A Guarda nacional bolivariana da Venezuela abriu o fogo e matou uma pessoa na fronteira com o Brasil. Segundo as primeiras informações, os tiros foram disparados contra um grupo de civis partidários da oposição, ferindo pelo menos 12 pessoas. O grupo de opositores estava tentando manter aberto um segmento da fronteira com o Brasil para permitir a entrega de ajuda humanitária. O governo da Venezuela tinha decretado o fechamento indeterminado da fronteira sul na última quarta-feira (20). Uma decisão tomada em resposta a oferta de ajuda humanitária apresentada pelo governo brasileiro.

O tiroteio teria ocorrido as 6h30 locais, 7h30 no horário de Brasília, desta sexta-feira (22). Um comboio militar teria atacado a comunidade indígena do vilarejo de Kumarakapai, no sul do país, que fica na principal artéria que liga a Venezuela ao Brasil. Os soldados teria disparado usando fuzis de assalto contra a população, matando Zorayda Rodriguez, 42 anos, e ferindo outras 12 pessoas. Quatro delas estariam em estado grave. Essa é a primeira morte violenta registrada desde o começo da fase final da crise política na Venezuela, em janeiro de 2019. Entretanto, segundo o jornal venezuelano “El Nacional”, haveria um segundo morto.

Um porta-voz do Ministério das Comunicações da Venezuela afirmou que não é possível ainda comentar o incidente. Os ativistas vítimas do ataque pertenciam à tribo indígena Pemones. Os índios venezuelanos se uniram ao esforço da oposição para levar a ajuda humanitária doada por vários países à população venezuelana.
Entretanto, o governo de Caracas considera essas ajudas como uma ingerência em assuntos domésticos da Venezuela. Isso porque boa parte dos países donatários reconheceu o autoproclamado presidente Juan Guaidó e exigiu a renúncia do ditador Nicolás Maduro. Por isso, o governo de Maduro decretou o bloqueio total do ingresso de ajuda humanitária do exterior. Além disso, o Executivo da Venezuela impôs o fechamento das fronteiras com o Brasil e a Colômbia. Brasil em primeira linha O governo brasileiro criou uma força-tarefa para enviar ajuda humanitária para a Venezuela. O Executivo informou que a partir de sábado (23) serão enviados alimentos e medicamentos, “ao povo da Venezuela”. Os produtos serão transportados até as cidades de Boa Vista e Pacaraima, em Roraima.
Lá, seriam carregados em caminhões venezuelanos, conduzidos por cidadãos venezuelanos até o território da Venezuela. Nenhum brasileiro cruzará a fronteira com os produtos, que serão transportados por venezuelanos. A operação é realizada em cooperação com os Estados Unidos. O governo da Venezuela reagiu a essa operação mobilizando as Forças Armadas na fronteira com o Brasil. Tanques de guerra e soldados foram enviados na divisa entre os dois países. As tropas foram concentradas na cidade venezuelana de Santa Elena, a cerca de 15 km da fronteira com o Brasil.








Esse ódio de morte é sentença.


Um tiroteio em uma sinagoga de Pittsburgh, na Pensilvânia (EUA), deixou 11 mortos e 6 feridos na manhã deste sábado (27). A informação sobre as vítimas foi confirmada pelo diretor de segurança pública de Pittsburgh, Wendell Hissrich./i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2018/s/B/WWPxiXSGOXz5loB4vyXQ/ap18300817821947.jpg)
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