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:: ‘mundo’

Modelo sofre mal súbito e morre durante desfile no São Paulo Fashion Week

O modelo Tales Soares, cujo nome artístico é Talles Cotta, morreu após um mal súbito, neste sábado (27), durante o desfile da Ocksa, estreante no São Paulo Fashion Week, quando estava dando a volta de retorno.

Ele caiu assim que virou para sair da passarela. A equipe de socorristas do evento logo o atendeu, colocando-o na maca aos olhares atônitos da plateia. Em seguida, levaram-no para o Pronto Socorro da Lapa. Tales também já havia desfilado para a Ratier.

Confira a nota de esclarecimento do evento:

“O SPFW acaba de receber a notícia do falecimento do modelo Tales Soares, que  teve um mal súbito durante o desfile da Ocksa. Ele foi prontamente atendido pela equipe de socorristas do evento  e em seguida levado ao hospital, mas infelizmente não resistiu. Lamentamos esta fatalidade e prestamos nossas sinceras condolências à família de Tales. Junto com a agência Base MGT, estamos prestando toda a assistência necessária neste triste momento.”

 

Maiquinique: barragem com risco maior que Brumadinho e Mariana é interditada

A Superintendência Regional do Trabalho na Bahia (SRT-BA) interditou, nesta segunda-feira (9), instalações e locais de trabalho de uma barragem de rejeitos de mineração no município de Maiquinique, sudoeste da Bahia, por risco de rompimento e inundação.

A interdição foi decretada pela Agência Nacional de Mineração (ANM), que classificou a barragem como categoria de risco alto, tornando a represa uma das três de maior ameaça no país. As barragens de Brumadinho e Mariana, onde aconteceram as tragédias que deixaram centenas de mortos em Minas Gerais eram consideradas de risco baixo.

O perigo foi avaliado por auditores-fiscais que constataram a gravidade iminente de acidente de trabalho, que pode resultar em morte ou lesão grave à integridade física ou à saúde de cerca de 150 trabalhadores.

De acordo com o relatório técnico de interdição emitido pelos auditores, entre os problemas de segurança e saúde no trabalho está a falta de instrumentos para monitorar a barragem, que tem sinais de falha da estrutura.

O relatório diz ainda que a mineradora Grafite do Brasil tem conhecimento de todas as irregularidades encontradas no local e deixa de adotar as medidas corretivas necessárias. Segundo a SRT, essas medidas são apontadas nas fichas de inspeção feitas por um engenheiro empregado da própria mineradora.

A mineradora Grafite do Brasil é formada pelas empresas Samaca Ferros Ltda e Extrativa Metalquímica S/A. O G1 tentou contato com a Grafite do Brasil, mas não conseguiu falar até a publicação desta reportagem.

Parabéns a todos os verdadeiros profissionais que leva a notícia até vocês com verdade, ética e sinceridade.

Adriano Cruz

7 de abril – Dia do Jornalista – Pelo reconhecimento e valorização dos que buscam a verdade com esforço e paixão

Ser jornalista é buscar entender a realidade para possibilitar que outros a entendam; é verificar os fatos para que opiniões pessoais não prevaleçam; é ouvir os que têm e os que não têm voz e levar para a esfera pública a diversidade de opiniões; é lutar para que os interesses pessoais não se sobreponham aos públicos; é honrar a profissão que se confunde com missão de servir à humanidade.

Neste 7 de abril, Dia Nacional do Jornalista, a Federação Nacional dos Jornalistas (FENAJ) saúda e homenageia a categoria. À sociedade, pede o reconhecimento e a valorização dos/das profissionais que têm o compromisso ético de buscar a verdade e de reportá-la.

Neste momento de crise geral, em que a desinformação provoca retrocessos históricos no Brasil e em vários outros países, é preciso que as sociedades democráticas valorizem o Jornalismo como atividade essencial à democracia, e reconheçam o/a jornalista como profissionais indispensáveis ao fazer jornalístico.

Desinformação se combate com mais informação. Mas no Brasil, infelizmente, a categoria dos jornalistas tem sido vítima de demissões em massa, arrocho salarial, precarização das relações de trabalho e cerceamento à sua autonomia profissional, ocorridas nos próprios locais de trabalho.

Além das questões específicas, como trabalhadores/as, os/as jornalistas também estão sofrendo as consequências da contrarreforma trabalhista, aprovada no governo Temer, que retirou direitos trabalhistas, contribuindo ainda mais para a precarização das relações de trabalho e achatamento salarial.

E enfrentam outra grande ameaça: a proposta de reforma da Previdência que, na prática, tem como objetivo acabar com a seguridade social, incluída a Previdência Pública.

Como se não bastassem os ataques aos direitos conquistados historicamente pelos/as trabalhadores/as brasileiros/as, os/as jornalistas também são vítimas diretas dos recorrentes atentados às liberdades de expressão e de imprensa. É preciso reafirmar que sem essas liberdades e sem democracia nas comunicações, não há democracia real.

A FENAJ celebra o Dia do Jornalista, mas também chama cada profissional a cumprir o seu papel, honrando o compromisso da categoria que é com a busca da verdade e a produção de informação ética e plural.

A FENAJ também chama os/as jornalistas a se somarem ao conjunto da classe trabalhadora brasileira para resistir aos ataques aos direitos trabalhistas e sociais. Sem ações de resistência, sem esperança e sem luta não há conquistas possíveis.

Brasília, abril de 2019.

Federação Nacional dos Jornalistas – FENAJ.

Tragédia: Fábrica explode e desaba sobre a filha do dono no RS; veja vídeo

Uma jovem de 20 anos morreu na terça-feira (2) após uma explosão na fábrica de pallets onde trabalhava, na cidade de Marau, Norte do Rio Grande do Sul. Conforme relatos de colegas, após o barulho, parte do prédio desabou e incendiou. Um vídeo, cedido pela Polícia Civil, mostra o momento da explosão. Assista abaixo.

Gabriela Domeneghini Lunardi operava uma máquina que faz tratamento das peças de madeira. Cerca de 10 funcionários trabalhavam na empresa no momento do acidente. Gabriela estava sozinha no local do desabamento. Ela é filha do proprietário da fábrica. Assista:

As causas da explosão serão investigadas pela Polícia Civil.

“Começou com uma parte mais superior do prédio e os bombeiros rapidamente controlaram [o incêndio]. Então provavelmente foi a queda do prédio, colapso do prédio, que veio levar a óbito essa vítima”, disse o delegado Norberto Rodrigues.

Gilberto Oliveira, colega de Gabriela, disse que tentou socorrer a jovem. “Olhamos para a explosão que deu a chama já tava em alta ali, tentamos socorrer ela e ver se achava, no momento não foi localizado. De manhã, eu cumprimentei ela, tava sorrindo alegre. Foi muito difícil, lamentavelmente a gente queria que fosse só o material”, lamentou.

G1

Depressão não é uma piada. Você pode ver alguém sorrindo, mas por dentro eles estão morrendo .

TERRORISMO- Ataques a mesquitas deixam ao menos 49 mortos na Nova Zelândia

Redes sociais enfrentam problemas de envio de mídia em vários países

O WhatsApp está com problema para enviar mídias na tarde desta quarta-feira (13). Segundo relatos de algumas pessoas no Twitter, o mensageiro está fora do ar e não consegue mandar áudio, imagem e vídeo, inclusive no Status. O Down Detector, site que detecta o funcionamento de serviços online, registrou um aumento de reclamações sobre o aplicativo às 13h50 de hoje. Aparentemente, a falha atinge o Brasil, vários países da Europa e também parte dos Estados Unidos.
O problema do WhatsApp ocorre no mesmo dia em que o Facebook e o Instagram enfrentam instabilidade. Usuários não conseguem comentar ou publicar conteúdo no Facebook. No Instagram, uma das mensagens exibidas é “Erro de rede desconhecido”, a outra é “Ops. Ocorreu um erro. Estamos trabalhando para resolvê-lo o mais rápido possível”. Procurada pelo TechTudo, a assessoria do aplicativo ainda não se pronunciou sobre o bug.
O problema atinge o mensageiro para Android, iPhone (iOS), além da versão Web da plataforma. Ao tentar mandar uma mídia – imagem, vídeo ou áudio – para um amigo, o WhatsApp fica carregando e não consegue enviar o conteúdo. Outros serviços do aplicativo de bate-papo, como mensagens de texto e chamadas de voz, não foram afetados até o momento.
Vale lembrar que esta não é a primeira vez que o WhatsApp fica fora do ar em 2019. No mês de janeiro, o WhatsApp parou de funcionar por alguns minutos. Outro bug com um aplicativo de Mark Zuckerberg ocorreu em fevereiro, quando o Instagram apresentou erro para carregar o feed, além de uma falha que reduziu o número de seguidores de vários usuários da rede social. Em novembro de 2018, o Facebook e Instagram também apresentaram instabilidades. Na ocasião, o problema ocorria na hora de baixar imagens e o aviso exibido era “Falha no download – Formato do arquivo não é suportado”.

O PRESIDENTE DA CÂMARA MUNICIPAL DE POÇÕES PARABENIZA TODAS AS MULHERES PELO SEU DIA [8 MARÇO DIA INTERNACIONAL DA MULHER ]

Manifestantes e militares venezuelanos entram em confronto na fronteira com o Brasil

Venezuela

 

Um confronto entre opositores e militares venezuelanos na linha fronteiriça teve pedras, coquetel molotov, gás lacrimogêneo e ao menos um ferido no final da tarde do último sábado (23). Um porta-voz do Exército brasileiro disse que foi uma “pequena rusga na fronteira”.
O incidente foi iniciado por algumas dezenas de manifestantes venezuelanos concentrados do lado brasileiro, alguns deles alcoolizados. Eles queimaram uma base de vigilância e lançaram pedras e coquetéis molotov contra militares venezuelanos.
As forças do regime de Nicolás Maduro reagiram lançando pedras de volta e bombas de gás lacrimogêneo. Houve sons de tiro, mas ninguém foi alvejado. Algumas pessoas estavam postadas na base das duas bandeiras que marcam a linha de fronteira. Um manifestante foi socorrido desacordado.
Após o incidente, o coronel brasileiro Jacaúna de Souza disse a jornalistas que foi “foi um episódio lamentável. Ninguém esperava que isso acontecesse no nosso território. Recebemos uma chuva de gás lacrimogêneo. Esperamos que isso não fique assim. Que alguma coisa seja feita pelo nosso governo”.
Questionado se considerava o incidente um ataque, respondeu que houve uma “pequena rusga na fronteira”: “A fronteira está reforçada, protegida. Não existe mínima possibilidade de sermos invadidos.” Em entrevista à TV Globo, o coronel Souza disse que os militares venezuelanos também fizeram disparos com munição real contra os manifestantes.
Em uma demonstração de força, o regime do ditador da Venezuela, Nicolás Maduro, impediu neste sábado (23) a entrada de toneladas de alimentos, remédios e itens de primeira necessidade enviados pelos EUA pelas fronteiras de Brasil e Colômbia.

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