
:: ‘Brasil’
Brasil registra 2.207 mortes em 24 horas; média móvel volta a bater recorde

Brasil registra mais de 2 mil mortes por Covid pelo segundo dia seguido
O país registrou 2.207 mortes pela Covid-19 nas últimas 24 horas e totalizou nesta quinta-feira (11) 273.124 óbitos. Com isso, a média móvel de mortes no Brasil nos últimos 7 dias chegou a 1.705, novamente um recorde. Em comparação à média de 14 dias atrás, a variação foi de 49%, indicando tendência de alta nos óbitos pela doença.
É o que mostra novo levantamento do consórcio de veículos de imprensa sobre a situação da pandemia de coronavírus no Brasil a partir de dados das secretarias estaduais de Saúde, consolidados às 20h desta quinta-feira.
Na quarta-feira, o Distrito Federal não divulgou seus números de mortes e de casos, o que elevou suas somas hoje.
Também já são 50 dias seguidos com a média móvel de mortes acima da marca de 1 mil, 14 dias acima de 1,1 mil, e pelo décimo segundo dia a marca aparece acima de 1,2 mil. Foram 13 recordes seguidos de 27 de fevereiro até aqui.
URGENTE-Brasil registra novo recorde de óbitos por Covid-19: 2.286 mortes em 24 horas
O Brasil registrou hoje (10) um novo recorde de mortes por Covid-19: foram 2.286 vidas perdidas em 24 horas, segundo dados divulgados pelo Conselho Nacional de Secretários da Saúde (Conass). O último recorde foi registrado ontem (9), com 1.972.
Com números cada vez maiores, o país enfrenta uma crise no sistema de saúde, que se aproxima de um colapso sanitário nacional. Nesta quarta, o Brasil ultrapassou os Estados Unidos na média móvel semanal de mortes por Covid-19, o que não ocorria desde setembro do ano passado, quando os americanos começaram a viver sua segunda onda da doença.
Além do recorde de óbitos, também foram contabilizados 79.876 novos casos de coronavírus no país, uma das maiores marcas desde o início da pandemia. No total, são 270.656 mortes por Covid-19 e 11.202.305 contaminados pela doença.
‘Eu me sinto na fase mais difícil de uma guerra’, diz enfermeira de hospital lotado

Quando a enfermeira Ana Paula Lemos correu para a UTI de pacientes com Covid-19 para fazer uma transfusão, não estava preparada para a cena que iria presenciar. Ao lado do paciente que precisava de sangue, um homem de cerca de 60 anos implorava para ser intubado.
Com falta de ar e dores, ele queria ser sedado, perder a consciência, deixar de sentir.
“Ele estava consciente e implorando para ser intubado, porque não aguentava mais a dificuldade para respirar. Me chocou muito esse paciente implorar para respirar sem saber se sairia do respirador, sem saber se voltaria à consciência, se sobreviveria”, relatou a enfermeira à BBC News Brasil.
O homem teve o pedido atendido e foi intubado, mas morreu poucos dias depois.
Lemos é coordenadora da área de transfusão de sangue do Hospital Tacchini, em Bento Gonçalves, no Rio Grande do Sul. O Estado está próximo do colapso do sistema de saúde e acionou a fase mais crítica do plano de contingência ao coronavírus.
“Estamos com quase 100% da ocupação. Temos três UTIs. Uma é destinada só para pacientes com Covid-19. Ela está com lotação de praticamente 100% dos leitos. Temos outras duas UTIs que já atingiram lotação máxima”, contou a enfermeira.
“Cirurgias eletivas foram todas suspensas. Estamos trabalhando com situações de urgência e emergência. A entrada de visita foi totalmente restrita. Os pacientes ficam sem acompanhantes para reduzir o fluxo de pessoas e só falam com a família por vídeo”.
Pior fase da ‘guerra’
Lemos presenciou dezenas de pacientes morrerem desde o início da pandemia, inclusive alguns com os quais convivia havia meses ou anos, já que eram pessoas que precisavam de transfusões periódicas por outras condições de saúde.
“Trabalhamos com muitas pessoas em tratamento de câncer e tivemos muitas perdas de pacientes fixos que acabaram contraindo Covid. A gente se apega ao paciente. E chega outro dia e a gente diz: mais um a gente perdeu.”
Ela diz que se sente numa “guerra” e que o momento atual é o pior desde o início da pandemia. “O mais difícil é o sentimento de que isso não vai ter fim. Parece que a gente não vê uma luz. A gente vê os pacientes internando, internando, e a gente não vê uma saída. A gente tem que aguentar firme”, afirma, embargando a voz.
“Ninguém nos perguntou se a gente queria entrar na guerra ou não e a gente entrou. E essa é a fase mais difícil.”
Segundo Lemos, comparado com o primeiro pico de casos no Rio Grande do Sul, o atual está provocando lotação mais acelerada de todas as unidades do hospital.
“Está pior em volume de internação e a velocidade de contágio parece estar maior. Nós já tivemos 100% de ocupação de UTI antes, mas as unidades de internação estavam mais vazias. Tínhamos como remanejar, agora não. E estamos no limite do estoque de sangue.”
Jovens morrendo
Lemos também disse que percebe um fluxo maior de jovens com quadro grave de Covid-19. Despedir desses pacientes é uma das partes mais difíceis do trabalho, diz.
Ela contou que recentemente teve que acalmar um homem de 36 anos com Covid-19 que parecia ter poucas chances de sobreviver.
“A gente não pode dizer para o paciente que ele vai melhorar, que isso vai passar, porque em alguns casos não é verdade. Falei que ele ia receber uma medicação que ia amenizar a dor e que as coisas iriam se organizar da melhor forma para ele, naquele momento”, disse. O rapaz acabou morrendo.
“Tentamos fazer tudo de maneira humana, sensível, dar conforto. Mas a gente está observando um número muito grande de pacientes jovens com Covid grave. É duro. Às vezes eu estou indo para casa e dou aquela engasgada.”
Pressão constante
Lemos diz que a pressão é tão grande que alguns colegas desenvolveram ansiedade, saíram de licença ou pediram demissão.
“Está tendo muito desligamento por questões psicológicas. Eu não sei como ainda estou limpa de medicação, de antidepressivos. Eu tiro forças do meu filho. Ele não pode me ver desabar”, afirma.
A enfermeira explica que o fato de presenciar tantas mortes todas as semanas provoca um sentimento de impotência. E os profissionais de saúde ainda convivem com o temor de cometer erros ou de faltarem recursos.
“A pressão psicológica é muito grande. A gente trabalha com o medo de errar, porque sabemos que um erro pode ser fatal. Tem a pressão de não ter recursos para atender da melhor maneira. Tem o sentimento de impotência quando fazemos o melhor e o paciente morre…”
Isolamento da família
Além do trabalho sob constante pressão, Ana Paula Lemos precisou fazer sacrifícios na vida pessoal para continuar a rotina no hospital. Para não expor os pais idosos ao risco de contrair Covid-19, ela ficou 10 meses sem ver pessoalmente a mãe e o pai.
A enfermeira acabou pegando a doença e contagiou o marido, mas os dois se recuperaram e o filho pequeno do casal não apresentou sintomas.
Lemos diz que fica “revoltada” quando vê notícias de festas e pessoas descumprindo regras de contenção social. Ela também critica o fato de o comércio ter se mantido aberto em boa parte do país enquanto as escolas fecharam.
“Dá uma revolta. Era essencial ter escola aberta, até porque eu preciso trabalhar e não tenho onde deixar meu filho. Enquanto isso, você vê as pessoas fazendo festa, como se nada estivesse acontecendo. Como que as escolas podem fechar e o comércio fica aberto?”, questiona.
Apesar das dificuldades, quando perguntada sobre se cogita largar o posto, Lemos diz que não. “Eu quero estar aqui atendendo os pacientes. Eu me formei para isso. A gente precisa seguir em frente.”
Fonte:G1
Brasil soma 242 mil mortos por Covid e se aproxima de 10 milhões de casos registrados
País registrou média de 45.282 novos casos por dia, uma redução de 6% em relação a 14 dias atrás. O total de casos é de 9.979.276.
O consórcio de veículos de imprensa divulgou novo levantamento da situação da pandemia de coronavírus no Brasil a partir de dados das secretarias estaduais de Saúde, consolidados às 20h desta quarta-feira (17).
O país registrou 1.195 mortes pela Covid-19 nas últimas 24 horas, chegando ao total de 242.178 óbitos desde o começo da pandemia. Com isso, a média móvel de mortes no Brasil nos últimos 7 dias foi de 1.033. Já são 28 dias com essa média acima da marca de 1 mil. A variação foi de 0% em comparação à média de 14 dias atrás, indicando tendência de estabilidade nos óbitos pela doença.
Em casos confirmados, desde o começo da pandemia 9.979.276 brasileiros já tiveram ou têm o novo coronavírus, com 57.937 desses confirmados no último dia. A média móvel nos últimos 7 dias foi de 45.282 novos diagnósticos por dia. Isso representa uma variação de -6% em relação aos casos registrados em duas semanas, o que indica tendência de estabilidade nos diagnósticos.
Nove estados estão com alta nas mortes: GO, AC, AP, PA, RO, RR, BA, CE e Pb
Brasil, 17 de fevereiro
- Total de mortes: 242.178
- Registro de mortes em 24 horas: 1.195
- Média de novas mortes nos últimos 7 dias: 1.033 (variação em 14 dias: 0%)
- Total de casos confirmados: 9.979.276
- Registro de casos confirmados em 24 horas: 57.937
- Média de novos casos nos últimos 7 dias: 45.282 por dia (variação em 14 dias: -6%)
(Antes do balanço das 20h, o consórcio divulgou um boletim parcial às 13h, com 241.243 mortes e 9.939.810 casos confirmados.)
Vacinação
Balanço da vacinação contra Covid-19 desta quarta-feira (17) aponta que 5.402.913 de pessoas já receberam a primeira dose de vacina contra a Covid-19, segundo dados divulgados até as 20h. O número representa 2,55% da população brasileira.
A segunda dose já foi aplicada em 667.410 pessoas (0,32% da população do país). No total, 6.070.323 doses foram aplicadas em todo o país.
Estados
- Subindo (9 estados): GO, AC, AP, PA, RO, RR, BA, CE e PB
- Em estabilidade (14 estados e o Distrito Federal): PR, RS, SC, ES, MG, SP, DF, MS, MT, AL, MA, PE, PI, RN e SE
- Em queda (3 estados): RJ, AM e TO
Essa comparação leva em conta a média de mortes nos últimos 7 dias até a publicação deste balanço em relação à média registrada duas semanas atrás (entenda os critérios usados pelo G1 para analisar as tendências da pandemia).
Vale ressaltar que há estados em que o baixo número médio de óbitos pode levar a grandes variações percentuais. Os dados de médias móveis são, em geral, em números decimais e arredondados para facilitar a apresentação dos dados.
Variação de mortes por estados
Estados com mortes em alta — Foto: Editoria de Arte/G1
Estados com mortes em estabilidade — Foto: Editoria de Arte/G1
Estados com mortes em queda — Foto: Editoria de Arte/G1
Sul
- PR: -10%
- RS: -1%
- SC: -12%
Sudeste
- ES: -10%
- MG: +10%
- RJ: -20%
- SP: +2%
Centro-Oeste
- DF: -4%
- GO: +44%
- MS: -5%
- MT: -4%
Norte
- AC: +73%
- AM: -30%
- AP: +23%
- PA: +53%
- RO: +25%
- RR: +135%
- TO: -33%
Nordeste
- AL: +2%
- BA: +61%
- CE: +55%
- MA: 0%
- PB: +25%
- PE: +11%
- PI: -1%
- RN: -11%
- SE: -10%
Mulher tem morte cerebral após reação alérgica a tinta de cabelo
Claudia Leitte muda o visual com Koleston Noites Iluminadas A cantora anuncia parceria com a marca e novo visual durante live de Carnaval ao lado de Ivete Sangalo
Confira mais novidades da marca no perfil @WellaBR
Wella Company, uma das principais empresas de beleza do mundo, é composta por marcas icônicas como Koleston, Wella Professionals, Sebastian, Clairol, OPI, Nioxin e GHD. Com 6.000 funcionários globalmente distribuídos, e presença em mais de 100 países, a Wella Company e suas marcas têm a missão de permitir que os consumidores vejam e sintam seu verdadeiro ‘eu’ por meio do poder da mudança positiva. A Wella Company foi criada e projetada para os beauty addicts de hoje e de amanhã, além de seguir comprometida com a diversidade e inclusão, sustentabilidade e uma série de causas sociais. Mais informações sobre a Wella Company podem ser encontradas aqui: www.wellacompany.com.
Monitor da Violência: Bahia registra maior quantidade de mortes violentas pelo segundo ano seguido
/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2019/A/H/W2bBgERMO1fXYh5uCM5g/baleado-divino-02-11-2019.mov-snapshot-02.23-2019.11.02-09.29.35-.jpg)
Bahia é o estado com maior quantidade de mortes violentas em 2020 — Foto: Manoel Neto/ TV Gazeta
A Bahia foi o estado brasileiro que registrou a maior quantidade de mortes violentas em 2020, segundo dados divulgados nesta sexta-feira (12). É o que mostra o índice nacional de homicídios criado pelo G1, com base nos dados oficiais dos 26 estados e do Distrito Federal.
Em números absolutos, ao todo, o estado baiano registrou 5.276 mortes violentas (homicídios dolosos, latrocínios e lesões corporais seguidas de morte) em 2020. Destas, 5.107 foram enquadrados como homicídio doloso, 104 como latrocínio e 65 como lesão corporal seguida de morte.
O estado com a segunda maior quantidade de mortes violentas em 2020 foi o Ceará, com 4.039 casos. Em seguida vieram Pernambuco (3.3.759) e Rio de Janeiro (3.653).
Com relação à taxa por 100 mil habitantes, a Bahia ocupa a quinta colocação no país, com índice de 35,4. à frente da Bahia estão Ceará (44,2), Pernambuco (39,3), Rio Grande do Norte (39,2) e Alagoas (37,4).
Em 2019, a Bahia também foi estado com maior quantidade de mortes violentas. Em comparação com os dados divulgados no último balanço, o estado teve um aumento de 3,5%, com 177 mortes violentas a mais em 2020.
O estado baiano registrou em 2019, 5.099 casos, sendo 4.889 homicídios dolosos, 143 latrocínios e 67 lesões corporais seguidas de morte.
O mês mais violento de 2020, conforme o Monitor da Violência, foi abril, com 534 crimes, seguido do mês de março, que contabilizou 525 mortes violentas.
O aumento de mortes aconteceu mesmo durante a pandemia do novo coronavírus e, em todo o país, o aumento de 5% foi puxado principalmente pelo Nordeste, que teve um aumento expressivo nos assassinatos: 20%. É importante ressaltar que a região também foi a grande responsável pela queda de mortes nos últimos dois anos.
Os dados apontam que:
- Houve 5.276 assassinatos em 2020, o que significa 177 mortes a mais que em 2019
- Aumento em um ano foi de 3,5%
- Mês mais violentos foi o de abril, com 534 crimes
- A região Nordeste foi a principal responsável pela alta no país: 20% de aumento
/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2021/f/x/JvhBAwT12JGig2iUhnjw/monitordaviolencia.png)
BA teve 25.276 assassinatos em 2020 — Foto: G1
Brasil
O Brasil teve uma alta de 5% nos assassinatos em 2020 na comparação com 2019, após dois anos consecutivos de queda.
No ano passado, foram registradas 43.892 mortes violentas, contra 41.730 em 2019. Ou seja, 2.162 mortes a mais. Estão contabilizadas no número as vítimas de homicídios dolosos (incluindo os feminicídios), latrocínios e lesões corporais seguidas de morte.
A região Sul também teve uma leve alta. Já nas outras regiões (Norte, Centro-Oeste e Sudeste), o número de crimes violentos foi menor na comparação com o ano anterior.
BRASIL] MAIS DE 20 PESSOAS ILHADAS SÃO RESGATADAS PELOS BOMBEIROS EM BH

Brasil já aplicou mais de 3,59 milhões de doses da vacina contra Covid; 25.688 pessoas já receberam a 2ª dose, aponta consórcio de veículos de imprensa
Balanço da vacinação contra Covid-19 deste domingo (7) aponta que o Brasil já aplicou 3.598.838 de doses, segundo dados divulgados até as 20h. A segunda dose já foi aplicada em 25.688 pessoas nos estados de Pernambuco e Minas Gerais.
A informação é resultado de uma parceria do consórcio de veículos de imprensa, formado por G1, O Globo, Extra, O Estadão de S.Paulo, Folha de S.Paulo e UOL. Os dados de vacinação passaram a ser acompanhados a partir de 21 de janeiro.
Brasil, 7 de fevereiro
- Total de doses aplicadas desde 17/1: 3.598.838
- Esse valor é a soma das doses aplicadas em 26 estados e no DF.
- Divulgaram dados novos (14 estados): AL, AM, BA, MA, MG, MT, PB, PE, PI, RJ, RN, RO, RS e SP.
- Divulgaram dados em dias anteriores (12 estados e o DF): AC, AP, CE, DF, ES, GO, MS, PA, PR, RR, SC, SE e TO.
O total de 3.573.150 pessoas que receberam a 1ª dose equivale a:
- 1,69% da população brasileira
- 39,72% das doses recebidas pelos estados
O total de 25.688 pessoas que receberam a 2ª dose equivale a:
- 0,01% da população brasileira
Vacinados por estado
/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2021/R/q/md5CfoQOCsI0C7AUc7wQ/y4nfw-vacina-o-nos-estados0702.png)
Doses aplicadas da vacina por estado e DF em 7 de fevereiro de 2021 — Foto: Arte G1
Total de vacinados, segundo os governos, e o percentual em relação à população do estado:
- AC: 9.654 (1,08%)
- AL: 67.315 (2,01%)
- AM: 115.470 (2,74%)
- AP: 9.287 (1,08%)
- BA: 286.006 (1,92%)
- CE: 159.007 (1,73%)
- DF: 97.739 (3,20%)
- ES: 74.537 (1,83%)
- GO: 125.437 (1,76%)
- MA: 84.759 (1,19%)
- MG: 1ª dose – 304.314 (1,43%); 2ª dose – 17.750 (0,08%)
- MS: 71.688 (2,55%)
- MT: 58.157 (1,65%)
- PA: 73.970 (0,85%)
- PB: 67.114 (1,66%)
- PE: 1ª dose – 189.362 (1,97%); 2ª dose – 2.648 (0,03%)
- PI: 45.325 (1,38%)
- PR: 198.310 (1,72%)
- RJ: 268.214 (1,54%)
- RN: 63.761 (1,80%)
- RO: 25.300 (1,41%)
- RR: 14.775 (2,34%)
- RS: 230.858 (2,02%)
- SC: 89.162 (1,23%)
- SE: 26.393 (1,14%)
- SP: 803.037 (1,73%)
- TO: 14.145 (0,89%)
Quantas doses cada estado recebeu até 7 de fevereiro:
- AC: 54.910
- AL: 127.760
- AM: 459.420
- AP: 37.000
- BA: 550.700
- CE: 334.900
- DF: 166.660
- ES: 136.820
- GO: 212.980
- MA: 233.140
- MG: 855.780
- MS: 190.746
- MT: 161.160
- PA: 251.440
- PB: 167.446
- PE: 354.960
- PI: 96.160
- PR: 352.100
- RJ: 673.320
- RN: 113.940
- RO: 70.200
- RR: 95.920
- RS: 511.200
- SC: 191.540
- SE: 76.160
- SP: 2.268.040
- TO: 60.900
Origem dos dados
- Total de doses: números divulgados pelos governos estaduais.
- As informações sobre população prioritária e doses disponíveis são do Ministério da Saúde.
- As estimativas populacionais são do IBGE.
Consórcio
O consórcio de veículos de imprensa foi formado em junho de 2020, em resposta a uma decisão do presidente Jair Bolsonaro de, na ocasião, restringir acesso a dados sobre a pandemia. Os boletins informam, atualmente, o número de pessoas mortas por coronavírus, a quantidade de contaminados e a média móvel, indicador segundo o qual é possível verificar em quais estados a pandemia do novo coronavírus está aumentando, diminuindo ou em estabilidade.










