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:: 2/jul/2021 . 17:46

A Bahia pode ter medidas de flexibilização na próxima semana, diz Rui

A Bahia pode ter novas medidas de flexibilização das restrições por causa da pandemia, a partir da próxima semana. No entanto, isso depende dos índices de contaminação, casos e taxas de ocupação de leitos no estado.

A informação foi divulgada pelo governador Rui Costa, durante o ato simbólico pelo Dois de Julho, no Largo da Lapinha, na manhã desta sexta-feira (2). “Estou conversando com o prefeito de Salvador e com outros prefeitos e se os números continuarem caindo, podemos anunciar medidas de flexibilização e quem sabe o retorno das aulas, para que possamos retomar e recuperar o tempo perdido na educação”, disse.

Segundo ele, o avanço também depende de acelerar a vacinação e elogiou o diálogo com os prefeitos do estado durante esses meses de pandemia. “A esperança é de vacinar o quanto antes. Estamos trabalhando com afinco e dedicação. quero fazer um agradecimento especial a todos os prefeitos da Bahia por toda a dedicação desse ano, esse diálogo garantiu que a Bahia estivesse, graças a Deus, com as menores taxas do país de mortalidade. Conseguimos minimizar o efeito dramático desse vírus”.

Rui também citou a chegada das doses da vacina Sputnik V. “Esperamos conseguir internalizar a Sputnik o quanto antes, e a gente poderia dar um prazo de até 100% da população de até 18 anos imediatamente”, finalizou.

Urgente: Suspeito de envolvimento no assassinato de tio e sobrinho morre em confronto com a PM

Um traficante de drogas, foragido da Operação Retomada, foi localizado pela Polícia Militar na noite de quinta-feira (1). Com o traficante, que participou das mortes de Bruno Barros e Yan Barros, foram apreendidos pistola e munições.

Equipes das Rondesp Atlântico, Central e RMS faziam rondas, na área da Chapada do Rio Vermelho, quando avistaram o indivíduo que possuía mandado de prisão.

Na tentativa de captura, houve confronto e o criminoso acabou ferido. Ele foi socorrido para o Hospital Geral do Estado (HGE), mas não resistiu. Com ele foram apreendidos uma pistola calibre 380, carregador, munições e 77 pinos de cocaína.

Foto: Divulgação

Atenção Urgente: Conquistenses tomaram vacina da AstraZeneca vencida, diz Folha de SP

De acordo com reportagem da Folha de SP desta sexta-feira (02), pelo menos 26 mil doses vencidas da vacina AstraZeneca foram aplicadas em diversos postos de saúde do país, o que compromete sua proteção contra a Covid-19. Os dados constam de registros oficiais do Ministério da Saúde.

Até o dia 19 de junho, os imunizantes com o prazo de validade expirado haviam sido utilizados em 1.532 municípios brasileiros.

A campeã no uso de vacinas vencidas é Maringá, reduto eleitoral de Ricardo Barros (PP), líder do governo Bolsonaro na Câmara dos Deputados. A cidade paranaense vacinou 3.536 pessoas com o produto da AstraZeneca fora da validade (primeira dose em todos os casos).

Salvador está entre as 05 cidades que mais aplicaram AstraZeneca vencida, 824 doses. Vitória da Conquista é a 45º no ranking nacional, com 76 doses fora do prazo de validade.

 O que fazer?

Caso você tenha recebido vacina da AstraZeneca de um dos oito lotes após a data de vencimento, procure um posto de saúde com sua carteira de vacinação para registro do erro vacinal e para receber orientações

Além disso, de acordo com o Plano Nacional de Operacionalização da Vacinação contra Covid-19, quem tomou imunizante vencido precisa se revacinar pelo menos 28 dias depois de ter recebido a dose administrada equivocadamente. Na prática, é como se a pessoa não tivesse se vacinado

Depois aparecem Belém (PA), com 2.673, São Paulo (SP), com 996, Nilópolis (RJ), com 852, e Salvador (BA), com 824. As demais cidades aplicaram menos de 700 vacinas vencidas, sendo que a maioria não passou de dez doses.

Além disso, outras 114 mil doses da vacina AstraZeneca que foram distribuídas a estados e municípios dentro do prazo de validade já expiraram. Não está claro se foram descartadas ou se continuam sendo aplicadas.

AstraZeneca é a vacina mais usada no Brasil. Ela responde por 57% das doses aplicadas neste ano. A imensa maioria foi utilizada de acordo com as orientações do fabricante.

Todos os imunizantes expirados integram oito lotes da AstraZeneca importados ou adquiridos por consórcio. Um deles passou da validade no dia 29 de março. O que venceu há menos tempo estava válido até 4 de junho.

O lote pode ser conferido na carteira individual de vacinação. Quem tiver recebido uma dose de um desses oito lotes de AstraZeneca após a data de validade (veja gráfico) deve procurar uma unidade de saúde para orientações e acompanhamento.

Além disso, de acordo com o Plano Nacional de Operacionalização da Vacinação contra Covid-19, quem tomou imunizante vencido precisa se revacinar pelo menos 28 dias depois de ter recebido a dose administrada equivocadamente. Na prática, é como se a pessoa não tivesse se vacinado.

O plano define, também, que cada indivíduo vacinado seja identificado com o lote da imunização recebida, o produtor da vacina e a dose aplicada. Isso é feito justamente para acompanhamento do Ministério da Saúde e eventual identificação de erros vacinais.

O DataSUS (sistema de informações do Ministério da Saúde) também identifica todas as pessoas imunizadas com um código individual, acompanhado de informações sobre idade, grupo prioritário de vacinação, data da imunização e lote da vacina recebida.

Já a data de validade de cada lote vacinal consta de outro sistema do governo federal, o Sage (Sala de Apoio à Gestão Estratégica), que registra os comprovantes de entrega dos imunizantes contra Covid-19 por estado. Em cada um desses recibos há informações públicas sobre o número do lote vacinal, a data de validade, o fabricante e a data de entrega.

A Folha cruzou as duas bases —DataSUS e Sage— a partir do número do lote das vacinas. Foram consideradas todas as imunizações do país contra Covid-19 até 19 de junho.

O levantamento inédito mostra que, até essa data, um total de 25.935 doses de oito lotes de AstraZeneca foram aplicadas fora da validade. Metade desses lotes veio do Instituto Serum da Índia; a outra metade, da Opas (Organização Pan-Americana de Saúde).

As vacinas desses lotes foram distribuídas de janeiro a março pelo governo federal para todos os estados do país antes do vencimento. Elas somam quase 3,9 milhões de doses, das quais cerca de 140 mil não foram utilizadas dentro do prazo de validade. Dessas, até o dia 19 de junho, 26 mil tinham sido aplicadas já vencidas.

Secretarias de saúde negam que Bahia aplicou vacinas vencidas da Oxford

A Secretaria Municipal da Saúde de Salvador (SMS) e a Secretaria da Saúde do Estado da Bahia (Sesab) negaram que tenham aplicado vacinas contra a covid-19 fora do prazo de validade. Uma reportagem da Folha de S.Paulo, publicada nesta sexta-feira (2), apontou que a Bahia teria aplicado mais de mil doses da vacina vencida contra covid-19 da fabricante de Oxford/Astrazeneca.

Contudo, segundo as secretarias, a acusação não é verdade. Em Salvador, teriam sido 824 doses do imunizante aplicados, em 25 postos de saúde. Na Bahia, mais de 70 municípios teriam aplicado a dose fora do prazo, a maioria somente uma vacina.

De acordo com a Sesab, o estado “não distribui vacinas com validade vencida ou com prazo de validade pequeno”. Os lotes vencidos que teriam sido distribuídos pelo Ministério da Saúde (MS), segundo a Folha, foram: 4120Z001 (29/03), 4120Z004 (13/04), 4120Z005 (14/04), CTMAV501 (30/04), CTMAV505 (31/05), CTMA506 (31/05), CTMAV520 (31/05), 4120Z025 (4/06).

Já a secretaria de Salvador informou ao CORREIO que não houve aplicação de doses vencidas na cidade. “A capital baiana recebeu dois dos lotes mencionados na reportagem – Lote CTMAV506 / Lote 4120Z005 – e todas as doses foram administradas antes da data de vencimento dos imunizantes”, comunicou a SMS, por meio de nota.

O que aconteceu, segundo a SMS, foi um erro no sistema. “A a coordenação de imunização da SMS identificou episódios de equívocos relacionados ao lançamento de dados no sistema informatizado da estratégia, ou seja, a aplicação das doses foi realizada dentro do período determinado pelo fabricante do imunobiológico e apenas o registro no sistema do banco de dados do Ministério da Saúde foi efetuado em data posterior a aplicação da vacina”, esclarece.

A pasta também afirmou que tem utilizado todas as ferramentas para minimizar possíveis falhas no processo de imunização contra covid-19 na cidade.

O Ministério da Saúde (MS), responsável por enviar as doses aos estados, alegou que nenhuma dose de vacina é entregue vencida. “A pasta acompanha rigorosamente todos os prazos de validade das vacinas covid-19 recebidas e distribuídas pela pasta”, explica, por meio de nota.

O MS ainda disse que as doses entregues para as centrais estaduais devem ser imediatamente enviadas aos municípios pelas gestões estaduais, como acordado com o Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass) e Conselho Nacional de Secretarias Municipais de Saúde (Conasems).

“Cabe aos gestores locais do SUS o armazenamento correto, acompanhamento da validade dos frascos e aplicação das doses, seguindo à risca as orientações do Ministério”, pondera.

O órgão de saúde também disse que a orientação, caso alguma vacina seja administrada após o vencimento, ela não deverá ser considerada válida. Ou seja, “é recomendado um novo ciclo vacinal, respeitando um intervalo de 28 dias entre as doses. O vacinado deverá ser acompanhado pela Secretaria de Saúde local”, completa.

Fonte: Correio

Poções: Vacinômetro atualizado – 01/07/21.

2 de julho – Que esta data seja sempre lembrada pela coragem do nosso povo!

Urgente: Jornalista morre aos 30 anos por Covid-19

O jornalista Jomar Bellini morreu aos 30 anos por Covid nesta quinta-feira (1°), em São Roque (SP). Ele estava internado na UTI do Hospital São Francisco e chegou a ser intubado, mas não resistiu à doença após 19 dias do diagnóstico e 12 dias de internação.

De acordo com familiares, Jomar chegou a ficar estável no domingo (20) e apresentou melhora. Porém, o quadro se agravou e os pulmões foram muito afetados pela doença. Amigos e familiares chegaram a fazer uma corrente de oração em frente ao hospital.

A avó dele também morreu de Covid-19 no início do mês de junho.

Jomar morava em Sorocaba (SP) e trabalhou como repórter no G1, produtor de reportagem na TV TEM e foi assistente de Cedoc na emissora. Ele também teve passagem pela Rádio Ipanema e estava recentemente no Jornal Cruzeiro do Sul, em Sorocaba (SP).

O jornalista levou o troféu de terceiro lugar do 16° Prêmio Jornalístico ASI/Schaeffler de Direitos Humanos, promovido pela Associação Sorocabana de Imprensa em 2016, com a reportagem sobre um morador de rua que viva dentro de uma lixeira, perto da rodoviária de Sorocaba (SP).

A coordenação de jornalismo da Uniso lamentou a morte. “Infelizmente nosso ex-aluno de jornalismo Jomar Bellini acaba de perder a batalha para o coronavírus”.

“Muita tristeza! Mais uma pessoa querida, um jovem colega jornalista que se foi, apesar de guerreiro, de ter lutado dia após dia contra esse maldito vírus, não deu. Meus pêsames aos familiares e amigos”, escreveu um amigo.

“Um profissional tão jovem, elogiado pelos colegas, vai deixar saudade. Infelizmente, é mais uma vítima dessa doença que tem causado tanto sofrimento. Que Deus abençoe sua família e amigos, e os conforte nesse momento de dor”, disse em nota o presidente da Câmara Municipal de Sorocaba, Cláudio Sorocaba (PL).



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