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[FOTO ADRIANO CRUZ POÇÕES24HS]

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ZÉ COcá parabeniza a cidade de BOA NOVA -BA PELOS SEUS 97 ANOS

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Bahia: Laudo aponta que mulher levada morta para UPA por companheiro foi asfixiada

A recepcionista Isabel Cristina Bramont Moraes, de 35 anos, morreu por asfixia confome apontou o laudo cadavérico. A informação é da Polícia Civil, nesta segunda-feira (6). Isabel foi levada morta para UPA de Itapuã, em Salvador, pelo companheiro Jairo Ernandes, no dia 22 de junho.

Na UPA, Jairo disse que a mulher sofreu uma queda. Entretanto, os funcionários da unidade suspeitaram da versão dele e acionaram a polícia. Na ocasião, Jairo foi preso, mas no dia 24 de julho, um mês após o crime, a defesa dele solicitou um relaxamento de prisão e ainda não há detalhes se a Justiça aceitou o pedido.

Familiares e amigos de Isabel fizeram uma caminhada no domingo (5), em protesto contra o pedido de relaxamento de prisão.

Segundo a Polícia Civil, o inquérito foi concluído e remetido à Justiça, com o laudo anexado, no dia 27 de julho. A polícia disse ainda que o Ministério Público Estadual (MP-BA) ofereceu denúncia por feminicídio, que foi acatado pela Justiça, e já existe uma ação penal por homicídio qualificado contra Jairo.

Isabel foi enterrada na tarde do dia 23 de junho, no cemitério do Campo Santo, no bairro da Federação, na capital.

Durante o sepultamento, familiares da vítima contaram a história do relacionamento de Isabel e Jairo. Eles começaram a namorar ainda na adolescência, há mais de 20 anos, e tinham duas filhas, uma de 15 e a outra de 17 anos.

A família de Isabel diz que, antes de morrer, a vítima já havia sido agredida diversas vezes pelo companheiro. Ela era a mais velha de quatro irmãs.

Segundo Maraísa Bramont, irmã da vítima, o relacionamento da irmã com Jairo era marcado por traição e violência. Eles chegaram a ficar separados por cerca de um ano e meio. Nesse período Jairo foi morar sozinho, mas segundo familiares, perseguia Isabel e não deixava ela se relacionar com ninguém.

Ainda durante a separação, Jairo foi morar sozinho, mas, alguns dias antes do crime, ele começou a se reaproximar da recepcionista. A família tinha medo, mas Isabel dizia que o marido estava mudando.

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Jovem é detida por racismo contra PM em Amargosa; “vou ser presa por um negro?”

Uma jovem, de 20 anos, identificada como Fernanda Dantas Carneiro, foi presa na tarde deste sábado (4/8), após desacatar uma guarnição da Polícia Militar e praticar ato de racismo contra um soldado, na cidade de Amargosa, a 240 km de Salvador.
Segundo informações de um investigador da delegacia local, policiais da 99ª Companhia Independente da Polícia Militar (CIPM/Amargosa), faziam ronda pelo centro da cidade, quando ouviram a jovem se referir a eles, falando: “bala e fogo nas putas!”.
Ainda de acordo com a polícia, ao ser abordada pelos PMs, ela continuou o desacato, e disse que não iria conversar com um soldado negro. Conduzida à delegacia, Fernanda não se intimidou e mais uma vez foi desrespeitosa: “Meu Deus! Vou ser presa por um negro?”.
A jovem, que revelou ser estudante da UFRB, foi levada até a Central de Flagrantes na cidade de Santo Antônio de Jesus, onde foi registrada a ocorrência e, em seguida, retornou para a delegacia de Amargosa. Ela está custodiada na unidade à disposição da justiça. Com informações do site Aratu Online.
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Violência: bairro Liberdade lidera ranking de homicídios em Teixeira

De acordo com dados levantados pelo Sulbahianews, o bairro Liberdade está liderando o ranking de homicídios registrados neste ano de 2018, em Teixeira de Freitas.

Conforme o quadro Raio-X da Violência, desenvolvido pela equipe de reportagem, até o final do mês de julho, o município teixeirense contabilizou 63 assassinatos, sendo que cinco deles foram feminicídios.

Janeiro

Uma onda de violência tomou conta do primeiro mês do ano. Durante os 31 dias do mês de janeiro, o município contabilizou 17 assassinatos, seis a mais que o mesmo período do ano passado, quando foram registrados 11 homicídios.

Neste mês, os bairros Liberdade e Tancredo Neves empataram com três homicídios cada, e Vila Vargas ficou em segundo lugar, com duas mortes.

Fevereiro

Em fevereiro, o índice de assassinatos caiu para oito e o mês encerrou com uma redução de quase 50% comparado com o mês anterior.

Diferente do mês passado, o bairro que mais teve homicídios foi o São Lourenço – e a Rodovia BA-290 -, com dois homicídios cada.

Março

O índice de homicídios volta subir. Com nove assassinatos no mês de março, o município registrou um a mais que fevereiro de 2018.

Pela segunda vez, o São Lourenço sobe no ranking com dois homicídios, enquanto o Liberdade, que lidera a estatística, registra um a menos.

Abril

O mês de abril foi o primeiro do ano com menor índice de assassinatos. Com apenas três homicídios, representou uma queda de mais de 50% comparado aos três primeiros meses do ano.

Os crimes deste mês ocorreram nos bairros Monte Castelo, Residencial Ramalho e Castelinho.

Maio

Em maio, o número de assassinatos sobe para nove, deixando a Polícia apreensiva. O bairro mais violento deste mês foi o Bela Vista, com três homicídios, enquanto o Liberdade, dois.

Junho

Com mais um aumento significativo, Teixeira registra 13 assassinatos no mês de junho, contabilizando 59 assassinatos do primeiro ao sexto mês de 2018.

Os crimes ocorreram em 12 diferentes bairros, isso porque o Tancredo Neves foi o único com duas mortes registradas.

Com o resultado alarmante, a Polícia Civil, em parceria com a Militar, realizou uma operação para combater a violência, que, segundo investigações, era resultado de uma disputa entre facções rivais, que queriam retomar a liderança do tráfico de drogas na cidade.

Julho

A Operação Teixeira em Paz foi um sucesso e pelo menos 40 mandados de prisão, busca e apreensão foram cumpridos, inclusive, dentro do Conjunto Penal, culminado na redução de mortes no mês de julho.

Julho registrou quatro assassinatos, dois contra mulheres. Os crimes ocorrem em quatro diferentes locais, nos bairros Monte Castelo, Tancredo, Nova Canaã e um na zona rural.

Bairros:

  • Liberdade: 8 assassinatos.
  • Centro: 6 assassinatos.
  • São Lourenço: 5 assassinatos.
  • Bela Vista: 4 assassinatos.

Castelinho, Monte Castelo, Vila Vargas, Ulisses Guimarães, Redenção, Nova América e Jerusalém: 2 assassinatos, cada.

Urbis, Caminho do Mar, Colina Verde, Kaikan, Santo Antônio, Jardim Caraípe, Residencial Castelinho, avenida São Paulo, Luiz Eduardo, Jardim Planalto, Zona Rural e Nova Canaã: 1 homicídio, cada.

Os dados da pesquisa têm como base o ano de 2015, quando foram registrados 114 homicídios dolosos na cidade. Em 2016 foram 109 homicídios e em 2017 houve a redução para 82 crimes do mesmo tipo, segundo a Polícia Civil. Já em 2018, até o sétimo mês do ano, já registraram 63 assassinatos.

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STF pode julgar esta semana pedido de liberdade de Lula

O Supremo Tribunal Federal (STF) pode julgar nos próximos dias o pedido da defesa do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva para que ele aguarde em liberdade o julgamento de recursos contra sua condenação na Operação Lava Jato. Em função da condenação a 12 anos e um mês de prisão por corrupção e lavagem de dinheiro, Lula está preso na Superintendência da Polícia Federal (PF) em Curitiba desde 7 de abril.O julgamento pode ocorrer na próxima quinta-feira (9), antes de o PT registrar a candidatura de Lula na Justiça Eleitoral para concorrer à Presidência da República, fato que deve ocorrer no dia 15 de agosto, último dia previsto pela legislação eleitoral.

Na semana passada, após o relator do caso, o ministro Edson Fachin, defender celeridade para definir a situação jurídica de Lula antes das eleições, a presidente da Corte, ministra Cármen Lúcia, responsável pela pauta do plenário, indicou nos bastidores que pode pautar a questão nesta semana.

Ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva
O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva – Arquivo/Agência Brasil

No entanto, diante da possibilidade de o caso ser julgado pelo plenário, e não pela Segunda Turma, como deseja a defesa do ex-presidente, os advogados podem desistir do recurso e o julgamento poderá ser adiado. De acordo com dois ministros do STF ouvidos reservadamente pela Agência Brasil, o tribunal deverá aceitar o recuo, caso a defesa confirme a desistência.

Eleições

O pedido de liberdade do ex-presidente também tem implicações na esfera eleitoral. Caso a defesa consiga suspender temporariamente a condenação e a soltura de Lula, o ex-presidente poderá concorrer livremente às eleições sem precisar de uma decisão que avalie sua inelegibilidade.Com a confirmação da condenação na Lava Jato na segunda instância da Justiça Federal, o ex-presidente pode ser enquadrado na Lei da Ficha Limpa, que impede a candidatura de condenados pelos órgãos colegiados da Justiça.

Se a decisão do Supremo for contrária à pretensão de Lula, o STF pode confirmar a inelegibilidade e levar o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) a negar o registro de candidatura.

Desde junho, quando entrou com recurso na Segunda Turma da Corte, a defesa de Lula pretende que a Corte julgue somente a concessão de liberdade e tenta evitar que o plenário analise a questão da inelegibilidade para as eleições de outubro deste ano porque o ex-presidente ainda pode ser beneficiado por uma liminar e disputar as eleições caso tenha a candidatura barrada.

No entanto, a inelegibilidade não é automática e a questão somente será analisada pelo TSE a partir do dia 15 de agosto, quando o PT pretende protocolar o pedido de registro da candidatura da Lula à Presidência da República nas eleições de outubro.

Recurso

No dia 22 de junho, Fachin enviou pedido de liberdade do ex-presidente para julgamento pelo plenário, e não na turma, como queria a defesa. Ao justificar o envio, Fachin disse que a questão deve ser tratada pela Corte por passar pela análise do trecho da Lei da Ficha Limpa, que prevê a suspensão da inelegibilidade “sempre que existir plausibilidade da pretensão recursal”.

No entanto, a defesa de Lula recorreu e afirmou que a análise da questão não foi solicitada. “O embargante requereu exclusivamente a suspensão dos efeitos dos acórdãos proferidos pelo Tribunal de Apelação para restabelecer sua liberdade plena. A petição inicial, nesse sentido, é de hialina [límpida] clareza ao requerer o efeito suspensivo para impedir a ‘execução provisória da pena até o julgamento final do caso pelo Supremo Tribunal Federal’”, sustentou a defesa.

Condenação

Lula foi condenado a 12 anos e um mês de prisão pelos crimes de corrupção e lavagem de dinheiro no caso do triplex em Guarujá (SP) e teve a pena executada pelo juiz federal Sergio Moro após o fim dos recursos na segunda instância da Justiça, conforme definiu o STF.

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NOTA DE REPÚDIO

A Diretoria Mundial da Associação Internacional de Apoio e Defesa Policial, vem a público expressar sentimentos de repúdio a omissão dos governos federal e estaduais no que tange ao polícidio nacional.

O arrebatamento da Policial Militar paulista Juliane Duarte não é o primeiro caso repulsivo de violência contra policiais militares. Há mais de uma década assistimos perplexos a indiferença e o silêncio por parte dos governantes do Brasil com relação a caça e matança deliberada de policiais militares. Quando os governantes se manifestam sobre o policídio o fazem para nega-lo, ainda que vejamos com total clareza e provas sua existência.

Não toleraremos mais discursos de falsa preocupação para com a violência contra militares, assim como, a dissimulada e mentirosa tomada de providências declarada por parte de alguns governos estaduais.

A Constituição Federal é clara:

Art. 5º Todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza, garantindo-se aos brasileiros e aos estrangeiros residentes no País a inviolabilidade do direito à vida, à liberdade, à igualdade, à segurança e à propriedade, nos termos seguintes:

XLVII – não haverá penas:

a) de morte, salvo em caso de guerra declarada, nos termos do art. 84, XIX;

A Diretoria da Associação Internacional de Apoio e Defesa Policial solidariza-se aos Policiais Militares do Brasil e as suas famílias e declara que providências serão tomadas.

Alex Diaz
Presidente Fundador

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Ministério Público do RS vai investigar premiações compradas por políticos com recursos públicos Para demonstrar a falta de critérios na concessão dos títulos, reportagem conseguiu incluir um jumento entre os “100 melhores prefeitos do Brasil”. Diplomas de mérito são comerciados para vereadores, prefeitos e secretários municipais.

Jumento que ganhou diploma e medalha e foi incluído entre os “100 melhores prefeitos do Brasil”, ao lado do dono Valderi Júnior (Foto: Giovani Grizotti/RBS TV)Jumento que ganhou diploma e medalha e foi incluído entre os “100 melhores prefeitos do Brasil”, ao lado do dono Valderi Júnior (Foto: Giovani Grizotti/RBS TV)
Um comércio de diplomas de mérito para vereadores, prefeitos e secretários municipais será investigado pelo Ministério Público do Rio Grande do Sul. Políticos gaúchos são suspeitos de usarem recursos públicos para conquistar as premiações. As empresas que fornecem os prêmios são a União Brasileira de Divulgação, ou UBD, de Pernambuco, e o Instituto Tiradentes, de Minas Gerais. Juntas, as duas instituições promovem até 20 premiações por ano.
Para mostrar a falta de critérios na hora de conceder esse tipo de premiação, a reportagem conseguiu negociar a compra de um diploma para um jumento – o jumento Precioso. Para mostrar como a UDB vende prêmios, o repórter da RBS TV mandou uma mensagem para o celular da empresa.
Quando começa a conversa, o repórter se apresenta como assessor de prefeituras gaúchas. Em pouco tempo, fecha a compra da premiação do “prefeito Precioso” por R$ 1.480. Na véspera do evento da UBD em Recife, a reportagem entrega o dinheiro ao dono da empresa, Fernando Vieira da Cunha, e recebe a medalha e o diploma.
O Precioso é um “gestor nota 10”, classificado na pesquisa nacional de utilidade pública entre os “100 melhores prefeitos do Brasil”. A reportagem então apresentou o Precioso ao Fernando:
Repórter: O senhor emitiu um diploma em nome de um jumento, o jumento Precioso, bem na sua frente.
Fernando: Sim, sim. E o que é que tem?
Repórter: Mas, um jumento pode ser prefeito?
Fernando: Mas você não mandou imprimir?
Repórter: Mas, um jumento pode ser prefeito?
Fernando: Pode, pode.
Nos eventos, os políticos recebem diploma de “vereador mais atuante” ou “prefeito mais atuante”. A maioria dos participantes desse tipo de evento usa dinheiro público para pagar pelas inscrições e também gasta diárias pagas pela prefeitura ou pela Câmara para ir nas cerimônias. Fernando admite que o seminário usado como pretexto para entregar a premiação é apenas para disfarçar.
Fernando: Teve cliente que me pagou quase 5 mil, pô. Ele quis seis diárias. Aí, eu incluí na inscrição.
Repórter: Mas a prefeitura paga?
Fernando: Paga.
Um levantamento do Tribunal de Contas do Rio Grande do Sul mostra que só no estado o Instituto Tiradentes faturou R$ 116 mil em 2016 e 2017, com três eventos. O Instituto até promove seminários juntamente com a entrega dos prêmios. Mas, o Ministério Público do Rio Grande do Sul acha que os seminários são apenas uma desculpa.
“É uma maneira de vender melhor o encontro, de maquiar, na verdade, a falcatrua que se esconde por trás e o conluio existente entre a empresa e o agente público. Esses eventos visam claramente à promoção pessoal do gestor, do agente público e, de outro lado, o lucro das empresas. Nenhuma finalidade pública”, declarou o procurador-geral de Justiça do Rio Grande do Sul, Fabiano Dallazen.
O Ministério Público já denunciou dois políticos gaúchos pelo uso de dinheiro público para pagar a inscrição nos eventos promovidos por uma terceira empresa. São eles Rafael Malmann, atual prefeito de Estrela, e o ex-prefeito de Mostardas Alexandre Galdino, ambos do MDB.
O procurador diz que não existem critérios para escolha dos melhores gestores do Brasil. “O critério é, sim, aqueles prefeitos que se dispuseram a custear com verba pública o lucro da empresa que promove esse falso evento”.
Falta de critério na premiação
Um exemplo da falta de critério é a escolha de Pedro Henrique Gross como o segundo vereador mais atuante de Terra de Areia, no ano passado. Só que, cinco meses antes da escolha, feita entre os dias 10 e 21 de outubro, Pedro não era mais vereador, ele tinha se licenciado da Câmara para ser chefe de gabinete do prefeito. O político não quis ir receber o tal prêmio. Se quisesse, teria de pagar R$ 578 de inscrição.
“Fiquei feliz, assim de imediato, de receber, de ser citado, mas confuso porque não estava na Câmara como vereador”, declarou Gross.
O porta-voz do Tribunal de Contas do Estado, Valtuir Nunes, relata que falta documentação. “A empresa, pelo que vimos, atribui o prêmio em decorrência de uma pesquisa telefônica feita aos eleitores da cidade. Que não é comprovada, não tem documentação de que isso efetivamente aconteceu, então, isso revela fraude”.
O especialista em gestão pública Aloísio Zimmer, examinou os indicadores sociais das gestões premiadas pela empresa em todo Brasil e identificou problemas graves em áreas como saúde e educação. Assim, no contexto da fraude, Zimmer entende que a verba pública usada nesse tipo de evento não é o principal problema. O que preocupa, segundo ele, são as “fakenews” geradas como repercussão das premiações, especialmente em blogs e redes sociais, o que pode, inclusive, influenciar nas eleições.
“Cria-se uma narrativa e até mesmo uma implantação de falsas memórias no cidadão que depois será eleitor, porque o prefeito passa uma imagem de bom gestor, de protagonista das soluções mais importantes da cidade, de que ele é alguém capaz de melhorar a vida da população”, afirma.
Em nota, o Instituto Tiradentes diz que não comercializa medalhas e diplomas de mérito, nem certificados de participação em seus seminários e afirmou que no caso do vereador Pedro Henrique Gross a empresa encaminha correspondências às câmaras municipais solicitando a atualização dos dados dos vereadores em exercício.
A reportagem entrou em contato com o prefeito de Estrela Rafael Mallmann. O advogado dele, José Antonio Paganella Boschi, disse que a premiação foi feita a partir dos excelentes resultados alcançados pela administração municipal e que a acusação é injusta.
O ex-prefeito de Mostardas, Alexandre Galdino, negou que tenha feito a compra de um prêmio e afirmou que apenas participou de um curso como outro qualquer.
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PARABÉNS A CIDADE DE BOA NOVA-BA PELOS SEUS 97 ANOS

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Ipiaú: Pastor fica preso nas ferragens de veículo após colisão na BR-330; ocupantes do outro carro fugiram

Pastor levava no carro três membros da sua igreja para o bairro César Borges (Foto: Giro Ipiaú)
Um pastor evangélico ficou preso às ferragens de um carro após uma colisão na BR-330, próximo ao antigo Pouso do Jacu, no bairro Vila Esperança, em Ipiaú. O acidente foi registrado por volta das 22h10 desse domingo (05). Segundo apurou no GIRO no local, o pastor Edvaldo Macêdo, transportava no veículo três membros da sua igreja, a Assembleia de Deus, localizada em frente a Escola Pastor Paulo, no centro de Ipiaú. “Ele já tinha dado uma viagem aqui no bairro César Borges trazendo um pessoal e foi buscar o restante, quando aconteceu o acidente”, contou uma mulher.
Carro do pastor ficou com a lateral destruída (Foto: Giro Ipiaú)
Após a colisão com o outro automóvel, o carro modelo Uno, conduzido pelo pastor, ainda percorreu quase 200 metros até parar. O pastor foi retirado das ferragens por uma equipe do Samu, com a ajuda de populares. O líder religioso estava consciente e reclamava de dores das costas e na perna esquerda. Ele ainda sofreu pequenas escoriações. O pastor passará por exames mais detalhados no Hospital Geral de Ipiaú. Uma mulher de 49 anos, que também estava no carro, teria engolido pedaços de vidros e foi socorrida pela unidade do Samu de Barra do Rocha até o HGI. “Foi um grande livramento de Deus”, resumiu um adolescente que estava no veículo.
Ocupantes do Astra fugiram do local (Foto: Giro Ipiaú)
O outro carro envolvido do no acidente, um Astra, de cor cinza, placa JPH-0450, licenciado em Ipiaú, era ocupado por cinco jovens (dois homens e três mulheres), segundo informaram testemunhas no local. O grupo de jovens ainda teria tentado fugir com o veículo após a batida, mas como uma das rodas ficou destruída, o carro foi abandonado. “Eles estavam atordoados e pediram para não ligar para a polícia”, disse um morador da localidade que se assustou com o barulho da colisão. Não há informação se algum dos jovens ficou ferido. Uma guarnição da PM esteve no local e organizou o trânsito durante o socorro dos feridos. A Polícia Rodoviária Federal foi acionada para registrar a ocorrência e avaliar as possíveis causas do acidente. (Giro Ipiaú)
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