prefeitura de pocoes


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VI VARIAS PESSOAS DO GRUPO14 FALANDO O QUE OUVE ONTEM É NORMAL PRIMEIRO NORMAL NADA DUAS SITUAÇÕES ERRADAS A RUA LOTADA DE GENTE DO GRUPO QUE APOIO O PREFEITO EM PLENA PANDEMIA CARROS DE SOM PAREDÕES SEGUNDO AS IMAGENS MOSTRAM CLARAMENTE TUDO O QUE OUVE SÓ ESPERO UMA POSIÇÃO DA JUSTIÇA SOMENTE ESTAMOS NUMA DEMOCRACIA NÃO NUMA DITADURA TEVE UM APOIADOR DO 14 AINDA UM DR QUE FALOU QUE MULHER GOSTAVA ÉRA DE ……………. E MAIS ALGUMAS COISA PORQUE VOCES NÃO SE SENTIRAM OFENDINDA ? CONTRA FATOS NÃO HÁ ARGUMENTOS O AUDIO ESTA EM TODAS AS REDES SOCIAIS

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Candidata a prefeita em poções teve que sair escoltada pela polícia depois de debate vejam a aglomeração de gente do grupo 14 do lado de fora segunda informações passada a nossa reportagem ela foi ameaçada cadê a democracia esperamos que a justiça eleitoral tome providencia sobre esse fato ocorrido

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O POVO QUER QUEM FAZ [ E NÃO QUEM FALA] AGORA É ELA

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NOSSA REPORTAGEM FOI CHAMADA NO BAIRRO BELA VISTA AGORA A TARDE CHEGANDO ATRAZ DO CEMITERIO DA CIDADE VEJA O QUE ENCONTRAMOS

[FOTO ADRIANO CRUZ]

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Nota de Falecimento

É com muito pesar que noticiamos o falecimento da professora Patricia Dias dos Santos, aos 42 anos, vítima de complicações de saúde, ocorrido na noite desta quarta-feira 04 de Novembro.
Paty, como assim era chamada por todos, estava internada na Unidade de Terapia Intensiva em um hospital da cidade de Vitória da Conquista.
Patrícia era carismática, alegre e sempre sorridente. Ela lecionava (antes da pandemia covid 19) na Escola Municipal Arnulfo Ramos Silva e era, no outro turno, vice-diretora da Escola Municipal Professora Maria Rosa, ambas no município de Poções.
O site pooes24horasl expressa o mais profundo pesar aos familiares e amigos enlutados
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Decisões suspendem atos com aglomeração em Lençóis, Poções e Cocos

Lençóis / Foto: Reprodução / Radar Chapada

Decisões suspendem atos com aglomeração em Lençóis, Poções e CocosApós denúncias enviadas ao Disque Aglomeração, coligações de Lençóis, na Chapada Diamantina; de Poções, no Sudoeste; e Cocos, na Bacia do Rio Corrente, no Extremo Oeste baiano, tiveram atos de campanha proibidos. As decisões foram tomadas nesta terça-feira (3) pela juíza eleitoral e presidente do Núcleo de Segurança e Ordem Pública, Isabella Santos Lago. Em Lençóis, a magistrada notificou a coligação da candidata Vanessa Senna (PSD) para que não realize um evento marcado para o próximo sábado (7).

O motivo foi que os organizadores divulgaram que o ato teria a presença de 2,5 mil pessoas, o que extrapolas as medidas de controle da Covid-19. No caso de poções, a coligação Dr Otto (PCdoB) foi notificada para suspender um evento ocorrido na Rua de Boa Nova. Já em Cocos, o prefeito e candidato à reeleição, Dr Marcelo (PL), foi notificado por conta de um evento realizado nesta terça com mais de 200 pessoas.

As decisões foram comunicadas às policiais Civil e Militar, além do Ministério Público Eleitoral (MPE). 

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[VEJAM O VIDEO]PONTE MAL CONSTRUIDA PELO O ATUAL PREFEITO DE POÇOES CAI NA ZONA RURAL DO BARRO BRANCO \ZONA RURAL TOTALMENTE ABANDONADA POR ESSE GOVERNO

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Advogado humilha mulher em julgamento de ‘estupro culposo’. Tribunal se cala

Imagens inéditas da audiência mostram defesa do réu usando fotos sensuais da jovem para questionar acusação de estupro.

NA SEGUNDA SEMANA de setembro, a hashtag #justiçapormariferrer alcançou aos trend topics do Twitter. O motivo: chegava ao fim o julgamento do empresário André de Camargo Aranha, acusado de estuprar a jovem promoter catarinense Mariana Ferrer, de 23 anos, durante uma festa em 2018. Ele foi considerado inocente.

Segundo o promotor responsável pelo caso, não havia como o empresário saber, durante o ato sexual, que a jovem não estava em condições de consentir a relação, não existindo portanto intenção de estuprar – ou seja, uma espécie de ‘estupro culposo’. O juiz aceitou a argumentação.

A excrescência jurídica, até então inédita, foi a cereja do bolo de um processo marcado por troca de delegados e promotores, sumiço de imagens e mudança de versão do acusado. Imagens da audiência as quais o Intercept teve acesso mostram Mariana sendo humilhada pelo advogado de defesa de Aranha.

A defesa do empresário mostrou cópias de fotos sensuais produzidas pela jovem enquanto modelo profissional antes do crime como reforço ao argumento de que a relação foi consensual. O advogado Cláudio Gastão da Rosa Filho analisou as imagens, que definiu como “ginecológicas”, sem ser questionado sobre a relação delas com o caso, e afirma que “jamais teria uma filha” do “nível” de Mariana. Ele também repreende o choro de Mariana: “não adianta vir com esse teu choro dissimulado, falso e essa lábia de crocodilo”.

A jovem reclamou do interrogatório para o juiz. “Excelentíssimo, eu tô implorando por respeito, nem os acusados são tratados do jeito que estou sendo tratada, pelo amor de Deus, gente. O que é isso?”, diz. As poucas interferências do juiz, Rudson Marcos, da 3ª Vara Criminal de Florianópolis, ocorrem após as falas de Gastão. Em uma das situações, o juiz avisa Mariana que vai parar a gravação para que ela possa se recompor e tomar água e pede para o advogado manter um “bom nível”.

Apesar do processo correr em segredo de justiça, foi a própria Mariana que tornou seu caso público pelas redes sociais, em maio de 2019. Segundo ela, foi uma forma de pressionar a investigação que considerava parada devido à influência de Aranha. Filho do advogado Luiz de Camargo Aranha Neto, que já representou a rede Globo em processos judiciais, Aranha é empresário de jogadores e é visto com frequência ao lado de figuras como o ex-jogador de futebol Ronaldo Nazário e Gabriel Jesus. Na festa em que Mariana afirma ter sido estuprada, por exemplo, ele estava acompanhado de Roberto Marinho Neto, um dos herdeiros da Globo.

O perfil de Mariana no Instagram, em que ela compartilhava detalhes do caso, foi removido pela rede social em agosto deste ano. Na ocasião, a página contava com mais de 850 mil seguidores. Pelo Twitter, ela compartilhou um print em que a plataforma justifica que a conta foi removida “devido a um processo judicial”. Segundo Mariana, Aranha teria solicitado a remoção do conteúdo na justiça.

O perfil de Mariana no Instagram, em que ela compartilhava detalhes do caso, foi removido pela rede social em agosto.

Aranha é defendido no processo por Cláudio Gastão da Rosa Filho, um dos advogados mais caros de Santa Catarina. Ele já representou Olavo de Carvalho em uma ação movida contra o historiador Marco Antonio Villa e chegou a defender a ativista antiaborto Sara Winter quando ela foi presa pela Polícia Federal por manifestações contra o STF.

O estupro, segundo Mariana, teria ocorrido na noite de 15 de dezembro de 2018, na festa de abertura do verão Music Sunset do beach club Café de la Musique, em Jurerê Internacional, em Florianópolis, praia conhecida por ser point de ricos e famosos. Os ingressos para os eventos no local variam entre R$ 100 e R$ 1,5 mil, dependendo da festa. O passaporte de acesso aos camarotes pode custar muito mais.

Mariana, na ocasião com 21 anos, trabalhava como promotora do evento, responsável por divulgar a festa nas redes sociais. Um vídeo, que mostra Mariana grogue subindo uma escada com a ajuda de Aranha em direção a um camarim restrito da casa, foi vazado na internet. Eles sobem os degraus às 22h25. Seis minutos depois, ela desce, seguida de Aranha. A polícia só solicitou o material de forma oficial ao beach club meses depois do início das investigações, e a boate alegou que o dispositivo de armazenamento exclui as imagens após quatro dias. Por isso, apesar de a boate ter 37 câmeras de segurança, não foi possível recuperar imagens do resto da noite. Mesmo assim, o vídeo vazado na internet foi incluído no processo.

Em seu depoimento à polícia, Mariana afirmou que teve um lapso de memória entre o momento em que uma amiga a puxou pelo braço e a levou para um dos camarotes do Café em que o empresário Aranha estava e a hora em que “desce uma escada escura”. Ela acredita ter sido dopada. A única bebida alcoólica anotada na comanda do bar em seu nome foi uma dose de gim. Mariana era virgem até então, o que foi constatado pelo exame pericial.

Tanto a virgindade dela quanto a sua manifestação nas redes sociais foram usadas pelo advogado do empresário, que alega que ela manipulou os fatos. “Tu vive disso? Esse é teu criadouro, né, Mariana, a verdade é essa, né? É teu ganha pão a desgraça dos outros? Manipular essa história de virgem?”, disse Cláudio Gastão durante a audiência de instrução e julgamento.

Um vídeo, que mostra Mariana grogue subindo uma escada com a ajuda de Aranha em direção a um camarim restrito da casa, foi vazado na internet.

Como ‘estupro de vulnerável’ virou ‘estupro culposo’

Em julho de 2019, o primeiro promotor a assumir o caso, Alexandre Piazza, denunciou André de Camargo Aranha por estupro de vulnerável, quando a vítima está sob efeito de álcool ou de algum entorpecente e não é capaz de demonstrar consentimento ou de se defender. Ele também pediu a prisão preventiva de Aranha, aceita pela justiça e depois derrubada em liminar na segunda instância pela defesa do empresário. Aranha cumpriu apenas medidas cautelares como a apreensão do passaporte.

Na denúncia a que tivemos acesso, Piazza considerou como prova o material genético colhido na roupa de Mariana e um copo no qual Aranha bebeu água durante interrogatório na delegacia. O promotor também levou em conta “as mensagens desconexas encaminhadas pela vítima aos seus colegas” após descer as escadas do camarim onde o crime ocorreu, além dos depoimentos de Mariana, de sua mãe e do motorista de Uber que a levou até em casa.

Luciane Aparecida Borges, a mãe de Mariana, contou ter sentido um cheiro forte de esperma quando a filha chegou em casa após a festa. Segundo ela, Mariana não costumava beber e nunca havia chegado em casa naquele estado. O motorista citado pelo promotor na denúncia disse que a jovem passou a viagem chorando e falando com a mãe ao telefone. Para ele, ela parecia estar sob o efeito de drogas.

Também foram anexados ao processo áudios enviados por Mariana a pelo menos três amigos após descer as escadas do camarim. Em um deles, ela diz: “amiga, pelo amor de Deus, me atende, eu tô indo sozinha, não aguento mais esse cara do meu lado, pelo amor de Deus”. O promotor pediu ainda que fosse averiguada a conduta do primeiro delegado que atendeu a ocorrência e não solicitou as imagens das 37 câmeras de segurança do clube.

O entendimento do Ministério Público sobre o que aconteceu naquela noite, porém, mudou completamente na apresentação das alegações finais. O promotor Piazza deixou o caso para, segundo o MP, assumir outra promotoria, e quem pegou o processo foi Thiago Carriço de Oliveira. É nas alegações finais de Oliveira que aparece a tese do estupro “sem intenção”.

Para o novo promotor, não foi possível comprovar que Mariana não tinha capacidade para consentir com o ato sexual, desqualificando assim o crime de estupro de vulnerável descrito na denúncia pelo seu colega. Ele se baseia principalmente nos exames toxicológicos que não reconheceram nem álcool nem drogas no sangue de Mariana naquela noite e na aparente sobriedade indicada pela postura de Mariana ao sair do Café de la Musique e se deslocar até outro beach club em busca das amigas captada pelas câmeras da rua, da Polícia Militar.

No seu primeiro depoimento, em maio de 2019, ainda na delegacia, André de Camargo Aranha negou que tivesse tido contato com Mariana. No ano seguinte, quando prestou depoimento em juízo, mudou sua versão e afirmou ter feito apenas sexo oral nela.

Segundo o empresário, Mariana teria se aproximado dele no momento em que ele foi pagar a conta no bar e teria feito um carinho em seu cabelo. Em seguida, segundo Aranha, ela teria pedido para ir ao banheiro – momento em que subiram as escadas para usar o banheiro do camarim restrito. Ele teria então feito sexo oral e logo deixado o local por decisão de Aranha.

Ao aceitar o pedido de absolvição, o juiz Rudson Marcos concordou com a tese do promotor e afirmou que é “melhor absolver 100 culpados do que condenar um inocente”. A defesa de Mariana recorreu da decisão.

Filho do advogado Luiz de Camargo Aranha Neto, que já representou a rede Globo em processos judiciais, Aranha é empresário de jogadores e é visto com frequência ao lado de figuras como o ex-jogador de futebol Ronaldo Nazário e Gabriel Jesus.

Para a promotora Valéria Scarance, coordenadora do Núcleo de Gênero do Ministério Público de São Paulo, a tese jurídica da condição “culposa” para casos de estupro abre precedente para dificultar a demonstração desses crimes. Ela destaca que os tribunais costumam ter posicionamento firme pela consideração da palavra da vítima como prova de estupro e que os laudos periciais desses casos costumam ser negativos porque os vestígios desaparecem em poucas horas. Ela avalia que o rompimento do hímen e a presença de esperma, detectados pelo exame de corpo de delito, porém, são provas contundentes. “Denunciei centenas de processos de estupro, mas em nenhum dos meus casos me deparei com uma alegação como essa, é bastante diferente do que acontece nos processos de estupro”.

A delegada Bárbara Camargo Alves, da Casa da Mulher Brasileira de Campo Grande, considera a tese de estupro culposo perigosa, uma vez que esses crimes costumam ocorrer entre quatro paredes e a única prova acaba sendo a palavra da vítima. “[A tese] está dando para o homem o ensinamento diverso daquele que a gente está tentando mostrar, de que não é não. Se a pessoa não está completamente capacitada para consentir, ele não deve manter a relação sexual. E não importa se ela está bêbada porque quis se embriagar ou porque foi dopada. Não é esse o tipo de resposta que a gente espera do poder Judiciário. Se não tem como provar que ele sabia ou não que ela estava bêbada, vai absolver?”, disse.

Conversei com a OAB de Santa Catarina, que confirmou que teve acesso à cópia do processo judicial e informou que oficiou o advogado Cláudio Gastão da Rosa Filho para que preste esclarecimentos sobre sua conduta na audiência do caso. A instituição não deu mais detalhes porque o processo ético disciplinar corre em sigilo e qualquer divulgação de informação pode anular o procedimento. Ao ser questionado sobre suas ações durante o interrogatório, o advogado informou que não iria comentar um processo sob segredo de justiça, “principalmente em face de indagações descontextualizadas que revelam má fé e parcialidade”.

O Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos também disse que remeteu ofícios às corregedorias do Tribunal de Justiça de Santa Catarina e do Ministério Público de Santa Catarina, à Ordem dos Advogados do Brasil, Conselho Nacional de Justiça e Conselho Nacional do Ministério Público para que esses órgãos investigassem as condutas dos profissionais que estavam presentes na audiência. O Conselho Nacional do MP, o Conselho Nacional de Justiça e o Tribunal de Justiça catarinense, porém, afirmam não ter recebido nenhuma notificação ou denúncia sobre o caso.

Atualização, 3 de novembro de 2020, 21:54: A expressão ‘estupro culposo’ foi usada pelo Intercept para resumir o caso e explicá-lo para o público leigo. O artíficio é usual ao jornalismo. Em nenhum momento o Intercept declarou que a expressão foi usada no processo.

Fonte: The Intercept Brasil

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Homem suspeito de furtar residência é espancado no centro de Porto Velho Quando uma guarnição da Polícia Militar chegou ao local, o homem estava no chão agonizando

Homem suspeito de furtar residência é espancado no centro de Porto Velho

Nesta terça-feira (03), um homem de 32 anos, foi espancado e socorrido por uma equipe do Corpo de Bombeiros na Rua Travessa Mamoré, bairro Mocambo, na região Central de Porto Velho.

A Polícia Militar foi acionada até o local, onde encontrou o homem agonizando no chão. Ele contou que foi espancado por duas pessoas que chegaram em um carro modelo Corolla de cor branca.

Segundo testemunhas, a vítima teria cometido furto na residência dos agressores. Os policiais militares não conseguiram localizar os dois autores do espancamento.

A ocorrência foi registrada como lesão corporal e o homem agredido levado pelos Bombeiros para a policlínica Ana Adelaide.

Por Rondonotícias

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Mulher fofoqueira fica presa no portão ao tentar espiar o que o vizinho fazia; Confira as fotos!

Francis é uma senhora de 65 anos que ganhou o apelido de “fofoqueira” em sua comunidade. De acordo com as pessoas que moram perto dela, Francis todos os dias está esperando para espionar os vizinhos. E não só isso, mas também sente a liberdade e capacidade moral de criticar suas decisões ou modo de vida.

Andrea é uma das vizinhas de Francis e vítima de seus comentários maliciosos, “essa mulher sempre tem uma opinião para tudo. Ela inventou sobre minha vida, dizendo que eu traio meu marido, quando isso não é verdade ”, disse ela.

Miriam concorda com essa opinião: “Francis não faz nada em casa. Ela passa perto da janela vendo qual vizinho sai e qual não sai. Ela só gosta de gerar conflitos entre famílias e vizinhos”. Na verdade, tem havido vários casos em que essas pessoas alegaram mal-entendidos e acontece que foi Francis quem inventou um comentário!
Muitas pessoas dizem que ela deve procurar um psicólogo, que a ajude a superar esse interesse na vida de outras pessoas e se concentrar em seu presente. Enquanto outros apenas tentam ignorá-lo para ver se eles são salvos de serem observados.
Mariana disse: “Não precisamos de câmeras de vigilância aqui, temos Francis que está ciente de todos os movimentos”. Mas nos últimos dias esta mulher sofreu uma situação vergonhosa que certamente a deixou sem querer continuar investigando a vida dos outros.
Francis queria ver dentro da casa de um vizinho, quando sua cabeça ficou presa em uma cerca. A pior parte é que permaneceu assim até cinco horas depois, quando finalmente os bombeiros chegaram.

As fotos dela nesta posição estranha estão indo ao redor do mundo.

Uma vez que ela foi resgatada, ela disse que se sentiu humilhada e nunca imaginou que seria pega tentando descobrir a vida de seus vizinhos.
Ela disse que não tinha uma boa visão dentro da casa do vizinho, então enfiou a cabeça na cerca, mas o espaço acabou sendo mais estreito do que ela imaginava.

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