Ouvir e dialogar com a população. Essa é uma das principais defesas da jornalista Luciana Oliveira, candidata a vice-prefeita ao lado de Zé Raimundo. Em participações em atividades da campanha, Luciana tem sido taxativa ao afirmar que administrar uma prefeitura exige do gestor, antes de mais nada, a capacidade de escuta e diálogo. “Eu e Zé temos uma motivação em comum. Nós queremos construir um novo futuro pra Conquista em que as pessoas sejam ouvidas e tratadas com respeito”, afirmou em entrevista ao Blog do Sena.
Luciana também destaca o papel da mulher na política. “É inadmissível avançarmos para uma sociedade mais justa sem aumentar a representação política das mulheres. Não dá mais para fazer política sem nós. Somos a maioria da população e também do eleitorado, podemos e queremos ocupar mais espaço. Por isso, lutar por mais mulheres na política é um compromisso meu, independente da função que eu venha a exercer”, detalha a candidata.
Ela também comentou uma das pesquisas divulgadas na última semana que coloca sua chapa em vantagem em relação ao candidato à reeleição, o atual prefeito Herzem Gusmão. A pesquisa do A Tarde/Potencial Pesquisa aponta que mulheres e jovens têm preferência pelo candidato Zé Raimundo. Entre as mulheres, Zé Raimundo tem a preferência de 34% contra 24% que afirmaram optar por Herzem.
“Eu não me surpreendi com esse dado. Jovens e mulheres são uma parcela significativa da população do município. São também quem mais sofre com a falta de oportunidades. Portanto, são também os que mais sentem na pele os impactos de uma gestão que estimula a desigualdade, a exclusão, que não trabalha para quem mais precisa”, avalia.
Para Luciana, “as boas gestões de Zé, como prefeito e deputado, pautadas na participação popular, no trabalho em bairros e setores mais vulneráveis, estão na memória das pessoas. Elas reconhecem quando a pessoa é séria, quando cumpre o que fala. Os números estão aí, demonstram o sentimento da população”.
A participação feminina cresceu nas eleições municipais deste ano nas 26 capitais do país. No entanto, as mulheres aparecem mais como vice nas chapas que disputam as prefeituras. No Brasil a presença como candidatas ao cargo de prefeita não evoluiu após quatro anos
Em Vitória da Conquista, a única mulher na disputa pela Prefeitura é Maris Stella (Rede). Este ano temos 03 mulheres candidatas à vice-prefeitas: Luciana Oliveira (PCdoB) com o candidato Zé Raimundo (PT), Ariana Mota (PRTB), vice de David Salomão (PRTB) e Sheila Lemos (DEM) com Herzem Gusmão (MDB).
Fonte: TSE
Em Vitória da Conquista, dos 454 registros de candidaturas ao parlamento e executivo, apenas 31,5% é de mulheres, contra 68,5% de homens
Este ano 31,5% das candidaturas ao parlamento e executivo é de mulheres, isso significa apenas 0,01% a mais que na eleição anterior, que em compensação tinha menos candidatos, 401. A quantidade de mulheres ao cargo de vice-prefeita é a mesma do pleito anterior, no entanto em 2016 eram 8 candidatos a prefeito e agora são 7.
Os dados são do Tribunal Superior Eleitoral e estão disponíveis na internet. O site destinado a divulgar candidaturas e contas eleitorais (http://divulgacandcontas.tse.jus.br) reúne informações detalhadas sobre todos os candidatos que pediram registro à Justiça Eleitoral.
FALTA REPRESENTATIVIDADE?
As mulheres são maioria do eleitorado no Brasil. De acordo com dados do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), 52% dos brasileiros aptos a votar são do sexo feminino, cerca de 77 milhões.
Porém, das 26 capitais brasileiras, apenas três possuem prefeitas. São elas Teresa Surita (MDB), chefe do Executivo de Boa Vista, em Roraima, Cinthia Ribeiro (PSDB), atual prefeita de Palmas, no Tocantins, e Socorro Neri (PSB), que está à frente da prefeitura de Rio Branco, no Acre.
Cinthia e Socorro, no entanto, foram eleitas em 2016 como vice e viraram prefeitas somente em 2018, quando os prefeitos renunciaram com a intenção de disputar as eleições daquele ano para governador de seus estados.
Na eleição deste ano, três capitais sequer possuem candidatas: Manaus, no Amazonas, Belém, no Pará, e São Luís, no Maranhão. A capital que mais apresenta a opção feminina para o cargo em 2020 é o Rio de Janeiro, com seis candidatas.
PELO BRASIL
Comparação da participação de mulheres nas eleições para as prefeituras das 26 capitais
2016
206 candidatas • 38 mulheres candidatas como prefeita (18,1%)
• 58 mulheres candidatas como vice (27,7%)
Panorama geral (candidaturas para prefeituras e Câmaras Municipais de todos os municípios do Brasil)
• Mulheres – 31,9%
• Homens – 33,2%
2020
314 candidatas • 56 mulheres candidatas como prefeita (17,8%) – redução de 0,3%
• 131 mulheres candidatas como vice (41,7%) – crescimento de 14%
Panorama geral (candidaturas para prefeituras e Câmaras Municipais de todos os municípios do Brasil)
• Mulheres – 31,9%
• Homens – 33,2%
ANALISTA EXPLICA
Na análise da cientista social da PUC-SP, o preconceito explica o fato da participação das mulheres não ter aumentado nestas eleições.
Porque não há aumento na participação feminina nas eleições municipais como candidatas a prefeita?
Há um preconceito dentro dos partidos em investir em candidaturas femininas, tanto na questão de financiamento, como de tempo e apoio. Mesmo com as ações afirmativas, que obrigam os partidos a investirem pelo menos 30% de recursos nas mulheres, vemos que ainda há muita resistência interna. Fora que a mulher já tem a dupla jornada de trabalho e cuidar dos filhos, o que acaba as afastando da política.
O aumento da participação como vice é importante?
Sim. Esse crescimento é uma grande conquista para as mulheres que conseguem participar das negociações e se colocar para concorrer a um cargo é importante na estrutura política. Claro que ainda estamos longe da representatividade ideal, mas a tendência é que melhore a partir da luta dentro dos partido
O Prefeito Rony Moitinho acompanhado do seu Vice Aurelino, de seus vereadores e de sua comitiva, visitaram ontem (04) o distrito de Ibiporanga.
Acompanhado de uma multidão, o povo de Ibiporanga deu uma resposta muito positiva enquanto ao trabalho que vem sendo prestado e realizado na sua gestão.
Rony visitou várias casas, recebeu o apoio de inúmeras lideranças, e definitivamente escancarou o que muitos já sabiam que 90% do povo do distrito aprovam seu trabalho e querem que o gestor continue administrando a cidade.
Pesquisa Ibope desta segunda-feira (5) aponta o candidato Bruno Reis (DEM) como favorito na disputa pela prefeitura de Salvador. O levantamento ouviu 602 pessoas, entre 29 de setembro e 5 de outubro. O nível de confiança é de 95% e margem de erro de 4 pontos percentuais.
A pesquisa, encomendada pela TV Bahia, aponta no cenário estimulado – quando os nomes dos candidatos são citados -, Reis com 42%. Pastor Sargento Isidório (Avante) tem 10%; Olívia Santana (PCdoB) e Major Denice Santiago (PT) aparecem empatadas com 6%; Bacelar registra 5%; Cézar Leite (PRTB) tem 3%; Hilton Coelho (PSOL) 2%; enquanto Celsinho Cotrim (PROS) e Rodrigo Pereira (PCO) registram 1 %.
Hoje inicio minha campanha eleitoral como candidato a vereador de Poções. Será um desafio para mim, mas sei que com o apoio de vocês vou conseguir. Meu grande objetivo é buscar melhorias para a população e principalmente a aqueles seres indefesos no qual atuo de maneira voluntária há mais de 15 anos. Meu nome é Fabricio Gardelin, tenho 34 anos, sou Fisioterapeuta e ativista da causa animal, e peço humildemente o seu apoio, meu numero é 22.322.
O ex-prefeito Zé Raimundo (PT) e o atual, Herzem Gusmão (MDB), estão empatados tecnicamente na disputa pelo comando do Executivo municipal em Vitória da Conquista, aponta pesquisa A TARDE/Potencial Pesquisa, realizada entre os dias 24 e 29 de setembro.
Segundo o levantamento, o petista tem 34% das intenções de voto, contra 29% do emedebista. A margem de erro da pesquisa é de 4 pontos percentuais para mais ou para menos.
Na sequência, está o vereador David Salomão (PRTB), com 9%. Depois, aparecem Maris Stella (Rede) e Cabo Herling (PSL), cada um deles com 2%; além de Romilson Filho (PP) e Professor Ferdinand (PSOL), com 1% cada.
Dos entrevistados, 16% afirmaram não saber em quem votar e 8% disseram que irão votar em branco ou anular.
A pesquisa foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o nº BA-00046/2020. O nível de confiança é de 95%. Foram realizadas 600 entrevistas por telefone, das quais 526 na sede (57 bairros/localidades) e 74 nos 11 distritos do município.
Rejeição
Os dois líderes na corrida eleitoral são também os mais conhecidos do eleitorado conquistense, conforme o levantamento – somente 4% afirmaram não conhecer suficientemente bem o prefeito para opinar e 8% disseram o mesmo em relação ao ex-prefeito da cidade.
A rejeição a Herzem, entretanto, é bastante superior à do adversário. O emedebista é o segundo com a maior rejeição (48%), atrás apenas de Salomão (51%). Zé Raimundo tem o menor índice (39%) nesse ponto. A candidata da Rede tem a segunda menor rejeição (40%), seguida por Romilson e Ferdinand, cada um com 42%, e pelo Cabo Herling, com 46%.
Na pesquisa espontânea, quando não são citadas as candidaturas na entrevista, o equilíbrio entre os primeiros colocados é ainda maior: Zé Raimundo foi citado por 22% e Herzem por 21%. Salomão obteve 3%, enquanto Romilson, Stella e Herling tiveram 1%, cada um. O candidato do PSOL não pontuou. A Tarde
Nesse cenário, 42% disseram ainda não ter candidato e 10% afirmaram que votarão em branco ou nulo.
Questionados se iriam aos locais de votação caso a eleição fosse hoje, 84% dos entrevistados responderam de maneira afirmativa.
A pesquisa foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o nº BA-00046/2020. O nível de confiança é de 95%. Foram realizadas 600 entrevistas por telefone, das quais 526 na sede (57 bairros/localidades) e 74 nos 11 distritos do município.
Rejeição
Os dois líderes na corrida eleitoral são também os mais conhecidos do eleitorado conquistense, conforme o levantamento – somente 4% afirmaram não conhecer suficientemente bem o prefeito para opinar e 8% disseram o mesmo em relação ao ex-prefeito da cidade.
A rejeição a Herzem, entretanto, é bastante superior à do adversário. O emedebista é o segundo com a maior rejeição (48%), atrás apenas de Salomão (51%). Zé Raimundo tem o menor índice (39%) nesse ponto. A candidata da Rede tem a segunda menor rejeição (40%), seguida por Romilson e Ferdinand, cada um com 42%, e pelo Cabo Herling, com 46%.
No entanto, apesar da rejeição a Herzem ser consideravelmente maior quando comparada com os números de Zé Raimundo, o diretor da Potencial Pesquisa, Zeca Martins, não vê “uma facilidade ou caminho muito aberto” para o petista na disputa.
Martins destaca que, por ter a prefeitura na mão, Herzem pode “conseguir desenvolver um trabalho que seja percebido e minimizar rejeição, ou buscar os indecisos”, mesmo faltando pouco tempo para a realização do 1º turno, que está marcado para o dia 15 de novembro.
“Acho que vai ser uma disputa boa, até porque Zé Raimundo também já foi testado. As duas gestões serão colocadas à prova”, afirma o diretor da Potencial.
Em 2016, Herzem foi eleito prefeito de Vitória da Conquista no segundo turno, em disputa justamente contra Zé Raimundo. Na ocasião, o emedebista teve 57,58% dos votos válidos, contra 42,42% do candidato do PT.
Antes disso, a cidade foi administrada por 20 anos pelo Partido dos Trabalhadores. A gestão petista municipal foi iniciada em 1997, com Guilherme Menezes. Reeleito em 2000, ele deixou o cargo em 2002 para concorrer a deputado federal. Em seu lugar, assumiu o vice, Zé Raimundo, que venceu a eleição seguinte, de 2004. Na eleição de 2008, Menezes voltou à prefeitura, permanecendo por mais oito anos.
Lideram a disputa em Vitória da Conquista o ex-prefeito Zé Raimundo (PT), com 34%, e o atual, Herzem Gusmão (MDB), com 29% | Foto: Plinio Figueiredo | Divulgação