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:: ‘Brasil’

APÓS ‘LOCKDOWN TOTAL’, ARARAQUARA NÃO REGISTRA MORTES PELA COVID NO DIA EM QUE O ESTADO BATE RECORDE

DO ESTADÃO – A cidade de Araraquara, no interior de São Paulo, não registrou nenhum óbito pelo coronavírus nas últimas 24 horas. A marca é expressiva por ocorrer justamente no dia que o Estado teve recorde de óbitos por covid-19. O município está em “lockdown total”, com forte restrição de circulação e funcionamento do comércio, desde 21 de fevereiro, quando identificou a transmissão local da variante P.1, descoberta inicialmente em Manaus. O prefeito Edinho Silva (PT) comentou nesta sexta-feira, 26, a situação do município, ao ser convidado para a coletiva de imprensa do Governo do Estado.

“Depois de ter um índice de contaminação de 53% das amostras remetidas aos laboratórios, ontem nós tivemos 7% de positivação”, afirmou Silva, durante coletiva de imprensa no Palácio dos Bandeirantes. À época em que foi decretado o “lockdown total”, o município se encontrava com todos os leitos de UTI ocupados e chegou a registrar 253 casos em um só dia, em 25 de fevereiro.

O movimento de “lockdown total” no município foi seguido pelas cidades da região. “Nós tomamos todas as medidas que devíamos tomar. O isolamento social é uma medida dura e só é tomada quando não há outro instrumento. Araraquara fez aquilo que a ciência diz que se deve fazer”, defendeu Silva.

Ainda de acordo com ele, 50% dos pacientes internados hoje em Araraquara são de outros municípios. “Nós, graças à ampliação de leitos, com apoio do governo de São Paulo, já estamos ajudando as cidades da região.” 

Os dados de Araraquara destoam do restante do Estado, que nesta sexta voltou a bater seu próprio recorde de mortes pela covid, com 1.193 vítimas fatais da doença. Ao todo, já foram registrados 70.696 óbitos pelo coronavírus em São Paulo.

URGENTE-Com 3.650 mortes em 24h, Brasil tem novo recorde de óbitos por Covid-19,

O Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass) divulgou, no início da noite desta sexta-feira (26), o novo recorde nacional de mortes por Covid-19 no período equivalente a um dia. Segundo a organização, foram 3.650 óbitos em decorrência da doença nas últimas 24 horas.
O país também registrou 84.245 novas contaminações pelo novo coronavírus nas últimas 24 horas. Com isso, são 12.404.414 casos confirmados da Covid-19 e 307.112 mortes em decorrência da doença desde a chegada da pandemia no Brasil.
Os números reais podem ser ainda maiores, visto que, por problemas técnicos, não foram contabilizados os dados do Ceará nesta

URGENTE mais um recorde de mortes no BRASIL 3.650 -24h, por Covid-19,

 Divulgacao

O Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass) divulgou, no início da noite desta sexta-feira (26), o novo recorde nacional de mortes por Covid-19 no período equivalente a um dia. Segundo a organização, foram 3.650 óbitos em decorrência da doença nas últimas 24 horas.
O país também registrou 84.245 novas contaminações pelo novo coronavírus nas últimas 24 horas. Com isso, são 12.404.414 casos confirmados da Covid-19 e 307.112 mortes em decorrência da doença desde a chegada da pandemia no Brasil.
Os números reais podem ser ainda maiores, visto que, por problemas técnicos, não foram contabilizados os dados do Ceará nesta

URGENTE-Brasil registra novo recorde diário de mortes por covid: 3.251 Pela primeira vez, desde o início da pandemia, o país ultrapassa a marca de 3 mil mortos pela doença em 24 horas

Média móvel de óbitos também registrou novo recorde ao atingir 2.436

Média móvel de óbitos também registrou novo recorde ao atingir 2.436

BRUNO ROCHA/ENQUADRAR/ESTADÃO CONTEÚDO

O Brasil registrou, nesta terça-feira (23), um novo recorde do número diário de mortes por covid: 3.251, segundo dados enviados pelos estados ao Ministério da Saúde e ao Conass (Conselho Nacional de Secretários de Saúde). Pela primeira vez, desde o início da pandemia, o país ultrapassa 3 mil óbitos causados pela doença em apenas um dia.

Só o Estado de São Paulo registrou 1.021 mortes pela doença nas últimas 24 horas, também alcançando um novo recorde. O número total de novos casos diagnosticados foi de 82.493.

Com o balanço de hoje, o país contabiliza 298.976 óbitos e 12.130.019 pessoas diagnosticadas com covid-19.

  • SÃO PAULO

    Cidade de São Paulo registra recorde de enterros na pandemia

  • Médicos pedem isolamento social total e união entre poderes públicos
    SAÚDE

    Médicos pedem isolamento social total e união entre poderes públicos

A média móvel de óbitos também registrou um novo recorde nesta segunda, chegando a 2.436. A média móvel de novos casos foi de 76.545.

Recordes de mortes nas últimas duas semanas

• 16 de março de 2021: 2.841

• 19 de março de 2021: 2.815

• 17 de março de 2021: 2.648

• 10 de março de 2021: 2.286

• 11 de março de 2021: 2.233

• 12 de março de 2021: 2.211

Fatores que podem afetar a taxa de tradução médica

Tradução médica é toda e qualquer tradução que é realizada com a finalidade de converter textos tais como: artigos, pesquisas, laudos médicos, relatórios, receituários, bulas de medicamentos, e etc a partir de um idioma para o outro. 

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Brasil registra 2.798 mortes por Covid em 24 horas, novo recorde da pandemia; total passa de 282 mil

Por G1

O Brasil registrou novo recorde com 2.798 mortes pela Covid-19 nas últimas 24 horas e totalizou nesta terça-feira (16) 282.400 óbitos. Com isso, a média móvel de mortes no país nos últimos 7 dias chegou a 1.976, também um novo recorde. Em comparação à média de 14 dias atrás, a variação foi de +48%, indicando tendência de alta nos óbitos pela doença.

É o que mostra novo levantamento do consórcio de veículos de imprensa sobre a situação da pandemia de coronavírus no Brasil a partir de dados das secretarias estaduais de Saúde, consolidados às 20h desta terça.

Já são 55 dias seguidos com a média móvel de mortes acima da marca de 1 mil, e pelo nono dia a marca aparece acima de 1,5 mil, aproximando-se agora de 2 mil. Foram 18 recordes seguidos nesse índice, registrados de 27 de fevereiro até aqui.

Veja a sequência da última semana na média móvel:

  • Quarta-feira (10): 1.645 (recorde)
  • Quinta-feira (11): 1.705 (recorde)
  • Sexta-feira (12): 1.761 (recorde)
  • Sábado (13): 1.824 (recorde)
  • Domingo (14): 1.832 (recorde)
  • Segunda (15): 1.855 (recorde)
  • Terça (16): 1.976 (recorde)

 

Em casos confirmados, desde o começo da pandemia 11.609.601 brasileiros já tiveram ou têm o novo coronavírus, com 84.124 desses confirmados no último dia. Também é a maior marca de diagnósticos em 24 horas já registrada até aqui. A média móvel nos últimos 7 dias foi de 69.226 novos diagnósticos por dia. Isso representa uma variação de +22% em relação aos casos registrados em duas semanas, o que indica tendência de alta também nos diagnósticos.

Vinte e dois estados e o Distrito Federal estão com alta nas mortesPR, RS, SC, ES, MG, SP, DF, GO, MS, MT, AC, AP, PA, RO, TO, AL, CE, MA, PB, PE, PI, RN e SE

Brasil, 16 de março

 

  • Total de mortes: 282.400
  • Registro de mortes em 24 horas: 2.798
  • Média de novas mortes nos últimos 7 dias: 1.976 (variação em 14 dias: +48%)
  • Total de casos confirmados: 11.609.601
  • Registro de casos confirmados em 24 horas: 84.124
  • Média de novos casos nos últimos 7 dias: 69.226 por dia (variação em 14 dias: +22%)

 

Estados

 

  • Subindo (22 estados e o Distrito Federal): PR, RS, SC, ES, MG, SP, DF, GO, MS, MT, AC, AP, PA, RO, TO, AL, CE, MA, PB, PE, PI, RN e SE
  • Em estabilidade (2 estados): RR e BA
  • Em queda (2 estados): RJ e AM

 

Essa comparação leva em conta a média de mortes nos últimos 7 dias até a publicação deste balanço em relação à média registrada duas semanas atrás (entenda os critérios usados pelo G1 para analisar as tendências da pandemia).

Vale ressaltar que há estados em que o baixo número médio de óbitos pode levar a grandes variações percentuais. Os dados de médias móveis são, em geral, em números decimais e arredondados para facilitar a apresentação dos dados.

Variação de mortes por estados

 

Sul

  • PR: +81%
  • RS: +120%
  • SC: +56%

 

Sudeste

  • ES: +27%
  • MG: +24%
  • RJ: -21%
  • SP: +51%

 

Centro-Oeste

  • DF: +60%
  • GO: +210%
  • MS: +38%
  • MT: +106%

 

Norte

  • AC: +25%
  • AM: -37%
  • AP: +107%
  • PA: +29%
  • RO: +75%
  • RR: -3%
  • TO: +115%

 

Nordeste

  • AL: +55%
  • BA: -4%
  • CE: +70%
  • MA: +29%
  • PB: +71%
  • PE: +57%
  • PI: +53%
  • RN: +64%
  • SE: +122%

 

Consórcio de veículos de imprensa

 

Os dados sobre casos e mortes de coronavírus no Brasil foram obtidos após uma parceria inédita entre G1, O Globo, Extra, O Estado de S.Paulo, Folha de S.Paulo e UOL, que passaram a trabalhar, desde o dia 8 de junho, de forma colaborativa para reunir as informações necessárias nos 26 estados e no Distrito Federal

SP bate recorde e registra 679 novas mortes por Covid-19 em um dia; estado confirmou 1 óbito a cada 2 minutos nas últimas 24h

O estado de São Paulo registrou 679 novas mortes provocadas pela Covid-19 nesta terça-feira (16), o recorde em 24 horas desde o início da pandemia. Isso equivale a uma nova morte confirmada a cada 2 minutos e 6 segundos. O estado agora totaliza 64.902 óbitos causados pelo coronavírus.

O recorde anterior, registrado na semana passada, era de 521 mortes em um dia, e representava pouco mais de uma morte a cada 3 minuto

Os novos registros não significam, necessariamente, que as mortes aconteceram de um dia para o outro, mas que foram computadas no sistema neste período. As notificações costumam ser menores em finais de semana, feriados e segundas-feiras, por conta do atraso na contabilização.

A média móvel de mortes, que considera os registros dos últimos sete dias, também foi recorde nesta terça-feira (16) e chegou a 400 óbitos diários. O valor é 50% maior do que o registrado há 14 dias, o que para especialistas indica forte tendência de alta da epidemia.

Como o cálculo da média móvel leva em conta um período maior do que o registro diário, é possível medir de forma mais fidedigna a tendência da pandemia.

O estado teve ainda 17.684 novos casos da doença confirmados nas últimas 24 horas. No total, São Paulo chegou a 2.225.926 casos de Covid-19 confirmados desde o início da epidemia.

A média móvel de casos foi recorde nesta segunda-feira e chegou a 13.129 casos por dia, um número 39% maior do que o verificado 14 dias atrás, o que também indica tendência de alta.

Explosão da Covid-19 em SP

Leitos do Hospital de Campanha Pedro Dell’Antonia, que atende pacientes com a COVID-19 no município de Santo André, na Grande SP, em março de 2021. — Foto: SUAMY BEYDOUN/AGIF – AGÊNCIA DE FOTOGRAFIA/ESTADÃO CONTEÚDO

Em postagem nas redes sociais, o secretário-executivo do Centro de Contingência para o coronavírus do governo paulista, João Gabbardo, comentou a explosão de casos registrados no país e pediu ao novo ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, que não se posicione contra medidas mais rígidas de isolamento social.

Mais cedo, em entrevista à GloboNews, o vice-governador do estado, Rodrigo Garcia, disse que João Doria não descarta decretar um lockdown, mas afirmou que o governo não tem condições de determinar o fechamento do estado sem que tal medida seja coordenada nacionalmente.

Levantamento feito pelo G1 e pela TV Globo aponta que ao menos 75 pessoas com Covid ou suspeita da doença morreram na fila de espera por leito de UTI no estado.

O colapso da saúde também atinge a rede particular da capital paulista. Nesta terça, o secretário municipal da Saúde, Edson Aparecido, disse que os hospitais privados estão solicitando leitos do SUS porque não conseguem atender a demanda. “Algo inédito”, afirmou Aparecido.

Municípios em colapso

Desde primeiro de março, ao menos 45 pessoas morreram de Covid na fila de espera por vaga em UTI

Desde primeiro de março, ao menos 45 pessoas morreram de Covid na fila de espera por vaga em UTI

O estado tem 69 municípios com 100% de ocupação dos leitos de Unidade de Terapia Intensiva (UTI) para Covid-19, segundo anunciou nesta segunda-feira (15) o secretário estadual da Saúde, Jean Gorinchteyn.

O total corresponde a pouco mais de 10% das cidades paulistas, já que o estado tem 645 municípios. Nem todas as cidades possuem leitos de UTI porque, em municípios menores, os pacientes mais graves são encaminhados para hospitais regionais de referência.

O total de internados em UTI nesta segunda-feira (15) foi 60% maior do que o pico da primeira onda da pandemia, em 2020. No domingo, foram registradas 24.285 pessoas internadas, sendo 10.507 em UTIs e 13.778 em enfermaria. O número total de internados no estado, incluindo leitos de UTI e de enfermaria, está batendo recordes todos os dias desde 27 de fevereiro.

A taxa média de ocupação de UTIs em São Paulo, contando leitos particulares e públicos, chegou a 89% nesta segunda-feira (15).

Esgotamento do sistema

São Paulo: secretário municipal de Saúde admite possibilidade de colapso

São Paulo: secretário municipal de Saúde admite possibilidade de colapso

Especialistas alertam para a possibilidade de colapso do sistema, já que a capacidade de criação de leitos, especialmente de UTI, é limitada.

Neste domingo, o secretário municipal da Saúde de São Paulo, Edson Aparecido, disse que a próxima semana será a mais difícil de toda a pandemia na cidade e admitiu o risco de colapso no sistema de saúde.

“O que a gente deve enfrentar esta semana vai ser o momento mais difícil dessa pandemia, nestes últimos 14 meses”, alertou o secretário.

Um cálculo matemático mostra que São Paulo pode chegar ao colapso de seu sistema de saúde nos primeiros dias de abril, caso o atual ritmo de avanço da pandemia permaneça o mesmo.

Todos os leitos de UTI disponíveis para Covid-19 nas redes pública e privada do estado devem acabar nesse prazo, se o ritmo atual de internações pela doença e de abertura de novos leitos se mantiver em crescimento.

Uma morte a cada cinco minutos

O estado de São Paulo registrou uma nova morte por Covid-19 a cada cinco minutos nas duas primeiras semanas de março. Só nos primeiros 14 dias de março foram 4.630 óbitos pela doença – oito a mais que o total de dezembro inteiro.

Nessas duas semanas, também já foram confirmados 161.355 novos casos, o que representa 40 confirmações a cada cinco minutos.

URGENTE-Médico Marcelo Queiroga É o novo ministro da Saúde

O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) confirmou nesta segunda-feira (15) que convidou o  atual presidente da SBC (Sociedade Brasileira de Cardiologia), Marcelo Queiroga, para assumir o cargo de ministro da Saúde. O médico aceitou substituir Eduardo Pazuello e será o quarto ministro da Saúde da gestão Jair Bolsonaro.

Queiroga ficou cerca de 3 horas em reunião com Bolsonaro no Palácio do Planalto nesta segunda. Após o encontro, o presidente disse ao blog que “já conhecia o médico” e que ele “é um profissional qualificado”. O anúncio oficial será feito nesta terça-feira (16).

Além de Pazuello, já ocuparam o posto os médicos Luiz Henrique Mandetta e Nelson Teich. No final de semana, houve aproximação do governo com a médica Ludhmila Hajjar, que recusou assumir a pasta.

O paraibano Queiroga é muito respeitado no setor e tem bom trânsito em Brasília e no governo, tendo sido convidado este ano para integrar a direção da ANS (Agência Nacional de Saúde Suplementar). E já havia sido cotado para a pasta após a saída de Mandetta.

No combate ao coronavírus, defende o distanciamento social e não acredita em tratamento precoce, dois pontos em que diverge dos bolsonaristas e do próprio presidente. Mas Queiroga é considerado uma pessoa com jogo de cintura para construir uma política de saúde que possa funcionar contra a pandemia, sem contrariar suas convicções.

Graduado em Medicina pela Faculdade de Medicina da Universidade Federal da Paraíba, é  especialista em cardiologia e tem doutorado em Bioética pela Faculdade de Medicina da Universidade do Porto/Portugal. Atualmente, dirige o departamento de hemodinâmica e cardiologia intervencionista (Cardiocenter) do Hospital Alberto Urquiza Wanderley (Unimed João Pessoa) e é médico cardiologista intervencionista no Hospital Metropolitano Dom José Maria Pires, também na Paraíba.

Atuou como dirigente da Sociedade Brasileira de Hemodinâmica e Cardiologia Intervencionista, na qual já exerceu a presidência no biênio 2012/2013, sendo membro permanente do seu Conselho Consultivo. Integra ainda o Conselho Regional de Medicina do Estado da Paraíba como Conselheiro Titular.

Assim como Ludhmila Hajjar, Marcelo Queiroga defende o isolamento social como forma de combate à pandemia. Ele também já se posicionou contrário ao “tratamento precoce” defendido por Bolsonaro à base de cloroquina, medicamento sem comprovação científica para covid-19.

De perfil técnico, Queiroga atuou na equipe de transição do governo de Michel Temer para Bolsonaro no fim de 2018. Em setembro do ano passado, encontrou-se com o presidente no Planalto e chegou a postar uma foto com ele.

Estavam no páreo para susbtituir Pazuello o deputado Dr. Luizinho (PP-RJ) e o também cardiologista José Antonio Franchini Ramires, do Incor, em São Paulo.

Brasil registra 1.111 mortes em 24 horas; média móvel volta a bater recorde País contabilizou 11.483.031 casos e 278.327 óbitos por Covid-19 desde o início da pandemia, segundo balanço do consórcio de veículos de imprensa. Casos e mortes apresentam tendência de alta.

O país registrou 1.111 mortes pela Covid-19 nas últimas 24 horas e totalizou neste domingo (14) 278.327 óbitos. Com isso, a média móvel de mortes no Brasil nos últimos 7 dias chegou a 1.832, novamente um recorde. Em comparação à média de 14 dias atrás, a variação foi de +50%, indicando tendência de alta nos óbitos pela doença.

É o que mostra novo levantamento do consórcio de veículos de imprensa sobre a situação da pandemia de coronavírus no Brasil a partir de dados das secretarias estaduais de Saúde, consolidados às 20h deste domingo.

Também já são 53 dias seguidos com a média móvel de mortes acima da marca de 1 mil, 17 dias acima de 1,1 mil, e pelo décimo quinto dia a marca aparece acima de 1,2 mil. Foram 16 recordes seguidos de 27 de fevereiro até aqui.

Já são 16 dias seguidos com recorde na média móvel de mortes — Foto: Arte G1

Já são 16 dias seguidos com recorde na média móvel de mortes — Foto: Arte G1

Veja a sequência da última semana na média móvel:

  • Sábado (6): 1.455 (recorde)
  • Domingo (7): 1.497 (recorde)
  • Segunda-feira (8): 1.540 (recorde)
  • Terça-feira (9): 1.572 (recorde)
  • Quarta-feira (10): 1.645 (recorde)
  • Quinta-feira (11): 1.705 (recorde)
  • Sexta-feira (12): 1.761 (recorde)
  • Sábado (13): 1.824 (recorde)
  • Domingo (14): 1.832 (recorde)

 

Em casos confirmados, desde o começo da pandemia 11.483.031 brasileiros já tiveram ou têm o novo coronavírus, com 43.781 desses confirmados no último dia. A média móvel nos últimos 7 dias foi de 66.353 novos diagnósticos por dia. Isso representa uma variação de +18% em relação aos casos registrados em duas semanas, o que indica tendência de alta também nos diagnósticos.

Vinte e três estados e o Distrito Federal estão com alta nas mortes: PR, RS, SC, ES, MG, SP, GO, MS, MT, AC, AP, PA, RO, RR, TO, AL, CE, MA, PB, PE, PI, RN e SE.

Brasil, 14 de março

  • Total de mortes: 278.327
  • Registro de mortes em 24 horas: 1.111
  • Média de novas mortes nos últimos 7 dias: 1.832 (variação em 14 dias: +50%)
  • Total de casos confirmados: 11.483.031
  • Registro de casos confirmados em 24 horas: 43.781
  • Média de novos casos nos últimos 7 dias: 66.353 por dia (variação em 14 dias: +18%)

Estados

  • Subindo (23 estados e o Distrito Federal): PR, RS, SC, ES, MG, SP, DF, GO, MS, MT, AC, AP, PA, RO, RR, TO, AL, CE, MA, PB, PE, PI, RN e SE
  • Em estabilidade (1 estado): BA
  • Em queda (2 estados): RJ e AM

 

Essa comparação leva em conta a média de mortes nos últimos 7 dias até a publicação deste balanço em relação à média registrada duas semanas atrás

Vale ressaltar que há estados em que o baixo número médio de óbitos pode levar a grandes variações percentuais. Os dados de médias móveis são, em geral, em números decimais e arredondados para facilitar a apresentação dos dados.

Vacinação

Balanço da vacinação contra Covid-19 deste domingo (14) aponta que 9.716.458 pessoas já receberam a primeira dose de vacina contra a Covid-19, segundo dados divulgados até as 20h. O número representa 4,59% da população brasileira.

A segunda dose já foi aplicada em 3.568.251 pessoas (1,69% da população do país) em todos os estados e no Distrito Federal.

No total, 13.284.709 doses foram aplicadas em todo o país.

Pazuello diz que segue ministro da Saúde e que Bolsonaro não pediu que entregue o cargo Deputados do Centrão têm pressionado pela sua substituição diante do desgaste gerado pelo agravamento da crise sanitária de Covid-19 no país. Médica cardiologista é cotada para a função.

O ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, durante entrevista no Palácio do Planalto em 7 de janeiro — Foto: Eraldo Peres/AP Photo

O ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, durante entrevista no Palácio do Planalto em 7 de janeiro — Foto: Eraldo Peres/AP Photo

Em meio à pressão para a sua substituição, o ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, disse neste domingo (14), por meio de sua assessoria de imprensa, que segue à frente da pasta e que o presidente da República, Jair Bolsonaro, não pediu que entregue o cargo.

O ministro também negou que esteja doente. Segundo informações do jornal “O Globo”, Pazuello teria pedido para deixar o comando do ministério alegando problemas de saúde. Ele foi diagnosticado com Covid-19 no ano passado e ficou internado em razão da doença. Mesmo após se recuperar e retomar o trabalho, chegou a relatar a auxiliares próximos sentir fadiga e dores.

“Não estou doente, o presidente não pediu o meu cargo, mas o entregarei assim que o presidente pedir. Sigo como ministro da saúde no combate ao coronavírus e salvando mais vidas”, afirmou Pazuello, segundo mensagem publicada por sua assessoria em uma rede social.

 

A informação sobre a permanência de Pazuello e o seu estado de saúde foi reiterada em uma nota enviada à imprensa pelo Ministério da Saúde.

No comunicado, a pasta acrescenta “que Pazuello se encontra em perfeito estado de saúde e não há nenhum pedido de demissão do ministro ao presidente da República”.

O ministério confirmou ainda que o ministro participa de uma entrevista coletiva à imprensa nesta segunda-feira (15). Ele deve anunciar a conclusão do processo de compra das vacinas da Pfizer e da Janssen.

Desgastada, a atuação do ministro é criticada em razão do agravamento da crise sanitária no país causada pela pandemia de Covid-19.

O Brasil registrou 1.940 mortes pela Covid-19 no sábado (13), totalizando 277.216 óbitos. Com isso, a média móvel de mortes nos últimos 7 dias chegou a 1.824, novamente um recorde. Em comparação à média de 14 dias atrás, a variação foi de +51%, indicando tendência de alta nos óbitos pela doença.

Troca

Na tarde deste domingo, Bolsonaro se reuniu com a médica cardiologista Ludhmila Hajjar no Palácio da Alvorada, residência oficial da Presidência, em Brasília.

O nome dela é defendido por deputados do Centrão, bloco de partidos da base aliada do governo na Câmara, para o lugar de Pazuello.

O presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), que é uma das principais lideranças do grupo, disse em uma rede social que o enfrentamento da pandemia “exige competência técnica” e “capacidade de diálogo político” e que enxerga essas qualidades em Ludhmila.

E continuou: “Espero e torço para que, caso nomeada ministra da Saúde, consiga desempenhar bem as novas funções. Pelo bem do país e do povo brasileiro, nesta hora de enorme apreensão e gravidade. Como ministra, se confirmada, estarei à inteira disposição”.

Em meio à articulação para a saída de Pazuello, Bolsonaro se reúne com médica Ludhmila Hajjar

Em meio à articulação para a saída de Pazuello, Bolsonaro se reúne com médica Ludhmila Hajjar

Currículo

Em seu currículo na plataforma Lattes, do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), a cardiologista Ludhmila Abrahão Hajjar informa que é professora associada de cardiologia da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FMUSP).

Nascida em Anápolis-GO, graduou-se em medicina na Universidade de Brasília, em 2000. Ainda de acordo com o currículo, ela também é médica supervisora da área de Cardio-Oncologia do Instituto do Coração do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP e coordenadora de cardiologia do Instituto do Câncer do Estado de São P aulo