prefeitura de pocoes


maio 2026
D S T Q Q S S
 12
3456789
10111213141516
17181920212223
24252627282930
31  



DTE ESTOURA PONTO DE DISTRIBUIÇÃO DE DROGAS NO BAIRRO URBIS I E APREENDE UMA GRANDE QUANTIDADE DE MACONHA E COCAÍNA EM VITÓRIA DA CONQUISTA

A Polícia Civil, através da equipe da DTE, efetuou, na presente data, a prisão em flagrante delito dos irmãos como JÚLIO CESAR NARICI PINTO, de 26 anos, e RÔMULO GIUSEPPI NARICI PINTO, de 25 anos, suspeitos dos crimes de tráfico de drogas e associação para o tráfico. 
Os investigadores da DTE, após investigações, efetuaram uma busca na casa dos autores, localizada no Bairro Urbis I, onde encontraram uma grande quantidade de Maconha em tabletes grandes prensados e pedaços cortados da droga e Cocaína em pó pura, para comercialização, além de uma balança de precisão, dinheiro do tráfico e embalagens usadas no comércio ilícito das drogas.

Os acusados já possuem antecedentes policiais por tráfico de drogas e homicídio tentado, sendo ambos integrantes de associação criminosa armada envolvida com o tráfico , roubo e homicídios nesta cidade.
Os traficantes foram conduzidos e interrogados na Delegacia especializada, onde confessaram o crime de tráfico de drogas.

Fonte: DTE/DRACO – CONQUISTA

Compartilhe:

DTE PRENDE SUSPEITO DE TRÁFICO DE DROGAS NO BAIRRO ALTO MARON, EM CONQUISTA.

A Polícia Civil, através da equipe da DTE, efetuou, na presente data, a prisão em flagrante delito do suspeito de praticar tráfico de drogas Paulo David Galvão Lima, de 24 anos.Os investigadores da DTE , após investigações, efetuaram uma busca na casa do suspeito, localizada no Bairro Alto Maron, próximo à Praça Gerson Sales, onde encontraram Maconha e Cocaína, embaladas para comercialização, além de uma balança de precisão, dinheiro do tráfico e embalagens usadas no comércio ilícito das drogas.

O acusado já possui antecedentes policiais por tráfico de drogas no Estado de Goiás, sendo conduzido e interrogado na Delegacia especializada, onde confessou o crime de tráfico e confirmou que fracionava a cocaína em “petecas” da droga e vendia por R$ 40,00 cada para vários usuários em Vitória da Conquista.

Fonte: DTE/DRACO – CONQUISTA

Compartilhe:

A vida dos mais de 50 sem-teto que moram em cemitério e chegam a dormir dentro de tumbas em SP

  • Homem dorme próximo a túmulos no cemitério da Vila Nova CachoeirinhaHomem dorme próximo a túmulos no cemitério da Vila Nova Cachoeirinha

O chão está forrado de penas pretas na área em que dois urubus disputam a carcaça de um cachorro morto. A cena é a recepção para quem chega ao que cerca de 50 pessoas chamam de casa: o cemitério da Vila Nova Cachoeirinha, na zona norte de São Paulo.

Quem anda pela avenida central do local, administrado pela Prefeitura de São Paulo, tem o desafio de controlar os enjoos provocados pelo cheiro de animais em decomposição. Ossos de aves se estilhaçam sob os pés conforme o caminhar do visitante. O ar de abandono é inegável ao longo dos 350 mil m² do cemitério, o segundo maior de São Paulo, com 21 mil sepulturas e gavetas, parte delas encobertas por um matagal que atinge a altura da cintura de um adulto.

O esperado silêncio do local é quebrado cerca de 500 metros após a entrada. A partir dali é possível avistar as primeiras lonas apoiadas em bambus e pedaços de madeira. Ao menos cinco barracos foram erguidos dentro do cemitério, em uma espécie de vila precária. Os abrigos, mobiliados com sofá, cadeiras, varal para estender roupas e até enfeite de flor artificial, são a casa de dezenas de pessoas.

Um espaço entre os ossários – dois paredões onde são depositadas as ossadas retiradas das covas – foi convertido em banheiro pelos moradores. Junto a dejetos humanos, havia na área vômito, restos de comida, roupas e entulho.

Presença de crianças é vetada

Entre os sem-teto, há homens, mulheres – uma delas com deficiência física -, idosos e travestis. Os moradores da área afirmam vetar apenas a presença de crianças, devido ao ambiente insalubre e ao constante uso de drogas. Lúcio*, de 28 anos, não cansa de falar da saudade que sente de sua filha, de 8 anos.

Lúcio deixou Belo Horizonte (MG) com a mulher e a filha para trabalhar como vendedor no Brás, no centro de São Paulo. O negócio não deu certo, ele se divorciou e a criança voltou com a mãe para Minas.

“Sem trabalho, eu não consegui pagar aluguel e fui morar com a minha mãe na Vila Nova Cachoeirinha (mesmo bairro do cemitério). Mas ela colocou muitas regras e não deu certo. Fui para a rua, virei camelô e vim para cá há cinco meses”, conta o jovem com lágrimas nos olhos.

Se Lúcio é relativamente recente na vizinhança, Igor*, de 41 anos, 12 deles passados no cemitério, é um dos moradores mais antigos no local.

Sentado em um banquinho, ele destampa uma lata, tira dali um tubinho metálico, um pedaço de papel alumínio e um saco plástico, e cuidadosamente monta um cachimbo em que fuma duas pedras de crack, enquanto conta sua história à BBC Brasil, a poucos metros de algumas covas abertas.

“A primeira vez que fumei crack foi no fim de 1993. Mesmo fumando com frequência, trabalhei como operador de empilhadeira, comunicação visual em várias empresas, além de tradutor e intérprete de japonês no bairro da Liberdade”, conta.

Igor afirma ter aprendido japonês depois que, em 1995, foi morar no Japão, terra natal de sua avó paterna. A experiência internacional, no entanto, não terminou bem.

“Fui preso por tráfico de drogas, vandalismo, atropelamento e corrupção de menores. Fui deportado para o Brasil em dezembro de 1997. Minha família não quer mais saber de mim. Hoje, a gente só se vê em velório, casamento e festa”, diz.

Igor diz ter tentado recomeçar a vida no Brasil, mas o vício em drogas foi mais forte. “Eu só consigo trabalhar se tiver alguém 24 horas do meu lado me incentivando. Hoje, eu tiro meu sustento do lixo, catando reciclagem na rua. Num dia bom, eu pego bastante alumínio e tiro até R$ 100. Mas geralmente eu carrego 100 kg de papel por R$ 20. É pouco, só o suficiente para manter meu vício”, diz ele.

Ele afirma que retira do lixo doméstico parte de suas roupas e alimentação, como bolos e alimentos jogados em pacotes fechados. Tudo dividido com os demais moradores da área. Em uma manhã da última semana, um suco amarelo armazenado em uma garrafa PET suja de graxa passava de mão em mão para saciar a sede de Igor e os demais. Sem televisão, ele também se informa por meio de jornais que recolhe dos sacos de lixo. Parece adaptado ao ambiente, apesar da falta de conforto.

“O que mais me deixa triste é não poder abrir uma geladeira e ter o prazer de tomar uma Coca-Cola bem gelada ou comer uma fruta”, diz Igor.

Ele admite que, em “momentos de desespero”, cometeu furtos por uma pedra de crack. “Sou químico geral. Uso de esmalte a tinner. Já usei cristal dos Estados Unidos, ópio, haxixe e muita cocaína”.

Noites dentro das tumbas

A presença de pragas, como ratos e baratas, é constante no local onde os sem-teto ergueram suas barracas. À noite, os insetos se multiplicam, mas a maior dificuldade é enfrentada no período de chuvas.

Durante o verão, as enxurradas molham os sofás velhos que eles usam para dormir e se reunir. Para se proteger, os moradores admitiram arrastar grandes pedras de mármore que cobrem os túmulos e dormir nas gavetas, ao lado dos caixões. Eles se recusaram a mostrar esses locais para a reportagem, mas a informação foi confirmada por funcionários.

A prefeitura de São Paulo reconhece que “é recorrente a montagem por dependentes químicos de tendas dentro e fora do Cemitério Vila Nova Cachoeirinha para o consumo de drogas”. A administração diz que as barracas são “retiradas pelos funcionários, mas logo surgem outras no local”. Informou ainda que “aciona, sempre que necessário, o Centro de Zoonoses para tomar providências” em relação aos animais mortos e que há uma empresa responsável pela limpeza e retirada de mato da área.

A administração municipal não informou, no entanto, quanto gasta na manutenção da área, quantas pessoas trabalham ali nem desde quando existe essa ocupação dentro do cemitério, mas a reportagem sabe da presença desses sem-teto no local há pelo menos quatro anos.

Rodrigo*, de 40 anos, diz que passa pelo menos parte de seu dia no cemitério há 15 anos.

Ele conta que dorme no local, mas vai à casa dos pais, que vivem na região, todos os dias para tomar banho, almoçar e jantar. “Eu fiz um curso de hotelaria na Escola Técnica Federal. Eu fumo crack há 21 anos e queria arrumar emprego e sair dessa vida, mas eles (pais) sabem o quanto isso é impossível”

Sem visitas

Quem visita o cemitério da Vila Nova Cachoeirinha chega a ver os moradores da área circulando por ali. Eles tentam conseguir alguns trocados em troca da limpeza de um túmulo. Mas muito pouca gente se aproxima da região onde eles vivem.

“A prefeitura nunca apareceu para tentar nos ajudar, só vem para derrubar nossos barracos. A Pastoral (do Povo de Rua) visita a gente uma vez por ano para saber se estamos vivos e só a Polícia Militar aparece sempre para ‘dar um salve’ na gente”, diz um homem que pediu para não ser identificado, usando uma gíria para se referir a espancamentos dos agentes policiais.

“Já fui espancado e torturado aqui de joelhos durante horas por policiais. Eles nos chamam de viciados malditos, ficam perguntando onde estão os cachimbos e derrubam os barracos. Eles querem que a gente faça o quê? Vá para onde?”, questiona.

A Secretaria da Segurança Pública de São Paulo e a Polícia Militar se posicionaram após a publicação da reportagem. “A Polícia Militar esclarece que as informações foram repassadas ao Comando PM local a fim de que as informações sejam apuradas”, diz a corporação em nota.

Um funcionário que trabalha há mais de 20 anos no cemitério disse à reportagem que há uma relação de respeito entre os sem-teto, os funcionários do cemitério e os poucos visitantes da área. “As pessoas têm muito medo de chegar perto deles. Mas eles ficam lá embaixo, não mexem com ninguém”, afirmou.

Após uma reforma que durou cinco anos, a capela do cemitério está fechada e também serve de abrigo para moradores de rua. A prefeitura informou que o local só é aberto “em datas especiais, como o Dia de Finados.” A administração do cemitério disse ainda que há três salas de velório, mas não explicou porque elas também estão fechadas.

Em dois dias de visita, a reportagem percorreu toda a área do cemitério e andou por quilômetros entre os túmulos. Nenhuma quadra estava livre do lixo.

Funcionários que pediram para não ser identificados disseram que não conseguem dar conta de limpar nem sequer metade da área. “Nós estamos em seis. Quando a gente termina de um lado, o outro já está com mato alto e todo sujo”, conta um deles.

Mas a área do cemitério pode estar diminuindo sem o conhecimento da Prefeitura de São Paulo. Moradores da região disseram à reportagem a favela do Boi Malhado, no limite de uma das laterais do cemitério, está crescendo para dentro da área pública. A reportagem identificou três casas em construção em um dos limites do cemitério, que não é demarcado por muros ou cercas. As casas começam, literalmente, onde terminam os túmulos.

A prefeitura disse que sabe que há casas dentro do cemitério e diz que já pediu a reintegração de posse à Justiça em 2016. “A pedido da Justiça, foi realizada audiência de conciliação em que os ocupantes do local concordaram em sair voluntariamente da área até janeiro de 2018, o que não foi cumprido. Já foi solicitada nova expedição de reintegração de posse”, informou a administração em nota.

*Os nomes dos entrevistados foram trocados pela reportagem da BBC Brasil para preservar a identidade deles.

Compartilhe:

Valete de Paus têm oito mandados cumpridos pela Polícia Civil

Oito mandados de prisão, por crimes como homicídio, tráfico de drogas e roubo, foram cumpridos pela Polícia Civil, por meio do Departamento de Polícia do Interior (Coorpin), contra o Valete de Paus, do Baralho dos Procurados, da Secretaria da Segurança Pública (SSP), João Cleison Mota Carvalho, o “Didi”, de 32 anos.
A informação foi revelada, na manhã desta segunda-feira (5), pelo diretor do Depin, delegado Flávio Góis, durante coletiva à imprensa, na sede da PC, na Piedade. Didi foi preso em Maceió, nas primeiras horas do sábado (3), durante ação conjunta do Depin e Polícia Civil de Alagoas.
Didi estava sendo procurado após fugir do Complexo Penitenciário da Mata Escura, em 2017. O traficante estava preso por roubo desde 2013. “Ele vinha residindo em Alagoas, onde se passava por empresário, comprando e vendendo imóveis, terrenos e carros de luxo para lavar o dinheiro do tráfico”, explicou o delegado.
As investigações coordenadas pelo delegado Jorge Figueiredo, do Depin, apontam que Didi chegava a movimentar cerca de R$ 1 milhão, por mês. “Localizamos o traficante em Maceió, vivendo com familiares em um condomínio de luxo, como empresário”, salientou Figueiredo, acrescentando que ação que resultou na prisão de Didi contou com o apoio de equipes da Coordenação de Apoio Técnico à Investigação (Cati/Depin).
Didi, que foi preso com uma pistola Glock, calibre 9mm, e documentos falsos, foi trazido para Salvador com o apoio de um helicóptero do Grupamento Aéreo da Polícia Militar (Graer) e encaminhado para a Unidade Especial Disciplinar (UED), na Mata Escura.

Ascom-PC/Caroline Araújo

Compartilhe:

Traficante é preso com drone na Boca do Rio

Investigadores da 9ª Delegacia Territorial (DT), na Boca do Rio, prenderam em flagrante o traficante Renato Augusto Celestino dos Santos Junior, de 39 anos, na quinta-feira (1º). Foram apreendidos 39 pinos de cocaína, 32 trouxas de maconha e um drone.
Após denúncia de que o traficante estava atuando na região de Pituaçu, os policiais estiveram no local onde apreenderam parte da droga. Na casa de Renato foram encontrados mais entorpecentes e um drone. Todo material apreendido foi encaminhado para perícia, no Departamento de Polícia Técnica (DPT).
Em depoimento na unidade policial, o traficante confessou o crime, mas negou que usasse a aeronave para comercializar droga. “Ele diz que o drone é do filho dele, que utiliza como brinquedo”, explicou a delegada Ana Francisca Mattos, que autuou Renato. A versão dada pelo traficante está sendo investigada.

Compartilhe:

Após marido morrer atropelado, mulher comemora com cerveja e lambada, saiba o motivo

Um fato inusitado aconteceu em Santo Antônio de Jesus e chamou a atenção da cidade neste domingo (04).
Segundo o Blog Voz da Bahia, uma senhora moradora do bairro Alto Santo Antônio fez uma festa depois que seu marido morreu após um atropelamento. Acredite se quiser! Ela deu uma festa para comemorar a morte de seu companheiro.
Entenda o motivo
Joélia dos Santos Souza, 47 anos, explicou que era agredida fisicamente pelo seu companheiro e a morte dele causou alegria para ela, que se sentiu livre das agressões. “Eu fiz uma festa porque quando ele era vivo, ele me batia muito. Eu comprei uma caixa de cerveja, com o som alto e fiz uma festa na minha casa”, disse.
Ainda de acordo com o Voz da Bahia, na festa de dona Joélia, tocou todos os ritmos, principalmente a lambada. Ela é mãe e garantiu estar muito feliz hoje por não apanhar mais. “Eu tenho filhos e sete netos”, completou. O acidente que vitimou o marido de Dona Joélia foi próximo ao bairro da Rádio Clube.
Compartilhe:

MESMO SEM POPULARIDADE NA BAHIA: ACM Neto Assume Controle Do DEM; SAIBA!

O prefeito de Salvador (BA), ACM Neto, passa a comandar o DEM na próxima quarta-feira (7), em cerimônia realizada em Brasília (DF), segundo informações do jornal Correio. Ele substituirá o senador Agripino Maia à frente do partido.

“É um grande desafio assumir o comando do partido em um momento como esse. O Democratas está sendo refundado para liderar a construção de um novo projeto para o Brasil. Seremos protagonistas desse novo momento da política brasileira”, declarou. A cerimônia vai acontecer em Brasília.

Já nesta quinta-feira (8), a legenda realiza sua convenção nacional, ocasião em que o nome de Rodrigo Maia, presidente da Câmara, deve ser oficialmente lançado como pré-candidato ao Planalto.

Compartilhe:

Alívio: Empresário George Couto é localizado em Minas Gerais, confirma a família

O empresário George Cardoso Couto que estava desaparecido desde a tarde da última sexta-feira (2), foi encontrado no estado de Minas Gerais. A família de George informou o seu aparecimento, mas não divulgou o motivo do sumiço. “Ele foi encontrado no Estado de Minas Gerais. A Polícia recebeu a informação e se deslocou até o local. Não temos palavras para agradecer o apoio de todos”, destacou a irmã, Iara Couto.

Compartilhe:

Atualização” Criança de 08 anos é encontrada desacordada com sinais de espancamento e estupro na região Morreu a Giovana Maria de Oliveira Ribeiro, de 8 anos que estava internada em Estado Grave

A criança Giovana Maria de Oliveira Ribeiro, de 8 anos, que foi violentada e agredida por desconhecido no final da tarde deste domingo, não resistiu aos ferimentos e acabou falecendo na UTI do Hospital Gota de Leite em Araraquara, local onde estava internada desde a noite de ontem, quando foi transferida para aquela cidade, com a UTI Móvel do hospital.

A nota oficial comunicando o falecimento que ocorreu às 6 da manhã de hoje, foi divulgada por volta das 11 horas.

  • O CASO

Criança é encontrada desacordada com sinais de espancamento e estupro

A menina brincava com uma amiga quando desapareceu; ela foi encontrada pouco depois em uma casa em construção.

Uma menina de oito anos foi encontrada desacordada e com sinais de espancamento e estupro em uma casa em construção, no bairro Santo Expedito, em Ibitinga, no final da tarde do último domingo (04).

A criança foi encaminhada para o hospital de Araraquara em estado gravíssimo.

Segundo as informações preliminares, a menina brincava com uma amiga dentro de casa, mas desapareceu por motivos que ainda precisam ser esclarecidos.

Pouco tempo depois, a garota foi encontrada em uma casa em construção, próximo do local onde brincava.

A família da criança foi chamada e constatou-se, de acordo com o relato policial, que a vítima tinha sinais de violência, estava toda machucada e foi achada com as calças abaixadas.

Desacordada, a criança foi levada para a UPA e depois encaminhada para o hospital de Araraquara.

Um homem chegou a ser preso, mas por falta de provas, foi ouvido e liberado. A polícia segue investigando o caso.

ATUALIZAÇÃO:

A Polícia Civil de Ibitinga (SP) investiga um estupro de uma menina de 8 anos internada na UTI da Santa Casa de Araraquara.

De acordo com o registro da Polícia Militar, a mãe da menina teria sido chamada pelo pai de uma amiga dizendo que a criança havia sido atropelada no fim de semana, no bairro Santo Expedido.

A mulher foi até o local indicado pelo homem e encontrou a menina nos fundos de uma casa em construção com o shorts abaixado e bastante machucada.

A mãe pegou a criança no colo e correu por ajuda até a chegada do Corpo de Bombeiros. No caminho à Santa Casa de Ibitinga, a menina teve uma parada cardiorrespiratória, mas foi reanimada pelos médicos e encaminhada à UTI.

Ainda segundo a polícia, a menina foi encontrada com um ferimento grande na testa, rosto e cabeça. Além disso, o estupro foi confirmado na Santa Casa. Não há informações atualizadas sobre o estado de saúde da vítima.

A Polícia Civil chegou a ouvir um suspeito, mas ele foi liberado em seguida. Durante o depoimento do homem, cerca de 100 pessoas se reuniram na delegacia pedindo justiça, mas ninguém foi detido. O caso continua sendo investigado.

Compartilhe:

Jovem de 20 anos é morta com fio de carregador de celular, ela estava com corte no pescoço O Rapaz de 22 anos fugiu levando a filha da vítima, de três anos

Jovem é morta com fio de carregador de celular e companheiro suspeito está foragido no ES, diz polícia

Rapaz de 22 anos fugiu levando a filha da vítima, de três. Suspeito trocou mensagens com o pai de Andrielly depois do crime e disse que não tinha a intenção de matá-la.

Uma jovem de 20 anos foi encontrada morta na casa onde morava no bairro Planalto, em Vila Velha, na madrugada deste domingo (4). Ela estava com um corte no pescoço e, segundo a polícia, o responsável é o companheiro dela, que teria usado um fio de carregador de celular para cometer o crime. Ele está foragido.

Os dois estavam morando juntos no bairro há cerca de três meses, junto com a filha de Andrielly, uma menina de três anos. Uma vizinha, que preferiu não se identificar, contou que foi acordada por causa de uma discussão do casal por volta de 1h.

“Eu cheguei na janela e ouvi ela dizendo ‘você vai fazer comigo o mesmo que você fez com’ e não chegou a terminar a frase, provavelmente foi nessa hora que ele enforcou ela com o carregador. Depois não ouvi mais nada”, contou.

Após o crime, vizinhos viram o rapaz fugindo do local levando a filha de Andrielly. A vizinha contou que o casal discutia bastante, mas que nunca havia ouvido uma briga mais grave.

“Eu escutei uns três socos bem fortes, não sei se era ele jogando o corpo dela, ou o que poderia ser. Antes mesmo de ele fugir, uma outra vizinha nossa chamou a polícia, mas a viatura chegou só depois que ele fugiu. Depois já chegou o Samu e o Rabecão”, lembrou.

A filha de Andrielly foi entregue pelos pais do suspeito na Delegacia de Cobilândia, em Vila Velha, no fim da manhã deste domingo.

O rapaz ainda não foi localizado. A informação de que foi usado um fio de carregador de celular no crime consta no laudo do Departamento Médico Legal (DML) de Vitória.

Mensagens

O pai de Andrielly, Anderson Pereira dos Santos, contou que falou com o rapaz por volta das 6h deste domingo, antes mesmo de saber da morte da filha.

“Eu trabalhei a noite inteira. Por volta de umas 6h, vi que ele estava online no Whatsapp e mandei uma mensagem ‘vai dormir, rapaz’. Poucos minutos depois, me ligaram para falar que a minha filha tinha morrido”, contou.

Mesmo depois de saber do crime, o pai continuou conversando com o jovem para tentar descobrir informações sobre a neta e também sobre a localização dele. Nas mensagens, ele negou que tinha a intenção de matar a vítima.
Na mensagem, o rapaz descreveu o que aconteceu na cena do crime (Foto: Luciney Araujo/TV Gazeta)Na mensagem, o rapaz descreveu o que aconteceu na cena do crime (Foto: Luciney Araujo/TV Gazeta)
O pai de Andrielly contou que nunca havia presenciado uma briga do casal. “Não tenho a menor ideia do que aconteceu, eles não eram de brigar. Aconteceu algo que fugiu do controle, isso é certo. Os dois haviam bebido. Pra saber direito, só depois de pegar ele e das investigações. Eu quero justiça”, falou o pai.
Mensagens trocadas entre o pai de Andrielly e o suspeito do crime (Foto: LUciney Araujo/TV Gazeta)Mensagens trocadas entre o pai de Andrielly e o suspeito do crime (Foto: LUciney Araujo/TV Gazeta)
Compartilhe: