
:: ‘Brasil’
Brasil chega a 200 mil mortes por Covid-19 sem vacina e sob risco de repetir piores momentos da pandemia No 2º semestre do ano passado, o país chegou a registrar queda na média móvel das mortes pela doença. Cidades e estados flexibilizaram restrições à circulação, e hospitais de campanha foram desmontados. Mas no final do ano os números voltaram aos patamares de setembro e preocupam especialistas.
Em um momento crítico da pandemia e ainda sem vacinação, o Brasil passou a marca de 200 mil mortes por Covid-19 nesta quinta-feira (7), segundo levantamento do consórcio de veículos de imprensa feito a partir de dados das secretarias estaduais de Saúde e divulgado em um boletim extra. O total de óbitos registrados é de 200.011, com 7.921.803 casos confirmados.
Cemitérios de Manaus em diferentes momentos de alta nas mortes por Covid-19 — Foto: Edmar Barros_AFP; Bruno Kelly/Reuters
A primeira morte pela doença no país aconteceu em fevereiro do ano passado. Nos meses seguintes, o número de óbitos subiu gradativamente, até que em junho foi atingido um estágio de platô com cerca de 1 mil mortes diárias.
Em 8 de agosto, 100 mil vidas haviam sido perdidas na pandemia. Mas em meados daquele mês, começou a ser observada uma tendência de queda nos números da tragédia. Cidades e estados flexibilizaram restrições à circulação, e muitos hospitais de campanha foram desmontados.
Em novembro, as mortes voltaram a aumentar – e, no início deste ano, o Amazonas voltou a reviver momentos difíceis da pandemia, com hospitais e cemitérios lotados. Nos últimos dias, Manaus atingiu recorde de novas internações, que superaram números registrados em abril e maio, quando houve colapsos no sistemas público de saúde e no funerário.
Nesta quarta-feira (6), Manaus registrou 110 enterros nos cemitérios, número que se aproxima do recorde registrado em 26 de abril do ano passado, quando houve 140 sepultamentos.
Em Belém, também há temor de novo caos na saúde: quase 100% dos leitos de UTI já estão ocupados.
Na Grande São Paulo e no Rio de Janeiro, prefeituras fazem contratações emergenciais de leitos de UTI em hospitais particulares.
/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2021/Y/t/uKXAn4TQCPegnAnUKwcw/whatsapp-image-2021-01-05-at-21.29.09.jpeg)
Casal de Sorocaba morreu por Covid-19 — Foto: Arquivo pessoal
A pandemia devastou famílias como a do médico Aristides Camargo, de 79 anos, e da ex-professora Maria Inês Santos Camargo, de 67. O casal de Sorocaba (SP) morreu com três dias de diferença depois de sentir, às vésperas do Natal, os primeiros sintomas de Covid-19.
“A pandemia foi a época em que eles viveram mais juntos, muito juntos, um para o outro. Ele sempre trabalhou muito, e ela chegou a comentar comigo que estava curtindo muito ficar com ele direto”, disse Ana Laura Camargo Marques, filha do casal.
À espera da vacinação
/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2021/1/p/oE4eDvQaCQBMsjxyBjqw/vacina.jpeg)
Mapa mostra países que começaram a vacinação contra Covid-19 — Foto: Arte/GloboNews
Mais de 40 países já começaram a aplicar vacinas contra a Covid-19. O Reino Unido foi o primeiro a usar a vacina da Pfizer/BioNTech, seguido de Estados Unidos, Canadá, Arábia Saudita de Israel, além dos 27 países da União Europeia.
Os EUA também começaram a aplicar a vacina da Moderna. Outros países deram início a campanhas com a Sputnik V e as vacinas da Sinovac e da Sinopharm. Em todo o mundo, mais de 15 milhões de doses já foram aplicadas.
Entre os países com maior percentual da população vacinada, estão Israel, com 15%, e Emirados Árabes Unidos, com quase 8%.
/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2020/z/6/Ffq44YQ7a4BqneOPtkqQ/turquia.jpg)
CoronaVac, vacina que está em desenvolvimento pelo Instituto Butantan — Foto: JN
No Brasil, o Instituto Butantan pediu à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) autorização para uso emergencial da CoronaVac, a vacina produzida em parceria com o laboratório Sinovac. Mesmo sem ter recebido o aval, o governo de São Paulo prometeu começar a imunização a partir de 25 de janeiro. A taxa de eficácia da vacina foi divulgada nesta quinta: 78%, sendo 100% para casos moderados e graves.
O Ministério da Saúde anunciou nesta quinta contrato para compra de 100 milhões de doses de vacina do Instituto Butantan. Toda a produção do instituto será incorporada ao Plano Nacional de Imunização, para distribuição em todo o país.
Apesar da pressão de prefeitos e governadores, o Ministério da Saúde ainda não apresentou cronograma para vacinação no Brasil.
“Cobramos uma data e não nos foi fornecida. Quando chegam os insumos? Quando começa a vacinação? O secretário disse que iria levar nossa demanda ao ministro Pazuello”, disse governador do Piauí, Wellington Dias, após reunião com o secretário de vigilância do Ministério da Saúde, Arnaldo Medeiros, nesta terça-feira (5).
Em janeiro, devem chegar ao Brasil 2 milhões de doses da AstraZeneca/Oxford produzidas na Índia. Esse imunizante foi testado em voluntários brasileiros e deve ser produzido pela Fiocruz. A importação, por R$ 59,4 milhões, foi autorizada pela Anvisa, mas ainda não há liberação para uso pela população. Quando começar a imunização, os primeiros a tomar as doses devem ser os profissionais de saúde.

Coronavírus: perguntas mais comuns sobre as vacinas contra Covid-19
Na semana passada, fracassou uma licitação do Ministério da Saúde para compra de seringas e agulhas para vacinação. O pregão previa a aquisição de 331 milhões de seringas, mas as empresas que participaram garantiram entrega de apenas 7,9 milhões. Elas reclamaram que o edital encomendava seringas e agulhas como um só produto e que os preços estavam abaixo dos praticados.
Nesta quarta, o presidente Jair Bolsonaro acusou fabricantes de terem aumentado os preços, motivo pelo qual o governo federal suspendeu a compra do material. O epidemiologista Paulo Lotufo, em entrevista à GloboNews na manhã desta quarta, reforçou que, se a compra tivesse sido feita com antecedência, o governo pagaria mais barato.
Em meio ao aumento de casos e mortes, nesta semana o Instituto Adolfo Lutz, referência em São Paulo, confirmou dois casos de uma nova variante do coronavírus no Brasil. Ela surgiu no Reino Unido, onde já representa mais de 50% dos novos casos diagnosticados, de acordo com a OMS.
Por enquanto, não há comprovação de que o vírus esteja mais forte ou cause uma versão mais grave da Covid-19. Mas um estudo médico divulgado no final de dezembro aponta que a nova versão é entre 50% a 74% mais contagiosa.
Segundo a OMS, ainda não há informação suficiente para determinar se a nova variante afetará a eficácia das vacinas – a entidade afirma que as pesquisas estão em andamento.
Famílias afetadas: ‘A gente não se conforma’
George Luis de Camargo, de 39 anos, uma das vítimas da Covid-19, era casado e tinha dois filhos: um adolescente de 15 anos e uma bebê de quatro meses. Trabalhava como socorrista no Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) de Sorocaba (SP).
“Estamos totalmente despedaçados”, disse Kátia Camargo, irmã de George. Ela também perdeu a mãe para mesma doença.
A mãe, Dosilia Rosa de Camargo, havia morrido no início de dezembro. “Logo depois que minha mãe faleceu, meus irmãos começaram a ter sintomas. O André foi entubado no Hospital Samaritano no dia 19 de dezembro. O George foi internado no Hospital Evangélico, mas não resistiu”, conta Kátia.
André recebeu alta no mesmo dia em que o irmão morreu.
/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2021/h/o/nOBwfGSNOznUCvBWTHGw/post-socorrista.png)
George Luis de Camargo com a mãe em Sorocaba (SP) — Foto: Facebook/Reprodução
Ex-policial, pai de quatro filhos e avô de quatro netos, José Barros perdeu tinha 70 anos quando morreu de Covid-19 na madrugada do dia 2 de janeiro, em Macapá. Presidente do Ypiranga Clube, seu time do coração e atual campeão amapaense de futebol, José vivia a expectativa de ver a equipe disputar a Copa do Brasil depois de dois anos.
“Dos meus 39 anos, vivi todos colados no meu pai. Para onde ele ia, tudo a gente ia fazer juntos. Éramos unha e carne. Falo sobre ele naturalmente, porque a ficha ainda não caiu. Acho que ele ainda está no hospital, internado e que ele vai aparecer em casa”, contou o filho dele, Junior Barros.
A última lembrança ao lado do pai, ficou eternizada numa foto marcante, mas dolorida para Júnior. Na imagem, registrada antes do enterro, o filho aparece ao lado do caixão e vestindo uma camisa do Ypiranga com o nome de Barros às costas.
/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2021/t/V/m6El3sTkqikBVgtLbvDg/filho-jose-barros.jpeg)
Junior Barros veste uma camisa do time do coração do pai, Ypiranga, na despedida. José Barros, presidente do Ypiranga Clube, morreu de Covid-19 em Macapá em janeiro deste ano — Foto: Arquivo pessoal
Com 200 mil óbitos e casos frequentes de aglomerações, quem perdeu parentes para a Covid-19 se choca com imagens de festas e desrespeito a regras, como uso de máscaras.
“É irresponsabilidade, atitude desumana. É egoísmo dessas pessoas que só estão pensando em si”, diz Francisco Ducivaldo Azevedo. Em 17 de junho, ele perdeu a mãe, Dulçanira Azevedo, de 69 anos. “Entendo que as pessoas precisam desopilar na pandemia, mas o momento requer paciência e prudência”, afirma ele.
/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2021/K/i/zCJQV9SOGESBMqIEBprQ/evaldo.jpg)
Liduína Lessa, viúva do compositor Evaldo Gouveia, lamenta que algumas pessoas continuam fazendo aglomeração: ‘Irresponsabilidade’ — Foto: Arquivo pessoal
A cantora e viúva do compositor Evaldo Gouveia, Liduína Lessa, também percebe os flagrantes de aglomeração como um desrespeito às vidas tomadas pela doença. Seu marido, referência da música popular brasileira, faleceu com a Covid-19 aos 91 anos, em 29 de maio, em Fortaleza.
“É muita irresponsabilidade. Acho muita falta de consciência do povo que se aglomera. É uma tristeza muito grande ver que meu esposo teve esse problema, porque muita gente pensa que é brincadeira, não se cuida.”
Evaldo Gouveia se despediu deixando a mulher e dois filhos, Marcio e Marcelo Gouveia. “O Brasil teve uma perda muito grande na cultura, até hoje a gente não se conforma não”, diz.[[fonte g1]
Cantor Genival Lacerda morre aos 89 anos no Recife Artista estava internado desde 30 de novembro em decorrência da Covid-19 no Hospital da Unimed. Com carisma e irreverência, cantor foi um dos ícones do forró.
/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2020/3/g/4pKRKBTuemkBJ5HfadAw/031-03154531.185601.jpg)
O cantor Genival Lacerda durante show no Sitio da Trindade, em Recife (PE). Foto de junho de 2007 — Foto: Alexandre Belém/JC Imagem/Estadão Conteúdo/Arquivo
O cantor e compositor Genival Lacerda morreu aos 89 anos, no Recife, em decorrência de complicações da Covid-19, nesta quinta-feira (7). A informação foi confirmada pelo filho do artista, João Lacerda.
O artista foi internado no dia 30 de novembro de 2020, no Hospital Unimed I, na Ilha do Leite, na área central da capital pernambucana. Com Covid-19, ele foi levado para a Unidade de Terapia Intensiva (UTI).
No dia 4 de janeiro, Genival Lacerda teve uma piora no quadro de saúde, segundo o boletim divulgado pela família. Na quarta (6), a família havia iniciado uma campanha de doação de sangue para o cantor.
Em 26 de maio de 2020, Genival Lacerda havia sofrido um Acidente Vascular Cerebral Isquêmico (AVC) e deu entrada no Hospital d’Ávila, na Zona Oeste da capital pernambucana. Recuperado, ele teve alta três dias depois de ser internado.
/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2019/v/3/krr1DxQECW11n2VA5ibQ/genival-1.jpg)
Genival Lacerda também abrilhantou o São João de Natal — Foto: Rogério Vital
Genival Lacerda foi um dos grandes nomes do forró e, com carisma e irreverência, se tornou um ídolo popular. Conhecido por todo o Brasil durante 64 anos de carreira, era um símbolo da cultura do Nordeste.
O cantor e compositor nasceu em Campina Grande, na Paraíba, em 5 de abril de 1931. Chegou a trabalhar na cidade como radialista, mas fez a primeira gravação como cantor quando já morava em Recife, para onde se mudou em 1953.
Genival gravou seu primeiro disco em 1956, um compacto duplo com “Coco de 56”, escrito por ele e João Vicente, e o xaxado “Dance o xaxado”, feito por ele com Manoel Avelino.
/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2020/Y/q/4XGUZbQrG4DussqN6mlw/genival-lacerda-foto-andre-moreira-49-.jpg)
Genival Lacerda em foto de junho de 2015 — Foto: André Moreira/Prefeitura de Aracaju
Ele gravou diversos álbuns e ficou conhecido pelo Nordeste como músico e radialista durante esta fase no Recife.
Em 1964, se mudou para o Rio de Janeiro. A consagração nacional veio com “Severina Xique Xique”, de 1975. O refrão “ele tá de olho é na butique dela” virou sua marca.
Em seguida, vieram sucessos como “Radinho de pilha”, “Mate o véio” e “De quem é esse jegue”, que consolidaram o estilo bem humorado do “seu Vavá”, como também era conhecido.
O músico viveu no Rio durante o auge da popularidade do forró no Sudeste, e conviveu com outros artistas fundamentais do estilo como Dominguinhos e Luiz Gonzaga.
/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2021/3/Z/BFQ6cTR6CZBBSSsi1imA/genival-lacerda-carreira.jpg)
Genival Lacerda gravou seu primeiro disco em 1956 — Foto: Reprodução/TV Globo
Com Jackson do Pandeiro, teve uma relação ainda mais próxima, mesmo sendo bem mais novo. A irmã de Jackson, Severina, foi casada com um irmão de Genival.
Desde os anos 90, voltou a morar no Recife. Nos últimos anos, não tinha novos sucessos nas rádios, mas manteve o ritmo de shows e o reconhecimento popular.
No final de 2017 recebeu no Palácio do Planalto a medalha da Ordem do Mérito Cultural (OMC). Na cerimônia, Genival tirou seu chapéu estampado de bolinhas ao passar diante do então presidente Michel Temer.
Após dizer que país ‘quebrou’ Bolsonaro convoca reunião ministerial fora de agenda; Guedes interrompe férias

O ministro da Economia, Paulo Guedes, está no Palácio do Planalto para participar de reunião ministerial, informou na manhã desta quarta-feira (6) a assessoria de imprensa da pasta.
O compromisso não constava da agenda oficial do presidente Jair Bolsonaro.
A princípio, Guedes ficaria de férias até sexta-feira (8). Em dezembro, o ministro já havia cancelado parte do período de descanso programado para o fim do ano.
O encontro ocorre logo depois da declaração de ontem do presidente Jair Bolsonaro de que o “Brasil está quebrado” e que ele não poder fazer nada – o que irritou parte do mercado.
Durante as férias de Guedes, a Economia também precisou explicar o calote dado pelo Brasil ao banco dos Brics nesta semana.
Fonte: InfoMoney
Brasil chega a 196 mil mortos por Covid-19; média móvel está em 698 óbitos por dia País contabilizou 196.029 óbitos e 7.732.071 casos da doença desde o início da pandemia, segundo balanço do consórcio de veículos da imprensa.
O consórcio de veículos de imprensa divulgou novo levantamento da situação da pandemia de coronavírus no Brasil a partir de dados das secretarias estaduais de Saúde, consolidados às 20h deste domingo (3).
O país registrou 287 mortes pela Covid-19 nas últimas 24 horas, chegando ao total de 196.029 óbitos desde o começo da pandemia. Com isso, a média móvel de mortes no Brasil nos últimos 7 dias foi de 698. A variação foi de -9% em comparação à média de 14 dias atrás, indicando tendência de estabilidade nos óbitos pela doença.
Os números destes sábado e domingo, ainda mais baixos do que os dos últimos finais de semana, podem ser reflexo de esquemas de plantão de Ano Novo adotados localmente nos órgão responsáveis pelos registros.
Em casos confirmados, desde o começo da pandemia 7.732.071 brasileiros já tiveram ou têm o novo coronavírus, com 17.252 desses confirmados no último dia. A média móvel nos últimos 7 dias foi de 35.810 novos diagnósticos por dia. Isso representa uma variação de -25% em relação aos casos registrados em duas semanas, o que indica tendência de queda nos diagnósticos.
Oito estados apresentaram alta na média móvel de mortes: AC, TO, SE, RR, AL, RO, PA, AM.
Brasil, 3 de janeiro
- Total de mortes: 196.029
- Registro de mortes em 24 horas: 287
- Média de novas mortes nos últimos 7 dias: 698 (variação em 14 dias: -9%)
- Total de casos confirmados: 7.732.071
- Registro de casos confirmados em 24 horas: 17.252
- Média de novos casos nos últimos 7 dias: 35.810 por dia (variação em 14 dias: -25%)
(Antes do balanço das 20h, o consórcio divulgou um boletim parcial às 13h, com 195.805 mortes e 7.719.314 casos confirmados.)
Estados
- Subindo (8 estados): AC, TO, SE, RR, AL, RO, PA e AM
- Em estabilidade, ou seja, o número de mortes não caiu nem subiu significativamente (12 estados e o DF): MG, PB, SP, PI, RJ, MA, RS, ES, AP, BA, RN, MS e DF
- Em queda (6 estados): GO, CE, PR, PE, MT e SC
Essa comparação leva em conta a média de mortes nos últimos 7 dias até a publicação deste balanço em relação à média registrada duas semanas atrás (entenda os critérios usados pelo G1 para analisar as tendências da pandemia).
Vale ressaltar que há estados em que o baixo número médio de óbitos pode levar a grandes variações percentuais. Os dados de médias móveis são, em geral, em números decimais e arredondados para facilitar a apresentação dos dados.
Médica eleita prefeita deixa a cerimônia de posse para atender vítimas de acidente
Médica, a nova prefeita de Itapajé, Dra. Gorete (PSD), deixou a solenidade de posse nesta sexta-feira (1º), para ir ao Hospital Municipal da cidade, averiguar a situação de dois feridos em uma colisão envolvendo um caminhão cegonha carregado, que ocorreu nesta manhã no Km 128 da BR-222, em Itapajé.
ULTIMA MATERIA DE 202O UM ANO QUE VAI FICAR NA HISTORIA UMA DOENÇA QUE PAROU O MUNDO PESSOALMENTE PASSEI POR DECEPÇÃO E FALCIDADE DE PESSOAS QUE NUNCA NA MINHA VIDA IA IMAGINAR MAS DEUS NO COMANDO FELIZ ANO NOVO A TODOS ESTAREMOS DE VOLTA EM 2021 COM TUDO AGUARDEM
Não gosto de ingratidão, não gosto de falsidade ou hipocrisia .
Não gosto de gente metida, nem de gente que atua.
Não gosto de gente orgulhosa de, gente que se acha por seu corpo, por dinheiro…não gosto nem sequer de gente burra.
Não gosto de gente que se cala, de pessoas que tem medo de viver, nem daqueles que não prestam atenção nos outros, ou que se acham o centro do mundo. Sou do tipo , pois não gosto de mentiras, falsidade ou de gente que se apega na ilusão…
Às vezes peco pela sinceridade, coleciono alguns inimigos, pessoas que não gostam da verdade, a maioria se apresenta como gente manipuladora, que não se aguenta em pé diante de um fato, de uma realidade…
Não me escondo, pois a minha vida é como um livro aberto, exposto, em cada página registrada…
Brinco, me divirto e dou inúmeras risadas, sou feliz e adoro mostrar a minha história, a minha jornada, enfatizando que sou fiel e que não tenho medo de nada…
A vida é feita com etapas, já tive momentos tristes, com choro e lamentos, com pedras que já me foram atiradas, mas em contrapartida, recebi muito mais flores perfumadas…
Este é o desabafo de um menino que cresceu na estrada, que já brigou com o mundo, mas que nunca perdeu o rumo da jornada, pois Deus sempre esteve com ele, e estará por toda caminhada, pois a vida não termina, ela apenas segue para uma nova etapa. [E TUDO VI MUDAR ] UM FELIZ UM FELIZ 2021 PARA TODOS ADRIANO CRUZ
Casos e mortes por coronavírus no Brasil em 27 de dezembro, segundo consórcio de veículos de imprensa (atualização das 13h) País contabilizou 190.861 óbitos e 7.466.189 casos da doença desde o início da pandemia.
O Brasil tem 190.861 mortes por coronavírus confirmadas até as 13h deste domingo (27), segundo levantamento do consórcio de veículos de imprensa a partir de dados das secretarias estaduais de Saúde.
Desde o balanço das 20h de sábado (26), quatro estados atualizaram seus dados: GO, RN, RS e TO.
Veja os números consolidados:
- 190.861 mortes confirmadas
- 7.466.189 casos confirmados
No sábado (26), às 20h, o balanço indicou 190.815 óbitos desde o começo da pandemia. Com isso, a média móvel de mortes no Brasil nos últimos 7 dias foi de 636. A variação foi de 0% em comparação à média de 14 dias atrás, indicando tendência de estabilidade nos óbitos pela doença pelo terceiro dia seguido. Em 4 de dezembro, o país havia entrado em uma tendência de alta na média de mortes.
Em casos confirmados, o registro do sábado era de que 7.464.620 brasileiros já tiveram ou têm o novo coronavírus. A média móvel nos últimos 7 dias foi de 35.993 novos diagnósticos diários. Isso representa uma variação de -16% em relação aos casos registrados em duas semanas.
9 apresentaram alta na média móvel de mortes: PR, MG, MS, MT, AC, AM, PA, AL e SE.
Dados até o dia 26 de dezembro
- Total de mortes: 190.815
- Registro de mortes em 24 horas: 276
- Média de novas mortes nos últimos 7 dias: 636 (variação em 14 dias: 0%)
- Total de casos confirmados: 7.464.620
- Registro de casos confirmados em 24 horas: 16.995
- Média de novos casos nos últimos 7 dias: 35.993 por dia (variação em 14 dias: -16%)
Estados
- Subindo (9 estados): PR, MG, MS, MT, AC, AM, PA, AL e SE
- Em estabilidade, ou seja, o número de mortes não caiu nem subiu significativamente (12 estados): RS, SC, ES, GO, AP, RO, BA, MA, PB, PE, PI e RN
- Em queda (5 estados + DF): RJ, SP, RR, TO e CE
‘Não dou bola pra isso’, diz Bolsonaro, sobre Brasil estar atrás na vacinação contra Covid-19
O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) disse neste sábado (26) que não se sente pressionado pelo fato de outros países já terem começado a vacinar sua população contra o novo coronavírus, argumentando que não dá “bola pra isso”.
As declarações foram dadas após um longo passeio na manhã deste sábado por Brasília, no qual ele parou em diversos momentos para falar com apoiadores. Em nenhum deles usou máscara.
“Ninguém me pressiona pra nada, eu não dou bola pra isso”, disse após ser questionado por jornalistas, se havia pressão pelo fato de outros países terem começado a imunizar a população.
“É razão, razoabilidade, é responsabilidade com o povo você não pode aplicar qualquer coisa no povo”, completou.
Países como Estados Unidos, Reino Unido, Chile, entre outros, começaram a aplicar vacinas contra a Covid-19 em sua população.
O presidente também voltou a afirmar que os laboratórios não se responsabilizam por efeitos colaterais das vacinas. Esse vem sendo um dos argumentos para justificar sua decisão de não assumir responsabilidade por eventuais reações adversas das imunizações.
“Tudo que eu vi até agora em vacina que poderão ser disponíveis tem uma cláusula que diz o seguinte, tá? Eles não se responsabilizam por qualquer efeito colateral”, disse.
O presidente provocou aglomeração em praticamente todas suas paradas. Inicialmente, Bolsonaro parou em uma padaria e uma casa lotérica, no bairro Cruzeiro.
Depois seguiu para o Setor Militar Urbano, mas não visitou nenhuma autoridade. Parou rapidamente em uma quadra de futebol fechada, mas permaneceu poucos minutos. Em seguida, parou o comboio em uma rua, para conversar com o público.
No Sudoeste, parou em uma papelaria, onde voltou a tirar fotos com apoiadores. Saiu sem nenhum produto nas mãos.
No setor de oficinas do Sudoeste, provocou novamente aglomeração na chamada praça das Motos, quando tirou novamente fotos e cumprimentou apoiadores.
Identificada família que morreu em acidente a caminho de Vitória da Conquista, eram 5 pessoas, uma tragédia!
Cinco pessoas de uma mesma família morreram em um acidente na BR-135, em Montes Claros, no Norte de Minas, na manhã desta sexta-feira (25).
Segundo informações do Corpo de Bombeiros, elas estavam em um carro de passeio que invadiu a contramão e bateu de frente com um caminhão-baú. A perícia foi acionada e as causas do acidente serão investigadas. O caminhoneiro não ficou ferido.
De acordo com a Polícia Militar Rodoviária, a família saiu de Itapecerica da Serra (SP) com destino à Vitória da Conquista.
“No veículo, viajavam um casal com dois filhos (um rapaz e uma menina de 11 anos), e outro homem adulto, que também faz parte da família, mas ainda não sabemos o grau de parentesco. As vítimas ficaram desfiguradas e não foi possível identificar quem digira o carro”, explicou o cabo da PM Eduardo Mesquita.
O caminhoneiro foi conduzido à delegacia para prestar esclarecimentos. Os corpos das cinco vítimas foram levados para o Instituto Médico Legal de Montes Claros.
O acidente foi por volta das 10h e o trânsito foi liberado no início da tarde após retirada do carro e limpeza da pista.
Segundo o boletim de ocorrência da Polícia Militar, as vítimas são: Vanete Ramos da Cunha, 38 anos; Vinícius Ramos Cunha, 19 anos; Adelvaldo de Jesus Souza, 37 anos; Gilvan Brito Silva, 32 anos; Maria Eduarda Ramos Souza, 11 anos.[[fonte rodrigo ferraz]
TRAGÉDIA | Acidente entre carro e caminhão deixa cinco mortos; família viajava de São Paulo até a Bahia
Cinco pessoas de uma mesma família morreram em um acidente na BR-135, em Montes Claros, no Norte de Minas, na manhã desta sexta-feira (25).
Segundo informações do Corpo de Bombeiros, elas estavam em um carro de passeio que invadiu a contramão e bateu de frente com um caminhão-baú.
A perícia foi acionada e as causas do acidente serão investigadas. O caminhoneiro não ficou ferido.
“O motorista relatou que o carro invadiu a contramão de forma repentina e ele tentou desviar, mas não conseguiu evitar a batida.
Quatro vítimas foram arremessadas e um homem ficou preso com as pernas às ferragens. É uma cena triste numa data tão importante como essa”, disse o tenente Walderides Cangussu.
De acordo com a Polícia Militar Rodoviária, a família saiu de Itapecerica da Serra (SP) com destino à Vitória da Conquista, sudoeste baiano.
“No veículo, viajavam um casal com dois filhos (um rapaz e uma menina de 11 anos), e outro homem adulto, que também faz parte da família, mas ainda não sabemos o grau de parentesco. As vítimas ficaram desfiguradas e não foi possível identificar quem digira o carro”, explicou o cabo da PM Eduardo Mesquita.
O acidente foi por volta das 10h e o trânsito foi liberado no início da tarde após retirada do carro e limpeza da pista.
Segundo o boletim de ocorrência da Polícia Militar, as vítimas são: Vanete Ramos da Cunha, 38 anos; Vinícius Ramos Cunha, 19 anos; Adelvaldo de Jesus Souza, 37 anos; Gilvan Brito Silva, 32 anos; Maria Eduarda Ramos Souza, 11 anos. | Fonte: G1











