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:: ‘Brasil’

Vaza fotos de dentro do quarto de MC Kevin antes da queda, ‘detalhe viraliza’ e choca web; confira

No último domingo, 16 de maio, MC Kevin de apenas 23 anos, morreu de forma trágica após cair do 5º andar de um Hotel no Rio de Janeiro. O cantor estava hospedado no local, e na hora do acontecido ele estava com um amigo, MC Vk e uma garota de progr*ma no quarto.

Segundo as informações, ele achou que a mulher dele estava chegando lá, se desesperou, foi para varanda e tentou ir para outro quarto e caiu, não resistiu aos ferimentos.

A polícia segue investigando o caso trágico do cantor, até então muitas suposições foram feitas nas redes sociais. O hotel onde ele estava foi um dos mais comentados nas redes sociais, muito foi questionado de qual andar ele estava na hora da queda.

O hotel em uma nota oficial, lamentando a morte do cantor, confirmou que na hora da tragédia, ele estava no 5º andar.

Neste domingo, 23 de maio, o apresentador e jornalista Luiz Bacci divulgou foto de como era dentro do quarto em que ele estava hospedado. A foto rapidamente viralizou nas redes sociais.

Pelas imagens dá pra ver que era um quarto de luxo, mas o que chamou atenção foi uma cadeira que estava na varanda, e que foi até questionado por Deolane nas redes sociais confira logo abaixo:

 

 

 

CIEE abre vagas de estágio na Caixa para nível médio e técnico em todo o Brasil com bolsa salário de até R$1 mil + auxílio transporte; saiba como se inscrever

Se você estava esperando uma oportunidade de estágio na Caixa Econômica Federal a sua hora acaba de chegar, pois o governo acaba de abrir diversas vagas e os benefícios incluem bolsas auxílio que podem chegar até mil reais. Aproveite e realize a sua inscrição agora mesmo!

O prazo vai até o dia 31 de maio e o Centro de Integração Empresa Escola (CIEE) será a instituição responsável pela seleção dos candidatos. O valor da bolsa-auxílio varia de acordo com a jornada de estágio, sendo R$ 400 mensais para carga horária de 4h diárias / 20h semanais para ensino médio ou técnico; R$ 500 para carga horária de 5h diárias / 25h semanais para ensino médio ou técnico; e R$ 1.000 para carga horária de 5h diárias / 25 horas semanais para ensino superior. Além disso, será concedido auxílio-transporte no valor de R$ 130.
Saiba os requisitos para participar das vagas de estágio na caixa econômica federal
Os alunos do ensino médio ou EJA interessados no Processo Seletivo Caixa Estágio 2021 devem cursar do 1º ao 3º ano, enquanto os estudantes de cursos técnicos e/ou integrados ao ensino médio deve estar matriculados do 1º ao penúltimo semestre.
Os universitários das áreas de arquitetura e urbanismo e engenharia (diversas especialidades) devem cursar do 5º ao penúltimo semestre. Já os estudantes do curso de direito devem cursar do 5º ao 9º semestre do ensino superior. Para todos os casos, a Caixa Econômica Federal solicita que os futuros estagiários tenham ao menos seis meses disponíveis para estágio, além de idade mínima de 16 anos.
Realize a sua inscrição
Antes de efetuar a inscrição para as vagas de estágio na Caixa Econômica Federal, o estudante deverá conhecer o edital e certificar-se de que preenche todos os requisitos exigidos.
A inscrição no processo seletivo gera para o candidato apenas expectativa de ser convocado para realizar a prova e seguir com as demais etapas do processo seletivo, ficando a concretização desse ato condicionada ao surgimento de vaga compatível com seu perfil.
A inscrição e prova online serão recebidas somente via internet, que estarão disponíveis até o dia 31/05/2021 às 23h59min (horário de Brasília), incluindo sábados, domingos e feriados.
Não serão aceitas outras formas de inscrição. Para realizar sua inscrição no processo seletivo, o candidato deverá acessar o site do CIEE www.ciee.org.br clicar no acesso para “ESTUDANTES”, localizar na lista de “PROCESSOS SELETIVOS” o logotipo da CAIXA e clicar neste link.

Saúde enviou 265 mil unidades de remédios sem eficácia para tratar Covid em indígenas

Saúde enviou 265 mil unidades de remédios sem eficácia para tratar Covid em indígenas

Foto: Arquivo Pessoal / Yanama Kuikuro

O Ministério da Saúde distribuiu pelo menos 265 mil comprimidos de cloroquina, azitromicina e ivermectina a indígenas em cinco estados, com o propósito de tratar infecções pelo novo coronavírus. Os três medicamentos não têm eficácia para Covid-19.
Parte dessas drogas foi comprada diretamente por DSEIs (Distritos Sanitários Especiais Indígenas), vinculados ao ministério e com atuação de saúde na ponta, junto às comunidades.
Um informe técnico da Sesai (Secretaria Especial de Saúde Indígena), de junho de 2020, orientou os DSEIs a “instruir seus respectivos processos de aquisição” de cloroquina e hidroxicloroquina, caso municípios e estados se negassem a fornecer o medicamento.
O envio maciço de medicamentos sem eficácia a indígenas entrou no foco da CPI da Covid no Senado. A estratégia da atual gestão do Ministério da Saúde e do general da ativa Eduardo Pazuello, que impulsionou a prática ao longo de sua administração na pasta, é sustentar que os comprimidos se destinaram aos tratamentos previstos na bula.
A cloroquina, por exemplo, é usada no tratamento de malária. A doença atinge cerca de 194 mil brasileiros por ano, dos quais 193 mil (99,5%) na região amazônica.
A azitromicina é um antibiótico usado principalmente no tratamento de doenças respiratórias. E a ivermectina se destina a infecções por parasitas.
Documentos e registros do próprio ministério contrariam a versão de que as compras e distribuição dos medicamentos se destinaram a essas doenças, e não para Covid-19.
Notas de empenho referentes a compras de azitromicina pelos DSEIs Alto Purus, no Acre, e Cuiabá registram que a aquisição do medicamento se destinou ao “enfrentamento da emergência de saúde pública decorrente do Covid-19” ou a “medidas de controle de infecção humana pelo novo coronavírus (Covid-19)”. O empenho é a autorização para o gasto.
Para o tratamento de indígenas no Acre foram adquiridos 20 mil comprimidos de azitromicina com dosagem de 500 mg. É a mesma especificação recomendada em nota técnica do Ministério da Saúde, atualizada em maio, que embasa o combo de medicamentos sem eficácia para Covid-19: cloroquina, hidroxicloroquina, azitromicina e Tamiflu, este último recomendado para gripe.
Cada comprimido saiu por R$ 1,82. O valor total foi de R$ 36,4 mil.
A azitromicina adquirida pelo DSEI Cuiabá também tinha dosagem de 500 mg. O valor unitário foi de R$ 1,25. Os 20 mil comprimidos custaram R$ 25 mil.
Também houve compras de antibióticos por DSEIs em Mato Grosso, para os indígenas do Xingu e para os xavantes, e em Rondônia, para etnias como suruí, cinta larga e terena.
As compras são informadas num portal alimentado pelo Ministério da Saúde, chamado Localiza SUS, criado para divulgar os gastos e ações de combate à pandemia.
O mesmo Localiza SUS faz um detalhamento do envio de 100,5 mil comprimidos de cloroquina, todos eles destinados a indígenas em Roraima. O objetivo foi o tratamento de Covid-19, segundo o portal.
Do total distribuído, 39,5 mil se destinaram aos yanomami em Roraima. O restante foi usado em comunidades da terra indígena Raposa Serra do Sol.
Há ainda distribuições feitas pela Aeronáutica e cujos destinos a Força Aérea Brasileira mantém ocultos, como a Folha mostrou em reportagem publicada no último dia 6.
Um desses transportes foi para a região chamada Cabeça do Cachorro, no Amazonas, na fronteira com a Colômbia e a Venezuela. Pelo menos 1,5 mil comprimidos de cloroquina foram transportados para o local, onde estão 23 etnias.
Também houve uma compra direta de cloroquina pelo DSEI de Vilhena (RO). Segundo os registros do Localiza SUS, a aquisição está associada a ações contra a Covid-19.
É a mesma situação de aquisições de 24 mil comprimidos de ivermectina pelos DSEIs Alto Rio Negro, que atende a Cabeça do Cachorro, e Xingu, em Mato Grosso.
O Ministério da Saúde distribuiu ainda 370,2 mil cápsulas de Tamiflu a indígenas em 16 estados. A pasta registra que o medicamento se destinou ao combate à influenza, mas o Tamiflu integra o kit do chamado “tratamento precoce” de Covid-19, previsto em protocolo ainda em vigência.
A Folha questionou o ministério sobre cada compra e distribuição a indígenas de medicamentos sem eficácia para Covid-19. “O antimalárico é adquirido e enviado regularmente a 25 DSEIs que estão em área endêmica”, disse, em nota, em relação à cloroquina.
“Azitromicina e ivermectina são medicamentos que constam na Rename (Relação Nacional de Medicamentos Essenciais) e utilizados em diversos tratamentos de atenção primária do SUS. A aquisição de medicamentos da Rename é feita a partir das demandas de atendimento dos DSEIs”, afirmou.
Segundo o ministério, serviços básicos de saúde não foram suspensos durante o pico da pandemia. “Somente em 2020, foram realizados mais de 12,1 milhões de atendimentos nas aldeias, e contratados mais 700 profissionais para reforçar a assistência em saúde.”
Na CPI da Covid, no segundo dia de depoimento, Pazuello negou que sua gestão tivesse distribuído medicamentos do “tratamento precoce” aos DSEIs. A negativa ocorreu na quinta-feira (20), em resposta a questionamentos do senador Fabiano Contarato (Rede-ES).
O general da ativa contou outras mentiras em seus depoimentos na CPI, em relação a vacinas e à crise do oxigênio em Manaus em janeiro, o que despertou a reação de senadores não alinhados ao governo de Jair Bolsonaro.

Paulo Gustavo tem quadro irreversível, mas mantém sinais vitais, diz boletim médico

Paulo Gustavo  — Foto: Globo/João Cottaator e humorista Paulo Gustavo tem quadro irreversível, mas mantém os sinais vitais, segundo informou nesta terça-feira (4) a assessoria de imprensa do artista, com base no boletim médico.

“Após a constatação da embolia gasosa disseminada ocorrida no último domingo, em decorrência de fístula brônquio-venosa, o estado de saúde do paciente vem deteriorando de forma importante. Apesar da irreversibilidade do quadro, o paciente ainda se encontra com sinais vitais presentes.”

Internado desde 13 de março no Hospital Copa Star, em Copacabana, com quadro de Covid-19, Paulo Gustavo permanece no Serviço de Terapia Intensiva.

A piora no quadro de saúde do ator aconteceu na noite de domingo (2). Paulo Gustavo vinha apresentando melhoras significativas, chegou a ter redução de sedativos e bloqueadores e interagir com médicos e também com o marido, Thales Bretas. À noite, no entanto, sofreu uma embolia pulmonar.

Hospital onde está internado Paulo Gustavo em Copacabana teve movimentação intensa nesta terça — Foto: Marcos Serra Lima/G1

Hospital onde está internado Paulo Gustavo em Copacabana teve movimentação intensa nesta terça — Foto: Marcos Serra Lima/G1

O que é embolia?

Fístula broncovenosa é um tipo de abertura que ocorre entre os pulmões e as veias e, que no caso do ator, acarretou a entrada de ar na corrente sanguínea, a chamada embolia gasosa.

Já a embolia é um tipo de obstrução pelo acúmulo de material (sangue, ar, liquido amniótico) trazido pela corrente sanguínea (êmbolo). No caso da embolia pulmonar, ela se dá pela obstrução de uma artéria do pulmão.

“A família do ator continua agradecendo todo o carinho e pedindo orações dirigidas ao Paulo Gustavo, assim como às demais pessoas acometidas por essa doença terrível”, acrescenta a nota.

Movimentação no hospital

A notícia da piora levou parentes e amigos de Paulo Gustavo ao hospital nesta terça-feira.

No início da tarde, a mãe Dea Lúcia, e o pai, Júlio Marcos, foram vistos no hall de entrada do hospital. Eles permaneceram até as 19h50, horário em que foi divulgado novo boletim médico que falava sobre irreversibilidade do estado de saúde de Paulo.

Por volta das 19h30, o empresário e amigo do ator, Anderson Baumgartner, também chegou ao Copa Star, mas não falou com a imprensa.

Movimentação em frente ao Hospital Copa Star, onde está internado Paulo Gustavo, nesta terça-feira (4) — Foto: Marcos Serra Lima/G1

Movimentação em frente ao Hospital Copa Star, onde está internado Paulo Gustavo, nesta terça-feira (4) — Foto: Marcos Serra Lima/G1

A comoção também atraiu fãs e curiosos para a porta do hospital. Eles queriam saber sobre a evolução do quadro de saúde, falavam de orações e torcida para que o ator se recupere.

Também houve que passasse de carro gritando “força, Paulo Gustavo “.

Nas redes sociais, amigos como as atrizes Claudia Raia e Tatá Werneck escreveram sobre a angústia de ver o humorista com o quadro agravado, mas demonstraram esperança pela recuperação.

“Meu amor, @paulogustavo31 desejo profundamente que você se recupere, tenho certeza que em breve você estará nos fazendo sorrir. Confesso que não vejo a hora receber essa notícia tão aguardada, te dar um abraço bem apertado e dizer o quanto eu te amo! Sigo orando e acreditando na sua recuperação, Deus está acima de qualquer coisa. O Brasil precisa da sua arte, da sua luz e alegria! Sigo em oração, te amo”, escreveu Claudia Raia.

Quase 2 meses internado

Em 52 dias de internação – até esta terça –, Paulo Gustavo enfrentou diversas complicações provocadas pela Covid-19.

Em 19 de março, ele apresentou melhora no quadro geral, o que poderia indicar uma recuperação. Três dias depois, no entanto, a situação regrediu e o ator, roteirista e comediante precisou ser intubado.

Na ocasião, a nota médica informou que ele “necessitou entrar em ventilação mecânica invasiva, para ser tratado de forma mais segura”.

Em 2 de abril, o quadro de Paulo Gustavo piorou e ele passou a utilizar uma terapia que se assemelha ao uso de um pulmão artificial (Ecmo).

Naquele dia, texto divulgado pela assessoria do artista informou que o ator chegou a apresentar sinais de melhora, “mas devido ao agravamento do quadro clínico, teve que evoluir à terapia por ECMO – Oxigenação por Membrana Extracorpórea”.

Paulo Gustavo e marido, Thales Bretas — Foto: Reprodução/Redes sociais

Paulo Gustavo e marido, Thales Bretas — Foto: Reprodução/Redes sociais

Anvisa ‘refuta acusação’ feita pelos desenvolvedores da Sputnik de que agência divulgou informações falsas sobre adenovírus replicante

Por Bruna de Alencar, G1


Entenda o que é adenovírus replicante na Sputnik V

Entenda o que é adenovírus replicante na Sputnik

O diretor da Anvisa, Antônio Barra Torres, realizou nesta quinta-feira (29) um pronunciamento para refutar a acusação feita pelos desenvolvedores da vacina Sputnik V de que a agência fez “afirmações falsas” sobre a presença de adenovírus replicantes na vacina. Os desenvolvedores do imunizante dizem que irão processar a agência.

Torres explicou que a Anvisa apontou o problema com base em documento enviados pelos próprios desenvolvedores. Durante a apresentação, a Anvisa mostrou um trecho de vídeo de uma reunião com representantes do laboratório que mostra que o tema foi tratado em encontro de forma aberta com os pesquisadores russos.

Além disso, a Anvisa disse estar disponível para receber os dados que os desenvolvedores ainda não enviaram sobre a vacina. O principal deles é o relatório técnico que detalha os dados que levaram a Rússia a aprovar a utilização emergencial da vacina.

A vacina foi desenvolvida pelo Instituto Gamaleya e se tornou a primeira a ser autorizada para uso emergencial no mundo, em agosto de 2020, antes mesmo do fim dos testes clínicos.

Importação negada

Na segunda-feira (26), a Anvisa negou o pedido de autorização feito por 14 estados brasileiros para importação emergencial de quase 30 milhões de doses da Sputnik. A decisão contra a importação foi tomada em uma reunião extraordinária que ocorreu para atender uma decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) em uma ação protocolada pelo governo do Maranhão.

A Sputnik V é uma das vacinas negociadas pelo Ministério da Saúde e já está incluída no cronograma, que tinha previsão de entrega inicial para o mês de abril.

O governo federal comprou 10 milhões de doses. Dessas, 400 mil eram esperadas até o final de abril, 2 milhões no fim de maio e 7,6 milhões em junho. Até o momento, nenhum dose foi importada ao país.

Ameaça de processo e apelos no Twitter

Nesta quinta-feira, em nota, o Fundo Russo disse que as afirmações da Anvisa sobre ter “encontrado” adenovírus replicante na Sputnik V são falsas e que vai processar a agência.

“A Human Vaccine, uma subsidiária de 100% do Fundo Russo de Investimentos Diretos (RDIF, na sigla em inglês), acredita que as declarações intencionalmente falsas da Anvisa fazem parte de uma campanha de desinformação contra a vacina Sputnik V e irá instaurar um processo judicial por difamação no Brasil contra a Anvisa por espalharem intencionalmente informações falsas e imprecisas”, informou o Fundo Russo.

A ameaça de processo e outras acusações foram feitas pelos desenvolvedores no perfil da vacina no Twitter.

Sputnik V diz que vai processar a Anvisa — Foto: Reprodução/Twitter

Sputnik V diz que vai processar a Anvisa — Foto: Reprodução/Twitter

Horas antes da divulgação da decisão da Anvisa, o perfil da vacina no Twitter divulgou um apelo para a Anvisa. No dia seguinte à decisão da Anvisa, o perfil da Sputnik no Twitter publicou um documento que, segundo eles, confirma a eficácia da vacina.

No decorrer do dia, o perfil acusou a Anvisa de não ter aprovado a vacina por “razões políticas” e de propagar fake news.

No dia 27 de abril, Sputnik acusou a Anvisa de inventar fake news contra a vacina. — Foto: Twitter/Reprodução

No dia 27 de abril, Sputnik acusou a Anvisa de inventar fake news contra a vacina. — Foto: Twitter/Reprodução

Justificativas para negar a importação

Na segunda-feira (26), após 5 horas de debates, todos os diretores da Anvisa votaram contra o pedido de importação da Sputnik V. Análise aponta falta de dados e risco de doenças por falha em fabricação.

Como justificativa da negativa de importação, a Anvisa apontou que NÃO recebeu relatório técnico capaz de comprovar que a vacina atende a padrões de qualidade e NÃO conseguiu localizar o relatório com autoridades de países onde a vacina é aplicada.

A Gerência de Medicamentos também apontou diversas falhas de segurança associadas ao desenvolvimento do imunizante. Na mais grave, explicou que o adenovírus usado para carregar o material genético do coronavírus não deveria se replicar, mas ele é capaz de se reproduzir e pode causar doenças.

A Gerência de Inspeção e Fiscalização relatou que técnicos da Anvisa não puderam visitar todos os locais de fabricação da vacina durante inspeção na Rússia. Os técnicos conseguiram visitar apenas três locais dos sete previstos. Além disso, a Anvisa afirmou que não conseguiu identificar os fabricantes da matéria prima da vacina.

Diante da negativa da Anvisa à importação, o Consórcio Interestadual de Desenvolvimento do Brasil Central (BrC), composto pelo Distrito Federal e seis estados que desejavam importar a vacina, afirmou que “vai aguardar um posicionamento do Supremo Tribunal Federal (STF)” para reavaliar a compra das doses.

Brasil quadruplica ritmo de mortes e atinge 400 mil vidas perdidas para a Covid


Intervalos de dias entre 100 mil mortes por Covid-19 no Brasil, segundo o consórcio de veículos de imprensa —

O Brasil atingiu nesta quinta-feira (29) uma nova marca da tragédia sanitária dos últimos 13 meses: ultrapassou as 400 mil vidas perdidas para a Covid-19. O assustador número, que reflete o fracasso brasileiro no combate à pandemia, traz um dado ainda mais triste e revelador: o ritmo das mortes pela doença no país quadruplicou. Ele nunca havia sido tão intenso.

Entre março e abril, foram 100 mil mortes registradas em apenas 36 dias. Ou seja, UMA EM CADA QUATRO PESSOAS que morreram pela doença no Brasil perdeu a vida nos últimos TRINTA E SEIS DIAS.

 

No início da tarde desta quinta, o total de mortos chegou 400.021, e o de casos confirmados, 14.541.806, segundo dados levantados pelo consórcio de veículos de imprensa sobre a situação da pandemia no Brasil. O balanço é feito a partir de dados das secretarias estaduais de Saúde.

A marca dos primeiros 100 mil óbitos no Brasil foi atingida quase 5 meses – 149 dias – após a primeira pessoa morrer pela doença no país. Dos 100 mil para os 200 mil, passaram-se outros 5 meses – 152 dias. Mas para chegar aos 300 mil, foram necessários somente 76 dias, número que agora caiu quase pela metade.

As 400 mil vidas perdidas estão sendo registradas justamente no mês que mais matou pessoas: foram mais de 76 mil em 29 dias de abril. Março, o mês anterior mais letal da pandemia, teve 66.868 mortes em 31 dias

Brasil chega a 400 mil mortos pela Covid-19

Alta taxa de mortes e jovens internados

Diferentemente do mês passado, quando a média de mortes estava com tendência de alta, neste final de abril, a média de mortes está em queda, após vários estados terem adotado medidas mais duras de restrição em meio à segunda onda da Covid.

No entanto, o número diário de mortes permanece num patamar muito alto: são mais de 2 mil vítimas diárias da Covid há mais de 40 dias – maior média do mundo entre 9 de março e 25 de abril.

Dados do Ministério da Saúde apurados pelo G1 e pela TV Globo mostram que, ao longo da pandemia, aumentaram, principalmente, as mortes entre jovens, mas os mais velhos continuam sendo vítimas em maior número.

Infográfico mostra a evolução das mortes por Covid por faixa etária no Brasil  — Foto: Editoria de Arte/G1

Infográfico mostra a evolução das mortes por Covid por faixa etária no Brasil — Foto: Editoria de Arte/G1

Alerta nos sistemas de saúde, aglomerações e CPI

Os sistemas de saúde nos estados, que em grande parte viviam o auge do colapso ao longo de março, passam por uma leve folga no momento. As taxas de ocupação de leitos tiveram redução nas últimas semanas. No entanto, com a lentidão do ritmo de vacinação no país (leia detalhes mais abaixo) e a volta de medidas de flexibilização, o alerta continua.

Diariamente no país são registradas aglomerações no transporte público das grandes cidades. Continuam ocorrendo festas clandestinas e encontros em estabelecimentos proibidos, como bingos, sem qualquer medida sanitária de prevenção à Covid.

O presidente Jair Bolsonaro (sem partido), que já chamou a Covid-19 de “gripezinha”, participou de aglomerações, questionou as orientações dadas pela Organização Mundial de Saúde e trocou o comando do Ministério da Saúde três vezes desde o início da pandemia, segue indo contra as medidas indicadas por especialistas e aparecendo em público sem máscara, em contato com outras pessoas.

No Congresso, senadores instalaram nesta semana a CPI da Covid, proposta para apontar os responsáveis pela devastadora crise de saúde que a pandemia causou no Brasil. Entre outros pontos, os parlamentares vão investigar por que a vacina está demorando tanto a chegar para os brasileiros e o que permitiu que o estado do Amazonas ficasse sem oxigênio para tratar os doentes.

Governo Bolsonaro recusou 11 ofertas de vacinas contra Covid-19, aponta coluna

Governo Bolsonaro recusou 11 ofertas de vacinas contra Covid-19, aponta coluna

Foto: Sérgio Lima/ Poder360

O governo federal recusou pelo menos 11 ofertas de vacinas contra a Covid-19. Esse é o número de omissões comprovadas por documentos que já são de conhecimento dos senadores da CPI da Covid, que será instalada nesta terça-feira (27) para investigar a atuação do governo Jair Bolsonaro no combate à pandemia.

Segundo o Blog do Octávio Guedes, no G1, esse número ainda deve crescer ao longo das investigações, já que o relatório final deve considerar também a quantidade de vezes que o governo rejeitou a compra de imunizantes.

 

A campanha de vacinação segue a passos lentos no Brasil porque o país dispõe apenas de duas vacinas, a Coronavac, antes esnobada pelo presidente, e a vacina da Universidade de Oxford com o laboratório britânico AstraZeneca.

 

De acordo com a publicação, das 11 recusas, seis foram justamente à Coronavac. O primeiro ofício ignorado foi do dia 30 de julho do ano passado e o segundo, de 18 de agosto, ambos assinados pelo diretor do Instituto Butantan, Dimas Covas. Um terceiro documento foi entregue pelo próprio ao então ministro da Saúde, o general Eduardo Pazuello.

 

Sem resposta, o Butantan realizou ainda três videoconferências com integrantes do Ministério da Saúde, mas nem assim a oferta avançou.

 

Outras três ofertas formais foram feitas pelo laboratório Pfizer. A primeira ocorreu em agosto de 2020, quando a farmacêutica americana ofereceu ao Brasil 70 milhões de doses para serem entregues em dezembro do ano passado. As outras duas ofertas também não tiveram retorno.

 

O ex-secretário de Comunicação do governo, Fabio Wajngarten, disse que ele próprio passou a abrir as portas do Palácio do Planalto para uma negociação direta com o presidente Jair Bolsonaro e o ministro da Economia, Paulo Guedes. Porém, também não adiantou.

 

Além disso, o senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP), soma à conta as duas vezes em que o governo federal se recusou a participar do consórcio Covax Facility. O diretor-geral da Organização Mundial da Saúde (OMS), Tedros Adhanom, disse que o Brasil só aderiu ao programa no terceiro convite.

 

Segundo o blog, anteriormente, o acordo era visto como uma atitude globalista pelo Ministério das Relações Exteriores. Sendo assim, seria nocivo ao Brasil. O número de doses, ofertado em 212 milhões, ainda foi reduzido a pedido do governo brasileiro.

Brasil chega a 375 mil mortos por Covid; país registrou 1.607 mortes em 24 horas

O país registrou 1.607 mortes pela Covid-19 nas últimas 24 horas e totalizou nesta segunda-feira (19) 375.049 óbitos desde o início da pandemia. Com isso, a média móvel de mortes no Brasil nos últimos 7 dias chegou a 2.860. Em comparação à média de 14 dias atrás, a variação foi de +3%, indicando tendência de estabilidade nos óbitos decorrentes da doença.

Os números estão no novo levantamento do consórcio de veículos de imprensa sobre a situação da pandemia de coronavírus no Brasil, consolidados às 20h desta segunda. O balanço é feito a partir de dados das secretarias estaduais de Saúde.

Já são 89 dias seguidos no Brasil com a média móvel de mortes acima da marca de mil; o país completa agora 34 dias com essa média acima dos 2 mil mortos por dia. Nos últimos 24 dias, a média esteve acima da marca de 2,5 mil.

Veja a sequência da última semana na média móvel:

Média móvel de mortes nos últimos 7 dias — Foto: Arte G1

Média móvel de mortes nos últimos 7 dias — Foto: Arte G1

  • Terça (13): 3.051
  • Quarta (14): 3.012
  • Quinta (15): 2.952
  • Sexta (16): 2.870
  • Sábado (17): 2.917
  • Domingo (18): 2.878
  • Segunda (19): 2.860

 

Em casos confirmados, desde o começo da pandemia 13.977.713 brasileiros já tiveram ou têm o novo coronavírus, com 35.885 desses confirmados no último dia. A média móvel nos últimos 7 dias foi de 65.186 novos diagnósticos por dia. Isso representa uma variação de +3% em relação aos casos registrados em duas semanas, o que indica tendência de estabilidade nos diagnósticos.

Sete estados estão com alta nas mortes: AC, AP, ES, MG, PA, RJ e RR.

Brasil, 19 de abril

  • Total de mortes: 375.049
  • Registro de mortes em 24 horas: 1.607
  • Média de novas mortes nos últimos 7 dias: 2.860 por dia (variação em 14 dias: +3%)
  • Total de casos confirmados: 13.977.713
  • Registro de casos confirmados em 24 horas: 35.885
  • Média de novos casos nos últimos 7 dias: 65.186 por dia (variação em 14 dias: +3%)

Estados

  • Subindo (7 estados): AC, AP, ES, MG, PA, RJ e RR
  • Em estabilidade (14 estados): AL, AM, BA, GO, MA, MS, PE, PI, PR, RN, RO, SE, SP e TO
  • Em queda (5 estados e o Distrito Federal): CE, DF, MT, PB, RS e SC

Essa comparação leva em conta a média de mortes nos últimos 7 dias até a publicação deste balanço em relação à média registrada duas semanas atrás (entenda os critérios usados pelo G1 para analisar as tendências da pandemia).

Vale ressaltar que há estados em que o baixo número médio de óbitos pode levar a grandes variações percentuais. Os dados de médias móveis são, em geral, em números decimais e arredondados para facilitar a apresentação dos dados.

Vacinação

Balanço da vacinação contra Covid-19 desta segunda aponta que 26.654.459 pessoas já receberam a primeira dose de vacina contra a Covid-19, segundo dados divulgados até as 20h. O número representa 12,59% da população brasileira.

A segunda dose já foi aplicada em 10.131.323 pessoas (4,78% da população do país) em todos os estados e no Distrito Federal.

No total, 36.785.782 doses foram aplicadas em todo o país.

Pesquisa semanal CNM: 975 Municípios afirmam risco de ficar sem o kit intubação

Mesmo com a melhora do cenário de desabastecimento para o enfrentamento da Covid-19, 975 Municípios afirmam que têm o risco iminente de ficar sem medicamentos do chamado “kit intubação” para atendimento de pacientes em estado grave. A pesquisa semanal da Confederação Nacional de Municípios (CNM) – de 12 a 15 de abril – mostrou ainda a preocupação de 391 gestores com a possibilidade de faltar oxigênio. Na pesquisa anterior, esses números eram 1.207 e 589, respectivamente.

A pesquisa desta semana contou com a participação de quase 3 mil Municípios e traz informações complementares, como o preenchimento da base de dados do Ministério da Saúde pelos gestores locais e a gestão para aplicação da segunda dose da vacina. Dos Municípios que responderam sobre o registro de doses aplicadas, 2.317 se esforçam para preencher o sistema no mesmo dia e 2.674 fazem isso na modalidade on-line .
Sobre a gestão da aplicação de vacinas pelos gestores municipais, 1.449 Municípios optam por guardar a segunda dose da vacina para garantir a imunização do público prioritário, enquanto 1.426 optam por aplicar todas as doses enviadas pelo Ministério da Saúde. De modo geral, apenas 85 das 5.568 prefeituras afirmaram fazer estoque dos imunizantes sem que seja para segunda dose.Sobre a gestão da aplicação de vacinas pelos gestores municipais, 1.449 Municípios optam por guardar a segunda dose da vacina para garantir a imunização do público prioritário, enquanto 1.426 optam por aplicar todas as doses enviadas pelo Ministério da Saúde. De modo geral, apenas 85 das 5.568 prefeituras afirmaram fazer estoque dos imunizantes sem que seja para segunda dose.

Mais de 2,8 mil gestores municipais confirmaram a informação de capacidade para aumentar as imunizações, se a quantidade de vacinas disponíveis nos Municípios fosse maior.

Falta de doses nos frasco
Enquanto 1.339 receberam doses com a capacidade de dez aplicações, 1.435 afirmam ter recebido doses com menos aplicações e 107 afirmam ter tido problemas com a extração do líquido do frasco.

Brasil tem mais de 362 mil mortos por Covid; média móvel de óbitos fica acima de 3 mil pelo 5º dia País contabilizou 13.677.564 casos e 362.180 óbitos por Covid-19 desde o início da pandemia, segundo balanço do consórcio de veículos de imprensa. Foram 3.462 mortes contabilizadas no último dia.

O país registrou 3.462 mortes pela Covid-19 nas últimas 24 horas e totalizou nesta quarta-feira (14) 362.180 óbitos desde o início da pandemia. Com isso, a média móvel de mortes no Brasil nos últimos 7 dias chegou a 3.012. É o quinto dia seguido em que a média móvel fica acima da marca de 3 mil. Em comparação à média de 14 dias atrás, a variação foi de -3%, indicando tendência de estabilidade nos óbitos decorrentes da doença.

Os números estão no novo levantamento do consórcio de veículos de imprensa sobre a situação da pandemia de coronavírus no Brasil, consolidados às 20h desta quarta. O balanço é feito a partir de dados das secretarias estaduais de Saúde.

Já são 84 dias seguidos no Brasil com a média móvel de mortes acima da marca de mil; o país completa agora 29 dias com essa média acima dos 2 mil mortos por dia; e já são 19 dias com a média acima da marca de 2,5 mil. A média está acima da marca de 3 mil há 5 dias, algo inédito.

Veja a sequência da última semana na média móvel:

Quinta (8): 2.818
Sexta (9): 2.938
Sábado (10): 3.025
Domingo (11): 3.109
Segunda (12): 3.125 (recorde)
Terça (13): 3.051
Quarta (14): 3.012
Em casos confirmados, desde o começo da pandemia 13.677.564 brasileiros já tiveram ou têm o novo coronavírus, com 75.998 desses confirmados no último dia. A média móvel nos últimos 7 dias foi de 68.648 novos diagnósticos por dia. Isso representa uma variação de -7% em relação aos casos registrados em duas semanas, o que indica tendência de estabilidade também nos diagnósticos.

Seis estados estão com alta nas mortes: AP, ES, MA, PI, PR, RJ.

O estado do Ceará não teve atualização nos dados desde a terça-feira. Segundo a Secretaria de Saúde do estado, o sistema que gerencia os dados do boletim estadual apresentou “problemas críticos” que impossibilitaram a divulgação.

Mortes e casos de coronavírus no Brasil e nos estados
Mortes e casos por cidade
Veja como está a vacinação no seu estado
Brasil, 14 de abril
Total de mortes: 362.180
Registro de mortes em 24 horas: 3.462
Média de novas mortes nos últimos 7 dias: 3.012 por dia (variação em 14 dias: -3%)
Total de casos confirmados: 13.677.564
Registro de casos confirmados em 24 horas: 75.998
Média de novos casos nos últimos 7 dias: 68.648 por dia (variação em 14 dias: -7%)
Estados
Subindo (6 estados): AP, ES, MA, PI, PR, RJ
Em estabilidade (14 estados): AC, AL, AM, BA, GO, MG, MS, MT, PA, PE, RR, SE, SP e TO
Em queda (5 estados e o Distrito Federal): DF, PB, RN, RO, RS e SC
Não atualizou (1 estado): CE
Essa comparação leva em conta a média de mortes nos últimos 7 dias até a publicação deste balanço em relação à média registrada duas semanas atrás (entenda os critérios usados pelo G1 para analisar as tendências da pandemia).

Vale ressaltar que há estados em que o baixo número médio de óbitos pode levar a grandes variações percentuais. Os dados de médias móveis são, em geral, em números decimais e arredondados para facilitar a apresentação dos dados.

Vacinação
Balanço da vacinação contra Covid-19 deste quarta-feira (14) aponta que 24.956.272 pessoas já receberam a primeira dose de vacina contra a Covid-19, segundo dados divulgados até as 20h. O número representa 11,79% da população brasileira.

A segunda dose já foi aplicada em 8.121.842 pessoas (3,84% da população do país) em todos os estados e no Distrito Federal.

No total, 33.078.114 doses foram aplicadas em todo o país.

Variação de mortes por estado
Sul

PR: +34%
RS: -39%
SC: -23%
Sudeste

ES: +17%
MG: +8%
RJ: +17%
SP: -3%
Centro-Oeste

DF: -19%
GO: -4%
MS: +4%
MT: -11%
Norte

AC: +8%
AM: +3%
AP: +43%
PA: +14%
RO: -23%
RR: +12%
TO: -12%
Nordeste

AL: +6%
BA: -11%
CE: o estado não divulgou novos dados até as 20h. Considerando os dados até 20h de terça (13), estava em -4% (tendência de estabilidade)
MA: +19%
PB: -31%
PE: +13%
PI: +21%
RN: -18%
SE: +15%