Um bárbaro crime ocorrido no Rio de Janeiro está chocando o país. A Polícia Civil apura a morte de uma menina de apenas seis anos de idade, que foi levada para o Hospital Naval Marcílio Dias, na Zona Norte da capital fluminense. O fato aconteceu na tarde desta sexta-feira (2).
Ao dar entrada na unidade de saúde, a criança estava acompanhada de seu pai e sua madrasta. Entretanto, os médicos nada puderam fazer, pois ela já chegou morta, repleta de hematomas pelo corpo; e com sinais de abuso.
Dentro do hospital, o pai pediu que os policiais o prendessem pela morte da filha, pois temia que fosse linchado ao sair do local. Do lado de fora, cerca de 15 pessoas o aguardavam, querendo fazer justiça com as próprias mãos.
A criança apresentava sinais de desnutrição e estava com uma das orelhas cortadas. Além disso, pelo seu corpo haviam várias marcas de tortura, incluindo ferimentos profundos decorrentes de espancamento a partir do uso de uma corrente de ferro. Não bastassem as agressões, os médicos constataram sinais de abusos.
O pai deu duas versões para os policiais sobre a morte da própria filha. Primeiro, afirmou que a garota estava de castigo, depois de ter recebido o que ele chamou de “um corretivo“, quando teria parado de respirar. Em seguida, contradizendo-se, afirmou que a criança havia morrido em decorrência de uma pancada na cabeça.
Além disso, ele afirmou aos militares que estava com a guarda da criança havia seis meses. Isso porque a mãe da menina também já havia sido indiciada por casos de abusos contra ela.










DURANTE RONDAS NO CONDOMÍNIO LAGOA AZUL, CAMPINHOS, A GUARNIÇÃO DO PETO VISUALIZOU UM INDIVÍDUO SAINDO DE CASA, QUE AO VISUALIZAR A APROXIMAÇÃO DA GUARNIÇÃO, DEMONSTROU SUSPEIÇÃO, SENDO ABORDADO E IDENTIFICADO LOGO EM SEGUIDA. NO LOCAL, EM FRENTE A RESIDÊNCIA DO ABORDADO, FOI ENCONTRADO UMA SACOLA CONTENDO UMA QUANTIA EM DINHEIRO E DIVERSOS ENVOLTÓRIOS COM SUBSTÂNCIA ANÁLOGA A COCAÍNA. O INDIVÍDUO E O MATERIAL APREENDIDO FORAM APRESENTADOS NO DISEP.











O vereador Edvaldo Brito (PSD) protestou contra a quantidade de impostos que a população paga, depois que foi anunciado que em 2018 a carga tributária do país chegou a 35,07% do PIB, um recorde histórico. Pelos cálculos divulgados esta semana, cada brasileiro trabalhou 128 dias só para pagar os impostos e taxas, o equivalente a quase R$ 11,5 mil por pessoa. Brito assegura que há tempos o país ultrapassou a Curva de Laffer, que contém aquele ponto em que as alíquotas tornam-se improdutivas, já que a receita cai porque a população não tem mais condições de pagar tantos impostos federais, estaduais e municipais. O vereador cita Salvador como exemplo, pois, segundo ele, “a receita do IPTU vem caindo desde 2013, quando foi instaurada uma escorcha, com reajustes que os proprietários não podem honrar”. Brito chama a atenção para a urgência de uma reforma tributária, que não deve simplesmente remanejar impostos com a mesma carga permanecendo, e sim uma reforma que diminua esta carga para o contribuinte. “Imagine você pegar quase 40% de tudo o que você ganha e dar para o governo com pouca contrapartida, além de muita corrupção. É preciso com urgência fazer uma verdadeira reforma tributária, que é aquela que desonera o contribuinte”, concluiu o vereador e jurista especialista em Direito Tributário.

