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:: 18/jul/2025 . 19:53

PLANALTO \ BA Estupr*dor foi preso pela Polícia

Nessa quinta-feira (17), a guarnição da 79ª CIPM foi acionada para averiguar uma situação de estupro de vulnerável, no Hospital Nilton Ferreira, em Planalto. Após diligências, o autor foi localizado e preso, nesta sexta-feira (18), pelos policiais militares em Poções.

Os Policiais iniciaram as diligências após a mãe da vítima relatar que seu companheiro havia buscado sua filha de 5 anos na escola e, após demorar para retornar, informou que haviam ido passear por áreas de mato. Desconfiada, após a saída do suspeito de casa, a mãe conversou com a criança, que relatou abusos cometidos pelo autor em um matagal.

Diante da denúncia, a criança foi encaminhada ao hospital, onde a médica plantonista constatou sinais de violência sexual e a regulou para o Hospital Esaú Matos, em Vitória da Conquista, para atendimento especializado.

O Conselho Tutelar compareceu à unidade hospitalar e acompanhou o caso. De imediato, a guarnição iniciou diligências nos locais mencionados pela mãe como possíveis paradeiros do suspeito. As buscas resultaram na localização e prisão do autor, que agora encontra-se à disposição da Justiça.

Fonte: 79ª CIPM, ASCOM

IBICARAÍ: MONALISA TAVARES RETORNA AO CARGO APÓS DECISÃO DA JUSTIÇA FEDERAL

Nesta quinta-feira (17), a prefeita de Ibicaraí, Monalisa Tavares (União Brasil), obteve uma vitória judicial que a reconduz ao cargo. O desembargador federal Marcus Vinicius Reis Bastos, do Tribunal Regional Federal da 1ª Região, concedeu uma decisão que suspende os efeitos da sentença que havia determinado a perda dos seus direitos políticos por cinco anos.

A decisão favorável permite o retorno imediato da gestora ao comando da Prefeitura de Ibicaraí. A sentença anterior havia sido usada como base para seu afastamento pela Câmara de Vereadores, após notificação do Ministério Público Federal.

Segundo o advogado da prefeita, Michel Reis, a decisão permite o imediato retorno de Monalisa ao comando do Executivo. “A decisão do desembargador é clara e garante o retorno da prefeita ao cargo. A justiça foi restabelecida”, afirmou o advogado.

Fim da Novo Horizonte na Bahia

Um anúncio esta semana deixou em alerta moradores de Vitória da Conquista e de dezenas de cidades do interior baiano: a empresa de transporte Novo Horizonte, tradicional na região há décadas, foi notificada e não poderá mais operar na Bahia.

A decisão teria partido da Agerba (Agência Estadual de Regulação de Serviços Públicos), e tudo indica que houve respaldo do próprio Governo do Estado. A medida causou surpresa, revolta e preocupação — especialmente entre os que conhecem o impacto dessa empresa para o Sudoeste e o Sertão baiano.

A empresa tem problemas? Tem. Envolveu-se em acidentes, há críticas quanto ao conforto de parte da frota e há muitas reclamações por melhorias. Mas é impossível ignorar o que ela representa para o povo do interior:

Chega onde muitas empresas nunca se arriscam;

Atende comunidades remotas, vilarejos e cidades sem alternativas;

Garante transporte diário entre Conquista e regiões que ficariam isoladas.

Para suprir os trajetos que a Novo Horizonte atende hoje, seriam necessárias pelo menos 10 empresas, com grande capacidade de operação e estrutura. E, até agora, nenhuma proposta concreta foi apresentada pelo governo para essa substituição.

Além do colapso na mobilidade, a saída da empresa impacta diretamente a economia local:

Serão milhões de reais que deixam de circular em Vitória da Conquista — entre salários, vale-alimentação, manutenção de ônibus, compra de peças, combustível e impostos pagos.

Centenas de famílias que dependem direta ou indiretamente da Novo Horizonte podem ficar sem sustento.

O Governo do Estado precisa rever essa decisão com urgência. Se realmente governa para os mais pobres, como afirma em suas campanhas, não pode simplesmente “dar uma canetada” e fechar os olhos para o drama social que isso irá gerar

Força Total conclui mais uma edição com reforço da presença policial em áreas estratégicas da Bahia

Com presença reforçada nas ruas e ações pontuais em áreas estratégicas, a Polícia Militar da Bahia concluiu mais uma edição da Operação Força Total nesta semana. Realizada na quinta-feira (17), a mobilização estadual se destacou pelo foco na retirada de obstáculos urbanos, no cumprimento de mandados e no fortalecimento da segurança em bairros da capital, da RMS e do interior.          Em Salvador, a atuação da PM foi direcionada a regiões com impacto direto na rotina da população. Em Tancredo Neves e Narandiba, equipes realizaram a remoção de barricadas que interferiam na mobilidade urbana e no acesso de moradores e serviços públicos. A ação devolve a circulação segura nessas comunidades e reafirma a presença efetiva do Estado.

Outro ponto de atenção foi o bairro da Engomadeira, que recebeu um forte esquema de segurança desde as primeiras horas do dia, assim como localidades da Região Metropolitana de Salvador. Nessas áreas, a presença da PM será mantida com o apoio da Operação Dominus Areae, garantindo a continuidade do policiamento com foco na tranquilidade da comunidade após grandes ações de impacto.

Nesta edição, a operação resultou na apreensão de 40 armas de fogo, em 37 prisões em flagrante, 10 mandados de prisão cumpridos, 42 apreensões de drogas e 11 veículos com restrição de furto/roubo recuperados.

Mais de mil armas de fogo apreendidas, 3 mil ocorrência com apreensão de drogas retiradas das ruas e cerca de 700 veículos com restrição de furto ou roubo recuperados. Esses são os marcos operacionais que traduzem o alcance da Força Total desde sua criação — um trabalho contínuo que impacta diretamente na capacidade de circulação, intimidação e financiamento de atividades criminosas em todo o estado.

“A cada edição, ouvimos mais a sociedade, ajustamos nossa estratégia e intensificamos nossa presença nos locais onde ela é mais necessária. O efeito é direto: mais tranquilidade, mais confiança da população e menos espaço para a criminalidade”, avaliou o comandante-geral da PMBA, coronel Magalhães, que acompanhou as equipes em campo.

A PMBA segue firme em seu compromisso com a população: proteger, agir com responsabilidade e estar presente onde a sociedade mais precisa.

ROMPIMENTO COM BARULHO Pancadinha e ACM Neto trocam farpas públicas

Criticado recentemente por ACM Neto, o deputado estadual Pancadinha (Solidariedade) quebrou o silêncio e esclareceu os motivos de sua saída da bancada de oposição na Assembleia Legislativa da Bahia. A declaração foi dada nesta quinta-feira (17), durante uma agenda do governador Jerônimo Rodrigues (PT) em Juazeiro, onde o parlamentar esteve presente.

Em resposta direta ao ex-prefeito de Salvador, que o acusou de não ter feito contato para comunicar sua mudança de posição política, Pancadinha disse ter sido surpreendido com a repercussão e as acusações. “Eu sempre ligo. Ligo pra todos, agradeço a todos. Onde passei, deixei minhas portas abertas. Se ele falou isso, aí é com ele”, afirmou, sugerindo que sua postura tem sido de diálogo e respeito.

Mais incisivo, Pancadinha também reagiu às críticas vindas de aliados de Neto em Itabuna, que o teriam chamado de “traidor”. Ele minimizou a acusação e disse nunca ter sido confrontado pessoalmente com esse tipo de rótulo. “Primeiramente, minha resposta é ao povo da Bahia. Pessoalmente, ninguém nunca me chamou de traidor. Eu vi uma pessoa dizer isso, mas o que ouço mesmo é o reconhecimento do meu trabalho”, rebateu.

O deputado ainda fez questão de reforçar sua trajetória de atuação popular, afirmando que continua fiel às suas origens e ao compromisso com as comunidades. “O Pancada é trabalhador. É o homem que pega brita, areia, ajuda o povo nos projetos sociais. Foi assim que me elegi vereador, é assim que sigo como deputado estadual, e é assim que vou continuar minha missão”, concluiu.

Otto Alencar admite possível rompimento com Jerônimo caso PSD fique fora da chapa ao Senado em 2026: ‘problema nenhum’

O senador Otto Alencar (PSD-BA) afirmou, nesta quinta-feira (29) que não vê impedimentos em romper com o grupo político do governador Jerônimo Rodrigues (PT), caso o PSD fique de fora da composição majoritária para o Senado nas eleições de 2026. Durante entrevista ao PodZé, Otto reafirmou apoio à reeleição do senador Angelo Coronel (PSD), apontando o direito garantido pela legislação como argumento central.

“Quem tem direito à reeleição deve ir para a reeleição. Tanto Jerônimo, como Geraldo, como Wagner, como Coronel. É direito legítimo dado pela legislação”, cravou.

Apesar do posicionamento, Otto enfatizou que o assunto será discutido “lá na frente”. “E esperar que se ache uma saída, uma solução. […] Eu garanto que, da minha parte, vai ser [de] sempre encontrar uma saída”, disse.

Possível rompimento com Jerônimo não é descartado

Otto afirmou que, até o momento, não houve sinalização clara por parte da cúpula petista sobre a exclusão do PSD da futura chapa. No entanto, ressaltou que, caso haja uma manifestação explícita do governador sobre a saída do partido, a ruptura acontecerá.

Em nenhum momento, Wagner, Rui, ou, inclusive, o próprio governador Jerônimo, deu um ‘xeque-mate’ que o PSD está fora da chapa. Até porque, se dissesse isso textualmente e me ligasse dizendo ‘vocês não vão participar’, nós sairíamos agora mesmo. Não tem problema nenhum. Mas isso quem decide é o governador”, pontuou.

As declarações de Otto ocorrem em meio às movimentações dentro da base aliada sobre a formação da chapa majoritária para 2026. Nesta semana, o senador Angelo Coronel negou qualquer desentendimento com o ministro da Casa Civil, Rui Costa (PT), e com o senador Jaques Wagner (PT), após ambos confirmarem suas pré-candidaturas ao Senado.

Pressão de aliados para rompimento com PT

Durante a entrevista, o presidente estadual do PSD também revelou que tem sido pressionado por correligionários para tomar uma decisão imediata sobre a permanência na base governista.

Eu falei com Coronel que tem uma coisa realmente que doeu em mim. Não posso negar, e mais ainda nele, que fere o amor próprio da pessoa. Ele tendo mandado, têm direito a reeleição e dizer ‘você não vai ser mais. Vai ser o Wagner, vai ser o Rui’ […] Eu sou presidente do partido. Deságua tudo em mim”.

Otto também disse que prefeitos, ex-prefeitos e deputados pediram uma reação mais dura diante da possibilidade de o PSD ficar de fora da aliança. “Por alguns amigos meus, prefeitos, ex-prefeitos e deputados, eles queriam que eu tomasse uma decisão precipitada [de romper com o governo Jerônimo]”, revelou o senador.

Apesar da pressão, ele afirmou que prefere a cautela e o diálogo. “Me pressionaram, inclusive, dizendo que eu não estava respondendo à altura. Eu não vou chegar num grupo que eu acho que vai dar certo, em um momento desse e chegar com um balde de gasolina para tocar o fogo. Vamos esperar um pouco, pelo menos uma água morna, uma água fria para aguardar e ver como é que vai dar certo. Até porque eu convivi sempre assim, procurando harmonizar os interesses políticos de cada um”.

As falas de Otto vêm após a confirmação das pré-candidaturas de Jaques Wagner e Rui Costa ao Senado, fato que acirrou os ânimos entre os aliados. O governador Jerônimo Rodrigues, no entanto, negou qualquer movimento para excluir o PSD da composição.

Segundo o governador, o objetivo é manter a base unida. Ele afirmou estar comprometido com a “unidade do grupo” e indicou que as decisões sobre a chapa serão tomadas de forma coletiva, respeitando o equilíbrio entre os partidos aliados.

Otto, por sua vez, avaliou que uma eventual chapa formada apenas por integrantes do PT não está descartada, dependendo do contexto político em 2026.

O que eu digo é o seguinte: se o presidente Lula estiver na reeleição dele, ano que vem, hegemônico, já ganhou. E se Jerônimo Rodrigues também estiver aqui com essa posição hegemônica, que eu espero que ele esteja — porque eu quero a eleição dele —, ele pode fazer chapa puro-sangue, e vai fazer o quê?”, questionou.

Autoavaliação e crítica ao ego político

O senador também destacou a importância de compreender o próprio peso político dentro do cenário eleitoral. “Você tem que reconhecer as suas circunstâncias, saber quanto você pesa na balança. Hoje eu posso pesar. Mas será que no próximo ano eu vou estar pesando?”, questionou Otto.

Em tom crítico, ele fez uma analogia sobre o comportamento de lideranças políticas nos bastidores das articulações. “O problema da política é esse: tem que aparecer um cientista para inventar uma balança para o cara subir e saber quanto ele pesa. Tem gente que tem mil votos e acha que tem 100 mil. É o pior cara para conversar. É aquele que é vinte, como eu sou, e pensa que é milhão”.

Ivana Bastos acredita em consenso entre PT e PSD

A presidente da Assembleia Legislativa da Bahia (AL-BA), deputada Ivana Bastos (PSD), desconversou, nesta quinta-feira (29), sobre uma possível candidatura ao cargo de vice-governadora em 2026. Nos bastidores, se ventila a possibilidade de que uma eventual chapa com o ministro Rui Costa (PT) buscando o Senado, além do senador Jaques Wagner (PT) e o governador Jerônimo Rodrigues (PT) pleiteando à reeleição, abriria espaço para o PSD ocupar a vice. O cargo atualmente é ocupado por Geraldo Júnior (MDB).

Questionada sobre a possibilidade, em entrevista ao Portal M!, durante o 28º Prêmio Ademi, a deputada disse que “cada agonia” será resolvida “no seu dia”. Ela também enfatizou que seu papel agora é “cumprir a presidência da AL-BA”, ao qual descreveu como um “desafio muito grande”.

São 190 anos, a primeira mulher a chegar ali. A gente precisa terminar esse mandato com muita competência, deixar o nosso legado, que ali passou mulher, mas passou mulher com competência e que fez a diferença”, apontou.

A deputada também falou sobre a situação envolvendo o senador Angelo Coronel (PSD), que pode ser preterido da base governista em função das pré-candidaturas de Rui e Wagner ao Senado em 2026. Com essa dinâmica, seriam enterradas as chances de Coronel disputar a reeleição dentro da chapa majoritária do grupo liderado pelo PT na Bahia.

Ao falar sobre o tema, Ivana enfatizou ainda existir “muito tempo pela frente” para a resolução do impasse. “Eu costumo dizer que cada dia com sua agonia. Tem muito tempo ainda aí pela frente. O PSD é um partido forte, é um partido que faz parte do governo. E eu tenho certeza que vamos continuar juntos, vamos continuar avançando, unidos”, disse.