
:: nov/2022
Subprocuradores pedem investigação de diretor da Polícia Rodoviária Federal
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Diretor-Geral da Polícia Rodoviária Federal (PRF), Inspetor Silvinei Vasques, durante evento em 25/03/2022 — Foto: Divulgação/PRF
Subprocuradores do Ministério Público Federal pediram nesta terça-feira (1º) ao Procurador da República no Distrito Federal, Peterson Pereira, a abertura de investigação contra o diretor da Polícia Rodoviária Federal, Silvinei Vasques, em razão das operações realizadas pela instituição no dia da eleição e de suposta omissão no caso dos bloqueios de estradas por bolsonaristas.
O documento é assinado por integrantes da 7ª Câmara de Coordenação e Revisão do Controle Externo da Atividade Policial e da 2ª Câmara de Coordenação e Revisão – Criminal do Ministério Público Federal.
No último domingo (30), dia do segundo turno das eleições, o presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Alexandre de Moraes, proibiu a PRF de realizar qualquer operação relacionada ao transporte público de eleitores, para não atrapalhar a votação.
Entretanto, a PRF parou em blitze pelo menos 610 ônibus que faziam o transporte de eleitores, descumprindo a ordem judicial.
Além disso, após a confirmação da vitória de Luiz Inácio Lula da Silva (PT), apoiadores do presidente Jair Bolsonaro, candidato derrotado do PL à reeleição, bloquearam de forma antidemocrática rodovias do país em ato contra o resultado das urnas.
Prevaricação e desobediência
Para os subprocuradores, Silvinei Vasques – que declarou apoio a Bolsonaro na eleição – deve ser investigado porque pode ter cometido os crimes de prevaricação e desobediência.
A prevaricação está configurada quando o funcionário público retarda ou deixa de praticar, indevidamente, ato de ofício, ou age contra regra expressa em lei, “para satisfazer interesse ou sentimento pessoal”. A pena é de detenção de três meses a um ano, e multa.
Já o crime de desobediência ocorre quando uma pessoa desobedece a ordem legal de funcionário público. A pena, nesse caso, é de detenção, de quinze dias a seis meses, e multa.
“As condutas do Diretor-Geral da Polícia Rodoviária Federal, ao descumprir a decisão do TSE e realizar operações policiais que teriam impedido o deslocamento e eleitores, pode caracterizar os crimes previstos nos artigos 319 e 330 do Código Penal. A conduta do Diretor-Geral da Polícia Rodoviária Federal, ao deixar de orientar as ações da instituição para o exercício de suas atribuições, no sentido de impedir o bloqueio das rodovias federais, pode caracterizar o crime do artigo 319 do Código Penal”, diz trecho do documento dos subprocuradores enviado ao Procurador da República no DF.

Federação de agentes da PRF critica postura de Bolsonaro e direção do órgão no caso dos bloqueios nas estradas
‘Ausência de providências’
Em relação aos bloqueios antidemocráticos nas estradas, os subprocuradores afirmam que vídeos que circulam nas redes sociais “revelam não apenas a ausência de providências da Polícia Rodoviária Federal diante das ações ilegais dos manifestantes, mas até declarações de membros da corporação em apoio aos manifestantes, como se fosse essa orientação recebida dos órgãos superiores da instituição“.
Os integrantes do Ministério Público Federal também afirmam que os direitos de reunião e manifestação estão submetidos ao respeito à liberdade de outras pessoas.
“Não podem significar restrição ao exercício de outros direitos e não deve causar tumulto, desordem, ameaças à segurança pública ou grave prejuízo ao tráfego em vias públicas”, afirma a peça.
“As condutas amplamente veiculadas atribuídas ao Diretor-Geral da PRF indicam má conduta na gestão da Instituição, desvio de finalidade visando interferir no processo eleitoral“, completa o documento.
Presidente do Egito convida Lula para a COP27 Mais de 90 chefes de Estado participarão da conferência do clima, que ocorre entre os dias 6 e 18 de novembro.
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Egito se prepara para sediar a cúpula da COP27 — Foto: Sayed Sheasha/Reuters
O presidente do Egito, Abdel Fatah al-Sissi, convidou o presidente eleito do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), para a conferência climática COP27. O encontro ocorre entre os dias 6 e 18 de novembro em Sharm El Sheikh e contará com a participação de mais de 90 chefes de Estado.
“Convido você a vir ao Egito para participar da cúpula climática global COP27 em Sharm el-Sheikh”, disse o presidente egípcio, Abdel Fatah al-Sissi, segundo o porta-voz presidencial na segunda-feira (31).
Al-Sissi espera que o Brasil desempenhe um papel “positivo e construtivo” na cúpula, acrescentou.
Um porta-voz de Lula informou à AFP que ele “está considerando ir, mas ainda não tomou a decisão”.
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Imagem aérea de sobrevoo de monitoramento de desmatamento na Amazônia no município de Lábrea, Amazonas, realizado em 26 de março de 2022. — Foto: Greenpeace/Divulgação
Cientistas do clima e ambientalistas reiteraram a enorme importância dos resultados das eleições no Brasil, onde fica a maior parte da floresta amazônica.
Bolsonaro se tornou uma figura detestada pelos defensores do meio ambiente por seu apoio às atividades madeireiras e mineradoras em áreas protegidas da maior floresta tropical do planeta. Durante seu governo, a extração de madeira e os incêndios florestais cresceram exponencialmente e a floresta amazônica começou a liberar mais carbono do que absorve, mostram pesquisas.
Embora o histórico ambiental de Lula não seja impecável, ativistas dizem que não há comparação entre ele e Bolsonaro. Lula (que foi presidente entre 2003 e 2011) disse que durante seu novo mandato ele se esforçará para alcançar o “desmatamento zero”.
Bolsonaro enfrenta dois problemas: um dentro de casa, o outro fora

Não, ela nada tem contra seu marido, o presidente derrotado em sua tentativa de se reeleger e inconformado com isso, afinal de que lhe valeu ajoelhar-se tanto diante de pastores evangélicos.
O problema de Michelle é antigo e atende pelo nome de Carlos Bolsonaro, o filho Zero Dois do presidente, o mais ciumento deles, o mais emocionalmente instável, que nunca a aceitou na família.
Sejamos justos também com Carlos, de apelido Carluxo. Imagine-se com 17 anos, seus pais separados, sua mãe, vereadora, candidata à reeleição, e, de repente, você ouve uma proposta.
A proposta do seu pai, a pessoa que você mais admira no mundo: “Eu quero que você seja candidato a vereador para impedir que sua mãe se reeleja.” Como é??? Isso mesmo que você leu.
E por sua cabeça jamais passara a ideia de tornar-se um político como seu pai, então deputado federal porque fora afastado do Exército sob a acusação de ser um mau militar.
Era Deus no céu e o seu pai na terra. Você testemunhou o sofrimento dele por terem lhe tirado a farda e proibido de frequentar ambientes militares; você se compadecia dele.
O que você faria? Ficaria do lado de quem? Seu pai tentara convencer o filho mais velho, Flávio, a derrotar a mãe, mas ele não topou. Eduardo, o Zero Três, não tinha idade.
Então, Carlos disse sim. Elegeu-se, derrotando a mãe, Rogéria, e só pôde assumir o mandato porque completou 18 anos entre a eleição e a posse. No primeiro dia, foi à Câmara de mãos dadas com o pai.
A ferida aberta por Bolsonaro em Carlos nunca mais cicatrizou, e voltou a sangrar depois que ele casou-se com Michelle. Era sua terceira mulher. Antes tivera Ana Cristina, mãe de Jair Renan.
Carlos passou a ver Michelle como uma poderosa sombra a separá-lo do pai. Michelle, de início, procurou apaziguá-lo, mas sem sucesso. O rompimento entre os dois, assim, tornou-se inevitável.
Nada apavora mais Bolsonaro do que saber que Carlos está infeliz, que parou de atender aos seus telefonemas, que está disposto a distanciar-se da família e ir tocar a própria vida.
E Carlos usa e abusa do poder que tem sobre Bolsonaro. Demitiu ministros, como Gustavo Bebianno (Casa Civil) e o general Carlos Alberto Santos Cruz (Secretaria de Governo da Presidência).
Na cerimônia de posse do pai, fez questão de desfilar com ele e Michelle em carro aberto pela Esplanada dos Ministérios, em Brasília. E estava armado porque temia algum atentado.
No ano passado, com medo de que Carlos fosse preso no inquérito sobre distribuição de notícias falsas e atos contra a democracia, Bolsonaro hospedou-o no Palácio da Alvorada. Para quê…
Michelle detestou e o abrigo durou pouco. Carlos deu-lhe o troco: quando Michelle começou a brilhar na campanha do marido, a conta oficial de Bolsonaro no Instagram deixou de seguir a dela.
É Carlos, sempre foi ele, que administra as contas de Bolsonaro nas redes sociais. Quem tem as senhas é ele, com autonomia para fazer postagens sem muitas vezes consultar o pai.
Michelle reagiu em legítima defesa de sua imagem: deixou de seguir o marido no Instagram. E postou a seguinte mensagem em sua conta:
“Esclarecendo a matéria de hoje sobre o meu marido ter deixado de me seguir em seu Instagram, conforme o Jair explicou em várias ‘lives’, quem administra essa rede não é ele. Eu e meu esposo seguimos firmes, unidos, crendo em Deus e crendo no melhor para o Brasil. Estaremos sempre juntos, nos amando na alegria e na tristeza… Que Deus abençoe a nossa amada Nação!”
Bolsonaro, agora, enfrenta dois problemas igualmente graves: um dentro de casa, o outro fora com sua derrota para Lula.
Tropa de Choque da PM é enviada para desobstruir rodovias em SP bloqueadas por bolsonaristas
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Tropa de Choque na Castello Branco — Foto: Reprodução/TV Globo
O governo de São Paulo enviou a Tropa de Choque da Polícia Militar para retirar os manifestantes bolsonaristas que bloqueiam vias no estado.
No início da tarde, o efetivo estava na Rodovia Castello Branco, em um trecho perto de Osasco que está interditado desde o início da manhã desta terça (1°), e também na Rodovia Régis Bittencourt.
Às 13h, um grupo interditava a alça de acesso da Rodovia Hélio Smidt para o viaduto Professor Jossei Toda, que segue para a Avenida Monteiro Lobato, em Guarulhos.
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Tropa de Choque e manifestantes na Rodovia Régis Bittencourt — Foto: Reprodução/TV Globo
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Motoristas esvaziam pneu de caminhão para não retirar veículo da pista — Foto: Reprodução/TV Globo
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Policiais militares na Rodovia Régis Bittencourt — Foto: William Santos
Em entrevista coletiva no final da manhã, o governador Rodrigo Garcia (PSDB), disse que a Polícia Militar atua nos protestos e não descartou o uso da força caso os manifestantes bolsonaristas insistam em permanecer nas vias.
“A partir de agora, nós vamos aplicar aquilo que determina a decisão judicial, iniciando com multas de R$ 100 mil por hora para cada veículo que esteja contribuindo com essa obstrução. A partir também daí fichando e, eventualmente, prendendo àqueles manifestantes que resistirem à desobstrução das vias e, se necessário, o emprego de força.”
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Tropa de Choque ocupa Castello Branco para retirar manifestantes bolsonaristas — Foto: Reprodução/TV Globo
Durante coletiva no Palácio dos Bandeirantes, Garcia disse que a gestão tenta dialogar com os manifestantes desde segunda-feira (31). Sem acordo, a partir desta terça, passou a valer a decisão do STF.
“Nós procuramos dialogar e negociar com esses manifestantes para que as vias públicas fossem desobstruídas desde ontem e, hoje, pela manhã, em virtude da decisão do Supremo Tribunal Federal, as negociações se encerram.”

Garcia: Multa de R$100 mil por hora a bloqueios
Garcia também defendeu a democracia e o respeito ao resultado das urnas. Os manifestantes são contrários ao resultado da eleição de domingo (30) para a Presidência da República.
“As eleições acabaram, nós vivemos num país democrático, São Paulo respeita o resultado das urnas, e nenhuma manifestação vai fazer com que a democracia do Brasil retroceda.”
Lula escolhe Geraldo Alckmin para coordenar a equipe de transição
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Lula e Alckmin, eleitos presidente e vice-presidente — Foto: Eraldo Peres/AP
O presidente eleito Lula (PT) escolheu o seu vice-presidente, Geraldo Alckmin (PSB), para coordenar a equipe de transição. O martelo foi batido na manhã desta terça-feira (1º) em uma reunião com Gleisi Hoffmann, presidente do PT, Alozio Mercadante, responsável por elaborar o seu plano de governo, e outros integrantes cúpula petista em um hotel na capital paulista.
Alckmin comandará uma equipe com 50 nomes, que mesclará quadros técnicos e políticos para dialogar com integrantes do governo de Jair Bolsonaro (PL), derrotado na busca pela reeleição. O blog da Ana Flor havia antecipado o nome de Alckmin para liderar a transição.
Os principais líderes do PT e dos partidos da coligação que elegeu Lula devem compor o grupo. A equipe de transição despachará do prédio do CCBB (Centro Cultural Banco do Brasil), em Brasília.
Mercadante, que coordenou o programa de governo na campanha, e Gleisi, que foi a coordenadora-geral, estavam cotados para comandar o grupo. Houve especulações de que poderia ser uma coordenação dividida entre Alckmin. No entanto, eles integram o grupo, mas não dividem o comando com o vice-presidente eleito.
Segundo um dirigente petista, Lula disse a interlocutores, em tom informal, que quem for escolhido para ser coordenador não vai chefiar um ministério.
Em governos anteriores do PT, o coordenador acabou se tornando ministro de peso. É o caso de Antonio Palocci, que coordenou a transição no primeiro mandato, em 2002, e virou ministro da Fazenda.
Há dúvidas se Alckmin será escolhido para ocupar alguma pasta. Segundo dirigentes petistas, se Alckmin ocupar um ministério de grande porte, como a Fazenda, Lula teria dificuldades em eventualmente demiti-lo. Por outro lado, dar uma pasta de menor peso para Alckmin poderia passar uma mensagem de desprestígio.
Caminhoneiros bolsonaristas descumprem decisão judicial e cinco bloqueios são registrados em rodovias do sudoeste e extremo sul da BA

Caminhoneiros fecham trecho da BR-101 em Teixeira de Freitas
sCaminhoneiros bolsonaristas protestam na tarde desta terça-feira (1°), na BRs 030 e 101, em trechos da cidade de Guanambi, no sudoeste da Bahia, e no município de Itamaraju, no extremo sul do estado. Os manifestantes são contra o resultado das eleições de domingo (30).
Segundo a Polícia Rodoviária Federal (PRF), a Bahia registrou 17 trechos de rodovias com bloqueios por causa de manifestações entre segunda-feira (31) e a manhã desta terça (1°).
No último boletim divulgado nesta terça-feira, por volta das 12h30, a PRF informou que os protestos acontecem no km 816 da BR-101 em Itamaraju e no km 216 da BR-030 em Guanambi.
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Caminhoneiros fecharam trecho da BR-101 em Teixeira de Freitas — Foto: Kátia Petersen / TV Santa Cruz
Outro bloqueio acontece na cidade de Itabela, também no sul da Bahia. A interdição total da pista foi causada por queima de resíduos durante um protesto no km 744 da BR-101.
Segundo a PRF, a manifestação começou por volta das 22h e terminou às 2h5. No entanto, a pista ainda não foi liberada por causa da areia e barro deixados no local.
Segundo a PRF, outros protestos nas regiões de Luís Eduardo Magalhães, Correntina, Feira de Santana, Mucuri, Vitória da Conquista, Barreiras, Jacobina, Ubaitaba, Teixeira de Freitas, Eunápolis e Camacan foram finalizados e as pistas liberadas nesses trechos.
Moraes atendeu a um pedido da Confederação Nacional dos Transportes e do vice-procurador geral eleitoral.
Veja os pontos de interdição nas rodovias baianas:
- No km 744 da BR-101, em Itabela, no extremo sul da Bahia, ocorre a interdição total da pista causada por queima de resíduos na rodovia. A manifestação terminou por volta das 2h5 desta terça e a pista está parcialmente obstruída por causa da areia e barro deixados no local.
- No km 816 da BR-101, em Itamaraju, no extremo sul da Bahia, ocorre a interdição total da pista por causa de um protesto em andamento. Agentes da PRF negociam a liberação da pista.
- No km 216 da BR-030, em Guanambi, no sudoeste da Bahia, ocorre a interdição total da pista por causa de um protesto em andamento. Agentes da PRF negociam a liberação da pista.
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Caminhoneiros bolsonaristas protestaram e fecharam rodovia no oeste da Bahia na segunda-feira (31) — Foto: Marlon Ferraz/Blog do Braga
Veja os pontos liberados nas rodovias baianas:
- Em Luís Eduardo Magalhães, na BR-020, km 205, ocorreu uma interdição parcial, em ambos os sentidos da via. Congestionamento chegou a aproximadamente 3 km para cada sentido da via. A passagem foi permitida para ônibus, vans, automóveis e cargas perecíveis. A pista foi totalmente liberada às 20h05.
- Em Mucuri, na BR -101, km 935, ocorreu interdição total da pista. A pista foi totalmente liberada às 19h15.
- Em Vitória da Conquista, na BR-116, km 817, ocorreu uma interdição total. A pista foi totalmente liberada às 21h09.
- Em Barreiras, no Trevo de Angical, na BR-242, km 788, ocorreu a interdição total de pista. A pista foi totalmente liberada às 20h15.
- Em Correntina, na divisa entre a Bahia e Goiás, na BR-020, km 0, ocorreu a interdição total da pista. A pista foi liberada às 1h45.
- Em Feira de Santana, na BR-116, km 422, ocorreu a interdição total da pista. A pista foi totalmente liberada, às 3h.
- Em Barreiras, na BR-242, km 787, ocorreu a interdição total da pista. A pista foi totalmente liberada às 23h15.
- Em Vitória da Conquista, na BR-116, km 28, ocorreu uma interdição total. A pista totalmente liberada às 21h38.
- Em Jacobina, na BR-324, km 300, ocorreu a interdição total da via. A pista totalmente liberada às 4h39.
- Em Ubaitaba, na BR-101, km 583, ocorreu a interdição total da via. A pista totalmente liberada às 11h25.
- Em Teixeira de Freitas, na BR-101, km 875, ocorreu a interdição total da via. A pista totalmente liberada às 12h23.
- Em Eunápolis, na BR-101, km 712, ocorreu a interdição total da via. A pista totalmente liberada às 12h22.
- Em Camacan, na BR-101, km 583, ocorreu a interdição total da via. A pista totalmente liberada às 12h55.












