
:: ‘Geral’
Coorpin de Itabuna prende suspeito de tráfico
Investigadores da 6ª Coordenadoria de Polícia do Interior (Coorpin/Itabuna) prenderam, nesta sexta-feira (9), um homem por tráfico de drogas e posse ilegal de munições, no bairro Alto dos Canecos, naquele município. A ação visava a cumprir um mandado de busca e apreensão, mas a existência do flagrante dos dois crimes motivou a captura do suspeito.FEIRA DE SANTANA-Cocaína e maconha apreendidas com dois homens em Feira
Dois homens foram presos na sexta-feira (9), após a Delegacia de Tóxicos e Entorpecentes (DTE) de Feira de Santana, cumprir mandado de busca e apreensão no bairro São João, naquele município. Com a dupla, foram encontrados sete quilos de cocaína, seis kg de maconha e duas balanças.Simões Filho -Homem apontado por transportar armamento para quadrilha é preso
Em desdobramento da terceira fase da Operação Lilith, realizada pelo Departamento de Polícia Metropolitana (Depom), policiais da 22ª Delegacia Territorial (DT) de Simões Filho, prenderam um homem investigado por transportar armamento e munições para uma quadrilha no bairro Góes Calmon.Bolsonaro, visivelmente perdido e assustado, agride Barroso

Com 4.190 mortes por Covid em 24 horas, Brasil tem segundo pior dia na pandemia
O Brasil registrou 4.190 mortes por Covid-19 nas últimas 24 horas, totalizando nesta quinta-feira (8) 345.287 vítimas desde o início da pandemia. Essa é a segunda pior marca em um dia até aqui. Com isso, a média móvel de mortes no país nos últimos 7 dias ficou em 2.818. Em comparação à média de 14 dias atrás, a variação foi de +17%, indicando tendência de alta nos óbitos pela doença.
Os números estão no novo levantamento do consórcio de veículos de imprensa sobre a situação da pandemia de coronavírus no Brasil, consolidados às 20h desta quinta. O balanço é feito a partir de dados das secretarias estaduais de Saúde.
A nova marca de óbitos impressiona mais que o recorde de terça-feira (6), quando foram registradas 4.211 mortes. Isso porque é habitual que, justamente às terças, os números fiquem acima da média, em decorrência do represamento de dados do fim de semana – o que ficou ainda mais evidente em razão do feriado da Páscoa.
Já são 78 dias seguidos no Brasil com a média móvel de mortes acima da marca de mil; o país completa agora 23 dias com essa média acima dos 2 mil mortos por dia; e é o décimo terceiro dia com a média acima da marca de 2,5 mil.
Veja a sequência da última semana na média móvel:
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Evolução da média móvel de mortes no país na última semana. Número voltou a ficar acima de 2,8 mil após 5 dias abaixo — Foto: Editoria de Arte/G1
- Sexta (2): 3.006
- Sábado (3): 2.800
- Domingo (4): 2.747
- Segunda (5): 2.698
- Terça (6): 2.775
- Quarta (7): 2.744
- Quinta (8): 2.818
Em casos confirmados, desde o começo da pandemia 13.286.324 brasileiros já tiveram ou têm o novo coronavírus, com 89.293 desses confirmados no último dia. A média móvel nos últimos 7 dias foi de 63.372. Isso representa uma variação de -16% em relação aos casos registrados em duas semanas, o que indica tendência de queda nos diagnósticos.
Onze estados e o Distrito Federal estão com alta nas mortes: PR, ES, MG, RJ, SP, DF, MS, AP, CE, MA, PE e PI.
Brasil, 8 de abril
- Total de mortes: 345.287
- Registro de mortes em 24 horas: 4.190
- Média de novas mortes nos últimos 7 dias: 2.818 (variação em 14 dias: +17%)
- Total de casos confirmados: 13.286.324
- Registro de casos confirmados em 24 horas: 89.293
- Média de novos casos nos últimos 7 dias: 63.372 por dia (variação em 14 dias: -16%)
Estados
- Subindo (11 estados e o Distrito Federal): PR, ES, MG, RJ, SP, DF, MS, AP, CE, MA, PE e PI
- Em estabilidade (11 estados): GO, MT, AC, AM, PA, RR, TO, AL, PB, RN e SE
- Em queda (4 estados): RS, SC, RO e BA
Essa comparação leva em conta a média de mortes nos últimos 7 dias até a publicação deste balanço em relação à média registrada duas semanas atrás (entenda os critérios usados pelo G1 para analisar as tendências da pandemia).
Vale ressaltar que há estados em que o baixo número médio de óbitos pode levar a grandes variações percentuais. Os dados de médias móveis são, em geral, em números decimais e arredondados para facilitar a apresentação dos dados.
Vacinação
Balanço da vacinação contra Covid-19 desta quinta-feira (8) aponta que 22.170.108 pessoas já receberam a primeira dose de vacina contra a Covid-19, segundo dados divulgados até as 20h. O número representa 10,47% da população brasileira.
A segunda dose já foi aplicada em 6.357.779 pessoas (3% da população do país) em todos os estados e no Distrito Federal.
No total, 28.527.887 doses foram aplicadas em todo o país.
Variação de mortes por estado
Sul
- PR: +21%
- RS: -20%
- SC: -21%
Sudeste
- ES: +38%
- MG: +53%
- RJ: +66%
- SP: +28%
Centro-Oeste
- DF: +30%
- GO: +10%
- MS: +42%
- MT: +14%
Norte
- AC: 0%
- AM: -2%
- AP: +22%
- PA: -2%
- RO: -20%
- RR: -10%
- TO: -9%
Nordeste
- AL: +4%
- BA: -16%
- CE: +55%
- MA: +31%
- PB: +3%
- PE: +24%
- PI: +28%
- RN: -4%
- SE: +8%
‘Não resta a menor dúvida sobre a autoria do crime’, diz delegado sobre a morte do menino Henry
O delegado Henrique Damasceno, responsável pela investigação da morte do menino Henry Borel, afirmou nesta quinta-feira (8) ter certeza de que o vereador Dr. Jairinho foi o autor das agressões que mataram o menino e de que a mãe dele, Monique Medeiros, foi conivente (veja vídeo acima). O casal foi preso na casa de parente de Monique em Bangu, Zona Oeste do Rio, nesta quinta-feira (8).
Não resta a menor dúvida, em relação aos elementos que nós temos, sobre a autoria do crime, dos dois’, disse o delegado.
De acordo com Damasceno, a investigação ainda não foi encerrada, mas já há “provas muito fortes, muito convincentes, a respeito de toda essa dinâmica e da participação de cada um deles”.
Veja abaixo vídeo que mostra fatos que levaram à prisão do casal. Ao final da reportagem, infográfico reconta em ordem cronológica o que aconteceu no dia da morte do menino.
Caso Henry: fatos que levaram à prisão de Doutor Jairinho e da mãe do menino
As declarações do delegado foram dadas em entrevista coletiva com membros da Polícia Civil e do Ministério Público após as investigações que resultaram na prisão de Monique Medeiros e do vereador Dr. Jairinho (expulso do Solidariedade) nesta quinta-feira.
Delegado não viu ameaças de Jairinho à mãe de Henry
Questionado sobre a possibilidade de Monique ter sido ameaçada por Jairinho, Damasceno disse que não.
“Com bastante sinceridade, não é isso que percebi [que ela tenha sido ameaçada]. Ela teve inúmeros momentos em que ela poderia ter falado conosco, o depoimento foi bastante longo e ela se mostrou bastante à vontade em vários pontos dele”, declarou o chefe da investigação.

Morte Henry: o que diz o laudo e quais foram as lesões encontradas no corpo do menino
O delegado disse que jamais teria pedido a prisão da mulher se “imaginasse, minimamente, qualquer possibilidade de coação nesse tipo de circunstância”.
A mãe e o padrasto do menino Henry Borel, morto com sinais de violência no começo de março, foram presos por homicídio duplamente qualificado, por tentar atrapalhar as investigações do caso e por ameaçar testemunhas para combinar versões.
Como revelado pela polícia, uma conversa por mensagens de WhatsApp entre a mãe da criança e a babá mostrou que Henry foi agredido pelo padrasto semanas antes de morrer. O diálogo também mostrou que Monique sabia da agressão sofrida no dia 12 de fevereiro (veja vídeo abaixo).

Mãe não afastou o filho e protegeu o agressor
Ainda de acordo com o delegado, a mãe não só se omitiu, como também protegeu o namorado.
“Ela esteve em sede policial, em depoimento, por mais de 4 horas, apresentando uma declaração mentirosa, protegendo o assassino do próprio filho. Não há a menor dúvida, que ela não só se omitiu, quando a lei exigia que ela deveria fazer [relatar o crime], como também concordou com esse resultado”, afirmou Damasceno.
Marcos Kac, promotor do MPRJ, afirmou que a hipótese de acidente, defendida pela mãe de Henry para a morte do menino, foi descartada na investigação.
“Essa certeza veio vindo ao longo da investigação. A gente colheu uma série de depoimentos contraditórios, que contrariavam a verdade. Evoluindo essa investigação, a gente conseguiu constatar que a hipótese de acidente era descartada”, explicou Kac.

VÍDEO: O que se sabe sobre a morte do menino Henry Borel, no Rio
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Arte mostra a cronologia do dia da morte de Henry Borel, o que houve no apartamento e o laudo da necropsia — Foto: Infografia: Amanda Paes e Elcio Horiuchi/G1
Resumo do caso Henry Borel
- Henry estava no apartamento onde a mãe morava com o vereador Dr. Jairinho, na Barra da Tijuca, e foi levado por eles ao hospital, onde chegou já sem vida na madrugada de 8 de março.
- O casal alegou que o menino sofreu um acidente em casa e que estava “desacordado e com os olhos revirados e sem respirar” quando o encontraram no quarto.
- Os laudos da necropsia de Henry e da reconstituição no apartamento do casal, no entanto, afastam a hipótese defendida pelos dois.
- O documento informa que a causa da morte foi hemorragia interna e laceração hepática [no fígado] causada por uma ação contundente [violenta].
- Dr. Jairinho tentou que o corpo de Henry não fosse levado ao IML, mas não conseguiu.
- A polícia diz que, semanas antes de ser morto, Henry foi torturado por Jairinho e que Monique sabia.
- Dr. Jairinho e Monique foram presos temporariamente, suspeitos de tentar atrapalhar as investigações.
- A defesa do casal afirmou que Jairinho e Monique não têm o que esclarecer sobre a morte do menino.
MALA RECEBE Rondesp a tiros no Bairro Pedrinhas final CPF cancelado
Um suspeito ainda não identificado , morreu em confronto com a Rondesp, na noite desta quarta-feira (07), no Bairro Pedrinhas em Vitória da Conquista.
As primeiras informações dão conta de que a polícia foi recebida a tiros pelo suspeito. Ele foi alvejado e encaminhado ao hospital de Base, onde foi confirmada a morte.
É #FAKE que Anvisa liberou Ivermectina e ainda ampliou sua dosagem para tratamento de Covid-19

Circula pelas redes sociais o vídeo de uma médica que diz que a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) liberou e dobrou a dose recomendada de Ivermectina para tratamento da Covid-19. É #FAKE.
A Anvisa não liberou a Ivermectina para uso em casos de Covid-19, como diz a médica. O que a agência decidiu, em setembro do ano passado, foi dispensar a retenção de receita para compra do remédio nas farmácias.
“Verificou-se que os medicamentos Ivermectina e Nitazoxanida, no momento, não se encontram sob ameaça de desabastecimento de mercado. A alteração foi adotada visando garantir o acesso da população ao tratamento de verminoses e parasitoses bastante conhecidas e bem significativas”, disse a agência, na ocasião.
A decisão de reter as receitas tinha sido tomada em julho porque a procura pelo medicamento para “prevenir” a Covid causou uma grande procura por ele e levou à falta do remédio nas farmácias, preocupando pacientes que precisavam dele para tratar doenças causadas por vermes e parasitas para as quais ele é receitado. Já a Covid-19 é causada por um vírus.
A Ivermectina faz parte do chamado “kit covid”, que consiste em uma série de medicamentos sem eficácia contra a doença, mas que, mesmo assim, têm sido defendidos e receitados por alguns médicos. Esse kit, também chamado de tratamento precoce, é criticado por médicos e entidades médicas brasileiras e internacionais pois não há, até o momento, remédio capaz de prevenir a infecção pela doença, ao contrário do que dizem os defensores do kit.
Procurada pelo G1, a Anvisa esclarece que o uso da Ivermectina é indicado apenas para as finalidades que constam de sua bula. E a Covid-19 não é uma das doenças para as quais o remédio tem eficácia comprovada.
“A Anvisa avalia e aprova a indicação que consta na bula dos medicamentos. O único medicamento com indicação em bula aprovada pela Anvisa para tratamento de Covid é o Remdesivir. Isso significa que este é o único medicamento para o qual o fabricante apresentou estudos conclusivos que demonstraram a eficácia contra Covid19.”
Ainda assim, o antiviral pode ser usado somente em pacientes internados com pneumonia e em suporte de oxigênio, sem ventilação mecânica, e não é vendido em farmácias.
“Outros medicamentos têm sido utilizados em protocolos de teste contra a doença. Este é o uso conhecido como off label e não é regulado pela Anvisa.”
De acordo com a bula, a “Ivermectina é indicada para o tratamento de várias condições causadas por vermes ou parasitas”. E indica o medicamento para tratar:
- Estrongiloidíase intestinal: causada por um parasita denominado Strongyloides stercoralis.
- Oncocercose: causada por um parasita denominado Onchocerca volvulus.
- Filariose (elefantíase): causada pelo parasita Wuchereria bancrofti.
- Ascaridíase (lombriga): causada pelo parasita Ascaris lumbricoides.
- Escabiose (sarna): causada pelo ácaro Sarcoptes scabiei.
- Pediculose (piolho): causada pelo ácaro Pediculus humanus capitis
A própria fabricante da Ivermectina, a farmacêutica Merck, fez um comunicado informando que não há dados disponíveis que sustentem a eficácia do medicamento contra a Covid-19. Fonte: G1
Com mais de 8 mil mortos em 48h, Brasil passa de 340 mil óbitos por Covid-19 País registrou 3.829 mortes e 92.625 novos casos da doença nas últimas 24h
O Brasil registrou, nesta quarta-feira (7), 92.625 novos casos de Covid-19, chegando ao total de 13.193.205 contaminados pela doença. Nas últimas 24 horas, 3.829 pessoas morrem vítimas da doença, e o país já acumula 340.776 mortes causadas pela pandemia do novo coronavírus, segundo informações divulgadas pelo Conass (Conselho Nacional de Secretários da Saúde).
Nesta terça-feira (6), o Brasil registrou o maior número de óbitos, ultrapassando pela primeira vez as 4 mil mortes, foram 4.195 vítimas registradas em apenas 24 horas. Esta é primeira vez que o país registra mais de 8 mil mortos no período de 48 horas.
São Paulo segue como o estado brasileiro com maior número de casos e de vítimas da doenças, já são mais de 79 mil mortes e mais de 2 milhões de contaminados.
Depois de São Paulo, os estados de Minas Gerais, Rio Grande do Sul, Paraná e Santa Catarina lideram, respectivamente, no número de casos e mortes gerados pela Covid-19 no Brasil.
Em São Paulo, o governador João Doria (PSDB), anunciou nesta quarta-feira (7) a ampliação do Programa Estadual de Vacinação (PEI) ao grupo de idosos de 67 anos, que serão vacinados a parir do dia 14 de abril. Os paulistas entre 65 e 66 anos também serão imunizados nesta nova etapa da campanha de vacinação, que começa no dia 21 de abril para este grupo.
Já na Paraíba, uma universidade particular de Campina Grande, recebeu autorização da Justiça para importar doses de vacina contra a Covid-19 e imunizar alunos e funcionários. A instituição é a primeira universidade privada do país a conseguir esse tipo de consentimento.
As projeções feitas por especialistas ouvidos pela CNN, de que abril deve ser um mês ainda mais letal que março, quando morreram 66,8 mil pessoas vitimadas pela Covid-19, número recorde desde o início da pandemia, começam a se concretizar.
A média diária de óbitos nos seis primeiros dias de abril já supera em 19,23% a de março. Isso representa mais de 400 mortes a mais por dia.








Não resta a menor dúvida, em relação aos elementos que nós temos, sobre a autoria do crime, dos dois’, disse o delegado.

