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:: ‘Política’

Irmão Lázaro e Angelo Coronel empatam em segundo lugar para Senado, diz pesquisa

Com um crescimento de 10% para 18% das intenções de voto ao Senado, o candidato Angelo Coronel (PSD) empatou com Irmão Lázaro (PSC) na pesquisa Real Big Data. O pastor também registrou crescimento de 15% para 18% no levantamento contratado pela Record Bahia e divulgada na manhã desta terça-feira (25).

A pesquisa ouviu 1.200 pessoas de 18 a 24 de setembro e o resultado mostrou o ex-governador Jaques Wagner (PT) ainda isolado na liderança com 45% das intenções de votos. Já o deputado federal Jutahy Magalhães (PSDB) aparece em quarto lugar com 11% da preferência dos eleitores, com uma oscilação positiva de 1% em relação a última pesquisa, divulgada em agosto.

Com margem de erro de até 3% pontos percentuais para mais ou para menos, a pesquisa tem grau de confiança de 95%. Ela está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BA-00250/2018.

 

Fonte: Blog do Redação

Haddad cresce e vence Bolsonaro no segundo turno, diz Ibope Em um eventual segundo turno, Bolsonaro perde para Haddad, Ciro e Alckmin e empata com Marina Silva

haddad bolsonaro

Crédito: Reprodução/FotomontagemHaddad ultrapassa Bolsonaro no 2º turno, diz Ibope

O Ibope divulgou na noite desta segunda-feira, 24, sua pesquisa mais recente para intenção de votos para presidente da República. De acordo com o instituto, Fernando Haddad (PT) subiu três pontos percentuais, enquanto Jair Bolsonaro estacionou com 28%.

Pela primeira vez em uma pesquisa Ibope, Haddad vence com folga Bolsonaro em um eventual segundo turno. O candidato do PSL, aliás, só empata com a Marina Silva (Rede) e perde, ainda, para Ciro Gomes (PDT) e Geraldo Alckmin (PSDB).

Confira:

  • Jair Bolsonaro (PSL): 28%
  • Fernando Haddad (PT): 22%
  • Ciro Gomes (PDT): 11%
  • Geraldo Alckmin (PSDB): 8%
  • Marina Silva (Rede): 5%
  • João Amoêdo (Novo): 3%
  • Alvaro Dias (Podemos): 2%
  • Henrique Meirelles (MDB): 2%
  • Guilherme Boulos (PSOL): 1%
  • Cabo Daciolo (Patriota): 0%
  • Vera Lúcia (PSTU): 0%
  • João Goulart Filho (PPL): 0%
  • Eymael (DC): 0%
  • Branco/nulos: 12%
  • Não sabe/não respondeu: 6%

Segundo turno

  • Haddad 43% x 37% Bolsonaro (branco/nulo: 15%; não sabe: 4%)
  • Ciro 46% x 35% Bolsonaro (branco/nulo: 15%; não sabe: 4%)
  • Alckmin 41% x 36% Bolsonaro (branco/nulo: 20%; não sabe: 4%)
  • Bolsonaro 39% x 39% Marina (branco/nulo: 19%; não sabe: 4%)

Rejeição

Quando questionado sobre em quais candidatos os eleitores não votariam de jeito nenhum, o candidato do PSL, Jair Bolsonaro, continua liderando com 46% de rejeição, seguido por Fernando Haddad com 30% e Marina Silva com 25%.

  • Bolsonaro: 46%
  • Haddad: 30%
  • Marina: 25%
  • Alckmin: 20%
  • Ciro: 18%
  • Meirelles: 11%
  • Cabo Daciolo: 11%
  • Eymael: 11%
  • Boulos: 11%
  • Vera: 10%
  • Alvaro Dias: 9%
  • Amoêdo: 9%
  • João Goulart Filho: 9%
  • Poderia votar em todos: 2%
  • Não sabe/não respondeu: 7%

A pesquisa Ibope, encomendada pela TV Globo e o jornal “O Estado de S.Paulo“, ouviu 2.506 eleitores em 178 municípios, entre os dias 22 e 23 de setembro. A pesquisa tem margem de erro de dois pontos percentuais para mais ou para menos, possui 95% de confiança e pode ser consultada no TSE sob o registro BR-06630/2018.

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Ministro de Temer defende apoio a Bolsonaro em eventual segundo turno contra Haddad

Ministro de Temer defende apoio a Bolsonaro em eventual segundo turno contra Haddad

Foto: José Cruz / Agência Brasil

Para Carlos Marun (MDB), atual ministro da Secretaria de Governo, o segundo turno da eleição presidencial será disputado por Jair Bolsonaro (PSL) e Fernando Haddad (PT). Neste cenário, ele defende que o presidente Michel Temer (MDB) e o MDB definam apoio oficial ao deputado federal.

 

A informação é do blog Radar, da Veja, que já aponta a opinião de Marun como minoria entre os emedebistas. Grandes nomes do partido, a exemplo do senador Renan Calheiros e do presidente do Senado, Eunício Oliveira, já apoiam a candidatura de Haddad, inclusive.

Entrevista de Haddad no Jornal Nacional é centrada em corrupção “A Rede Globo muitas vezes condena por antecipação”, disse Haddad

São Paulo — Fernando Haddad, candidato do PT à Presidência da República, teve embates duros na noite desta sexta-feira (14) no Jornal Nacional, da TV Globo.

A maior parte dos 27 minutos de entrevista foi centrada no tema da corrupção e o candidato colocou a própria emissora no foco em alguns momentos.

Perguntado sobre o grande número de petistas investigados, inclusive a ex-presidente Dilma Rousseff, Haddad disse que “a Rede Globo é investigada”, sugerindo que investigação não significa culpa.

“A Rede Globo muitas vezes condena por antecipação”, disse Haddad. Posteriormente, perguntou a Bonner: “Qual é a pessoa que está na vida pública que não está investigada?”.

A entrevista começou com Haddad dando “boa noite ao presidente Lula” e Renata Vasconcellos afirmando de que o PT nunca fez uma autocrítica em relação ao seu envolvimento em escândalos de corrupção como o mensalão e o petrolão.

Haddad disse que os esquemas na Petrobras remontam ao período da ditadura militar e focou no fortalecimento, durante as gestões petistas, de instituições como a Polícia Federal e o Ministério Público.

“Se você não fortalece os mecanismos de combate à corrupção, você não descobre a corrupção”, disse ele.

Haddad também teve que responder por afirmações de membros do PT de que haveria algum tipo de conspiração no Judiciário contra o partido e o ex-presidente Lula.

Bonner perguntou como isso seria possível sendo que a maioria dos desembargadores, membros do Supremo Tribunal Federal e do próprio Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF-4), que condenou Lula, foram indicados por governos petistas.

“O que você testemunha é que nós nunca partidarizamos o Judiciário”, disse Haddad, completando que “tanto o Judiciário pode errar que os recursos estão previstos na Constituição. Se fosse infalível, bastava ter juiz de primeira instância”.

A entrevista também entrou na denúncia contra Haddad feita recentemente na Operação Lava Jato, baseada em delação de Ricardo Pessoa, da UTC.

Haddad disse que virou alvo porque contrariou interesses da empresa ao cancelar o projeto de um túnel quando era prefeito.

Ele apontou que o timing da denúncia, longe do fato e perto da eleição, está sendo investigado pela corregedoria do próprio MP – assim como o de outros políticos.

Renata perguntou então sobre a questão dos “postes”, candidatos pouco conhecidos apontados por padrinhos políticos, e os motivos para ele não ter sido reeleito prefeito de São Paulo em 2016.

Haddad rejeitou o rótulo, listando feitos da sua gestão no Ministério da Educação de 2005 a 2012. Sobre sua derrota na prefeitura, disse que 2016 foi “um ano muito atípico” na cidade por causa do “clima antipetista”.

Segundo ele, “o eleitor foi induzido ao erro” pois “o demônio do país virou o PT”. Questionado sobre promessas não cumpridas na cidade, ele citou o contexto da “maior recessão da história”.

Neste momento e posteriormente, comentando a responsabilidade pela crise econômica que se iniciou no governo petista, Haddad citou uma entrevista de Tasso Jereissatti, ex-presidente nacional do PSDB, publicada ontem.

Nela, Tasso critica a atuação do PSDB a partir de 2015 em pontos como o questionamento do resultado das eleições de 2014, o apoio às chamadas pautas-bomba, que aumentavam gastos, assim como a participação no governo Temer.

“A culpa é do PSDB porque o presidente do PSDB assumiu a culpa ontem”, disse Haddad. Bonner apontou que 2014 já foi um ano de déficit público e economia estagnada.

Em suas considerações finais, Haddad disse que o PT governou por “12 anos de normalidade democrática” e que “o povo é parte da solução, o povo não é problema”.

Semana de entrevistas

A “semana de entrevistas” do telejornal aconteceu duas semanas atrás, quando quatro candidatos foram entrevistados por William Bonner e Renata Vasconcellos: Ciro GomesJair BolsonaroGeraldo Alckmin e Marina Silva.

Naquela semana, o dia reservado ao PT, sexta-feira dia 31 de agosto, não contou com entrevistas. Ainda candidato oficial, o ex-presidente Lula estava preso em Curitiba e, obviamente, não foi ao gravar no Rio de Janeiro. Já Fernando Haddad ainda não era o candidato oficial do partido, que ainda insistia que Lula era a única opção.

No último dia 11, o partido confirmou o ex-prefeito de São Paulo como candidato. Manuela D’Ávila será sua vice

ELEIÇÕES-2018- O EX PREFEITO DR OTTO CONVIDA A TODOS AO LANÇAMENTO DA CANDIDATURA DOS CANDIDATOS O PC do B ACONTECE NESSA SEXTA [VEJAM O VÍDEO]

NESSA SEXTA FEIRA 14/9/2018 LANÇAMENTO DA CAMPANHA DO[ PC do B ]A PARTIR DAS 19 HORAS NO GARDEN CERIMONIAL

BAHIA: PROJEÇÃO DOS DEPUTADOS FEDERAIS MAIS VOTADOS

congre
Nesta semana o blog entrou em contato com alguns analistas políticos da Bahia. E realizaram uma projeção sobre os três deputados federais mais votados da Bahia.

Pela a projeção, o Sargento Isidoro (Avante) tem chance de ser o mais votado, pelo seu jeito de fazer a campanha.
Os deputados que estão na disputa para os três mais votados:

Cacá Leão (PP)
Otto Filho (PSD)
Antônio Brito (PSD)
Elmar (DEM)
Paulo Azi (DEM)

Nas redes sociais, Rui diz que vai trabalhar para oferecer a vitória do 13 a Lula

“A confirmação do nome de Fernando Haddad como candidato à Presidência da República pelo PT, em nome de Lula, é uma alternativa para que o Brasil possa fazer justiça nas urnas e fortalecer o processo democrático.” A frase é parte da manifestação do governador Rui Costa, candidato petista à reeleição, postada hoje nas redes sociais depois da confirmação do nome de Fernando Haddad como candidato à Presidência da República pelo PT, com Manuela D’Ávila na vice.
No chamamento aos eleitores, Rui garante “trabalhar para oferecer a Lula essa vitória histórica que marcará a conquista do fortalecimento das instituições e a construção de uma sociedade com amor, paz, união e retomada das conquistas sociais, da geração de empregos e do crescimento do nosso país para todos os brasileiros”. O candidato petista à reeleição afirma que vai trabalhar com humildade para assegurar a vitória do 13 na Bahia e no Brasil. E conclui: “Nada vence o trabalho, nada vence o amor”. VEJA TEXTO NA ÍNTEGRA

PT oficializa Haddad candidato a presidente e Manuela como vice

O ex-prefeito de São Paulo Fernando Haddad (PT) foi oficializado, nesta terça-feira (11), em Curitiba, candidato a presidente da República. Ele substitui Luiz Inácio Lula da Silva (PT), que teve a candidatura barrada por 6 votos a 1 no TSE (Tribunal Superior Eleitoral). A deputada estadual Manuela D’Ávila (PC do B-RS) foi definida como candidata a vice na coligação O Povo Feliz de Novo (PT, PC do B e Pros).

A Executiva Nacional do PT se reuniu na capital paranaense na manhã de hoje e aprovou a indicação de Haddad e Manuela para a chapa. A informação foi confirmada pelo líder da oposição na Câmara dos Deputados, José Guimarães (PT-CE), membro da executiva nacional petista.

Também nesta terça está programado um ato na Superintendência da Polícia Federal em Curitiba, onde Lula está preso. Na ocasião será lida uma carta escrita pelo ex-presidente.

Haddad e a presidente do PT, Gleisi Hoffmann cancelaram participação de um ato em São Paulo, nesta segunda-feira (10) para fazer os preparativos da substituição na capital paranaense.

Lula está fora por causa da Lei da Ficha Limpa, que impede candidaturas de quem já foi condenado em duas Instâncias da Justiça.

O ex-presidente foi condenado pelo TRF-4 (Tribunal Superior Eleitoral da 4ª Região), pelos crimes de corrupção passiva e lavagem de dinheiro. Cumpre a sentença em regime fechado desde abril em Curitiba.

O prazo para substituição dado pelo Tribunal era até as 17 horas de hoje. Apesar do partido ter entrado com recurso no STF (Supremo Tribunal Federal) para adiar a data limite para o dia 17 de setembro, dirigentes da sigla preferiram fazer a substituição dentro do prazo dado pelo TSE.

No dia 5 de agosto, em São Paulo, o PT definiu Lula como candidato a presidente e Haddad como vice. Participaram as presidentes do PT, Gleisi Hoffmann, e do PC do B, Luciana Santos, além de Haddad e Manuela D’ávila, que abriu mão de sua candidatura presidencial para apoiar o PT.

Durante o anúncio já foi apresentada a estratégia de Haddad entrar na cabeça de chapa em caso de indeferimento pelo TSE e a de Manuela assumir o posto de vice.

O candidato ao Senado Jaques Wagner (PT-BA) declarou durante entrevista à Rádio Sociedade, da Bahia, que Haddad já era visto como candidato antes da oficialização da troca. “A gente estava divulgando que ele [Haddad] era o vice, mas o povo de certa forma já percebia que era isso [Haddad candidato a presidente]”.

Wagner também era cotado para substituir Lula, mas ele preferiu disputar o Senado.