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:: ‘Brasil’

Funcionários da Anvisa afirmam em carta que agência ‘não serve aos interesses de governos’ Servidores afirmam que estão ‘acima de qualquer pressão’.

Nós, servidores da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), reafirmamos, por meio desta carta aberta, o caráter técnico e independente dos trabalhos e das atividades desenvolvidos pelos servidores da Agência na promoção e na proteção da saúde da população. Por se tratar de uma autarquia sob regime especial, conforme define a própria lei de criação da Anvisa, a Agência não serve aos interesses de governos, de pessoas, de organizações ou de partidos políticos.

Pressões externas são inerentes ao trabalho desenvolvido por nós, servidores da Anvisa, mas o trabalho técnico está acima de qualquer pressão. A Anvisa é um órgão do Estado brasileiro e está a serviço do povo brasileiro. Ao longo dos seus 20 anos de existência, a Agência consolidou-se como uma referência no setor de saúde justamente pelo trabalho desenvolvido por seus servidores, que resultou na reconhecida excelência da sua atuação regulatória e na credibilidade de suas ações e decisões, baseadas exclusivamente em critérios técnicos e científicos.

Deve-se destacar que a Anvisa foi classificada como Agência Reguladora Nacional de Referência Regional pela Organização Pan-Americana da Saúde (Opas). Em 2019, também foi eleita para ocupar a última vaga disponível no Comitê Gestor do Conselho Internacional de Harmonização de Requisitos Técnicos para Registro de Medicamentos de Uso Humano (ICH). O Comitê Gestor do ICH é composto pelos membros permanentes (Estados Unidos, União Europeia, Japão, Canadá e Suíça) e há quatro vagas para membros eleitos, das quais três foram ocupadas em 2018 (Coreia do Sul, China e Singapura) e, agora, pelo Brasil, cujo mandato vai até 2021.

Além disso, em 30 de novembro deste ano, a Anvisa foi formalmente comunicada da conclusão, com sucesso, do processo de adesão da Agência ao Esquema de Cooperação em Inspeção Farmacêutica (PIC/S, do inglês Pharmaceutical Inspection Co-operation Scheme). Assim, a Anvisa se tornou o 54º membro da iniciativa internacional em inspeção farmacêutica, passando a contar com o reconhecimento internacional da excelência das inspeções em Boas Práticas de Fabricação (BPF) de medicamentos e insumos farmacêuticos de uso humano. O cumprimento das Boas Práticas de Fabricação Farmacêuticas por parte das empresas fabricantes é requisito prévio fundamental para a aprovação e a comercialização desses insumos de saúde no Brasil.

É importante ressaltar, ainda, que o corpo técnico da Anvisa é constituído por servidores de carreira. Ademais, o Comitê criado para se dedicar exclusivamente à análise dos pacotes de dados contidos nos pedidos de registro e de autorização para uso emergencial das vacinas contra a Covid-19, doença caracterizada como pandemia pela OMS desde março de 2020 e que já vitimou dramaticamente mais de 178 mil brasileiros, tem seguido e respeitado preceitos técnicos previstos no arcabouço regulatório sanitário vigente no país.

Nesse sentido, tal comitê tem trabalhado incansavelmente, por meio de avaliação técnica criteriosa, que inclui uma análise rigorosa dos dados laboratoriais, de produção, de estabilidade e clínicos, de forma isenta e sem se submeter a qualquer tipo de pressão política e no menor tempo possível, com o objetivo de assegurar que as vacinas contra a Covid-19 que venham a ser registradas pela Agência sejam seguras, eficazes e produzidas com qualidade. Somos sensíveis e solidários a este momento crítico que todos nós estamos atravessando e temos trabalhado de forma ativa no enfrentamento da pandemia desde o início e em diversas frentes, como no controle sanitário de portos, aeroportos e fronteiras, no registro de kits de diagnóstico da doença, na agilização do registro de respiradores, na elaboração de protocolos de segurança em serviços de saúde, na flexibilização de normas para disponibilização de álcool gel e saneantes, entre outros.

Por isso tudo, neste momento de pandemia, ratificamos nosso compromisso com a saúde, com o povo brasileiro e com uma atuação ética, obrigação de todos os servidores públicos, frente a qualquer tipo de pressão ou intervenção política no desenvolvimento de nossas atividades. Estamos cientes da importância e das expectativas em torno das atividades que desenvolvemos na análise da qualidade, da segurança e da eficácia das vacinas para a Covid-19. Sentimos orgulho de contribuir para enfrentar esta situação inédita de pandemia e estamos cientes de que o nosso trabalho irá reverberar em cada família brasileira, inclusive nas nossas próprias. Afinal, também somos cidadãos e somos igualmente afetados pelas decisões da Anvisa.

Por fim, prestamos nossa solidariedade a todos os familiares e pessoas que perderam entes queridos em razão da Covid-19 e prestamos também nossa homenagem aos trabalhadores da saúde que se encontram na linha de frente de atuação no enfrentamento da pandemia. Podem ter certeza de que nós, servidores da Anvisa, não faltaremos ao povo brasileiro e daremos nossas melhores energias e todo o nosso conhecimento técnico para aprovar, com segurança e com a urgência que a situação exige, as vacinas que o país aguarda com tanta ansiedade. Mantemos o nosso compromisso de atuar em prol dos interesses da saúde pública, honrando a missão da Agência de “proteger e promover a saúde da população, mediante a intervenção nos riscos decorrentes da produção e do uso de produtos e serviços sujeitos à vigilância sanitária, em ação coordenada e integrada no âmbito do Sistema Único de Saúde”.

Lei sancionada por Bolsonaro em fevereiro pode obrigar Anvisa a liberar vacina em 72 horas

Eduardo Pazuello diz que governo vai comprar todas as vacinas
Eduardo Pazuello diz que governo vai comprar todas as vacinas
Erasmo Salomão/Ministério da Saúde

A guerra da vacina teve mais um capítulo nesta terça-feira. Em reunião dos governadores com o ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, o chefe do executivo paulista questionou a ausência da CoronaVac no programa nacional de vacinação. Doria insinuou que o ministério agia de forma política ao priorizar outros imunizantes. Pazuello rebateu dizendo que o governo compraria todas as vacinas aprovadas e disse que a CoronaVac não era de São Paulo, mas, sim, do Instituto Butantan.

Na reunião, Pazuello disse aos governadores que o tempo de aprovação pela Anvisa seria de 60 dias, o que poderia frustrar os planos de Doria de iniciar a vacinação no dia 25 de janeiro. A Lei 13.979/2020, sancionada por Bolsonaro em fevereiro, permite que produtos farmacêuticos sejam liberados excepcionalmente em 72 horas desde que tenham aprovação em agências internacionais de Estados Unidos, União Europeia, Japão ou China.

O médico e advogado sanitarista, pesquisador do Centro de Pesquisa em Direito Sanitário da Universidade de São Paulo – Cepedisa/USP e do Institut Droit et Santé da Universidade de Paris, Daniel A. Prado, explica que caso a Anvisa não faça essa liberação automática, os estados podem pedir ao Supremo Tribunal Federal a aprovação. Prado alerta, porém, que essa lei está vinculada ao estado de calamidade pública que expira em dezembro e que não é possível uma liberação que não seja feita pela Anvisa.

Prado avalia que ações, como a do governador do Maranhão, Flavio Dino, que tentam a compra de vacinas sem a aprovação da agência não devem prosperar. Ele diz que apesar da obrigatoriedade de uma aprovação rápida, esta só pode ser dada pela Anvisa. O pesquisador afirma que uma vez liberada pela Anvisa, os estados não precisam necessariamente respeitar cronogramas do ministério da Saúde e podem ter calendários específicos para a vacinação, como quer Doria em São Paulo. Resta saber se os chineses vão terminar realmente a fase 3 e aprovar a CoronaVac até o fim do ano.

DEPOIS DE TANTO ABRE E FECHA PELO COVID 19 – PREFEITO SOUTA O VERBO SOBROU PRA TODO MUNDO

Mulher destrói a própria casa após ex-companheiro exigir dinheiro das madeiras

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A mulher identificada como Eva Maria Ferreira, de 35 anos, mãe de dois filhos menores, pede ajuda para construir casa no loteamento Verdecap III, Usina Santana, zona Sudeste de Teresina, após briga com o ex-companheiro.

Segundo ela, o homem queria R$ 1.600 das madeiras que já estava no imóvel, alegando que seria dele. Como ela não tinha esse valor, a mulher disse que não queria mais as madeiras e mandou destruir a casa para retirá-la. O caso aconteceu no último dia (1º/12).
Um morador cedeu um espaço para a vítima ficar alguns dias, mas este já teria pedido para ela e seus filhos se retirarem. Desempregada, ela está desabrigada e precisa reconstruir a casa e para isso pede ajuda aos teresinenses.
Amigos realizam campanha nas redes sociais para arrecadar materiais de construções ou recursos financeiros.  Para ajudar, basta entrar em contato com seguintes números: (86) 99538-0270. //180Graus
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MORRE O ATOR EDUARDO GALVÃO, AOS 58 ANOS, VÍTIMA DA COVID-19

O artista teve complicações em decorrência do vírus e estava na UTI

Morreu na noite desta segunda (7), aos 58 anos, o ator Eduardo Galvão. O ator estava internado em um hospital do Rio de Janeiro há uma semana, em decorrência do coronavírus. O artista teve complicações e chegou a ser entubado e estava em observação na UTI.

A informação do falecimento do ator foi confirmada pela família para amigos mais próximos por volta da meia-noite. A última novela de Eduardo na Globo foi Bom Sucesso, em 2019, na qual interpretou o Dr. Machado. Antes, o ator teve uma passagem pela Record TV, onde interpretou Alan Gudman, em Apocalipse.

Fonte: Observatório da TV

BA-148: Casal morre em acidente envolvendo moto e carro na Chapada Diamantina

BA-148: Casal morre em acidente envolvendo moto e carro na Chapada Diamantina
Um grave acidente foi registrado na noite de domingo (06/12), em Piatã, na Chapada Diamantina – BA, envolvendo uma moto CG 125 e um Fiat Palio com placas de São Paulo resultou na morte do casal Deoclides Francisco de Oliveira Neto e sua companheira Maria Alice Santos. De acordo com informações da SDC TV, Deoclides pilotava pela BA-148 em direção a sua residência, na localidade do Riachinho, quando nas proximidades do Vaquejador, em uma subida foi surpreendido por um Fiat Palio que invadiu a pista contrária, atingindo a lateral da moto.
Deoclides morreu no local, já sua companheira foi socorrida ao hospital mas acabou não resistindo aos ferimentos e vindo a óbito. De acordo com pessoas que estavam no local do acidente, o motorista do Palio fugiu sem prestar socorro. O veículo foi encontrado na entrada para inúbia. Os corpos das vítimas foram encaminhados para o IML da cidade de Irecê. A Polícia investiga o caso e tenta identificar o motorista do veículo. Não há detalhes do velório e sepultamento das vítimas. (Vinny Publicidade com fotos – reprodução/redes sociais).

No Brasil, não haverá vacina para a maioria da população

Quase 100 líderes mundiais participam de reunião na Assembleia Geral das Nações Unidas, com início nesta quinta-feira 3 e encerramento na sexta-feira 4, para tratar de ações de enfrentamento à pandemia do novo coronavírus. O presidente Jair Bolsonaro, no entanto, se recusou a participar do encontro, que será realizado virtualmente.
As pesquisas para alcançar um imunizante contra a Covid-19 são caras, complexas e feitas sob enorme pressão e escrutínio. Por isso, a maioria dos países antecipou encomendas em três ou quatro laboratórios. Exceto o Brasil. O presidente Jair Bolsonaro disse na noite dessa 4ª feira (2.dez.2020) que não pode ser cobrado por problemas com uma eventual vacina contra a covid-19 comprada pelo Brasil.

Vacinação pelo mundo:

Rússia, a vacinação contra a Covid-19 começou nesta segunda-feira. No Reino Unido, será na semana que vem. Na Alemanha e no México, antes do Natal. Na Espanha, Portugal, França e Argentina, começam entre janeiro e fevereiro.
No Brasil, a agenda do Ministério da Saúde prevê que apenas em março serão ministradas as primeiras doses, e estas apenas para os com mais de 75 anos e profissionais de saúde. Depois, os acima de 60 anos e portadores de doenças renais crônicas e cardiovasculares. Na terceira fase, professores, policiais, bombeiros, agentes penitenciários e presos. Não haverá, doses para todos os brasileiros.
Em nove meses, a Covid-19 matou 174 mil brasileiros e contaminou, pelo menos, outros 6,4 milhões.

A ONU:

“A comunidade internacional pode reverter a crise por meio de ações coletivas e coordenadas em busca da Agenda 2030 para o Desenvolvimento Sustentável e dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável. Por meio dessa estrutura, os países podem elaborar estratégias para mitigar os efeitos da Covid-19, se recuperar melhor, avançar e permanecer no caminho certo para cumprir a Agenda 2030, garantindo que ninguém seja deixado para trás”

Urgente: Ônibus cai de viaduto em Minas Gerais e deixa 15 mortos

Um ônibus caiu de um viaduto no km 350 da BR-381, conhecido como “Ponte Torta”, em João Monlevade, perto da entrada para Dom Silvério, em Minas Gerais, nesta sexta-feira (4). Por volta de 16h20, os bombeiros informaram que há 14 mortes – 11 no local e três óbitos constatados durante o deslocamento para o hospital.

Resumo

  • Ônibus caiu de viaduto na BR-381 em João Monlevade.
  • Acidente aconteceu por volta de 13h30 e envolveu um caminhão.
  • Queda foi de altura de aproximadamente 15 metros.
  • 15 pessoas morreram e 19 ficaram feridas, segundo informações por volta de 16h20.
  • Moradores da região que viram acidente disse que veículo deu ré antes de cair.
  • Polícia Rodoviária Federal (PRF) diz que suspeita é de que o ônibus tenha perdido o freio.
  • Motorista pulou do veículo e fugiu, segundo PRF.
  • Ônibus tem placa de Alagoas.

As vítimas estão sendo socorridas e levadas para o Hospital Margarida, em João Monlevade. Segundo os bombeiros, cerca de 19 pessoas já foram socorridas até 15h50.

Transporte Clandestino: No período de 9 dias, 55 mortos em 02 acidentes – Até quando?

Em menos de 10 dias 55 pessoas morreram em 02 acidentes envolvendo  ônibus clandestinos. Nesta sexta-feira (04), em Minas Gerais, um ônibus caiu de um viaduto no km 350 da BR-381, conhecido como “Ponte Torta”, em João Monlevade, perto da entrada para Dom Silvério, os bombeiros informaram 14 mortes – 11 no local e três óbitos constatados durante o deslocamento para o hospital. Informações da Jovem Pan, dão conta que o ônibus não tinha autorização da ANTT. 

Há 09 dias atrás, pelo menos 41 pessoas morreram na colisão entre um ônibus e um caminhão na Rodovia Alfredo de Oliveira Carvalho (SP-249). Segundo a Agência de Transporte do Estado de São Paulo (Artesp), a empresa de ônibus Star viagem e turismo, não tinha autorização para operar e funcionava de forma clandestina. O diretor da agência, Milton Persoli, classificou como irresponsável a ação da empresa. “Ela é uma empresa clandestina, irresponsável por estar continuando presente junto com a atividade de fretamento. Ter 45 pessoas, 50 pessoas em um ônibus sem ter sua regularidade é passível de um crime”, disse. Em nota à imprensa, a companhia alegou que todos os documentos do ônibus estão em dia. Segundo a Artesp, no entanto, a informação é falsa, pois a empresa já havia recebido várias autuações e rodava de modo clandestino e ilegal há mais de um ano. As 41 vítimas fatais foram sepultadas nesta quinta-feira, 26, até mesmo durante a madrugada, para evitar aglomerações.

Riscos dos clandestinos: de motoristas despreparados a ônibus sem vistoria

De acordo com a Abrati, os riscos dos transportes clandestinos são inúmeros, a começar por quem dirige veículos não autorizados pela ANTT, como por exemplo: (1) os antecedentes criminais dos motoristas de ônibus clandestinos não são verificados; (2) eles não têm treinamento para dirigir os equipamentos (Leito Total – LD – e Double Deck), nem treinamento para dirigir à noite ou em grandes distâncias; (4) não contam com alojamentos de descanso adequado e (5) não passam por testes toxicológicos periódicos, aferição alcóolica ou de outros medicamentos pré-jornada.

“Toda essa irresponsabilidade, não apenas coloca em risco a vida de milhões de passageiros em todo o Brasil, mas também ceifa milhares de vidas de outros viajantes que circulam nas rodovias”, afirma o presidente da Associação, Eduardo Tude. Ao contrário dos motoristas de ônibus clandestinos, os condutores do transporte regular seguem as regras da ANTT e contam com padrões de treinamentos rigorosos, testes toxicológicos contínuos, alojamentos para descanso e têm toda a sua vida pregressa civil e criminal verificada antes de serem contratados.

Como exemplo de crescimento do transporte rodoviário clandestino, a Abrati alerta para os riscos no estado de São Paulo. De acordo com levantamento realizado pelo Setpesp (Sindicato das Empresas de Transporte de Passageiros do estado de São Paulo), no estado são realizadas cerca de 6.801 viagens ilegais por mês, totalizando 81.612 por ano. Desse total, 42,5% das viagens ilegais são realizadas apenas por um aplicativo. Se formos considerar o número de passageiros que colocam suas vidas em perigo, os dados são alarmantes. Mais de 684 mil pessoas recorrem por ano a esse transporte irregular para viajar pelas estradas.

Condições dos veículos

Além de não saber quem está no volante de um clandestino, ninguém faz ideia sobre as verdadeiras condições dos ônibus ilegais. Isso porque esses veículos não são autorizados e não passam por vistorias técnicas, conforme exigem as regras da ANTT. Por isso, quando fiscalizados, são apreendidos e deixam os passageiros na estrada, diz a Abrati.

“É um tiro no escuro. Você entra no clandestino e não faz ideia se o ônibus pode quebrar e causar algum acidente, não sabe se o motorista está preparado para aquele trajeto. A segurança é zero”, afirma a conselheira da Associação, Letícia Pineschi.

Além disso, os clandestinos não cumprem protocolos sanitários, comprometendo a saúde de seus passageiros, o que é agravado em um momento de pandemia.

Com informações do Correio Brasiliense

SEU BOLSO | Petrobras anuncia aumento de 5% no valor do gás de cozinha

A Petrobras informou que vai aumentar em 5% o preço médio do GLP, o gás de cozinha, a partir desta quinta-feira (3). Os reajustes são aplicados às distribuidoras. Com o reajuste, o produto passa a acumular no ano alta média de 21,9%, ou R$ 6,08 por botijão.

O preço médio da Petrobras às revendedoras será equivalente a R$ 33,89 por botijão de 13 kg.

A estatal destacou também que, de acordo com dados da Agência Nacional do Petróleo, Gás e Biocombustíveis (ANP), 43% do preço ao consumidor final correspondem atualmente à parcela da Petrobras e os demais 57% traduzem as parcelas adicionadas ao longo da cadeia até clientes finais como tributos e margens brutas de distribuição e revenda.

Segundo pesquisa da ANP, na última semana de novembro o preço médio do botijão praticado no país era de R$ 73,22. Os preços, no entanto, são livres, e variam nos postos de venda aos consumidores.