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Bahia receberá encontro internacional do setor de energia eólica em 2025

A 15ª edição da Brazil Wind Power, maior encontro nacional da indústria eólica, teve sua abertura realizada nesta terça-feira, 22 de outubro, em São Paulo, com a presença do governador da Bahia, Jerônimo Rodrigues. Durante o evento, a Associação Brasileira de Energia Eólica (Abeeolica) anunciou que a próxima edição, agendada para 2025, ocorrerá no estado da Bahia. A iniciativa tem como objetivo trazer uma série de empresas para explorar novas oportunidades de investimento na região.

O governador Jerônimo Rodrigues destacou a trajetória da Bahia na atração e consolidação da cadeia produtiva da energia eólica, que teve início ainda no governo de Jaques Wagner. “Foram mais de 10 anos de trabalho para chegarmos a essa posição. Agora, queremos dar novos passos, ampliando a produção de energia limpa e associando isso à produção de hidrogênio verde, criando condições para a instalação de novas indústrias na Bahia”, afirmou o governador.

O evento em São Paulo foi acompanhado por secretários estaduais, incluindo Eduardo Sodré, do Meio Ambiente; Angelo Almeida, do Desenvolvimento Econômico; e André Joazeiro, da Ciência, Tecnologia e Inovação. A presença das autoridades ressalta o comprometimento do governo baiano em promover a energia renovável e desenvolver o setor industrial.

Desde maio deste ano, a Bahia ocupa a liderança nacional na geração de energia eólica, com 350 usinas em operação e 36 em fase de implantação. A energia renovável representa 98% da eletricidade gerada no estado, sendo 60% dessa energia proveniente dos ventos. Essa capacidade consolidada posiciona a Bahia como um polo estratégico para investimentos no setor de energia sustentável.

A realização do Brazil Wind Power em 2025 na Bahia representa uma oportunidade significativa para o estado, que busca não apenas expandir sua produção de energia limpa, mas também atrair investimentos que contribuam para o desenvolvimento econômico e social da região.

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Ação da FPI resgatou 65 aves silvestres e cão em situação de maus-tratos em Palmas de Monte Alto

Uma operação realizada na manhã desta terça-feira, 22 de outubro, em Palmas de Monte Alto, resultou no resgate de 65 aves silvestres e de um cão em condições precárias, vítima de maus-tratos.

A ação foi parte da 50ª Fiscalização Preventiva Integrada (FPI) do São Francisco, e contou com a participação da Polícia Rodoviária Federal (PRF), Instituto do Meio Ambiente e Recursos Hídricos (INEMA), ONG Animallia, e o Ministério Público Estadual (MPE).

As aves foram encontradas em um depósito clandestino utilizado por um traficante de animais. Já o cão resgatado estava visivelmente debilitado, sem acesso adequado a água e alimento, evidenciando o grave estado de negligência no local.

De acordo co a FPI, os animais serão avaliados e encaminhados para cuidados adequados, e o responsável poderá responder por crimes ambientais e de maus-tratos.

 

Homens foram presos por venda fracionada de agrotóxicos

Durante ação nesta segunda-feira (21) no município de Licínio de Almeida, dois homens foram presos por comércio ilegal de agrotóxicos.

A ação do programa de proteção ambiental da FPI flagrou os indivíduos fracionando, armazenando e vendendo clandestinamente agrotóxicos, o que configura crime conforme a Lei de Agrotóxicos e a Lei de Crimes Ambientais, que preveem penas de detenção de três a nove anos.

Durante a operação, a equipe responsável pela fiscalização de agrotóxicos vistoriou seis estabelecimentos, entre casas de produtos agropecuários e supermercados. Em todos os pontos visitados, foi encontrado o produto Gota Fatal, que contém Carbamato, um dos venenos mais perigosos, mas sem qualquer registro em órgãos de controle. Todos os produtos irregulares foram apreendidos, e os estabelecimentos foram multados.

A prisão dos dois indivíduos foi realizada pela Companhia Independente de Policiamento e Proteção Ambiental (CIPPA), que assegura a segurança das equipes durante as operações.

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Personal é assassinado à queima-roupa por PM na frente da própria casa

Na ocasião, o suspeito estava encapuzado, conforme câmeras de segurança. Nas imagens, é possível perceber quando o personal é surpreendido pelo pistoleiro que dispara várias vezes.

Na noite da segunda-feira (21), o personal trainer Giovanny Diniz Carvalho, de 36 anos, foi assassinado à queima-roupa na frente da própria casa no bairro Vila Mocó, em Petrolina, no Sertão de Pernambuco. O principal suspeito do crime é um policial militar, que foi preso e não teve o nome revelado.

COMO ACONTECEU?

Na ocasião, o suspeito estava encapuzado, conforme câmeras de segurança. Nas imagens, é possível perceber quando o personal é surpreendido pelo pistoleiro que dispara várias vezes. A vítima ainda se joga no chão e sai rolando para tentar fugir do ataque, mas acaba morto.

Giovanny era viúvo da também personal trainer Aila Pimenta, de 32 anos, que faleceu em 22 fevereiro, após tomar um choque elétrico na casa do casal. A Polícia Civil deve investigar o caso a fim de entender a motivação por trás do assassinado do personal.

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Mulher é encontrada morta debaixo de cama em Salvador; família aponta ex-namorado como suspeito do crime

Uma mulher de 32 anos foi encontrada morta na casa onde morava, em Salvador, nesta terça-feira (22). O corpo Camila Sampaio Rodrigues foi encontrado debaixo da cama dela, com várias marcas de g*lpes de arma branca. Até o momento, ninguém foi preso.

Segundo a família, Camila estava desaparecida desde o último domingo (20), após viajar com amigas para a Ilha de Boipeba, destino turístico que pertence ao município de Cairu, no baixo sul da Bahia.

A mulher retornou para casa e não foi mais vista, até ser achada sem vida. Antes disso, parentes tentaram contato e, por não conseguirem falar com Camila, decidiram ir até à casa dela, no bairro Cidade Nova. Eles sentiram um forte mau cheiro no imóvel e, ao arrastarem a cama, localizaram o corpo da vítima.

Familiares disseram para a emissora que suspeitam que o ex-namorado da vítima seja o autor do crime. Segundo eles, Camila havia dado abrigo ao homem depois que ele ficou desempregado.

“O erro dela foi ter aceitado ele em casa para ajudar. A gente, como família, jamais esperaria passar por isso. Isso é injusto e a gente quer justiça”, disse Eliete França, mãe de criação de Camila.

O caso é investigado pelo Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) da Polícia Civil, que não confirma que ele é suspeito da morte.

Prima da vítima, Elane Sampaio também desabafou: “Está doendo muito. Eu não esperava receber essa notícia. Ela era uma pessoa muito alegre, meiga, tão feliz, que emana tantas coisas boas e morrer dessa forma”.

A TV Bahia apurou no local do ocorrido que o corpo de Camila tinha marcas de estrangulamento. Ainda não há informações sobre o sepultamento. Ela era recepcionista e deixou um filho de seis anos.

Violência contra mulheres na Bahia

De janeiro a setembro de 2024, a Bahia registrou 75 feminicídios, 134 tentativas de feminicídio, quase 17.400 ameaças, além de 2.873 estupros, 9.500 casos de lesão corporal, 5.751 denúncias de injúria e 269 ocorrências de importunação sexual. Os dados são da Secretaria de Segurança Pública da Bahia (SSP-BA).

Um dos casos mais recentes foi na segunda-feira (21), na Região Metropolitana de Salvador. Edna Santos foi assassinada em Catu de Abrantes, em Camaçari, nesta segunda-feira (21). Segundo a Polícia Militar, ela foi morta a tiros por um suspeito em uma moto. O caso é investigado pela 4ª Delegacia de Homicídios (DH/Camaçari). Até o momento, ninguém foi preso.

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Conquista: Justiça determina instauração imediata de CPI da saúde no município

Após meses de embates políticos e jurídicos, o Juízo da 1ª Vara da Fazenda Pública de Vitória da Conquista determinou que o Presidente da Câmara Municipal, Hermínio Oliveira (PP), instaure imediatamente a CPI da Saúde. Esse processo judicial foi movido pois a CPI estava emperrada na Casa do Povo, descumprindo o que prevê o regimento interno.

O requerimento para criação da Comissão Parlamentar de Inquérito foi protocolado pelos vereadores Alexandre Xandó (PT), Fernando Jacaré (PT), Viviane Sampaio (PT), Valdemir Dias (PT), Delegado Marcus Vinícius (PODEMOS), Lúcia Rocha (MDB) e Augusto Cândido (MDB), com o objetivo de investigar supostas irregularidades na Secretária Municipal de Saúde (SMS), especificamente relacionadas a denúncias de superfaturamento e fraudes em contratos para aquisição de testes de Covid-19.

A sentença, publicada no último dia 10 de outubro, dá um prazo de até cinco dias úteis para a instalação da CPI, sob pena de multa diária de R$ 20.000,00 (vinte mil reais), podendo chegar ao valor total de R$ 200.000,00 (duzentos mil reais).

ENTENDA

Em 9 de maio de 2024, foi protocolado o pedido de instalação da CPI da Saúde por 8 vereadores (mais de um terço dos membros da câmara), para “investigação, elucidação e fiscalização de possível omissão da Prefeita Municipal e a suas possíveis consequências, sobretudo no que tange ocorrência de possíveis fraudes e superfaturamento de preços em licitações e contratos da gestão da ex-Secretária de Saúde”. Esses fatos tem relação com a Operação Dropout, da Polícia Federal, que investigava possíveis desvios de verba durante o período da pandemia.

Quando o requerimento foi protocolado, o Presidente encaminhou para análise da Procuradoria Jurídica do Legislativo, que após meses na inércia, deu parecer informando que não havia fato determinado a ser investigado, e com isso a CPI caiu no esquecimento.

Em 20 de junho de 2024 os vereadores impetraram um Mandado de Segurança na justiça, mas a sentença só foi exarada este mês. Em um dos seus trechos diz: “A instauração de uma CPI, uma vez satisfeitos os requisitos constitucionais – quais sejam, a subscrição por um terço dos membros da Casa legislativa, a indicação de fato determinado a ser investigado e a definição de prazo certo para sua duração – não pode ser obstada pela vontade da maioria parlamentar, ou vontade do presidente da Casa Legislativa, sob pena de violação ao direito das minorias e ao próprio Estado Democrático de Direito.”

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Mulher envolvida em emboscada que resultou em duplo homicídio é presa no Centro de Manaus

As vítimas assassinadas após uma emboscada em um posto de gasolina na avenida Quintino Bocaiúva, bairro Centro, zona sul.

Polícia – A Polícia Civil do Amazonas (PC-AM), por meio da Delegacia Especializada em Homicídios e Sequestros (DEHS), com apoio da Polícia Civil do Rio de Janeiro (PC-RJ) prendeu, na última sexta-feira (18/10), Anne Beatriz das Flores Sousa, 20, por envolvimento no duplo homicídio de Everton de Vasconcelos Pamplona e Viriato José de Oliveira Neto, que tinham 24 e 19 anos, respectivamente.

Eles foram vítimas de uma emboscada em um posto de gasolina na avenida Quintino Bocaiúva, bairro Centro, zona sul, quando dois homens, que ainda estão foragidos, efetuaram diversos disparos de arma de fogo contra as vítimas.

Mais informações serão repassadas durante a coletiva de imprensa.

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BRASIL: PESQUISA REVELA REPROVAÇÃO ALTA A JANJA

Uma pesquisa realizada pelo Instituto Poder Data trouxe à tona a avaliação da primeira-dama Rosângela Lula da Silva, conhecida como Janja, perante a opinião pública. O estudo revelou que 83% da população conhece ou já ouviu falar de Janja, mas apenas 30% aprovam seu trabalho, enquanto 47% expressam desaprovação.

Os números mostram que, embora a maioria das pessoas esteja familiarizada com a primeira-dama, a percepção sobre sua atuação é majoritariamente negativa. Especialistas ressaltam que a desaprovação pode refletir a falta de um mandato eletivo e a ausência de uma relação direta com os eleitores, já que Janja não foi escolhida por voto.

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Jovem indígena é morto com golpes de facão na Bahia; suspeito foi preso em flagrante

Itapurunan Rodrigues da Silva, de 20 anos, foi morto com golpes de facão — Foto: Redes sociais

Itapurunan Rodrigues da Silva, de 20 anos, foi morto com golpes de facão — Foto: Redes sociais

Um indígena de 20 anos foi morto com golpes de facão no sábado (19), na zona rural de Alcobaça, cidade do extremo sul da Bahia. A vítima foi identificada como Itapurunan Rodrigues da Silva, da etnia Pataxó Hã Hã Hãe.

O caso aconteceu na comunidade Pau da Garrafa. Ao g1, o Movimento Unido dos Povos Indígenas da Bahia (Mupoiba) informou que o jovem era morador da Aldeia Pau Brasil e estava de passagem pela região para visita a parentes.

Testemunhas relataram à polícia que, no momento do crime, Itapurunan estava bebendo ao lado de duas pessoas e uma delas desferiu os golpes na cabeça do rapaz, por motivos desconhecidos. O Mupoiba disse, também, que o suposto criminoso é marido de uma indígena da comunidade.

Ainda de acordo com a Polícia Civil, o suspeito do homicídio foi preso em flagrante. Ele foi encontrado próximo ao corpo do indígena, que morreu de traumatismo craniano. O nome do suposto autor do crime não foi divulgado pelas autoridades policiais. O g1 apurou que o suspeito preso chama-se Zaquel Almeida Marinho.

A 1ª Delegacia Territorial de Teixeira de Freitas investiga o caso. Outros dois suspeitos são considerados foragidos. Não há informações sobre o sepultamento de Itapurunan.

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Adolescente morre após empinar moto, perder o controle e bater a cabeça

Um adolescente de 16 anos, identificado como Eduardo Henrique Costa Ferraz, morreu neste domingo (20) após se desequilibrar enquanto empinava uma moto na zona rural de Poconé, a 100 km de Cuiabá.

De acordo com o boletim de ocorrência, a vítima estava empinando a motocicleta quando perdeu o controle do veículo e atingiu uma cerca. Testemunhas relataram que ele estava acelerando e empinando quando caiu e batendo a cabeça, o que resultou em sua morte instantânea. Ele não usava capacete.

A cena do acidente foi isolada para os trabalhos da Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec). O corpo do adolescente foi encaminhado para o Instituto Médico Legal (IML). O caso é investigado pela Polícia Civil.

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Velório é interrompido após bebê de 8 meses de idade se mexer

Um caso incomum aconteceu neste final de semana em Correia Pinto, em Santa Catarina. Uma bebê de oito meses de idade, que teve o óbito declarado na madrugada deste sábado (19), foi retirada do próprio velório horas mais tarde após fazer alguns movimentos e apresentar sinais vitais, mas foi novamente declarada morta ao voltar ao hospital.

De acordo com a Prefeitura de Correia Pinto, a menina teria, inicialmente, dado entrada na Fundação Hospitalar Faustino Riscarolli por volta das 3h de sábado, mas o atendimento realizado pela equipe plantonista do local teria constatado o óbito da criança. Por volta das 4h20, uma funerária foi chamada para realizar os cuidados com o corpo da menina.

– A gente recebeu atestado de óbito do médico, doutor me passou. Lá a gente passa na porteira do hospital, faz o protocolo de recebimento da D.O. [declaração de óbito], assina o nome do agente funerário, nome de quem retirou, o nome da criança e o nome da funerária que recebeu isso e levamos para a funerária – relatou Áureo Arruda Ramos, proprietário da Funerária São José.

E prosseguiu:

– A família foi em casa buscar roupa. Trouxeram a roupa, deu um bainho nela. Não tem a mesma preparação de um adulto. Vestiu a roupa, colocamos na urna. Por volta de 6h15 mais ou menos o corpinho estava pronto. Foram chamar a avó da bebê, que mora próximo do interior. Ficamos com a bebê. O velório começou 7h – completou Ramos.

O proprietário da funerária disse que voltou a ser chamado pela família da menina para o velório da bebê por volta das 18h, quando atendia a um outro óbito na cidade vizinha de Lages. Segundo ele, os familiares relataram que a menina parecia estar viva porque apertava uma das mãos. Ele orientou que a família chamasse os bombeiros ou algum médico do hospital que declarou o óbito.

– Eu recebi uma ligação quando estava próximo a Correia Pinto dizendo que achavam que a bebê estava viva porque puxava a mãozinha do bebê. Parece que o bebê puxava uma mão, apertava a mão – disse.

Por volta das 19h, a prefeitura informou que a criança foi novamente levada ao hospital pelo Corpo de Bombeiros, com relato de sinais de saturação. A equipe médica atendeu a criança e voltou a constatar o óbito. No entanto, a diretora-geral da Fundação Hospitalar Faustino Riscarolli acionou o Instituto Geral de Perícias (IGP), que realizará a análise e emitirá o laudo conclusivo da morte da menina.

O Corpo de Bombeiros, por sua vez, disse ter sido chamado ao velório por volta das 19h e relatou que os agentes constataram, ao chegar no local, que já havia um farmacêutico que usava um oxímetro infantil para verificar o quadro de saturação de oxigênio e de batimentos cardíacos na criança. Os sinais também teriam sido checados com o auxílio de um estetoscópio.

De acordo com os bombeiros, os batimentos da criança estavam fracos, mas existiam. A corporação também fez um teste nas pernas da bebê, e elas não apresentavam rigidez. Foi diante desses sinais que os agentes levaram a bebê ao hospital. Ao chegarem ao centro médico, conforme os bombeiros, a menina passou por novos testes, que resultaram em 84% de saturação e 71 batimentos por minuto.

Em seguida, a menina passou por um exame de eletrocardiograma, mas ele não detectou sinais elétricos.

Em nota, a Prefeitura de Correia Pinto disse que, em nenhuma circunstância, qualquer profissional pode emitir atestados “sem a devida constatação das condições do paciente”. O Ministério Público de Santa Catarina (MPSC) afirmou que pediu apuração das circunstâncias da morte da bebê.

O QUE DIZ O PAI DA CRIANÇA

Em entrevista a um portal local, o pai da menina, Cristiano Santos, relatou que durante o dia do velório eles perceberam que a menina estava com sinais vitais e que era possível sentir que ela puxava as mãos.

– No velório, notamos que a menina estava bastante quente o dia todo. Quando você pegava na menina, sentia as puxadas que ela dava na mão. Liberaram o corpo dela quase às sete horas [da manhã]. Por volta das duas e meia, três horas da tarde, começamos a notar que a menina estava dando sinais vitais – disse.

Cristiano disse ainda que quer entender o que realmente aconteceu entre o traslado até o hospital e o segundo atestado de óbito, quando a menina foi retirada do velório e levada até o hospital novamente.

– Não deixaram ninguém embarcar na ambulância, nem pai, nem mãe, ninguém, nenhum responsável. Pegaram e vieram. Quando chegamos aqui no hospital, entraram, fecharam a sala e não deixaram ninguém entrar. Fecharam tudo, não sei qual procedimento fizeram lá. Depois de uma meia hora, vieram dizendo que não conseguiram pegar nenhuma pulsação – finalizou.

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