A mulher identificada como Eva Maria Ferreira, de 35 anos, mãe de dois filhos menores, pede ajuda para construir casa no loteamento Verdecap III, Usina Santana, zona Sudeste de Teresina, após briga com o ex-companheiro.
Segundo ela, o homem queria R$ 1.600 das madeiras que já estava no imóvel, alegando que seria dele. Como ela não tinha esse valor, a mulher disse que não queria mais as madeiras e mandou destruir a casa para retirá-la. O caso aconteceu no último dia (1º/12).
Um morador cedeu um espaço para a vítima ficar alguns dias, mas este já teria pedido para ela e seus filhos se retirarem. Desempregada, ela está desabrigada e precisa reconstruir a casa e para isso pede ajuda aos teresinenses.
Amigos realizam campanha nas redes sociais para arrecadar materiais de construções ou recursos financeiros. Para ajudar, basta entrar em contato com seguintes números: (86) 99538-0270. //180Graus
O artista teve complicações em decorrência do vírus e estava na UTI
Morreu na noite desta segunda (7), aos 58 anos, o ator Eduardo Galvão. O ator estava internado em um hospital do Rio de Janeiro há uma semana, em decorrência do coronavírus. O artista teve complicações e chegou a ser entubado e estava em observação na UTI.
A informação do falecimento do ator foi confirmada pela família para amigos mais próximos por volta da meia-noite. A última novela de Eduardo na Globo foi Bom Sucesso, em 2019, na qual interpretou o Dr. Machado. Antes, o ator teve uma passagem pela Record TV, onde interpretou Alan Gudman, em Apocalipse.
Um grave acidente foi registrado na noite de domingo (06/12), em Piatã, na Chapada Diamantina – BA, envolvendo uma moto CG 125 e um Fiat Palio com placas de São Paulo resultou na morte do casal Deoclides Francisco de Oliveira Neto e sua companheira Maria Alice Santos. De acordo com informações da SDC TV, Deoclides pilotava pela BA-148 em direção a sua residência, na localidade do Riachinho, quando nas proximidades do Vaquejador, em uma subida foi surpreendido por um Fiat Palio que invadiu a pista contrária, atingindo a lateral da moto.
Deoclides morreu no local, já sua companheira foi socorrida ao hospital mas acabou não resistindo aos ferimentos e vindo a óbito. De acordo com pessoas que estavam no local do acidente, o motorista do Palio fugiu sem prestar socorro. O veículo foi encontrado na entrada para inúbia. Os corpos das vítimas foram encaminhados para o IML da cidade de Irecê. A Polícia investiga o caso e tenta identificar o motorista do veículo. Não há detalhes do velório e sepultamento das vítimas. (Vinny Publicidade com fotos – reprodução/redes sociais).
Quase 100 líderes mundiais participam de reunião na Assembleia Geral das Nações Unidas, com início nesta quinta-feira 3 e encerramento na sexta-feira 4, para tratar de ações de enfrentamento à pandemia do novo coronavírus. O presidente Jair Bolsonaro, no entanto, se recusou a participar do encontro, que será realizado virtualmente.
As pesquisas para alcançar um imunizante contra a Covid-19 são caras, complexas e feitas sob enorme pressão e escrutínio. Por isso, a maioria dos países antecipou encomendas em três ou quatro laboratórios. Exceto o Brasil. O presidente Jair Bolsonaro disse na noite dessa 4ª feira (2.dez.2020) que não pode ser cobrado por problemas com uma eventual vacina contra a covid-19 comprada pelo Brasil.
Vacinação pelo mundo:
Rússia, a vacinação contra a Covid-19 começou nesta segunda-feira. No Reino Unido, será na semana que vem. Na Alemanha e no México, antes do Natal. Na Espanha, Portugal, França e Argentina, começam entre janeiro e fevereiro.
No Brasil, a agenda do Ministério da Saúde prevê que apenas em março serão ministradas as primeiras doses, e estas apenas para os com mais de 75 anos e profissionais de saúde. Depois, os acima de 60 anos e portadores de doenças renais crônicas e cardiovasculares. Na terceira fase, professores, policiais, bombeiros, agentes penitenciários e presos. Não haverá, doses para todos os brasileiros.
Em nove meses, a Covid-19 matou 174 mil brasileiros e contaminou, pelo menos, outros 6,4 milhões.
A ONU:
“A comunidade internacional pode reverter a crise por meio de ações coletivas e coordenadas em busca da Agenda 2030 para o Desenvolvimento Sustentável e dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável. Por meio dessa estrutura, os países podem elaborar estratégias para mitigar os efeitos da Covid-19, se recuperar melhor, avançar e permanecer no caminho certo para cumprir a Agenda 2030, garantindo que ninguém seja deixado para trás”
Um ônibus caiu de um viaduto no km 350 da BR-381, conhecido como “Ponte Torta”, em João Monlevade, perto da entrada para Dom Silvério, em Minas Gerais, nesta sexta-feira (4). Por volta de 16h20, os bombeiros informaram que há 14 mortes – 11 no local e três óbitos constatados durante o deslocamento para o hospital.
Resumo
Ônibus caiu de viaduto na BR-381 em João Monlevade.
Acidente aconteceu por volta de 13h30 e envolveu um caminhão.
Queda foi de altura de aproximadamente 15 metros.
15 pessoas morreram e 19 ficaram feridas, segundo informações por volta de 16h20.
Moradores da região que viram acidente disse que veículo deu ré antes de cair.
Polícia Rodoviária Federal (PRF) diz que suspeita é de que o ônibus tenha perdido o freio.
Motorista pulou do veículo e fugiu, segundo PRF.
Ônibus tem placa de Alagoas.
As vítimas estão sendo socorridas e levadas para o Hospital Margarida, em João Monlevade. Segundo os bombeiros, cerca de 19 pessoas já foram socorridas até 15h50.
Em menos de 10 dias 55 pessoas morreram em 02 acidentes envolvendo ônibus clandestinos. Nesta sexta-feira (04), em Minas Gerais, um ônibus caiu de um viaduto no km 350 da BR-381, conhecido como “Ponte Torta”, em João Monlevade, perto da entrada para Dom Silvério, os bombeiros informaram 14 mortes – 11 no local e três óbitos constatados durante o deslocamento para o hospital. Informações da Jovem Pan, dão conta que o ônibus não tinha autorização da ANTT.
Há 09 dias atrás, pelo menos 41 pessoas morreram na colisão entre um ônibus e um caminhão na Rodovia Alfredo de Oliveira Carvalho (SP-249). Segundo a Agência de Transporte do Estado de São Paulo (Artesp), a empresa de ônibus Star viagem e turismo, não tinha autorização para operar e funcionava de forma clandestina. O diretor da agência, Milton Persoli, classificou como irresponsável a ação da empresa. “Ela é uma empresa clandestina, irresponsável por estar continuando presente junto com a atividade de fretamento. Ter 45 pessoas, 50 pessoas em um ônibus sem ter sua regularidade é passível de um crime”, disse. Em nota à imprensa, a companhia alegou que todos os documentos do ônibus estão em dia. Segundo a Artesp, no entanto, a informação é falsa, pois a empresa já havia recebido várias autuações e rodava de modo clandestino e ilegal há mais de um ano. As 41 vítimas fatais foram sepultadas nesta quinta-feira, 26, até mesmo durante a madrugada, para evitar aglomerações.
Riscos dos clandestinos: de motoristas despreparados a ônibus sem vistoria
De acordo com a Abrati, os riscos dos transportes clandestinos são inúmeros, a começar por quem dirige veículos não autorizados pela ANTT, como por exemplo: (1) os antecedentes criminais dos motoristas de ônibus clandestinos não são verificados; (2) eles não têm treinamento para dirigir os equipamentos (Leito Total – LD – e Double Deck), nem treinamento para dirigir à noite ou em grandes distâncias; (4) não contam com alojamentos de descanso adequado e (5) não passam por testes toxicológicos periódicos, aferição alcóolica ou de outros medicamentos pré-jornada.
“Toda essa irresponsabilidade, não apenas coloca em risco a vida de milhões de passageiros em todo o Brasil, mas também ceifa milhares de vidas de outros viajantes que circulam nas rodovias”, afirma o presidente da Associação, Eduardo Tude. Ao contrário dos motoristas de ônibus clandestinos, os condutores do transporte regular seguem as regras da ANTT e contam com padrões de treinamentos rigorosos, testes toxicológicos contínuos, alojamentos para descanso e têm toda a sua vida pregressa civil e criminal verificada antes de serem contratados.
Como exemplo de crescimento do transporte rodoviário clandestino, a Abrati alerta para os riscos no estado de São Paulo. De acordo com levantamento realizado pelo Setpesp (Sindicato das Empresas de Transporte de Passageiros do estado de São Paulo), no estado são realizadas cerca de 6.801 viagens ilegais por mês, totalizando 81.612 por ano. Desse total, 42,5% das viagens ilegais são realizadas apenas por um aplicativo. Se formos considerar o número de passageiros que colocam suas vidas em perigo, os dados são alarmantes. Mais de 684 mil pessoas recorrem por ano a esse transporte irregular para viajar pelas estradas.
Condições dos veículos
Além de não saber quem está no volante de um clandestino, ninguém faz ideia sobre as verdadeiras condições dos ônibus ilegais. Isso porque esses veículos não são autorizados e não passam por vistorias técnicas, conforme exigem as regras da ANTT. Por isso, quando fiscalizados, são apreendidos e deixam os passageiros na estrada, diz a Abrati.
“É um tiro no escuro. Você entra no clandestino e não faz ideia se o ônibus pode quebrar e causar algum acidente, não sabe se o motorista está preparado para aquele trajeto. A segurança é zero”, afirma a conselheira da Associação, Letícia Pineschi.
Além disso, os clandestinos não cumprem protocolos sanitários, comprometendo a saúde de seus passageiros, o que é agravado em um momento de pandemia.
A Petrobras informou que vai aumentar em 5% o preço médio do GLP, o gás de cozinha, a partir desta quinta-feira (3). Os reajustes são aplicados às distribuidoras. Com o reajuste, o produto passa a acumular no ano alta média de 21,9%, ou R$ 6,08 por botijão.
O preço médio da Petrobras às revendedoras será equivalente a R$ 33,89 por botijão de 13 kg.
A estatal destacou também que, de acordo com dados da Agência Nacional do Petróleo, Gás e Biocombustíveis (ANP), 43% do preço ao consumidor final correspondem atualmente à parcela da Petrobras e os demais 57% traduzem as parcelas adicionadas ao longo da cadeia até clientes finais como tributos e margens brutas de distribuição e revenda.
Segundo pesquisa da ANP, na última semana de novembro o preço médio do botijão praticado no país era de R$ 73,22. Os preços, no entanto, são livres, e variam nos postos de venda aos consumidores.
Diante do enfrentamento à Covid-19, doença que se espalhou por quase todos os países do globo, o governo brasileiro criou benefícios para favorecer à população mediante à crise econômica provocada pelo coronavírus, considerando que o comércio precisou ser barrado para evitar o aumento do surto.
Uma das medidas criadas pelo governo foi o auxílio emergencial, que visa beneficiar milhões de brasileiros com a quantia de R$ 600,00 mensais pelo tempo de três meses. O valor pode ser dobrado se a pessoa for chefe de família.
Outra forma de reduzir o impacto financeiro foi a isenção na conta de energia. Os cofres públicos serão disponibilizados para as famílias carentes e do país e liberarão a quantia de R$ 900 milhões para a quitação das faturas de luz de grande parte da população.
Para ter direito ao benefício, o cidadão deve ser encaixar em algum dos requisitos, como estar dentro do Cadastro Único e receber até R$ 522,50 por mês, ser idoso com 65 anos ou ter com deficiência recebendo o Benefício de Prestação Continuada (BPC), ter até três salários mínimos, com pessoa portadora de doença ou patologia em que o tratamento ou procedimento médico exija o uso continuado de equipamentos que funcionam com energia elétrica.
Além disso, indígenas e quilombolas contam com 100% de desconto se tiverem consumo mensal de até 220 kWh. O recurso do governo será disponibilizado pelo período de três meses, abril, maio e junho, assim como o auxílio emergencial. O programa tem sido pelo Ministério de Minas e Energia e o Ministério da Econom
O ex-ministro Sergio Moro (Justiça) disse à Polícia Federal que ouviu de ministros palacianos comentários sobre a ligação do vereador Carlos Bolsonaro (Republicanos-RJ), o filho 02 do presidente Jair Bolsonaro (sem partido), com o chamado “gabinete do ódio”.
Moro afirmou ainda que foi alvo de ataques do grupo após ter deixado o cargo. O depoimento foi prestado à polícia no último dia 12 no inquérito dos atos antidemocráticos que tramita no STF (Supremo Tribunal Federal). O teor do interrogatório foi revelado pelo jornal O Globo e confirmado pela reportagem.
O inquérito foi aberto em março do ano passado pelo então presidente do STF, Dias Toffoli, para apurar o uso de notícias falsas para ameaçar e caluniar ministros do tribunal.
Carlos é investigado sob a suspeita de ser um dos líderes de grupo que monta notícias falsas e age para intimidar e ameaçar autoridades públicas na internet. A Polícia Federal também investiga a participação de seu irmão Eduardo Bolsonaro, deputado federal pelo PSL de SP.
O “gabinete do ódio” é responsável por parte da estratégia digital bolsonarista. A existência do grupo foi revelada pelo jornal Folha de S.Paulo em setembro do ano passado. O jornal mostrou que o bunker ideológico está instalado numa sala no terceiro andar do Palácio do Planalto, a poucos passos do gabinete presidência.
Moro foi convocado porque na época dos fatos em apuração ele era o titular da Justiça. A apuração busca elucidar o envolvimento de familiares e apoiadores do presidente com as manifestações que pediam fechamento do STF e do Congresso.
No Twitter, Carlos reagiu às declarações de Moro à PF. O vereador disse que “não há qualificação para mais essa tentativa boçal. Saudades de viver em um mundo em que homens eram homes”.
Embora tenha atribuído a “ministros do Palácio do Planalto” os comentários sobre a ligação de Carlos com o “gabinete do ódio”, Moro não indicou os nomes dos ex-colegas à polícia.
“Quando de sua saída no Ministério da Justiça ocorreram diversos ataques contra sua pessoa em redes sociais; que chegou a seu conhecimento que tais ataques eram oriundos do denominado ‘gabinete do ódio’”, afirmou o ex-ministro.
A Folha de S.Paulo mostrou no dia 25 de abril, logo após a demissão de Moro, que investigações identificaram indícios do envolvimento de Carlos no esquema de notícias falsas, também vinculado ao gabinete do ódio.
O ex-ministro disse também à PF que os comentários de ministros palacianos relacionavam, além de Carlos, Tércio Arnaud Tomaz ao “gabinete do ódio”. Tércio é atualmente assessor especial da Presidência e atuou na campanha de Bolsonaro em 2018.
No mesmo inquérito, Carlos disse à polícia que foi apresentado a Tércio Arnaud pelo próprio pai em 2017, em razão do conhecimento do hoje assessor especial sobre redes sociais. Tércio chegou a atuar como no gabinete de Carlos na Câmara Municipal do Rio de Janeiro.
Sob a relatoria do ministro Alexandre de Moraes, o inquérito foi aberto a partir de um pedido da PGR (Procuradoria-Geral da República).
A PF tem feito progressos na coleta de informações sobre a organização e o patrocínio desses atos, ocorridos seja em ambiente virtual, seja nas ruas do país –um deles, no mês de abril em Brasília, em frente ao QG do Exército, contou com a presença do presidente Bolsonaro.
Apura-se crimes previstos na Lei de Segurança Nacional, de 1983, entre eles “fazer, em público, propaganda de processos violentos ou ilegais para alteração da ordem política ou social” ou “incitar à subversão da ordem política ou social ou à animosidade entre as Forças Armadas ou entre estas e as classes sociais ou as instituições”. As penas podem chegar a 4 anos de prisão.
Evidenciada pelos interrogatórios realizados nos últimos dois meses, uma das linhas de apuração é tentar esclarecer o envolvimento de assessores diretos do presidente.