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:: ‘Brasil’

Brasil registra 1.059 mortes por Covid-19 em um dia e passa de 209 mil País contabilizou total de 209.350 óbitos e 8.456.705 casos de Covid-19.

O consórcio de veículos de imprensa divulgou novo levantamento da situação da pandemia de coronavírus no Brasil a partir de dados das secretarias estaduais de Saúde, consolidados às 20h deste sábado (16).

O país registrou 1.059 mortes pela Covid-19 nas últimas 24 horas, chegando ao total de 209.350 óbitos desde o começo da pandemia. Com isso, a média móvel de mortes no Brasil nos últimos 7 dias foi de 956. A variação foi de +37% em comparação à média de 14 dias atrás, indicando tendência de crescimento nos óbitos pela doença.

Em casos confirmados, desde o começo da pandemia 8.456.705 brasileiros já tiveram ou têm o novo coronavírus, com 62.452 desses confirmados no último dia. A média móvel nos últimos 7 dias foi de 54.434 novos diagnósticos por dia. Isso representa uma variação de +52% em relação aos casos registrados em duas semanas, o que indica tendência de crescimento também nos diagnósticos.

Treze estados estão com alta nas mortes: MG, RJ, SP, GO, MT, AM, RR, TO, AL, PE, PI, RN e SE.

Brasil, 16 de janeiro

 

  • Total de mortes: 209.350
  • Registro de mortes em 24 horas: 1.059
  • Média de novas mortes nos últimos 7 dias: 956 (variação em 14 dias: +37%)
  • Total de casos confirmados: 8.456.705
  • Registro de casos confirmados em 24 horas: 62.452
  • Média de novos casos nos últimos 7 dias: 54.434 por dia (variação em 14 dias: +52%)

(Antes do balanço das 20h, o consórcio divulgou um boletim parcial às 13h, com 208.542 mortes e 8.413.413 casos confirmados.)

Estados

 

  • Subindo (13 estados): MG, RJ, SP, GO, MT, AM, RR, TO, AL, PE, PI, RN e SE.
  • Em estabilidade (12 estados + DF): PR, RS, SC, ES, DF, MS, AP, PA, RO, BA, CE, MA e PB.
  • Em queda (1 estado): AC

 

Essa comparação leva em conta a média de mortes nos últimos 7 dias até a publicação deste balanço em relação à média registrada duas semanas atrás (entenda os critérios usados pelo G1 para analisar as tendências da pandemia).

Vale ressaltar que há estados em que o baixo número médio de óbitos pode levar a grandes variações percentuais. Os dados de médias móveis são, em geral, em números decimais e arredondados para facilitar a apresentação dos dados.

PGR pede ao STJ que investigue governador do AM e prefeitura de Manaus por colapso no sistema de saúde

Pacientes de Covid-19 são transferidos para outros estados por conta de falta de oxigênio em Manaus. — Foto: Arthur Castro/Divulgação/Governo do AMO procurador-Geral da República (PGR), Augusto Aras, informou na noite deste sábado (16) que pediu ao Superior Tribunal de Justiça (STJ) a abertura de um inquérito para apurar eventual omissão do governador do Amazonas, Wilson Lima (PSC), e da prefeitura de Manaus no colapso do sistema de saúde no estado após novo aumento de casos de Covid-19.

Em nota, a PGR informou ainda que pediu ao ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, informações sobre o “cumprimento de medidas de competência da pasta.”

“As providências da PGR consideram julgados do Supremo Tribunal Federal (STF) que afirmaram a competência de municípios, estados e União para atuar conjuntamente no combate à pandemia, cabendo aos primeiros a execução das medidas no âmbito local”, diz a nota.

G1 procurou o governo do Amazonas e a prefeitura de Manaus e aguardava resposta até a última atualização desta reportagem.

Manaus está em colapso com o avanço dos casos de Covid-19: as internações e os enterros bateram recordes, as unidades de saúde ficaram sem oxigênio e pacientes estão sendo enviados para outros estados. Lotados, os cemitérios precisaram instalar câmaras frigoríficas.

A situação é pior do que a registrada no auge da pandemia em abril e maio do ano passado, como mostram os dados levantados pelo G1.

Pacientes de Covid-19 são transferidos para outros estados por conta de falta de oxigênio em Manaus. — Foto: Arthur Castro/Divulgação/Governo do AM

Até esta sexta (15), mais de 226 mil pessoas foram infectadas pela Covid em todo o estado, e mais de 6 mil morreram. O boletim atualizado apontou que mais de 1,7 mil pessoas com Covid estavam hospitalizadas.

Críticas

O ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, e o presidente Jair Bolsonaro têm sido alvo de críticas pelo colapso no sistema de saúde do Amazonas. Na sexta (15), Bolsonaro afirmou a apoiadores que o governo federal vem fazendo a sua parte no auxílio a Manaus.

Mais cedo neste sábado (16), Bolsonaro usou suas redes sociais para falar sobre repasse de recursos federais a Manaus. Segundo o presidente, no ano passado a cidade recebeu R$ 2,36 bilhões.

Esse valor transferido a Manaus, porém, equivale a R$ 1.063,26 por habitante. Por esse critério, o repasse a Manaus é o segundo menor entre as 27 capitais, acima apenas da cidade do Rio de Janeiro, que recebeu o equivalente a R$ 946 por habitante em 2020.

Na nota, Aras informa ainda que conversou com o presidente do Conselho Nacional de Procuradores-Gerais (CNPG), Fabiano Dallazen, e que pediu a todos os procuradores-gerais de Justiça e aos procuradores-gerais do Ministério Público da União (MPU) “que adotem medidas junto aos governantes locais para prevenção da crise sanitária diante da expectativa de agravamento do quadro (da pandemia de Covid-19) nos próximos dias.”

Governador determinou restrições

Neste sábado, o governador do Amazonas, Wilson Lima, anunciou que prorrogará, até 31 de janeiro, o fechamento do comércio não-essencial no estado.

Na quinta (14), Lima publicou um decreto que proíbe a circulação de pessoas em Manaus entre 19h e 6h. Todas as atividades, exceto serviços essenciais para a vida, também estarão proibidos de abrir.

A medida deve valer por 10 dias, a partir desta quinta-feira, e também vale para todos os municípios do Estado.

Brasil ultrapassa 208 mil mortes por Covid, com 1.131 nas últimas 24 horas

O consórcio de veículos de imprensa divulgou novo levantamento da situação da pandemia de coronavírus no Brasil a partir de dados das secretarias estaduais de Saúde, consolidados às 20h desta sexta-feira (15).

O país registrou 1.131 mortes pela Covid-19 nas últimas 24 horas, chegando ao total de 208.291 óbitos desde o começo da pandemia. Com isso, a média móvel de mortes no Brasil nos últimos 7 dias foi de 964. A variação foi de +37% em comparação à média de 14 dias atrás, indicando tendência de crescimento nos óbitos pela doença.

Em casos confirmados, desde o começo da pandemia 8.394.253 brasileiros já tiveram ou têm o novo coronavírus, com 68.138 desses confirmados no último dia. A média móvel nos últimos 7 dias foi de 54.048 novos diagnósticos por dia. Isso representa uma variação de +51% em relação aos casos registrados em duas semanas, o que indica tendência de crescimento também nos diagnósticos.

Quinze estados estão com alta nas mortes: PR, MG, RJ, SP, GO, MT, AM, AP, RR, TO, AL, CE, PE, PI e SE.

O Amazonas registrou recorde de mortes em 24 horas desde outubro, com 113 óbitos. Nas duas únicas datas em que esse número foi maior, isso decorreu da reclassificação de óbitos antigos pela Secretaria Municipal de Saúde (Semsa) de Manaus. Na época, esse processo de revisões fez somar mais de uma centena de casos aos registros diários de 2 de setembro e 1º de outubro no estado.

Brasil, 15 de janeiro

  • Total de mortes: 208.291
  • Registro de mortes em 24 horas: 1.131
  • Média de novas mortes nos últimos 7 dias: 964 (variação em 14 dias: +37%)
  • Total de casos confirmados: 8.394.253
  • Registro de casos confirmados em 24 horas: 68.138
  • Média de novos casos nos últimos 7 dias: 54.048 por dia (variação em 14 dias: +51%)

 

(Antes do balanço das 20h, o consórcio divulgou um boletim parcial às 13h, com 207.183 mortes e 8.328.061 casos confirmados.)

Estados

 

  • Subindo (15 estados): PR, MG, RJ, SP, GO, MT, AM, AP, RR, TO, AL, CE, PE, PI e SE
  • Em estabilidade (10 estados + DF): RS, SC, ES, DF, MS, PA, RO, BA, MA, PB e RN
  • Em queda (1 estado): AC

 

Essa comparação leva em conta a média de mortes nos últimos 7 dias até a publicação deste balanço em relação à média registrada duas semanas atrás (entenda os critérios usados pelo G1 para analisar as tendências da pandemia).

Vale ressaltar que há estados em que o baixo número médio de óbitos pode levar a grandes variações percentuais. Os dados de médias móveis são, em geral, em números decimais e arredondados para facilitar a apresentação dos dados.

William Bonner faz desabafo no JN: ‘Estamos esgrimindo com loucos’

William Bonner fez um desabafo ao vivo no “Jornal Nacional” (TV Globo), de hoje. O âncora do programa defendeu o jornalismo profissional e criticou a gestão da pandemia no Brasil, afirmando que a equipe de notícias estaria “esgrimindo com loucos”   “Aí chega aquele momento em que eu, a Renata Vasconcellos, nós aparecemos aqui ao lado do Alan Severiano que está em São Paulo. Você já sabe o que vai acontecer agora. Mas eu queria só lembrar que se nós fazemos isso todo dia é porque nós estamos cumprindo um dever profissional. Nós aqui e todos os jornalistas do planeta Terra”, afirmou o apresentador.

“Agora eu vou pedir para vocês que prestem muita atenção nas informações que o Alan está trazendo porque elas foram colhidas por um consórcio de veículos da imprensa, empresas, independentes da imprensa, se juntaram para oferecer para você em diversos meios e veículos, números e informações confiáveis como essas que o Alan vai trazer agora e ele tem uma notícia péssima para trazer para você. A média de casos da pandemia do Brasil também bateu um recorde”, concluiu o apresentador antes de introduzir a notícia de que o Brasil volta a ter média de mil mortes por dia.

O relato de Bonner movimentou as redes sociais durante à noite, tornando o nome do jornalista um dos assuntos mais comentados no Twitter.

Prefeitos dizem que Pazuello anunciou início da vacinação em todo o país para o dia 20 de janeiro Ministro da Saúde teve um encontro com mais de 130 prefeitos para tratar do programa de imunização contra a Covid-19. Frente Nacional dos Prefeitos afirmou que maioria das cidades tem agulhas e seringas suficientes.

Após uma reunião com o Ministério da Saúde nesta quinta-feira (14), prefeitos disseram que, de acordo com o ministro Eduardo Pazuello, a vacinação contra a Covid-19 começará em todo o país na quarta-feira (20) da semana que vem. A data depende de a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) liberar o uso emergencial das vacinas Coronovac e Astrazeneca. A decisão da Anvisa sai no domingo (17).

“De acordo com @ministropazuelo, próxima segunda chegam as 2 milhões de doses da Astrazeneca para estados. Há também as 6 milhões da Coronavac. Anvisa liberando domingo, distribuem na terça para iniciar na quarta, dia 20. Ou seja: 8 milhões de doses para janeiro”, escreveu o prefeito de Florianópolis, Gean Loureiro (DEM), em uma rede social.

As prefeituras de Curitiba, Cuiabá, Maringá e Araucária (PR) também saíram da reunião informando que o governo marcou a data do dia 20.

“Em Curitiba, vamos vacinar primeiro os grupos prioritários. Os 70 mil profissionais de saúde, e todos os idosos de Curitiba, que são perto de 300 mil pessoas”, afirmou o prefeito Rafael Greca (DEM). “Será em 20 de janeiro”.

Procurado pelo G1, o Ministério da Saúde ainda não confirmou a data.

Pazuello recebeu mais de 130 prefeitos. A maioria participou virtualmente.

Doses

A Frente Nacional dos Prefeitos disse ainda que, na reunião, Pazuello apresentou a seguinte previsão de quantas doses de vacina o país terá nos próximos meses:

  • Janeiro: 8 milhões
  • Fevereiro: 30 milhões
  • Abril: 80 milhões

Equipamento

O presidente da frente, Jonas Donizete, ex-prefeito de Campinas, disse que a maioria das cidades tem quantidade suficiente de agulhas e seringas para iniciar a vacinação.

“A gente vai passar para o ministro uma ideia de como estão as cidades. E para isso eu fiz uma conversa antes com os prefeitos. A notícia boa para a população é que a maioria das cidades está preparada para a vacinação, com seringas, agulhas”, afirmou.

REFLEXÃO- POÇOES24HORAS

Brasil registra 1.283 mortes por Covid em 24 horas; total passa de 206 mil País contabilizou total de 206.009 óbitos e 8.257.459 casos de Covid-19, segundo balanço do consórcio de veículos de imprensa.

O consórcio de veículos de imprensa divulgou novo levantamento da situação da pandemia de coronavírus no Brasil a partir de dados das secretarias estaduais de Saúde, consolidados às 20h desta quarta-feira (13).

O país registrou 1.283 mortes pela Covid-19 nas últimas 24 horas, chegando ao total de 206.009 óbitos desde o começo da pandemia. Com isso, a média móvel de mortes no Brasil nos últimos 7 dias foi de 995. A variação foi de +41% em comparação à média de 14 dias atrás, indicando tendência de crescimento nos óbitos pela doença.

Em casos confirmados, desde o começo da pandemia 8.257.459 brasileiros já tiveram ou têm o novo coronavírus, com 61.966 desses confirmados no último dia. A média móvel nos últimos 7 dias foi de 54.703 novos diagnósticos por dia. Isso representa uma variação de +52% em relação aos casos registrados em duas semanas, o que indica tendência de crescimento também nos diagnósticos.

Onze estados estão com alta nas mortes: PR, MG, RJ, SP, GO, AM, AP, TO, CE, PE e SE.

Após 5 dias seguidos sem qualquer estado apresentar queda de mortes, neta quarta o estado de Roraima registrou tendência que baixa em comparação com os números de 14 dias atrás.

Brasil, 13 de janeiro

 

  • Total de mortes: 206.009
  • Registro de mortes em 24 horas: 1.283
  • Média de novas mortes nos últimos 7 dias: 995 (variação em 14 dias: +41%)
  • Total de casos confirmados: 8.257.459
  • Registro de casos confirmados em 24 horas: 61.966
  • Média de novos casos nos últimos 7 dias: 54.703 por dia (variação em 14 dias: +52%)

 

(Antes do balanço das 20h, o consórcio divulgou um boletim parcial às 13h, com 204.980 mortes e 8.210.134 casos confirmados.)

Estados

 

  • Subindo (11 estados): PR, MG, RJ, SP, GO, AM, AP, TO, CE, PE e SE
  • Em estabilidade (14 estados + DF): RS, SC, ES, DF, MS, MT, AC, PA, RO, AL, BA, MA, PB, PI e RN
  • Em queda (1 estado): RR

Essa comparação leva em conta a média de mortes nos últimos 7 dias até a publicação deste balanço em relação à média registrada duas semanas atrás (entenda os critérios usados pelo G1 para analisar as tendências da pandemia).

Vale ressaltar que há estados em que o baixo número médio de óbitos pode levar a grandes variações percentuais. Os dados de médias móveis são, em geral, em números decimais e arredondados para facilitar a apresentação dos dados.

Motorista morre após carreta cair de ponte sobre represa em Fartura Acidente aconteceu na Ponte Benedito Garcia Ribeiro, entre Fartura e Carlópolis (PR). Motorista ficou preso no veículo e morreu no local. Bombeiros foram chamados para retirar o corpo da vítima da água.

Carreta caiu de ponte sobre a represa de Chavantes, em Fartura — Foto: Arquivo Pessoal

Carreta caiu de ponte sobre a represa de Chavantes, em Fartura — Foto: Arquivo Pessoal

Um caminhoneiro morreu após a queda de uma carreta da ponte sobre a Represa de Chavantes, em Fartura (SP), nesta quarta-feira (13). A ponte tem cerca de 53,5 metros de altura e 1.550 metros de extensão, sendo a 18ª maior ponte do Brasil.

Segundo os bombeiros, o veículo bateu em uma das guias da Ponte Benedito Garcia Ribeiro, entre Fartura e Carlópolis (PR). O motorista ficou preso no veículo e morreu no local.

De acordo com o Corpo de Bombeiros, não há informações se tinha mais alguém na carreta. Até 16h15, a corporação esperava a chegada de um equipamento para retirar o corpo do motorista da cabine.

O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) também foi acionado e as causas do acidente serão investigadas.

Carreta caiu de ponte em Fartura — Foto: Arquivo Pessoal

Carreta caiu de ponte em Fartura — Foto: Arquivo Pessoal

Carreta caiu na represa de Chavantes, em Fartura — Foto: Arquivo Pessoal

Carreta caiu na represa de Chavantes, em Fartura — Foto: Arquivo Pessoal

Carreta caiu de ponte sobre a represa de Chavantes, em Fartura — Foto: Arquivo Pessoal

Carreta caiu de ponte sobre a represa de Chavantes, em Fartura — Foto: Arquivo Pessoal

Morre Maguito Vilela, prefeito de Goiânia, por complicações do coronavírus

O ex-governador de Goiás e prefeito licenciado de Goiânia, Maguito Vilela (MDB), faleceu aos 71 anos, nesta quarta-feira (13). A informação foi confirmada pelo secretário de Comunicação da capital, Bruno Rocha Lima. O político estava internado na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital Albert Einstein, em São Paulo, lutando contra uma infecção pulmonar, em decorrência da Covid-19, da qual já havia se recuperado.

A nota divulgada pela Secretaria de Comunicação da capital informou que “a família está providenciando o traslado do corpo de São Paulo para Goiás e ele deve ser sepultado em Jataí, sua terra natal”.

O Hospital Albert Einstein confirmou a morte do político. Segundo a unidade de saúde, ele faleceu às 4h10 desta quarta-feira. Ele estava internado na unidade de saúde “desde o dia 27 de outubro para tratamento da Covid-19”.

Maguito perdeu duas irmãs para a Covid-19 em agosto de 2020, com menos de dez dia de diferença. No dia 19, morreu Nelma Vilela Veloso, de 76 anos, tinha diabetes e problemas pulmonares, comorbidades que agravaram o quadro. Já no dia 28, a irmã mais velha, Nelita Vilela, de 82 anos, também faleceu.

Terreno desmatado equivalente a 7 campos de futebol é encontrado em área de proteção ambiental da Chapada Diamantina Segundo a prefeitura de Ibicoara, área desmatada fica dentro de propriedade privada, e proprietários estão sendo procurados.

Um terreno desmatado de cerca de sete hectares, o que equivale a sete campos de futebol, foi descoberto em uma área de proteção ambiental da cidade de Ibicoara, na Chapada Diamantina, no último fim de semana.

Segundo informações da Secretaria de Meio Ambiente e da Companhia Independente de Polícia e Proteção Ambiental da cidade, a fiscalização chegou à área desmatada após de denuncias de incêndios no local, que fica a cerca de cinco quilômetros da zona urbana da cidade.

Aproximadamente 126 metros cúbicos de madeira foram encontrados no local e, segundo a prefeitura, o material será doado.

Foram encontrados cerca de 126 metros cúbicos de madeira no local — Foto: Reprodução/TV Bahia

Foram encontrados cerca de 126 metros cúbicos de madeira no local — Foto: Reprodução/TV Bahia

A administração municipal acredita que o local teria sido desmatado para uma plantação irregular de café.

Ainda segundo a prefeitura de Ibicoara, a área desmatada fica dentro de uma propriedade privada. Os proprietários estão sendo procurados.

Área desmatada fica em propriedade privada, e proprietários estão sendo procurados — Foto: Reprodução/TV Bahia

Área desmatada fica em propriedade privada, e proprietários estão sendo procurados — Foto: Reprodução/TV Bahia