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Tragédia na Bahia: Bebê de dois meses e outras duas pessoas morrem após batida entre caminhonetes

Três pessoas morreram e outras três ficaram feridas após uma batida entre duas caminhonetes, nesta segunda-feira (1°), na BR-020, em trecho de Luís Eduardo Magalhães, no oeste da Bahia. Conforme a Polícia Rodoviária Federal (PRF), entre os mortos estava um bebê de dois meses.
O acidente aconteceu próximo ao povoado de Novo Paraná, que pertence a Luís Eduardo Magalhães. Segundo informações da PRF, as duas caminhonetes bateram de frente.
Com o impacto da batida, a cabine de uma das caminhonetes ficou completamente retorcida e a frente do outro veículo, ficou destruído. Um dos feridos foi socorrido em estado grave e levado para um hospital da região.
A identidade das vítimas não foi divulgada. Também não há informações sobre o que pode ter provocado o acidente. G1
Brasil tem mais de 9,2 milhões de casos de Covid-19 País contabilizou 9.202.791 casos e 224.534 óbitos por Covid-19 desde o início da pandemia, segundo balanço do consórcio de veículos de imprensa.
O consórcio de veículos de imprensa divulgou novo levantamento da situação da pandemia de coronavírus no Brasil a partir de dados das secretarias estaduais de Saúde, consolidados às 20h deste domingo (31).
O país registrou 563 mortes pela Covid-19 nas últimas 24 horas, chegando ao total de 224.534 óbitos desde o começo da pandemia. Com isso, a média móvel de mortes no Brasil nos últimos 7 dias foi de 1.065. A variação foi de +11% em comparação à média de 14 dias atrás, indicando tendência de estabilidade nos óbitos pela doença.
Em casos confirmados, desde o começo da pandemia 9.202.791 brasileiros já tiveram ou têm o novo coronavírus, com 27.597 desses confirmados no último dia. A média móvel nos últimos 7 dias foi de 51.170 novos diagnósticos por dia. Isso representa uma variação de -5% em relação aos casos registrados em duas semanas, o que indica tendência de estabilidade nos diagnósticos.
Dez estados e o Distrito Federal estão com alta nas mortes: AC, AP, CE, GO, PR, PA, RO, AM, MT, RR.
Brasil, 31 de janeiro
- Total de mortes: 224.534
- Registro de mortes em 24 horas: 563
- Média de novas mortes nos últimos 7 dias: 1.065 (variação em 14 dias: +11%)
- Total de casos confirmados: 9.202.791
- Registro de casos confirmados em 24 horas: 27.597
- Média de novos casos nos últimos 7 dias: 51.170 por dia (variação em 14 dias: -5%)
(Antes do balanço das 20h, o consórcio divulgou um boletim parcial às 13h, com 224.124 mortes e 9.184.112 casos confirmados.)
Estados
- Subindo (10 estados e o Distrito Federal): AC, AP, CE, GO, PR, PA, RO, AM, MT, RR
- Em estabilidade (11 estados): MG, SP, BA, ES, PB, RJ, SC, AL, PI, MA, PE
- Em queda (5 estados): MS, RN, RS, TO, SE
Essa comparação leva em conta a média de mortes nos últimos 7 dias até a publicação deste balanço em relação à média registrada duas semanas atrás (entenda os critérios usados pelo G1 para analisar as tendências da pandemia).
Vale ressaltar que há estados em que o baixo número médio de óbitos pode levar a grandes variações percentuais. Os dados de médias móveis são, em geral, em números decimais e arredondados para facilitar a apresentação dos dados.
Vacinação
Balanço da vacinação contra Covid-19 no Brasil neste domingo (31) aponta que 26 estados e o DF vacinaram 2,05 milhões contra Covid, segundo dados divulgados até as 20h.
Campanha do consórcio de veículos de imprensa destaca a importância da vacinação
Sul
- PR: 119%
- RS: -24%
- SC: -11%
Sudeste
- ES: 4%
- MG: 5%
- RJ: -5%
- SP: -5%
Centro-Oeste
- DF: 32%
- GO: 43%
- MS: -20%
- MT: 33%
Norte
- AC: 55%
- AM: 76%
- AP: 17%
- PA: 42%
- RO: 27%
- RR: 67%
- TO: -19%
Nordeste
- AL: 5%
- BA: 12%
- CE: 138%
- MA: 7%
- PB: -3%
- PE: -14%
- PI: 0%
- RN: -38%
- SE: -34%
Total de vacinados contra coronavírus ultrapassa 2 milhões de pessoas no Brasil
![Total de vacinados contra coronavírus ultrapassa 2 milhões de pessoas no Brasil [Total de vacinados contra coronavírus ultrapassa 2 milhões de pessoas no Brasil]](https://imagem.bnews.com.br/fotos/bocao_noticias/ttyOmGEg03B_jPsRwHc5IA/810x400/295265-IMAGEM_NOTICIA_0.jpg)
O Brasil já deu uma dose da vacina contra a Covid-19 para 2.002.455 pessoas.
O consórcio, formado pelos veículos Folha, UOL, O Estado de S. Paulo, Extra, O Globo e G1, atualizou informações repassadas sobre a vacinação contra a Covid-19 por 12 estados.
Por enquanto, as vacinas disponíveis no Brasil são a Coronavac, vacina do Butantan em parceria com a farmacêutica Sinovac, e o imunizante da Fiocruz, desenvolvido pela parceria entre a Universidade de Oxford e a AstraZeneca.
O total de pessoas que receberam a primeira dose representa 1,24% da população brasileira acima de 18 anos, e 0,95% em relação à população total do país.
Em relação ao total de doses disponíveis, o número de imunizados representa 23,85%.
O consórcio foi formado em junho de 2020 em resposta à decisão do governo Jair Bolsonaro de restringir o acesso a dados sobre a pandemia de Covid-19. Os veículos decidiram, então, formar uma parceria e trabalhar de forma colaborativa para buscar as informações necessárias nos 26 estados e no Distrito Federal.
O Brasil registrou um novo recorde neste sábado (30) e, pelo segundo dia consecutivo, teve a maior média de novas mortes por Covid-19 na última semana desde o começo da pandemia.
A média móvel de mortes chegou a 1.071 óbitos neste sábado. Esse número já tinha atingido o pico na sexta (29), com média de 1.068 mortes por dia na semana anterior. Antes disso, o recorde havia sido em 24 de julho, com média de 1.065 óbitos.
Neste sábado, foram registradas 1.194 mortes e 55.521 casos da doença. Com isso, o país chegou a 223.971 óbitos e a 9.175.194 pessoas infectadas pela Covid-19 desde o início da pandemia.
Contudo, o número real é ainda maior porque o estado do Ceará não atualizou os dados até as 20h deste sábado.
O Brasil é o terceiro país com o maior número de mortes pela doença. Os Estados Unidos ocupam o primeiro lugar, com 438.913. Na sequência, vem a Índia, com 154.147 mortos.
Abaixo do Brasil, está o México com 156.579 mortos, e o Reino Unido, com 105.777.
Na América do Sul, chama a atenção também o número de mortos do Peru: 40.686.
Por: Folhapress
Greve dos caminhoneiros começa dia 1º de fevereiro

Brasil registra média móvel de 1.068 mortes diárias por Covid-19; marca é a maior desde julho País contabilizou 9.119.477 casos e 222.775 óbitos por Covid-19 desde o início da pandemia, segundo balanço do consórcio de veículos de imprensa.
O consórcio de veículos de imprensa divulgou novo levantamento da situação da pandemia de coronavírus no Brasil a partir de dados das secretarias estaduais de Saúde, consolidados às 20h desta sexta-feira (29).
O país registrou 1.099 mortes pela Covid-19 nas últimas 24 horas, chegando ao total de 222.775 óbitos desde o começo da pandemia. Com isso, a média móvel de mortes no Brasil nos últimos 7 dias foi de 1.068 –a maior desde o dia 27 de julho, quando chegou a 1.069. A variação foi de +12% em comparação à média de 14 dias atrás, indicando tendência de estabilidade nos óbitos pela doença.
Em casos confirmados, desde o começo da pandemia 9.119.477 brasileiros já tiveram ou têm o novo coronavírus, com 58.691 desses confirmados no último dia. A média móvel nos últimos 7 dias foi de 52.049 novos diagnósticos por dia. Isso representa uma variação de -4% em relação aos casos registrados em duas semanas, o que indica tendência de estabilidade nos diagnósticos.
Dez estados e o Distrito Federal estão com alta nas mortes: PR, DF, GO, MT, AC, AM, AP, PA, RO, RR e CE.
Brasil, 29 de janeiro
- Total de mortes: 222.775
- Registro de mortes em 24 horas: 1.099
- Média de novas mortes nos últimos 7 dias: 1.068 (variação em 14 dias: +12%)
- Total de casos confirmados: 9.119.477
- Registro de casos confirmados em 24 horas: 58.691
- Média de novos casos nos últimos 7 dias: 52.049 por dia (variação em 14 dias: -4%)
(Antes do balanço das 20h, o consórcio divulgou um boletim parcial às 13h, com 221.849 mortes e 9.070.575 casos confirmados.)
Estados
- Subindo (10 estados e o DF): PR, DF, GO, MT, AC, AM, AP, PA, RO, RR e CE
- Em estabilidade (11 estados): SC, ES, MG, RJ, SP, AL, BA, MA, PB, PE e PI
- Em queda (5 estados): RS, MS, TO, RN e SE
Essa comparação leva em conta a média de mortes nos últimos 7 dias até a publicação deste balanço em relação à média registrada duas semanas atrás (entenda os critérios usados pelo G1 para analisar as tendências da pandemia).
Vale ressaltar que há estados em que o baixo número médio de óbitos pode levar a grandes variações percentuais. Os dados de médias móveis são, em geral, em números decimais e arredondados para facilitar a apresentação dos dados.
Vacinação
Balanço da vacinação contra Covid-19 no Brasil nesta sexta-feira (29) aponta que 22 estados e o Distrito Federal vacinaram 1.874.078 pessoas, segundo dados divulgados até as 20h. Apenas RO não divulgou números consolidados de vacinação que representem todo o estado.
Sul
- PR: +91%
- RS: -19%
- SC: -7%
Sudeste
- ES: 0%
- MG: +6%
- RJ: -8%
- SP: -4%
Centro-Oeste
- DF: +20%
- GO: +73%
- MS: -16%
- MT: +43%
Norte
- AC: +25%
- AM: +99%
- AP: +30%
- PA: +41%
- RO: +44%
- RR: +94%
- TO: -21%
Nordeste
- AL: +9%
- BA: +6%
- CE: +99%
- MA: -15%
- PB: +1%
- PE: -9%
- PI: -2%
- RN: -39%
- SE: -27%
Justiça derruba liminar e permite retorno das aulas presenciais no estado de São Paulo Decisão aceitou recurso da gestão Doria e suspendeu liminar que barrava aulas presenciais mesmo se o estado registrasse piora nos índices da pandemia de Covid-19. Sindicato dos Professores do Ensino Oficial do Estado de São Paulo disse que irá recorrer.
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Sala de aula vazia — Foto: Reprodução/NSC TV
O Tribunal de Justiça de São Paulo derrubou nesta sexta-feira (29) a liminar que havia suspendido o retorno das aulas presenciais nas escolas públicas e privadas do estado. O Sindicato dos Professores do Ensino Oficial do Estado de São Paulo (Apeoesp) disse que irá recorrer da decisão.
Ao conceder a nova decisão, a Justiça atendeu a um pedido do governo de São Paulo e autorizou a retomada das aulas presenciais mesmo nas fases mais restritivas do plano estadual.
O presidente do TJSP, Geraldo Francisco Pinheiro Franco, afirmou que cabe às famílias decidir se as crianças devem ir presencialmente à escola ou não.
Veja, abaixo, o calendário de retorno das aulas:
- rede municipal – retornam em 15 de fevereiro na capital paulista; nos demais municípios, a retomada pode acontecer a partir de 8 de fevereiro;
- rede estadual – retorno marcado para 8 de fevereiro;
- rede particular – as instituições estão autorizadas a retomar as atividades em 1º de fevereiro, mas a decisão fica a critério de cada escola.
Atualmente, o estado de São Paulo tem seis regiões na vermelha (a mais restritiva) e 11 na laranja – incluindo a capital e a Grande São Paulo. Além disso, todas as regiões do estado entram em fase vermelha aos finais de semana e feriados. Nos dias úteis, esse estágio vale das 20h às 6h.
Na decisão desta sexta, o presidente do TJ afirmou:
“Cabe acrescentar mais uma ponderação: existe a preocupação do Estado, mas sempre prepondera a decisão das famílias. Assim, a decisão final a respeito da participação de cada aluno nas atividades escolares presenciais cabe às famílias, especificamente ao detentor do poder familiar, delimitado nos artigos1.630 a 1.638 do Código Civil, ou ainda ao responsável legal. O Estado tem papel importante na atual quadra, e nem poderia ser diferente. Entrementes, o Estado não substitui a família”.
Pinheiro argumentou ainda que a decisão do governo de voltar com as aulas presenciais “está cercada de todas as cautelas necessárias” e que “o retorno dos alunos não será total”. Segundo ele, tanto as escolas quanto o poder executivo realizaram gastos para possibilitar a reabertura.
“[…] tudo isso revela um amplo planejamento, com expressivo gasto público, o que não pode ser desprezado. Da mesma forma, tudo sugere que o setor privado também efetuou gastos consideráveis e adotou um planejamento abruptamente comprometido em caso de manutenção da liminar em tela”, afirmou.
Em nota, o governo do estado disse que, com a decisão desta sexta, “as 5,1 mil escolas da rede estadual ficam autorizadas a iniciar o ano letivo a partir do dia 8 [de fevereiro], enquanto que unidades particulares e municipais podem retomar antes”.
“A Secretaria de Estado da Educação argumentou [no recurso para suspender a liminar] que cerca de 1,7 mil escolas estaduais em 314 municípios retomaram atividades presenciais em São Paulo desde setembro de 2020, sendo 800 na capital. Não houve nenhum registro de transmissão de coronavírus dentro dessas unidades até o momento”, afirma o comunicado.
A liminar que suspendia as aulas presenciais atendia a um pedido da Apeoesp para barrar decreto do governador João Doria (PSDB) que autorizava a abertura das escolas mesmo se o estado registrasse piora nos índices da pandemia de Covid-19.
A juíza Simone Gomes, da 9ª Vara da Fazenda Pública, baseou sua decisão “na proteção ao direito à vida”. Ela defendeu que as aulas presenciais não deveriam ser retomadas em áreas classificadas nas fases laranja e vermelha.
Volta às aulas
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Aluno da rede estadual de ensino em atividade presencial na escola em setembro de 2020. — Foto: Divulgação/Secretaria da Educação
Inicialmente, a previsão era a de que o início das aulas ocorresse em 1º de fevereiro, mas o governo adiou para o dia 8 do mesmo mês. Ao comunicar a mudança, a gestão Doria estabeleceu ainda que não seria mais obrigatório o retorno presencial dos alunos de todas as escolas do estado nas fases laranja e vermelha.
Se quiser escolher ministro, se candidate em 2022, diz Bolsonaro após Mourão sugerir saída de Ernesto
![Se quiser escolher ministro, se candidate em 2022, diz Bolsonaro após Mourão sugerir saída de Ernesto [Se quiser escolher ministro, se candidate em 2022, diz Bolsonaro após Mourão sugerir saída de Ernesto]](https://imagem.bnews.com.br/fotos/bocao_noticias/t9UtrXwFI_ZFDZ1oF-WjXw/640x400/295062-IMAGEM_NOTICIA_0.jpg)
Em recado direto ao vice-presidente Hamilton Mourão, o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) afirmou nesta quinta-feira (28) que cabe a ele escolher e demitir ministros, chamou seu vice de palpiteiro e disse que quem quiser escolher os membros do primeiro escalão do governo deve se candidatar nas próximas eleições presidenciais.
As declarações foram dadas um dia após Mourão ter sinalizado a demissão de Ernesto Araújo, ministro das Relações Exteriores.
Ao chegar ao Palácio do Alvorada, no final desta tarde, Bolsonaro foi questionado sobre as declarações de Mourão. Inicialmente, o presidente afirmou que não iria comentar o assunto, ironizando ao dizer que não sabia nada sobre trocas de ministros e que as perguntas deveriam ser destinadas a Mourão.
Após uma oração com os apoiadores, no entanto, mudou de opinião. Começou atacando a imprensa, por “semear discórdia” ao noticiar possíveis mudanças de ministros e completou em seguida que a situação se agrava quando membros do governo também aventam essas possibilidades.
“Eu lamento que gente do próprio governo agora passe a dar palpites no tocante à troca de ministros. O governo vai indo bem, apesar dos problemas que nós temos, e estou falando da pandemia que realmente deu uma atrapalhada em quase tudo”, afirmou o presidente.
“O que nós menos precisamos é de palpiteiros no tocante à formação do meu ministério. Deixo bem claro que todos os 23 ministros sou eu que escolho e mais ninguém. Ponto final. Se alguém quiser escolher ministro, se candidate em 2022 e boa sorte em 23”, completou.
Nesta quinta-feira, o presidente já havia feito um agrado ao seu chanceler, que o acompanhou em viagem ao nordeste.
“Eu sempre digo, se ministro meu for elogiado pela mídia, ele corre o risco de ser demitido. Sem querer generalizar a nossa mídia. Temos bons jornalistas. Mas os figurões da mídia o tempo todo criticam o nosso Ernesto Araújo. O nosso homem que faz as relações públicas com o mundo todo.”
Ernesto se encontrou em situação delicada a partir do momento em que o Brasil passou a necessitar de insumos chineses para a vacina contra o novo coronavírus. O chanceler era uma das principais vozes com ataques e críticas ao país asiático.
Em entrevista à rádio Bandeirantes, Mourão havia sido questionado sobre a situação do atual chanceler, nesse contexto. O vice-presidente então sinalizou que haveria mudanças ministeriais após a eleição no Congresso, sendo que Ernesto poderia sair.
“Não resta dúvida que tem alguns ministros que são destaque inconteste pela sua capacidade gerencial e sua visão estratégica. Não preciso citar nomes. Mas o caso específico que você colocou [Ernesto Araújo], na questão das Relações Exteriores, isso é algo que fica na alçada do presidente, né? Eu acho, julgo, não tenho bola de cristal para isso, nem esse assunto foi discutido comigo, que, num futuro próximo aí, após essa questão das eleições dos novos presidentes das duas Casas do Congresso, poderá ocorrer uma reorganização do governo para que seja acomodada a nova composição política que emergir deste processo”, disse Mourão.
“Então, talvez, nisso aí, alguns ministros sejam trocados e, entre eles, o próprio do Ministério das Relações Exteriores. Então, prefiro aguardar. Até porque esse assunto não foi discutido comigo em nenhum momento, e tudo o que eu puder falar aqui será pura especulação”, concluiu.
Na semana passada, houve rumores entre diplomatas brasileiros de que o ex-presidente Michel Temer poderia ser o substituto de Ernesto, mas a chegada do carregamento de vacinas da Índia ao Brasil pareceu, nos bastidores, dar uma sobrevida ao ministro.
Nesta semana, porém, parte do núcleo militar do governo passou a dizer que o desconforto com a figura do chanceler havia chegado “ao limite” por causa de seus embates com a China num momento crucial da pandemia e, de acordo com esses militares, a saída de Ernesto havia se tornado inevitável.
As declarações de Mourão nesta quarta foram interpretadas como forma de externar o sentimento que já dominava parte do setor militar e dos técnicos do Itamaraty.
Governo tentou doação de oxigênio dos EUA por 9 dias; Venezuela já enviou 3 remessas

Brasil soma 9 milhões de casos de Covid e 220 mil mortos pela doença
O consórcio de veículos de imprensa divulgou novo levantamento da situação da pandemia de coronavírus no Brasil a partir de dados das secretarias estaduais de Saúde, consolidados às 20h desta quarta-feira (27).
O país registrou 1.319 mortes pela Covid-19 nas últimas 24 horas, chegando ao total de 220.237 óbitos desde o começo da pandemia. Com isso, a média móvel de mortes no Brasil nos últimos 7 dias foi de 1.049. A variação foi de +5% em comparação à média de 14 dias atrás, indicando tendência de estabilidade nos óbitos pela doença.
Em casos confirmados, desde o começo da pandemia 9.000.485 brasileiros já tiveram ou têm o novo coronavírus, com 64.895 desses confirmados no último dia. A média móvel nos últimos 7 dias foi de 51.517 novos diagnósticos por dia. Isso representa uma variação de -9% em relação aos casos registrados em duas semanas, o que indica tendência de estabilidade nos diagnósticos.
Nove estados estão com alta nas mortes: MG, GO, MT, AC, AM, RO, RR, CE e PI.
Brasil, 27 de janeiro
- Total de mortes: 220.237
- Registro de mortes em 24 horas: 1.319
- Média de novas mortes nos últimos 7 dias: 1.049 (variação em 14 dias: +5%)
- Total de casos confirmados: 9.000.485
- Registro de casos confirmados em 24 horas: 64.895
- Média de novos casos nos últimos 7 dias: 51.517 por dia (variação em 14 dias: -9%)
(Antes do balanço das 20h, o consórcio divulgou um boletim parcial às 13h, com 219.203 mortes e 8.949.429 casos confirmados.)
Estados
- Subindo (9 estados): MG, GO, MT, AC, AM, RO, RR, CE e PI
- Em estabilidade (11 estados e o DF): SC, ES, RJ, SP, DF, MS, PA, AL, BA, PB, RN e SE
- Em queda (6 estados): PR, RS, AP, TO, MA e PE
Essa comparação leva em conta a média de mortes nos últimos 7 dias até a publicação deste balanço em relação à média registrada duas semanas atrás (entenda os critérios usados pelo G1 para analisar as tendências da pandemia).
Vale ressaltar que há estados em que o baixo número médio de óbitos pode levar a grandes variações percentuais. Os dados de médias móveis são, em geral, em números decimais e arredondados para facilitar a apresentação dos dados.
Vacinação
Balanço da vacinação contra Covid-19 no Brasil nesta quarta (27) aponta que 21 estados e o Distrito Federal vacinaram 1.248.821 pessoas, segundo dados divulgados até as 20h. Os demais não divulgaram números consolidados de vacinação que representem todo o estado










