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Covid-19: Mais de 100 pessoas são autuadas por descumprirem medidas de restrição e toque de recolher na Bahia

Fiscalização é feita pela Polícia Militar para cumprimento de decreto do governo estadual — Foto: Divulgação/SSP

Fiscalização é feita pela Polícia Militar para cumprimento de decreto do governo estadual — Foto: Divulgação/SSP

A Secretaria da Segurança Pública (SSP) registrou 116 pessoas autuadas por quebrar as medidas de restrição determinadas pelo governo para tentar conter o avanço da Covid-19 na Bahia desde segunda-feira (22), quando foi iniciado o toque de recolher no estado.

De acordo com o órgão, somente entre as 20h de sábado (27) e as 5h deste domingo (28) foram 15 novos casos de flagrante. Quatro situações aconteceram em Salvador outras 11 nas cidades de Luís Eduardo Magalhães, Ipirá, Juazeiro, Cairu, Valença, Teixeira de Freitas e Ilhéus. A SSP não contabilizou nenhum caso ocorrido nos municípios da região metropolitana.

Os detidos irão responder por infringir determinação do poder público, destinada a impedir introdução ou propagação de doença contagiosa, e por desobedecer a ordem legal de funcionário público.

O decreto está em vigor desde segunda-feira, quando as unidades médicas na Bahia registraram ocupação de 80% dos leitos de UTI e o governador Rui Costa determinou a restrição dos serviços não essenciais e a circulação de pessoas.

Durante o final de semana está proibido o funcionamento total de lojas, comércio de rua, bares, restaurantes, pizzarias, lojas de conveniência e similares.

Shoppings e centros comerciais também não estão autorizados a funcionar, assim como o comércio de bebida alcóolica durante todo o período.

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Secretário de Saúde da Bahia recebe alta médica após nove dias internado com Covid-19

Secretário Vilas-Boas estava internado desde 19 de fevereiro e recebeu alta médica neste domingo — Foto: Reprodução/Twitter

Secretário Vilas-Boas estava internado desde 19 de fevereiro e recebeu alta médica neste domingo — Foto: Reprodução/Twitter

O secretário da Saúde da Bahia Fábio Vilas-Boas recebeu alta médica na manhã deste domingo (28), depois de nove dias internado com Covid-19. O anúncio foi feito pelo próprio político, em sua conta no Twitter.

“Meus amigos, graças às orações de todos, obtive hoje (28) alta do hospital e já estou a caminho de casa, para seguir a recuperação, fazendo fisioterapia intensa e desmame de oxigênio. Peço a todos que continuem seguindo as recomendações do governador Rui Costa. Essa doença é perigosa. Precisamos combater os negacionistas irresponsáveis e proteger aqueles que amamos”, disse na publicação.

Vilas-Boas havia testado positivo para a doença em 16 de fevereiro e foi internado três dias depois no Hospital Aliança, em Salvador. No dia 18, ele informou que havia feito uma tomografia no tórax, que apontou uma pneumonia viral e comprometimento de 25% dos pulmões.

Desde então ele permaneceu no hospital, teve uma piora no quadro na noite de segunda-feira (22) e foi transferido para uma Unidade de Terapia Intensiva (UTI). Vilas-Boas deixou o leito no dia seguinte, mas retornou à UTI para fazer fisioterapia respiratória de maneira mais intensa na quinta-feira (25).

Na noite de sábado (27), a Secretaria da Saúde (Sesab) informou que o secretário havia deixado a UTI e transferido para um leito de tratamento semi-intensivo.

Em nota, a Sesab disse que Vilas-Boas seguirá em casa, com os cuidados e repouso necessários até a recuperação completa.

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Rosa Weber determina que o governo federal reative leitos de UTI para Covid-19 em São Paulo, no Maranhão e na Bahia

G1 em 1 Minuto: Sete capitais têm mais de 90% de ocupação em leitos de UTI do SUS

A ministra Rosa Weber, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou que o governo federal reative leitos de UTI para tratamento de Covid-19 nos estados de São Paulo, do Maranhão e da Bahia.

A ministra atendeu a pedidos feitos pelos três estados. A decisão é liminar, por isso ainda pode ser revista. Mas o governo federal já é obrigado a cumprir determinação.

Em nota divulgada neste domingo (28), o Ministério da Saúde disse que o pedido feito pelos estados é “injusto e desnecessário”. A pasta negou a “desabilitação ou suspensão do pagamento de leitos”, que, segundo o ministério, tem sido feito conforme demanda dos governadores. O MS cita ainda medida provisória publicada na última quinta-feira (25) que libera R$ 2,8 bilhões à União para, entre outras ações, custeio de leitos (veja a íntegra da nota ao final desta reportagem).

São PauloMaranhão argumentaram em ações no STF que, desde janeiro, o governo federal desativou leitos de UTI para Covid-19 que mantinha nos estados. Weber ordenou que a União volte a financiar a mesma quantidade de leitos que financiava em dezembro de 2020.

São Paulo afirmou que em dezembro de 2020 tinha 3.822 leitos na rede estadual mantidos pela União. E que, em fevereiro de 2021, esse número caiu para 564.

No caso do Maranhão, o estado apontou que União desativou os 216 leitos que mantinha no estado em dezembro.

A Bahia também argumentou que teve leitos fechados e pediu a reabertura de 462, reivindicação atendida pela ministra.

Nas decisões, Rosa Weber escreveu que não é “cientificamente defensável” diminuir a quantidade de leitos num momento de alta no número de casos.

“Portanto, é de se exigir do governo federal que suas ações sejam respaldadas por critérios técnicos e científicos, e que sejam implantadas, as políticas públicas, a partir de atos administrativos lógicos e coerentes. E não é lógico nem coerente, ou cientificamente defensável, a diminuição do número de leitos de UTI em um momento desafiador da pandemia, justamente quando constatado um incremento das mortes e das internações hospitalares”, afirmou a ministra.

Rosa Weber ainda lembrou que o Brasil contabiliza mais de 250 mil mortes por Covid-19. Ela disse que a demora na aplicação de recursos públicos contra a doença pode multiplicar o número de óbitos.

“Afigura-se, ainda, o perigo da demora, que se revela intuitivo frente aos abalos mundiais causados pela pandemia e, particularmente no Brasil, diante das mais de 250 mil vidas vitimadas pelo vírus espúrio. O não endereçamento ágil e racional do problema pode multiplicar esse número de óbitos e potencializar a tragédia humanitária. Não há nada mais urgente do que o desejo de viver”, concluiu.

O Brasil registrou nos últimos sete dias terminados no sábado (27) a pior média móvel de mortes na pandemia, 1.180. Em meio à disparada de casos, diversos estados e o Distrito Federal decidiram intensificar medidas de isolamento social.

Redução de leitos

 

A ministra do STF também citou, na decisão, informação do Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass), segundo a qual, em janeiro de 2021, havia 7.017 leitos financiados pelo Ministério da Saúde nos estados. Em fevereiro deste ano, o número caiu para 3.187.

Em dezembro de 2020, segundo a informação citada por Rosa Weber, eram 12.003 leitos habilitados financiados pela pasta.

Na última quinta-feira (25), o ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, disse que a transferência de pacientes de estados que enfrentam lotação de UTIs para outras unidades da federação será uma das estratégias a ser utilizada no enfrentamento do que chamou de “nova etapa” da pandemia.

Sobre a situação dos estados e a possibilidade de transferência de pacientes, o presidente do Conass, Carlos Lula, afirmou no mesmo dia que “todo mundo está no seu limite”. E acrescentou que quase todos os estados receberam recentemente pacientes do Amazonas, estado em que foi registrado um colapso do sistema de saúde.

Para tentar aumentar a disponibilidade, o Ministério da Saúde anunciou na última quinta-feira diretrizes para simplificar o processo de abertura de leitos. Segundo a pasta, as novas regras para autorização foram negociadas entre Pazuello e representantes das secretarias de saúde dos estados e dos municípios.

Nota

 

Veja a íntegra da nota encaminhada pela assessoria do Ministério da Saúde:

O Ministério da Saúde informa que não houve, em nenhum momento, desabilitação ou suspensão de pagamentos de leitos de UTI para tratamento de pacientes da Covid-19. Os pagamentos têm sido feitos conforme demanda e credenciamento dos governos dos estados. Ressalta-se que conforme pactuação tripartite do Sistema Único de Saúde, a abertura e viabilização física dos leitos cabe aos gestores estaduais e municipais, cabendo ao Governo Federal o custeio das estruturas – no caso dos leitos Covid-19, com valor de diária dobrada, no valor de R$ 1.600.

Com o objetivo de continuar apoiando os estados no combate à pandemia, o Ministério da Saúde solicitou, em janeiro, crédito extraordinário no valor de R$ 2,8 bilhões à União a fim de custear ações de enfrentamento ao vírus, sobretudo a continuidade do custeio de leitos.

O recurso, liberado por meio de Medida Provisória assinada pelo presidente Jair Bolsonaro na última quinta-feira (25/2), será repassado aos estados demandantes para pagamento de leitos em uso desde o mês de janeiro pelas unidades federadas.

Cabe lembrar, ainda, que conforme pactuado na última reunião da Comissão Intergestores Tripartite, o Ministério da Saúde resolveu simplificar o processo de autorização para abertura de leitos de UTI destinados a pacientes da Covid-19.

As novas regras estabelecem que os leitos de UTI Covid-19 autorizados pelo Ministério não precisarão mais de prorrogação – eles poderão seguir operando até o final da pandemia. Além disso, o custeio dos leitos será feito de forma integral pelo Ministério da Saúde através de repasses mensais, e não mais com a antecipação de verbas.

Desta forma, o pedido solicitado à nobre ministra é injusto e desnecessário, uma vez que o SUS vem cumprindo com as suas obrigações. Cabe, portanto, a cada governo fazer a sua parte.

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Família Bolsonaro acima de todos no país

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 Divulgacao
Militar reformado precocemente em 1988, por indisciplina, ganhando a patente de capitão, com a qual fez carreira política junto ao eleitorado da caserna, que o elegeu vereador pelo Rio de Janeiro no mesmo ano e em 1990, já com apoios mais amplos, como de policiais militares, bombeiros e milicianos, iniciou longa carreira como deputado federal; eleito presidente, em 2018, Jair Messias Bolsonaro adotou o lema: “Brasil acima de tudo, Deus acima de todos”. Agrada a seu eleitorado de origem e aos evangélicos que têm sido fiéis apoiadores.
Mas suas palavras e atos têm demonstrado que o espírito de autopreservação da família italiana dos Bolsonaro, que migrou para o Brasil no século XIX, se apresenta mais forte do que o slogan que adotou. E não é novidade para ninguém sua preocupação com os três filhos que estão na política e os demais parentes que conseguiu empregar em seus gabinetes ou em sinecuras públicas. Na reunião ministerial, de 22 de abril de 2020, que precedeu a saída do ministro da Justiça e Segurança, Sérgio Moro, no dia seguinte, em meio a um chorrilho de palavrões e impropriedades, o presidente da República disse textualmente: “eu não vou esperar foder a minha família toda” para trocar segurança, chefia da segurança ou ministro.
Demitido por Bolsonaro, presidente da Petrobras defende alta nos preços dos combustíveis
A covid-19 já tinha feito as primeiras mortes em fevereiro e a decretação da pandemia e do Estado de Calamidade Pública, aprovado pelo Congresso em 20 de março, que deu origem ao pagamento do Auxílio Emergencial de R$ 600, estava fazendo um mês. A mobilização inicial da sociedade por medidas de isolamento social, uso de máscaras e medidas profiláxicas, como lavagem constante das mãos com água e sabão e uso de álcool em gel, ajudou a frear a propagação do vírus que pegou o Brasil (como também os Estados Unidos e os principais países europeus) desprevenido de aparelhos respiratórios, macas e CTIs, e equipamentos de proteção individual para médicos e profissionais de saúde. Mas afetou a economia e ela foi posta em 1º lugar pelo presidente, que demitiu o médico Luiz Henrique Mandetta do Ministério da Saúde, em 16 de abril.
Na reunião, em vez de uma explanação do novo ministro, o também médico Nelson Teich, que ouviu boquiaberto os termos chulos empregados pelo presidente e outros ministros, e ficou estupefato quando o ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles, propôs que os colegas aproveitassem que as atenções da imprensa estavam focadas na Covid-19 para “passar de baciada a boiada e assim remover decretos e normas de restrições ambientais e em outras pastas”, o recado que ficou era de que o presidente da República estava preocupado com a segurança da família e manter a economia funcionando, sobretudo o comércio, e era claramente contra o isolamento. Tolhido, Teich, medindo as palavras, pouco falou de seu plano, embora insistisse que deviam ser ampliados os testes para se medir a evolução do vírus e da demanda por leitos e hospitais de campanha. Elementos para uma estratégia eficiente de combate. Bolsonaro cortou suas asas de pronto, nomeando como secretário-geral do Ministério da Saúde um general quatro estrelas, Eduardo Pazuello, alegando credenciais “em logística”. Teich voltou à iniciativa privada antes de completar um mês no cargo e o general ficou como ministro interino da Saúde. Só foi efetivado em 14 de setembro de 2020.
Ao longo do ano passado todos os ministros e secretários de saúde dos 17 estados brasileiros, incluindo o Distrito Federal, e dos 5.570 municípios brasileiros lutaram contra dois inimigos imprevisíveis: o covid-19 que, como todo o vírus (inclusive o velho “influenza”, das gripes, que exigia, a cada ano, modificações nas vacinas para se ajustar a seu novo figurino) foi se transformando com o surgimento de novas variantes, ou cepas; e o comportamento errático e negacionista do presidente da República. Como principal autoridade do país, o presidente em vez de advertir para os perigos do vírus, repetiu Donald Trump e disse que ele era “uma gripezinha” e, ao contrário de conclamar a sociedade a ter comportamento responsável, evitando aglomerações sem uso de máscaras e assepsia das mãos, era o primeiro a circular abertamente sem máscaras pelo país afora, provocando insanas aglomerações que o inebriavam aos gritos de “mito”. E se posicionou frontalmente contra a vacinação – disse que não a tomaria para não virar “jacaré”, prestando um desserviço imenso à saúde pública no Brasil.
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O Governo da Bahia abriu 27 novos leitos de Covid-19 neste final de semana

Em um esforço para reduzir a pressão na rede assistencial que atende pacientes graves com o diagnóstico de coronavírus (Covid-19), o Governo da Bahia abriu 27 novos leitos neste final de semana, sendo 17 de UTI nos hospitais estaduais em Santo Antônio de Jesus e Seabra.

No Hospital da Chapada, em Seabra, foram implantados 20 leitos, sendo dez de terapia intensiva e dez clínicos. Com esta ampliação, a unidade passa a contar com 40 leitos dedicados a Covid-19, sendo 20 de UTI e 20 de enfermaria.

Já no Hospital Regional de Santo Antônio de Jesus (HRSAJ) foram acrescidos sete leitos de UTI ao três existentes. Assim, estão disponíveis dez leitos de terapia intensiva para a região.

De acordo com a subsecretária da Saúde da Bahia, Tereza Paim, “nos próximos dias será inaugurado o Hosital de Campanha Arena Fonte Nova, com 80 leitos, sendo 50 de UTI, ampliando ainda mais a oferta para a população”, afirma a subsecretária.

Neste domingo (28) a Bahia conta com 2.240 leitos ativos dedicados ao atendimento de pacientes com o diagnóstico de coronavírus. Destes, 1.171 são de UTI adulto e pediátrica.

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Ministério Público divulga balanço da “Operação Fortuna”; foram cumpridos oito mandados de prisão

Foi divulgado o balanço da ‘Operação Fortuna’, deflagrada pelo Ministério Público estadual, por meio do Grupo Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), nessa sexta-feira (26). A ação ocorreu em conjunto com a força-tarefa da Secretaria Estadual de Segurança Pública (SSP) de Combate a Grupos de Extermínio e Extorsões e a Polícia Rodoviária Federal (PRF).

Foram apreendidos 28 folhas de cheque totalizando mais de R$ 1,5 milhão e R$ 2,5 mil em espécie, 11 aparelhos celulares do tipo smartphone, dez pistolas e um revólver, 150 munições, um tablet, três pendrives, um colete balístico sem número de série e um cofre lacrado.

A operação resultou na prisão em flagrante de uma pessoa. Também foram cumpridos oito mandados de prisão temporária, sendo sete contra policiais militares e um policial civil. Além disso, foram cumpridos 18 mandados de busca e apreensão nos Municípios de Itabuna, Ilhéus, Itacaré, Ibirapitanga, Gandú, Serra Grande, Ubatã, Uruçuca, Ubaitaba, Ipiaú, e Vitória da Conquista.

Também participaram da operação promotores de Justiça que atuam na área criminal no Município de Itabuna e cerca de 160 policiais. O trabalho conjunto visou desarticular uma organização criminosa acusada de praticar diversos crimes de homicídio, com intimidação coletiva e possíveis recebimento de valores, em ações que caracterizam atividade de milícia. Nomes e unidades em que os agentes de segurança pública estão lotados não foram divulgados pelo MPe. | Cecom/MP

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Nossa secretária irá falar sobre o calendário escolar 2021. Sintonize 87,9 FM! ao MEIO DIA

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Secretaria Municipal de Educação de Poções reuniu gestores escolares para planejamento do ano letivo 2020/2021

Na última quinta-feira (25/02), a Secretaria Municipal de Educação de Poções promoveu uma reunião com todos os gestores escolares da rede municipal de ensino. A reunião contou com a presença do vice-prefeito, João Bonfim Cardoso Cerqueira.
O objetivo do encontro foi apresentar as orientações curriculares pedagógicas do continuum 2020/2021. Na oportunidade foi abordado o o retorno do ano letivo de maneira remota. Os gestores também receberam orientações e um guia explicativo sobre a condução do ensino à distância.
“Nesse momento de pandemia ainda não é viável pensar em ensino presencial, já que ainda o número de casos de Covid estão em ordem crescente”, disse a secretária de educação Dirani Cunha Porto Fagundes

DECOM-PMP
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Veja; Galo de briga usado em rinha ilegal mata o próprio dono

Foto: Reprodução/Google

O homem foi atingido na virilha pelo animal e morreu a caminho do hospital, depois de perder muito sangue.

Segundo as autoridades, a ave estava sendo preparada para entrar em uma briga de galos quando tentou escapar. O dono procurou agarrá-la e foi golpeado pela faca de cerca de 7 centímetros que havia prendido à perna do animal.

A polícia agora busca pelo menos outras 15 pessoas que estariam envolvidas no evento, que ocorreu nesta semana no vilarejo de Lothunur, no Estado de Telangana.

O animal foi mantido na delegacia antes de ser transferido para uma fazenda. Ele será levado ao tribunal como evidência quando o caso prosseguir na Justiça, conforme afirmou o policial B Jeevan ao jornal The New Indian Express.

Os envolvidos são acusados ​​de homicídio culposo, de organizar rinhas ilegais e apostas irregulares, informou a agência de notícias AFP.

Brigas de galo são ilegais na Índia desde 1960, mas ainda são relativamente comuns em áreas rurais do país, como Telangana. Muitas acontecem durante o festival hindu de Sankranti.

Esta não é a primeira vez que o dono de um galo de briga é morto pelo animal. No ano passado, um homem em Andhra Pradesh foi morto depois de ser atingido no pescoço por um lâmina que havia amarrado à ave.

De acordo com a rede de televisão CNN, o homem levava o galo para uma rinha quando o incidente ocorreu.

Fonte: CNN

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Comerciante é levado para a delegacia após vender bebidas alcoólicas; cliente também foi detido

Um homem foi levado para a delegacia, neste sábado (27), após ser flagrado vendendo bebidas alcoólicas no povoado de Jurema, zona rural de Licínio de Almeida.

Segundo a polícia, o dono do estabelecimento havia desacatado os agentes de vigilância e guardas municipais.

Ele e o cliente, que comprava a bebida no momento da abordagem, foram conduzidos para a delegacia de Caetité.

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