prefeitura de pocoes


fevereiro 2021
D S T Q Q S S
 123456
78910111213
14151617181920
21222324252627
28  



:: fev/2021

O Governo da Bahia abriu 27 novos leitos de Covid-19 neste final de semana

Em um esforço para reduzir a pressão na rede assistencial que atende pacientes graves com o diagnóstico de coronavírus (Covid-19), o Governo da Bahia abriu 27 novos leitos neste final de semana, sendo 17 de UTI nos hospitais estaduais em Santo Antônio de Jesus e Seabra.

No Hospital da Chapada, em Seabra, foram implantados 20 leitos, sendo dez de terapia intensiva e dez clínicos. Com esta ampliação, a unidade passa a contar com 40 leitos dedicados a Covid-19, sendo 20 de UTI e 20 de enfermaria.

Já no Hospital Regional de Santo Antônio de Jesus (HRSAJ) foram acrescidos sete leitos de UTI ao três existentes. Assim, estão disponíveis dez leitos de terapia intensiva para a região.

De acordo com a subsecretária da Saúde da Bahia, Tereza Paim, “nos próximos dias será inaugurado o Hosital de Campanha Arena Fonte Nova, com 80 leitos, sendo 50 de UTI, ampliando ainda mais a oferta para a população”, afirma a subsecretária.

Neste domingo (28) a Bahia conta com 2.240 leitos ativos dedicados ao atendimento de pacientes com o diagnóstico de coronavírus. Destes, 1.171 são de UTI adulto e pediátrica.

Ministério Público divulga balanço da “Operação Fortuna”; foram cumpridos oito mandados de prisão

Foi divulgado o balanço da ‘Operação Fortuna’, deflagrada pelo Ministério Público estadual, por meio do Grupo Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), nessa sexta-feira (26). A ação ocorreu em conjunto com a força-tarefa da Secretaria Estadual de Segurança Pública (SSP) de Combate a Grupos de Extermínio e Extorsões e a Polícia Rodoviária Federal (PRF).

Foram apreendidos 28 folhas de cheque totalizando mais de R$ 1,5 milhão e R$ 2,5 mil em espécie, 11 aparelhos celulares do tipo smartphone, dez pistolas e um revólver, 150 munições, um tablet, três pendrives, um colete balístico sem número de série e um cofre lacrado.

A operação resultou na prisão em flagrante de uma pessoa. Também foram cumpridos oito mandados de prisão temporária, sendo sete contra policiais militares e um policial civil. Além disso, foram cumpridos 18 mandados de busca e apreensão nos Municípios de Itabuna, Ilhéus, Itacaré, Ibirapitanga, Gandú, Serra Grande, Ubatã, Uruçuca, Ubaitaba, Ipiaú, e Vitória da Conquista.

Também participaram da operação promotores de Justiça que atuam na área criminal no Município de Itabuna e cerca de 160 policiais. O trabalho conjunto visou desarticular uma organização criminosa acusada de praticar diversos crimes de homicídio, com intimidação coletiva e possíveis recebimento de valores, em ações que caracterizam atividade de milícia. Nomes e unidades em que os agentes de segurança pública estão lotados não foram divulgados pelo MPe. | Cecom/MP

Nossa secretária irá falar sobre o calendário escolar 2021. Sintonize 87,9 FM! ao MEIO DIA

Secretaria Municipal de Educação de Poções reuniu gestores escolares para planejamento do ano letivo 2020/2021

Na última quinta-feira (25/02), a Secretaria Municipal de Educação de Poções promoveu uma reunião com todos os gestores escolares da rede municipal de ensino. A reunião contou com a presença do vice-prefeito, João Bonfim Cardoso Cerqueira.
O objetivo do encontro foi apresentar as orientações curriculares pedagógicas do continuum 2020/2021. Na oportunidade foi abordado o o retorno do ano letivo de maneira remota. Os gestores também receberam orientações e um guia explicativo sobre a condução do ensino à distância.
“Nesse momento de pandemia ainda não é viável pensar em ensino presencial, já que ainda o número de casos de Covid estão em ordem crescente”, disse a secretária de educação Dirani Cunha Porto Fagundes

DECOM-PMP

Veja; Galo de briga usado em rinha ilegal mata o próprio dono

Foto: Reprodução/Google

O homem foi atingido na virilha pelo animal e morreu a caminho do hospital, depois de perder muito sangue.

Segundo as autoridades, a ave estava sendo preparada para entrar em uma briga de galos quando tentou escapar. O dono procurou agarrá-la e foi golpeado pela faca de cerca de 7 centímetros que havia prendido à perna do animal.

A polícia agora busca pelo menos outras 15 pessoas que estariam envolvidas no evento, que ocorreu nesta semana no vilarejo de Lothunur, no Estado de Telangana.

O animal foi mantido na delegacia antes de ser transferido para uma fazenda. Ele será levado ao tribunal como evidência quando o caso prosseguir na Justiça, conforme afirmou o policial B Jeevan ao jornal The New Indian Express.

Os envolvidos são acusados ​​de homicídio culposo, de organizar rinhas ilegais e apostas irregulares, informou a agência de notícias AFP.

Brigas de galo são ilegais na Índia desde 1960, mas ainda são relativamente comuns em áreas rurais do país, como Telangana. Muitas acontecem durante o festival hindu de Sankranti.

Esta não é a primeira vez que o dono de um galo de briga é morto pelo animal. No ano passado, um homem em Andhra Pradesh foi morto depois de ser atingido no pescoço por um lâmina que havia amarrado à ave.

De acordo com a rede de televisão CNN, o homem levava o galo para uma rinha quando o incidente ocorreu.

Fonte: CNN

Comerciante é levado para a delegacia após vender bebidas alcoólicas; cliente também foi detido

Um homem foi levado para a delegacia, neste sábado (27), após ser flagrado vendendo bebidas alcoólicas no povoado de Jurema, zona rural de Licínio de Almeida.

Segundo a polícia, o dono do estabelecimento havia desacatado os agentes de vigilância e guardas municipais.

Ele e o cliente, que comprava a bebida no momento da abordagem, foram conduzidos para a delegacia de Caetité.

Uma Jovem veste uniforme da mãe faxineira para homenageá-la em formatura: ‘Mulher incrível’

Uma jovem resolveu usar o uniforme de faxineira da mãe para homenageá-la durante a sua formatura na faculdade de Pedagogia em Santos, no litoral de São Paulo. A história de vida da mãe, de pobreza, luta e resistência, sempre inspirou a jovem. A faxineira, que parou de estudar aos 13 anos, retomou os estudos com a ajuda da filha e pagou a faculdade dela, não conseguiu segurar as lágrimas de tanta emoção após receber a homenagem.

Filha de nordestinos, a jovem Roberta Mascena, de 25 anos, sempre se inspirou na história da mãe Marlene Cordeiro de Oliveira para não desistir de seus objetivos. Ela conta que Marlene morava em Afogados de Ingazeira, no sertão de Pernambuco. Aos 13 anos, saiu de casa para trabalhar como empregada doméstica na residência de outras famílias e parou de frequentar a escola.

Já adulta, ela veio para Santos, no litoral de São Paulo, onde conheceu Roberto Mascena de Lima, pai de Roberta. Ao longo da vida, a nordestina foi vendedora, cuidadora de idosos e há 10 anos trabalha como encarregada de limpeza em um prédio em Santos. Após ver os filhos crescerem, ela resolveu retomar os estudos e concluiu o Ensino Fundamental em 2010 com a ajuda de Roberta.

“Quando eu estava na 8ª série, ajudei minha mãe a estudar. Ela cursava a EJA na Escola Barão do Rio Branco. Não sabia muito, mas ajudei no que pude. Lembro dela saindo superfeliz das provas de matemática porque tirava as notas mais altas da sala”, conta.

Após estudar em escolas públicas, a jovem resolveu cursar Pedagogia na Universidade Metropolitana de Santos. O pai taxista e a mãe faxineira conseguiram pagar os estudos da jovem com muito esforço até ela conseguir uma bolsa de estudos e concluir o curso.

Roberta e o pai, no dia da formatura, em Santos — Foto: Roberta Mascena
Roberta e o pai, no dia da formatura, em Santos — Foto: Roberta Mascena
Homenagem
A felicidade de terminar a faculdade era grande, mas a colação de grau não foi como Roberta imaginava. Em meio a pandemia, ela não poderia contar com a presença dos familiares neste momento importante de sua vida e fazer uma homenagem à eles.

Durante a sessão de fotos dos formandos, o único momento que os pais poderiam estar presentes, ela arranjou um jeito de tornar o momento ainda mais especial. Roberta colocou o uniforme utilizado por Marlene durante o trabalho como faxineira, debaixo da beca.

“Na hora que fomos tirar a foto, eu abri a beca, ela viu a roupa. Ela começou a chorar e me abraçou. Ela não falou nada porque eu acho que não tem palavras que possam expressar qualquer tipo de sentimento que ela teve naquele momento”, conta.

Vestir o uniforme de trabalho da mãe, para Roberta, foi emocionante. Ela fala que foi a forma que encontrou de agradecer por todos os esforços dos pais, mostrar que se orgulha muito da mãe, da a história de vida dela e de onde ela chegou.

“É uma pessoa que a humanidade poderia conhecer e se apaixonaria por ela. Ela é uma pessoa incrível. Ela merece mais do que uma simples homenagem. A história da minha mãe é uma história dura, de milhões de brasileiros que viveram na miséria por muito tempo, uns tiveram sucesso conseguiram sair e outros não”, diz.

Marlene ficou realmente surpresa com a homenagem. Depois do momento de emoção, ela agradeceu a filha e disse que a amava. “Ela é uma mulher nordestina, que veio para são Paulo, para sair da fome, da miséria. Acabou crescendo aqui, conseguiu trabalho, terminar os estudos. Ela merece de fato ser homenageada por tudo que ela fez por mim, pelo meu irmão e pelo meu pai”, fala Roberta.

Roberta Mascena no dia da formatura e com parte do uniforme de faxineira da mãe — Foto: Roberta Mascena
Roberta Mascena no dia da formatura e com parte do uniforme de faxineira da mãe — Foto: Roberta Mascena
Futuro
A nova pedagoga sonha com um mundo com mais oportunidade para todos. Com o diploma em mãos, ela quer atuar com crianças e adolescentes em vulnerabilidade social. A jovem também deseja fazer um mestrado para dar aulas em universidades e promover projetos sociais em comunidades e em vilas caiçaras.

“Foi um curso muito humano, me ensinou a ser mais humana, a ter muito mais sensibilidade com o mundo. Eu acho que a educação é uma maneira que a gente tem de alcançar pessoas, tocar pessoas. A gente faz isso através da Pedagogia e da Arte. É com a educação que a gente transforma as pessoas e sociedade”, diz.

Urgente :Homem mata mulher a facadas após sair de churrasco

Foto: Reprodução
Um homem assassinou a mulher na frente dos filhos no bairro Capela Velha em Araucária, cidade do Paraná. O crime teria acontecido após o casal voltar de um churrasco na casa do vizinho.
Josinei Andrade e Agda Rocio estavam casados há 18 anos e tinham, juntos, um filho de 16 anos e outro de 5.

Ambos retornaram da festa na casa de amigos por volta das 22h e, menos de 5 minutos após a chegada, vizinhos já ouviram gritos e pedidos de socorro dos filhos.

Bêbado, Josinei teria agredido um dos filhos, segundo boletim de ocorrência. A mãe foi defender o garoto e acabou sendo esfaqueada.

Vizinhos tentaram socorrer a mulher. Ela foi atendida, mas não resistiu aos ferimentos. O corpo dela foi levado ao Instituto Médico Legal de Curitiba. O rapaz fugiu pelas ruas do bairro e está sendo procurado pela polícia.

Com informações do site: SBT

BOLETIM COVID-19 POÇÕES/BA 27/02/2021

A Prefeitura de Poções, com grande pesar, confirma 02 óbitos por Covid-19 de pacientes residentes no município. O primeiro, um idoso de 91 anos, apresentou complicações respiratórias em virtude do comprometimento adquirido pela doença há 3 meses. O mesmo foi a óbito hoje (27/02) pela manhã em sua residência. O outro, de 77 anos, evoluiu a óbito também no dia de hoje, pela manhã, em um hospital de Valença – BA. Lamentamos pelas perdas e deixamos os nossos mais sinceros sentimentos aos familiares e amigos enlutados.
DECOM-PMP

‘Eu me sinto na fase mais difícil de uma guerra’, diz enfermeira de hospital lotado

‘Eu me sinto na fase mais difícil de uma guerra’, diz enfermeira de hospital lotado

Quando a enfermeira Ana Paula Lemos correu para a UTI de pacientes com Covid-19 para fazer uma transfusão, não estava preparada para a cena que iria presenciar. Ao lado do paciente que precisava de sangue, um homem de cerca de 60 anos implorava para ser intubado.

Com falta de ar e dores, ele queria ser sedado, perder a consciência, deixar de sentir.

“Ele estava consciente e implorando para ser intubado, porque não aguentava mais a dificuldade para respirar. Me chocou muito esse paciente implorar para respirar sem saber se sairia do respirador, sem saber se voltaria à consciência, se sobreviveria”, relatou a enfermeira à BBC News Brasil.

O homem teve o pedido atendido e foi intubado, mas morreu poucos dias depois.

Lemos é coordenadora da área de transfusão de sangue do Hospital Tacchini, em Bento Gonçalves, no Rio Grande do Sul. O Estado está próximo do colapso do sistema de saúde e acionou a fase mais crítica do plano de contingência ao coronavírus.

“Estamos com quase 100% da ocupação. Temos três UTIs. Uma é destinada só para pacientes com Covid-19. Ela está com lotação de praticamente 100% dos leitos. Temos outras duas UTIs que já atingiram lotação máxima”, contou a enfermeira.

“Cirurgias eletivas foram todas suspensas. Estamos trabalhando com situações de urgência e emergência. A entrada de visita foi totalmente restrita. Os pacientes ficam sem acompanhantes para reduzir o fluxo de pessoas e só falam com a família por vídeo”.

Pior fase da ‘guerra’

Lemos presenciou dezenas de pacientes morrerem desde o início da pandemia, inclusive alguns com os quais convivia havia meses ou anos, já que eram pessoas que precisavam de transfusões periódicas por outras condições de saúde.

“Trabalhamos com muitas pessoas em tratamento de câncer e tivemos muitas perdas de pacientes fixos que acabaram contraindo Covid. A gente se apega ao paciente. E chega outro dia e a gente diz: mais um a gente perdeu.”

Ela diz que se sente numa “guerra” e que o momento atual é o pior desde o início da pandemia. “O mais difícil é o sentimento de que isso não vai ter fim. Parece que a gente não vê uma luz. A gente vê os pacientes internando, internando, e a gente não vê uma saída. A gente tem que aguentar firme”, afirma, embargando a voz.

“Ninguém nos perguntou se a gente queria entrar na guerra ou não e a gente entrou. E essa é a fase mais difícil.”

Segundo Lemos, comparado com o primeiro pico de casos no Rio Grande do Sul, o atual está provocando lotação mais acelerada de todas as unidades do hospital.

“Está pior em volume de internação e a velocidade de contágio parece estar maior. Nós já tivemos 100% de ocupação de UTI antes, mas as unidades de internação estavam mais vazias. Tínhamos como remanejar, agora não. E estamos no limite do estoque de sangue.”

Jovens morrendo

Lemos também disse que percebe um fluxo maior de jovens com quadro grave de Covid-19. Despedir desses pacientes é uma das partes mais difíceis do trabalho, diz.

Ela contou que recentemente teve que acalmar um homem de 36 anos com Covid-19 que parecia ter poucas chances de sobreviver.

“A gente não pode dizer para o paciente que ele vai melhorar, que isso vai passar, porque em alguns casos não é verdade. Falei que ele ia receber uma medicação que ia amenizar a dor e que as coisas iriam se organizar da melhor forma para ele, naquele momento”, disse. O rapaz acabou morrendo.

“Tentamos fazer tudo de maneira humana, sensível, dar conforto. Mas a gente está observando um número muito grande de pacientes jovens com Covid grave. É duro. Às vezes eu estou indo para casa e dou aquela engasgada.”

Pressão constante

Lemos diz que a pressão é tão grande que alguns colegas desenvolveram ansiedade, saíram de licença ou pediram demissão.

“Está tendo muito desligamento por questões psicológicas. Eu não sei como ainda estou limpa de medicação, de antidepressivos. Eu tiro forças do meu filho. Ele não pode me ver desabar”, afirma.

A enfermeira explica que o fato de presenciar tantas mortes todas as semanas provoca um sentimento de impotência. E os profissionais de saúde ainda convivem com o temor de cometer erros ou de faltarem recursos.

“A pressão psicológica é muito grande. A gente trabalha com o medo de errar, porque sabemos que um erro pode ser fatal. Tem a pressão de não ter recursos para atender da melhor maneira. Tem o sentimento de impotência quando fazemos o melhor e o paciente morre…”

Isolamento da família

Além do trabalho sob constante pressão, Ana Paula Lemos precisou fazer sacrifícios na vida pessoal para continuar a rotina no hospital. Para não expor os pais idosos ao risco de contrair Covid-19, ela ficou 10 meses sem ver pessoalmente a mãe e o pai.

A enfermeira acabou pegando a doença e contagiou o marido, mas os dois se recuperaram e o filho pequeno do casal não apresentou sintomas.

Lemos diz que fica “revoltada” quando vê notícias de festas e pessoas descumprindo regras de contenção social. Ela também critica o fato de o comércio ter se mantido aberto em boa parte do país enquanto as escolas fecharam.

“Dá uma revolta. Era essencial ter escola aberta, até porque eu preciso trabalhar e não tenho onde deixar meu filho. Enquanto isso, você vê as pessoas fazendo festa, como se nada estivesse acontecendo. Como que as escolas podem fechar e o comércio fica aberto?”, questiona.

Apesar das dificuldades, quando perguntada sobre se cogita largar o posto, Lemos diz que não. “Eu quero estar aqui atendendo os pacientes. Eu me formei para isso. A gente precisa seguir em frente.”

Fonte:G1