Léo Santana é criticado ao distribuir cestas básicas prometidas; “esse kit é uma vergonha, não dá para um dia”
Veja:

Segundo informações da assessoria, o artista estava entubado e sedado na UTI da unidade médica.
De acordo com a assessoria de MC Dumel, inicialmente, o artista foi internado no Hospital Menandro de Farias, em Lauro de Freitas, na Região Metropolitana de Salvador. Após o teste positivo para a Covid-19, ele foi levado para o Couto Maia.
Na última quarta-feira (15), a esposa do cantor também testou positivo para o novo coronavírus. Ela está internada no mesmo hospital em que o marido estava e o quadro é estável.

A assessoria também informou que o funkeiro e a esposa viajaram para o Rio de Janeiro à trabalho, e chegaram apresentando sintomas de gripe e febre alta durante cinco dias, mas optaram por ficar em casa.
Na quinta-feira (9), após apresentar forte falta de ar e febre alta, MC Dumel foi levado ao HGMF e após a triagem foi logo para o isolamento. Na manhã de sexta, foi transferido para UTI.
Até a noite desta quinta, MC Dumel tinha mais de 103 mil seguidores no Instagram. Não há detalhes sobre o velório e sepultamento dele.
Das 35 mortes, 18 ocorreram em Salvador. As outras 17 estão distribuídas entre os municípios de Lauro de Freitas (4), Gongogi (1), Itapetinga (1), Utinga (1), Adustina (1), Araci (1), Itagibá (1), Uruçuca (2), Ilhéus (2), Belmonte (1), Vitória da Conquista (1) e Itapé (1).

Lançamento do aplicativo CAIXA|Auxílio Emergencial
O novo coronavírus, além de devastar os sistemas de saúde mundo afora, vem desestabilizando economias e deixando milhares de desempregados ao redor do globo.
No Brasil, a situação não poderia ser diferente. Por conta disso, o governo começou a tomar medidas de ordem emergencial para combater os avanços do impacto da COVID-19 na economia e, apesar de tímidas, tais medidas podem gerar um alívio em quem perdeu parcial ou completamente a renda neste período de isolamento.
Uma das medidas aprovadas recentemente é a renda básica emergencial. A proposta, feita pelo Governo Federal, era o pagamento de um auxílio de R$ 200,00 por um período de dois meses para trabalhadores informais. No entanto, na Câmara de Deputados, o auxílio foi aumentado para R$ 600,00 por pessoa, podendo chegar a R$ 1.200,00, por um período mínimo de 3 meses.
Quem tem direito?
Terão direito ao auxílio todas as pessoas maiores de dezoito que atendam aos requisitos do CadÚnico para pessoas de baixa renda, o cadastro do governo federal para o pagamento de benefícios sociais, além de outros requisitos estabelecidos pelo governo. Assim, poderão receber o benefício todas as pessoas maiores de 18 anos que:
Além disso, como o benefício é destinado a pessoas de baixa renda, é necessário cumprir alguns requisitos em relação à renda:
Além dessas pessoas, está em votação na Câmara de Deputados uma alteração do projeto para incluir mães adolescentes, pais solteiros, além de outros profissionais como sócio em empresa inativa, pescadores, caminheiros, camelôs, taxistas, motoristas de aplicativos, dentre vários outros.
Quem não tem direito?
Pessoas que recebam qualquer tipo de benefício do governo, com exceção do bolsa-família, aposentados e pensionistas, além de funcionários públicos, não terão direito ao benefício.
Como funciona o auxílio para quem tem Bolsa Família?
Quem recebe o Bolsa Família poderá receber o auxílio emergencial, no entanto, não poderá acumular com os dois benefícios. Assim, deverá optar pelo Bolsa Família ou pelo auxílio emergencial. Ao fim da pandemia, a pessoa voltará a receber o Bolsa Família normalmente.
Quanto vou receber?
Cada adulto da família receberá R$ 600,00, no entanto, o valor não poderá ultrapassar R$ 1.200,00. Logo, só será possível acumular dois benefícios por família. Mães solteiras ou chefes de família receberão o benefício dobrado, ou seja, R$ 1.200,00.
Como faço para receber o auxílio?
Quem receber o bolsa família receberá o auxílio automaticamente. O mesmo acontecerá com quem for inscrito no CadÚnico e se encaixar nos requisitos citados acima. No entanto, caso você não seja inscrito no CadÚnico e nem receba bolsa família, é necessário realizar um cadastro na plataforma digital criada pelo governo com este fim.
Quando começo a receber?
A primeira parcela do benefício começou a ser pago de maneira automática para todos aqueles que tinham conta corrente ou poupança na Caixa Econômica Federal ou Banco do Brasil em 09 de abril (quinta-feira). No dia 13 de abril (segunda-feira), começaram os pagamentos das mulheres que são chefes de família. No dia 14 (terça-feira), serão realizados os pagamentos das pessoas inscritas no CadÚnico que não possuem conta em nenhum banco (para essas pessoas, o governo abrirá uma poupança digital gratuita na Caixa Econômica Federal).
Para quem recebe o bolsa família, o auxílio será pago na data de pagamento do bolsa família. Por sua vez, as pessoas que fizeram o cadastro na plataforma deverão esperar até 5 dias úteis para que o DataPrev autorize o pagamento e mais 3 dias úteis para que ele seja efetuado.
As demais parcelas do benefício serão pagas entre os dias 27 e 30 de abril e 26 e 29 de maio, de acordo com o mês de nascimento. A única exceção são os inscritos no bolsa família, que receberão no dia de pagamento do bolsa família.

O preço do litro da gasolina voltou a reduzir em alguns postos da cidade de Itapetinga, na manhã desta quinta-feira (16). Mesmo em época de quarentena, a remarcação de valores tem animado consumidores da região.
Na manha de hoje, o Posto (Abastece), que fica na Avenida Julio José Rodrigues, voltou a reduzir o valor do preço da gasolina, conforme apurado pelo Blog do Edyy. Antes, a gasolina que era vendida a R$ 4,14 caiu para R$ 3,94. O etanol, que custava R$ 3,49, caiu para R$ 3,24 e o diesel, que custava R$ 3,44 está de R$ 3,19.
A explicação da queda nos preços dos combustíveis é a diminuição da venda do produto em reflexo da quarentena produzida pelo efeito do coronavírus. As pessoas deixaram de circular com seu veículos e consequentemente deixaram de abastecerem seus veículos.
Além disso, nesta quarta-feira (14), (ontem) a Petrobras realizou mais uma redução no preço dos combustíveis nas refinarias.
A gasolina tem data de validade. Ela se deteriora depois de três ou quatro meses. E o que se recomenda é deixar um mínimo de gasolina no tanque, para que um mínimo de volume possível sofra esse processo de envelhecimento.

Na tarde desta quarta-feira, dia 15 de abril, uma guarnição da 88ª Companhia Independente da Polícia Militar de Alcobaça (CIPM), após denúncia de moradores, deslocou-se à rua Maria da Glória, no bairro Planalto, onde um homem havia feito uma armadilha com fios energizados para provocar choque elétrico em um vizinho.
Chegando ao local os militares dizem que depararam-se com Carlos Antônio da Silva, de 51 anos, visivelmente nervoso e em posse de um facão com a lâmina afiada, não aceitando conversar com ninguém e falando que o seu objetivo era mesmo matar o seu desafeto que já tinha sofrido a descarga elétrica.
Os policiais alegam que deram voz de prisão ao acusado e que ele, ao invés de atender, investiu contra a guarnição, quando um dos militares revidou e efetuou um disparo de arma de fogo em sua direção. Atingido, Carlos Antônio ainda chegou ser socorrido ao Hospital São Bernardo, na própria cidade de Alcobaça, mas não resistiu.
O morador vítima da descarga elétrica também foi levado à mesma unidade de saúde e as últimas informações dão conta que ele não corre o risco de morrer. A Polícia Civil de Alcobaça abriu inquérito policial para apurar o ocorrido. (Por Ronildo Brito)

Magno Silva de Jesus, de 43 anos, foi morto por volta das 15h desta quarta-feira (15/04), num campo de futebol, em Monte Pascoal, distrito de Itabela.
O crime ocorreu quando o local estava deserto e segundo moradores próximos a vítima apresentava lesões na região cabeça características de golpes desferidos com um pedaço de madeira.
A Polícia Militar foi avisada do ocorrido e deslocou uma guarnição ao local. O homem, segundo moradores, foi morto por dois irmãos, que estão sendo procurados.
Ainda nesta quarta-feira (15), após guia expedida pela Delegacia Territorial de Itabela (DT) o corpo foi removido ao Instituto Médico Legal (IML) de Eunápolis. Um inquérito policial foi instaurado para investigar o caso. (Por Ronildo Brito)
Em sessão por videoconferência, o Supremo Tribunal Federal decidiu nesta quarta-feira (15) que, além do governo federal, os governos estaduais e municipais têm poder para determinar regras de isolamento, quarentena e restrição de transporte e trânsito em rodovias em razão da epidemia do coronavírus.
Os nove ministros presentes à sessão votaram de forma unânime em relação à competência de estados e municípios para decidir sobre isolamento. Por maioria, o plenário entendeu ainda que o Supremo deveria deixar expresso que governadores e prefeitos têm legitimidade para definir quais são as chamadas atividades essenciais, aquelas que não ficam paralisadas durante a epidemia do coronavírus.
Os ministros julgam uma ação do PDT contra medida provisória editada pelo presidente Jair Bolsonaro com o objetivo de concentrar no governo federal o poder de editar uma norma geral sobre os temas.
A MP alterou uma lei de fevereiro, que previa quais ações poderiam ser tomadas durante a crise gerada pela pandemia do coronavírus.
O partido considerou que as modificações na legislação feriam a Constituição. Também argumentou que é tarefa de União, estados e municípios, em conjunto, a competência para estabelecer políticas relacionadas à saúde; e que só por lei complementar – para a qual é necessária maioria absoluta de votos no Senado e na Câmara – é possível estabelecer regras de cooperação no tema entre União, estados e municípios.
Em março, o ministro Marco Aurélio Mello, relator do caso, concedeu liminar (decisão provisória) para reforçar que tanto União como estados e municípios têm competência para legislar sobre medidas de saúde. Portanto, no entendimento dele, governadores e prefeitos podem estabelecer regras de isolamento, quarentena e restrição de transporte e trânsito em rodovias e portos.
Na sessão desta quarta, o ministro defendeu a confirmação da liminar pelo plenário. Marco Aurélio Mello disse que a MP foi editada para combater os efeitos da pandemia, mas faltou entendimento.
“Há de ter-se a visão voltada ao coletivo, e talvez o que falte nesta quadra, presidente, é entendimento”, afirmou.
Alexandre de Moraes afirmou que a competência comum não permite que todos os entes federais possam fazer tudo porque isso gera uma “bagunça ou anarquia”.
De acordo com o ministro, a coordenação das medidas compete ao governo federal, mas, a partir de critérios técnicos, estados e municípios, dentro de seus espaços normativos, podem fixar regras de distanciamento social, suspensão de atividade escolar e cultura, circulação de pessoas.
Ele ressaltou que governadores conhecem melhor as realidades regionais e os prefeitos, as locais. “Não é possível que a União queira ter monopólio da condução administrativa da pandemia. É irrazoável”, declarou.
Edson Fachin defendeu que estados e municípios podem, inclusive, estabelecer quais são as atividades essenciais, aquelas atividades que não sofrem restrições de funcionamento durante a crise. Ele afirmou que a atuação do governo federal deve seguir parâmetros, inclusive, internacionais.
“As regras constitucionais não servem apenas para proteger a liberdade individual, mas também o exercício da racionalidade coletiva, isto é, da capacidade de coordenar as ações de forma eficiente”, afirmou.
Luís Roberto Barroso se declarou impedido de participar do julgamento “por motivo de foro íntimo”, mas aproveitou para cobrar unidade em torno das ações para combater a crise.
“Eu acho que o enfrentamento dessa questão da covid-19 [doença provocada pelo coronavírus] exige coordenação, liderança, racionalidade e exige cooperação entre os entes estatais. Não pode ser tudo centralizado e nem de uma forma que cada um corra para um lado”, afirmou.
Para a ministra Rosa Weber, da saúde é uma competência comum administrativa e que “cabe ao Brasil valer-se da estrita federalização para evitar o caos”.
Segundo a ministra, é possível que sejam editadas medidas diferentes e até mais rígidas de controle do coronavírus diante das realidades de cada local, respeitando o princípio da proporcionalidade.
Ricardo Lewandowski afirmou que o federalismo cooperativo exige que governos federal, estadual e municipal se apoiem mutuamente. O ministro disse que é preciso diálogo e liderança cooperativa.
“Já foi sublinhado aqui com muita precisão que estados e municípios não podem ser alijados nessa batalha porque eles têm o poder, o dever de atuar”, disse.
Gilmar Mendes disse que o presidente da República não pode atropelar competências federativas, assim como os estados e município não podem atropelar as competências da União.
“Nós temos no eixo SP, RJ e Minas 100 milhões de pessoas. A metade dos habitantes do Brasil vive nesse eixo. Portanto, sobre os governadores desses estados, recai uma imensa responsabilidade. (…) Tudo isso faz crescer a responsabilidade dos estados e municípios. Por isso, que esta Corte tem afirmado que, a despeito da competência da União, subsistem as competências dos estados e municípios para lidar com o tema”, afirmou.
Segundo Luiz Fux, o Supremo já decidiu que normas gerais da União deveriam prestigiar a legislação local, exatamente porque representava uma proteção mais eficiente do que a norma federal. O ministro citou ainda que Estados e municípios devem ouvir as agências reguladoras, que podem sugerir os melhores meios para se determinar uma atividade como essencial.
“Acompanho voto do ministro relator, com a interpretação conforme, conferindo a todas as unidades federadas o poder de enumerar atividades essenciais, devendo ouvir agências reguladoras por falta de expertise para definir as atividades essenciais”, afirmou.
Último a votar, Dias Toffoli entendeu que não era preciso deixar expresso que estados e municípios podem definir quais são os serviços essenciais. Para o presidente do Supremo, isso já seria implícito a partir do entendimento do plenário.
“Na decisão do relator, essa conclusão já está clara o bastante, o suficiente”, disse o ministro.
Ao que parece, a maré não está muito boa para Léo Santana. Depois de ter sido duramente criticado após ter anunciado doação de cestas básicas condicionada ao número de espectadores que assistiriam sua live, o cantor foi alvo de inúmeras críticas por todo o país.
A repercussão foi tão negativa, que Léo voltou às redes para se defender e acabou piorando ainda mais a situação: “Nenhum ser humano tem obrigação de ajudar ninguém”, disse.
Diante da crise gerada, uma verdadeira “força-tarefa” foi montada para limpar a imagem do artista, e trouxe resultados. A live foi um sucesso e cerca de 40 toneladas de alimentros foram arrecadados. Ainda durante a apresentação da cantora Marília Mendonça, cinco dias depois, o gigante doou 500 cestas.
E, quando tudo parecia bem, eis que uma nova polêmica surge. Desta vez, por parte dos beneficiados, que se revoltaram ao ver o tamanho da cesta. Novamente a revolta tomou conta das redes e vídeos criticando o cantor não param de aparecer. Confiram:
Léo Santana é criticado ao distribuir cestas básicas prometidas; “esse kit é uma vergonha, não dá para um dia”
Veja:
