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:: ‘Brasil’

Brasil chega a mais de 181 mil mortes causadas pelo coronavírus

Levantamento junto às secretarias de saúde indica que 181.460 pessoas não resistiram às complicações da doença; número de óbitos está em alta em 18 estados. Foto: Divulgação

Passa de 181 mil o número de mortes causadas pelo coronavírus entre março, início da pandemia no Brasil, e esta segunda-feira (14). Levantamento do consórcio de veículos da imprensa, a partir de informações das secretarias de Saúde dos estados, contabiliza 181.460 pessoas que não resistiram às complicações da doença.

O número é um pouco maior do que o registrado na noite de domingo (13), quando o balanço indicou 181.419 mortes. Quanto ao número de casos, os dados do final de semana indicavam também 6.901.990 diagnósticos. Segundo a atualização mais recente, já são 6.903.833 casos registrados da Covid-19 em todo o país.

Dentro do levantamento 18 estados e o Distrito Federal apresentaram alta na média de óbitos: Paraná, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Espírito Santo, Minas Gerais, Mato Grosso do Sul, Mato Grosso, Acre, Amapá, Rondônia, Roraima, Tocantins, Alagoas, Bahia, Paraíba, Pernambuco e Rio Grande do Norte. Por outro lado, Amazonas, Ceará e Maranhão estão em queda. Rio de Janeiro, Pará, Piauí e Sergipe estão em estabilidade. Goiás não apresentou novos dados.

BRASIL | Edson Fachin suspende isenção de impostos sobre armas

A decisão que definia alíquota zero para a importação de revólveres e pistolas foi suspensa, nesta nesta segunda-feira (14/12), pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Edson Fachin.

Na semana passada, a isenção tinha sido definida pela Câmara de Comércio Exterior (Camex), vinculada ao Ministério da Economia, porém só passaria a valer no próximo dia 1º de janeiro.

Com a suspeição feita pelo ministro do STF, agora fica mantido o imposto de importação atual, que é de 20% sobre o valor da arma.

No Diário Oficial

O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) comemorou a resolução da Camex que zerou a alíquota do imposto de importação de armas. A medida foi publicada no Diário Oficial da União (DOU) do último dia 9 e entraria em vigor a partir de 1º de janeiro do ano que vem.

Entretanto, a medida também suscitou diversas críticas. O presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), afirmou que tal medida apontava a “falta de prioridade e de sensibilidade do governo” de Jair Bolsonaro (sem partido), que em vez de se preocupar com a busca por imunizantes contra a Covid-19, zerava os impostos para importações de armas de fogo.

O PSB foi além da crítica e recorreu ao Supremo para que a medida fosse suspensa. Foi a esse processo que Edson Fachin respondeu na tarde desta segunda.

IGAPORÃ: CASAL DE IDOSOS VENCE A COVID-19

Os idosos D. Nice e “Seu” Antomário Borges receberam alta hospitalar nesse final de semana, após ficarem internados na semi UTI do Hospital Português, em Salvador, para tratamento da Covid-19.

O idoso possui 103 anos e sua esposa, 96. A informação foi divulgada por um vídeo compartilhado nas redes sociais, onde sua neta, Ana Terra Borges, advogada, comemora a cura dos avós.

Segundo familiares que residem em Igaporã, Dona Nice estava internada no Hospital Municipal José Olinto Cotrim, enquanto o esposo permanecia em isolamento domiciliar. No último dia 9, deram entrada no hospital da capital baiana.

Funcionários da Anvisa afirmam em carta que agência ‘não serve aos interesses de governos’ Servidores afirmam que estão ‘acima de qualquer pressão’.

Nós, servidores da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), reafirmamos, por meio desta carta aberta, o caráter técnico e independente dos trabalhos e das atividades desenvolvidos pelos servidores da Agência na promoção e na proteção da saúde da população. Por se tratar de uma autarquia sob regime especial, conforme define a própria lei de criação da Anvisa, a Agência não serve aos interesses de governos, de pessoas, de organizações ou de partidos políticos.

Pressões externas são inerentes ao trabalho desenvolvido por nós, servidores da Anvisa, mas o trabalho técnico está acima de qualquer pressão. A Anvisa é um órgão do Estado brasileiro e está a serviço do povo brasileiro. Ao longo dos seus 20 anos de existência, a Agência consolidou-se como uma referência no setor de saúde justamente pelo trabalho desenvolvido por seus servidores, que resultou na reconhecida excelência da sua atuação regulatória e na credibilidade de suas ações e decisões, baseadas exclusivamente em critérios técnicos e científicos.

Deve-se destacar que a Anvisa foi classificada como Agência Reguladora Nacional de Referência Regional pela Organização Pan-Americana da Saúde (Opas). Em 2019, também foi eleita para ocupar a última vaga disponível no Comitê Gestor do Conselho Internacional de Harmonização de Requisitos Técnicos para Registro de Medicamentos de Uso Humano (ICH). O Comitê Gestor do ICH é composto pelos membros permanentes (Estados Unidos, União Europeia, Japão, Canadá e Suíça) e há quatro vagas para membros eleitos, das quais três foram ocupadas em 2018 (Coreia do Sul, China e Singapura) e, agora, pelo Brasil, cujo mandato vai até 2021.

Além disso, em 30 de novembro deste ano, a Anvisa foi formalmente comunicada da conclusão, com sucesso, do processo de adesão da Agência ao Esquema de Cooperação em Inspeção Farmacêutica (PIC/S, do inglês Pharmaceutical Inspection Co-operation Scheme). Assim, a Anvisa se tornou o 54º membro da iniciativa internacional em inspeção farmacêutica, passando a contar com o reconhecimento internacional da excelência das inspeções em Boas Práticas de Fabricação (BPF) de medicamentos e insumos farmacêuticos de uso humano. O cumprimento das Boas Práticas de Fabricação Farmacêuticas por parte das empresas fabricantes é requisito prévio fundamental para a aprovação e a comercialização desses insumos de saúde no Brasil.

É importante ressaltar, ainda, que o corpo técnico da Anvisa é constituído por servidores de carreira. Ademais, o Comitê criado para se dedicar exclusivamente à análise dos pacotes de dados contidos nos pedidos de registro e de autorização para uso emergencial das vacinas contra a Covid-19, doença caracterizada como pandemia pela OMS desde março de 2020 e que já vitimou dramaticamente mais de 178 mil brasileiros, tem seguido e respeitado preceitos técnicos previstos no arcabouço regulatório sanitário vigente no país.

Nesse sentido, tal comitê tem trabalhado incansavelmente, por meio de avaliação técnica criteriosa, que inclui uma análise rigorosa dos dados laboratoriais, de produção, de estabilidade e clínicos, de forma isenta e sem se submeter a qualquer tipo de pressão política e no menor tempo possível, com o objetivo de assegurar que as vacinas contra a Covid-19 que venham a ser registradas pela Agência sejam seguras, eficazes e produzidas com qualidade. Somos sensíveis e solidários a este momento crítico que todos nós estamos atravessando e temos trabalhado de forma ativa no enfrentamento da pandemia desde o início e em diversas frentes, como no controle sanitário de portos, aeroportos e fronteiras, no registro de kits de diagnóstico da doença, na agilização do registro de respiradores, na elaboração de protocolos de segurança em serviços de saúde, na flexibilização de normas para disponibilização de álcool gel e saneantes, entre outros.

Por isso tudo, neste momento de pandemia, ratificamos nosso compromisso com a saúde, com o povo brasileiro e com uma atuação ética, obrigação de todos os servidores públicos, frente a qualquer tipo de pressão ou intervenção política no desenvolvimento de nossas atividades. Estamos cientes da importância e das expectativas em torno das atividades que desenvolvemos na análise da qualidade, da segurança e da eficácia das vacinas para a Covid-19. Sentimos orgulho de contribuir para enfrentar esta situação inédita de pandemia e estamos cientes de que o nosso trabalho irá reverberar em cada família brasileira, inclusive nas nossas próprias. Afinal, também somos cidadãos e somos igualmente afetados pelas decisões da Anvisa.

Por fim, prestamos nossa solidariedade a todos os familiares e pessoas que perderam entes queridos em razão da Covid-19 e prestamos também nossa homenagem aos trabalhadores da saúde que se encontram na linha de frente de atuação no enfrentamento da pandemia. Podem ter certeza de que nós, servidores da Anvisa, não faltaremos ao povo brasileiro e daremos nossas melhores energias e todo o nosso conhecimento técnico para aprovar, com segurança e com a urgência que a situação exige, as vacinas que o país aguarda com tanta ansiedade. Mantemos o nosso compromisso de atuar em prol dos interesses da saúde pública, honrando a missão da Agência de “proteger e promover a saúde da população, mediante a intervenção nos riscos decorrentes da produção e do uso de produtos e serviços sujeitos à vigilância sanitária, em ação coordenada e integrada no âmbito do Sistema Único de Saúde”.

Lei sancionada por Bolsonaro em fevereiro pode obrigar Anvisa a liberar vacina em 72 horas

Eduardo Pazuello diz que governo vai comprar todas as vacinas
Eduardo Pazuello diz que governo vai comprar todas as vacinas
Erasmo Salomão/Ministério da Saúde

A guerra da vacina teve mais um capítulo nesta terça-feira. Em reunião dos governadores com o ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, o chefe do executivo paulista questionou a ausência da CoronaVac no programa nacional de vacinação. Doria insinuou que o ministério agia de forma política ao priorizar outros imunizantes. Pazuello rebateu dizendo que o governo compraria todas as vacinas aprovadas e disse que a CoronaVac não era de São Paulo, mas, sim, do Instituto Butantan.

Na reunião, Pazuello disse aos governadores que o tempo de aprovação pela Anvisa seria de 60 dias, o que poderia frustrar os planos de Doria de iniciar a vacinação no dia 25 de janeiro. A Lei 13.979/2020, sancionada por Bolsonaro em fevereiro, permite que produtos farmacêuticos sejam liberados excepcionalmente em 72 horas desde que tenham aprovação em agências internacionais de Estados Unidos, União Europeia, Japão ou China.

O médico e advogado sanitarista, pesquisador do Centro de Pesquisa em Direito Sanitário da Universidade de São Paulo – Cepedisa/USP e do Institut Droit et Santé da Universidade de Paris, Daniel A. Prado, explica que caso a Anvisa não faça essa liberação automática, os estados podem pedir ao Supremo Tribunal Federal a aprovação. Prado alerta, porém, que essa lei está vinculada ao estado de calamidade pública que expira em dezembro e que não é possível uma liberação que não seja feita pela Anvisa.

Prado avalia que ações, como a do governador do Maranhão, Flavio Dino, que tentam a compra de vacinas sem a aprovação da agência não devem prosperar. Ele diz que apesar da obrigatoriedade de uma aprovação rápida, esta só pode ser dada pela Anvisa. O pesquisador afirma que uma vez liberada pela Anvisa, os estados não precisam necessariamente respeitar cronogramas do ministério da Saúde e podem ter calendários específicos para a vacinação, como quer Doria em São Paulo. Resta saber se os chineses vão terminar realmente a fase 3 e aprovar a CoronaVac até o fim do ano.

DEPOIS DE TANTO ABRE E FECHA PELO COVID 19 – PREFEITO SOUTA O VERBO SOBROU PRA TODO MUNDO

Mulher destrói a própria casa após ex-companheiro exigir dinheiro das madeiras

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A mulher identificada como Eva Maria Ferreira, de 35 anos, mãe de dois filhos menores, pede ajuda para construir casa no loteamento Verdecap III, Usina Santana, zona Sudeste de Teresina, após briga com o ex-companheiro.

Segundo ela, o homem queria R$ 1.600 das madeiras que já estava no imóvel, alegando que seria dele. Como ela não tinha esse valor, a mulher disse que não queria mais as madeiras e mandou destruir a casa para retirá-la. O caso aconteceu no último dia (1º/12).
Um morador cedeu um espaço para a vítima ficar alguns dias, mas este já teria pedido para ela e seus filhos se retirarem. Desempregada, ela está desabrigada e precisa reconstruir a casa e para isso pede ajuda aos teresinenses.
Amigos realizam campanha nas redes sociais para arrecadar materiais de construções ou recursos financeiros.  Para ajudar, basta entrar em contato com seguintes números: (86) 99538-0270. //180Graus
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MORRE O ATOR EDUARDO GALVÃO, AOS 58 ANOS, VÍTIMA DA COVID-19

O artista teve complicações em decorrência do vírus e estava na UTI

Morreu na noite desta segunda (7), aos 58 anos, o ator Eduardo Galvão. O ator estava internado em um hospital do Rio de Janeiro há uma semana, em decorrência do coronavírus. O artista teve complicações e chegou a ser entubado e estava em observação na UTI.

A informação do falecimento do ator foi confirmada pela família para amigos mais próximos por volta da meia-noite. A última novela de Eduardo na Globo foi Bom Sucesso, em 2019, na qual interpretou o Dr. Machado. Antes, o ator teve uma passagem pela Record TV, onde interpretou Alan Gudman, em Apocalipse.

Fonte: Observatório da TV

BA-148: Casal morre em acidente envolvendo moto e carro na Chapada Diamantina

BA-148: Casal morre em acidente envolvendo moto e carro na Chapada Diamantina
Um grave acidente foi registrado na noite de domingo (06/12), em Piatã, na Chapada Diamantina – BA, envolvendo uma moto CG 125 e um Fiat Palio com placas de São Paulo resultou na morte do casal Deoclides Francisco de Oliveira Neto e sua companheira Maria Alice Santos. De acordo com informações da SDC TV, Deoclides pilotava pela BA-148 em direção a sua residência, na localidade do Riachinho, quando nas proximidades do Vaquejador, em uma subida foi surpreendido por um Fiat Palio que invadiu a pista contrária, atingindo a lateral da moto.
Deoclides morreu no local, já sua companheira foi socorrida ao hospital mas acabou não resistindo aos ferimentos e vindo a óbito. De acordo com pessoas que estavam no local do acidente, o motorista do Palio fugiu sem prestar socorro. O veículo foi encontrado na entrada para inúbia. Os corpos das vítimas foram encaminhados para o IML da cidade de Irecê. A Polícia investiga o caso e tenta identificar o motorista do veículo. Não há detalhes do velório e sepultamento das vítimas. (Vinny Publicidade com fotos – reprodução/redes sociais).

No Brasil, não haverá vacina para a maioria da população

Quase 100 líderes mundiais participam de reunião na Assembleia Geral das Nações Unidas, com início nesta quinta-feira 3 e encerramento na sexta-feira 4, para tratar de ações de enfrentamento à pandemia do novo coronavírus. O presidente Jair Bolsonaro, no entanto, se recusou a participar do encontro, que será realizado virtualmente.
As pesquisas para alcançar um imunizante contra a Covid-19 são caras, complexas e feitas sob enorme pressão e escrutínio. Por isso, a maioria dos países antecipou encomendas em três ou quatro laboratórios. Exceto o Brasil. O presidente Jair Bolsonaro disse na noite dessa 4ª feira (2.dez.2020) que não pode ser cobrado por problemas com uma eventual vacina contra a covid-19 comprada pelo Brasil.

Vacinação pelo mundo:

Rússia, a vacinação contra a Covid-19 começou nesta segunda-feira. No Reino Unido, será na semana que vem. Na Alemanha e no México, antes do Natal. Na Espanha, Portugal, França e Argentina, começam entre janeiro e fevereiro.
No Brasil, a agenda do Ministério da Saúde prevê que apenas em março serão ministradas as primeiras doses, e estas apenas para os com mais de 75 anos e profissionais de saúde. Depois, os acima de 60 anos e portadores de doenças renais crônicas e cardiovasculares. Na terceira fase, professores, policiais, bombeiros, agentes penitenciários e presos. Não haverá, doses para todos os brasileiros.
Em nove meses, a Covid-19 matou 174 mil brasileiros e contaminou, pelo menos, outros 6,4 milhões.

A ONU:

“A comunidade internacional pode reverter a crise por meio de ações coletivas e coordenadas em busca da Agenda 2030 para o Desenvolvimento Sustentável e dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável. Por meio dessa estrutura, os países podem elaborar estratégias para mitigar os efeitos da Covid-19, se recuperar melhor, avançar e permanecer no caminho certo para cumprir a Agenda 2030, garantindo que ninguém seja deixado para trás”