Quase 100 líderes mundiais participam de reunião na Assembleia Geral das Nações Unidas, com início nesta quinta-feira 3 e encerramento na sexta-feira 4, para tratar de ações de enfrentamento à pandemia do novo coronavírus. O presidente Jair Bolsonaro, no entanto, se recusou a participar do encontro, que será realizado virtualmente.
As pesquisas para alcançar um imunizante contra a Covid-19 são caras, complexas e feitas sob enorme pressão e escrutínio. Por isso, a maioria dos países antecipou encomendas em três ou quatro laboratórios. Exceto o Brasil. O presidente Jair Bolsonaro disse na noite dessa 4ª feira (2.dez.2020) que não pode ser cobrado por problemas com uma eventual vacina contra a covid-19 comprada pelo Brasil.

Vacinação pelo mundo:

Rússia, a vacinação contra a Covid-19 começou nesta segunda-feira. No Reino Unido, será na semana que vem. Na Alemanha e no México, antes do Natal. Na Espanha, Portugal, França e Argentina, começam entre janeiro e fevereiro.
No Brasil, a agenda do Ministério da Saúde prevê que apenas em março serão ministradas as primeiras doses, e estas apenas para os com mais de 75 anos e profissionais de saúde. Depois, os acima de 60 anos e portadores de doenças renais crônicas e cardiovasculares. Na terceira fase, professores, policiais, bombeiros, agentes penitenciários e presos. Não haverá, doses para todos os brasileiros.
Em nove meses, a Covid-19 matou 174 mil brasileiros e contaminou, pelo menos, outros 6,4 milhões.

A ONU:

“A comunidade internacional pode reverter a crise por meio de ações coletivas e coordenadas em busca da Agenda 2030 para o Desenvolvimento Sustentável e dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável. Por meio dessa estrutura, os países podem elaborar estratégias para mitigar os efeitos da Covid-19, se recuperar melhor, avançar e permanecer no caminho certo para cumprir a Agenda 2030, garantindo que ninguém seja deixado para trás”