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:: ‘Brasil’

Galoucura fura bloqueios bolsonaristas em rodovia no Sul de Minas Gerais

Galoucura fura bloqueios bolsonaristas em rodovia no Sul de Minas Gerais

Foto: Reprodução / Instagram

Integrantes da torcida Galoucura, organizada do Atlético-MG, furaram bloqueios causados por protestos de bolsonaristas no trecho do Sul de Minas da rodovia Fernão Dias. 

 

Vídeos publicados nas redes sociais mostram o grupo rompendo a estrutura montada pelos apoiadores do atual presidente para abrir caminho rumo à capital paulista, onde o clube enfrenta o São Paulo às 21h30 desta terça-feira (1º), pelo Campeonato Brasileiro. 

Os torcedores discutem com os bolsonaristas e retiram os pneus da rodovia, aos gritos de “vamos, vamos meu Galo”. Um ônibus faz o traslado da torcida para São Paulo. 

 

Segundo o G1, a concessionária da Fernão Dias, a Arteris, registra, na tarde desta terça, pelo menos dois pontos de bloqueio no sentido a São Paulo neste trecho da rodovia, ambos rompidos pelos torcedores. 

 

Os apoiadores de Jair Bolsonaro (PL) não aceitam o resultado das urnas no último domingo (30), que deram a vitória da eleição presidencial a Luiz Inácio Lula da Silva (PT). 

 

Bolsonaro enfrenta dois problemas: um dentro de casa, o outro fora

O presidente da República, Jair Bolsonaro e a primeira-dama, MichelleIgo Estrela/Metrópoles
Sejamos justos com a formosa primeira-dama Michelle Bolsonaro, agora ocupada com os demônios que voltaram a afligir o país, uma vez que Deus não atendeu seus apelos para nos livrar deles.

Não, ela nada tem contra seu marido, o presidente derrotado em sua tentativa de se reeleger e inconformado com isso, afinal de que lhe valeu ajoelhar-se tanto diante de pastores evangélicos.

O problema de Michelle é antigo e atende pelo nome de Carlos Bolsonaro, o filho Zero Dois do presidente, o mais ciumento deles, o mais emocionalmente instável, que nunca a aceitou na família.

Sejamos justos também com Carlos, de apelido Carluxo. Imagine-se com 17 anos, seus pais separados, sua mãe, vereadora, candidata à reeleição, e, de repente, você ouve uma proposta.

A proposta do seu pai, a pessoa que você mais admira no mundo: “Eu quero que você seja candidato a vereador para impedir que sua mãe se reeleja.” Como é??? Isso mesmo que você leu.

E por sua cabeça jamais passara a ideia de tornar-se um político como seu pai, então deputado federal porque fora afastado do Exército sob a acusação de ser um mau militar.

Era Deus no céu e o seu pai na terra. Você testemunhou o sofrimento dele por terem lhe tirado a farda e proibido de frequentar ambientes militares; você se compadecia dele.

Seu pai queria seguir a carreira militar e não pôde. Derivou para a política porque precisava ganhar dinheiro para sustentar a família. Mas não era feliz, nunca seria de fato.

O que você faria? Ficaria do lado de quem? Seu pai tentara convencer o filho mais velho, Flávio, a derrotar a mãe, mas ele não topou. Eduardo, o Zero Três, não tinha idade.

Então, Carlos disse sim. Elegeu-se, derrotando a mãe, Rogéria, e só pôde assumir o mandato porque completou 18 anos entre a eleição e a posse. No primeiro dia, foi à Câmara de mãos dadas com o pai.

A ferida aberta por Bolsonaro em Carlos nunca mais cicatrizou, e voltou a sangrar depois que ele casou-se com Michelle. Era sua terceira mulher. Antes tivera Ana Cristina, mãe de Jair Renan.

Carlos passou a ver Michelle como uma poderosa sombra a separá-lo do pai. Michelle, de início, procurou apaziguá-lo, mas sem sucesso. O rompimento entre os dois, assim, tornou-se inevitável.

Nada apavora mais Bolsonaro do que saber que Carlos está infeliz, que parou de atender aos seus telefonemas, que está disposto a distanciar-se da família e ir tocar a própria vida.

E Carlos usa e abusa do poder que tem sobre Bolsonaro. Demitiu ministros, como Gustavo Bebianno (Casa Civil) e o general Carlos Alberto Santos Cruz (Secretaria de Governo da Presidência).

Na cerimônia de posse do pai, fez questão de desfilar com ele e Michelle em carro aberto pela Esplanada dos Ministérios, em Brasília. E estava armado porque temia algum atentado.

No ano passado, com medo de que Carlos fosse preso no inquérito sobre distribuição de notícias falsas e atos contra a democracia, Bolsonaro hospedou-o no Palácio da Alvorada. Para quê…

Michelle detestou e o abrigo durou pouco. Carlos deu-lhe o troco: quando Michelle começou a brilhar na campanha do marido, a conta oficial de Bolsonaro no Instagram deixou de seguir a dela.

É Carlos, sempre foi ele, que administra as contas de Bolsonaro nas redes sociais. Quem tem as senhas é ele, com autonomia para fazer postagens sem muitas vezes consultar o pai.

Michelle reagiu em legítima defesa de sua imagem: deixou de seguir o marido no Instagram. E postou a seguinte mensagem em sua conta:

“Esclarecendo a matéria de hoje sobre o meu marido ter deixado de me seguir em seu Instagram, conforme o Jair explicou em várias ‘lives’, quem administra essa rede não é ele. Eu e meu esposo seguimos firmes, unidos, crendo em Deus e crendo no melhor para o Brasil. Estaremos sempre juntos, nos amando na alegria e na tristeza… Que Deus abençoe a nossa amada Nação!”

Bolsonaro, agora, enfrenta dois problemas igualmente graves: um dentro de casa, o outro fora com sua derrota para Lula.

Tropa de Choque da PM é enviada para desobstruir rodovias em SP bloqueadas por bolsonaristas

Tropa de Choque na Castello Branco  — Foto: Reprodução/TV Globo

Tropa de Choque na Castello Branco — Foto: Reprodução/TV Globo

O governo de São Paulo enviou a Tropa de Choque da Polícia Militar para retirar os manifestantes bolsonaristas que bloqueiam vias no estado.

No início da tarde, o efetivo estava na Rodovia Castello Branco, em um trecho perto de Osasco que está interditado desde o início da manhã desta terça (1°), e também na Rodovia Régis Bittencourt.

Às 13h, um grupo interditava a alça de acesso da Rodovia Hélio Smidt para o viaduto Professor Jossei Toda, que segue para a Avenida Monteiro Lobato, em Guarulhos.

Tropa de Choque e manifestantes na Rodovia Régis Bittencourt — Foto: Reprodução/TV Globo

Tropa de Choque e manifestantes na Rodovia Régis Bittencourt — Foto: Reprodução/TV Globo

Motoristas esvaziam pneu de caminhão para não retirar veículo da pista  — Foto: Reprodução/TV Globo

Motoristas esvaziam pneu de caminhão para não retirar veículo da pista — Foto: Reprodução/TV Globo

Policiais militares na Rodovia Régis Bittencourt — Foto: William Santos

Policiais militares na Rodovia Régis Bittencourt — Foto: William Santos

Em entrevista coletiva no final da manhã, o governador Rodrigo Garcia (PSDB), disse que a Polícia Militar atua nos protestos e não descartou o uso da força caso os manifestantes bolsonaristas insistam em permanecer nas vias.

“A partir de agora, nós vamos aplicar aquilo que determina a decisão judicial, iniciando com multas de R$ 100 mil por hora para cada veículo que esteja contribuindo com essa obstrução. A partir também daí fichando e, eventualmente, prendendo àqueles manifestantes que resistirem à desobstrução das vias e, se necessário, o emprego de força.”

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Tropa de Choque ocupa Castello Branco para retirar manifestantes bolsonaristas  — Foto: Reprodução/TV Globo

Tropa de Choque ocupa Castello Branco para retirar manifestantes bolsonaristas — Foto: Reprodução/TV Globo

Durante coletiva no Palácio dos Bandeirantes, Garcia disse que a gestão tenta dialogar com os manifestantes desde segunda-feira (31). Sem acordo, a partir desta terça, passou a valer a decisão do STF.

“Nós procuramos dialogar e negociar com esses manifestantes para que as vias públicas fossem desobstruídas desde ontem e, hoje, pela manhã, em virtude da decisão do Supremo Tribunal Federal, as negociações se encerram.”

Garcia: Multa de R$100 mil por hora a bloqueios

Garcia: Multa de R$100 mil por hora a bloqueios

Garcia também defendeu a democracia e o respeito ao resultado das urnas. Os manifestantes são contrários ao resultado da eleição de domingo (30) para a Presidência da República.

“As eleições acabaram, nós vivemos num país democrático, São Paulo respeita o resultado das urnas, e nenhuma manifestação vai fazer com que a democracia do Brasil retroceda.”

Biden telefona e parabeniza Lula

O presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, faz discurso na Casa Branca. Ele aparece diante de microfone e com dedo em riste - MetrópolesChip Somodevilla/Getty Images
Joe Biden telefonou há pouco para Lula com o objetivo de parabenizá-lo pela eleição.

Durante a ligação, o presidente norte-americano elogiou a força das “instituições democráticas do Brasil após eleições livres, justas e confiáveis”.

Segundo a Embaixada dos Estados Unidos informou à coluna, os dois líderes discutiram a relação entre o Brasil e os Estados Unidos e se comprometeram a continuar trabalhando para enfrentar desafios comuns, incluindo o combate às mudanças climáticas, a garantia da segurança alimentar, a promoção da inclusão e da democracia, e o gerenciamento da migração regional.

Dólar fecha em queda no primeiro pregão após vitória de Lula Nesta segunda-feira (31), a moeda norte-americana caiu 2,55%, cotada a R$ 5,1654.

Dólar opera em baixa nesta quarta-feira — Foto: Alexander Mils/Pexels

Dólar opera em baixa nesta quarta-feira — Foto: Alexander Mils/Pexels

O dólar fechou em forte queda nesta segunda-feira (31), após abrir a R$ 5,40 em reação inicial dos mercados à vitória do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), que se dissipou ao longo do dia. Houve ainda a formação da Ptax de fim de mês — taxa de câmbio calculada pelo Banco Central usada como referência para operações financeiras —, o que torna o pregão volátil.

A moeda norte-americana caiu 2,55%, cotada a R$ 5,1654. Na máxima do dia, chegou a R$ 5,4095. Veja mais cotações.

Na sexta-feira, a moeda norte-americana encerrou o dia em queda de 0,15%, vendida a R$ 5,3005. Com o resultado de hoje, a moeda acumulou queda de 4,24% no mês. No ano, o recuo é de 7,34% frente ao real.

‘Brasil se expressou livre e democraticamente’, diz Fernández, presidente da Argentina, após reunião com Lula em SP

Presidente da Argentina, Alberto Fernandez, se encontra com Lula em SP — Foto: ReutersO presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva (PT) se encontrou nesta segunda-feira (31) com o presidente argentino, Alberto Fernández, em um hotel de São Paulo. Fernández veio para o Brasil para parabenizar Lula pela vitória.

Nas redes sociais, o presidente argentino comentou o resultado da eleição brasileira e divulgou vídeos do encontro com Lula.

“O Brasil se expressou livre e democraticamente. Democraticamente, elegeram um extraordinário líder latino-americano. Preservar a democracia é a primeira coisa que devemos fazer, e cuidar da vontade popular é fundamental para pensar o progresso da América Latina”, disse o presidente argentino durante a reuniao

Relação bilateral

 

Presidente da Argentina, Alberto Fernandez, com Lula nesta segunda-feira (31) em SP — Foto: Reuters

Presidente da Argentina, Alberto Fernandez, com Lula nesta segunda-feira (31) em SP — Foto: Reuters

De acordo com o jornal “La Nación”, é a primeira vez que Alberto Fernández viaja ao Brasil desde que assumiu o cargo, em 2019. Ele nunca teve um encontro bilateral presencial com Jair Bolsonaro (PL), com quem teve desentendimentos, principalmente em 2020, na pandemia.

Ainda conforme o jornal, os detalhes do encontro entre Lula e Fernández foram coordenados por Daniel Scioli, ex-vice-presidente da Argentina, e Celso Amorim, ex-chanceler brasileiro e assessor internacional do ex-presidente. Scioli entregou há algumas semanas um roteiro de um plano de integração para Amorim, que poderá voltar a ter um papel de peso no Planalto.

A agência Reuters aponta que a vitória de Lula pode implicar a retomada da relação bilateral com o importante parceiro comercial, após a posse do presidente eleito, em 1º de janeiro.

Atritos

O presidente argentino, Alberto Fernández (de costas), em reunião com o presidente Jair Bolsonaro, que está acompanhado do ministro das Relações Exteriores, Ernesto Araújo, e do o secretário de Assuntos Estratégicos da Presidência, Flávio Rocha. — Foto: Casa Rosada

O presidente argentino, Alberto Fernández (de costas), em reunião com o presidente Jair Bolsonaro, que está acompanhado do ministro das Relações Exteriores, Ernesto Araújo, e do o secretário de Assuntos Estratégicos da Presidência, Flávio Rocha. — Foto: Casa Rosada

A relação de Jair Bolsonaro e Fernández é marcada por hostilidades. Em 2019, Bolsonaro defendeu a reeleição do então presidente Mauricio Macri, de tendência liberal, que perdeu no primeiro turno para Fernández.

Bolsonaro chegou a dizer que, se Fernández fosse eleito, a Argentina se tornaria uma “nova Venezuela”. Ainda na campanha, o argentino respondeu: “Em termos políticos, eu não tenho nada a ver com Bolsonaro. Comemoro enormemente que fale mal de mim. É um racista, um misógino, um violento”.

Bolsonaro manteve as críticas após a posse do argentino. O argentino adotou quarentenas rígidas, enquanto Bolsonaro sempre foi crítico do isolamento social e do uso de máscara na pandemia.

Em agosto de 2020, por exemplo, Bolsonaro criticou a gestão de Fernández e disse que isso é o que o povo argentino “merece”. O presidente brasileiro se referiu à Argentina para rebater críticas dos próprios apoiadores. Segundo ele, o mesmo aconteceu com Macri.

Sandra Cohen apontou no seu blog, no g1, que a vitória de Luiz Inácio Lula da Silva consolida o eixo político de forças progressistas nas seis principais economias da América Latina. Além do Brasil – com a chegada do presidente eleito como o decano da região –, México, Argentina, Brasil, Peru, Colômbia e Chile são liderados por presidentes de esquerda e centro-esquerda.

Alberto Fernández com Lula em SP — Foto: ASSOCIATED PRESS

Alberto Fernández com Lula em SP — Foto: ASSOCIATED PRESS

Eleito, Lula diz que é hora de ‘restabelecer a paz entre os divergentes’ e que vai governar para todos os brasileiros: ‘Não existem dois Brasis’

Lula faz discurso da vitória em São Paulo — Foto: Reprodução/ TV Globo

Lula faz discurso da vitória em São Paulo — Foto: Reprodução/ TV Globo

O agora presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva (PT) fez o discurso da vitória em São Paulo na noite deste domingo (30). Ele afirmou que o momento é de “restabelecer a paz entre os divergentes”. Lula disse que vai governar para todos os brasileiros, e não só para os que votaram nele. Para o presidente eleito, “não existem dois Brasis”.

A vitória de Lula foi confirmada pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) quando havia 98% das urnas apuradas, às 19h57. Àquela altura, ele tinha 50,83% dos votos válidos e não poderia mais ser alcançado por Jair Bolsonaro (PL), que contabilizava 49,17%.

“Meus amigos e minhas amigas. A partir de 1º de janeiro de 2023, vou governar para 215 milhões de brasileiros e brasileiras, e não apenas para aqueles que votaram em mim. Não existem dois Brasis, somos um único país, um único povo, uma grande nação”, afirmou Lula.

Lula defendeu a paz e a convivência harmônica no país.

“Estou aqui para governar esse país numa situação muito difícil. Mas tenho fé que com a ajuda do povo, nós vamos encontrar uma saída para que esse país volte a viver democraticamente, harmonicamente. E a gente possa inclusive restabelecer a paz entre as famílias, os divergentes, para que a gente possa construir o mundo que nós precisamos, e o Brasil”, completou.

 

Ele disse que não interessa a ninguém viver em um país em eterno estado de guerra. Lula disse ainda que o ódio foi propagado de forma criminosa no Brasil.

“Não interessa a ninguém viver numa família onde reina a discórdia. É hora de reunir de novo as famílias, refazer os laços de amizade rompidos pela propagação criminosa do ódio. A ninguém interessa viver em um país dividido, em permanente estado de guerra”, argumentou.

Combate à miséria

No discurso, Lula afirmou que o combate à fome e à miséria é o “compromisso número 1” do governo eleito.

“Nosso compromisso mais urgente é acabar outra vez com a fome. Não podemos aceitar como normal que milhões de homens, mulheres e crianças neste país não tenham o que comer, ou que consumam menos calorias e proteínas do que o necessário”, disse Lula.

“Se somos o terceiro maior produtor mundial de alimentos e o primeiro de proteína animal, se temos tecnologia e uma imensidão de terras agricultáveis, se somos capazes de exportar para o mundo inteiro, temos o dever de garantir que todo brasileiro possa tomar café da manhã, almoçar e jantar todos os dias”, prosseguiu o petista.

“Este será, novamente, o compromisso número 1 do nosso governo.”

Lula também repetiu a promessa, já anunciada durante a campanha, de retomar o Minha Casa, Minha Vida. Durante o governo Jair Bolsonaro, a iniciativa foi substituída pelo programa Casa Verde Amarela, com formato diferente.

“Não podemos aceitar como normal que famílias inteiras sejam obrigadas a dormir nas ruas, expostas ao frio, à chuva e à violência. Por isso, vamos retomar o Minha Casa Minha Vida, com prioridade para as famílias de baixa renda, e trazer de volta os programas de inclusão que tiraram 36 milhões de brasileiros da extrema pobreza.”

Relação com o mundo político

No discurso da vitória, Lula disse que a história reservou a ele uma missão de “magnitude” e que, para cumpri-la, precisará de “todos os partidos políticos, trabalhadores, empresários, parlamentares, governadores, prefeitos e gente de todas as religiões”.

“O Brasil tem jeito, todos juntos seremos capazes de consertar este país e construir um Brasil do tamanho dos nossos sonhos, com oportunidade para transformar em realidade”, afirmou.

Lula também agradeceu ao antigo rival Geraldo Alckmin, eleito próximo vice-presidente do Brasil, que, segundo o petista, deu uma “contribuição extraordinária” à campanha.

Amazônia

Outro tema que Lula destacou em seu discurso foi a proteção da Amazônia. Ele afirmou que o novo governo terá meta de desmatamento zero.

Arthur Lira parabeniza Lula pela vitória no segundo turno

Arthur Lira parabeniza Lula pela vitória no segundo turno

Foto: Reprodução/ Youtube Câmara dos Deputados

O presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL), parabenizou Luiz Inácio Lula da Silva (PT) pela vitória no segundo turno das eleições de 2022 (. Lira foi a primeira autoridade a parabenizar o petista pela vitória e defendeu que vontade das urnas não deve ser contestada.

 

“Ao presidente eleito, a Câmara dos Deputados lhe dá os parabéns e reafirma o compromisso com o Brasil, sempre com muito debate, diálogo e transparência. É preciso ouvir a voz de todos, mesmo divergentes, e trabalhar para atender as aspirações mais amplas”, afirmou Lira.

 

Durante pronunciamento, o presidente da Câmara defendeu ainda a pacificação do país e afirmou que é hora de “olhar adiante” para dar melhor qualidade de vida ao povo brasileiro. “É hora de desarmar os espíritos, estender a mão aos adversários, debater, construir pontos, propostas e práticas que tragam mais desenvolvimento, empregos, saúde, educação e marcos regulatórios eficientes”, disse Lira.

 

Arthur Lira também defendeu a lisura, a estabilidade e a confirmação da vontade popular do processo eleitoral. “Da mesma forma que reafirmamos a lisura, a estabilidade e a confirmação da vontade popular, não podemos aceitar revanchismos ou perseguições, seja de que lado for”, disse.

Lula é eleito para terceiro mandato e é o novo presidente do Brasil

Lula é eleito para terceiro mandato e é o novo presidente do Brasil

Foto: Divulgação

Luiz Inácio Lula da Silva (PT) foi eleito presidente neste domingo (30) ao derrotar no segundo turno o atual presidente Jair Bolsonaro do (PL). A votação de 2022 foi a maior da história do país, em número de votos. É a primeira vez que um presidente não consegue a reeleição na história. 

 

A vitória foi confirmada às 19h57 com 98,86% das das seções apuradas, com Lula chegando a 59.563.912 votos, representando 50,8%. Contra 49,2% de Bolsonaro, que obteve até o momento 57.627.462.

 

O embate ocorreu após a realização do primeiro turno, onde Lula teve 48,43% dos votos, totalizando 57.259.504 votos válidos. Já Bolsonaro atingiu 43,2% dos votos, com 51.072.345 votos válidos.

 

O petista conseguiu compor a maior coligação da corrida presidencial. Além do PSB, PV e PC do B (que fecharam uma federação com o PT), o grupo inclui Solidariedade, PSOL, Rede e Avante. Com Geraldo Alckmin (PSB) na vice, Lula teve o maior tempo de TV entre os candidatos – 3 minutos e 16 segundos, além de caixa reforçado para bancar a campanha. No segundo turno, Lula conseguiu o apoio de outras legendas, incluindo o PDT e do MDB, que tiveram candidatos na disputa. 

 

A eleição de 2022 foi a sexta vez disputada por Lula, que é o primeiro candidato de uma federação partidária, modalidade de aliança que consiste na união de duas ou mais partidos. O petista, que foi presidente do Brasil de 2003 a 2011, sucederá Jair Bolsonaro, eleito em 2018.

Vídeo: Carla Zambelli saca arma no meio da rua e entra em comércio

carla zambelliRedes sociais/Reprodução
São Paulo – A deputada federal reeleita Carla Zambelli (PL-SP) foi vista andando armada na cidade de São Paulo. Ela saca a arma, atravessa a rua e entra em um estabelecimento comercial.

Várias pessoas são vistas ao redor da parlamentar. Zambelli confirmou que sacou a arma e a polícia está reunida no local. O caso ocorreu entre as alamedas Joaquim Eugênio Lima e Lorena no bairro Jardim Paulista, Zona Oeste da capital.

Veja o vídeo:

A deputada publicou um vídeo nas redes sociais em que diz ter sido agredida e xingada. “Me empurraram no chão, usaram um negro para vir para cima de mim, mas eram várias pessoas”, conta.

“Eu disse que ia chamar a polícia, que ele tinha que esperar, ele se evadiu, eu saquei a arma e corri atrás dele pedindo pra ele parar, ele com medo parou dentro de um bar. Pedi para ele esperar a policia porque ia dar flagrante”, continuou.

Zambelli afirmou ter gravado um vídeo com o homem pedindo desculpas a ela. No vídeo, a congressista também afirma ter tido o telefone vazado na noite de sexta-feira (28/10) e recebido diversas ameaças desde então.

Veja a publicação da deputada: