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Violência: identificada mulher encontrada morta na praia de São Domingos

Mulher foi morta cercada de mistérios.

O Departamento de Polícia Técnica de Ilhéus e o Núcleo de Homicídios da 7ª COORPIN identificou a mulher encontrada morta com marcas de violência na manhã desse domingo (12), na praia do São Domingos, zona norte de Ilhéus.

Trata-se de Débora Mello, 40 anos, moradora do bairro Nossa Senhora da Vitória. Segundo a polícia civil, a mulher foi executada com 03 tiros, um deles na nuca a curta distância. Autoria e motivação são desconhecidas pela polícia investigativa.

Débora deixa 02 filhos ainda menores.

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Motociclista é morto em acidente na BR-420

Um motociclista de 43 anos foi encontrado morto às margens da BR-420 na noite do último sábado (11) no trecho do Município de Jaguaquara, no Vale do Jiquiriçá. Segundo informações da polícia o mesmo é oriundo da cidade de Itabaianinha-SE e identificado como sendo José Raimundo da Cruz a polícia ainda disse que o mesmo era foragido da Justiça sergipana.

 A polícia buscou informações sobre o homem e conseguiu manter contato com familiares, inclusive sendo informada de que a mãe passa por um tratamento de saúde em Salvador/BA.
 O acidente aconteceu por volta das 18h, quando José Raimundo da Cruz perdeu o controle da direção de uma motocicleta Yamaha YBR 125 de placa JQL-0766 com licença de Jequié e passou direto na chamada ”Curva do Lixão”.
 A moto parou em um matagal e o corpo da vítima foi projetado, sendo encontrado às margens da rodovia, apresentando lesões na perna e no crânio. Uma equipe do Departamento de Polícia Técnica foi acionada para realização dos serviços periciais e encaminhamento do cadáver ao Instituto Médico Legal, por volta das 20h. A Polícia Rodoviária esteve no local para o registro da ocorrência.
Blog do Marcos Frahm
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Novas informações sobre crianças que morreram afogadas

 

 

Duas crianças, de 5 e 6 anos, morreram afogadas no povoado de Pau Espinho, zona rural de Belo Campo.

Segundo a polícia, policiais da 80ª CIPM faziam rondas pela cidade, quando foram acionados sobre o afogamento.

Os militares foram ao local e encontraram as duas crianças sem vida. A mãe delas informou que as crianças brincavam aos arredores da casa, quando ela sentiu falta dos garotos e, com a ajuda de familiares, foi em busca das crianças e encontrou elas em um tanque próximo à casa.

Os corpos foram levados para o Departamento de Polícia Técnica (DPT) de Vitória da Conquista.

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Poções: Homem Foi Encontrado Morto na Zona Rural da Cidade

 

Na noite de ontem (11), um homem foi assassinado na região do Mulungu I, próximo de um bar.

O corpo foi indentificado  como Darlan Damacena de Souza Rocha, de 26 anos. Darlan foi morto com golpes de faca e facão no peito, pescoço e no rosto.

o  corpo foi encontrado caído numa estrada, não foi possível saber a autoria e motivação do crime, que será investigado pela Polícia Civil do município.

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Homem foi assassinado no Conjunto da Vitória

 

Um homicídio foi registrado no Conjunto da Vitória, popular Borracha Queimada, na tarde deste sábado (11).

Um homem foi assassinado a tiros no local. Ainda não há maiores informações sobre as circunstâncias do crime.

A Polícia Militar e o Departamento de Polícia Técnica foram acionados para atender a ocorrência.

 

fonte: blog do sena

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HOMEM QUE FOI ASSASSINADO A TIROS NO PROJETO BEBEDOURO, EM PETROLINA-PE É IDENTIFICADO

fonte: bnd

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Conquista: Homem foi assassinado a tiros nesse sábado

Romário foi assassinado a tiros hoje, sábado, próximo ao Cemitério do Kadija.

Ninguém foi preso.

Ele foi abatido dentro de casa.

Um crime que chocou o bairro.

O corpo foi levado ao Departamento de Polícia Técnica de Conquista.

fonte: blog do rodrigo ferraz

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Criança fica ferida após explosão de imóvel que armazenava fogos de artifício

 

Uma casa que armazenava fogos de artifício explodiu nesta sexta-feira (10), no município de Paripiranga, norte da Bahia. O caso foi registrado no povoado de Pau Preto.

 

Segundo a Polícia Militar, ao chegar no local, os PMs descobriram que moradores do imóvel não teriam permitido que a ajuda policial fosse solicitada.

 

Ainda conforme divulgado, pelo menos cinco pessoas estavam na casa. A explosão teria ocorrido durante manuseio dos fogos.

 

De acordo com a TV Subaé, um vizinho teria ajudado para levar os feridos ao hospital e uma ambulância foi acionada por conta de uma criança de sete anos, que teve ferimentos nos braços e nas costas.

 

Foto: Reprodução / Redes sociais

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Ação do Ibama avança em terra Yanomami com destruição de aeronaves e balsas do garimpo;

Equipes do Ibama seguem na terra indígena Yanomami, destruindo máquinas, balsas e aeronaves utilizadas pelo crime do garimpo que assola a região. As ações de repressão tiveram início na segunda-feira, 6.

Agentes do Ibama, da Funai e da Força Nacional continuam mobilizados na operação, que corre em paralelo aos serviços assistenciais de saúde.

Em imagens divulgadas pelo Ibama, é possível ver a destruição de aeronaves e balsas, além da apreensão de máquinas. Boa parte do trabalho se dá com o uso de helicópteros, dada a dificuldade de locomoção pelo solo.

A Polícia Federal declarou que a primeira etapa da chamada Operação Libertação tem dois objetivos: reunir provas sobre a ação dos invasores e destruir a infraestrutura usada pelos garimpeiros, inclusive maquinário. Os trabalhos visam à interrupção da logística do crime”, afirma a PF em comunicado.

Foi montada uma força-tarefa com representantes da Polícia Federal, Ibama, Funai, Força Nacional e Ministério da Defesa para retirar os invasores. O planejamento integrado da operação está sendo feito no Centro de Comando e Controle da Superintendência Regional da PF em Roraima.

Fonte: Estadão | Foto:  ibama

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“Fui repelida”, diz candomblecista após filha ter matrícula negada

Uma mãe candomblecista que encontrou dificuldades para matricular a filha em uma escola municipal na cidade de Maricá (RJ) classificou a situação como um ato de discriminação religiosa. Ela disse que só conseguiu regularizar a inscrição da menina após ter sido recebida pela Secretaria Municipal de Educação. A pasta, por sua vez, divulgou outra versão dos acontecimentos: teria faltado documentos para a realização da matrícula.

Toda a controvérsia está sendo acompanhada pela Comissão de Combate à Intolerância Religiosa do Rio de Janeiro (CCIR). A entidade, fundada em 2008 por umbandistas e candomblecistas, conta atualmente com representantes das mais variadas crenças. É hoje uma voz atuante em defesa da liberdade religiosa e participa de atividades junto a órgãos governamentais, entidades da sociedade civil e instituições de Justiça como o Ministério Público e o Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJRJ).

A psicóloga Tania Jandira, integrante da CCIR, avalia que nenhum município está imune a enfrentar situações como essa, ainda que tenha administrações progressistas. “Precisamos de um trabalho educativo. Conheço o trabalho da prefeitura de Maricá. Mas me parece que houve negligência e intolerância por parte de direção da escola. É direito da criança se matricular independente de eventuais pendências”, diz. Ela entende que é dever do município dar treinamento para que os funcionários das escolas estejam aptos para lidar com diferentes situações e públicos.

MatrículaO caso ocorreu na segunda-feira (6). Segundo relato de Brenda, ela e a filha Stella se dirigiram à escola com trajes candomblecistas. “Estamos de preceito, por isso fomos vestidas conforme a orientação do nosso Babalorixá, algo que para nós é motivo de orgulho”, explicou. Ela afirmou que havia feito a pré-matrícula online no dia 28 de janeiro e reuniu a documentação especificada. Conforme relatou, no atendimento presencial, a funcionária se comunicava mensagens de texto e buscava instruções, mas acabou não efetuando a matrícula.

Brenda disse ter esperado a diretora retornar do horário do almoço para resolver a situação. “Ao invés de me explicar como proceder, simplesmente me informou que minha filha não seria matriculada. Questionaram a idade e a série da minha filha, questionaram a veracidade dos documentos, mas em momento algum me acolheram ou sequer me instruíram. Eu fui escrutinada, subjugada, contestada e repelida pela direção escolar. Saí de lá com minha filha tentando entender o motivo de tudo aquilo”. O caso repercutiu nas redes sociais.

A situação da matrícula foi sanada um dia depois junto à Secretaria Municipal de Educação. No mesmo dia, a prefeitura divulgou uma nota afirmando que não houve discriminação e que a mãe estava com documentação insuficiente, havendo também divergências sobre o ano que a criança deveria cursar. “A vaga da aluna continua garantida e resta agora a responsável apresentar os documentos necessários em 30 dias. Caso a mãe não os apresente, é praxe na rede pública municipal de Maricá fazer um teste de nivelamento para determinar a série correta, de acordo com o nível de aprendizagem, o que será feito com a criança neste caso”.

O município sustenta que foi seguido o rito administrativo. “A prefeitura de Maricá reafirma, mais uma vez, sua defesa na pluralidade de religiões e repudia qualquer caso de intolerância religiosa, no âmbito de qualquer instituição pública, sobretudo nas escolas, onde o aprendizado sobre a diversidade e pluralidade do mundo são essenciais”, acrescenta a nota.

A manifestação causou indignação em Brenda. “Tenho que deixar claro que fui bem recebida na secretaria e tive todas as orientações, além de ter sido finalmente ouvida e respeitada. O que eu não poderia imaginar era que a prefeitura de Maricá publicaria uma nota de esclarecimento dizendo que toda a minha história era falsa. Todo o meu sofrimento foi deslegitimado em prol da boa imagem da prefeitura e de seus funcionários. Ela sequer ouviu a minha versão antes de publicar a nota”, afirma Brenda.

Tania Jandira avalia que o caso revela uma falta de diálogo e uma necessidade de maior preparo. Segundo a integrante da CCIR, a devida orientação acerca dos documentos só ocorreu depois que a mãe se movimentou contra a recusa da matrícula. “Não adianta a prefeitura ficar insistindo em uma mesma tecla. A gente vive em um país intolerante e preconceituoso. Precisamos proteger os direitos. Nesse caso, faltou isso”, opinou.

fonte: jornal impacto

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