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:: 7/nov/2020 . 23:16

Urgente em Conquista: Homem é assassinado em bar, ele foi identificado

Um homem foi assassinado em um bar no Bairro Santa Terezinha, em Vitória da Conquista, na noite de hoje (sábado).

Segundo informações obtidas a vítima foi identificada como Ronaldo. ainda sem mais informações

Não aceitamos esse veredicto queremos justiça

Primeira mulher vice presidente do Estados Unidos- Kamala Harris

“Após a eleição da chapa democrata para a presidência dos EUA, Kamala Harris será a primeira mulher – e a primeira pessoa negra ou de origem asiática – a ter o título de vice-presidente do país norte-americano.

Harris fez sua primeira manifestação pelo Twitter depois do anúncio da projeção da vitória de Joe Biden nas eleições, dizendo que essa eleição “é sobre muito mais do que Joe Biden e eu. É sobre a alma da América e nossa boa vontade em lutar por ela”. Ela também publicou um vídeo em que aparece telefonando para Biden e comemorando a vitória: “Conseguimos, Joe! Você será o próximo presidente dos Estados Unidos!”.

Harris, considerada pela campanha de Trump como pertencente à “esquerda radical” do Partido Democrata, apoia algumas das principais propostas progressistas partido, como o Medicare para todos e a política climática chamada de Green New Deal.

VEJA TAMBÉM:
A América de Biden-Harris: Saiba o que pensa a chapa democrata sobre aborto, meio ambiente, relações internacionais, entre outros
Com a eleição, o nome de Harris se torna automaticamente o mais cotado para a nomeação do Partido Democrata para as eleições presidenciais de 2024 – já que Biden, aos 77 anos, não deve buscar um segundo mandato.

Desde que Biden, 77, anunciou em agosto que teria uma mulher como companheira de chapa, a senadora passou a ser vista como uma escolha natural para o Partido Democrata, principalmente por causa da importância que as questões raciais ganharam nas eleições deste ano após o assassinato do afro-americano George Floyd por um policial branco e os protestos que ocorreram na sequência.

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Quem é Joe Biden, o democrata que desbancou Trump na eleição presidencial
Desta maneira, Kamala Harris se tornou a primeira mulher negra a compor uma chapa presidencial e a terceira mulher a concorrer como vice nos Estados Unidos. Ela adicionou à cédula presidencial a diversidade que faltava na pessoa de Joe Biden, homem branco, idoso e moderado – para os atuais padrões do partido – com décadas de experiência na política americana.

Filha de pai jamaicano e mãe indiana, Kamala foi a aposta do partido para atrair o voto de negros, latinos, mulheres e jovens. Em 2016, a ausência desse eleitorado, que tradicionalmente é cativo dos democratas, foi crucial na derrota de Hillary Clinton para Donald Trump.

A escolha também aponta para o caminho mais progressista que o partido democrata pretende seguir ao sair vencedor das eleições de 2020, com Harris já sendo apontada pelos mais ansiosos como uma potencial sucessora de Biden, devido à idade avançada dele.

Quem é Kamala Harris
Hoje com 56 anos, Kamala é senadora dos Estados Unidos pela Califórnia. Sua carreira política começou nos anos 2000, quando foi eleita a primeira promotora distrital negra de São Francisco. Mas foi quando assumiu a promotoria do estado, em 2010, que seu trabalho ganhou destaque e a tornou alvo de críticas tanto da esquerda quanto da direita.

A campanha democrata exaltava que, durante aquele período, Kamala “lutou pelas famílias e ganhou um acordo de US$ 20 bilhões para proprietários de casas na Califórnia contra grandes bancos que estavam executando injustamente as hipotecas”, resultado da crise econômica de 2008.

Contudo sua atuação em outros casos tiveram repercussão negativa. Pela esquerda, foi acusada de defender interesses policiais. A primeira campanha dela para a promotoria de São Francisco foi apoiada pelo sindicato da polícia local e, quando foi promotora da Califórnia, evitou intervir em casos envolvendo assassinatos pela polícia e foi criticada por não brigar por reformas policiais – uma pauta que agora vem sendo levantada por diversos promotores progressistas.

Em um debate democrata no início do ano, a deputada Tulsi Gabbard afirmou que Harris “bloqueou evidências que teriam libertado um homem inocente do corredor da morte até que ela fosse forçada a fazê-lo”.

Porém, a boa relação com os policiais não foi duradoura. Acabou quando ela se recusou a pedir pena de morte para o membro de uma gangue que assassinou um policial, ainda em seu primeiro mandato como procuradora em São Francisco. Ela defendia que a sentença era desproporcionalmente aplicada a negros.

Pela direita, Kamala foi acusada de abusar de seus poderes de investigação e promotoria para perseguir grupos políticos de tendência conservadora, como a Fundação Americanos pela Prosperidade, que critica as propostas democratas para as mudanças climáticas, e a Organização Nacional para o Casamento, que é contra o casamento homossexual e a adoção de crianças por casais gays. Segundo o National Review, ela fez parte de uma aliança de procuradores-gerais democratas que tentaram tornar crime o “negacionismo climático” .

Em 2016 foi eleita para o Senado americano, onde defendeu, entre outras coisas, o aumento do salário mínimo, os direitos de imigrantes e refugiados e o aborto. Também foi bastante crítica ao governo de Donald Trump e co-patrocinou uma legislação que tiraria a maconha da lista de substâncias controladas e eliminar o registro de crimes relacionados à droga.

Os posicionamentos atuais
A posição da vice de Joe Biden está longe de ser centrista, embora Harris pareça mais aberta ao diálogo do que figuras como o senador Bernie Sanders e a deputada Alexandria Ocasio-Cortez. Desde que entrou na corrida presidencial democrata, Kamala Harris passou a demonstrar uma tendência mais progressista, inclusive em questões relacionadas à polícia e à justiça.

Na onda dos protestos antirracismo e antipolicial, a senadora disse que “é um pensamento do status quo acreditar que colocar mais policiais nas ruas cria mais segurança. Isto é errado. É simplesmente errado”. Kamala está entre os democratas que assinaram um projeto de lei que prevê a proibição de técnicas de estrangulamentos pela polícia, bem como discriminação racial em abordagens policiais, entre outros pontos. “Como promotora de carreira e ex-procuradora-geral da Califórnia, sei que a verdadeira segurança pública exige a confiança da comunidade e a responsabilização da polícia”, declarou ao apoiar o projeto conhecido como Justice in Policing Act.

Na saúde, suas declarações sobre o controverso Medicare For All deixaram muita gente confusa. Quando era candidata à presidência, disse apoiar o projeto proposto pelo senador Bernie Sanders, de substituir completamente a cobertura privada por um sistema governamental gratuito – o que inevitavelmente levaria a um aumento de impostos. Ela chegou a afirmar em entrevista que o seguro privado de saúde nos EUA deveria ser totalmente eliminado. Porém, mudou de tática no meio do caminho e lançou a sua própria versão do programa de saúde de tendência socialista, que manteria as seguradoras privadas operando no país e cuja a implantação seria feita em longo prazo.

A sua defesa do aborto também a coloca no campo progressista do Partido Democrata. Como senadora, recebeu a avaliação máxima de uma entidade pró-escolha que dá notas aos legisladores com base nos posicionamentos a respeito do assunto. Ela votou contra um projeto de lei que limitaria o aborto às primeiras 20 semanas de gestação e apoia um projeto que torna ilegais limitações praticadas por alguns estados em relação a serviços de aborto.

“A saúde reprodutiva está sob ataque total na América hoje. Existem estados que aprovaram leis que virtualmente impedem que as mulheres tenham acesso à saúde reprodutiva. Não é exagero dizer que as mulheres vão morrer, mulheres pobres, mulheres de cor, porque essas legislaturas republicanas que estão fora de contato com a América estão dizendo às mulheres o que fazer com nossos corpos. As pessoas precisam manter as mãos longe do corpo das mulheres e deixar que elas tomem as decisões sobre suas próprias vidas”, disse Kamala. A senadora também apoia o financiamento público para serviços de aborto e opõe-se à notificação dos pais em caso de abortos em menores de idade.

Seguindo a toada esquerdista, Kamala Harris é a favor do Green New Deal, um projeto apresentado pela deputada Alexandria Ocasio-Cortez para renovar toda a estrutura do país para priorizar a eficiência energética, modernizando a rede elétrica, eliminando as emissões de gases do efeito estufa em apenas 10 anos e convertendo todo o país a fontes de energia renovável. Tanto essa proposta quanto o Medicare For All não foram endossados por Joe Biden.”
Leia mais em: https://www.gazetadopovo.com.br/mundo/kamala-harris-quem-e/
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Joe Biden vence na Pensilvânia e é eleito presidente dos Estados Unidos Democrata passou dos 270 votos no colégio eleitoral, segundo projeções de diversos veículos de imprensa, como Associated Press, ‘New York Times’, NBC e CNN. Trump não concede derrota e diz que vai recorrer à Justiça.

Candidato presidencial democrata Joe Biden fala aos apoiadores em Wilmington, Delaware, na quarta-feira (4)   — Foto: Paul Sancya/AP

Candidato presidencial democrata Joe Biden fala aos apoiadores em Wilmington, Delaware, na quarta-feira (4) — Foto: Paul Sancya/AP

O democrata Joe Biden passou a marca dos 270 delegados no Colégio Eleitoral neste sábado (7), segundo projeções de diversos veículos de imprensa. O número é suficiente para derrotar o republicano Donald Trump e se sagrar o 46º presidente dos Estados UnidosKamala Harris torna-se a primeira mulher vice-presidente do país.

Joe Biden agradeceu aos eleitores pelas redes sociais e afirmou que será um presidente para todos os americanos.

“América, estou honrado por ter me escolhido para liderar nosso grande país. O trabalho que temos pela frente será árduo, mas prometo o seguinte: serei um presidente para todos os americanos – quer você tenha votado em mim ou não. Vou manter a fé que vocês colocaram em mim”, postou Biden no Twitter

Embora não oficial, a projeção dos veículos de comunicação é suficiente para que a sociedade americana reconheça a eleição de um presidente (entenda como funciona), já que a contagem chega a demorar semanas e o sistema de colégio eleitoral permite saber antecipadamente quem será o vencedor.

Arizona

Na manhã deste sábado, faltavam pelo menos 6 votos no colégio eleitoral para que Biden chegasse a 270 e sua vitória se confirmasse, segundo as projeções da Associated Press. Com a vitória projetada na Pensilvânia, Biden chegou a 290 delegados.

Outros veículos, como “The New York Times”, por exemplo, ainda não haviam declarado Biden vencedor no Arizona, que tem 11 delegados. Porém, com os 20 delegados da Pensilvânia, a disputa no Arizona passou a ser indiferente, já que não muda mais o resultado.

Quem é Joe Biden, presidente eleito dos Estados Unidos
Quem é Joe Biden, presidente eleito dos Estados Unidos

Medidas judiciais

O presidente Donald Trump alega que a eleição está sendo roubada e promete ações na Justiça. Logo após a declaração de Biden como vencedor na imprensa americana, sua campanha soltou nota dizendo que a eleição não acabou.

“Todos nós sabemos por que Joe Biden está se apressando em fingir que é o vencedor e por que seus aliados da mídia estão se esforçando tanto para ajudá-lo: eles não querem que a verdade seja exposta. O simples fato é que esta eleição está longe de terminar”, afirmou Trump.

Pouco depois, advogados de Trump disseram a jornalistas que houve fraude eleitoral e que medidas legais, como recursos pedindo a recontagem dos votos, serão apresentados à Justiça a partir de segunda-feira (9).

Também pediu interferência em um caso pendente na Suprema Corte dos EUA sobre a Pensilvânia, um estado importante da disputa que ainda está contando centenas de milhares de cédulas enviadas pelo correio. O republicano tenta impedir que o estado conte votos que cheguem depois da eleição.

Trump está tentando evitar se tornar o primeiro presidente em exercício dos EUA a perder uma candidatura à reeleição desde George H.W. Bush, em 1992.

Biden

Foto de arquivo de setembro de 2008 mostra o então senador Joe Biden ao lado de Barack Obama, na época candidato presidencial democrata, durante um comício de campanha em Detroit, Michigan   — Foto: Jason Reed/Reuters/Arquivo

Foto de arquivo de setembro de 2008 mostra o então senador Joe Biden ao lado de Barack Obama, na época candidato presidencial democrata, durante um comício de campanha em Detroit, Michigan — Foto: Jason Reed/Reuters/Arquivo

A vitória de Biden marca o retorno de um democrata à Casa Branca após a saída de Barack Obama, que governou o país entre 2009 e 2017. Biden foi seu vice-presidente.

Casado com Jill Biden, Joe Biden nasceu em 1942 na Pensilvânia, em uma família católica. O democrata se notabilizou na política em 1972, quando, aos 29 anos, se elegeu para o Senado pelo estado de Delaware e se tornou uma das pessoas mais jovens a assumir o cargo na história dos Estados Unidos.

Joe Biden é empossado como vice-presidente dos Estados Unidos ao lado de sua esposa Jill Biden durante as cerimônias de posse no Capitólio dos Estados Unidos em Washington, em 20 de janeiro de 2009 — Foto: Timothy A. Clary/AFP

Joe Biden é empossado como vice-presidente dos Estados Unidos ao lado de sua esposa Jill Biden durante as cerimônias de posse no Capitólio dos Estados Unidos em Washington, em 20 de janeiro de 2009 — Foto: Timothy A. Clary/AFP

A apuração dos votos deste ano começou dramática para o democrata, que perdeu a Flórida (contrariando a média das pesquisas) e sofreu revezes na Geórgia e na Carolina do Norte — estados onde Biden pretendia virar a vantagem obtida por Trump quatro anos atrás.

Mas outras vitórias em estados-chave, com votos contados apenas no fim, determinaram a vitória de Biden segundo as projeções. Uma das razões foi a previsível demora na contagem dos votos que chegaram por correio.

Mais de 100 milhões de eleitores americanos votaram antes do dia oficial das eleições. Isso representa quase 73% do total de pessoas que foram às urnas em 2016. Desses, mais de 64,5 milhões das cédulas foram enviadas pelo correio.

O voto antecipado foi motivado, entre outras razões, por receio de aglomerações na pandemia. E a maioria desses eleitores votou em Biden, já apontavam projeções feitas antes mesmo do dia da eleição.

A pandemia, inclusive, fez Biden evitar comícios com grandes aglomerações ao longo da campanha. O democrata preferiu fazer reuniões com poucas pessoas — ou, já na reta final, atos políticos com carros.

VI VARIAS PESSOAS DO GRUPO14 FALANDO O QUE OUVE ONTEM É NORMAL PRIMEIRO NORMAL NADA DUAS SITUAÇÕES ERRADAS A RUA LOTADA DE GENTE DO GRUPO QUE APOIO O PREFEITO EM PLENA PANDEMIA CARROS DE SOM PAREDÕES SEGUNDO AS IMAGENS MOSTRAM CLARAMENTE TUDO O QUE OUVE SÓ ESPERO UMA POSIÇÃO DA JUSTIÇA SOMENTE ESTAMOS NUMA DEMOCRACIA NÃO NUMA DITADURA TEVE UM APOIADOR DO 14 AINDA UM DR QUE FALOU QUE MULHER GOSTAVA ÉRA DE ……………. E MAIS ALGUMAS COISA PORQUE VOCES NÃO SE SENTIRAM OFENDINDA ? CONTRA FATOS NÃO HÁ ARGUMENTOS O AUDIO ESTA EM TODAS AS REDES SOCIAIS






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