
Morre Bruno Covas, aos 41 anos, Nascido e criado na política, prefeito administrou SP e ganhou eleição enquanto lutava contra o câncer

O prefeito de São Paulo, Bruno Covas (PSDB-SP), morreu hoje, aos 41 anos, vítima de um câncer que surgiu entre o esôfago e o estômago e se espalhou por outras partes do corpo. Ele estava internado no Hospital Sírio-Libanês, na região central da capital.
Covas descobriu a doença em outubro de 2019 ao ser internado para tratar de uma infecção de pele. O tumor chegou a diminuir em 2020, mas outros reapareceram em novos pontos do fígado em fevereiro deste ano. Em abril, foram identificados também nos ossos.
Em sua trajetória política, inspirada no avô Mário Covas, o ex-prefeito foi deputado estadual por dois mandatos, deputado federal por dois anos, secretário de Geraldo Alckmin (PSDB) e vice-prefeito da capital. Em 2018, quando o então prefeito João Doria (PSDB) lançou-se ao governo, assumiu a prefeitura, para a qual foi reeleito em 2020.
Durante a maior parte do tratamento, Covas seguiu à frente da Prefeitura de São Paulo. Ele deixa um filho de 15 anos.
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Atenção: Após piora no estado de saúde, quadro clínico do Prefeito de São Paulo é irreversível

Após apresentar piora no estado de saúde, o quadro clínico do prefeito licenciado de São Paulo, Bruno Covas (PSDB), é irreversível, de acordo com boletim médico divulgado pelo portal G1.
“O Prefeito Bruno Covas segue internado no Hospital Sírio-Libanês recebendo medicamentos analgésicos e sedativos. O quadro clínico é considerado irreversível pela equipe médica. Neste momento, encontra-se no quarto acompanhado de seus familiares”, diz boletim divulgado na noite desta sexta.
Covas está internado desde o dia 2 de maio no Hospital Sírio-Libanês para tratar câncer no sistema digestivo com metástase nos ossos e no fígado.
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A mãe, em seguida, foi retirar a roupa do varal e quando entrou na casa novamente já encontrou a menina caída no chão.
Com informações do site: mceara
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Atenção: Prefeito de Bom Jesus da Serra é acusado de improbidade por perseguição política a servidores

O prefeito de Bom Jesus da Serra, Jornando Vilasboas Alves, foi acusado de improbidade administrativa pelo Ministério Público estadual em ação civil pública ajuizada ontem, dia 12, pelo promotor de Justiça Ruano Leite. Segundo a ação, o gestor realizou “perseguição política” contra 18 servidores municipais, por meio de remoção indevida de um deles e redução em até 70% das remunerações dos demais, sem lhes oferecer direito a ampla defesa. O promotor aponta que, conforme apuração, a “perseguição” foi uma “retaliação às orientações políticas” dos servidores, que não teriam apoiado a sua candidatura.
Ruano Leite solicitou à Justiça que, em decisão liminar, determine o retorno do servidor removido e suspenda os efeitos dos decretos municipais 126 e 130 de 2021 que suprimiram benefícios econômicos dos servidores. Segundo o promotor, os decretos são nulos e têm “vícios de objeto, motivo e forma”. O MP chegou a expedir recomendação ao prefeito para que ele reconhecesse a nulidade dos atos administrativos, no entanto a Prefeitura não atendeu o recomendado, nem encaminhou documentos que justificassem a publicação dos decretos e comprovassem a alegação de que os servidore teriam sido beneficiados pelo governo anterior com vantagens indevidas.
Na ação, o promotor pede a decretação da nulidade dos atos sem prejuízo de procedimento administrativo, desde que assegurado o direito de ampla defesa, para apurar eventuais concessões excessivas de vantagens. É solicitada ainda a condenação do prefeito por ato de improbidade administrativa, com suspensão dos direitos políticos e outras sanções previstas em lei. (MP-Ba)











