo é manter a integridade do processo democrático e coibir práticas que comprometem a lisura das eleições.

Ex-servidor de prefeitura na Bahia desvia dinheiro, tenta fugir e acaba preso

Tiago Francisco Castro de Souza, de 37 anos, ex-servidor público de Guanambi, na região sudoeste da Bahia, investigado por desviar mais de R$ 600 mil da pasta de assistência social local, tentou fugir do Brasil na última segunda-feira (22) e acabou sendo preso em Foz do Iguaçu (PR).De acordo com o portal g1, as investigações descobriram que o ex-servidor público desviou a quantia destinada à assistência social de Guanambi. Tiago trabalhou na Prefeitura por uma década e os desvios financeiros foram encontrados pela secretaria da pasta.O esquema consistia em clonar os processos de pagamento, transferindo a quantia desviada diretamente para a conta pessoal de Tiago. A prefeitura de Guanambi comunicou que o ex-servidor foi exonerado do cargo no último dia 3 de setembro e o caso foi registrado no dia 5, na delegacia local.

Prefeitura de Feira de Santana divulga ilegalmente nomes de pessoas com HIV em Diário Oficial; Zé Ronaldo se manifesta

O que diz o prefeito?

o prefeito de Feira de Santana, Zé Ronaldo (União Brasil), afirmou que ficou sabendo da divulgação dos nomes pela imprensa, no início da tarde deste domingo (21).

“Isso não é ato de prefeito, essas coisas que se publicam não é prefeito. Quem publica, é secretário”, afirmou.

O que diz a secretaria?

Em nota enviada para a reportagem, a Secretaria Municipal de Mobilidade Urbana (SEMOB) reconheceu o erro da publicação dos nomes. De acordo com o comunicado, entre os nomes divulgados estão pessoas portadoras de fibromialgia, HIV e anemia falciforme. Entretanto, o documento deu o entendimento de que todos eram infectados com o vírus da AIDS.

Uma nova edição será publicada no Diário Oficial de Feira de Santana com as devidas correções, garantindo o sigilo das informações pessoais. A Secretaria de Mobilidade lamenta profundamente o ocorrido e reforça o compromisso da Prefeitura de Feira de Santana com a preservação da privacidade e da dignidade dos cidadãos”, informou a pasta, em nota.

Como ocorreu o vazamento?

Nem o prefeito nem o Secretário de Comunicação de Feira de Santana, Joilton Freitas, souberam explicar como ocorreu o vazamento dos dados.

Os gestores ainda confirmaram que ainda neste domingo ocorrerá uma reunião com os representantes da Semob para entender como ocorreu a divulgação e quais medidas serão tomadas pela administração pública.

Após a repercussão do caso, o sistema do Diário Oficial de Feira de Santana foi tirado do ar

Sistema do Diário Oficial do Município fora do ar. (Foto: Reprodução)

“INVESTIGADA PELA PF E MPF, ANA KARINA, DIRETORA DO INSTITUTO CHOCOLATE, É FLAGADA EM ALMOÇO DE LUXO EM ITABUNA COM O MARIDO ERLON BOTELHO, TESTA DE FERRO DO INSTITUTO”

Diretora do Instituto Chocolate, esposa de Erlon Botelho, é monitorada pela PF e MPF por suspeita de desvio de recursos.

Denúncias envolvem vida de luxo, verbas do Fundeb de Jussari e até contratação fantasma em gestão de ex-prefeito.

Apesar de ter declarado à Justiça que suas contas estavam negativas para evitar o pagamento de custas processuais, a diretora do Instituto Chocolate, esposa de Erlon Botelho, foi flagrada ao lado do marido em restaurantes de luxo, supostamente utilizando recursos públicos oriundos do projeto Cacau 500. A contradição entre o discurso de pobreza e o estilo de vida ostentado reforça os indícios de irregularidades e chamou a atenção das autoridades.

Atualmente, a diretora é monitorada pela Polícia Federal (PF) e pelo Ministério Público Federal (MPF), em procedimentos que investigam desvios de verbas federais e fraudes ligadas ao Instituto Chocolate.

Fundeb repassado irregularmente ao Instituto Chocolate

Um dos pontos mais graves investigados é o repasse irregular de verbas do Fundeb ao Instituto Chocolate, durante a gestão do ex-prefeito de Jussari, Antônio Valete. Os valores foram destinados sem comprovação de serviços prestados e sem documentação legal que justificasse os pagamentos. O recurso, que deveria ser aplicado diretamente na educação básica, acabou virando alvo de investigação por suposta fraude.

Investigações acumuladas na PF e MPF

A diretora já acumula investigações em andamento na Polícia Federal e no Ministério Público Federal por supostas fraudes no Instituto Chocolate. Os inquéritos apuram contratos milionários sem execução, possíveis superfaturamentos e até a utilização de recursos federais e municipais em benefício particular.

Funcionária fantasma em Jussari

Outro episódio grave recai sobre a esposa de Erlon Botelho, acusada de ter atuado como funcionária fantasma da Prefeitura de Jussari. Ela foi contratada oficialmente como agente de limpeza, mesmo exercendo ao mesmo tempo a função de diretora do Instituto Chocolate. Segundo apuração jornalística, nunca teria comparecido ao serviço, configurando fraude e lesão aos cofres públicos.

Dívidas em Buerarema

A Prefeitura de Buerarema também se movimenta para notificar o Instituto Chocolate por dívidas de impostos e taxas municipais. Há ainda denúncias que envolvem familiares da diretora em possíveis esquemas ligados a contratos e benefícios indevidos.

O que está em jogo

Caso as denúncias sejam confirmadas, os envolvidos podem responder por apropriação indébita, falsidade ideológica, estelionato e improbidade administrativa, além de terem que devolver os valores desviados. O escândalo é ainda mais grave por envolver diretamente recursos do Fundeb, destinados à educação de crianças e jovens de municípios pequenos como Jussari.

Quem eram os quatro amigos encontrados mortos durante viagem para cobrar dívida de R$ 255 mil

Os corpos dos quatro amigos que saíram de São José do Rio Preto, no interior de São Paulo, para cobrar uma dívida no Paraná foram localizados pela polícia na noite desta quinta-feira (18). Robishley Hirnani de Oliveira, Rafael Juliano Marascalchi, Diego Henrique Afonso e Alencar Gonçalves de Souza estavam desaparecidos desde o dia 5.

As investigações apontam que as vítimas foram atraídas para uma emboscada. Robishley, Rafael e Diego, que trabalhavam cobrando dívidas há 13 anos, foram contratados por Alencar para receber um pagamento no valor de R$ 255 mil referente a compra de um automóvel, pois o comprador não teria quitado as dez notas promissórias de R$ 25,5 mil.

Após saírem de São Paulo, os três encontraram Alencar em Iracaíma, interior do Paraná, e seguiram até uma propriedade rural, no distrito de Vila Rica, para receber o dinheiro. Desde então, não foram mais localizados.A esposa de Robishley procurou a polícia de São Paulo para prestar queixa no dia 6 de setembro e, partir daí, as autoridades passaram a investigar o caso.

O carro utilizado pelo grupo, um Fiat Toro, foi encontrado no dia 12 de setembro enterrado em um bunker em uma área de mata próxima a Icaraíma, após o pai de uma das vítimas receber uma carta indicando o paradeiro. O veículo apresentava marcas de tiros e vestígios de sangue. Seus corpos só foram encontrados na madrugada desta sexta, cobertos por plantas.

Quem são as vítimas

Rafael Juliano Marascalchi, de 43 anos, morava em São José do Rio Preto, era casado e tinha filhos. Proprietário de uma chácara, um barracão e uma casa que mantinha para aluguel, vivia da renda desses imóveis. Eventualmente, também aceitava fazer serviços de cobrança para conhecidos.

Robishley Hirnani de Oliveira
Robishley Hirnani de Oliveira

 

Robishley Hirnani de Oliveira, de 53 anos, tinha dois filhos: uma menina de sete anos e um bebê de oito meses. Ele trabalhava como vendedor e estava casado há dez anos com Denise Cristina Pereira, responsável por denunciar o desaparecimento do grupo.

Além de viajar para realizar o serviço de cobranças de dívidas, vendia carros, casas e sítios.

Diego Henrique Afonso
Diego Henrique Afonso

Diego Henrique Afonso, de 39 anos, morava em Olímpia, no interior paulista, e deixou três filhos. Seu último contato com a esposa foi na manhã do dia 5 de agosto. No dia anterior, ele relatou que um dos homens com quem eles negociavam só andava armado.

Alencar Gonçalves de Souza
Alencar Gonçalves de Souza

 

Alencar Gonçalves de Souza, de 36 anos, responsável por contratar os serviços do trio, trabalhava como produtor rural no interior do Paraná. Segundo a família, ele era casado e vivia cm a esposa e  pai, de 67 anos, em uma propriedade rural.

De acordo com informações do UOL, Rafael, Diego e Robshley já foram conduzidos à delegacia por desentendimentos no momento dessas cobranças, mas nunca chegaram a ser presos por porte de arma de fogo ou por agredirem alguém. De acordo com as famílias das vítimas, o serviço de cobrança de dívida não era acompanhado de violência.

Suspeitos identificados

Os principais suspeitos do crime são pai e filho: Antonio Buscariollo, de 66 anos, e Paulo Ricardo Costa Buscariollo, de 22. Ambos são considerados foragidos.

A dupla chegou a ser ouvida pela polícia, negou envolvimento no desaparecimento e foi liberada, mas fugiu no dia seguinte.

No sábado (13), a polícia prendeu um homem e apreendeu um carro modelo Fiat Strada, que estava com placas adulteradas. A suspeita é de que o veículo pertença à família Buscariollo, mas o condutor negou qualquer vínculo com os investigados.

Candidata é condenada por impulsionar propaganda negativa nas redes sociais contra adversário

A lei eleitoral permite que candidatos e candidatas paguem para impulsionar a distribuição de propaganda eleitoral nas redes sociais, desde que o conteúdo seja para beneficiar ou promover a candidatura. É proibido impulsionar conteúdo negativo, que contenha críticas ou deprecie adversários políticos.

Foi com base nesse entendimento que o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) manteve a multa aplicada a Rosangela Valentim de Jesus – a Ró Valentim – que disputou o cargo de prefeita do município de São Francisco do Conde (BA), nas eleições do ano passado. A decisão seguiu parecer do Ministério Público (MP) Eleitoral.

A então candidata e a coligação Coragem para Mudar foram condenadas pelo impulsionamento de um vídeo nas redes sociais com críticas que ridicularizavam os adversários na disputa pela prefeitura do município, em 2024. Segundo o vice-procurador-geral Eleitoral, Alexandre Espinosa, a propaganda negativa não possuía conteúdo ilícito. No entanto, não podia ter sido impulsionada, conforme determina a Lei das Eleições e a jurisprudência do TSE.

Todos os ministros da Corte seguiram o voto do relator do caso, ministro Floriano de Azevedo Marques, para negar o recurso da candidata e manter a decisão do Tribunal Regional da Bahia (TRE/BA). Com isso, ela e a coligação pela qual concorreu terão que pagar multa de R$ 5 mil.

Agravo Regimental no Agravo em Recurso Especial Eleitoral 0600548-88.2024.6.05.0162

Projeto Cacau 500 vira escândalo: inscrições estão sendo destinadas ao Instituto Chocolate, mesmo com contrato extinto

As denúncias em torno do famigerado Projeto Cacau 500 ganham novos contornos e revelam um verdadeiro esquema de irregularidades. Informações levantadas apontam que o projeto seria mais uma fachada usada pelo Instituto Chocolate, já alvo de diversas acusações de fraudes e contratos suspeitos em toda a região.
Segundo relatos, a empresa responsável pelo projeto estaria funcionando de forma fantasma, sem documentos desde 2022 e com sede falsa, mesmo assim recebendo recursos públicos oriundos de municípios como Jussari. A prática levanta suspeitas de favorecimento e desvio de finalidade.
PROJETOS FALSOS E DINHEIRO DESVIADO
O suposto Projeto Cacau 500, vendido como iniciativa de apoio ao cacauicultor, teria se transformado em um esquema para captar dinheiro de inscrições e transferi-lo diretamente para a conta do Instituto Chocolate. O mais grave é que isso continua acontecendo mesmo após a extinção do contrato formal que respaldava a iniciativa.
A denúncia é clara: as inscrições continuam sendo cobradas e os valores repassados ao Instituto Chocolate, em completo desrespeito à legalidade e à transparência na gestão de recursos.
UM NOVO ESCÂNDALO REGIONAL
O Instituto Chocolate já figura em uma lista de investigações e suspeitas envolvendo contratos milionários, sedes fictícias e beneficiamento por meio de consórcios e prefeituras. Agora, o Cacau 500 surge como mais um capítulo desse enredo de irregularidades, reforçando a necessidade urgente de uma ação dos órgãos de controle.
A pergunta que fica é: até quando o dinheiro público e da população será jogado pelo ralo em projetos fantasmas que não entregam resultados concretos para o agricultor e para as comunidades?

Justiça afasta presidente da Câmara de Itambé por reeleição considerada inconstitucional

O Tribunal de Justiça da Bahia (TJBA) determinou o afastamento de Paulo Rucas Brito Achy da presidência da Câmara Municipal de Itambé. A decisão, da Quinta Câmara Cível, acolheu recurso apresentado pelo advogado Helder Freitas Gusmão e considerou inconstitucional a recondução de Achy ao cargo para o terceiro mandato consecutivo.

O caso envolve a eleição da Mesa Diretora realizada em 1º de janeiro de 2025, para o biênio 2025-2026. Na ação, o advogado alegou que a reeleição violava os princípios da moralidade administrativa e da alternância de poder, já que o Supremo Tribunal Federal (STF) definiu que só é permitida uma única recondução consecutiva nos cargos de mesa diretora.

Em primeira instância, a Justiça havia revogado uma decisão que suspendia os efeitos da eleição, entendendo que apenas pleitos realizados após 7 de janeiro de 2021 poderiam ser afetados pela decisão do STF. No entanto, ao julgar o recurso, o TJBA reformou esse entendimento.

De acordo com o relator, desembargador Cláudio Césare Braga Pereira, Paulo Rucas Brito Achy já havia exercido a presidência nos biênios 2021-2022 e 2023-2024, e sua recondução para 2025-2026 configuraria terceiro mandato consecutivo, em desacordo com a Constituição.

Com a decisão, foi restabelecida a suspensão da eleição da Mesa Diretora e determinada a realização de novo pleito. O Agravo Interno interposto pela defesa foi considerado prejudicado.

Bahia Capitão da PM é condenado a cinco anos de prisão por receber propina para liberar festas ‘paredão’ em cidade da BA

Um capitão da Polícia Militar da Bahia foi condenado a cinco anos, um mês e 27 dias de prisão, além da perda do cargo, por crime de corrupção passiva na cidade de Santa Cruz Cabrália, localizada no extremo sul da Bahia. O caso foi denunciado pelo Ministério Público da Bahia (MPBA) e acatado pela Justiça Militar. A sentença que condenou o PM Fabrício Carlos Santiago dos Santos foi publicada nesta terça-feira (9).

Conforme as investigações realizadas pelo Grupo de Atuação Especial de Combate às Organizações Criminosas e Investigações Criminais (Gaeco), que foram base para a denúncia do MP, Fabrício dos Santos operava um esquema de cobrança de propinas a comerciantes locais para liberar eventos na cidade, como festas do tipo “paredão”. Ele geria o esquema criminoso enquanto atuava como comandante da 4ª Companhia da Polícia Militar do município.

Entre junho de 2023 e fevereiro de 2024, o capitão da PM solicitou e recebeu diversos depósitos via PIX realizados pelos comerciantes locais. Os valores variavam entre R$ 135 e R$ 500.

O esquema era apelidado pelo próprio PM como “Toddy”, termo que funcionava como senha para cobrança do pagamento nas mensagens trocadas entre ele e os comerciantes.

Ainda segundo a denúncia, o crime de corrupção passiva foi praticado pelo manos 13 vezes. Além das transferências financeiras, a propina consistiu também em caixas de cerveja e outras bebidas alcoólicas.

A pedido do MPBA, a Justiça determinou a prisão preventiva para preservação da ordem pública e devido aos antecedentes criminais do capitão. Fabrício dos Santos já havia sido condenado por corrupção passiva, com uma pena de seis anos, dois meses e oito dias. O PM responde a quatro ações penais na 1ª Vara de Auditoria Militar.

MANOEL VITORINO: PREFEITURA PRETENDE COMPRAR MAIS DE 1 MILHÃO EM SALGADOS PARA EVENTOS DAS SECRETARIAS

O diário Oficial do Município de Manoel Vitorino, edição de hoje, 04/09/2025, n.º 786, publicou o Edital de licitação na modalidade Pregão Eletrônico n° 043/2025, para registro e preço para futura e eventual contratação de empresa para prestação de serviços de fornecimento de salgados, doces e kit lanche para atender as demandas dos eventos realizados por todas as secretarias municipais, no valor total de R$ 1.044.320, 00 (hum milhão, quarenta e quatro mil e trezentos e vinte reais), conforme planilha de Especificação e Quantidade, contida na página n.º 55 e 56 do referido edital.

Calculando a possibilidade de despesa mensal com compra de lancHe para eventos das secretarias municipais, como descrito no edital, seriam gastos mais de R$ 87 mil por mês por cada secretaria. Aparentemente, esses valores apresentados e as eventuais despesas estão muito além das proporcionalidades e das realidades financeiras para um município de pequeno porte, que deve elencar dezenas de demandas das comunidades, além, certamente, das prioridades da gestão municipal, que devem ser atendidas, com brevidade, nos setores da saúde, educação e infraestrutura, por exemplo.

Fonte: Diário Oficial de Manoel Vitorino