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Bahia registra 2.574 novos casos de Covid-19 em 24h; veja dados da doença no estado
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Bahia registra 2.574 novos casos de Covid-19 em 24h; veja dados da doença no estado — Foto: Mateus Pereira/GOVBA
A Bahia registrou, nas últimas 24 horas, 2.574 novos casos de Covid-19, segundo informações da Secretaria Estadual da Saúde (Sesab), neste domingo (18).
O boletim ainda contabilizou 75 óbitos, que apesar de terem ocorrido em diversas datas, a confirmação e registro das mortes foram realizadas neste domingo.
Dos 862.334 casos confirmados desde o início da pandemia, 828.606 são considerados recuperados e 16.425 encontram-se ativos. Do total de casos, 17.303 tiveram óbito confirmado, o que representa uma letalidade de 2,01%.
Dentre os óbitos, 55,46% ocorreram no sexo masculino e 44,54% no sexo feminino. Em relação ao quesito raça e cor, 54,64% corresponderam a parda, seguidos por branca com 21,90%, preta com 15,33%, amarela com 0,47%, indígena com 0,13% e não há informação em 7,52% dos óbitos.
O percentual de casos com comorbidade foi de 65,60%, com maior percentual de doenças cardíacas e crônicas (73,66%).
O boletim também contabiliza 1.169.727 casos descartados e 191.531 em investigação. Na Bahia, 46.580 profissionais da saúde foram confirmados para Covid-19.
Estes dados representam notificações oficiais compiladas pela Diretoria de Vigilância Epidemiológica em Saúde da Bahia (Divep-BA), em conjunto com as vigilâncias municipais e as bases de dados do Ministério da Saúde até as 17h deste domingo.
O boletim completo está disponível no site da Sesab e em uma plataforma online.
Outros dados
O boletim também traz dados sobre a situação da regulação de Covid-19 na Bahia. Às 12h deste domingo, 112 solicitações de internação em UTI Adulto Covid-19 constavam no sistema da Central Estadual de Regulação.
Outros 24 pedidos para internação em leitos clínicos adultos Covid-19 estavam no sistema. No entanto, este número é dinâmico, uma vez que transferências e novas solicitações são feitas ao longo do dia.
O outro dado que também consta no boletim é sobre a vacinação. De acordo com a Sesab 2.038.291 pessoas foram vacinadas contra a Covid-19, dos quais 622.677 receberam também a segunda dose, até as 15h deste domingo.
A Secretaria da Saúde do Estado da Bahia realiza o contato diário com as equipes de cada município a fim de aferir o quantitativo de doses aplicadas e disponibiliza as informações detalhadas no painel da vacinação.
Leitos
A Bahia tem 3.383 leitos ativos para tratamento da Covid-19. Desses, 2.456 estão com pacientes, uma taxa de ocupação geral de 73%, conforme consta no boletim deste domingo.
Desses leitos, 1.528 são de Unidade de Terapia Intensiva (UTI) para adultos e estão com taxa de ocupação de 83% (1.274 leitos ocupados).
Das UTIs pediátricas, 21 das 36 estão com pessoas internadas, o que representa uma taxa de ocupação de 58%. Já o leito clínico adulto tem ocupação de 64% e o pediátrico 66%.
Em Salvador, 1.528 leitos estão ativos, com ocupação geral de 61% (1.063 leitos ocupados). A ocupação dos leitos de UTI adulto é de 77% e pediátrica 56%.
Já os leitos de enfermaria possuem ocupação de 61% para adultos, e os leitos pediátricos estão com ocupação de 73%.
Pesquisa semanal CNM: 975 Municípios afirmam risco de ficar sem o kit intubação
Mesmo com a melhora do cenário de desabastecimento para o enfrentamento da Covid-19, 975 Municípios afirmam que têm o risco iminente de ficar sem medicamentos do chamado “kit intubação” para atendimento de pacientes em estado grave. A pesquisa semanal da Confederação Nacional de Municípios (CNM) – de 12 a 15 de abril – mostrou ainda a preocupação de 391 gestores com a possibilidade de faltar oxigênio. Na pesquisa anterior, esses números eram 1.207 e 589, respectivamente.
Sobre a gestão da aplicação de vacinas pelos gestores municipais, 1.449 Municípios optam por guardar a segunda dose da vacina para garantir a imunização do público prioritário, enquanto 1.426 optam por aplicar todas as doses enviadas pelo Ministério da Saúde. De modo geral, apenas 85 das 5.568 prefeituras afirmaram fazer estoque dos imunizantes sem que seja para segunda dose.Sobre a gestão da aplicação de vacinas pelos gestores municipais, 1.449 Municípios optam por guardar a segunda dose da vacina para garantir a imunização do público prioritário, enquanto 1.426 optam por aplicar todas as doses enviadas pelo Ministério da Saúde. De modo geral, apenas 85 das 5.568 prefeituras afirmaram fazer estoque dos imunizantes sem que seja para segunda dose.
Mais de 2,8 mil gestores municipais confirmaram a informação de capacidade para aumentar as imunizações, se a quantidade de vacinas disponíveis nos Municípios fosse maior.
Enquanto 1.339 receberam doses com a capacidade de dez aplicações, 1.435 afirmam ter recebido doses com menos aplicações e 107 afirmam ter tido problemas com a extração do líquido do frasco.
Polícia apreende 130 mil carteiras de cigarros falsificados
Cento e trinta mil carteiras de cigarros falsificados foram apreendidas com um homem na noite de quinta-feira (15), por policiais da 8ª Coordenadoria Regional de Polícia do Interior (Coorpin) de Teixeira de Freitas. As 180 caixas de cigarros foram encontradas em um fundo falso de um caminhão e em uma van.Decarga recupera carga roubada de óleo avaliada 280 mil
Avaliada em R$ 280 mil, carga de óleo roubada na última sexta-feira (9), foi recuperada por policiais da Delegacia de Repressão aos Roubos de Carga (Decarga) de Feira de Santana. Uma parte dos produtos foi apreendida em Dias D’Ávila e a outra no município de Santo Antônio de Jesus na tarde de quinta-feira (15).Bahia registra 3.413 novos casos de Covid-19 em 24h e mais 134 óbitos pela doença
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Bahia registra 3.413 novos casos de Covid-19 em 24h e mais 134 óbitos pela doença — Foto: Divulgação / Secretaria de Saúde da Bahia
O boletim também registra 134 óbitos. Apesar de terem ocorrido em diversas datas, a confirmação e registro das mortes foram realizadas nesta sexta-feira.
De acordo com a Sesab, dos 855.871 casos confirmados desde o início da pandemia, 823.110 são considerados recuperados, 15.627 encontram-se ativos e 17.134 tiveram óbito confirmado, o que representa uma taxa de letalidade de 2%.
Dentre os óbitos, 55,46% ocorreram no sexo masculino e 44,54% no sexo feminino. Em relação ao quesito raça e cor, 54,65% corresponderam a parda, seguidos por branca com 21,89%, preta com 15,30%, amarela com 0,47%, indígena com 0,13% e não há informação em 7,56% dos óbitos.
O percentual de casos com comorbidade foi de 65,69%, com maior percentual de doenças cardíacas e crônicas (73,75%).
O boletim desta sexta ainda contabiliza 1.164.908 casos descartados e 192.828 em investigação. Na Bahia, 46.457 profissionais da saúde foram confirmados para Covid-19.
Estes dados representam notificações oficiais compiladas pela Diretoria de Vigilância Epidemiológica em Saúde da Bahia (Divep-BA), em conjunto com as vigilâncias municipais e as bases de dados do Ministério da Saúde até as 17h desta sexta-feira.
O boletim completo está disponível no site da Sesab e em uma plataforma online.
Outros dados
O boletim também traz dados sobre a situação da regulação de Covid-19 na Bahia. Às 12h desta sexta-feira, 89 solicitações de internação em UTI adulto Covid-19 constavam no sistema da Central Estadual de Regulação.
Outros 36 pedidos para internação em leitos clínicos adultos Covid-19 estavam no sistema. Este número é dinâmico, uma vez que transferências e novas solicitações são feitas ao longo do dia.
O outro dado do boletim é sobre vacinação. De acordo com a Sesab, o estado possui 2.010.339 vacinados contra o coronavírus, dos quais 573.773 receberam também a segunda dose, até as 15h desta sexta-feira.
A Secretaria da Saúde do Estado da Bahia realiza o contato diário com as equipes de cada município a fim de aferir o quantitativo de doses aplicadas e disponibiliza as informações detalhadas no painel a vacinação.
Leitos
A Bahia tem 3.408 leitos ativos para tratamento da Covid-19. Desses, 2.396 estão com pacientes, uma taxa de ocupação geral de 70%, conforme consta no boletim desta sexta-feira.
Desses leitos, 1.538 são de Unidade de Terapia Intensiva (UTI) para adultos e estão com taxa de ocupação de 80% (1.228 leitos ocupados). Das UTIs pediátricas, 21 das 36 estão com pessoas internadas, o que representa uma taxa de ocupação de 58%. Já o leito clínico adulto tem ocupação de 63% e o pediátrico 61%.
Em Salvador, 1.553 leitos estão ativos, com ocupação geral de 71% (1.102 leitos ocupados). A ocupação dos leitos de UTI adulto é de 75% e pediátrica 52%.
Já os leitos de enfermaria possuem ocupação de 67% para adultos, e os leitos pediátricos estão com ocupação de 73%.
Bahia atinge 17 mil mortes por Covid-19 — Foto: Romildo Brandão/TV Bahia Bahia atinge 17 mil mortes por Covid-19 — Foto: Romildo Brandão/TV Bahia A Bahia já registrou 17 mil mortes por Covid-19 desde o início da pandemia, de acordo com boletim da Secretaria Estadual de Saúde (Sesab) divulgado nesta quinta-feira (15). Segundo o boletim, foram contabilizados mais 141 óbitos da doença. Mortes e casos de Covid nas cidades da Bahia Covid-19: Veja onde fazer testes de detecção gratuitamente em Salvador A Sesab esclarece que as mortes aconteceram em datas diversas, mas foram registradas no boletim desta quinta-feira. Com 17 mil óbitos, a letalidade do vírus no estado é de 1,99%. Segundo a Sesab, foram registrados 3.831 novos casos de Covid-19 nas últimas 24h. Com os novos dados, a Bahia registrou 852.458 casos desde o início da pandemia. Em todo o estado, 16.139 casos estão ativos. Além disso, 46.404 profissionais da saúde foram confirmados para o vírus. O boletim informa também a situação da vacinação contra a Covid-19 no estado. A Bahia 2 milhões de pessoas vacinadas (2.005.623), dos quais 543.460 receberam também a segunda dose, até as 15h desta quinta-feira. Para a vacinação, o estado vai receber cerca de 396 mil doses da vacina contra a Covid-19 a partir de sexta-feira (16), segundo o Ministério da Saúde. Leitos Covid-19 Segundo boletim desta quinta-feira, a Bahia tem 3.408 leitos ativos para tratamento da Covid-19. Desses, 2.447 estão com pacientes, uma taxa de ocupação geral de 72%. Desses leitos, 1.538 são de Unidade de Terapia Intensiva (UTI) para adultos e estão com taxa de ocupação de 83% (1.270 leitos ocupados). Das UTIs pediátricas, 22 das 36 estão com pessoas internadas, o que representa uma taxa de ocupação de 61%. Já o leito clínico adulto tem ocupação de 63% e o pediátrico 60%. Em Salvador, 1.553 leitos estão ativos, com ocupação geral de 73% (1.137 leitos ocupados). A ocupação dos leitos de UTI adulto é de 79% e pediátrica 56%. Já os leitos de enfermaria possuem ocupação de 67% para adultos, e os leitos pediátricos estão com ocupação de 73%. Ainda de acordo com a Sesab, 87 solicitações de internação em UTI adulto Covid-19 constavam no Sistema da Central Estadual de Regulação, até ás 12h desta quinta-feira. Outros 41 pedidos para internação em leitos clínicos adultos Covid-19 estavam no sistema. Os dados representam notificações oficiais compiladas pela Diretoria de Vigilância Epidemiológica em Saúde da Bahia (Divep-BA), em conjunto com as vigilâncias municipais e as bases de dados do Ministério da Saúde até as 17h desta quinta-feira O boletim completo com dados da Covid-19 na Bahia está disponível no site da Sesab e em uma plataforma online.
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Bahia atinge 17 mil mortes por Covid-19 — Foto: Romildo Brandão/TV Bahia
A Bahia já registrou 17 mil mortes por Covid-19 desde o início da pandemia, de acordo com boletim da Secretaria Estadual de Saúde (Sesab) divulgado nesta quinta-feira (15). Segundo o boletim, foram contabilizados mais 141 óbitos da doença.
A Sesab esclarece que as mortes aconteceram em datas diversas, mas foram registradas no boletim desta quinta-feira. Com 17 mil óbitos, a letalidade do vírus no estado é de 1,99%.
Segundo a Sesab, foram registrados 3.831 novos casos de Covid-19 nas últimas 24h. Com os novos dados, a Bahia registrou 852.458 casos desde o início da pandemia. Em todo o estado, 16.139 casos estão ativos. Além disso, 46.404 profissionais da saúde foram confirmados para o vírus.
O boletim informa também a situação da vacinação contra a Covid-19 no estado. A Bahia 2 milhões de pessoas vacinadas (2.005.623), dos quais 543.460 receberam também a segunda dose, até as 15h desta quinta-feira.
Para a vacinação, o estado vai receber cerca de 396 mil doses da vacina contra a Covid-19 a partir de sexta-feira (16), segundo o Ministério da Saúde.
Leitos Covid-19
Segundo boletim desta quinta-feira, a Bahia tem 3.408 leitos ativos para tratamento da Covid-19. Desses, 2.447 estão com pacientes, uma taxa de ocupação geral de 72%.
Desses leitos, 1.538 são de Unidade de Terapia Intensiva (UTI) para adultos e estão com taxa de ocupação de 83% (1.270 leitos ocupados). Das UTIs pediátricas, 22 das 36 estão com pessoas internadas, o que representa uma taxa de ocupação de 61%. Já o leito clínico adulto tem ocupação de 63% e o pediátrico 60%.
Em Salvador, 1.553 leitos estão ativos, com ocupação geral de 73% (1.137 leitos ocupados). A ocupação dos leitos de UTI adulto é de 79% e pediátrica 56%. Já os leitos de enfermaria possuem ocupação de 67% para adultos, e os leitos pediátricos estão com ocupação de 73%.
Ainda de acordo com a Sesab, 87 solicitações de internação em UTI adulto Covid-19 constavam no Sistema da Central Estadual de Regulação, até ás 12h desta quinta-feira. Outros 41 pedidos para internação em leitos clínicos adultos Covid-19 estavam no sistema.
Os dados representam notificações oficiais compiladas pela Diretoria de Vigilância Epidemiológica em Saúde da Bahia (Divep-BA), em conjunto com as vigilâncias municipais e as bases de dados do Ministério da Saúde até as 17h desta quinta-feira
O boletim completo com dados da Covid-19 na Bahia está disponível no site da Sesab e em uma plataforma online.
Bahia registra 146 mortes pela Covid-19 e tem 3.547 novos casos em 24h Taxa de ocupação dos leitos de UTI Covid-19 adulto é de 82% no estado.
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Bahia registra 146 mortes pela Covid-19 e tem 3.547 novos casos em 24h — Foto: Jefferson Peixoto/Secom
A Bahia registrou 3.547 novos casos de Covid-19 nas últimas 24h, segundo boletim divulgado nesta quarta-feira (14), pela Secretaria Estadual de Saúde (Sesab). Outras 146 mortes foram contabilizadas no boletim. De acordo com a Sesab, os óbitos aconteceram em datas diversas, mas foram registradas neste boletim.
Com os novos dados, a Bahia registrou 848.627 casos de Covid-19, desde o início da pandemia. Em todo o estado, 15.691 casos estão ativos. Na Bahia, 16.859 pessoas morreram vítimas da doença, oque representa letalidade de 1,99%.
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Veja datas das mortes registradas no boletim desta quarta-feira (14). — Foto: Divulgação/Sesab
Dentre os óbitos, 55,40% ocorreram no sexo masculino e 44,60% no sexo feminino. Em relação ao quesito raça e cor, 54,77% corresponderam a parda, seguidos por branca com 21,80%, preta com 15,26%, amarela com 0,48%, indígena com 0,13% e não há informação em 7,56% dos óbitos. O percentual de casos com comorbidade foi de 65,93%, com maior percentual de doenças cardíacas e crônicas (73,75%).
Ainda segundo a Sesab, 46.316 profissionais da saúde foram confirmados para Covid-19.
O boletim informa também o total de pessoas vacinadas contra a Covid-19. Na Bahia, 1.990.012 pessoas foram imunizadas, dos quais 506.348 receberam também a segunda dose, até as 15h desta quarta-feira.
Também de acordo com a Sesab, 92 solicitações de internação em UTI adulto Covid-19 constavam no Sistema da Central Estadual de Regulação, até ás 12h desta terça-feira. Outros 23 pedidos para internação em leitos clínicos adultos Covid-19 estavam no sistema.
Leitos Covid-19
Segundo boletim desta quarta-feira, a Bahia tem 3.403 leitos ativos para pacientes com Covid-19. Desses, 2.437 estão ocupados, uma taxa de ocupação geral de 72%.
Desses leitos, 1.538 são de Unidade de Terapia Intensiva (UTI) para adultos e estão com taxa de ocupação de 82%, já que 1.261 leitos têm pacientes. Das UTIs pediátricas, 21 das 36 estão com pessoas internadas, o que representa uma taxa de ocupação de 58%. Já o leito clínico adulto tem ocupação de 63% e o pediátrico 64%.
Em Salvador, 1.553 leitos estão ativos, com ocupação geral de 73% (1.133 leitos ocupados). A ocupação dos leitos de UTI adulto é de 80% e pediátrica 52%. Já os leitos de enfermaria possuem ocupação de 67% para adultos, e os leitos pediátricos estão com ocupação de 70%.
Os dados representam notificações oficiais compiladas pela Diretoria de Vigilância Epidemiológica em Saúde da Bahia (Divep-BA), em conjunto com as vigilâncias municipais e as bases de dados do Ministério da Saúde até as 17h desta quarta-feira
O boletim completo com dados da Covid-19 na Bahia está disponível no site da Sesab e em uma plataforma online.
Brasil tem mais de 362 mil mortos por Covid; média móvel de óbitos fica acima de 3 mil pelo 5º dia País contabilizou 13.677.564 casos e 362.180 óbitos por Covid-19 desde o início da pandemia, segundo balanço do consórcio de veículos de imprensa. Foram 3.462 mortes contabilizadas no último dia.
O país registrou 3.462 mortes pela Covid-19 nas últimas 24 horas e totalizou nesta quarta-feira (14) 362.180 óbitos desde o início da pandemia. Com isso, a média móvel de mortes no Brasil nos últimos 7 dias chegou a 3.012. É o quinto dia seguido em que a média móvel fica acima da marca de 3 mil. Em comparação à média de 14 dias atrás, a variação foi de -3%, indicando tendência de estabilidade nos óbitos decorrentes da doença.
Os números estão no novo levantamento do consórcio de veículos de imprensa sobre a situação da pandemia de coronavírus no Brasil, consolidados às 20h desta quarta. O balanço é feito a partir de dados das secretarias estaduais de Saúde.
Já são 84 dias seguidos no Brasil com a média móvel de mortes acima da marca de mil; o país completa agora 29 dias com essa média acima dos 2 mil mortos por dia; e já são 19 dias com a média acima da marca de 2,5 mil. A média está acima da marca de 3 mil há 5 dias, algo inédito.
Veja a sequência da última semana na média móvel:
Quinta (8): 2.818
Sexta (9): 2.938
Sábado (10): 3.025
Domingo (11): 3.109
Segunda (12): 3.125 (recorde)
Terça (13): 3.051
Quarta (14): 3.012
Em casos confirmados, desde o começo da pandemia 13.677.564 brasileiros já tiveram ou têm o novo coronavírus, com 75.998 desses confirmados no último dia. A média móvel nos últimos 7 dias foi de 68.648 novos diagnósticos por dia. Isso representa uma variação de -7% em relação aos casos registrados em duas semanas, o que indica tendência de estabilidade também nos diagnósticos.
Seis estados estão com alta nas mortes: AP, ES, MA, PI, PR, RJ.
O estado do Ceará não teve atualização nos dados desde a terça-feira. Segundo a Secretaria de Saúde do estado, o sistema que gerencia os dados do boletim estadual apresentou “problemas críticos” que impossibilitaram a divulgação.
Mortes e casos de coronavírus no Brasil e nos estados
Mortes e casos por cidade
Veja como está a vacinação no seu estado
Brasil, 14 de abril
Total de mortes: 362.180
Registro de mortes em 24 horas: 3.462
Média de novas mortes nos últimos 7 dias: 3.012 por dia (variação em 14 dias: -3%)
Total de casos confirmados: 13.677.564
Registro de casos confirmados em 24 horas: 75.998
Média de novos casos nos últimos 7 dias: 68.648 por dia (variação em 14 dias: -7%)
Estados
Subindo (6 estados): AP, ES, MA, PI, PR, RJ
Em estabilidade (14 estados): AC, AL, AM, BA, GO, MG, MS, MT, PA, PE, RR, SE, SP e TO
Em queda (5 estados e o Distrito Federal): DF, PB, RN, RO, RS e SC
Não atualizou (1 estado): CE
Essa comparação leva em conta a média de mortes nos últimos 7 dias até a publicação deste balanço em relação à média registrada duas semanas atrás (entenda os critérios usados pelo G1 para analisar as tendências da pandemia).
Vale ressaltar que há estados em que o baixo número médio de óbitos pode levar a grandes variações percentuais. Os dados de médias móveis são, em geral, em números decimais e arredondados para facilitar a apresentação dos dados.
Vacinação
Balanço da vacinação contra Covid-19 deste quarta-feira (14) aponta que 24.956.272 pessoas já receberam a primeira dose de vacina contra a Covid-19, segundo dados divulgados até as 20h. O número representa 11,79% da população brasileira.
A segunda dose já foi aplicada em 8.121.842 pessoas (3,84% da população do país) em todos os estados e no Distrito Federal.
No total, 33.078.114 doses foram aplicadas em todo o país.
Variação de mortes por estado
Sul
PR: +34%
RS: -39%
SC: -23%
Sudeste
ES: +17%
MG: +8%
RJ: +17%
SP: -3%
Centro-Oeste
DF: -19%
GO: -4%
MS: +4%
MT: -11%
Norte
AC: +8%
AM: +3%
AP: +43%
PA: +14%
RO: -23%
RR: +12%
TO: -12%
Nordeste
AL: +6%
BA: -11%
CE: o estado não divulgou novos dados até as 20h. Considerando os dados até 20h de terça (13), estava em -4% (tendência de estabilidade)
MA: +19%
PB: -31%
PE: +13%
PI: +21%
RN: -18%
SE: +15%
‘Agrediu a democracia’, dispara Datena, ao vivo, em crítica a Bolsonaro

O apresentador José Luis Datena voltou a criticar o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) durante a exibição, ao vivo, do programa ‘Brasil Urgente’ nesta segunda-feira (12).
Após noticiar a ligação entre Bolsonaro e o senador Jorge Kajuru (Cidadania-GO), Datena afirmou que o presidente “agrediu a democracia”.
“Hoje de manhã, o Bolsonaro saiu lá da porta do Palácio e disse ‘olha, como é que pode gravar o Presidente da República? Não tem cabimento gravar, só com autorização judicial em alguns casos…’ O Kajuru diz que ele sabia que estava sendo gravado. Eu questionei e achei estranho isso”, iniciou Datena.
“O que a gente conseguiu com exclusividade, que o Kajuru não tinha divulgado, é um ataque do presidente Jair Bolsonaro a alguns senadores e, especificamente, ao Randolfe Rodrigues, que é o senador pelo Amapá. Ele (Bolsonaro) o xinga inclusive”, continuou.
“O mais grave é quando, no momento da conversa, o Bolsonaro fala ‘Olha, você tem que entrar com o pedido de impeachment contra ministros do Supremo’. Pô, mas isso é um caso claro de uma agressão à democracia. Não pode um Presidente da República falar para o senador pra entrar com ação contra os ministros do Supremo porque isso é um poder interferindo no outro. Isso é uma calamidade”, concluiu o apresentador
Problemas na saúde mental são a 4ª onda da pandemia

Mais de 4,1 milhões de brasileiros foram infectados pela covid-19. Sem contar as subnotificações. Todos, de alguma forma, sentiram os impactos da pandemia e tentam se acostumar com o novo normal. Os efeitos de uma realidade de restrições, em meio às drásticas mudanças, começam a se tornar evidentes e intensificam a discussão de uma quarta onda da doença: a emergência de saúde mental como consequências da crise sanitária. Dados da Organização Mundial da Saúde (OMS) indicam que quase 1 bilhão de pessoas vivem com transtorno mental, 3 milhões morrem todos os anos devido ao uso nocivo do álcool e uma pessoa morre a cada 40 segundos por suicídio. Com os reflexos da pandemia, os números devem piorar.
Presidente da Associação Brasileira de Psiquiatria, Antônio Geraldo da Silva relata que especialistas já perceberam um novo movimento de doenças mentais se formando. “Essa doença (covid-19) não vai ficar só na primeira onda, segunda onda e terceira onda. Nós vamos ter uma onda das doenças mentais, por vários motivos”, afirma o médico.
A separação da pandemia em ondas foi inicialmente proposta pelo pneumologista do Hospital Universitário Emory, em Atlanta (EUA), Victor Tseng. Na definição do médico, a quarta onda se dá com o adoecimento mental da sociedade, quando uma série de doenças provocadas pelas mudanças bruscas e pelo medo da covid-19 geram consequências na saúde mental. Esse estágio é antecedido por outras três ondas.
A primeira trata-se da pandemia em si, com os adoecimentos e mortes pelo vírus. Já a segunda se refere-se ao colapso do sistema de saúde, com a superlotação dos hospitais e a incapacidade de atendimento a todos os doentes do novo coronavírus. A terceira está relacionada ao agravamento de outras doenças crônicas pelo não tratamento durante a pandemia, fazendo com que pacientes que deixaram de lado os cuidados e consultas rotineiras em razão do isolamento social piorem o quadro clínico ou até mesmo morram.
As ondas, no entanto, podem ocorrer concomitantemente, como explica o presidente da Associação Brasileira de Psiquiatria, Antônio Geraldo da Silva. O médico destaca que a quarta onda teve início quando ocorreram as primeiras mortes por covid-19. “É o momento em que começam as restrições de liberdade”, pontua. “As ondas dão uma subida e, depois, começam a cair, porém, a quarta onda começa ali, ainda na primeira onda, quando começam as mortes, perdas e restrições; e continua subindo. Isso ocorre porque as doenças mentais, quando desencadeadas, permanecem por meses e, em alguns casos, por anos. Ela não vai cair, ela faz um platô e se mantém.”
Para conviver com o novo vírus, a humanidade precisou abdicar das convivências sociais e as marcas tornam-se cada vez mais evidentes. Somente entre março e abril, um levantamento feito pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ) em 23 estados mostra que os casos de depressão aumentaram 90% já no início da pandemia no Brasil. A doença é a principal causa de suicídio, seguida pelo transtorno bipolar e abuso de substâncias. Em suma, 96,8% das mortes por suicídio estão relacionadas a transtornos mentais.
Consultas
Casos de crises ou surtos de ansiedade e estresse são demandas cada vez mais frequentes nos consultórios. De acordo com uma pesquisa realizada em maio pela Associação Brasileira de Psiquiatria (ABP), 47,9% dos psiquiatras entrevistados perceberam haver um aumento nos atendimentos realizados após o início da crise. Vale destacar, ainda, que 89,2% dos médicos entrevistados relataram agravamento de quadros psiquiátricos nos pacientes. O levantamento revelou, também, que 67,8% dos entrevistados receberam novos pacientes após o início da pandemia. Outros 69,3% atenderam a pacientes que já haviam recebido alta médica. A pesquisa ouviu psiquiatras de 23 estados e do Distrito Federal.
“Gente que nunca teve um quadro psiquiátrico na vida começa a ter queixas por causa da situação vivenciada, esse quadro psiquiátrico vem por causa da pandemia. Depois, temos um segundo grupo, de pessoas que já tinham recebido alta e voltam a precisar de tratamento. Temos, ainda, quadros que estão sendo tratados e sofrem uma piora por conta dessa situação”, comenta Antônio Geraldo.
Em pauta nas consultas, necessidade de confinamento, risco de instabilidade financeira, possibilidade de contágio e morte. “A maior parte das pessoas sentiu angústia, medo, desesperança. As relações interpessoais ficaram abaladas para uns, para outros, o isolamento por conta da doença foi o fator mais perturbador”, detalha a psicóloga Adriane Garcia, do Centro Clínico do Órion Complex.
Em meio à redução das consultas presenciais, especialmente no início da pandemia, o Conselho Federal de Psicologia (CFP) ampliou os atendimentos virtuais, como alternativa para dar continuidade ou iniciar os tratamentos. Segundo o presidente da Associação Brasileira de Psiquiatria, entre os pontos negativos para o adoecimento mental estão a falta de espaço, infraestrutura para trabalho, instabilidade econômica, atividade física, luz solar, rotina, restrição de interações sociais e restrição de liberdade. “A sociabilidade é fator protetor para as doenças mentais”, completa.
Falta de acesso
Ainda em meio ao aumento de procura por atendimentos na área, o tema deixa de ser priorizado. Com o início do Setembro Amarelo, dedicado à prevenção do suicídio, a triste realidade que interrompe mais de 800 mil vidas no mundo por ano é colocada em evidência na campanha, provocando o debate sobre a desigualdade de acesso e falta de atenção à saúde mental. A Organização Pan-Americana da Saúde (Opas), órgão vinculado à OMS, tem alertado sobre a gravidade de uma crise generalizada de saúde mental e a importância de se ofertar ajuda.
Segundo a organização, em países de baixa e média renda, mais de 75% das pessoas com transtornos mentais, neurológicos e por uso de substâncias não recebem nenhum tratamento. Além disso, ainda são comuns o estigma, a discriminação, a legislação punitiva e as violações dos direitos humanos.
No âmbito da pandemia, quadros de depressão e ansiedade teriam atingido níveis inéditos, de acordo com dados levantados pela Opas nas últimas semanas. Entre os mais afetados psicologicamente na pandemia estão Brasil, México e Estados Unidos, onde metade da população adulta indica um aumento de estresse perceptível.
“A menos que assumamos compromissos sérios para aumentar o investimento em saúde mental agora, as consequências para a saúde, sociais e econômicas serão de longo alcance”, ressaltou o diretor-geral da OMS, Tedros Adhanom Ghebreyesus, ao defender o foco na área em meio à pandemia.
Rede de assistência
Com abordagens psicoterápicas, o Centro de Valorização da Vida (CVV), entidade sem fins lucrativos de prevenção do suicídio e apoio emocional, fortaleceu a rede de assistência. “Buscar oferecer ajuda tem sido ainda mais importante. Notamos que há muitas pessoas nesse movimento de acolher sem criticar, conversar e compreender os sentimentos daqueles que passam por momentos de tristeza, ansiedade, medo ou sensação de solidão”, explica a porta-voz e voluntária do CVV Adriana Rizzo.
Contando com mais de 4,2 mil voluntários de todo o país, o CVV realiza mais de 3 milhões de atendimentos anuais pelo telefone 188 (sem custo de ligação), ou pelo www.cvv.org.br , via chat, e-mail ou carta. Os Centros de Atenção Psicossocial (CAPS) do Sistema Único de Saúde (SUS) também são uma opção gratuita de buscar ajuda. Os locais oferecem atendimento com psicólogos, psiquiatras, enfermeiros, assistentes sociais e terapeutas.
Profissionais
Buscando promover a saúde mental, o Ministério da Saúde promete para setembro uma série de ações de educação em Saúde em Defesa da Vida, abordando temas como prevenção ao suicídio, automutilação e ética da vida. Um serviço de apoio psicológico aos profissionais do Sistema Único de Saúde (SUS) também funciona, desde abril, como forma de reconhecer a necessidade de apoio aos profissionais, tanto pelo trabalho intenso, quanto pelo risco de infecção. “É dessa forma que o Ministério da Saúde quer (…) prevenir danos à saúde mental de todos os brasileiros”, disse a secretária de Gestão do Trabalho e da Educação na Saúde, Mayra Pinheiro. (BL e RR)









