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Brasil registra 2.798 mortes por Covid em 24 horas, novo recorde da pandemia; total passa de 282 mil

Por G1

O Brasil registrou novo recorde com 2.798 mortes pela Covid-19 nas últimas 24 horas e totalizou nesta terça-feira (16) 282.400 óbitos. Com isso, a média móvel de mortes no país nos últimos 7 dias chegou a 1.976, também um novo recorde. Em comparação à média de 14 dias atrás, a variação foi de +48%, indicando tendência de alta nos óbitos pela doença.

É o que mostra novo levantamento do consórcio de veículos de imprensa sobre a situação da pandemia de coronavírus no Brasil a partir de dados das secretarias estaduais de Saúde, consolidados às 20h desta terça.

Já são 55 dias seguidos com a média móvel de mortes acima da marca de 1 mil, e pelo nono dia a marca aparece acima de 1,5 mil, aproximando-se agora de 2 mil. Foram 18 recordes seguidos nesse índice, registrados de 27 de fevereiro até aqui.

Veja a sequência da última semana na média móvel:

  • Quarta-feira (10): 1.645 (recorde)
  • Quinta-feira (11): 1.705 (recorde)
  • Sexta-feira (12): 1.761 (recorde)
  • Sábado (13): 1.824 (recorde)
  • Domingo (14): 1.832 (recorde)
  • Segunda (15): 1.855 (recorde)
  • Terça (16): 1.976 (recorde)

 

Em casos confirmados, desde o começo da pandemia 11.609.601 brasileiros já tiveram ou têm o novo coronavírus, com 84.124 desses confirmados no último dia. Também é a maior marca de diagnósticos em 24 horas já registrada até aqui. A média móvel nos últimos 7 dias foi de 69.226 novos diagnósticos por dia. Isso representa uma variação de +22% em relação aos casos registrados em duas semanas, o que indica tendência de alta também nos diagnósticos.

Vinte e dois estados e o Distrito Federal estão com alta nas mortesPR, RS, SC, ES, MG, SP, DF, GO, MS, MT, AC, AP, PA, RO, TO, AL, CE, MA, PB, PE, PI, RN e SE

Brasil, 16 de março

 

  • Total de mortes: 282.400
  • Registro de mortes em 24 horas: 2.798
  • Média de novas mortes nos últimos 7 dias: 1.976 (variação em 14 dias: +48%)
  • Total de casos confirmados: 11.609.601
  • Registro de casos confirmados em 24 horas: 84.124
  • Média de novos casos nos últimos 7 dias: 69.226 por dia (variação em 14 dias: +22%)

 

Estados

 

  • Subindo (22 estados e o Distrito Federal): PR, RS, SC, ES, MG, SP, DF, GO, MS, MT, AC, AP, PA, RO, TO, AL, CE, MA, PB, PE, PI, RN e SE
  • Em estabilidade (2 estados): RR e BA
  • Em queda (2 estados): RJ e AM

 

Essa comparação leva em conta a média de mortes nos últimos 7 dias até a publicação deste balanço em relação à média registrada duas semanas atrás (entenda os critérios usados pelo G1 para analisar as tendências da pandemia).

Vale ressaltar que há estados em que o baixo número médio de óbitos pode levar a grandes variações percentuais. Os dados de médias móveis são, em geral, em números decimais e arredondados para facilitar a apresentação dos dados.

Variação de mortes por estados

 

Sul

  • PR: +81%
  • RS: +120%
  • SC: +56%

 

Sudeste

  • ES: +27%
  • MG: +24%
  • RJ: -21%
  • SP: +51%

 

Centro-Oeste

  • DF: +60%
  • GO: +210%
  • MS: +38%
  • MT: +106%

 

Norte

  • AC: +25%
  • AM: -37%
  • AP: +107%
  • PA: +29%
  • RO: +75%
  • RR: -3%
  • TO: +115%

 

Nordeste

  • AL: +55%
  • BA: -4%
  • CE: +70%
  • MA: +29%
  • PB: +71%
  • PE: +57%
  • PI: +53%
  • RN: +64%
  • SE: +122%

 

Consórcio de veículos de imprensa

 

Os dados sobre casos e mortes de coronavírus no Brasil foram obtidos após uma parceria inédita entre G1, O Globo, Extra, O Estado de S.Paulo, Folha de S.Paulo e UOL, que passaram a trabalhar, desde o dia 8 de junho, de forma colaborativa para reunir as informações necessárias nos 26 estados e no Distrito Federal

SP bate recorde e registra 679 novas mortes por Covid-19 em um dia; estado confirmou 1 óbito a cada 2 minutos nas últimas 24h

O estado de São Paulo registrou 679 novas mortes provocadas pela Covid-19 nesta terça-feira (16), o recorde em 24 horas desde o início da pandemia. Isso equivale a uma nova morte confirmada a cada 2 minutos e 6 segundos. O estado agora totaliza 64.902 óbitos causados pelo coronavírus.

O recorde anterior, registrado na semana passada, era de 521 mortes em um dia, e representava pouco mais de uma morte a cada 3 minuto

Os novos registros não significam, necessariamente, que as mortes aconteceram de um dia para o outro, mas que foram computadas no sistema neste período. As notificações costumam ser menores em finais de semana, feriados e segundas-feiras, por conta do atraso na contabilização.

A média móvel de mortes, que considera os registros dos últimos sete dias, também foi recorde nesta terça-feira (16) e chegou a 400 óbitos diários. O valor é 50% maior do que o registrado há 14 dias, o que para especialistas indica forte tendência de alta da epidemia.

Como o cálculo da média móvel leva em conta um período maior do que o registro diário, é possível medir de forma mais fidedigna a tendência da pandemia.

O estado teve ainda 17.684 novos casos da doença confirmados nas últimas 24 horas. No total, São Paulo chegou a 2.225.926 casos de Covid-19 confirmados desde o início da epidemia.

A média móvel de casos foi recorde nesta segunda-feira e chegou a 13.129 casos por dia, um número 39% maior do que o verificado 14 dias atrás, o que também indica tendência de alta.

Explosão da Covid-19 em SP

Leitos do Hospital de Campanha Pedro Dell’Antonia, que atende pacientes com a COVID-19 no município de Santo André, na Grande SP, em março de 2021. — Foto: SUAMY BEYDOUN/AGIF – AGÊNCIA DE FOTOGRAFIA/ESTADÃO CONTEÚDO

Em postagem nas redes sociais, o secretário-executivo do Centro de Contingência para o coronavírus do governo paulista, João Gabbardo, comentou a explosão de casos registrados no país e pediu ao novo ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, que não se posicione contra medidas mais rígidas de isolamento social.

Mais cedo, em entrevista à GloboNews, o vice-governador do estado, Rodrigo Garcia, disse que João Doria não descarta decretar um lockdown, mas afirmou que o governo não tem condições de determinar o fechamento do estado sem que tal medida seja coordenada nacionalmente.

Levantamento feito pelo G1 e pela TV Globo aponta que ao menos 75 pessoas com Covid ou suspeita da doença morreram na fila de espera por leito de UTI no estado.

O colapso da saúde também atinge a rede particular da capital paulista. Nesta terça, o secretário municipal da Saúde, Edson Aparecido, disse que os hospitais privados estão solicitando leitos do SUS porque não conseguem atender a demanda. “Algo inédito”, afirmou Aparecido.

Municípios em colapso

Desde primeiro de março, ao menos 45 pessoas morreram de Covid na fila de espera por vaga em UTI

Desde primeiro de março, ao menos 45 pessoas morreram de Covid na fila de espera por vaga em UTI

O estado tem 69 municípios com 100% de ocupação dos leitos de Unidade de Terapia Intensiva (UTI) para Covid-19, segundo anunciou nesta segunda-feira (15) o secretário estadual da Saúde, Jean Gorinchteyn.

O total corresponde a pouco mais de 10% das cidades paulistas, já que o estado tem 645 municípios. Nem todas as cidades possuem leitos de UTI porque, em municípios menores, os pacientes mais graves são encaminhados para hospitais regionais de referência.

O total de internados em UTI nesta segunda-feira (15) foi 60% maior do que o pico da primeira onda da pandemia, em 2020. No domingo, foram registradas 24.285 pessoas internadas, sendo 10.507 em UTIs e 13.778 em enfermaria. O número total de internados no estado, incluindo leitos de UTI e de enfermaria, está batendo recordes todos os dias desde 27 de fevereiro.

A taxa média de ocupação de UTIs em São Paulo, contando leitos particulares e públicos, chegou a 89% nesta segunda-feira (15).

Esgotamento do sistema

São Paulo: secretário municipal de Saúde admite possibilidade de colapso

São Paulo: secretário municipal de Saúde admite possibilidade de colapso

Especialistas alertam para a possibilidade de colapso do sistema, já que a capacidade de criação de leitos, especialmente de UTI, é limitada.

Neste domingo, o secretário municipal da Saúde de São Paulo, Edson Aparecido, disse que a próxima semana será a mais difícil de toda a pandemia na cidade e admitiu o risco de colapso no sistema de saúde.

“O que a gente deve enfrentar esta semana vai ser o momento mais difícil dessa pandemia, nestes últimos 14 meses”, alertou o secretário.

Um cálculo matemático mostra que São Paulo pode chegar ao colapso de seu sistema de saúde nos primeiros dias de abril, caso o atual ritmo de avanço da pandemia permaneça o mesmo.

Todos os leitos de UTI disponíveis para Covid-19 nas redes pública e privada do estado devem acabar nesse prazo, se o ritmo atual de internações pela doença e de abertura de novos leitos se mantiver em crescimento.

Uma morte a cada cinco minutos

O estado de São Paulo registrou uma nova morte por Covid-19 a cada cinco minutos nas duas primeiras semanas de março. Só nos primeiros 14 dias de março foram 4.630 óbitos pela doença – oito a mais que o total de dezembro inteiro.

Nessas duas semanas, também já foram confirmados 161.355 novos casos, o que representa 40 confirmações a cada cinco minutos.

Urgente-Bahia tem 4.608 novos casos de Covid-19 em 24h; boletim registra 118 mortes De acordo com a Sesab, taxa de ocupação dos leitos de UTI adulto é de 86% na Bahia.

Bahia tem 4.608 novos casos de Covid-19 em 24h; boletim registra 118 mortes — Foto: Divulgação/Prefeitura de Lauro de Freitas

Bahia tem 4.608 novos casos de Covid-19 em 24h; boletim registra 118 mortes — Foto: Divulgação/Prefeitura de Lauro de Freitas

Foram registrados 4.608 novos casos de Covid-19 em 24h na Bahia, segundo boletim da Secretaria Estadual de Saúde (Sesab) divulgado nesta terça-feira (16). De acordo com a Sesab, foram contabilizadas 118 mortes.

Apesar de terem ocorrido em diversas datas, a confirmação e registro dos óbitos foram contabilizados no boletim desta terça. No total, 13.459 pessoas morreram vítimas da Covid-19 no estado, o que representa letalidade de 1,80%.

Veja a data das mortes registradas no boletim desta terça-feira (16).  — Foto: Divulgação / Secretaria Estadual de Saúde (Sesab)

Veja a data das mortes registradas no boletim desta terça-feira (16). — Foto: Divulgação / Secretaria Estadual de Saúde (Sesab)

Com os novos dados, a Bahia registrou 748.835 casos de Covid-19 desde o início da pandemia.

De acordo com a Sesab, 17.374 casos de Covid-19 estão ativos na Bahia. Ao todo, 44.467 profissionais da saúde tiveram diagnóstico positivo para a doença.

A Sesab informou também que na Bahia, até as 15h desta terça, 477 solicitações de internação em leitos de UTI adulto constavam no sistema da Central Estadual de Regulação. Além disso, haviam também 186 pedidos de regulação para leitos clínicos adulto.

O boletim informa também o número de vacinados no estado. De acordo com a Sesab, 739.357 pessoas foram vacinadas contra a Covid-19, dos quais 272.576 receberam também a segunda dose até as 15h desta terça.

leitos Covid-19

Segundo boletim desta terça, dos 2.773 leitos ativos na Bahia, 2.097 estão com pacientes internados, o que representa uma taxa de ocupação geral de 76%.

Desse total, 1.296 leitos são para atendimento na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) adulto e estão com ocupação de 86% (1.120 leitos ocupados). A taxa dos leitos de UTI pediátrica é de 64%, com 23 das 36 unidades ocupadas.

Já as unidades de enfermaria adulto na Bahia estão com 67% da ocupação, e a pediátrica tem ocupação de 46%.

Em Salvador, dos 1.488 leitos ativos, 1.191 estão com pacientes internados, o que representa taxa de ocupação geral de 80%. A taxa de ocupação dos leitos de UTI adulto é de 87% e a pediátrica de 59%.

Os leitos clínicos para adultos estão com ocupação de 75%. Já nos leitos pediátricos, a taxa de ocupação é de 76%.

Os dados representam notificações oficiais compiladas pelo Diretoria de Vigilância Epidemiológica em Saúde da Bahia (Divep-BA), em conjunto com as vigilâncias municipais e as bases de dados do Ministério da Saúde até as 17h desta terça.

O boletim completo pode ser acessado no site da Sesab e por uma plataforma disponibilizada pela secretaria.

Governo do estado da Bahia abre 102 novos leitos para Covid-19 nas últimas 48 horas

Em um esforço para reduzir a pressão na rede assistencial que atende pacientes com o diagnóstico de coronavírus (Covid-19), a Bahia abriu 102 novos leitos, sendo 30 de UTI, nas últimas 48 horas. Do total, 46 foram abertos em Salvador e 50 distribuídos entre os municípios de Feira de Santana, Caetité, Guanambi e Alagoinhas.

De acordo com o secretário da Saúde da Bahia, Fábio Vilas-Boas, “estamos determinados a salvar vidas e para isso, o governador Rui Costa autorizou abrir o máximo de leitos possíveis. Somente o Hospital de Campanha Arena Fonte Nova, Hospital Metropolitano e Riverside injetarão na rede 500 novos leitos de UTI e clínicos”, afirma o secretário.

No desafio de assegurar as escalas de profissionais de saúde e a infraestrutura necessária para a abertura dos novos leitos, nas últimas 48 horas foram abertos novos leitos na Arena Fonte Nova (16), Hospital das Clínicas (30), Hospital Regional Dantas Bião (3), Hospital Estadual da Criança (23), Hospital Geral Clériston Andrade (10), Hospital do Câncer de Caetité (10) e Hospital Regional de Guanambi (10).                                                                                                                                                                                                                                                    SECRETARIA DA SAÚDE DO ESTADO DA BAHIA
ASSESSORIA DE COMUNICAÇÃO
16/03/2021

URGENTE-Médico Marcelo Queiroga É o novo ministro da Saúde

O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) confirmou nesta segunda-feira (15) que convidou o  atual presidente da SBC (Sociedade Brasileira de Cardiologia), Marcelo Queiroga, para assumir o cargo de ministro da Saúde. O médico aceitou substituir Eduardo Pazuello e será o quarto ministro da Saúde da gestão Jair Bolsonaro.

Queiroga ficou cerca de 3 horas em reunião com Bolsonaro no Palácio do Planalto nesta segunda. Após o encontro, o presidente disse ao blog que “já conhecia o médico” e que ele “é um profissional qualificado”. O anúncio oficial será feito nesta terça-feira (16).

Além de Pazuello, já ocuparam o posto os médicos Luiz Henrique Mandetta e Nelson Teich. No final de semana, houve aproximação do governo com a médica Ludhmila Hajjar, que recusou assumir a pasta.

O paraibano Queiroga é muito respeitado no setor e tem bom trânsito em Brasília e no governo, tendo sido convidado este ano para integrar a direção da ANS (Agência Nacional de Saúde Suplementar). E já havia sido cotado para a pasta após a saída de Mandetta.

No combate ao coronavírus, defende o distanciamento social e não acredita em tratamento precoce, dois pontos em que diverge dos bolsonaristas e do próprio presidente. Mas Queiroga é considerado uma pessoa com jogo de cintura para construir uma política de saúde que possa funcionar contra a pandemia, sem contrariar suas convicções.

Graduado em Medicina pela Faculdade de Medicina da Universidade Federal da Paraíba, é  especialista em cardiologia e tem doutorado em Bioética pela Faculdade de Medicina da Universidade do Porto/Portugal. Atualmente, dirige o departamento de hemodinâmica e cardiologia intervencionista (Cardiocenter) do Hospital Alberto Urquiza Wanderley (Unimed João Pessoa) e é médico cardiologista intervencionista no Hospital Metropolitano Dom José Maria Pires, também na Paraíba.

Atuou como dirigente da Sociedade Brasileira de Hemodinâmica e Cardiologia Intervencionista, na qual já exerceu a presidência no biênio 2012/2013, sendo membro permanente do seu Conselho Consultivo. Integra ainda o Conselho Regional de Medicina do Estado da Paraíba como Conselheiro Titular.

Assim como Ludhmila Hajjar, Marcelo Queiroga defende o isolamento social como forma de combate à pandemia. Ele também já se posicionou contrário ao “tratamento precoce” defendido por Bolsonaro à base de cloroquina, medicamento sem comprovação científica para covid-19.

De perfil técnico, Queiroga atuou na equipe de transição do governo de Michel Temer para Bolsonaro no fim de 2018. Em setembro do ano passado, encontrou-se com o presidente no Planalto e chegou a postar uma foto com ele.

Estavam no páreo para susbtituir Pazuello o deputado Dr. Luizinho (PP-RJ) e o também cardiologista José Antonio Franchini Ramires, do Incor, em São Paulo.

A Rondesp prende traficante no bairro Ibirapuera


Uma guarnição da tropa de elite da polícia militar do Estado da Bahia , Rondesp Sudoeste,estava em rondas pelo o bairro Ibirapuera na tarde do último sábado (13), quando avistou um meliante em atitude suspeita.
Foi dado voz de parada ,no momento  da abordagem os Polícias encontraram 3 pedras de crack.Ao ser indagado ,o criminoso confessou que teria mais drogas em casa , após deslocamento para averiguar chegando no local citado ,foi localizado ,4 tijolos de maconha,3 pedaços de maconha ,3 de crack, cocaína e uma balança de precisão.
O traficante recebeu voz de prisão e foi apresentado no plantão central.

Carro capota em rodovia do sul da Bahia e deixa dois mortos e dois feridos Caso ocorreu na noite de domingo (14), na BA-290, em trecho de Teixeira de Freitas. Feridos foram encaminhados para o Hospital Municipal de Teixeira de Freitas.

Duas pessoas morrem após motorista perder controle e capotar carro no extremo sul da Bahia

Duas pessoas morreram e outras duas ficaram feridas, após o carro em que estavam capotar na BA-290, trecho de Teixeira de Freitas, sul da Bahia, na noite de domingo (14).

De acordo com a polícia, o caso ocorreu por volta das 19h, sentido cidade de Medeiros Neto. O motorista do carro teria perdido controle da direção, e o veículo capotou várias vezes.

Corpos das vítimas foram removidos pelo DPT — Foto: Reprodução/TV Bahia

Corpos das vítimas foram removidos pelo DPT — Foto: Reprodução/TV Bahia

O Corpo de Bombeiros foi acionado para retirar as vítimas do veículo, que ficaram presas às ferragens. Os corpos do motorista e de um homem de 62 anos foram recolhidos pelo Departamento de Polícia Técnica (DPT) e serão periciados.

Os dois feridos foram encaminhados para o Hospital Municipal de Teixeira de Freitas, contudo não há informações sobre o estado de saúde delas. As causas do acidente serão investigadas.

Confira mais notícias do estado no G1 Bahia.

Corpo de Bombeiros foi acionado para resgatar vítimas — Foto: Reprodução/TV Bahia

Corpo de Bombeiros foi acionado para resgatar vítimas — Foto: Reprodução/TV Bahia

Brasil registra 1.111 mortes em 24 horas; média móvel volta a bater recorde País contabilizou 11.483.031 casos e 278.327 óbitos por Covid-19 desde o início da pandemia, segundo balanço do consórcio de veículos de imprensa. Casos e mortes apresentam tendência de alta.

O país registrou 1.111 mortes pela Covid-19 nas últimas 24 horas e totalizou neste domingo (14) 278.327 óbitos. Com isso, a média móvel de mortes no Brasil nos últimos 7 dias chegou a 1.832, novamente um recorde. Em comparação à média de 14 dias atrás, a variação foi de +50%, indicando tendência de alta nos óbitos pela doença.

É o que mostra novo levantamento do consórcio de veículos de imprensa sobre a situação da pandemia de coronavírus no Brasil a partir de dados das secretarias estaduais de Saúde, consolidados às 20h deste domingo.

Também já são 53 dias seguidos com a média móvel de mortes acima da marca de 1 mil, 17 dias acima de 1,1 mil, e pelo décimo quinto dia a marca aparece acima de 1,2 mil. Foram 16 recordes seguidos de 27 de fevereiro até aqui.

Já são 16 dias seguidos com recorde na média móvel de mortes — Foto: Arte G1

Já são 16 dias seguidos com recorde na média móvel de mortes — Foto: Arte G1

Veja a sequência da última semana na média móvel:

  • Sábado (6): 1.455 (recorde)
  • Domingo (7): 1.497 (recorde)
  • Segunda-feira (8): 1.540 (recorde)
  • Terça-feira (9): 1.572 (recorde)
  • Quarta-feira (10): 1.645 (recorde)
  • Quinta-feira (11): 1.705 (recorde)
  • Sexta-feira (12): 1.761 (recorde)
  • Sábado (13): 1.824 (recorde)
  • Domingo (14): 1.832 (recorde)

 

Em casos confirmados, desde o começo da pandemia 11.483.031 brasileiros já tiveram ou têm o novo coronavírus, com 43.781 desses confirmados no último dia. A média móvel nos últimos 7 dias foi de 66.353 novos diagnósticos por dia. Isso representa uma variação de +18% em relação aos casos registrados em duas semanas, o que indica tendência de alta também nos diagnósticos.

Vinte e três estados e o Distrito Federal estão com alta nas mortes: PR, RS, SC, ES, MG, SP, GO, MS, MT, AC, AP, PA, RO, RR, TO, AL, CE, MA, PB, PE, PI, RN e SE.

Brasil, 14 de março

  • Total de mortes: 278.327
  • Registro de mortes em 24 horas: 1.111
  • Média de novas mortes nos últimos 7 dias: 1.832 (variação em 14 dias: +50%)
  • Total de casos confirmados: 11.483.031
  • Registro de casos confirmados em 24 horas: 43.781
  • Média de novos casos nos últimos 7 dias: 66.353 por dia (variação em 14 dias: +18%)

Estados

  • Subindo (23 estados e o Distrito Federal): PR, RS, SC, ES, MG, SP, DF, GO, MS, MT, AC, AP, PA, RO, RR, TO, AL, CE, MA, PB, PE, PI, RN e SE
  • Em estabilidade (1 estado): BA
  • Em queda (2 estados): RJ e AM

 

Essa comparação leva em conta a média de mortes nos últimos 7 dias até a publicação deste balanço em relação à média registrada duas semanas atrás

Vale ressaltar que há estados em que o baixo número médio de óbitos pode levar a grandes variações percentuais. Os dados de médias móveis são, em geral, em números decimais e arredondados para facilitar a apresentação dos dados.

Vacinação

Balanço da vacinação contra Covid-19 deste domingo (14) aponta que 9.716.458 pessoas já receberam a primeira dose de vacina contra a Covid-19, segundo dados divulgados até as 20h. O número representa 4,59% da população brasileira.

A segunda dose já foi aplicada em 3.568.251 pessoas (1,69% da população do país) em todos os estados e no Distrito Federal.

No total, 13.284.709 doses foram aplicadas em todo o país.

Pazuello diz que segue ministro da Saúde e que Bolsonaro não pediu que entregue o cargo Deputados do Centrão têm pressionado pela sua substituição diante do desgaste gerado pelo agravamento da crise sanitária de Covid-19 no país. Médica cardiologista é cotada para a função.

O ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, durante entrevista no Palácio do Planalto em 7 de janeiro — Foto: Eraldo Peres/AP Photo

O ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, durante entrevista no Palácio do Planalto em 7 de janeiro — Foto: Eraldo Peres/AP Photo

Em meio à pressão para a sua substituição, o ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, disse neste domingo (14), por meio de sua assessoria de imprensa, que segue à frente da pasta e que o presidente da República, Jair Bolsonaro, não pediu que entregue o cargo.

O ministro também negou que esteja doente. Segundo informações do jornal “O Globo”, Pazuello teria pedido para deixar o comando do ministério alegando problemas de saúde. Ele foi diagnosticado com Covid-19 no ano passado e ficou internado em razão da doença. Mesmo após se recuperar e retomar o trabalho, chegou a relatar a auxiliares próximos sentir fadiga e dores.

“Não estou doente, o presidente não pediu o meu cargo, mas o entregarei assim que o presidente pedir. Sigo como ministro da saúde no combate ao coronavírus e salvando mais vidas”, afirmou Pazuello, segundo mensagem publicada por sua assessoria em uma rede social.

 

A informação sobre a permanência de Pazuello e o seu estado de saúde foi reiterada em uma nota enviada à imprensa pelo Ministério da Saúde.

No comunicado, a pasta acrescenta “que Pazuello se encontra em perfeito estado de saúde e não há nenhum pedido de demissão do ministro ao presidente da República”.

O ministério confirmou ainda que o ministro participa de uma entrevista coletiva à imprensa nesta segunda-feira (15). Ele deve anunciar a conclusão do processo de compra das vacinas da Pfizer e da Janssen.

Desgastada, a atuação do ministro é criticada em razão do agravamento da crise sanitária no país causada pela pandemia de Covid-19.

O Brasil registrou 1.940 mortes pela Covid-19 no sábado (13), totalizando 277.216 óbitos. Com isso, a média móvel de mortes nos últimos 7 dias chegou a 1.824, novamente um recorde. Em comparação à média de 14 dias atrás, a variação foi de +51%, indicando tendência de alta nos óbitos pela doença.

Troca

Na tarde deste domingo, Bolsonaro se reuniu com a médica cardiologista Ludhmila Hajjar no Palácio da Alvorada, residência oficial da Presidência, em Brasília.

O nome dela é defendido por deputados do Centrão, bloco de partidos da base aliada do governo na Câmara, para o lugar de Pazuello.

O presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), que é uma das principais lideranças do grupo, disse em uma rede social que o enfrentamento da pandemia “exige competência técnica” e “capacidade de diálogo político” e que enxerga essas qualidades em Ludhmila.

E continuou: “Espero e torço para que, caso nomeada ministra da Saúde, consiga desempenhar bem as novas funções. Pelo bem do país e do povo brasileiro, nesta hora de enorme apreensão e gravidade. Como ministra, se confirmada, estarei à inteira disposição”.

Em meio à articulação para a saída de Pazuello, Bolsonaro se reúne com médica Ludhmila Hajjar

Em meio à articulação para a saída de Pazuello, Bolsonaro se reúne com médica Ludhmila Hajjar

Currículo

Em seu currículo na plataforma Lattes, do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), a cardiologista Ludhmila Abrahão Hajjar informa que é professora associada de cardiologia da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FMUSP).

Nascida em Anápolis-GO, graduou-se em medicina na Universidade de Brasília, em 2000. Ainda de acordo com o currículo, ela também é médica supervisora da área de Cardio-Oncologia do Instituto do Coração do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP e coordenadora de cardiologia do Instituto do Câncer do Estado de São P aulo