
Começou na tarde desta terça-feira (2) a operação do Grand Caravan da Azul Conecta na rota entre Salvador e Vitória da Conquista. A mudança marca a substituição do ATR 72-600, aeronave com capacidade para até 72 passageiros, por um avião que transporta apenas 9 pessoas.
A partir de agora, os voos serão realizados às terças, quintas, sábados e domingos. Apesar do aumento no número de frequências semanais, a redução da oferta de assentos chamou a atenção e gerou críticas entre passageiros e lideranças da região.
Nas redes sociais, muitos internautas classificaram a mudança como um retrocesso para Vitória da Conquista, terceira maior cidade da Bahia e principal polo econômico do Sudoeste do estado. A aeronave, bastante utilizada em rotas regionais de menor demanda, chegou a ser apelidada de “teco-teco” por usuários que lamentaram a substituição do ATR.
A preocupação é que a redução da capacidade impacte diretamente a disponibilidade de passagens e contribua para a manutenção de tarifas elevadas, uma das principais reclamações dos passageiros que utilizam o aeroporto conquistense.
Enquanto cidades de porte semelhante buscam ampliar sua malha aérea, Vitória da Conquista passa a contar com uma aeronave nove vezes menor na ligação direta com a capital baiana, cenário que reforça o sentimento de regressão na aviação regional do município.







Manifesto meu repúdio às declarações feitas pelo vereador Fábio de FABIO NOGUEIRA sobre a contratação do cantor Amado Batista para os festejos do município de Mirante.
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O secretário de Infraestrutura de Itapetinga, Luciano Almeida, teve o nome citado em uma denúncia que circula nas redes sociais e tem gerado repercussão no município. Em vídeo divulgado na internet, um empresário alega que teria sido procurado por uma pessoa que se apresentou como ligada à Secretaria de Infraestrutura e que teria solicitado uma suposta vantagem indevida relacionada a uma licitação para fornecimento de materiais de iluminação pública.

A primeira caneta nacional à base de semaglutida, chamada Ozivy, e que foi aprovada depois da derrubada de patente da molécula no Brasil, vai chegar às farmácias brasileiras ainda em junho e o valor inicial do tratamento já foi definido.O valor inicial para comprar o Ozivy é a partir de R$ 287 mensais. De acordo com o jornal O Globo, o medicamento foi produzido pela farmacêutica brasileira EMS. Na última semana, recebeu o aval da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) para ser utilizado
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