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:: ‘Política’

Duplo homicídio em Iguai; casal foi morto a tiros

Rafaela dos Santos Silva, 23 anos, e Egnaldo de Oliveira Souza, 36, foram assassinados a tiros na cidade de Iguaí, na noite desta sexta-feira (26). Segundo a polícia, o duplo homicídio aconteceu por volta das 20h40, quando pelo menos dois criminosos invadiram a residência e atiraram várias vezes contra as vítimas. O crime ocorreu no bairro Netanias Veiga, nas proximidades do estádio local. Os dois são da região sul do estado e estavam morando na cidade há pouco tempo. Os dois filhos do casal ficaram aos cuidados do Conselho Tutelar. Os corpos foram removidos para o Instituto Médico legal de Itapetinga. A Polícia Civil investiga a autoria e motivação do duplo homicídio. (Ireporter)

Senado aprova nova data para as eleições municipais 2020

O Senado aprovou nesta terça-feira (23) o texto-base da PEC (Proposta de Emenda Constitucional) que adia as eleições municipais de 2020, de outubro para novembro deste ano, sem a extensão de mandatos de prefeitos, vice-prefeitos e vereadores.

A iniciativa foi tomada para reduzir os riscos à saúde da população em meio à pandemia do coronavírus, que já matou mais de 51 mil pessoas no Brasil e é agravada com aglomerações.

Segundo a versão aprovada da proposta, as eleições municipais passarão a ter o primeiro turno em 15 de novembro e o segundo turno em 29 de novembro de 2020. O atual calendário do TSE (Tribunal Superior Eleitoral) prevê que o primeiro e o segundo turnos das eleições municipais de 2020 sejam realizados em 4 e 25 de outubro, respectivamente.

Mas, o próprio tribunal apoia o adiamento do pleito, desde que promovido ainda neste ano, e articulou a mudança junto a parlamentares e especialistas eleitorais e sanitários.

Congresso discute adiar eleições municipais por causa do coronavírus

A crise provocada pelo coronavírus e a incerteza sobre a extensão e a duração da pandemia levaram congressistas a iniciar um movimento em defesa do adiamento das eleições municipais previstas para outubro de 2020. Estimativas do Ministério da Saúde apontam para aumento dos casos entre abril e junho. A situação só se estabilizaria a partir de julho.

O cenário traçado pelo ministro Luiz Henrique Mandetta (Saúde) causou preocupação entre líderes de partidos na Câmara e de congressistas, que temem impacto nas campanhas eleitorais. Elas estão previstas para começar apenas no dia 16 de agosto, mas até lá parte do calendário eleitoral pode ser afetado.

Na terça-feira (17), alguns dirigentes partidários, entre eles o presidente nacional do Solidariedade, Paulinho da Força (SP), debateram a necessidade do Congresso discute adiar eleições municipais por causa do coronavírus de achar uma saída jurídica para o caso de a crise se estender até o início das campanhas.

De acordo com o dirigente, se até julho vigorar ainda a restrição para realização de eventos, as convenções partidárias estariam inviabilizadas. Pela lei eleitoral, o prazo para escolha dos candidatos é de 20 de julho até 5 de agosto.

“É uma avaliação antecipada, mas que tem de estar no nosso radar. Terça abrimos a discussão para saber o que é preciso juridicamente”, disse.

Uma das recomendações do ministério é evitar contato e aglomerações. Isso afetaria também um dos mais tradicionais recursos políticos, o corpo a corpo com eleitores.

O líder do PL, Wellington Roberto (PB), compartilha da preocupação de Paulinho. “Todas as agendas que a gente tinha nos estados foram canceladas por causa da concentração popular. O meu temor é que não se consiga realizar os eventos a tempo nem mesmo das convenções partidárias no prazo da lei”, diz.

Alguns, como o líder do Podemos na Câmara, deputado Léo Moraes (RO), já iniciaram consultas ao TSE (Tribunal Superior Eleitoral).

Moraes afirmou que a ideia inicial era unificar, em uma PEC (proposta de emenda à Constituição), as eleições municipais de outubro deste ano com as eleições gerais de 2022.

“Mas isso acabaria protelando por dois anos, sem previsão legal, mandatos de vereadores e prefeitos, alguns deles ruins”, disse.

Seria necessário também aguardar que o STF (Supremo Tribunal Federal) julgasse uma eventual ação declaratória de constitucionalidade, o que enfraqueceria ainda mais a possibilidade de adiamento do pleito.

Em meio a esse impasse, Moraes decidiu protocolar uma consulta ao TSE para pedir que a eleição seja adiada por dois meses e realizada em dezembro. O tribunal deve responder em sete dias.

“Com a projeção de quatro a seis meses de crise, não teríamos tempo apropriado para fazer a pré-campanha, campanha e a eleição”, afirmou.

Apesar da discussão na Câmara, um possível adiamento do pleito não está em discussão na cúpula do Senado.

Pessoas ouvidas pela Folha relataram que o tema não foi levado ao presidente da Casa, Davi Alcolumbre (DEM-AP). Ele está em isolamento desde que recebeu resultado positivo para teste do novo coronavírus, na quarta-feira
(18).

O líder do MDB no Senado, Eduardo Braga (AM), disse que vê como prematura a discussão e que isso poderia levar a uma desaprovação da sociedade. “Acho que é muito prematuro ainda. Vamos aguardar pelo menos mais 15 dias”, disse à Folha.

O senador, que comanda a maior bancada da Casa, disse não ter ouvido ainda discussão sobre o tema e não vê, neste momento, impacto da crise no calendário eleitoral.

O TSE sinalizou na quinta (19) que não deve, por enquanto, mudar o calendário eleitoral. Por unanimidade, o plenário da corte afirmou que não é possível alterar a data-limite para filiação a um partido político mesmo por
causa da crise do coronavírus.

PRINCIPAIS DATAS ELEITORAIS

Eleições municipais de 2020 só ocorrerão em outubro, mas até o dia de votação há uma série de datas importantes no calendário eleitoral

5 de março a 3 de abril

A chamada janela eleitoral, período em que vereadores podem mudar de partido para concorrer à eleição (majoritária ou proporcional) de outubro sem incorrer em infidelidade partidária

4 de abril

É o último dia para que novas legendas sejam registradas na Justiça Eleitoral a tempo de lançarem candidatos próprios às eleições. Além disso, até esta data, aqueles que desejam concorrer na eleição devem ter domicílio eleitoral na cidade em que vai concorrer. A data marca o fim do prazo para que detentores de mandatos no Executivo renunciem aos seus cargos para se lançarem candidatos

6 de maio

É o último dia para que regularizem a sua situação junto à Justiça Eleitoral para poderem votar em outubro

15 de maio

É permitido iniciar a arrecadação facultativa de doações por pré-candidatos aos cargos de prefeito e vereador, por meio de plataformas de financiamento coletivo credenciadas na Justiça Eleitoral

30 de junho

Pré-candidatos que apresentem programas de rádio ou televisão ficam proibidos de continuar a fazê-lo

20 de julho a 5 de agosto

Início das convenções partidárias para a escolha dos candidatos. Também a partir de 20 de julho, os candidatos passam a ter direito de resposta à divulgação de conteúdo difamatório, calunioso ou injurioso por qualquer
veículo de comunicação

15 de agosto

Última dia para os partidos registrarem as candidaturas

20 de agosto

Caso o partido não tenha feita o registro, o candidato pode unilateralmente fazer o seu pleito até esta data

16 de agosto

Passa a ser permitida a propaganda eleitoral, inclusive na internet. Os comícios poderão acontecer até o dia 1º de outubro

28 de agosto

O horário eleitoral gratuito no rádio e na televisão passa a ser veiculado de 28 de agosto a 1º de outubro

19 de setembro

A partir desta data, os candidatos não poderão ser presos, salvo no caso de flagrante delito. Eleitores, por sua vez, não poderão, em regra, ser presos a partir do dia 29 do mesmo mês

4 de outubro

O primeiro turno de votação para vereadores e prefeitos

25 de outubro

Segundo turno para municípios com mais de 200 mil eleitores

18 de dezembro

Diplomação dos eleitos

Dalila tem pré candidatura lançada em Brasília pelo senador Otto Alencar

Uma liderança que desponta em Itagibá para disputar o comando da Prefeitura ano que vem é a enfermeira Dalila. Em recente visita à capital federal ela teve sua pré candidatura lançada pelo senador Otto Alencar, liderança do PSD na Bahia, em cerimônia que também contou com a presença e apoio do deputado federal Antônio Brito.

Bacharela em Enfermagem pela FTC, com especialização em Rede de Atenção á Saúde, Saúde do Trabalhador e Urgência e Emergência com mais de dez anos de experiência na vida pública, Dalila foi a escolhida do PSD para concorrer à prefeitura de Itagibá em 2020.

” Chegou a hora de uma mulher jovem e guerreira acabar com os desmandos das ultimas administrações em Itagibá. Estou preparada para esta missão, e não é qualquer mentira ou calúnia que falam a meu respeito que vai me parar, pois sou guerreira e sei que Deus e o povo está comigo”. comentou.

Novas regras eleitorais poderão levar os candidatos à ilegalidade

por Marcos Lopes*

O Congresso Nacional, como de costume, promoveu mudanças nas regras eleitorais de 2020, algumas benéficas para a equidade da disputa, outras são inseridas na legislação eleitoral sem mensurar sua aplicabilidade em todos os contextos, criando empecilhos que podem incentivar os candidatos(as) praticarem ilegalidades.

Estamos referindo ao dispositivo criado pela Lei Federal nº 13.878/2019, que definiu que o “candidato(a) poderá usar recursos próprios em sua campanha até o total de 10% (dez por cento) do limite de gastos de campanha para o cargo em que concorrer”.

Essa atualização da Lei Federal nº 9.504/97 (Lei Geral das Eleições) tem em sua concepção tornar a disputa eleitoral mais justa, coibindo que os candidatos(as) que detêm grande poder econômico desequilibrem o pleito com uso de seus recursos pessoais, consequentemente tornando todos dependentes do financiamento privado e público.

Podemos definir o financiamento privado como os recursos doados à campanha pelos apoiadores do candidato(a), os amigos, familiares, por exemplo, os quais devem atentar quanto ao limite de 10% dos seus ganhos auferidos no ano anterior. Já o financiamento público refere-se aos fundos eleitorais, constituídos de recursos públicos, distribuídos aos partidos seguindo regras legais, como os tamanhos das bancadas no Congresso, porém,sua distribuição dentro do partido para seus candidatos(as)é definida internamente, seguindo critérios próprios e individuais.

Nesse contexto, as opções de financiamento das campanhas eleitorais de 2020 podem resumir em:

  • Recursos Pessoa Física (respeitando os 10% do ganho auferido no ano anterior pelo doador);
  • Recursos dos Fundos Públicos Eleitorais (Fundo Partidário e Fundo Especial de Financiamento de Campanha – FEFC); e
  • Recursos próprios do Candidato. Limitado a 10% do limite de gastos para o cargo que concorrer.

Com o afastamento crescente entre eleitores e candidatos, as doações de pessoas físicas acontecem timidamente, somente por pessoas muito próximas do candidato e a maioria nega-se aparecer nos registros de doadores, impedindo que a doação aconteça.

Já os recursos públicos dos fundos só chegam às campanhas apadrinhadas ou de interesse da direção partidária superior, sendo quase que completamente distribuídos entre os candidatos das capitais e grandes cidades.

Chegamos aos Recursos Próprios do candidato(a). Esse foi limitado em 10% do limite de gastos para o cargo que estiver disputando. Como citado acima, esse limite foi pensado para trazer paridadeeconômica para as campanhas, controlando os candidatos ricos, porém, não observaram aplicabilidade desse limite nos pequenos municípios brasileiros.

Ocorre que esses 10% do limites de gastos do cargo, para candidaturas a prefeito(a)na maioria dos pequenos municípios representará algo entre R$ 12.000,00 e 15.000,00 reais para o seu autofinanciamento, considerando um cenário que o candidato(a) não receba recurso dos fundos públicos eleitorais e a provável baixa arrecadação entre as pessoas físicas, estaremos vivenciando uma campanha inexequível.

No cenário dos candidatos(as) ao legislativo, o cenário é ainda mais preocupante, pois o limite de autofinanciamento para os vereadores(as) em pequenas cidades, será em sua grande maioria, um valor entre R$ 1.200,00 e R$ 1.500,00.

Agrava-se ainda mais, quando a Lei não criou distinção para esse limite quando trata das doações estimáveis em dinheiro, aquelas quando o candidato é obrigado a registrar em sua campanha a utilização de um bem móvel ou imóvel próprio. Esses registros deverão ser incluídos dentro do limite de recursos próprios do candidato.

Numa visão democrática, esse limite poderia fomentar umamaior participação político-partidáriaentre os membros da agremiação, proporcionando condições iguais para aqueles que quisessem disputar a indicação do partido para concorrer as eleições, onde o partido teria recursos para custear a campanha. Porém a falta de critérios legais na distribuição dos recursos públicos acompanhada da concentração de poder da direção partidária, tornaram os partidos políticos ambientes anti-democráticos, dominados pelos “grandes caciques”.

Nessa perspectiva, inevitavelmente,veremos várias campanhascriativas, no intuito de burlar essa regra, através de “caixa 2”e doações fraudulentas, enfim, uma regra que fomentará ilegalidades, cabendo a Justiça Eleitoral e a sociedade fazerem a devida fiscalização.

 

* Marcos Lopes é contador especializado em Gestão Pública, Contabilidade Pública e Prestação de Contas Eleitorais.

Itapetinga: OPOSIÇÃO COMEÇA JANEIRO BATENDO CABEÇA: JANEIRO DAS FAKE NEWS!

Ainda sem um nome de consenso para tentar concorrer ao cargo majoritário em Itapetinga, alguns componentes do grupo de oposição começam de forma atabalhoada e desesperadora, esparramar boatos e fake news e por ai vai, na tentativa de tentar dificultar a gestão Rodrigo Hagge, dessa forma, o que ja era difícil se complica ainda mais.

Um dado impressionante do eleitorado atual, é a rejeição aos metodos antigos de se fazer política, não cabe mais o vale tudo, o povo está conectado e responde com repudios, inclusive, responde na urna. Acusações infundadas, fake news, falta de nomes de representatividade, desencontros, futuro incerto, ninguem sabe de nada… Eis a verdadeira situação do grupo de oposição em Itapetinga, do jeito que vai, SÓ UM MILAGRE, ou seja: MISSÃO IMPOSSÍVEL!

O PSC fecha apoio a pré candidatura á prefeito da cidade de Poções do PDT Davi Soares

Denuncia: Prefeito de Vitoria Da Conquista fecha maternidade do hospital São Vicente de Paulo

Recebemos denuncias que o prefeito de Vitoria Da Conquista Fechou a maternidade do Hospital São Vicente de Paulo, causando a demissão de uma base de 86 pessoas incluindo médicos, enfermeiras e funcionários sem falar nas inúmeras futuras Mães que serão prejudicadas. O que chama a atenção é que nenhum veículo de informação Publicou nada, causando uma cegueira coletiva sobre esse assunto que poucas pessoas sabem. Convém Salientar que a época de Eleiçoes estão chegando, é hora de observar o que foi feito nessa gestão. e cabe ao prefeito de Vitoria da Conquista prestar informações sobre esse ocorrido.

Pré-candidatos a vereador estariam se vendendo e trocando de lado em Eunápolis

A toda hora chegam rumores de que pré-candidatos a vereador já estariam se vendendo e trocando de lado em Eunápolis, barganhando o apoio a este ou aquele prefeiturável. Nenhuma novidade, a velha política sempre foi desse jeito.

Chega vendido

A questão é que chegar à Câmara já vendido não deixa dúvidas de que esse vereador vai barganhar também seu apoio político e vender os votos dele no plenário. Fácil de deduzir que esse político não vale nada, embora encha os bolsos.

Manifesto da Juventude Saruê

No dia em que rememoramos a Proclamação da República Federativa do Brasil, nos apresentamos enquanto organização político-partidária com o objetivo de formar jovens lideranças e promover o empoderamento e protagonismo juvenil.

Cremos que a juventude tem muito a dizer sobre as questões que afligem a sociedade na atualidade. Mais do que isso a juventude, por si só, traz um espírito ousado que não se abate frente às dificuldades, mas as transforma em possibilidades de desenvolvimento humano…

Desde 2015 temos construído um projeto político para nossa cidade, capitaneado pela juventude. Após a eleição de 2016, nos orgulhamos da metamorfose que Itapetinga vem passando.

Contudo o nosso orgulho não é vaidoso. Temos maturidade em reconhecer que muito há de ser feito. Nacionalmente vivemos num país mergulhado em crise econômica, social, política e de valores que impactam diretamente nos rumos do nosso município.

Em que pese os altos índices de desemprego que afetam toda a população brasileira, Itapetinga tem criado centenas de postos de trabalho. Isso só foi possível graça à retomada do desenvolvimento que se iniciou nos últimos dois anos.

A educação foi equalizada como principal mecanismo de transformação. Nossas crianças e adolescentes têm na escola um espaço propício para um crescimento sadio e efetivo. Inúmeros investimentos foram feitos na valorização do magistério, infraestrutura de escolas, aquisição de material didático. Os resultados têm sido vistos a olho nu.

E como “a gente não quer só comida. A gente quer comida, diversão e arte…” Diversas ações esportivas, culturais e lúdicas têm sido feitas e apoiadas na cidade. Campeonatos de futebol, handebol, corridas de rua, circuitos de bike e outras ações fazem com que o jovem desperte o sentimento de grupo, de interação e de parceria.

Para continuar transformando Itapetinga numa cidade diferente é que fazemos a opção de continuar trabalhando coletivamente, contribuindo para a consolidação do nosso município como grande polo territorial. Por isso, somos mais 15!

Itapetinga/BA, 15 de novembro de 2019.