:: ‘Bahia’
Homem e mulher são assassinados a tiros dentro de distribuidora de bebidas em Jequié
Um casal foi executado a tiros na noite desta terça-feira (17), dentro de uma distribuidora de bebidas na Rua Baixão, no bairro Joaquim Romão, em Jequié, no sudoeste da Bahia. De acordo com a Polícia Civil, Anderson Doin, proprietário do estabelecimento, e Sabrina Gonçalves estavam no local quando foram surpreendidos por dois homens armados, que chegaram em uma motocicleta e abriram fogo contra as vítimas. Ambos morreram no local antes da chegada do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu). Testemunhas relataram que os criminosos fugiram rapidamente após os disparos, tomando rumo ignorado. A ação mobilizou equipes das polícias Civil e Militar, que realizaram buscas na região durante a noite, mas até o momento ninguém foi preso. Os corpos de Anderson e Sabrina foram encaminhados ao Instituto Médico Legal (IML) de Jequié para perícia. A motivação do crime ainda é desconhecida, e a polícia trabalha com a hipótese de execução, já que nada foi levado do estabelecimento. Imagens de câmeras de segurança próximas ao local estão sendo analisadas para tentar identificar os autores. O caso segue sob investigação.
Geraldo Júnior projeta fluxo recorde de 2 milhões de turistas para o São João da Bahia
Durante entrevista concedida nesta quarta-feira (18) à TV Band e à Rádio Band News FM, o vice-governador da Bahia, Geraldo Júnior, destacou o impacto econômico e social do São João no estado. Ele projetou um fluxo recorde de 2 milhões de turistas nos festejos juninos deste ano, com expectativa de movimentar cerca de R$ 3 bilhões na economia baiana.
“Não há um único município da Bahia que não sinta os efeitos positivos do São João. É um período de intensa movimentação econômica e geração de emprego e renda para a nossa população”, afirmou Geraldo. O vice-governador também enfatizou o conjunto de investimentos realizados pelo Governo do Estado em Segurança Pública, Saúde, Turismo, Cultura e Desenvolvimento Social, garantindo estrutura e qualidade nas festas em toda a Bahia.
Entre as ações sociais destacadas, Geraldo mencionou o apoio a quase 4 mil catadores e catadoras de resíduos sólidos em Salvador e em outros 13 municípios do interior. Em Salvador, cerca de 500 ambulantes foram cadastrados para atuar no Parque de Exposições, com fornecimento de equipamentos de proteção individual (EPIs), fardamento, água e kits de isopor para a comercialização de bebidas.
Perspectivas para 2026
Ao ser questionado pelos jornalistas Victor Pinto e Luís Felipe Veloso sobre a possibilidade de compor novamente a chapa majoritária liderada pelo governador Jerônimo Rodrigues nas eleições de 2026, Geraldo Júnior ressaltou que “ainda é cedo para tratar desse tema, mas quem está no exercício do cargo naturalmente tem a preferência”. Ele também ressaltou a unidade da base aliada e o papel estratégico do MDB como partido de sustentação dos governos estadual e federal.
Justiça da Bahia é a sexta do país em número de medidas protetivas concedidas em 2025
A Bahia ocupa o sexto lugar no ranking nacional de concessão de medidas protetivas de urgência em 2025, segundo levantamento da plataforma Data Jud, do Conselho Nacional de Justiça (CNJ). Entre janeiro e abril deste ano, o Tribunal de Justiça da Bahia (TJ-BA) concedeu 17.984 medidas, aumento de 34,52% em comparação com o mesmo período de 2024, quando foram registradas 13.369 concessões.
O ranking é liderado pelo Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP), com 60.067 medidas concedidas, seguido pelos tribunais do Paraná (31.211), Rio Grande do Sul (26.034), Minas Gerais (19.999) e Rio de Janeiro (18.424).

Somente em abril de 2025, o TJ-BA concedeu 5.075 medidas protetivas, o maior número mensal registrado desde o início da série histórica em 2020. O número é 98,99% superior ao de abril daquele ano, quando foram registradas 502 medidas. Para efeito de comparação, o total de medidas protetivas concedidas em todo o ano de 2020 foi de 8.700, número que já foi superado em mais de 106% nos primeiros quatro meses de 2025.

Ainda segundo os dados, 600 pedidos foram negados no mesmo período, enquanto 4.320 medidas foram revogadas e outras 2.676 prorrogadas. O tempo médio entre a abertura do processo e a concessão da primeira medida protetiva é de 19 dias.
A Bahia também registrou, de janeiro a abril deste ano, o julgamento de 137 casos de feminicídio. Fevereiro foi o mês com maior número de julgamentos, totalizando 50. Em janeiro foram julgados 21 casos; em março, 34; e em abril, 32.
Até o dia 30 de abril, 834 casos de feminicídio permaneciam pendentes de julgamento no estado. O tempo médio para a realização do primeiro julgamento é de 727 dias, segundo a plataforma Data Jud.
Ao todo, em 2024, foram registrados 111 feminicídios. Quase metade dos casos de feminicídios foram por arma branca: 45,5%. As armas de fogo (26,3% do total de casos) e os objetos contundentes (8,1%) eram os outros instrumentos em destaque. Outros instrumentos respondiam pela participação restante (20,2%).
Quanto ao local de ocorrência, 72,1% dos casos ocorreram dentro do domicílio da vítima. E sobre a autoria, 84,4% eram parceiros íntimos da vítima (companheiros ou ex-companheiros e namorados).
O perfil das vítimas mostra que a maioria era composta por mulheres adultas (entre 30 e 49 anos), negras (pretas e pardas) e não solteiras.
Identificadas as vítimas do acidente entre carro e carreta em Seabra-BA; Elas voltavam de festa junina.
Quatro pessoas morreram depois que o carro onde viajavam bateu de frente com uma carreta, nesta terça-feira, dia 17 de junho, em um trecho da BR-242, em Seabra, cidade na Chapada Diamantina.
Segundo a Prefeitura, as vítimas tinham saído de Iraquara, onde participaram de uma festa junina, e seguiam para a área urbana de Seabra, onde moravam, quando aconteceu o acidente.
Conforme apurou a TV Bahia com os socorristas do Anjos da Chapada, passava das 4h30, quando o carro invadiu a contramão e atingiu a carreta. Os quatro ocupantes do veículo morreram na hora. Eles foram identificadas como:
Cleiton Oliveira de Souza
Cleitiana Rodrigues dos Anjos (esposa de Cleiton)
Caique Souza Bispo
Bianca Ferraz Machado Os corpos foram removidos do local com a ajuda de bombeiros militares e foram levados para o Departamento de Polícia Técnica (DPT) da região, para necropsia. Não há detalhes sobre o sepultamento.
O caso é apurado pela Polícia Civil (PC). Uma perícia foi feita para definir as circunstâncias do acidente.
A Prefeitura de Seabra emitiu uma nota de pesar, se solidarizando com os familiares e amigos das vítimas. Nas redes sociais, a administração municipal afirmou que a notícia abalou “toda a cidade e deixou quatro famílias mergulhadas no luto”.
Quatro pessoas morrem em acidente após voltar de festa junina; vítimas identificadas
Quatro pessoal morreram após um grave acidente nesta terça-feira (17), na BR-242, na “curva do S”, trecho do município de Seabra, Chapada Diamantina.
Segundo informações que chegaram até a nossa reportagem, as vítimas voltavam dos festejos juninos no município de Aiquara, quando o veículo se envolveu em um acidente com uma carreta.
Todos os quatro ocupantes morreram no local. Eles foram identificados como Bianca Ferraz Machado, Cleiton Oliveira de Souza, Cleitiana Rodrigues e Kaique Souza Bispo.
As polícias Rodoviária Federal (PRF) e Civil estiveram no local.
Bahia Policia Militar intensifica policiamento nas rodovias estaduais amanhã (18)
A Polícia Militar da Bahia, por meio do Comando Especializado de Policiamento Rodoviário (CEPRv), já iniciou Operação Festejos Juninos 2025 com o objetivo de intensificar o policiamento ostensivo nas rodovias estaduais durante as celebrações juninas. A intensificação do policiamento começa amanhã (18) e seguirá até 30 de junho em pontos estratégicos nas rodovias estaduais onde há demanda por conta de eventos ou pontos turísticos. Neste período, será reforçado o patrulhamento viário para ampliar a segurança aos usuários das estradas visando reduzir o número de acidentes de trânsito e inibir a prática de crimes. A expectativa é de um aumento entre 25% e 30% no fluxo de veículos durante as festividades. Os militares, que serão empregados em regime extraordinário para reforçar o policiamento diário, irão fiscalizar a documentação com a utilização de equipamentos para identificar condutores e veículos em condições irregulares. Radares portáteis serão usados para coibir o excesso de velocidade, bem como etilômetros para identificar motoristas sob influência de álcool, considerando o aumento significativo do consumo de bebidas alcoólicas nesse período festivo. A intensificação do policiamento ocorrerá especialmente nas rodovias que dão acesso aos municípios com grande tradição em festas juninas, que atraem um grande público e potencializam o deslocamento de condutores da capital e entre cidades vizinhas. Rotas com destinos turísticos também receberão atenção especial para atender àqueles que buscam fugir das grandes concentrações ou desfrutar dos pontos turísticos durante o feriado. O policiamento rodoviário está estrategicamente montado para cobrir as duas principais festas, que geram maior fluxo de veículos nas estradas baianas: São João e São Pedro, no interior do estado. Serão empregadas diversas modalidades de policiamento, utilizando bases móveis e motocicletas, além de patrulhas nos circuitos dos eventos.
Em evento no MPF, lideranças de comunidades tradicionais apontam riscos da Ponte Salvador-Itaparica
Aproximar os povos das comunidades tradicionais dos representantes do governo e do consórcio e discutir sob a perspectiva dos povos e comunidades tradicionais os impactos da Ponte Salvador-Itaparica. Esse foi o objetivo da audiência pública realizada pelo Ministério Público Federal (MPF), na última quarta-feira (11), na sede da Procuradoria da República, em Salvador.
O evento foi conduzido pelos procuradores da República Marcos André Carneiro da Silva e Ramiro Rockenbach e tratou do empreendimento que é resultado de Parceria Público-Privada proposta pelo governo baiano e executado pelo Consórcio Ponte Salvador-Itaparica. Estiveram presentes lideranças de comunidades tradicionais de Salvador, Itaparica e Vera Cruz, pesquisadores e especialistas na área, além de representantes do consórcio, de órgãos públicos e de organizações da sociedade civil.
No início do debate, o procurador Marcos André Carneiro da Silva informou que a audiência foi marcada para atender a um pedido dos próprios representantes das comunidades. “Já ocorreram reuniões e audiências públicas na Ilha de Itaparica, mas havia um pedido para que o Ministério Público fizesse uma audiência pública”, afirmou. Dessa forma, ele destacou que o momento seria para ouvir os anseios, as dúvidas, as preocupações, as discordâncias e as necessidades das comunidades impactadas, bem como questionamentos e pedidos de
informações a órgãos públicos.
Irregularidades – A audiência durou 6h30 e teve mais de 40 inscritos para manifestações, além das falas dos 17 integrantes das duas mesas de honra. As lideranças e os representantes da sociedade civil manifestaram-se contra a construção da ponte e contra a maneira como o projeto vem sendo executado. As principais questões apontadas foram:
- falta da consulta prévia, livre e informada aos povos e comunidades tradicionais (pcts) – conforme determinado pela Convenção 169 da Organização Internacional do Trabalho (OIT), da qual o Brasil é signatário;
- custo com pedágio para moradores da ilha;
- falta de estrutura básica na ilha para receber novos moradores – o número deve triplicar com a construção da ponte;
- dificuldade nos processos de regularização fundiária de terras originais e de comunidades tradicionais;
- desocupação de terreiros e a perda de espaços considerados sagrados que são utilizados para a prática religiosa;
- especulação imobiliária;
- aumento do racismo e da intolerância religiosa;
- degradação do meio ambiente afetando, incluindo manguezais, áreas de pesca e de mariscagem, o que traz prejuízos à economia e ao modo de vida de aquicultores, pescadores, marisqueiras e de todos que se utilizam desses meios para a sua subsistência e prática cultural.
Durante o evento, uma das lideranças representativa dos povos de terreiro criticou a falta da consulta prévia aos moradores da ilha. “Como é que vai se fazer uma obra deste porte e as comunidades tradicionais que têm seus sagrados em determinados lugares não são consultadas?”, questionou. Um representante dos pescadores reforçou a importância de o Estado seguir a Convenção 169 da Organização Internacional do Trabalho (OIT), que exige a consulta a comunidades afetadas por grandes empreendimentos. “O Estado tem que consultar as comunidades, principalmente em obras grandes que causarão impactos profundos”, pontuou.
As lideranças também manifestaram preocupação com a ausência de infraestrutura básica na Ilha de Itaparica para suportar o aumento populacional previsto, citando a carência de soluções para abastecimento de água, saneamento, energia e regularização fundiária.
Em sua fala, o representante da Concessionária Ponte Salvador-Itaparica reafirmou o compromisso de diálogo da empresa com as comunidades. Ele assegurou que o traçado da ponte é flexível e sensível às questões ambientais e ao patrimônio imaterial e cultural, buscando minimizar impactos para os povos e comunidades tradicionais da Ilha. Além disso, esclareceu que não haverá pedágio dentro da ilha para a circulação de moradores. O representante enfatizou que cerca de dez milhões e meio de baianos serão diretamente beneficiados pelo projeto.
Questionado sobre a fase atual do projeto, o representante da Secretaria de Infraestrutura do Estado da Bahia confirmou que ele está pronto, mas ressaltou a possibilidade de modificações. “Se durante o processo de oitivas for identificado que o projeto tem uma determinada interferência, que precise ser deslocado em algum ponto, nós faremos”, completou, indicando a abertura para ajustes com base nas demandas das comunidades.
Assessoria de Comunicação
Ministério Público Federal na Bahia
SPM mobiliza municípios, organismos e movimentos sociais para a 5ª Conferência Estadual de Políticas para as Mulheres
A Secretaria das Mulheres do Estado (SPM) e o Conselho Estadual de Defesa dos Direitos das Mulheres (CDDM) realizaram, nesta terça-feira (17), uma reunião virtual para orientar gestoras e gestores municipais, representantes de movimentos sociais e comissões organizadoras sobre as etapas preparatórias da 5ª Conferência Estadual de Políticas para as Mulheres (CEPM).Inscrições para cursos técnicos gratuitos da rede estadual são prorrogadas
A Secretaria da Educação do Estado da Bahia (SEC) prorrogou o prazo de inscrição para os 41 cursos técnicos gratuitos de nível médio ofertados no segundo semestre de 2025. Agora, os interessados têm até o dia 3 de julho para se inscrever por meio do Portal da Educação (www.educacao.ba.gov.br). Ao todo, são disponibilizadas 18.550 vagas, distribuídas em 238 escolas de 171 municípios, nos 27 Territórios de Identidade da Bahia.
O processo seletivo será feito por sorteio eletrônico no dia 4 de julho, com o resultado divulgado na mesma data. As vagas são voltadas, principalmente, para quem concluiu o Ensino Médio na rede pública ou como bolsista integral em instituições privadas. Os candidatos sorteados deverão se matricular nos dias 14 e 15 de julho, diretamente na escola onde foram selecionados. Para efetivar a matrícula, será preciso apresentar documentos como RG, CPF, histórico escolar, comprovante de residência e carteira de vacinação atualizada.
A iniciativa integra a política de expansão da Educação Profissional e Tecnológica da rede estadual. Os cursos abrangem diversas áreas, como Administração, Finanças, Recursos Humanos, Enfermagem, Nutrição e Dietética, Análises Clínicas, Logística, Manutenção e Suporte em Informática, Desenvolvimento de Sistemas e Serviços Jurídicos.
Lamentável o Secretário Municipal de Saúde não reconhece a importância da Maternidade em Salvador
A recente declaração do secretário municipal de saúde de Salvador, Rodrigo Alves, ao afirmar que a maternidade municipal “nem precisaria ter”, escancara o profundo desconhecimento da gestão sobre as competências do município no Sistema Único de Saúde (SUS). Tal afirmação não é apenas infeliz, mas revela uma postura negligente diante da obrigação constitucional da Prefeitura em garantir uma rede de atenção primária robusta, com pré-natal adequado e suporte materno-infantil básico.
Segundo o presidente do Conselho Estadual de Saúde da Bahia, Marcos Gêmeos, é inadmissível a capital baiana jamais ter inaugurado uma maternidade municipal, sobrecarregando as estruturas estaduais.
Essa fragilidade se evidencia através da baixa cobertura na atenção básica. Além de apresenta a menor taxa de agentes comunitários de saúde entre todas as capitais brasileiras. A cobertura vacinal infantil abaixo da média estadual, expondo a população a riscos de surtos evitáveis. Além de mais da metade das gestantes da capital não conseguirem realizar as sete consultas mínimas de pré-natal recomendadas.
Pontuando de forma incoerente, o próprio secretário declara que ela “não era necessária”. Tal contradição supõe um provável uso eleitoreiro da obra, levantando sérias dúvidas sobre o planejamento técnico e a responsabilidade na alocação de recursos públicos. Em vez de reforçar as Unidades Básicas de Saúde, contratar mais equipes de saúde da família ou ampliar campanhas de vacinação, a prefeitura investiu muito em uma estrutura que, segundo sua própria liderança, não era prioridade.
Para Marcos o contraste entre discurso e prática do município é enorme. “O cenário atual não é apenas de omissão, é de má gestão, improviso e desrespeito ao dinheiro público. É fundamental que órgãos de controle e a sociedade cobrem explicações formais sobre os motivos que levaram ao início de uma obra que a própria gestão classificou como desnecessária”, afirma.
Salvador precisa, urgentemente, assumir seu papel no SUS, fortalecer sua rede básica e tratar a saúde pública com a seriedade que ela exige. A população soteropolitana não pode continuar refém de promessas eleitoreiras e de gestões que negligenciam suas obrigações mais básicas.
É preciso reconhecer a saúde coletiva. Com o fechamento do Centro de Parto Normal da Mansão do caminho a decisão reformou a continuação da construção da Maternidade Municipal também se tornou uma resposta para essa situação, uma vez que os munícipes de Salvador, nascem apenas em unidades estaduais.
E se elas não existissem? Onde a população nasceria?
“É uma vergonha o secretário não reconhecer a necessidade de uma maternidade e tentar transformar esse pleito como uma promessa de campanha política. Além de colocar como se a utilização do recurso fosse de forma imprudente ou à mercê da decisão do gestor”, afirma Marcos.
É um absurdo minimizar e tratar a necessidade da população como uma questão de menor importância. A ausência de um pré-natal com qualidade, a falta de um Centro de Parto Normal e a omissão do poder público diante dessas demandas impactam diretamente a vida de milhares de mulheres, mães e bebês. Isso se reflete em mortalidade materna evitável, partos de risco e sobrecarga nos serviços estaduais. Saúde não é favor, é direito e a gestão municipal precisa assumir sua responsabilidade com seriedade e compromisso com a vida.









