Nesta sexta-feira, 17, após o anúncio de aumento de preços de combustíveis anunciados pela Petrobras e de o presidente Jair Bolsonaro (PL) questionar as ações do presidente e de conselheiros da estatal, o conselheiro da empresa Francisco Petros encaminhou uma carta na qual propõe um congelamento de 45 dias nos preços dos combustíveis.
Petros é representante dos minoritários no Conselho de Administração da Petrobras e, em contrapartida, sugere que o governo, por sua vez, retiraria indicações ao comando da estatal, conforme documento obtido pela CNN Brasil.
“Acreditamos que o que aqui se propõe pode restabelecer o ambiente saudável de relacionamento institucional da Petrobras com seu principal acionista, bem como, restabelece a normalidade da gestão na busca de soluções úteis ao Brasil, suas instituições e a sociedade, as empresas e todos os stakeholders da Petrobras”, diz um trecho do documento.
Mudanças recentes no comando da Petrobras, segundo Petros, representaram “um fator enorme de instabilidade para a gestão da empresa e para a própria solução do tema dos aumentos”.
A carta foi enviada para Adolfo Sachsida, ministro de Minas e Energia, Ciro Nogueira, ministro de Estado Chefe da Casa Civil, além de José Mauro Ferreira Coelho, presidente da Petrobras, e o governo Federal, para que seja formado um grupo de trabalho “com TODOS os agentes do mercado de combustíveis e membros do governo para estudar fórmulas que permitam o funcionamento do mercado em bases sustentáveis para o país e as empresas”.










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Uma professora universitária de 40 anos morreu nas primeiras horas da última sexta-feira (10) ao dar à luz em casa, na cidade de Itabuna, na região sul do estado. Gleicimara Araújo Queiroz Klotz, que estava grávida de seu terceiro filho, sentiu as contrações, mas não teve tempo suficiente para ir até uma maternidade.



Amanhã, sexta-feira (10/06), haverá a aplicação da segunda dose da vacina contra a Covid-19 para pacientes que tomaram a primeira dose até 10/04.

