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:: 8/jun/2022 . 23:46

MP quer suspender São João em Jequié

Pelo mesmo motivo, o MP também tenta suspender a festa junina em Itabuna, que também enfrenta uma epidemia de dengue, com registro de mortes.

Covid-19: Ocupação das UTIs pediátricas em Salvador é de 100%

Dados foram atualizados nesta quarta-feira (8) pela Sesab

A taxa de ocupação dos leitos de UTI pediátricos destinados ao tratamento da Covid-19 em Salvador é de 100%, de acordo com o boletim epidemiológico da Secretaria Estadual de Saúde (Sesab) divulgado nesta quarta-feira (8). Todos os 10 leitos estão ocupados.

No caso dos leitos de enfermaria, a ocupação é de 0%, ou seja, não há paciente internados.

Já os leitos de UTI adulto têm 24% de ocupação. Para os equipamentos de enfermaria, 11% deles estão preenchidos.

Média móvel de casos de Covid tem alta de 112% no Brasil

O Brasil registrou 301 mortes por Covid e 51.265 casos da doença, nesta quarta-feira (8). Com isso, o país chega a 667.701 vidas perdidas e a 31.314.513 pessoas infectadas pelo Sars-CoV-2 desde o início da pandemia.

Com os dados desta quarta, a média móvel de mortes voltou a superar a marca de 100 óbitos por dia. Neste momento, a média é de 122 vidas perdidas diariamente, uma situação de estabilidade em relação aos dados de duas semanas atrás (ou seja, sem variações superiores a 15%). É a maior média desde 2 de maio, quando ela era de 126.

A média móvel de casos continua em crescimento acentuado. Agora a média é de 36.629 pessoas infectadas por dia, aumento de 112% em relação às informações de duas semanas atrás. Trata-se da maior média móvel desde 21 de março deste ano, quando ela era de 37.093.

Os dados do país, coletados até 20h, são fruto de colaboração entre Folha de S.Paulo, UOL, O Estado de S. Paulo, Extra, O Globo e G1 para reunir e divulgar os números relativos à pandemia do novo coronavírus. As informações são recolhidas pelo consórcio de veículos de imprensa diariamente com as Secretarias de Saúde estaduais.

Nesta quarta, o Brasil registrou a aplicação de 2.382.209 doses. De acordo com dados das secretarias estaduais de Saúde, foram aplicadas 13.807 primeiras doses e 54.234 segundas doses. Também foram registradas 6.485 doses únicas, 456.297 doses de reforço e 1.851.386 quartas doses.

Dessa forma, ao todo 178.674.128 pessoas receberam pelo menos a primeira dose de uma vacina contra a Covid no Brasil. Somadas as doses únicas da vacina da Janssen contra a Covid, já são 166.593.188 pessoas com as duas doses ou com uma dose da vacina da Janssen.

A Bahia registrou primeiras doses negativas (-2.317). O Maranhão teve registro negativo de segundas doses (-1.551). Assim, o país já tem 83,17% da população com a 1ª dose e 77,55% dos brasileiros com as duas doses ou com uma dose da vacina da Janssen.

Até o momento, 95.072.044 pessoas já tomaram dose de reforço. Outros 3.983.485 tomaram a quarta dose da vacina.

Foram 301 mortes por Covid e 51.265 casos da doença, nesta quarta-feira (8), em todo o território brasileiro

O Brasil registrou 301 mortes por Covid e 51.265 casos da doença, nesta quarta-feira (8). Com isso, o país chega a 667.701 vidas perdidas e a 31.314.513 pessoas infectadas pelo Sars-CoV-2 desde o início da pandemia.

Com os dados desta quarta, a média móvel de mortes voltou a superar a marca de 100 óbitos por dia. Neste momento, a média é de 122 vidas perdidas diariamente, uma situação de estabilidade em relação aos dados de duas semanas atrás (ou seja, sem variações superiores a 15%). É a maior média desde 2 de maio, quando ela era de 126.

A média móvel de casos continua em crescimento acentuado. Agora a média é de 36.629 pessoas infectadas por dia, aumento de 112% em relação às informações de duas semanas atrás. Trata-se da maior média móvel desde 21 de março deste ano, quando ela era de 37.093.

Os dados do país, coletados até 20h, são fruto de colaboração entre Folha de S.Paulo, UOL, O Estado de S. Paulo, Extra, O Globo e G1 para reunir e divulgar os números relativos à pandemia do novo coronavírus. As informações são recolhidas pelo consórcio de veículos de imprensa diariamente com as Secretarias de Saúde estaduais.

Nesta quarta, o Brasil registrou a aplicação de 2.382.209 doses. De acordo com dados das secretarias estaduais de Saúde, foram aplicadas 13.807 primeiras doses e 54.234 segundas doses. Também foram registradas 6.485 doses únicas, 456.297 doses de reforço e 1.851.386 quartas doses.

Dessa forma, ao todo 178.674.128 pessoas receberam pelo menos a primeira dose de uma vacina contra a Covid no Brasil. Somadas as doses únicas da vacina da Janssen contra a Covid, já são 166.593.188 pessoas com as duas doses ou com uma dose da vacina da Janssen.

A Bahia registrou primeiras doses negativas (-2.317). O Maranhão teve registro negativo de segundas doses (-1.551). Assim, o país já tem 83,17% da população com a 1ª dose e 77,55% dos brasileiros com as duas doses ou com uma dose da vacina da Janssen.

Até o momento, 95.072.044 pessoas já tomaram dose de reforço. Outros 3.983.485 tomaram a quarta dose da vacina.

Conquista: PT alega que Sheila Lemos ainda pode ser cassada

Conforme diretório municipal do partido em Conquista, ação principal do partido – uma AIME – contra Sheila Lemos aguarda julgamento

Apesar de ter saído vitoriosa em uma Ação de Investigação Judicial Eleitoral (AIJE), a prefeita de Vitória da Conquista, Sheila Lemos (União Brasil), ainda pode ter o mandato cassado.

Nesta quarta-feira (8), o Diretório Municipal do PT no sudoeste baiano esclareceu que ainda há uma Ação de Impugnação de Mandato Eletivo (AIME) em andamento e pendente de julgamento.

Uma audiência de instrução marcada para o próximo mês de julho, quando serão ouvidas as testemunhas apresentadas pelas partes.

“Trata-se de uma AIME (Ação de Impugnação de Mandato Eletivo) em que há amplo acervo de provas sobre o uso da máquina administrativa que foi colocada a serviço da reeleição do então prefeito, que revela explícitos abusos de poder político e econômico e contém provas de captação ilícita de voto”, afirmou Isaac Reis, presidente municipal do PT.

“O Partido dos Trabalhadores confia na procedência da Ação, uma vez que as danosas práticas denunciadas não apenas infringiram a legislação eleitoral, como também violaram gravemente a soberania popular, atingida pelos ilícitos perpetrados pela chapa Herzem/Sheila”, completou o dirigente.

O Diretório Municipal acrescentou que a primeiro pleito, a Ação de Investigação Judicial Eleitoral (AIJE) teve como objetivo apurar abuso de poderes político e econômico. Um panorama diferente da ação principal, a de Impugnação de Mandato Eletivo, que ainda aguarda julgamento.

“Na peça inicial da Ação de Investigação, foi requerida a concessão de liminar para ordenar a busca e apreensão do material irregular, já que esse seria o único meio de produzir a prova necessária para instruir o processo”, afirmou Isaac.

“Contudo, na época, o Juiz da 39ª Zona Eleitoral entendeu que a medida pleiteada não seria cabível e, assim, a negou, o que inviabilizou a pretendida produção antecipada de prova, resultando no julgamento pela improcedência da AIJE, fato ocorrido no último dia 06 de junho”, finalizou.

Fome atinge 33% dos lares que recebem o Auxílio Brasil

Inflação e queda na renda estão entre os motivos que fizeram a fome crescer 9% em um ano, atingindo 33 milhões de brasileirosUm dos traços mais nefastos — e extremos — de uma crise é o aumento da fome, e esse é um tristre retrato que o Brasil está vivendo. Em 2022, 33 milhões de pessoas passam fome no país, segundo o 2º Inquérito Nacional sobre Insegurança Alimentar no Contexto da Pandemia da Covid-19 no Brasil, foi feito pela Rede Penssan (Rede Brasileira de Pesquisa em Soberania e Segurança Alimentar e Nutricional), divulgado nesta quarta-feira. O número saltou 9% em um ano, colocando 14 milhões de brasileiros em situação de fome, um número maior que a população de países como Bélgica (11 milhões de habitantes) e Portugal (11 milhões de habitantes).

O número de pessoas passando fome no Brasil supera a população de diversos países. Há mais pessoas com fome no Brasil que habitantes na Austrália (25 milhões) ou Portugal (10 milhões).

O dado alarmante escancara as consequências da crise econômica, com a inflação diminuindo a renda da população — no caso de alimentos mais caros, o efeito da inflação é maior entre famílias de baixa renda. Até mesmo em domicílios cobertos por benefícios assistenciais como o Auxílio Brasil, a insegurança alimentar cresceu. Na faixa de renda de menos de meio salário mínimo por pessoa, a fome (insegurança alimentar grave) é uma realidade para 32,7% das famílias que relataram o recebimento dos benefícios.

Segundo o economista Francisco Menezes, analista de Políticas da ActionAid no Brasil, além dos efeitos da inflação e da queda da renda, a mudança nas políticas públicas para população de baixa renda ajuda a explicar o alto grau de segurança alimentar, classificadas por ele como desmonte. “Em 2021, o programa Bolsa Família foi enfraquecido e depois substituído pelo Auxílio Brasil, e o Programa de Aquisição de Alimentos da Agricultura Familiar (PAA), esvaziado em seu orçamento e substituído pelo Alimenta Brasil. Também praticamente extinto foi o premiado Programa de Cisternas, diante dos cortes orçamentários que sofreu, enquanto o Programa Nacional da Alimentação Escolar (PNAE) foi deixado à deriva durante a pandemia; e ao Bolsa Verde, que foi extinto. E desde 2019 deixou-se de contar com o controle social exercido pelo Conselho Nacional de Segurança Alimentar (CONSEA), com sua extinção no primeiro dia do atual governo”.

Insegurança alimentar
A pesquisa mostrou que 6 a cada 10 brasileiros convivem com algum grau de insegurança alimentar. São 125,2 milhões de pessoas nesta situação, o que representa um aumento de 7,2% desde 2020 e de 60% na comparação com 2018. A insegurança alimentar ocorre quando uma pessoa não tem acesso regular e permanente a alimentos, ela pode ser leve (quando há incerteza de acesso a alimentos e comprometimento na qualidade da alimentação), moderada (quantidade insuficiente de alimentos) ou grave, que causa a privação no consumo. “Se compararmos com dados de 2018 (última estimativa nacional antes da pandemia de Covid-19), quando a insegurança alimentar atingia 36,7% dos lares brasileiros, o aumento chega a 60%.”, afirma a pesquisa.Fonte.Veja

Intolerância em Poções | mãe de adolescente vítima de transfobia relata violências vividas até dentro de casa

Fotos: Edição | BLOG DO ANDERSON

A mãe do adolescente trans que teve a casa apedrejada após reivindicar o direito na escola disse que não vai parar de apoiar o filho. Nesta terça-feira (7), a Secretaria Municipal de Educação de Poções, no Centro Sul Baiano, informou que o colégio que ele estuda adotou o nome social, como pedido. “Eu acredito que depois de toda essa história, a minha estrada dentro da família LGBT está se iniciando, porque meu filho vai ter meu apoio para o resto da vida e todas as outras crianças vão ter meu apoio”, disse a mulher, que prefere não revelar a identidade. Nas janelas da casa da família ficaram as marcas da transfobia. Desde abril deste ano, a mãe do adolescente tem enfrentado diversos problemas depois que procurou a escola para que o nome social do filho fosse adotado.  O adolescente de 12 anos, transgenero, já usava o nome social entre amigos e em casa e queria que esse direito fosse garantido também na escola. “Quando eu procurei a gestora da escola, eu fui até muito bem acolhida e recebida por ela, porém creio eu que por falta de conhecimento, por nunca ter tido essa situação na escola, ela pediu que eu procurasse a secretaria”, afirmou a mulher.

“Quando eu procurei a secretaria eles falaram que seria necessária uma resolução para que abrangesse todo o município”. Depois de encontrar dificuldades na escola a mãe do adolescente buscou apoio na Câmara Municipal de Poções. Uma vereadora então apresentou um Projeto de Lei. A proposta prevê a adoção do nome social de pessoas trans nas escolas e outros ambientes de Poções. Com a repercussão do caso, os ataques de transfobia começaram. Foram vários ataques à casa da família em diferentes noites: tapas na parede, gritos, murros no portão da casa, desligamento da energia e o mais grave de todos: o vidro da janela da sala foi quebrado durante a madrugada. “A gente estava dormindo, aí veio aquele barulhão, bateram na janela, na porta e gritaram lá fora”, relatou a mãe do adolescente. Apesar de existir legislação federal e ainda normas estaduais que garantem às pessoas menores de 18 anos o direito de ter o nome social adotado nas escolas, esse direito era desconhecido pela direção da escola e por grande parte da comunidade.

O assunto passou a ser discutido na Câmara Municipal de Poções e se tornar Projeto de Lei. “A gente sabe que a utilização do nome social na escola é uma estratégia contra a evasão escolar, visto que a gente tem essa realidade no município, que o eu acontecia antes fora da escola, acontece dentro da escola, e por isso a gente escuta a falar mais sobre isso”, afirmou a vereadora Larissa Laranjeira Lima Alves (PCdoB). “Esse direito precisa ser garantido para manter a permanência do aluno na escola. A gente trouxe a temática para a Câmara Municipal e o Município precisa instituir a sua própria política”, concluiu. Segundo a Secretaria de Educação, houve um desconhecimento da legislação por parte da escola por se tratar do primeiro caso de solicitação de adoção do nome social na rede municipal de ensino. Ainda segundo a Secretaria, a alteração já foi realizada e outras medidas estão sendo adotadas para que a situação não se repita. Além dos ataques a residência, o caso ganhou repercussão nas redes sociais.

Um pastor evangélico convocou um grupo de religiosos para inibir que o projeto de lei fosse votado na Câmara Municipal de Poções, e se referiu a proposta como uma “aberração”. Por meio de nota, o pastor nega as acusações de transfobia e disse não ser possível comprovar que os áudios divulgados por ele nas redes sociais tenham relação com a violência sofrida pela família em casa. Para a advogada Amanda Souto, o pastor deve ser responsabilizado judicialmente. Segundo o Coletivo “Nós da diversidade”, que apoiou a família nas conversas com a Secretaria Municipal de Educação, o caso do adolescente traz a tona questões que precisam ser cada vez mais discutidas para que os ataques transfóbicos parem de acontecer. Além do suporte do Coletivo Municipal, a mãe e o adolescente tem recebido apoio de diversas partes do Brasil. Uma arrecadação de dinheiro online foi criada por um empresário de Brasília para ajudar a família. Com esse apoio e amor de tantas pessoas, mãe e filho seguem lutando no combate a transfobia. “As mães que tiverem compreendendo todo esse processo têm meu apoio e eu não tenho intenção de parar de lutar pelo meu filho”, disse a mãe do adolescente. Informações do g1 e TV Sudoeste.



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