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:: ‘justiça’

POÇÕES: MP denuncia quatro mulheres por abandono de pai idoso e com deficiência

O Ministério Público da Bahia denunciou quatro mulheres à Justiça por terem abandonado o pai idoso e com deficiência em uma Instituição de Longa Permanência em Poções, região sudoeste. Conforme a denúncia apresentada na terça-feira, 07, o idoso foi admitido na IPL em 21 de junho de 2022, após ter sido encontrado “sozinho, caído no chão e abandonado na sua residência”.

Para o promotor de Justiça Ruano Fernando Leite, da 3ª Promotoria de Justiça de Poções, as mulheres cometeram crime tipificado no Estatuto do Idoso, como “abandonar o idoso em hospitais, casas de saúde, entidades de longa permanência, ou congêneres, ou não prover suas necessidades básicas, quando obrigado por lei ou mandado”. A pena prevê de seis meses a três anos de detenção e multa.

Uma investigação apontou que as quatro filhas assinaram, no dia 16 de junho de 2022, a autorização para o pai ser admitido na “Associação Comunitária da Terceira Idade Imã Maria Gomes”. Na denúncia, o promotor apontou que mesmo sendo “obrigadas por lei a amparar e prover as necessidades do pai na velhice”, conforme consta no art. 229 da Constituição Federal, as mulheres o abandonaram.

Ainda segundo a denúncia, as mulheres foram notificadas para informar as providências que seriam tomadas para o pai retornar para o “seio familiar” e foram advertidas sobre as consequências legais da omissão, mas não apresentaram argumentos suficientes para demonstrar a impossibilidade do grupo familiar acolhê-lo e preferiram mantê-lo na na instituição.

MPF processa vereador que realizou discurso discriminatório contra baianos

Foto: Manuelli Boschetti/Divulgação

Nesta quinta-feira, 02, o Ministério Público Federal pediu à Justiça que obrigue o vereador de Caxias do Sul, Sandro Fantinel, a pagar danos morais coletivos pelas ofensas que ele fez a trabalhadores encontrados em condições análogas à escravidão.

Na terça-feira, 28, ao discursar sobre o resgate dos trabalhadores, Fantinel disse que empresas e produtores rurais deveriam “contratar funcionários limpos” e não “aquela gente lá de cima”.

A ação do MPF é para que o vereador seja condenado a pagar indenização de, no mínimo, R$ 250 mil e que esse valor seja destinado a projetos e campanhas contra o trabalho escravo e a xenofobia ou a iniciativas em Caxias do Sul que promovam a cultura baiana.

O discurso de Fantinel foi classificado pelo MPF como odioso, preconceituoso e de caráter xenofóbico e discriminatório em relação à origem geográfica, em especial a população que nasceu ou vive no estado da Bahia.

O procurador da República Fabiano de Moraes destaca, na ação civil pública, que o vereador colocou as vítimas como culpadas da situação em que se encontravam.

CONFIRA A AÇÃO

As informações são do MPF

Bom Jesus da Serra: Prefeito sofre medida cautelar e contrato de mais de 800 mil é suspenso

Os conselheiros do Tribunal de Contas dos Municípios ratificaram, na sessão de ontem, terça-feira (14/02), medida cautelar contra ato administrativo do prefeito de Bom Jesus da Serra, Jornando Vilasboas Alves, e determinou a suspensão da contratação direta – mediante processo de inexigibilidade – do escritório de advocacia “Monteiro e Monteiro Advogados Associados” por valor estimado de R$ 893.536,65, para atuar em processo de “recuperação de valores relativos aos precatórios do Fundef/Fundeb”.

De acordo com os técnicos do TCM da 5° Inspetoria Regional de Controle Externo, que lavraram Termo de Ocorrência e requisitaram a medida liminar, a dispensa de licitação não se justifica porque trata-se de um processo de mera execução de sentença, que não exige especial conhecimento de advogados. Observaram que a ação diz respeito a processo com decisão já transitada em julgado, e que foi patrocinada pelo Ministério Público Federal contra a União. Destacaram ainda que outros municípios baianos têm cometido a mesma ilegalidade – a contratação por dispensa de licitação de escritórios de advocacia – para viabilizar o recebimento de recursos de precatórios da Fundef-Fundeb, apesar da advertência e de decisões do TCM contrárias à prática em diversos casos já analisados.

O conselheiro substituto Cláudio Ventin, relator do processo, reafirmou que o processo licitatório, nestes casos, é obrigatório. E determinou a imediata sustação de pagamentos ao escritório, bem como suspensão do contrato administrativo. Mandou, também, notificar o gestor municipal e o representante legal da empresa para apresentarem esclarecimentos pertinentes às acusações e irregularidades, sob pena de revelia.

Cabe recurso da decisão.

 

fonte: Blog Jeferson Almeida

Ação do Ibama avança em terra Yanomami com destruição de aeronaves e balsas do garimpo;

Equipes do Ibama seguem na terra indígena Yanomami, destruindo máquinas, balsas e aeronaves utilizadas pelo crime do garimpo que assola a região. As ações de repressão tiveram início na segunda-feira, 6.

Agentes do Ibama, da Funai e da Força Nacional continuam mobilizados na operação, que corre em paralelo aos serviços assistenciais de saúde.

Em imagens divulgadas pelo Ibama, é possível ver a destruição de aeronaves e balsas, além da apreensão de máquinas. Boa parte do trabalho se dá com o uso de helicópteros, dada a dificuldade de locomoção pelo solo.

A Polícia Federal declarou que a primeira etapa da chamada Operação Libertação tem dois objetivos: reunir provas sobre a ação dos invasores e destruir a infraestrutura usada pelos garimpeiros, inclusive maquinário. Os trabalhos visam à interrupção da logística do crime”, afirma a PF em comunicado.

Foi montada uma força-tarefa com representantes da Polícia Federal, Ibama, Funai, Força Nacional e Ministério da Defesa para retirar os invasores. O planejamento integrado da operação está sendo feito no Centro de Comando e Controle da Superintendência Regional da PF em Roraima.

Fonte: Estadão | Foto:  ibama

“Fui repelida”, diz candomblecista após filha ter matrícula negada

Uma mãe candomblecista que encontrou dificuldades para matricular a filha em uma escola municipal na cidade de Maricá (RJ) classificou a situação como um ato de discriminação religiosa. Ela disse que só conseguiu regularizar a inscrição da menina após ter sido recebida pela Secretaria Municipal de Educação. A pasta, por sua vez, divulgou outra versão dos acontecimentos: teria faltado documentos para a realização da matrícula.

Toda a controvérsia está sendo acompanhada pela Comissão de Combate à Intolerância Religiosa do Rio de Janeiro (CCIR). A entidade, fundada em 2008 por umbandistas e candomblecistas, conta atualmente com representantes das mais variadas crenças. É hoje uma voz atuante em defesa da liberdade religiosa e participa de atividades junto a órgãos governamentais, entidades da sociedade civil e instituições de Justiça como o Ministério Público e o Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJRJ).

A psicóloga Tania Jandira, integrante da CCIR, avalia que nenhum município está imune a enfrentar situações como essa, ainda que tenha administrações progressistas. “Precisamos de um trabalho educativo. Conheço o trabalho da prefeitura de Maricá. Mas me parece que houve negligência e intolerância por parte de direção da escola. É direito da criança se matricular independente de eventuais pendências”, diz. Ela entende que é dever do município dar treinamento para que os funcionários das escolas estejam aptos para lidar com diferentes situações e públicos.

MatrículaO caso ocorreu na segunda-feira (6). Segundo relato de Brenda, ela e a filha Stella se dirigiram à escola com trajes candomblecistas. “Estamos de preceito, por isso fomos vestidas conforme a orientação do nosso Babalorixá, algo que para nós é motivo de orgulho”, explicou. Ela afirmou que havia feito a pré-matrícula online no dia 28 de janeiro e reuniu a documentação especificada. Conforme relatou, no atendimento presencial, a funcionária se comunicava mensagens de texto e buscava instruções, mas acabou não efetuando a matrícula.

Brenda disse ter esperado a diretora retornar do horário do almoço para resolver a situação. “Ao invés de me explicar como proceder, simplesmente me informou que minha filha não seria matriculada. Questionaram a idade e a série da minha filha, questionaram a veracidade dos documentos, mas em momento algum me acolheram ou sequer me instruíram. Eu fui escrutinada, subjugada, contestada e repelida pela direção escolar. Saí de lá com minha filha tentando entender o motivo de tudo aquilo”. O caso repercutiu nas redes sociais.

A situação da matrícula foi sanada um dia depois junto à Secretaria Municipal de Educação. No mesmo dia, a prefeitura divulgou uma nota afirmando que não houve discriminação e que a mãe estava com documentação insuficiente, havendo também divergências sobre o ano que a criança deveria cursar. “A vaga da aluna continua garantida e resta agora a responsável apresentar os documentos necessários em 30 dias. Caso a mãe não os apresente, é praxe na rede pública municipal de Maricá fazer um teste de nivelamento para determinar a série correta, de acordo com o nível de aprendizagem, o que será feito com a criança neste caso”.

O município sustenta que foi seguido o rito administrativo. “A prefeitura de Maricá reafirma, mais uma vez, sua defesa na pluralidade de religiões e repudia qualquer caso de intolerância religiosa, no âmbito de qualquer instituição pública, sobretudo nas escolas, onde o aprendizado sobre a diversidade e pluralidade do mundo são essenciais”, acrescenta a nota.

A manifestação causou indignação em Brenda. “Tenho que deixar claro que fui bem recebida na secretaria e tive todas as orientações, além de ter sido finalmente ouvida e respeitada. O que eu não poderia imaginar era que a prefeitura de Maricá publicaria uma nota de esclarecimento dizendo que toda a minha história era falsa. Todo o meu sofrimento foi deslegitimado em prol da boa imagem da prefeitura e de seus funcionários. Ela sequer ouviu a minha versão antes de publicar a nota”, afirma Brenda.

Tania Jandira avalia que o caso revela uma falta de diálogo e uma necessidade de maior preparo. Segundo a integrante da CCIR, a devida orientação acerca dos documentos só ocorreu depois que a mãe se movimentou contra a recusa da matrícula. “Não adianta a prefeitura ficar insistindo em uma mesma tecla. A gente vive em um país intolerante e preconceituoso. Precisamos proteger os direitos. Nesse caso, faltou isso”, opinou.

fonte: jornal impacto

Pâmela foi assassinada na frente do filho de 1 ano

Pâmela dos Santos de Jesus,de 20 anos de idade, foi morta a tiros na noite da última quarta-feira (8) no residencial Alto do Rosário, bairro Mangabeira, em Feira de Santana.

De acordo com informações policiais, ela estava em sua própria residência, onde morava com o filho de 1 ano e 7 meses. Pâmela foi abordada e alvejado no quarto da criança, onde ele também estava.

O bebê também foi atingido e em seguida socorrido para o Hospital Estadual da Criança (HEC). Até o momento, não há informações sobre o seu estado de saúde.

Ainda segundo a polícia, que colheu depoimentos de testemunhas, dois homens pularam o puro, invadiram a residência e surpreenderam a vítima. O residencial é composto por casas e vilages.

O DPT (Departamento de Polícia Técnica) foi acionado para atender à ocorrência.

 

fonte: Blog do sena

Mulher é abordada por elemento em uma bicicleta e morta com vários disparos

Vítima de 28 anos foi a óbito no local, com perfurações na região da cabeça. A PM atendeu a ocorrência, e resguardou a cena do crime até a chegada do DPT.

O homicídio aconteceu na noite da sexta-feira, 03 de janeiro, por volta das 21h45, na Rua do Porto, no Bairro São Benedito, na cidade de Alcobaça. De acordo com as informações, um homem, de identidade e características físicas desconhecidas, a bordo de uma bicicleta, se aproximou da vítima, Viviane Tertuliano dos Santos, de 28 anos, natural de Alcobaça, e efetuou disparos de arma de fogo, fugindo do local, tomando rumo ignorado.

 

Viviane Tertuliano foi a óbito no local, com perfurações na região da cabeça. A Polícia Militar atendeu a ocorrência, e resguardou a cena do crime até a chegada da Polícia Técnica (DPT) de Teixeira de Freitas.

O Delegado plantonista autorizou o servidor público, Milton Cândido, a remover o corpo para o Instituto Médico Legal (IML) de Teixeira de Freitas, para exame de necropsia. Posteriormente, o corpo foi liberado à família para sepultamento. As investigações do crime estão a cargo do delegado titular, Maderson Souza Dias, e sua equipe. A motivação do crime e a autoria ainda são desconhecidas.

 

fonte: blog do Marcelo

PM PRENDE DUPLA SUSPEITA DE MATAR HOMEM E SERVIDORA PÚBLICA DE JUAZEIRO-BA

 

A Polícia Militar da Bahia (PMBA), efetuou a prisão de dois indivíduos suspeitos do duplo homicídio ocorrido na última quinta-feira (02), em Juazeiro-BA (relembre o caso).

As prisões foram realizadas na madrugada desta sexta-feira (03), no bairro Antônio Conselheiro, pelas Guarnições Policiais Militares da CIPT-Norte (RONDESP) e da 76ª CIPM.

As diligências foram realizadas em um matagal, nas proximidades da rua 18 do supracitado bairro, que durante as incursões se depararam com um grupo de pessoas que ao avistar os Policiais Militares, tentaram empreender fuga, contudo, foram realizadas a abordagem e a busca pessoal, sendo os suspeitos identificados.

Em consulta aos Sistemas de Pesquisa, constatou-se que havia um mandado de prisão em desfavor de um dos suspeitos, o qual tem antecedentes por roubo (art. 157 do CP) e homicídio (art. 121 do CP).

Os envolvidos e todo o material apreendido foram apresentados na Delegacia da Polícia Civil para as providências legais.

Material apreendido:

01 (uma) Pistola Taurus cal. 380;

01 (um) Revólver Taurus cal. 38;

06 (seis) munições intactas cal. 38;

01 (um) Kg de erva seca análoga à cannabis sativa (maconha);

11 (onze) celulares de marcas diversas;

01 (um) tablet marca Mondial Eletronic;

01 (uma) balança digital marca Elite.

Fonte: ASCOM/CPR-N

Olivença: Idoso que abusou da neta é preso pela polícia em Maceió

Um idoso de 69 anos de idade foi preso, nesta quinta-feira (2), em Maceió, acusado de abusar sexualmente de sua neta, uma criança de 5 anos. O crime teria ocorrido no último dia 23 de janeiro, em Olivença, município situado no Médio Sertão de Alagoas.

A prisão do suspeito é fruto de uma operação conjunta entre a Delegacia Regional de Santana do Ipanema e o GPJ4 da Polícia Civil, que cumpriram um mandado de prisão preventiva solicitado pela delegada Daniella Andrade.

A investigação da PC apontou que o avô estava com a menina na sala e foi flagrado por uma testemunha, quando cometia o crime. Após o fato, o autor evadiu-se de Olivença. A decisão judicial foi decretada pela magistrada Nathallye Costa.

O autor foi preso e conduzido para a Central de flagrantes de Maceió.

 

fonte: Alagoas na net

Menina de 13 anos é estuprada na Barra por homem em situação de rua

Um homem de 38 anos foi autuado em flagrante nesta quarta-feira (1/2) por estupro de vulnerável. Conforme a Polícia Civil, trata-se de um homem em situação de rua que teria atacado uma menina de 13 anos na Avenida Centenário, na Barra.

A vítima, localizada primeiro, foi ouvida em escuta especial na Dercca. Em seguida, os policiais da Delegacia de Repressão a Crimes contra a Criança e o Adolescente (Dercca) foram até a região onde aconteceu o delito, encontrando o suspeito.

Ele foi preso em flagrante e está à disposição do Poder Judiciário.

fonte: Aratu On