prefeitura de pocoes


julho 2026
D S T Q Q S S
 1234
567891011
12131415161718
19202122232425
262728293031  



:: ‘Brasil’

Justiça derruba liminar e permite retorno das aulas presenciais no estado de São Paulo Decisão aceitou recurso da gestão Doria e suspendeu liminar que barrava aulas presenciais mesmo se o estado registrasse piora nos índices da pandemia de Covid-19. Sindicato dos Professores do Ensino Oficial do Estado de São Paulo disse que irá recorrer.

Sala de aula vazia  — Foto: Reprodução/NSC TV

Sala de aula vazia — Foto: Reprodução/NSC TV

Tribunal de Justiça de São Paulo derrubou nesta sexta-feira (29) a liminar que havia suspendido o retorno das aulas presenciais nas escolas públicas e privadas do estado. O Sindicato dos Professores do Ensino Oficial do Estado de São Paulo (Apeoesp) disse que irá recorrer da decisão.

Ao conceder a nova decisão, a Justiça atendeu a um pedido do governo de São Paulo e autorizou a retomada das aulas presenciais mesmo nas fases mais restritivas do plano estadual.

O presidente do TJSP, Geraldo Francisco Pinheiro Franco, afirmou que cabe às famílias decidir se as crianças devem ir presencialmente à escola ou não.

Veja, abaixo, o calendário de retorno das aulas:

  • rede municipal – retornam em 15 de fevereiro na capital paulista; nos demais municípios, a retomada pode acontecer a partir de 8 de fevereiro;
  • rede estadual – retorno marcado para 8 de fevereiro;
  • rede particular – as instituições estão autorizadas a retomar as atividades em 1º de fevereiro, mas a decisão fica a critério de cada escola.

 

Atualmente, o estado de São Paulo tem seis regiões na vermelha (a mais restritiva) e 11 na laranja – incluindo a capital e a Grande São Paulo. Além disso, todas as regiões do estado entram em fase vermelha aos finais de semana e feriados. Nos dias úteis, esse estágio vale das 20h às 6h.

Na decisão desta sexta, o presidente do TJ afirmou:

“Cabe acrescentar mais uma ponderação: existe a preocupação do Estado, mas sempre prepondera a decisão das famílias. Assim, a decisão final a respeito da participação de cada aluno nas atividades escolares presenciais cabe às famílias, especificamente ao detentor do poder familiar, delimitado nos artigos1.630 a 1.638 do Código Civil, ou ainda ao responsável legal. O Estado tem papel importante na atual quadra, e nem poderia ser diferente. Entrementes, o Estado não substitui a família”.

Pinheiro argumentou ainda que a decisão do governo de voltar com as aulas presenciais “está cercada de todas as cautelas necessárias” e que “o retorno dos alunos não será total”. Segundo ele, tanto as escolas quanto o poder executivo realizaram gastos para possibilitar a reabertura.

“[…] tudo isso revela um amplo planejamento, com expressivo gasto público, o que não pode ser desprezado. Da mesma forma, tudo sugere que o setor privado também efetuou gastos consideráveis e adotou um planejamento abruptamente comprometido em caso de manutenção da liminar em tela”, afirmou.

Em nota, o governo do estado disse que, com a decisão desta sexta, “as 5,1 mil escolas da rede estadual ficam autorizadas a iniciar o ano letivo a partir do dia 8 [de fevereiro], enquanto que unidades particulares e municipais podem retomar antes”.

“A Secretaria de Estado da Educação argumentou [no recurso para suspender a liminar] que cerca de 1,7 mil escolas estaduais em 314 municípios retomaram atividades presenciais em São Paulo desde setembro de 2020, sendo 800 na capital. Não houve nenhum registro de transmissão de coronavírus dentro dessas unidades até o momento”, afirma o comunicado.

A liminar que suspendia as aulas presenciais atendia a um pedido da Apeoesp para barrar decreto do governador João Doria (PSDB) que autorizava a abertura das escolas mesmo se o estado registrasse piora nos índices da pandemia de Covid-19.

A juíza Simone Gomes, da 9ª Vara da Fazenda Pública, baseou sua decisão “na proteção ao direito à vida”. Ela defendeu que as aulas presenciais não deveriam ser retomadas em áreas classificadas nas fases laranja e vermelha.

Volta às aulas

Aluno da rede estadual de ensino em atividade presencial na escola em setembro de 2020. — Foto: Divulgação/Secretaria da Educação

Aluno da rede estadual de ensino em atividade presencial na escola em setembro de 2020. — Foto: Divulgação/Secretaria da Educação

Inicialmente, a previsão era a de que o início das aulas ocorresse em 1º de fevereiro, mas o governo adiou para o dia 8 do mesmo mês. Ao comunicar a mudança, a gestão Doria estabeleceu ainda que não seria mais obrigatório o retorno presencial dos alunos de todas as escolas do estado nas fases laranja e vermelha.

Se quiser escolher ministro, se candidate em 2022, diz Bolsonaro após Mourão sugerir saída de Ernesto

[Se quiser escolher ministro, se candidate em 2022, diz Bolsonaro após Mourão sugerir saída de Ernesto]
 28 de Janeiro de 2021 às 20:45  Por: Valter Campanato/Agência Brasil  Por: Folhapress

Em recado direto ao vice-presidente Hamilton Mourão, o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) afirmou nesta quinta-feira (28) que cabe a ele escolher e demitir ministros, chamou seu vice de palpiteiro e disse que quem quiser escolher os membros do primeiro escalão do governo deve se candidatar nas próximas eleições presidenciais.

As declarações foram dadas um dia após Mourão ter sinalizado a demissão de Ernesto Araújo, ministro das Relações Exteriores.

Ao chegar ao Palácio do Alvorada, no final desta tarde, Bolsonaro foi questionado sobre as declarações de Mourão. Inicialmente, o presidente afirmou que não iria comentar o assunto, ironizando ao dizer que não sabia nada sobre trocas de ministros e que as perguntas deveriam ser destinadas a Mourão.

Após uma oração com os apoiadores, no entanto, mudou de opinião. Começou atacando a imprensa, por “semear discórdia” ao noticiar possíveis mudanças de ministros e completou em seguida que a situação se agrava quando membros do governo também aventam essas possibilidades.

“Eu lamento que gente do próprio governo agora passe a dar palpites no tocante à troca de ministros. O governo vai indo bem, apesar dos problemas que nós temos, e estou falando da pandemia que realmente deu uma atrapalhada em quase tudo”, afirmou o presidente.

“O que nós menos precisamos é de palpiteiros no tocante à formação do meu ministério. Deixo bem claro que todos os 23 ministros sou eu que escolho e mais ninguém. Ponto final. Se alguém quiser escolher ministro, se candidate em 2022 e boa sorte em 23”, completou.

Nesta quinta-feira, o presidente já havia feito um agrado ao seu chanceler, que o acompanhou em viagem ao nordeste.

“Eu sempre digo, se ministro meu for elogiado pela mídia, ele corre o risco de ser demitido. Sem querer generalizar a nossa mídia. Temos bons jornalistas. Mas os figurões da mídia o tempo todo criticam o nosso Ernesto Araújo. O nosso homem que faz as relações públicas com o mundo todo.”

Ernesto se encontrou em situação delicada a partir do momento em que o Brasil passou a necessitar de insumos chineses para a vacina contra o novo coronavírus. O chanceler era uma das principais vozes com ataques e críticas ao país asiático.

Em entrevista à rádio Bandeirantes, Mourão havia sido questionado sobre a situação do atual chanceler, nesse contexto. O vice-presidente então sinalizou que haveria mudanças ministeriais após a eleição no Congresso, sendo que Ernesto poderia sair.

“Não resta dúvida que tem alguns ministros que são destaque inconteste pela sua capacidade gerencial e sua visão estratégica. Não preciso citar nomes. Mas o caso específico que você colocou [Ernesto Araújo], na questão das Relações Exteriores, isso é algo que fica na alçada do presidente, né? Eu acho, julgo, não tenho bola de cristal para isso, nem esse assunto foi discutido comigo, que, num futuro próximo aí, após essa questão das eleições dos novos presidentes das duas Casas do Congresso, poderá ocorrer uma reorganização do governo para que seja acomodada a nova composição política que emergir deste processo”, disse Mourão.

“Então, talvez, nisso aí, alguns ministros sejam trocados e, entre eles, o próprio do Ministério das Relações Exteriores. Então, prefiro aguardar. Até porque esse assunto não foi discutido comigo em nenhum momento, e tudo o que eu puder falar aqui será pura especulação”, concluiu.

Na semana passada, houve rumores entre diplomatas brasileiros de que o ex-presidente Michel Temer poderia ser o substituto de Ernesto, mas a chegada do carregamento de vacinas da Índia ao Brasil pareceu, nos bastidores, dar uma sobrevida ao ministro.

Nesta semana, porém, parte do núcleo militar do governo passou a dizer que o desconforto com a figura do chanceler havia chegado “ao limite” por causa de seus embates com a China num momento crucial da pandemia e, de acordo com esses militares, a saída de Ernesto havia se tornado inevitável.

As declarações de Mourão nesta quarta foram interpretadas como forma de externar o sentimento que já dominava parte do setor militar e dos técnicos do Itamaraty.

Governo tentou doação de oxigênio dos EUA por 9 dias; Venezuela já enviou 3 remessas

Por: Vinicius Sassine / Folhapress
O governo do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) tentou, por nove dias, garantir uma doação de oxigênio líquido dos Estados Unidos para o Amazonas. No entanto, como consta em documento da Casa Civil da Presidência sobre as ações para debelar a crise no estado, não obteve êxito até o fim da tarde desta segunda-feira (25). No mesmo período, a Venezuela — país sob o regime do ditador Nicolás Maduro e criticado pelo presidente e seus aliados — já fez três remessas do insumo a Manaus. Neste mês, a capital do Amazonas enfrenta um repique na pandemia da Covid-19.
O pedido de oxigênio ao governo americano é conduzido pelo Ministério das Relações Exteriores.
As negociações começaram no dia 17 de janeiro, no apagar das luzes da gestão do republicando Donald Trump, de quem Bolsonaro era aliado, e continuaram após a posse do democrata Joe Biden, no dia 20.
O presidente brasileiro foi um dos últimos a reconhecer a vitória de Biden e apontou fraudes na eleição do democrata, dando vazão ao discurso de Trump até o fim da transição de poder nos EUA.
Antes de buscar a doação de oxigênio líquido, o ministro das Relações Exteriores, Ernesto Araújo, tentou garantir o empréstimo de aeronaves americanas para transportar o insumo até Manaus, mas esse transporte não chegou a ocorrer.
Ernesto falou por telefone com Mike Pompeo, secretário de Estado dos EUA no governo Trump. O contato ocorreu logo no início do colapso dos hospitais em Manaus por falta de oxigênio. Pacientes morreram por falta de insumo, segundo médicos.
O pedido do Itamaraty por aviões dos EUA não foi o único que não prosperou em tempo hábil. Houve também ofensivas sobre Chile e Israel, mas nenhuma funcionou. No momento das tratativas diplomáticas, os três países eram administrados por políticos de direita, o campo político de Bolsonaro.
A informação sobre o início das negociações com os EUA para doações de oxigênio no dia 17 está registrada em relatório da Casa Civil, que atualiza diariamente as ações de ministérios na crise de escassez de oxigênio no Amazonas.
No fim da tarde do dia 25, a Casa Civil anotou que seguia em curso o pedido por “doação de oxigênio líquido ao governo dos EUA em favor do estado do Amazonas”. A solicitação está a cargo do Itamaraty.
Estão envolvidos na operação o Ministério das Relações Exteriores, a ABC (Agência Brasileira de Cooperação), a Embaixada do Brasil em Washington e a Embaixada dos EUA em Brasília. Gestões “político-diplomáticas” ocorrem nas duas capitais, conforme o documento da Casa Civil.
O mesmo relatório detalha os envios de oxigênio a Manaus feitos pela Venezuela. A primeira remessa, que contou com a coordenação do Itamaraty na fronteira para facilitar os trâmites do transporte do insumo, ocorreu no dia 19.
O oxigênio foi doado pelo “estado venezuelano de Bolívar ao estado do Amazonas”, segundo o documento da Casa Civil.
Depois, no mesmo dia e no dia seguinte, o Itamaraty coordenou a “escolta feita pela PRF (Polícia Rodoviária Federal) dos cinco caminhões venezuelanos carregados com oxigênio líquido”. A escolta ocorreu de Pacaraima (RR), cidade que fica na fronteira com a Venezuela, até Manaus.
Uma segunda remessa feita pela Venezuela ocorreu no dia 22. No mesmo dia, o Itamaraty coordenou uma operação que buscou agilizar o transbordo de oxigênio líquido dos tanques de dois caminhões venezuelanos para dois caminhões brasileiros.
Neste caso, segundo a Casa Civil, o insumo era da White Martins, a empresa fornecedora dos hospitais em Manaus.
A crise de escassez de oxigênio no Amazonas levou o ministro da Saúde, o general da ativa Eduardo Pazuello, a ser formalmente investigado no STF (Supremo Tribunal Federal). Ele é suspeito de cometer crimes ao se omitir diante de sucessivos alertas, feitos com pelo menos seis dias de antecedência, sobre o que ocorria e o que viria a ocorrer nos hospitais.
A reportagem enviou perguntas ao Itamaraty e à Embaixada dos EUA em Brasília, no começo da tarde de terça (26). Não houve resposta até a publicação desta reportagem.

Brasil soma 9 milhões de casos de Covid e 220 mil mortos pela doença

O consórcio de veículos de imprensa divulgou novo levantamento da situação da pandemia de coronavírus no Brasil a partir de dados das secretarias estaduais de Saúde, consolidados às 20h desta quarta-feira (27).

O país registrou 1.319 mortes pela Covid-19 nas últimas 24 horas, chegando ao total de 220.237 óbitos desde o começo da pandemia. Com isso, a média móvel de mortes no Brasil nos últimos 7 dias foi de 1.049. A variação foi de +5% em comparação à média de 14 dias atrás, indicando tendência de estabilidade nos óbitos pela doença.

Em casos confirmados, desde o começo da pandemia 9.000.485 brasileiros já tiveram ou têm o novo coronavírus, com 64.895 desses confirmados no último dia. A média móvel nos últimos 7 dias foi de 51.517 novos diagnósticos por dia. Isso representa uma variação de -9% em relação aos casos registrados em duas semanas, o que indica tendência de estabilidade nos diagnósticos.

Nove estados estão com alta nas mortes: MG, GO, MT, AC, AM, RO, RR, CE e PI.

Brasil, 27 de janeiro

  • Total de mortes: 220.237
  • Registro de mortes em 24 horas: 1.319
  • Média de novas mortes nos últimos 7 dias: 1.049 (variação em 14 dias: +5%)
  • Total de casos confirmados: 9.000.485
  • Registro de casos confirmados em 24 horas: 64.895
  • Média de novos casos nos últimos 7 dias: 51.517 por dia (variação em 14 dias: -9%)

(Antes do balanço das 20h, o consórcio divulgou um boletim parcial às 13h, com 219.203 mortes e 8.949.429 casos confirmados.)

Estados

  • Subindo (9 estados): MG, GO, MT, AC, AM, RO, RR, CE e PI
  • Em estabilidade (11 estados e o DF): SC, ES, RJ, SP, DF, MS, PA, AL, BA, PB, RN e SE
  • Em queda (6 estados): PR, RS, AP, TO, MA e PE

 

Essa comparação leva em conta a média de mortes nos últimos 7 dias até a publicação deste balanço em relação à média registrada duas semanas atrás (entenda os critérios usados pelo G1 para analisar as tendências da pandemia).

Vale ressaltar que há estados em que o baixo número médio de óbitos pode levar a grandes variações percentuais. Os dados de médias móveis são, em geral, em números decimais e arredondados para facilitar a apresentação dos dados.

Vacinação

Balanço da vacinação contra Covid-19 no Brasil nesta quarta (27) aponta que 21 estados e o Distrito Federal vacinaram 1.248.821 pessoas, segundo dados divulgados até as 20h. Os demais não divulgaram números consolidados de vacinação que representem todo o estado

Média móvel de mortes por Covid no Brasil sobe pelo 4º dia e chega a 1.058; total se aproxima de 219 mil

O consórcio de veículos de imprensa divulgou novo levantamento da situação da pandemia de coronavírus no Brasil a partir de dados das secretarias estaduais de Saúde, consolidados às 20h desta terça-feira (26).

O país registrou 1.206 mortes pela Covid-19 nas últimas 24 horas, chegando ao total de 218.918 óbitos desde o começo da pandemia. Com isso, a média móvel de mortes no Brasil nos últimos 7 dias foi de 1.058Essa média está em crescimento há 4 dias seguidos e novamente é a maior desde 4 de agosto (quando foi de 1.066 mortes). A variação foi de +6% em comparação à média de 14 dias atrás, indicando tendência de estabilidade nos óbitos pela doença.

Em casos confirmados, desde o começo da pandemia 8.936.590 brasileiros já tiveram ou têm o novo coronavírus, com 63.626 desses confirmados no último dia. A média móvel nos últimos 7 dias foi de 51.550 novos diagnósticos por dia. Isso representa uma variação de -6% em relação aos casos registrados em duas semanas, o que indica tendência de estabilidade nos diagnósticos.

Cinco estados estão com alta nas mortes: MG, GO, MT, AM e RR.

Segue chamando atenção a situação do estado do Amazonas, que registrou sua maior marca de mortes por Covid em 24 horas até aqui. Foram 192, o que levou também a um recorde em sua média móvel de óbitos. Na última semana, morreram por coronavírus em média 139 pessoas por dia no estado. Em maio, no ápice do primeiro pico de Covid-19 no AM, essa média não passou da casa dos 70 mortos por dia.

Brasil, 26 de janeiro

 

  • Total de mortes: 218.918
  • Registro de mortes em 24 horas: 1.206
  • Média de novas mortes nos últimos 7 dias: 1.058 (variação em 14 dias: +6%)
  • Total de casos confirmados: 8.936.590
  • Registro de casos confirmados em 24 horas: 63.626
  • Média de novos casos nos últimos 7 dias: 51.550 por dia (variação em 14 dias: -6%)

 

(Antes do balanço das 20h, o consórcio divulgou um boletim parcial às 13h, com 217.806 mortes e 8.881.853 casos confirmados.)

Estados

 

  • Subindo (5 estados): MG, GO, MT, AM e RR
  • Em estabilidade (17 estados e o DF): ES, RJ, SP, DF, MS, AC, PA, RO, TO, AL, BA, CE, MA, PB, PE, PI, RN e SE
  • Em queda (4 estados): PR, RS, SC e AP

 

Essa comparação leva em conta a média de mortes nos últimos 7 dias até a publicação deste balanço em relação à média registrada duas semanas atrás (entenda os critérios usados pelo G1 para analisar as tendências da pandemia).

Vale ressaltar que há estados em que o baixo número médio de óbitos pode levar a grandes variações percentuais. Os dados de médias móveis são, em geral, em números decimais e arredondados para facilitar a apresentação dos dados.

Vacinação

 

Balanço da vacinação contra Covid-19 no Brasil nesta terça (26) aponta que 17 estados e o Distrito Federal vacinaram 844.015 pessoas, segundo dados divulgados até as 20h. Os demais não divulgaram números consolidados de vacinação que representem todo o estado.

Morre influenciadora que estava na UTI por complicações em lipoaspiração

Neste domingo (24/1), o hospital em que a influenciadora Liliane Amorim (que morava em Juazeiro do Norte, no Ceará) estava internada confirmou para o G1 CE que a jovem morreu. Ela havia sido encaminhada para a UTI em 17/1, após complicações em uma lipoaspiração.
Liliane Amorim Instagram/Reprodução

“É com extremo pesar que comunicamos que a Srta. Liliane faleceu hoje pela manhã. Toda a Equipe de nosso Hospital está de luto em nome dessa moça que foi uma guerreira em todos os momentos durante sua Internação. Em respeito à memória de Liliane e à toda a dor de seus familiares, solicitamos uma oração para que Deus a receba em bom lugar. Paz e bem. Bom dia”, dizia a nota publicada pelo site. A declaração foi assinada por Sérgio de Araújo, diretor da unidade que a atendia.

Na conta de Instagram da influenciadora, os familiares vinham dando algumas informações sobre seu estado de saúde. Dias atrás, explicaram que ela passou pelo procedimento em 9/1 e teve que refazer a cirurgia seis dias depois devido a complicações na intervenção. Após as duas operações, precisou ser internada. No último sábado (23), uma nova postagem avisava que Liliane estava em um quadro clínico considerado gravíssimo.

Até a publicação desta matéria, a família não havia se manifestado sobre o falecimento no perfil de Liliane. Muita força aos parentes, amigos e fãs!

PR- Acidente com ônibus na BR-376 deixa 21 mortos e 33 feridos

Segundo a polícia, 33 pessoas foram socorridas feridas, sendo sete delas em estado grave e seis com ferimentos moderados.

O acidente aconteceu na altura do km 668, no trecho conhecido como Curva da Santa, por volta das 8h30, de acordo com a Polícia Rodoviária Federal (PRF).

De acordo com a concessionária Arteris Litoral Sul, que administra o trecho, ficou totalmente bloqueada para atendimento do caso até as 12h45. Às 13h, o congestionamento era de 22 quilômetros.

A PRF informou que ônibus, com placa de Belém, no Pará, descia a Serra do Mar em direção ao litoral catarinense quando bateu na mureta de contenção, saiu da pista e tombou às margens da rodovia.

De acordo com a PRF, o ônibus saiu de Ananindeua (PA) e tinha como destino Balneário Camboriú (SC).

De acordo com o capitão do Corpo de Bombeiros Ícaro Grenert, que participou dos resgates, as informações preliminares dão conta que o ônibus saiu sozinho da pista, sem se chocar em outro veículo.

“A gente não tem como falar se foi uma falha mecânica ou o que aconteceu. Ele caiu na ribanceira. Felizmente ele não caiu rio abaixo, que dá pelo menos 50 metros, então esse número de óbitos seria bem mais significativos”, disse o socorrista.

Resgate

Ambulâncias e helicópteros dos bombeiros do Paraná e de Santa Catarina socorreram os feridos moderados e graves e encaminharam as vítimas para Curitiba e Joinville.

As pessoas com ferimentos leves foram levadas para Garuva.

De acordo com o BPMOA, há crianças entre as vítimas.

Segundo a PM, 54 passageiros e dois motoristas estavam no ônibus no momento do acidente.

O que diz a empresa

A empresa de turismo dona do ônibus afirmou que o veículo foi fretado por uma terceira pessoa.

A TC Turismo disse que está a caminho do local do acidente para prestar auxílio às vítimas e que está providenciando um meio de comunicação para prestar informações aos familiares.

“A TC Pires da Cruz informa que prestará todo apoio necessário às vítimas e familiares e não medirá esforços para amenizar a dor de cada um dos paraenses envolvidos no acidente, assim como a dos seus entes queridos, neste momento tão difícil para todos”, disse a empresa em nota.

Fonte: G1-PR

Bolsa Família exclui 3,7 MILHÕES de lares com direito ao benefício

Foto: Reprodução
O Bolsa Família é, atualmente, o principal programa de distribuição de renda do país e contempla 14,2 milhões. Porém, segundo dados do IBGE, 17,9 milhões de famílias teriam direito ao benefício.
De acordo com os dados coletados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) no mês de novembro do ano passado, havia 17,9 milhões de famílias que atendem aos critérios do programa e, portanto, devem ser atendidas.
Esses dados foram coletados a partir de microdados da Pnad Covid-19 e considera a renda formal declarada e a composição familiar. Portanto, a renda informal e o recebimento de benefícios assistências, como o auxílio emergencial e o Bolsa Família, não foram considerados.
Atualmente, o Governo Federal para o Bolsa Família para 14,2 milhões, ou seja, 3,7 milhões  de famílias não o recebem, mesmo tendo direito. O programa possui uma verba limitada e, por isso, realiza atualizações de dados para verificar pagamentos indevidos.
Além disso, busca identificar as famílias que não atender aos critérios e exigências do programa, para que assim, o pagamento sejas repassado para quem realmente precisa e aguarda na lista de espera.
Critérios do Bolsa Família
O Bolsa é destinado as famílias em situação de extrema pobreza. Dessa maneira, precisam ter uma renda familiar mensal per capita de até R$ 89.
As famílias em situação de pobreza, ou seja, que têm uma renda familiar entre R$ 89,01 e R$ 178 mensais por pessoa também são contempladas.
Porém, nesta última situação só são incluídas no programa social as famílias que tenham em sua composição gestantes e/ou crianças entre 0 a 17 anos. Segundo a pesquisa realizada pelo IBGE, no mês de novembro, o país possuía 16,9 milhões de famílias em situação de extrema pobreza.
Dessa maneira, o programa de distribuição de renda deixa de fora 2,7 milhões de famílias em situação de extrema pobreza, mais 1 milhão em situação de pobreza sem nenhuma ajuda financeira para sustentar os familiares.
O instituto alerta quer o número pode ser ainda maior, já que durante seis meses (entre os meses de maio e novembro) o quantitativo de famílias elegíveis ao programa aumentou em 2,7 milhões, passando de 15,2 milhões para 17,9 milhões.
Exigências do Bolsa Família
Os beneficiários precisam manter os dados atualizados no CadÚnico e seguir as exigências do programa, como frequência escolar de 85% para as crianças entre 6 a 15 anos e de 75% para os jovens de 16 a 17 anos.
Outra exigência é manter o calendário de vacinação das crianças menores de 7 anos em dia e fazer o acompanhamento de sua saúde. Em famílias que possuem gestantes, essas devem realizar o acompanhamento da gestação na rede pública pelo pré-natal.
As mães que amamentam também precisam comparecer as atividades educativas sobre aleitamento materno e alimentação saudável. As mulheres entre 14 e 44 anos também precisam ter o acompanhamento de saúde.
Unificar programas
A sugestão de especialistas é realizar a unificação de programas, para que assim, todas essas famílias em situação de pobreza e extrema pobreza possam ser contempladas e atendidas por um programa de transferência de renda e assistencial.
Segundo Pedro Herculano de Souza, técnico do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) e especialista em desigualdade social no Brasil, o país precisa buscar uma forma de ampliar o Bolsa Família para que possa atender toda a demanda.
Por isso, a sugestão do técnico é unificar outros programas sociais e assistenciais.
O ano passado, a equipe econômica, liderada pelo ministro Paulo Guedes, tentou essa estratégia, sugerindo a unificação de benefícios como o abono salarial, o seguro-defeso, o salário-família e o Farmácia Popular para criar o Renda Brasil.
Porém, o tema foi alvo de muita crítica e inquietação dos brasileiros. Diante disso, o presidente da república, Jair Bolsonaro (sem partido), não gostou da ideia, por se tratar de programas de apelo popular, e cancelou a sugestão afirmando que “não vou tirar dos pobres para dar aos paupérrimos”.
Diante disso, a decisão foi continuar com o Bolsa Família em 2021 e tentar ampliar o programa, tanto no valor recebido por cada família, como no número de contemplados.
Com informações do site: FDR, Glaucia Alves

Avião com presidente e jogadores do Palmas Futebol e Regatas cai logo após decolar; 6 pessoas morreram

       Destroços do avião que transportava        parte da equipe do     Palmas Futebol Clube e caiu em Porto Nacional na manhã deste domingo (24) — Foto: Divulgação

Por TV Anhanguera                                                                                                                                                                           Um avião com parte da equipe do Palmas Futebol e Regatas, time da Série D, caiu na manhã deste domingo (24), pouco após decolar, no distrito de Luzimangues, em Porto Nacional (TO). Um vídeo feito no local do acidente mostra a aeronave em chamas logo após a queda. Quatro jogadores, o presidente da agremiação, Lucas Meira, de 32 anos, e o piloto da aeronave morreram.

Os atletas que morreram são Lucas Praxedes, de 23 anos; Guilherme Noé, de 28 anos; Ranule, de 27 anos e Marcus Molinari, de 23 anos. O piloto foi identificado como comandante Wagner Machado, de 59 anos.

O Palmas informou que os atletas estavam no voo particular porque tinham sido diagnosticados com a Covid-19 e o período de isolamento terminaria neste domingo.

A equipe enfrentaria o Vila Nova pela Copa Verde em Goiânia. A partida estava programada para esta segunda-feira (25). O Vila Nova emitiu nota lamentando o acidente e informando que vai colaborar para o adiamento da partida. A Confederação Brasileira de Futebol (CBF) informou que o jogo está adiado e não tem nova data para acontecer.

A Aeronáutica informou que enviou uma equipe de Brasília para Porto Nacional para investigar o acidente. Ainda não foi informado quanto tempo a apuração deve demorar.

O Corpo de Bombeiros informou que se trata de um bimotor modelo Baron, de prefixo PTLYG. O site da fabricante do avião, a Beechcraft, indica que este tipo de aeronave pode transportar no máximo seis pessoas por voo.

De acordo com o Registro Aeronáutico Brasileiro (RAB), o avião pertencia a uma construtora com sede no Pará e não tinha autorização para realização de serviços de táxi aéreo. A assessoria do Palmas informou que o avião tinha sido adquirido há pouco tempo pelo presidente, Lucas Meira, e que estava em fase de transferência. O time informou que o avião não estava realizando serviço de táxi aéreo.

Avião caiu logo após a cabeceira da pista — Foto: Rodrigo Noleto/Divulgação
Avião caiu logo após a cabeceira da pista — Foto: Rodrigo Noleto/Divulgação

Imagens feitas no local mostram que a aeronave ficou completamente destruída com o choque. Além do IML e dos Bombeiros, equipes da Polícia Militar estão no local prestando apoio.

O presidente do time, Lucas Meira, chegou a ser candidato a vice-prefeito de Palmas na chapa da vencedora das eleições Cinthia Ribeiro (PSDB). Ele acabou deixando a coligação alegando motivos pessoais. A prefeita emitiu nota lamentando o acidente e se solidarizando com as famílias.

Avião com parte do time do Palmas pegou fogo logo após cair

Veja a nota divulgada pelo Palmas Futebol e Regatas:

O Palmas Futebol e Regatas vem por meio desta informar que por volta das 8h15 da manhã deste domingo, 24, ocorreu um acidente aéreo envolvendo o presidente do clube Lucas Meira, quando decolava para Goiânia, para a partida entre Vila Nova x Palmas nesta segunda, 25, válida pela Copa Verde. O avião em que Lucas estava junto com o comandante Wagner e os atletas Lucas Praxedes, Guilherme Noé, Ranule e Marcus Molinari, decolou e caiu no final da pista da Associação Tocantinense de Aviação. Lamentamos informar que não há sobreviventes. Neste momento de dor e consternação, o clube pede orações pelos familiares aos quais prestará os devidos apoios, e ressalta que no momento oportuno voltará a se pronunciar.

Vacinação contra a Covid: idosos e cuidadores dos abrigos e asilos recebem primeira dose da vacina

“Tomando essa vacina, a esperança da gente é de sobreviver mesmo, porque o que essa vacina traz pra gente é saúde! O sentimento, realmente, é que essa vontade foi satisfeita na gente”, foi o que disse o simpático Daut Guedes, conhecido por Seu Guedes, de 77 anos, ao tomar a primeira dose da vacina contra a Covid-19, no Abrigo Lar da Terceira Idade.

Seu Guedes foi um dos primeiros idosos a receber a vacinação contra a Covid-19

Assim como ele, todos os idosos acima de 60 anos que vivem nas Instituições de Longa Permanência (abrigos e asilos) de Vitória da Conquista estão sendo vacinados contra a Covid-19. Eles fazem parte de um dos grupos prioritários da 1ª fase da campanha de vacinação, conforme o Plano de Vacinação contra a Covid-19.

A ação, que iniciou na tarde desta sexta (22) e seguirá na manhã deste sábado (23), vai vacinar em torno de 250 idosos e cuidadores de cinco Instituições de Longa Permanência de Idosos do município: Casa Maria Mãe dos Pobres, Abrigo Lar da Terceira Idade, Pró Vida, Nossa Casa Terceira Idade e Abrigo Nosso Lar.

“O município segue com a estratégia de vacinação contra a Covid-19 e nessa primeira etapa de recebimento de doses, que ainda não foi um grande quantitativo, foi priorizado a vacinação dos trabalhadores de saúde da linha de frente Covid, e também os idosos a partir de 60 anos que estão institucionalizados, conforme o Ministério da Saúde definiu no Plano Nacional”, explica a Diretora de Vigilância em Saúde, Ana Maria Ferraz.

A segunda dose da vacina tem previsão de ser administrada após 30 dias da primeira aplicação.

Vale lembrar que, assim que novas remessas de doses da vacina forem enviadas ao município, será ampliada a vacinação para os demais idosos que estão no grupo prioritário da primeira fase da campanha, conforme definição do Ministério da Saúde.