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prefeitura de pocoes



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:: 7/jun/2022 . 18:12

NOTA DE PESAR -PREFEITURA MUNICIPAL DE POÇÕES//BA

A Prefeitura de Poções, em nome da prefeita Nilda Magalhães, vem por meio desta manifestar o seu mais profundo pesar pelo falecimento da professora aposentada Zailde de Matos Rolim, ocorrido em 07 de junho de 2022.
Dona Zai, como ela era carinhosamente chamada por todos, era mãe da nossa servidora Sheila de Matos Rolim.
Nesse momento, expressamos as mais sinceras condolências aos familiares e amigos que sofrem com a dor da imensa perda.

Vereador sofre atentado em cidade baiana, após realizar série de denúncias ao Ministério Público

Reprodução/Redes Sociais

O vereador da cidade de Filadélfia, interior da Bahia, Misael Alves dos Santos Silva (PDT), teve o veículo incendiado na garagem do seu imóvel. O fato aconteceu na madrugada do último sábado (5) e segundo o vereador, foi motivado por represália à denúncias que tem feito ao Ministério Público da Bahia.

“Tenho feito denúncias sobre improbidade administrativa, devido a pagamentos irregulares à senhora Maria Isabel, que é esposa do presidente da Câmara de Vereadores [Laílson Miranda Nascimento – DEM]. Desde que fiz as denúncias ele tem me feito ameaças, inclusive no plenário da Câmara”, disse o vereador à reportagem do BNews.

Segundo as denúncias realizadas pelo vereador, a esposa do presidente da Câmara ocupa cargos vinculados à prefeitura, sem que preste real serviço. O que pode caracterizar como “funcionária fantasma”.

O vereador informa ainda que no mesmo dia do que ele classifica como atentado, seu irmão foi abordado por alguns homens na principal praça da cidade e sofreu um espancamento. De acordo com Misael do Esporte, o irmão foi hospitalizado.

“Agora estou em Senhor do Bonfim na delegacia regional. Estou solicitando segurança a polícia e ao Ministério Público. Preciso de proteção não só para mim, mas também para toda minha família”, disse o vereador.

Um vídeo enviado ao BNews mostra o vereador afirmando em Plenário as acusações contra a esposa do presidente: “Eu como legítimo representante do povo, que foi eleito para defendera população de Filadélfia, fui eleito prometendo fiscalizar o executivo, fiscalizar o município com sinceridade e com honestidade […] E eu estou nessa casa aqui, diante dos vereadores para apresentar, uma denúncia que fiz ontem perante a promotora. Porque nessa casa mesmo, encontrei uma funcionária chamada Maria Izabel recebendo salário desta casa, mas essa mesma pessoa não exerce o seu trabalho aqui. Essa mesma pessoa, é esposa do nosso presidente da câmera…”, afirmou.

Em outro vídeo, é possível escutar o presidente da Câmara afirmando que o vereador o chamou no gabinete para fazer propostas “desonrosas”. “Quem me chamou no seu gabinete foi você pra fazer propostas desonrosas […] fala as coisas clara para o povo, não seja obscuro vereador.  Fale as coisas claras para o povo, ‘o vereador esteve no meu gabinete, fiz propostas desonrosas para ele, ele não aceitou'”.

Procurado pela reportagem, o presidente da Casa Legislativa afirmou que não tem relação com o atentado. O vereador acrescentou que solicitou a abertura de uma um investigação na delegacia de Filadélfia, em nome da Câmara, para apurar o atentado contra o parlamentar. Laílson alegou ainda ser vítima de perseguição política na cidade.

“É o presente para na qualidade de Presidente do Poder Legislativo, vereador, legítimo representante da sociedade filadelfense, e tendo em vista o fato ocorrido quando colocado fogo no veículo do vereador Misael Alves dos Santos Silva, solicitar de Vossa Senhoria um maior empenho quanto da realização das investigações para elucidação do referido fato”, diz um trecho do ofício enviado pela Câmara à delegada do município

7 DE JUNHO DIA NACIONAL DA LIBERDADE DE IMPRENSA

Embora mundialmente a liberdade de imprensa seja comemorada no dia 3 de maio, instituído pela ONU em dezembro de 1993 por decisão da Assembleia Geral, em atenção ao artigo 19 da Declaração Universal dos Direitos Humanos, no Brasil desde 1977 celebramos esta data hoje (7). Foi quando cerca de 3 mil jornalistas assinamos um manifesto pela liberdade de imprensa, em plena ditadura, durante o governo do general Ernesto Geisel. Um ano e meio antes, em 1975, o jornalista Wladimir Herzog tinha sido executado numa das celas do Departamento de Ordem Política e Social (DOPS) de São Paulo.

Foi um ato corajoso da categoria, pois até então os censores praticamente viviam nas redações dos jornais apagando literalmente todas as críticas ao governo. E isto acontecia na história do Brasil desde a Velha República, passando pelo regime de Vargas que instituiu o famigerado Departamento de Imprensa e Propaganda (DIP).

Com um regime de produção escravista, o nosso país teve proibição de imprimir qualquer coisa, até a chegada da família real no Rio de Janeiro em 1808, quando se abriu a Imprensa Régia, na verdade o Diário Oficial, e desde então a censura imperava. Quem ler a História da Imprensa no Brasil, de Nelson Werneck Sodré, vai entender o trabalho que dava fazer qualquer jornal com criticas ao governo no tempo do regime imperial.

Prisões, torturas e até morte, era o que aguardava os precursores do jornalismo brasileiro quando ousavam fazer qualquer crítica aos governantes de plantão.

No período da ditadura militar de 1964, muitos jornais da grande imprensa para denunciar a censura, publicavam receitas de comida, no lugar onde tinha sido censurada alguma matéria. Este foi o caso do Estadão, do Jornal do Brasil, da Tribuna de Imprensa.

Os jornais alternativos que apareceram em 1969, como o Pasquim, e depois outros como o Movimento, o Coojornal, o Em Tempo, o Versus foram diversas vezes censurados e seus jornalistas presos.

Atualmente a categoria sofreu diversos ataques, o primeiro foi a invalidação do diploma pelo ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), até as agressões gratuitas do governante eleito em 2018, cujo nome me recuso a escrever.

O Poder Judiciário também tem servido como perseguidor da liberdade de imprensa e, através da Lei de Imprensa criada pela ditadura militar, condenado diversos colegas. Um exemplo é o jornalista Elmar Bones, atualmente editor do Já Porto Alegre, que foi condenado a multas tão pesadas que praticamente inviabilizaram sua atividade profissional. Elmar, no entanto, continua resistindo.

Por toda essa história é da maior importância celebrarmos este dia Nacional da Liberdade de Imprensa. Somente com uma imprensa livre poderemos garantir uma democracia plena.

Pelo jornalista e diretor da Associação Rio-Grandense de Imprensa (ARI), Walmaro. 

Fonte: Brasil de Fato.

POÇÕES-BA-nome social de jovem trans que teve casa apedrejada após reivindicar direito em escola


Após caso de transfobia em Poções, na BA, nome social de adolescente é adotado em escola

Após caso de transfobia em Poções, na BA, nome social de adolescente é adotado em escola

A Secretaria Municipal de Educação da cidade de Poções, no sudoeste da Bahia, adotou o nome social do adolescente trans que teve a casa apedrejada após reivindicar o direito na escola. O caso é acompanhado pelo Ministério Público da Bahia (MP-BA).

O caso chegou à secretaria porque a mãe do garoto procurou a pasta, para pedir que o nome social do filho, que tem 12 anos, fosse adotado na escola. Antes, ela já tinha buscado a secretaria da unidade escolar, que a encaminhou para o órgão municipal.

Além de adotar o nome social do garoto, a Secretaria de Educação informou que iniciou um trabalho de conscientização em todo o município, para que situação não volte a acontecer em outras escolas. No caso do adolescente, o nome ainda é considerado “social” porque ele não foi retificado em certidão.

Pastor suspeito de incitar ataques

 

Secretaria de Educação adota nome social de jovem trans que teve casa apedrejada após reivindicar direito em escola — Foto: Ministério Público da Bahia (MP-BA)

Secretaria de Educação adota nome social de jovem trans que teve casa apedrejada após reivindicar direito em escola — Foto: Ministério Público da Bahia (MP-BA)

A mãe do adolescente contou que a família tem sido vítimas de ataques. Ela relatou que, desde que começou a pedir a adoção do nome social do filho, as pessoas têm passado pela casa da família, à noite, batendo no portão, gritando e desligando a energia elétrica. No caso mais recente, quebraram o vidro da janela da sala.

A suspeita é de que um pastor evangélico esteja incentivando transfobia e o ódio contra o adolescente, gravando áudios e encaminhando para pessoas da cidade. A Polícia Militar, que chegou a ser acionada em um dos ataques à família, informou que orientou a mãe do garoto a registrar o caso em delegacia.

O órgão vai apurar eventuais condutas ilícitas e criminais que tenham sido cometidas pelo pastor, contra o adolescente.

Em nota, o pastor informou: “[O áudio] sequer menciona algum endereço ou nome civil, mas estão tentando influenciar e comover a opinião pública de eu ser responsável pelo ódio e ataques dirigidos a adolescente trans, convenientemente ocorrido sem qualquer evidência, tentando relacionar o vazamento do áudio com o suposto apedrejamento, não oferecendo nenhuma prova que foi causado por pessoas da igreja”.

Os responsáveis pelos ataques à família do adolescente ainda não foram identificados. A Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) também acompanha o caso.



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