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URGENTE-Vacina para comorbidade causa corrida por atestado e suspeita de laudos falsos e fura fila

Iniciada em grande parte do País nas últimas semanas, a vacinação contra a covid-19 da população com comorbidades provou uma corrida por atestados médicos e até mesmo suspeitas de fraudes. Possíveis casos de “fura-fila” são investigados em Estados como Amapá e Paraíba, mas também têm sido relatados por profissionais de saúde de outras partes do País.

As comorbidades consideradas prioritárias pelo Plano Nacional de Imunização (PNI) incluem doenças que atingem parte significativa da população brasileira, como diabete e cardiopatias. Porém, em alguns casos, como no da hipertensão, a imunização é permitida só para pessoas que estão em estágios mais avançados da patologia.

Ao todo, a estimativa federal é de que 17,7 milhões de pessoas de 18 a 59 anos se encaixem nesse grupo. A data de início da vacinação da população com comorbidades varia entre os Estados, que têm optado pela liberação aos poucos, geralmente pelas faixas etárias mais altas.

No Amapá e na Paraíba, procedimentos foram instaurados pelos Ministérios Públicos estaduais e o Federal, e seguem em apuração. Detalhes sobre os casos não foram divulgados pela assessoria de imprensa.

Em João Pessoa, a prefeitura anunciou na semana passada que passaria a vacinar apenas pessoas com laudos médicos para comorbidades. O imunizado precisa deixar no posto uma cópia do comprovante, que será encaminhada para apuração por uma comissão municipal e outros órgãos de fiscalização.

A situação no Estado também motivou a publicação de um comunicado do Conselho Regional de Medicina. “É imprescindível que as informações prestadas pelo médico sejam verdadeiras, conforme considera o artigo 80 do Código de Ética Médica: ‘É vedado ao médico expedir documento sem ter praticado ato profissional que o justifique, que seja tendencioso ou que não corresponda à verdade’.

No Estado de São Paulo, por sua vez, a prefeitura de Marília informou no dia 13 que identificou que moradores apresentaram receitas de familiares ou falsificadas para conseguirem a imunização. “Estamos com uma equipe capacitada para analisar essas informações”, declarou a coordenadora de imunização, Juliana Bortoletto, em comunicado do município.

 

No Rio, o prefeito de Barra Mansa, Rodrigo Drable (DEM), também relatou ter recebido denúncias de atestados e laudos falsos. Parte delas teria partido de médicos que se recusaram a fornecer o documento indevidamente, mas souberam posteriormente que um colega de profissão fez o oposto.

“Fiquem atentos, senhores médicos, vou denunciar no CRM e no MP. É uma vergonha alguns médicos se prestarem a isso. Como também sempre foi uma vergonha médico se prestar a dar atestado falso para a pessoa faltar serviço”, afirmou o prefeito em rede social.

Pressão

Profissionais de outros Estados também têm relatado a pressão de pacientes para a emissão de atestados de comorbidades. Uma médica que atende em UPA de Belém e em UBS no interior do Pará contou: “Por ser recém-formada, muita gente quer se aproveitar para tentar passar a frente da fila da vacina, pedindo receita de medicamento para comorbidade e até mesmo atestado. A procura aumentou depois que liberaram a vacinação para pacientes que têm comorbidades”. Ela diz que colegas já receberam proposta em dinheiro para fazer o laudo.

Também há relatos de médicos de Sorocaba, no interior de São Paulo. Um deles, cardiologista, comentou que uma paciente de 51 anos foi ao consultório pedir um atestado para uma doença que não possui, pois alegou que precisava ser vacinada. Segundo ele, a mulher ficou insatisfeita com a recusa e disse que esperava que fosse “mais amigo” e que procuraria um médico “mais compreensivo”.

Relatos semelhantes também têm sido postados em redes sociais. “Antigamente, o pessoal queria atestado de boa saúde para praticar esportes e (prestar um) concurso público. Por causa da vacina, hoje a pedida é (por) atestado de doença. ‘Tem como me ver uma asma aí?’”, desabafou um profissional de saúde do Amapá.

Laudos

Preocupada com a fraude de laudos e receitas para a vacinação de pessoas com comorbidades, a Secretaria da Saúde de São Paulo irá monitorar os números dos registros profissionais dos médicos que assinam os documentos. “No sistema Vacivida há um campo para o CRM de quem assina o laudo de comorbidade. Se percebermos, por exemplo, 300 laudos com o mesmo CRM e o mesmo código de doença, vamos alertar o conselho”, disse a coordenadora do Programa Estadual de Imunização SP, Regiane de Paula.

Falta de transparência

Ex-presidente da Anvisa e professor da Universidade de São Paulo (USP) e da FGVSaúde, o médico sanitarista Gonzalo Vecina Neto, colunista do Estadão, avalia que a forma como o Plano Nacional de Imunização (PNI) foi desenvolvido impacta hoje na difusão de informação na pandemia. “(O plano) deveria ter sido colocado em consulta pública para que a sociedade soubesse o que estamos propondo e fazendo. O fato de isso não ter sido feito cria um clima de barata voa, de gente com dificuldade para demonstrar ter comorbidade e gente buscando facilidades”, comenta Vecina.

 

A falta de transparência faz, por exemplo, com que as pessoas tenham dúvidas se fazem parte ou não de algum grupo prioritário para a vacina contra a covid-19. “Não resolveria 100%, mas, certamente, se fosse mais transparente, provavelmente teríamos comunicação diferente e o povo tomando atitudes menos ruins. Quando o problema começou no Estado, aí não tem jeito”, lamenta. “Está todo mundo perdido, isso é muito ruim.”

 

Para ele, a prioridade neste momento deveria ser dos trabalhadores de serviços essenciais, como de atendimento em supermercados e farmácias, por exemplo, que se expõem mais ao vírus por seguirem com o trabalho presencial em toda a pandemia. “Quem está em home office não deveria tomar nesse momento (mesmo com comorbidade)”, avalia o sanitarista.

 

Já o presidente da Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIm), o também médico Juarez Cunha, acredita que é correta a priorização das pessoas com comorbidades por serem mais propensas ao desenvolvimento de casos moderados e graves da covid-19. “Chama a atenção desde o início da pandemia que pessoas com doenças cardiovasculares e diabete são mais afetadas”, comenta.

Cunha considera, contudo, que a lista das comorbidades apontadas no PNI pode deixar de fora pessoas com outras situações de saúde que também estão em risco, como no caso de doenças graves. Além disso, destaca que no caso das pessoas com obesidade mórbida, em que não deveria ser exigida a apresentação de atestado e afins, já que que o Índice de Massa Corpórea (calculado a partir do peso e da altura) pode ser aferido no local.

As comorbidades previstas no grupo prioritário do PNI são:

 

– Diabete

 

– Pneumopatias crônicas graves

 

– Hipertensão arterial resistente, hipertensão arterial estágios 1 e 2 com lesão em órgão-alvo ou hipertensão arterial estágio

 

– Insuficiência cardíaca (IC): IC com fração de ejeção reduzida, intermediária ou preservada; em estágios B, C ou D

 

– Cor-pulmonale crônico e hipertensão pulmonar primária ou secundária

 

– Cardiopatia hipertensiva

 

– Síndromes coronarianas crônicas

 

– Valvopatias: lesões valvares com repercussão hemodinâmica ou sintomática ou com comprometimento miocárdico

 

– Miocardiopatias e pericardiopatias: miocardiopatias de quaisquer etiologias ou fenótipos, pericardite crônica, cardiopatia reumática

 

– Doenças da aorta, dos grandes vasos e fístulas arteriovenosas: aneurismas, dissecções, hematomas da aorta e grandes vasos

 

– Arritmias cardíacas: arritmias cardíacas com importância clínica e/ou cardiopatia associada

 

– Cardiopatias congênitas

 

– Portadores de próteses valvares biológicas ou mecânicas e dispositivos cardíacos

implantados

– Doença cerebrovascular

– Doença renal crônica: doença renal crônica estágio 3 ou mais e/ou síndrome nefrótica

-Imunossuprimidos: Indivíduos transplantados de órgão sólido ou de medula óssea, pessoas vivendo com HIV e CD4 <350 células/mm3, doenças reumáticas imunomediadas sistêmicas em atividade e em uso de dose de prednisona ou equivalente > 10 mg/dia ou recebendo pulsoterapia com corticóide e/ou ciclofosfamida, demais indivíduos em uso de imunossupressores ou com imunodeficiências primárias, pacientes oncológicos que realizaram tratamento quimioterápico ou radioterápico nos últimos seis meses, neoplasias hematológicas

– Anemia falciforme

 

– Obesidade mórbida: índice de massa corpórea (IMC) = 40

 

– Síndrome de down

 

– Cirrose hepática.

 

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

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CIEE abre vagas de estágio na Caixa para nível médio e técnico em todo o Brasil com bolsa salário de até R$1 mil + auxílio transporte; saiba como se inscrever

Se você estava esperando uma oportunidade de estágio na Caixa Econômica Federal a sua hora acaba de chegar, pois o governo acaba de abrir diversas vagas e os benefícios incluem bolsas auxílio que podem chegar até mil reais. Aproveite e realize a sua inscrição agora mesmo!

O prazo vai até o dia 31 de maio e o Centro de Integração Empresa Escola (CIEE) será a instituição responsável pela seleção dos candidatos. O valor da bolsa-auxílio varia de acordo com a jornada de estágio, sendo R$ 400 mensais para carga horária de 4h diárias / 20h semanais para ensino médio ou técnico; R$ 500 para carga horária de 5h diárias / 25h semanais para ensino médio ou técnico; e R$ 1.000 para carga horária de 5h diárias / 25 horas semanais para ensino superior. Além disso, será concedido auxílio-transporte no valor de R$ 130.
Saiba os requisitos para participar das vagas de estágio na caixa econômica federal
Os alunos do ensino médio ou EJA interessados no Processo Seletivo Caixa Estágio 2021 devem cursar do 1º ao 3º ano, enquanto os estudantes de cursos técnicos e/ou integrados ao ensino médio deve estar matriculados do 1º ao penúltimo semestre.
Os universitários das áreas de arquitetura e urbanismo e engenharia (diversas especialidades) devem cursar do 5º ao penúltimo semestre. Já os estudantes do curso de direito devem cursar do 5º ao 9º semestre do ensino superior. Para todos os casos, a Caixa Econômica Federal solicita que os futuros estagiários tenham ao menos seis meses disponíveis para estágio, além de idade mínima de 16 anos.
Realize a sua inscrição
Antes de efetuar a inscrição para as vagas de estágio na Caixa Econômica Federal, o estudante deverá conhecer o edital e certificar-se de que preenche todos os requisitos exigidos.
A inscrição no processo seletivo gera para o candidato apenas expectativa de ser convocado para realizar a prova e seguir com as demais etapas do processo seletivo, ficando a concretização desse ato condicionada ao surgimento de vaga compatível com seu perfil.
A inscrição e prova online serão recebidas somente via internet, que estarão disponíveis até o dia 31/05/2021 às 23h59min (horário de Brasília), incluindo sábados, domingos e feriados.
Não serão aceitas outras formas de inscrição. Para realizar sua inscrição no processo seletivo, o candidato deverá acessar o site do CIEE www.ciee.org.br clicar no acesso para “ESTUDANTES”, localizar na lista de “PROCESSOS SELETIVOS” o logotipo da CAIXA e clicar neste link.
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BOLETIM COVID 19 POÇÕES BAHIA 24/05/2021 MAIS UMA VITIMA DESSA DOENÇA DESSA VEZ UMA CRIANÇA DE 2 ANOS DE IDADE

Poções registrou, até esta segunda-feira (24/05), o total de 2726 casos confirmados da Covid-19. Destes, 2604 estão recuperados e 64 continuam em recuperação.
No momento, são investigados outros 117 casos notificados como suspeitos.
Mais um óbito foi confirmado pela Secretaria Municipal de Saúde, totalizando 58 mortes por complicações causadas pela doença.
O 58º óbito trata-se de uma criança, de apenas 02 anos, residente em Poções, que faleceu nesta segunda-feira, em Vitória da Conquista.
A Prefeitura de Poções reitera à população que continue com os cuidados de prevenção, fazendo o uso da máscara, a higiene das mãos e evitando aglomeração.
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Reunião entre secretários de agricultura participantes do CISUDOESTE trata do Sistema de Inspeção Municipal

As Secretarias Municipais de Agricultura de Poções e Barra do Choça, através dos secretários Jaimilson Moreira e Crésio Lima Júnior, promoveram, na manhã da última quinta-feira (20/05), uma reunião ordinária do Consórcio Intermunicipal do Sudoeste da Bahia (CISUDOESTE). O encontro aconteceu na Filarmônica 26 de Junho.
O momento serviu para tratar do Sistema de Inspeção Municipal (SIM), e contou com a participação dos secretários de agricultura de Poções, Barra do Choça, Manoel Vitorino, Bom Jesus da Serra, Planalto e Caetanos, além de demais convidados.
Na oportunidade, também esteve presente o coordenador da CAR, Antônio Neto, que fez uma importante reflexão sobre a necessidade de inspeção municipal e de como ela é de extrema importância para a economia e para a agricultura familiar. Além disso, Neto falou sobre o que impede o desenvolvimento rural e o que possa impulsioná-lo, a importância do Sistema Unificado de Atenção a Sanidade Agropecuária (SUASA) e reiterou a disponibilidade da CAR em apoiar o CISUDOESTE e o SIM, sobretudo para impulsionar aqueles produtos e produtores que estão no anonimato.
De um modo geral, os participantes destacaram a importância do SIM para a economia e para a agricultura familiar.
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URGENTE-Hospitais públicos de Salvador estão com 100% de ocupação das UTIs adulto para Covid-19; privados têm taxa superior a 80%

Entrada do Hospital Eládio Lasserre, no bairro de Cajazeiras, que registrou 100% de ocupação dos leitos de UTI adulto, nesta segunda (24) — Foto: Divulgação/Sesab

Entrada do Hospital Eládio Lasserre, no bairro de Cajazeiras, que registrou 100% de ocupação dos leitos de UTI adulto, nesta segunda (24) — Foto: Divulgação/Sesab

Quatro unidades da rede pública de saúde, com leitos para tratamento de pacientes com Covid-19, registraram taxa de 100% de ocupação da Unidade de Terapia Intensiva (UTI) adulto, nesta segunda-feira (24). Além disso, três hospitais da rede particular estão com taxa acima dos 80%.

Não há vagas de UTI no Hospital Eládio Lasserre, Hospital de Campanha Itaigara, Hospital de Campanha Centro de Iniciação Esportiva 100% e na Maternidade Professor José Maria de Magalhães Neto.

Além disso, a rede pública registra 95% de ocupação dos leitos de UTI no Hospital Especializado Salvador e no Hospital Municipal de Salvador. Já no Hospital do Subúrbio, a taxa é de 92%.

Na rede particular,

, o que registra maior índice de ocupação dos leitos de UTI adulto é o Hospital Jorge Valente, com 82%. Em seguida estão o Hospital São Rafael e o Hospital da Bahia, ambos com 81%.

Outras quatro unidades estão com taxa de ocupação acima dos 70%. São elas: Hospital Português (79%), Hospital Santa Isabel (78%), Hospital Cardio Pulmonar (76%) e Hospital Aliança (74%).

De acordo com boletim da Secretaria Estadual de Saúde (Sesab), a taxa de ocupação dos leitos de UTI adulto na capital é de 80%. Já na ocupação geral, o índice é de 77%.

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Receita Federal apreende 637 kg de cocaína no porto de Salvador

Receita Federal apreende 637 kg de cocaína no porto de Salvador

Foto: Divulgação

A Receita Federal, em operação conjunta com a Polícia Federal, apreendeu cerca de 637 kg de cocaína no porto de Salvador, nesta segunda-feira (24).

 

Segundo a assessoria de imprensa da Receita, a droga estava dentro de uma carga de rolos de polímero – material usado para embalagem de mercadorias – que seria embarcada em um navio com destino ao porto de Antuérpia, na Bélgica. O material é foi avaliado em R$ 124,1 milhões.

 

De acordo com o órgão, a droga seria embarcada no mesmo navio onde também seriam embarcados os 244,5 kg de cocaína, apreendidos também no porto de Salvador, na última sexta-feira (21), numa carga de celulose.
Essa foi a terceira apreensão de cocaína pela Receita Federal em 2021 no porto da capital.

 

No ano passado, foram apreendidas 6,7 toneladas de cocaína no terminal soteropolitano e mais 2 toneladas no porto de Ilhéus.

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Saúde enviou 265 mil unidades de remédios sem eficácia para tratar Covid em indígenas

Saúde enviou 265 mil unidades de remédios sem eficácia para tratar Covid em indígenas

Foto: Arquivo Pessoal / Yanama Kuikuro

O Ministério da Saúde distribuiu pelo menos 265 mil comprimidos de cloroquina, azitromicina e ivermectina a indígenas em cinco estados, com o propósito de tratar infecções pelo novo coronavírus. Os três medicamentos não têm eficácia para Covid-19.
Parte dessas drogas foi comprada diretamente por DSEIs (Distritos Sanitários Especiais Indígenas), vinculados ao ministério e com atuação de saúde na ponta, junto às comunidades.
Um informe técnico da Sesai (Secretaria Especial de Saúde Indígena), de junho de 2020, orientou os DSEIs a “instruir seus respectivos processos de aquisição” de cloroquina e hidroxicloroquina, caso municípios e estados se negassem a fornecer o medicamento.
O envio maciço de medicamentos sem eficácia a indígenas entrou no foco da CPI da Covid no Senado. A estratégia da atual gestão do Ministério da Saúde e do general da ativa Eduardo Pazuello, que impulsionou a prática ao longo de sua administração na pasta, é sustentar que os comprimidos se destinaram aos tratamentos previstos na bula.
A cloroquina, por exemplo, é usada no tratamento de malária. A doença atinge cerca de 194 mil brasileiros por ano, dos quais 193 mil (99,5%) na região amazônica.
A azitromicina é um antibiótico usado principalmente no tratamento de doenças respiratórias. E a ivermectina se destina a infecções por parasitas.
Documentos e registros do próprio ministério contrariam a versão de que as compras e distribuição dos medicamentos se destinaram a essas doenças, e não para Covid-19.
Notas de empenho referentes a compras de azitromicina pelos DSEIs Alto Purus, no Acre, e Cuiabá registram que a aquisição do medicamento se destinou ao “enfrentamento da emergência de saúde pública decorrente do Covid-19” ou a “medidas de controle de infecção humana pelo novo coronavírus (Covid-19)”. O empenho é a autorização para o gasto.
Para o tratamento de indígenas no Acre foram adquiridos 20 mil comprimidos de azitromicina com dosagem de 500 mg. É a mesma especificação recomendada em nota técnica do Ministério da Saúde, atualizada em maio, que embasa o combo de medicamentos sem eficácia para Covid-19: cloroquina, hidroxicloroquina, azitromicina e Tamiflu, este último recomendado para gripe.
Cada comprimido saiu por R$ 1,82. O valor total foi de R$ 36,4 mil.
A azitromicina adquirida pelo DSEI Cuiabá também tinha dosagem de 500 mg. O valor unitário foi de R$ 1,25. Os 20 mil comprimidos custaram R$ 25 mil.
Também houve compras de antibióticos por DSEIs em Mato Grosso, para os indígenas do Xingu e para os xavantes, e em Rondônia, para etnias como suruí, cinta larga e terena.
As compras são informadas num portal alimentado pelo Ministério da Saúde, chamado Localiza SUS, criado para divulgar os gastos e ações de combate à pandemia.
O mesmo Localiza SUS faz um detalhamento do envio de 100,5 mil comprimidos de cloroquina, todos eles destinados a indígenas em Roraima. O objetivo foi o tratamento de Covid-19, segundo o portal.
Do total distribuído, 39,5 mil se destinaram aos yanomami em Roraima. O restante foi usado em comunidades da terra indígena Raposa Serra do Sol.
Há ainda distribuições feitas pela Aeronáutica e cujos destinos a Força Aérea Brasileira mantém ocultos, como a Folha mostrou em reportagem publicada no último dia 6.
Um desses transportes foi para a região chamada Cabeça do Cachorro, no Amazonas, na fronteira com a Colômbia e a Venezuela. Pelo menos 1,5 mil comprimidos de cloroquina foram transportados para o local, onde estão 23 etnias.
Também houve uma compra direta de cloroquina pelo DSEI de Vilhena (RO). Segundo os registros do Localiza SUS, a aquisição está associada a ações contra a Covid-19.
É a mesma situação de aquisições de 24 mil comprimidos de ivermectina pelos DSEIs Alto Rio Negro, que atende a Cabeça do Cachorro, e Xingu, em Mato Grosso.
O Ministério da Saúde distribuiu ainda 370,2 mil cápsulas de Tamiflu a indígenas em 16 estados. A pasta registra que o medicamento se destinou ao combate à influenza, mas o Tamiflu integra o kit do chamado “tratamento precoce” de Covid-19, previsto em protocolo ainda em vigência.
A Folha questionou o ministério sobre cada compra e distribuição a indígenas de medicamentos sem eficácia para Covid-19. “O antimalárico é adquirido e enviado regularmente a 25 DSEIs que estão em área endêmica”, disse, em nota, em relação à cloroquina.
“Azitromicina e ivermectina são medicamentos que constam na Rename (Relação Nacional de Medicamentos Essenciais) e utilizados em diversos tratamentos de atenção primária do SUS. A aquisição de medicamentos da Rename é feita a partir das demandas de atendimento dos DSEIs”, afirmou.
Segundo o ministério, serviços básicos de saúde não foram suspensos durante o pico da pandemia. “Somente em 2020, foram realizados mais de 12,1 milhões de atendimentos nas aldeias, e contratados mais 700 profissionais para reforçar a assistência em saúde.”
Na CPI da Covid, no segundo dia de depoimento, Pazuello negou que sua gestão tivesse distribuído medicamentos do “tratamento precoce” aos DSEIs. A negativa ocorreu na quinta-feira (20), em resposta a questionamentos do senador Fabiano Contarato (Rede-ES).
O general da ativa contou outras mentiras em seus depoimentos na CPI, em relação a vacinas e à crise do oxigênio em Manaus em janeiro, o que despertou a reação de senadores não alinhados ao governo de Jair Bolsonaro.

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Brumado: Material utilizado para caça ilegal em área de preservação é apreendido

Brumado: Material utilizado para caça ilegal em área de preservação é apreendido

Foto: Reprodução

Agentes do Pelotão de Emprego Tático Operacional (Peto), da 34ª Companhia de Independente de Polícia Militar (CIPM), apreenderam, na noite deste domingo (23), um material utilizado em caça ilegal em área de preservação ambiental de uma mineradora da cidade de Brumado, no Sertão Produtivo.

De acordo com o site Achei Sudoeste, um homem que atua como vigilante da empresa teria acionado a polícia após suspeita do crime no local. O rapaz ainda teria informado  que os supostos autores teriam fugido.  O material apreendido foi levado para a Delegacia Territorial de Brumado. Ninguém foi detido.

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Bahia pode ter 50% da população imunizada até julho caso Anvisa libere Sputnik V, diz Rui

Bahia pode ter 50% da população imunizada até julho caso Anvisa libere Sputnik V, diz Rui

Foto: Gabriel Lopes/ Bahia Notícias

A novela para a liberação da vacina Sputnik V para uso em território brasileiro voltou a ser tema de críticas do governador da Bahia, Rui Costa. Durante entrevista nesta segunda-feira (24), Rui sugeriu que, caso o imunizante seja autorizado, a Bahia pode atingir até 50% da população imunizada até o final de julho. “Estamos lutando para trazer vacinas”, disse.

 

“Na sexta-feira formalizamos os últimos documentos vindos da Rússia, no formato que a burocracia da Anvisa queria e agora esperamos que agora finalmente autorizem a importação até maio. Seriam 7 milhões que estariam aqui. Como a Bahia comprou cerca de 30% das doses, já teríamos 2 milhões de vacinas”, explicou o chefe do Executivo baiano.

 

“Até final de julho teríamos 10 milhões de vacinas imunizando 5 milhões de baianos. Nós chegaríamos, na pior das hipóteses, no final de julho, com 8 milhões de baianos imunizados. . Essas vacinas Sputnik são fundamentais para a gente chegar em julho respirando aliviado e passando de 50% da população imunizada”, detalhou Rui.

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Atenção: 8ª CIPM EMITE NOTA DE PESAR PELO FALECIMENTO DO SUBTENENTE PM MILTON JUNIOR

É com profundo pesar que informamos o falecimento do Subtenente PM Milton Rodrigues da Silva Junior, que ocorreu na noite deste domingo (23/05). O ST Milton Jr., que trabalhou muitos anos na 8ª CIPM, estava lotado atualmente na 92ª CIPM/Vitória da Conquista e veio a falecer após complicações decorrentes de um procedimento cirúrgico que foi submetido no mesmo dia.

O sepultamento acontecerá em Itapetinga. Mas, até então, está sem previsão. A 8ª CIPM se solidariza com familiares, colegas e amigos do ST Milton Jr. neste momento difícil.

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