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prefeitura de pocoes



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:: ‘Destaque2’

O POVO QUER QUEM FAZ [ E NÃO QUEM FALA] AGORA É ELA

[VEJAM O VIDEO]GOVERNADOR RUI COSTA E VICE JOÃO LEÃO APOIAM DONA NILDA A MULHER TA DISPARADA RUMO A VITORIA PARA UMA POÇÕES MELHOR

Quem vende seu próprio voto não tem moral para chamar os políticos de corruptos

Político que compra o voto
não deve nada a ninguém,
e eleitor que vende o voto
perde o direito que tem!
Quem vende seu voto fica
sem direito de cobrança;
se condena e se complica
a viver sem esperança!

O político enganador
mente com força e com pressa;
para enganar o eleitor
com dinheiro e com promessa!

Eleitor nunca se venda
por dinheiro na campanha;
mas vote com consciência
pra mudar toda essa sanha!

Avalie bem as propostas
de quem seu voto pleiteia,
e veja se nas respostas
ele a verdade semeia.

Quem vive o voto a vender
faz um crime eleitoral,
além de ajudar vencer
as grandes forças do mal!

Só quem vota consciente
contribui com a mudança;
Voto livre, independente,
é o voto da ESPERANÇA!

NOTA DE REPUDIO- A IMPRENSA LIVRE QUE NÃO FAZ PARTE DESSA PANELA SUJA DESSE GOVERNO ESTÀ SENDO PERCEGUIDA EM TODOS OS SENTIDOS

SÓ UMA RADIO PODE FAZER ENTREVISTAS E NAO É ENTREVISTA E POLITICAGEM NA CARA DE PAU MESMO FAZENDO POLITICAGEM PARA O PREFEITO DESDE MANHA ATÉ A NOITE NO PROGRAMA DA RADIO DE MEIO DIA AIR PRONTO A POLITICAGEM ROLA SOLTA 98 % DA IMPRENSA DE POÇOES É VENDIDA A ESSE GOVERNO E MUITOS TEM CARGOS NA PREFEITURA QUEM NÃO É E NÃO QUER FAZER PARTE DA PANELA SUJA NÃO TEM O SEU DIREITO RESPEITADO  ARRUMA JEITO DE NOS PROCESSAREM E PERSEGUIR. NENHUMA INSTITUIÇÃO GOVERNAMENTAL DA CIDADE SEJA QUAL FOR NÃO NOS REPASSAM IMFORMAÇÕES DE NADA DANDO PRIORIDADE A CUPULA DO PREFEITO.

GOSTARIA DE ALERTAR O SINDICADO DOS JORNALISTA O MINISTERIO PUBLICO  DO ESTADO DA BAHIA E OS DEPUTADOS ESTADUAIS E FEDERAIS QUE SEMPRE DEFENDERAM A IMPRENSA ESCRITA E FALADA VIVEMOS NUM PAIS DEMOCRATICO E NÃO NUMA DITADURA ESTÃO ME RETANHANDO E MUITOS OUTROS AMIGOS DA IMPRENSA ESPERO QUE A JUIZA ELEITORAL TOMA MEDIDAS CABIVEIS SOBRE ESSAS COISAS QUE ESTA ACONTECENDO NO MUNICIPIO DE  POÇÕES PRICIPALMAMENTE SOBRE ESSA RADIO E OBRAS QUE ESTÃO FAZENDO PROPAGANDA EM PLENA ELEIÇÃO.DE OBRAS QUE DEIXOU PRA FAZER AGORA

Violência contra profissionais da imprensa no interior da Bahia preocupa a ABI

Mais um caso de violência contra a imprensa no interior da Bahia vai parar na delegacia, evidenciando o clima de insegurança que ameaça profissionais do setor, em todo o estado. A cidade da vez é Jeremoabo. O repórter Davi Alves denuncia que foi vítima de agressão física enquanto realizava uma reportagem no município da Mesorregião do Nordeste Baiano, a 378 km de Salvador. Alves atua na Rádio Alvorada FM, em um programa da ONG Transparência Jeremoabo, conhecido na região por fiscalizar a administração municipal.

No último dia 16, ele filmava uma obra no bairro José Nolasco, em Jeremoabo, mas teve a cobertura interrompida. O repórter alega ter recebido denúncia de que recursos públicos estariam sendo empregados em obras particulares. Já no local, ele flagrou um funcionário da prefeitura levando materiais para dentro de um imóvel. No vídeo ao qual a reportagem da Associação Bahiana de Imprensa (ABI) teve acesso, Davi Alves pergunta à proprietária se poderia entrar e ela o convida. A partir daí a filmagem é cortada pela confusão.

“Ao realizar a filmagem, fui surpreendido pela agressão sorrateira do secretário de Infraestrutura e Obras, João Batista dos Santos Andrade, popularmente conhecido por Tista Andrade. Levei um soco forte na parte lateral da nuca. Quase desmaiei”, denuncia. “Ele me agrediu com socos e pontapés, inclusive pelas costas, impossibilitando a minha defesa. Funcionários se juntaram a ele nas agressões. Eu tentei me defender como pude. Ele tem que respeitar nossa imprensa, estamos em uma democracia”, relata Alves.

Foto: Reprodução

Depois da confusão, o próprio secretário João Batista se dirigiu até a delegacia e registrou Boletim de Ocorrência. Um inquérito policial foi instaurado para apurar o caso. Tanto Davi quanto o gestor municipal passaram por avaliação médica, sendo constatadas lesões corporais leves. De acordo com o advogado Antenor Idalécio Lima, que representa Davi Alves, seu cliente e o secretário seriam ouvidos novamente na quarta-feira (23), mas a oitiva foi adiada e ainda não tem data para acontecer. Dentro de 30 dias, a ocorrência será finalizada. “Quem iniciou foi o secretário, incomodado com a atividade da imprensa, por causa da filmagem. Davi estava de costas quando foi atingido”, disse.

À ABI, João Batista Andrade negou as agressões contra o repórter e deu a sua versão sobre o vídeo do momento em que Davi é golpeado e o celular cai. “Eu não o atingi por trás, inclusive, ele me acertou primeiro. Eu estava acompanhando o trabalho da equipe na construção da praça do bairro José Nolasco, quando esse cidadão que se diz repórter chegou e começou a gravar um vídeo sensacionalista, buscando denegrir (sic) a imagem da gestão atual com palavras pejorativas”, argumentou. “Ora, se existia uma ‘denuncia’ como ele diz e o responsável estava presente no local, por que ele não buscou primeiro informações sobre o caso?”, indagou. Segundo ele, Davi abriu o vídeo classificando a gestão municipal como “desastrosa, incompetente”.

“O que sei é que quando fui procurá-lo para questionar sobre o vídeo, ele me afrontou, aparentemente alcoolizado e buscando problemas. Veio para cima de mim. Eu, como qualquer pessoa, apenas me defendi. Vale ressaltar que também fui agredido, tendo no boletim de corpo de delito (consulte aqui) ferimento no nariz, dedo anelar da mão direita e escoriações nos braços”.

Laudo do exame de Davi Alves | Foto: Reprodução

Questionado se teria provas de que o repórter estava sob o efeito de álcool, ele respondeu: “Está no laudo do médico que atendeu ele e várias testemunhas do hálito forte de álcool. Você sabe que, pela Lei Seca, não é necessário exame, apenas testemunhas da situação”, disse. O exame de Davi Alves, no entanto, não confirma essa informação. O secretário revelou ter acionado a justiça contra Davi Alves.

O caso provocou o repúdio da Associação Brasileira de Imprensa (ABI). A entidade publicou no dia seguinte à agressão uma nota na qual “condena, com veemência, a agressão sofrida pelo repórter”. A ABI enviou ofícios ao secretário da Segurança Pública da Bahia, Maurício Barbosa, e ao prefeito de Jeremoabo, Derisvaldo José dos Santos, cobrando a apuração da violência contra Davi Alves e a adoção de medidas para garantir a liberdade de expressão naquela cidade.

De ponta a ponta

Tradicionalmente, os estados localizados no Norte e no Nordeste do Brasil são os mais críticos no quesito violência contra jornalistas, que são expostos à insegurança, à presença do narcotráfico e a uma pressão política muito forte. Mais comuns que os assassinatos são os casos de intimidação, ameaças e agressões, que atingem o direito de informação e restringem a liberdade de expressão e de imprensa. O quadro intensifica os chamados “desertos de notícias”, que impactam principalmente cidades do interior.

Mais recentemente, uma jornalista foi hostilizada depois de escrever reportagem em Ibicoara. Assim que as fotos de um evento de inauguração começaram a circular nas redes sociais, moradores de Ibicoara, na Chapada Diamantina, dispararam protestos. Centro das atenções nas fotos, o prefeito Haroldo Aguiar resolveu comemorar suas realizações no distrito de Mundo Novo, descumprindo o próprio decreto no qual proíbe aglomerações, como medida de enfrentamento à Covid-19. A repórter que denunciou o fato teve o telefone pessoal divulgado pelo executivo municipal na internet e foi alvo de ataques virtuais após a publicação da matéria. Jornalistas se manifestaram em solidariedade à colega, através de mensagens em grupos online e nas redes sociais.

Outro caso foi o da jornalista Raquel Santana, produtora, editora e apresentadora do Direto ao Assunto, da Rádio Moderna FM. A profissional iniciou a apuração de uma pauta sobre gastos da Câmara Municipal de Luís Eduardo Magalhães, município separado de Salvador por mais de 13 horas. “Cometi um erro de cálculo na matéria. Pesquisei dados no Tribunal de Contas do Município e divulguei um gasto de R$ 9 milhões de publicidade, quando na verdade eram R$ 400 mil no período de 2017 a 2020. O presidente da Câmara, vereador Reinildo Nery, tentou me intimidar no whatsApp no dia 2, prometendo mostrar que eu estava errada e mandou no dia seguinte três advogados até a rádio, meia hora antes de o programa entrar no ar, com ameaças de processos judiciais”, relata a jornalista.

De acordo com ela, a direção da rádio não permitiu a participação dos advogados porque eles não avisaram previamente e solicitou um pedido formal de direito de resposta. “No texto, eles dizem que os deixei 30 minutos esperando para me maquiar. Considero um ataque à minha condição de mulher. Outros dois colegas da imprensa divulgaram os mesmos números e foram poupados. Apenas eu, mulher, negra e jornalista profissional fui atacada”, conta. “Vou embora da cidade, pois não me sinto segura. Esse assunto está me dando crise de pânico”, disse.

Uma coletiva de imprensa foi realizada no dia 4 de setembro (assista aqui). Durante a sessão, funcionários da Casa explicam o erro cometido na matéria e o presidente afirmou que não ter feito ameaças à jornalista. “Eu só disse no áudio que tudo aquilo que ela estava falando desta Casa não era verdadeiro. Não teve uma palavra minha desrespeitando a senhora Raquel. Nunca fiz uma ofensa a nenhum cidadão”, afirmou Reinildo Nery. “As pessoas que foram lá atenderam a um pedido da rádio, foram dar uma satisfação à sociedade”, justificou. Aos 38 minutos e 50 segundos do vídeo, é possível acompanhar o pronunciamento do presidente da Câmara durante a coletiva.

“A Bahia já figurou como vergonhoso destaque na lista dos lugares mais perigosos do mundo para o trabalho da imprensa e nós não permitiremos que essa marola de agora se transforme em nova onda de violência, como ocorreu em fins da década de 1990”, assegurou o jornalista Ernesto Marques, presidente da Associação Bahiana de Imprensa (ABI). Segundo o dirigente, além de resgatar o convênio com a Seção Bahia da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB-BA) e sindicatos de jornalistas e radialistas, a ABI vai propor a criação de uma rede solidária de comunicadores, para acompanhar esses três primeiros casos e outros que surjam. “Daremos a maior visibilidade possível a cada agressão ou ameaça, bem como acompanharemos as providências das autoridades policiais”, garante Marques.

A onda que está conquistando todas, empoderadas, guerreiras, que não temem as lutas diárias e que conseguem vencer a tudo, com um belo sorriso no rosto! Deixe se contagiar por essa onda, que é a nova sensação da cidade você também!

BN/ Séculus: Jé Assunção aparece em vantagem entre eleitores de Ibirapitanga

BN/ Séculus: Jé Assunção aparece em vantagem entre eleitores de Ibirapitanga

Foto: Reprodução/Facebook

O cenário de intenções de voto em Ibirapitanga foi levantado pelo Bahia Notícias em parceria com a Séculus Análise e Pesquisa. Em uma situação espontânea, sem que alternativas fossem apresentadas aos eleitores, Jé Assunção foi o mais citado com 42,82%. Paulinho de Ravan surge em seguida com 28,17%, e em terceiro lugar ficou Civanilton com 6,76%. Não escolheram nenhum 8,17%, não opinaram 7,32%, não souberam 6,48% e 0,28% escolheriam os candidatos pela foto.

Jé Assunção aparece em vantagem também em um cenário estimulado. Nesta situação 43,94% dos eleitores o apontaram como candidato em quem votariam se a eleição fosse naquele dia. O segundo colocado é Paulinho de Ravan com 29,01% da preferência. Civanilton aparece em seguida com 7,04%. Aqueles que não escolheram nenhum são 9,01%, não souberam 6,48% e não opinaram 4,51%. 

Quando questionados a respeito de quem não votariam de jeito nenhum para prefeito de Ibirapitanga a maior parte dos eleitores citou Paulinho de Ravan, que ficou com 31,55%. Civanilton aparece em seguida com 20,00%, e Jé Assunção 18,31%. Não escolheram nenhum 10,14%, não souberam 10,14 e não opinaram 9,86%. 

AVALIAÇÃO DA GESTÃO
A pesquisa BN/ Séculus também levantou a avaliação da população de Ibirapitanga a respeito da gestão do prefeito Dr. Ravan. 

 

Para a maior parcela dos eleitores a administração é ótima (29,30%). Aqueles que classificam como regular são 26,48% e boa 18,31%. 

 

Outros 14,08% consideram a gestão de Dr. Ravan péssima e 6,48% ruim. Não opinaram 5,35%.

O levantamento do Bahia Notícias com a Séculus Análise e Pesquisa fez 758 entrevistas, entre os dias 21 e 22 de agosto de 2020. O intervalo de confiança é de 95% e a margem de erro máxima estimada é de 3,5 pontos percentuais para mais ou para menos sobre os resultados encontrados no total da amostra. 

 

Os dados referentes à pesquisa eleitoral das Eleições Municipais 2020 foram encaminhados à Justiça Eleitoral e protocolizados sob o número BA-06517/2020.

Coluna do Jornal a Tarde aponta que Herzem esqueceu de aplicar os quase R$18 milhões que recebeu da União para combater a Covid-19

A destinação de recursos do governo federal para o enfrentamento da Covid-19 na Bahia foi tema de uma edição da coluna “O Carrasco”, publicada na última semana pelo Jornal A Tarde, de Salvador. Intitulado “Milhões da Covid”, o texto cita, entre outros nomes, o do prefeito Herzem Gusmão, e aponta que o atual mandatário de Vitória da Conquista esqueceu que os quase R$18 milhões que recebeu da União deveriam ser aplicados para combater a Covid na cidade, onde já existem quase 4 mil casos confirmados da doença e 88 mortes.

De acordo com a coluna, o esquecimento de Herzem com relação à aplicação desses recursos se deve a sua briga pela reeleição, pois, “sabendo que a sua candidatura está ameaçada, não perdeu tempo para fortalecer seu nome e se manter como prefeito da cidade do frio”. O texto alertou ainda que o Tribunal de Contas do Município (TCM) está de olho, bem como o Ministério Público, e ironizou: “a alegria de quem sorrir primeiro dura pouco”.

Operação Vetor Aéreo encontra mil porções de drogas; houve troca de tiros No local, seis homens armados foram cercados, houve troca de tiros, no confronto, dois acabaram feridos e o restante conseguiu escapa

Operação Vetor Aéreo: Policia encontra mil porções de drogas em matagal

Mil porções de maconha, cocaína e crack, além de duas pistolas, carregadores e munições foram encontrados durante a operação Vetor Aéreo da Polícia Militar, realizada na tarde de sexta-feira (14), no bairro de Águas Claras, em Salvador.

Após denúncias de homens armados, na Rua Irmã Dulce, o Comando de Policiamento Regional (CPR) Central deflagrou a ação integrada. No local, seis homens armados foram cercados e correram para uma área de mata fechada.

Os traficantes atiraram e, após confronto, dois acabaram feridos e o restante conseguiu escapar. A dupla foi socorrida para o Hospital Eládio Lasserre, mas não resistiu. Com os criminosos foram apreendidos duas pistolas calibre 380, carregadores, munições e mil porções de maconha, cocaína e crack.

Participaram da operação equipes do CPR-Central, da 3ª CIPM (Cajazeiras), da Rondesp Central e do Grupamento Aéreo (Graer).

Condenados pela Lei da Ficha Limpa até 2012 poderão concorrer aos cargos municipais em novembro, diz TSE

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Em parecer, a área técnica do TSE (Tribunal Superior Eleitoral) indicou aos ministros da Corte que condenados pela Lei da Ficha Limpa em 2012 poderão concorrer aos cargos municipais em novembro. Caso as eleições fossem realizadas nas datas originais, em outubro, as pessoas nessa situação não poderiam participar.

O parecer foi apresentado na sexta-feira (7) em resposta a uma consulta do deputado federal Célio Studart (PV-CE). O congressista é contra a participação, nas eleições de 2020, de candidatos condenados.

Em 1º de julho, o Congresso Nacional promulgou a PEC (proposta de emenda à Constituição) que adiou as eleições municipais de 2020. O pleito, antes marcado para 4 de outubro, será em 15 de novembro.

A área técnica do TSE considera o fato de que a ineligibilidade estabelecida com base na Lei da Ficha Limpa é de 8 anos. Com isso, políticos impedidos de disputar as eleições de outubro de 2012 por condenações relacionadas a crimes de caixa 2, abuso de poder econômico, dentre outros, estarão aptos em novembro.

“Não tendo o Congresso Nacional optado por postergar o prazo final das inelegibilidades em razão da alteração da data do pleito para o mês de novembro, entende-se não haver campo para que tal providência se dê no âmbito desta Corte Superior”, diz o parecer.

O documento segue para análise do relator, ministro Edson Fachin. Posteriormente, será analisado pelo plenário da Corte Eleitoral.

Eis o novo calendário eleitoral de 2020:

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