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:: ‘Destaque1’

Bancos terão expediente especial em dias de jogos da seleção na Copa

Bancos terão expediente especial em dias de jogos da seleção na Copa

As agências bancárias terão horário especial de atendimento ao público nos dias de Copa do Mundo em que a seleção brasileira jogar. A decisão foi anunciada pela Federação Brasileira de Bancos (Febraban). Os jogos da primeira fase estão marcados para os dias 24 de novembro, às 16h contra a Sérvia; 28 de novembro, às 13h contra a Suíça; e no dia 2 de dezembro, contra Camarões, às 16h. No caso de jogos às 13h, o funcionamento das agências será das 8h30 às 11h30 (horário de Brasília); e nos dias de jogos às 16h, o horário de funcionamento será das 9h às 14h (também no horário de Brasília). Caso o Brasil avance para as etapas seguintes e tenha algum jogo marcado para as 12h, o horário de atendimento ao público será das 9h às 11h e das 15h30 às 16h30. Segundo a Febraban, a decisão considera questões como a segurança das agências e de transporte de valores. Canais digitais e remotos dos bancos, como internet e mobile banking, e salas de autoatendimento funcionarão normalmente nos dias de jogos da seleção brasileira, seguindo os horários estabelecidos pela própria agência.

Duas pessoas são assassinadas e uma baleada em Barra do Choça

Duas pessoas são assassinadas e uma baleada em Barra do Choça

Em menos de 12h, dois homicídios e uma tentativa, foram registrados, na cidade de Barra do Choça, no Sudoeste da Bahia.
De acordo com informações obtidas pelo o site Vinny Publicidade, os crimes aconteceram em locais diferentes da cidade.
O primeiro homicídio, ocorreu por volta das 18h30min, desta terça-feira (15), no Bairro Bela Vista, onde os militares de serviço foram acionados para averiguar uma denúncia de um homicídio, no qual um homem havia sido alvejado por arma de fogo. Ao chegar no local informado, os militares constataram a veracidade dos fatos. A vítima foi identificada como Hugo da Silva Batista, 45 anos. De acordo com testemunhas, dois indivíduos, em uma motocicleta não identificada, efetuaram vários disparos de arma de fogo contra a vítima, a qual estava no interior do próprio veículo, um carro modelo Escort, cor prata. 
Já na madrugada desta quarta-feira (16), por volta das 1h30, no Bairro Outo Ville 2, um casal foi alvejado a tiros dentro de casa. A mulher morreu no local e seu namorado foi transferido para um hospital de Vitória da Conquista (BA). Ela foi identificada como Lívia da Silva Santos, 20 anos. Também de acordo com testemunhas, indivíduos armados invadiram a residência e realizaram diversos disparos contra a vítima, chegando a atingir de raspão o seu namorado.
A guarnição manteve o isolamento e preservação nos locais. Diante das situações, foi solicitado o Departamento de Polícia Técnica (DPT) para remoção dos corpos. Os corpos foram encaminhados para o Instituto Médico Legal (IML).
Embora não tenham sido identificados os suspeitos, Militares da 79ª Companhia Independente de Polícia Militar (CIPM) segue em diligência com intuito de capturar os possíveis autores dos crimes. A Polícia Civil investiga os crimes.

Polícia de SP entrega ao STF dossiê com chaves pix que bancaram bloqueios…

Apoiadores de Bolsonaro paralisaram parte da rodovia Raposo Tavares, no sentido à capital São Paulo, em Sorocaba (SP), no dia 2 de novembro - MIGUEL PESSOA/FUTURA PRESS/ESTADÃO CONTEÚDO
Apoiadores de Bolsonaro paralisaram parte da rodovia Raposo Tavares, no sentido à capital São Paulo, em Sorocaba (SP), no dia 2 de novembroImagem: MIGUEL PESSOA/FUTURA PRESS/ESTADÃO CONTEÚDO

Pepita Ortega e Fausto Macedo

São Paulo

17/11/2022 08h30

A Polícia Civil de São Paulo entregou ao Supremo Tribunal Federal (STF) um dossiê de 168 páginas com informações e identificação de líderes e patrocinadores de atos considerados antidemocráticos. O documento cita políticos apoiadores do presidente Jair Bolsonaro (PL) e indica até chaves Pix que teriam sido usadas para financiar bloqueios de rodovias.

O relatório foi levado à Corte por ordem do ministro Alexandre de Moraes. Os agentes apontaram um grupo do Telegram batizado “Resistência Civil”, no qual o representante de um “movimento” chamado “Brasil nas Ruas” pede, em vídeo, doações para manter os atos em Brasília.

Segundo a corporação, o grupo foi identificado durante “ações de coleta de dados em fontes abertas e redes sociais com o objetivo de identificar financiadores de atos antidemocráticos no entorno de instalações militares do Exército”. As manifestações começaram após a vitória de Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

A Polícia Civil simulou uma transferência para a chave Pix citada na gravação publicada no grupo “Resistência Civil”, chegando a uma empresa de nome Goiás Entretenimento. Os agentes ainda citam um website do suposto grupo, ligado a Leandro Muniz Ribeiro, “político conhecido como Leandro Fox, ligado ao partido Democracia Cristã”.

Em Bauru, os agentes que monitoraram grupos do WhatsApp sobre o bloqueio na Rodovia Marechal Rondon destacaram uma foto na qual “pode constar dados de pessoa que poderia estar coordenando/financiando a manifestação”. A imagem registra um cartaz com a inscrição “Brasil Colaboração”, uma chave Pix e o nome Michele Gomes.

No relatório, a Polícia Civil, sob comando do delegado-geral Osvaldo Nico Gonçalves, apresenta também políticos do interior. Como mostrou o Estadão, documentos indicam na liderança dos atos políticos, policiais e ex-policiais, servidores públicos, sindicalistas, fazendeiros, empresários do agronegócio e donos de estandes de tiro.

A reportagem buscou contato com os citados, mas não obteve resposta.

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Alexandre de Moraes envia à PGR pedido de impeachment do ministro da Defesa.

31.ago.2022 - O presidente do TSE, ministro Alexandre de Moraes, se reúne com o ministro da Defesa, general Paulo Sérgio Nogueira, e técnicos das Forças Armadas -  Alejandro Zambrana/Secom/TSE
31.ago.2022 – O presidente do TSE, ministro Alexandre de Moraes, se reúne com o ministro da Defesa, general Paulo Sérgio Nogueira, e técnicos das Forças Armadas

Imagem: Alejandro Zambrana/Secom/TSE

Do UOL, em São Paulo

16/11/2022 22h29Atualizada em 17/11/2022 00h20

O ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Alexandre de Moraes deu o prazo de cinco dias para que a PGR (Procuradoria-Geral da República) se manifeste sobre o pedido de afastamento do ministro da Defesa, general Paulo Sérgio Nogueira. O pedido foi protocolado pelo deputado federal Marcelo Calero (PSD-RJ) na ação sobre milícias digitais.

No documento entregue ao STF, Calero alega manifestações feitas pelo ministro que põem em dúvida o processo eleitoral brasileiro.

Moraes manda bloquear contas de 43 empresas por atos antidemocráticos

Homem usando bandeira do Brasil como capa anda próximo a caminhões estacionados. Nota das Forças Armadas, que critica "restrições a direitos, por parte de agentes públicos" e defende direito à manifestação, animou militância pró-Bolsonaro - MetrópolesVinícius Schmidt/Metrópoles
O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou o bloqueio imediato das contas bancárias de 43 pessoas físicas e jurídicas supostamente envolvidas em atos antidemocráticos contra o resultado das eleições.

A decisão, à qual o Metrópoles teve acesso, foi assinada no último sábado (12/11). De acordo com o magistrado, o bloqueio é “necessário, adequado e urgente, diante da possibilidade de utilização de recursos para o financiamento de atos ilícitos e antidemocráticos”.

Moraes também determinou que, em até 10 dias, a Polícia Federal colha depoimentos de todas as empresas e pessoas listadas, além de indicar as diligências necessárias para apurar o caso.

Na decisão, o ministro citou o bloqueio de rodovias de todo o país por manifestantes insatisfeitos com a derrota do presidente Jair Bolsonaro (PL) nas urnas. Moraes também pontuou o deslocamento de 115 caminhões para o QG do Exército, em Brasília, “com objetivo de reforçar atos criminosos”.

De acordo com o magistrado, os protestos desrespeitam o direito de reunião pacífica, previsto na Constituição. Moraes pontuou que os grupos querem “propagar o descumprimento e desrespeito ao resultado do pleito eleitoral”.

“Efetivamente, o deslocamento inautêntico e coordenado de caminhões para Brasília/DF, para ilícita reunião nos arredores do Quartel General do Exército, com fins de rompimento da ordem constitucional – inclusive com pedidos de ‘intervenção federal’, mediante interpretação absurda do art. 142 da Constituição Federal – pode configurar o crime de Abolição Violenta do Estado Democrático de Direito (art. 359-L do Código Penal)”, diz trecho da decisão.

Veja a lista de empresas com contas bloqueadas:

  1. Agritex Comercial Agrícola Ltda.
  2. Agrosyn Comercio e Rep. de Insumos Agric
  3. Airton Willers
  4. Alexandro Lermen
  5. Argino Bedin
  6. Arraia Transportes Ltda.
  7. Assis Claudio Tirloni
  8. Banco Rodobens S.A
  9. Berrante de Ouro Transportes Ltda.
  10. Cairo Garcia Pereira
  11. Carrocerias Nova Prata Ltda.
  12. Castro Mendes Fabrica de Pecas Agricolas
  13. Ceramica Nova Bela Vista Ltda.
  14. Comando Diesel Transp e Logistica Ltda.
  15. Dalila Lermen Eireli
  16. Diomar Pedrassani
  17. Drelafe Transportes de Carga Ltda.
  18. Edilson Antonio Piaia
  19. Fermap Transportes Ltda.
  20. Fuhr Transportes Eireli
  21. Gape Serviços de Transportes Ltda.
  22. J R Novello
  23. Kadre Artefatos de Concreto e Construção
  24. Knc Materiais de Construção
  25. Leonardo Antonio Navarini & Cia Ltda.
  26. Llg Transportadora Ltda.
  27. M R Rodo Iguacu Transportes Eireli
  28. Muriana Transportes Ltda.
  29. Mz Transportes de Cargas Ltda.
  30. P A Rezende e Cia Ltda.
  31. Potrich Transportes – Ltda.
  32. Rafael Bedin
  33. Roberta Bedin
  34. Sergio Bedin
  35. Sinar Costa Beber
  36. Sipal Industria e Comercio Ltda.
  37. Tirloni e Tirloni Ltda.-Me
  38. Transportadora Adrij Ltda. Me
  39. Transportadora Chico Ltda.
  40. Transportadora Lermen Ltda. – EPP
  41. Transportadora Rovaris Ltda.
  42. Trr Rio Bonito T. R. R. Petr. Ltda.
  43. Vape Transportes Ltda.

Transição: governo Lula revogará decretos de armas de Bolsonaro Segundo Flávio Dino, coordenador do GT de Justiça e Segurança de Lula, Estatuto do Desarmamento foi desmontado e vigência deve ser resgatada

O presidente Bolsonaro mira com fuzil na mão em estande de tira, cercado de homens com roupas militares - MetrópolesO senador eleito Flávio Dino (PSB-MA), que coordena o grupo técnico da Justiça e Segurança Pública na equipe de transição, afirmou que o presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva (PT) deve revogar atos do presidente Jair Bolsonaro (PL) relativos à posse e ao porte de armas de fogo.

A declaração foi dada por Dino na chegada ao Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB) em Brasília, sede do Gabinete de Transição. Segundo o senador eleito, o objetivo é fazer valer o que estava previsto no Estatuto do Desarmamento, de 2003.

“Não há dúvida de que há um escopo principal do grupo, porque é um compromisso do presidente Lula, e nós temos de ter um duplo olhar. O primeiro olhar: olhar daqui para a frente. Nós temos uma lei vigente, o Estatuto do Desarmamento, que foi objeto de desmonte por atos infralegais, abaixo da lei. Isso, sem dúvida, é um tema fundamental do grupo de trabalho. É um tema que o presidente Lula escolheu e foi aprovado pela sociedade brasileira”, comentou Dino.

Dino sinalizou que a revogação dos decretos pode vir a restringir o acesso de quem adquiriu armas nos últimos anos:

“O tema, daqui para trás, exige algumas reflexões. A primeira: existe direito adquirido a faroeste? Não. Existe direito adquirido a andar com fuzil, metralhadora? Não. Imaginemos a questão de um medicamento que hoje é permitido e, amanhã, passa a ser proibido. Alguém terá direito adquirido a continuar a tomar o medicamento? Não. É possível que haja um efeito imediato, inclusive no que se refere aos arsenais já existentes? Sim, é possível.”

Reunião com atual ministro da Justiça

Às 15h desta quinta, Dino e outros integrantes do GT de Justiça e Segurança Pública vão se reunir com o atual ministro da pasta, Anderson Torres, no Palácio da Justiça. O encontro foi demandado por Dino.

O senador eleito disse que a reunião visa “estabelecer diálogo, que garanta o fluxo de informações, na diretriz dada pelo presidente Lula, de garantir a continuidade do serviço público”.

GDF identifica donos de 234 caminhões em protesto no QG do Exército. Veja quem são

Caminhões de apoiadores do presidente derrotado Jair Bolsonaro chegam adornados com bandeiras do Brasil no QG do Exército, em Brasília - MetrópolesMarcus Rodrigues/Metrópoles
O Governo do Distrito Federal, por meio da Secretaria de Segurança Pública (SSP), identificou os proprietários de 234 caminhões que participam do protesto em frente ao QG do Exército, em Brasília.

O levantamento foi feito em cumprimento a uma decisão do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes. Ele determinou que a Polícia Militar dos estados e do DF envie informações sobre os caminhões e demais veículos que participaram ativamente de bloqueios de vias e das manifestações em frente aos quartéis das Forças Armadas.

Em lista obtida pela coluna Grande Angular, a SSP-DF reuniu as placas dos caminhões, o modelo, a marca, a unidade da Federação de onde são, além do nome e do CPF, ou CNPJ, do proprietário.

Muitos desses veículos estão em nome de empresas, ligadas ao agronegócio, que enviaram mais de um caminhão. Todos os dados foram entregues ao STF.

O Comércio e Transporte Comelli Ltda., de Goiás, tem sete caminhões posicionados nas proximidades do QG do Exército, por exemplo. Além de transporte de carga, a empresa registrou como atividade econômica na Receita Federal a extração de madeira.

A Vape Transportes Ltda., de Mato Grosso, também deslocou sete veículos para o local. A Sipal Indústria e Comércio Ltda., do Paraná, enviou o mesmo número de caminhões.

Veja a lista completa:

Estudante denuncia seguranças da Uefs por agressão: ‘Não tem como não ter medo’ Aluno diz que tentou entrar para usar internet após festa e foi barrado

Estudante denuncia seguranças da Uefs por agressão: 'Não tem como não ter medo'Um aluno da Universidade Estadual de Feira de Santana (Uefs) alega ter sido agredido por nove seguranças que faziam a ronda da instituição no último sábado (12). O estudante de Biologia explicou que precisou usar a internet da Uefs para chamar um transporte por aplicativo.

Ele saía de uma festa no bairro Conjunto Feira 6, ao lado da instituição de ensino, quando tentou entrar na universidade para utilizar a internet e, assim, poder retornar para casa com um transporte por aplicativo. Depois de entregar o nome, matrícula e contar que era estudante da Uefs, o jovem foi impedido de entrar.

Com o “não” dos seguranças, o estudante, então, resolveu pular o muro da universidade para não ficar na rua sozinho. Mas acabou sendo agredido por um segurança e outros oito iniciaram as agressões físicas e verbais, incluindo homofobia e termos perjorativos. “Não consegui gravar o momento [das agressões], os seguranças tomaram o meu celular”, explica.

O estudante ainda detalhou que, após ser agredido, os seguranças fizeram de tudo para que ele não prestasse queixa. “Os seguranças tentaram me convencer a não dar queixa e omitir o caso”, disse.

Questionado sobre a saúde mental abalada após a situação, o aluno alegou estar “bem debilitado. Não há como não ter medo depois do ocorrido”.

Boletim de ocorrência 
O estudante disse ao CORREIO que não prestou queixa na Delegacia Territorial de Feira de Santana porque foi informado por uma escrivã e um atendente que a ocorrência registrada antes pelos seguranças já bastava para dar início à investigação.

“Na delegacia, fui orientado a não prestar queixa. Pelo o que me falaram, apenas a queixa deles seria o suficiente, mesmo que para investigar eles mesmos”, explica.

De acordo com o aluno, os seguranças fizeram o boletim de ocorrência alegando que o jovem não tinha cooperado com a situação e que havia regido. “Ambas mentiras”, afirma.

A Uefs, por meio de uma nota nas redes sociais, repudiou as agressões sofridas pelo estudante e que fará uma investigação interna para identificar os agressores.

“Cabe à instituição, além de iniciar prioritariamente os trâmites de apuração na esfera administrativa, orientar a vítima que se dirija a uma delegacia de polícia civil para registrar boletim de ocorrência, iniciando assim, também, uma apuração na esfera criminal”, explicou.

“Apurados os fatos, a Uefs se compromete a fornecer à comunidade com transparência e objetividade os desdobramentos jurídicos e administrativos na solução do caso”.

Pelo pubiano fez polícia descobrir assassino de Anderson do Carmo; entenda

Uma prova inusitada ajudou a Polícia Civil do Rio a desvendar a morte do pastor Anderson do Carmo. Neste final de semana, a ex-deputada Flordelis do Santos Souza foi condenada a 50 anos e 28 dias de prisão por ter sido a mandante da morte dele, que era seu marido.

Durante uma operação na casa da ex-deputada, depois do crime, os policiais acharam uma pistola no quarto de Flávio dos Santos Rodriguez, filho de Flordelis. A arma foi a usada para matar o pastor, determinou a polícia.

A defesa de Flávio alegou que a arma teria sido plantada no local e não pertencia ao cliente, mas uma prova inesperada acabou mostrando que o acusado havia, sim, tido contato com a arma.

“A gente acredita que o autor tenha utilizado a arma sem coldre, então, no espaço entre o corpo e o ferrolho da arma, onde desliza, um em cima do outro, a gente encontrou um pelo pubiano. Material era exatamente o mesmo doado pelo Flávio”, explicou o perito Thiago Hermida ao Uol.

A comparação foi feita usando material genético de Flávio, retirado de uma garrafa de água e de um garfo que ele usou na delegacia.

O filho de Flordelis foi condenado também, antes do julgamento da mãe, a 33 anos e 2 meses de prisão.

Anderson foi morto a tiros em junho de 2019, na residência em que morava com a esposa, a então deputada e cantora gospel Flordelis, em Niterói, no Rio de Janeiro.

Homem que mantinha esposa em cárcere privado é preso em Salvador

Um homem foi preso em flagrante por policiais da Delegacia Especial de Atendimento à Mulher (Deam) de Periperi, em Salvador, na tarde desta quarta-feira (16), após denúncia de que uma mulher estaria vivendo em cárcere privado pelo seu companheiro no bairro de Alto de Coutos.

Ao chegar ao local, os policiais encontraram a mulher em situação de cárcere. Além de prendê-la em casa, ele também agredia fisicamente, abusava sexualmente e praticava violência patrimonial. Segundo as investigações, ele a obrigou a fazer um empréstimo no valor de R$ 15 mil e ainda ficava com o dinheiro do Auxílio Brasil.

“Ele já foi preso anteriormente, praticando o mesmo crime contra outra mulher. Demos o flagrante e ele se encontra em nossa unidade, à disposição do Poder Judiciário”, explicou a titular da Deam Periperi, delegada Iola Nolasco. A mulher foi ouvida na unidade policial, que acionou órgãos sociais para o acolhimento da vítima.