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:: ‘Geral’

Frente inter-religiosa publica nota de repúdio a Michelle Bolsonaro Em culto religioso em BH, primeira-dama disse que Palácio do Planalto era “consagrado a demônios”; organização pede que Michelle se retrate

Com intolerância religiosa, Michelle expõe ao ridículo a diplomacia do país  - 10/08/2022 - UOL Notícias
Primeira-dama Michelle Bolsonaro e presidente Jair Bolsonaro estiveram presentes em culto religioso em Belo Horizonte no dia 7 de agosto
(foto: Ramon Lisboa/EM/D.A Press)

A visita da primeira-dama Michelle Bolsonaro a uma igreja batista em Belo Horizonte, no dia 7 deste mês, não agradou à Frente Inter-religiosa Dom Paulo Evaristo Arns. A entidade, que reúne religiosos das mais diversas fés e membros da sociedade civil, publicou nota de repúdio à primeira-dama e disse estar preocupada com as declarações de Michelle.

Em um culto religioso, ao lado do presidente Jair Bolsonaro (PL), Michelle declarou que, antes de o casal chegar ao Palácio do Planalto, o local era “consagrado a demônios”, e atualmente é “consagrado ao Senhor”.
Ela ainda declarou que o atual presidente seria Jesus, o que é visto pela organização como crime contra a Constituição Nacional de 1988, pois é proibida qualquer relação de dependência ou aliança de autoridades políticas com religiões específicas.

Caso Gabriel Monteiro: vereador pode ser cassado por quebra de decoro parlamentar Cassação depende da votação de 2/3 dos vereadores, ou seja, 34 votos.

 O vereador Gabriel Monteiro (PL-RJ) deixa a 42ª Delegacia de Polícia, no Recreio dos Bandeirantes, zona oeste do Rio de Janeiro, após prestar depoimento nesta quinta-feira, 7 de abril de 2022.Resumo

  • Ex-funcionários do parlamentar denunciaram assédio moral e sexual, agressões físicas e vídeos forjados.

  • Denúncias foram feitas em uma reportagem do Fantástico em março

  • Em abril, a TV Globo teve acesso a 3 novas denúncias de estupro contra Gabriel.

  • Vereador responde a processo por quebra de decoro parlamentar.

  • Votação começa às 16h e cada vereador poderá discursar por até 15 minutos.

Últimas atualizações

O vereador Chico Alencar (Psol), relator do processo que investigou Gabriel Monteiro no Conselho de Ética da Câmara, foi o primeiro parlamentar a se manifestar. Alencar leu parte do relatório aprovado pelo conselho. O documento pede a cassação do mandato.

As galerias da Câmara estavam cheias durante a leitura do relatório. Em vários momentos, apoiadores de Monteiro vaiaram o relator do processo. O presidente da Casa precisou intervir e pedir silêncio.

“É um dever de todos os vereadores e vereadoras dessa Casa de leis dar uma resolução para esse caso. (…) Mais do que o discurso, o que vale é o voto. Esse é um momento histórico e gritos histéricos não vão interrompê-lo. A não aprovação do projeto que determina a perda do mandado do vereador Gabriel Monteiro seria uma contribuição para a perpetuação da cultura do estupro e do patriarcado presente em nosso estado”, disse Chico Alencar.

O vereador Gabriel Monteiro (PL) durante a sessão desta quinta-feira (18)

O vereador Gabriel Monteiro (PL) durante a sessão desta quinta-feira (18) (Foto: Renan Olaz/CMRJ)

Rito da votação:

– Discussão em turno único: O relator Chico Alencar fará a leitura do relatório e outras peças.

– Depois os vereadores poderão discutir a matéria por 15 minutos cada um.

– A defesa terá duas horas para fazer a sustentação contra as alegações.

– Votação em turno único

Apoiadores de Gabriel Monteiro durante sessão de cassação

Apoiadores de Gabriel Monteiro durante sessão de cassação (Foto: Renan Olaz/CMRJ)

O vereador Gabriel Monteiro (PL-RJ) deixa a 42ª Delegacia de Polícia, no Recreio dos Bandeirantes, zona oeste do Rio de Janeiro, após prestar depoimento nesta quinta-feira, 7 de abril de 2022. (Foto: WILTON JUNIOR/ESTADÃO CONTEÚDO)

Dos 51 vereadores, são necessários 34 votos para aprovar a cassação do mandato de Gabriel Monteiro, mas apenas 50 poderão votar, já que Carlos Bolsonaro, do Republicanos, está licenciado para acompanhar a campanha do pai, o presidente Jair Bolsonaro, e não deve suspender a licença para votar, o que seria possíve

Brasil é o terceiro país com mais casos de varíola do macaco no mundo

Reprodução / Nigeria Centre for Disease Control

Dados sobre varíola foram divulgados pelo Ministério da Saúde nesta quarta (18)

O Ministério da Saúde divulgou, na noite desta quarta-feira (17), dados sobre a varíola dos macacos no Brasil. Conforme levantamento, já foram diagnosticados 3.359 casos positivos da doença, pouco mais que a Alemanha, que registrou 3.213. Com isso, o Brasil se tornou o terceiro país com mais registros confirmados para a monkeypox, atrás apenas da Espanha, com 5.968 casos, e dos Estados Unidos, que tem 13.517 diagnósticos.

O avanço da varíola no Brasil foi descrito novamente como preocupante pela Organização Mundial da Saúde (OMS), através da líder técnica do vírus, Rosamund Lewis, em entrevista coletiva. Segundo a especialista, o governo brasileiro precisa agir para conseguir frear o surto. “Dos países que têm tendência de preocupação, o Brasil é um deles. É importante que todas as intervenções de saúde disponíveis sejam executadas e que os indivíduos recebam as informações para se proteger.”, afirma Rosamund.

Entre os estados brasileiros, São Paulo é o estado com mais casos registrados, com 2.274. Já Acre, Tocantins e Paraíba são os estados que têm apenas um caso em seus territórios. A Bahia por sua vez, possui 26 diagnósticos do vírus.

O primeiro caso registrado em território brasileiro foi anunciado no dia 8 de junho, algumas semanas após outros países divulgarem os diagnósticos. Segundo informações divulgadas pelo portal R7, o surto começou em maio, com pacientes na Espanha e no Reino Unido.

Acidente entre dois veículos deixa um morto na BR-349, no oeste da Bahia Caso ocorreu na manhã desta quinta-feira (18), na cidade de Correntina.

Acidente entre dois veículos deixa um morto na BR-349, no oeste da Bahia — Foto: Divulgação/PRF

Acidente entre dois veículos deixa um morto na BR-349, no oeste da Bahia — Foto: Divulgação/PRF

Um acidente entre dois veículos deixou uma pessoa morta na manhã desta quinta-feira (18), na região do Trevo do Rosário, em Correntina, cidade do oeste da Bahia.

Não há detalhes sobre o que teria causado o acidente, no entanto, um dos veículos, o carro de passeio, ficou destruído após a batida.

De acordo com a Polícia Rodoviária Federal (PRF), o acidente ocorreu por volta das 8h30 desta quinta-feira e equipes foram encaminhadas até o local.

Ainda de acordo com a PRF, o trânsito da região não foi afetado e os veículos já foram retirados da via.

Bom Jesus da Serra: Vereador Nozinho agora da oposição é reeleito Presidente da Câmara para o Biênio 2023-2024.como fazer uma loja virtual

Na noite dessa quarta-feira, 17/08/2002, foi realizada a eleição para presidente da Câmara Municipal de Vereadores do município de Bom Jesus da Serra, com o apoio do grupo político de oposição liderado pelos ex prefeitos GAZZO e WELTON, o vereador Florindo Alves Teixeira, conhecido popularmente como NOZINHO, se reelegeu como presidente para o biênio 2023-2024. A chapa vencedora teve ainda na sua composição o vereador Carlos Moreira de Oliveira – vice presidente, o vereador Claudemir Galdino Freire (CEBO), como 1º secretário e a vereadora Romilda de Oliveira Santos com 2ª secretária. FOTO: BOM JESUS DESTAK A nova composição da mesa diretora, recém eleita, será responsável pela condução dos trabalhos na Câmara Municipal de Vereadores a partir de janeiro de 2023 até dezembro de 2024. Nozinho, reeleito presidente, foi eleito vereador nas eleições de 2020 pelo grupo do atual prefeito, no entanto, as relações políticas não andaram bem e agora ele rompe definitivamente a aliança e passa a integrar grupo de oposição.

Comício de Lula em Belo Horizonte terá segurança com snipers e drone após PF identificar ameaças

Por Jeniffer Gularte — Brasília

 

Comício de Lula em Belo Horizonte terá segurança com snipers e drone após PF identificar ameaças

Luiz Inácio Lula da Silva, candidato à Presidência da República, fez seu primeiro dia de campanha oficial na porta da fábrica da Volkswagen, em São Bernardo do Campo Edilson Dantas / O Globo

O primeiro comício de campanha do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) num espaço público nesta quinta-feira em Belo Horizonte será a estreia de um amplo esquema de segurança da Polícia Federal (PF). Durante o evento, haverá um grupo de integrantes do Comando de Operações Táticas (COT), unidade de elite da PF usada em situações de alto risco, snipers posicionados em pontos estratégicos, agentes à paisana e monitoramento do local por drone. Além disso, haverá uma força extra de membros da Polícia Militar, Guarda Municipal e do Departamento de Trânsito. Toda essa estrutura foi planejada após serem identificadas nas últimas semanas ameaças contra o candidato a presidente do PT.

No dia 5 de agosto, o Sindicato dos Metalúrgicos do ABC, em São Bernardo (SP), recebeu uma ligação anônima de uma pessoa que disse que haveria uma suposta explosão no local quando Lula estivesse presente durante o lançamento do livro “Quatro décadas com Lula: O poder de andar junto”, de Clara Ant, assessora especial do ex-presidente. Horas antes de Lula chegar ao evento, a PF mobilizou uma equipe de agentes e peritos para fazer uma varredura em cada um dos pavimentos do prédio e no perímetro próximo. Todo tipo de objeto suspeito foi descartado às pressas pelos policiais. A situação foi controlada, mas a equipe ficou em alerta.

Ainda no início deste mês, durante viagens de Lula ao Nordeste, a PF identificou um grupo de WhatsApp no qual um dos integrantes faz uma ameaça contra o ex-presidente. No diálogo, uma pessoa descreve um plano de como executar um ataque e explica como sair sem ser identificado após o atentado. Após levantar informações sobre o caso, agentes descobriram que o suspeito estava em outro estado, distante do evento do qual o candidato do PT participaria.

Desde quando a PF assumiu a segurança do candidato petista, os policiais escrutinam a identidade de cada suspeito em eventos públicos. Durante os atos, por exemplo, agentes infiltrados observam o comportamento do público e direcionam atenção a qualquer pessoa que apresenta movimentações atípicas. A varredura inclui também os funcionários que trabalham na montagem das estruturas de palco e na logística dos eventos políticas.

O primeiro evento oficial da campanha de Lula, um ato em uma fábrica de motores em São Paulo previsto para a manhã de terça-feira, 16, foi cancelado na segunda-feira por não haver tempo hábil para as verificações de segurança, instalação de palco e estrutura externa para acesso do candidato e por não ter saídas de emergências suficientes.

O esquema de segurança leva em conta o grau de exposição a que Lula está submetido, de acordo com a avaliação da PF. Em uma escala de 1 a 5, o ex-presidente está classificado com o mais alto nível de risco. Em função disso, a demanda por reforço no número de agentes da Polícia Federal encarregados de zelar pela integridade do candidato do PT durante as duas últimas viagens a Brasília gerou divergências na corporação.

O primeiro atrito ocorreu no final de julho. A equipe de Lula pediu à Superintendência da PF do Distrito Federal o apoio de 30 homens, mas só recebeu a metade disso. Ontem, houve um novo episódio, como revelou a colunista do GLOBO Bela Megale. Os responsáveis pela segurança do petista solicitaram à superintendência um aumento do número de veículos para fazer a escolta de Lula à capital, onde ele acompanhou a posse do ministro Alexandre de Moraes como presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). No primeiro momento, o quantitativo foi negado. Diante da insistência, a PF do DF acabou atendendo ao pleito.

Máscaras deixam de ser obrigatórias para passageiros em aeronaves e nos aeroportos no Brasil, decide Anvisa

Anvisa determinou restrições para conter o avanço do coronavirus — Foto: Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

Anvisa determinou restrições para conter o avanço do coronavirus — Foto: Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) retirou nesta quarta-feira (17) a obrigatoriedade do uso de máscaras em aeroportos e aeronaves. A agência segue recomendando o uso nesses ambientes.

O uso de máscaras em aviões e aeroportos era exigido desde 2020. A retirada da obrigatoriedade passa a valer quando a resolução da Anvisa for publicada no Diário Oficial da União – o que pode ocorrer ainda nesta quarta, em edição extra, ou na quinta-feira (18).

A diretoria da agência – o relator, Alex Machado Campos, e os diretores Daniel Pereira, Rômison Rodrigues Mota, Meiruze Sousa Freitas e Antônio Barra Torres – foi unânime ao votar pela retirada da regra.

Segundo a agência, o cenário epidemiológico atual permite que algumas medidas sanitárias sejam atualizadas, como o uso obrigatório das máscaras. No entanto, reforça que o uso de máscaras faciais e o distanciamento físico são medidas efetivas de mitigação do risco de transmissão da doença e continuarão a ser recomendadas.

“Diante do atual cenário, o uso de máscaras, adotado até então como medida de saúde coletiva, é convertido em medida de proteção individual”, diz o documento

Em maio deste ano, a Anvisa liberou o serviço de bordo em aeronaves, mas manteve o uso de máscaras em aviões e áreas restritas de aeroportos. Na época, o retorno do uso da capacidade máxima para transporte de passageiros também foi autorizado.

A Anvisa manteve as seguintes medidas:

  • Disponibilização de álcool em gel em aeroportos e aeronaves
  • Procedimentos de limpeza e desinfecção
  • Sistemas de climatização
  • Desembarque por fileiras
  • Avisos sonoros com adaptações, recomendando o uso de máscaras, especialmente por pessoas vulneráveis

Homem acusado de atear fogo em esposa morre em hospital

Reprodução/Tv RecordHomem teria 30% do corpo queimado após cometer o crime

O homem que foi flagrado tentando atear fogo na companheira, identificada como Ariele Cunha Costa, de 34 anos, por câmeras de uma rua, morreu na madrugada desta quarta-feira (17), enquanto ainda estava internado no Hospital Geral do Estado (HGE) e estava sendo tratado. Segundo informações do Balanço Geral, da RecordTV Itapoan, ele tinha 30% do corpo queimado. O crime aconteceu na segunda-feira (8).

O suspeito estava custodiado no HGE, após ser preso em flagrante, por tentativa de feminicídio, no bairro da Boca do Rio, em Salvador. Ariele está internada em estado grave no mesmo hospital em que seu ex-companheiro foi encaminhado. A mãe da vítima teme pela vida da filha, já que o estado dela era mais crítica do que a do suspeito. “Só peço a Deus agora  que ela fique bem, ela tem três filhos e eu já tenho uma certa idade, vou precisar dela, as crianças precisam dela”, afirmou.

Caminhoneiro morre carbonizado no acidente na BA 421, próximo a Mundo Novo-BA.

O acidente ocorrido na BA-421, próximo a Mundo Novo , tirou a vida de Jadson Pires de Araújo, no início da tarde desta terça-feira, dia 16 de agosto. A informação é do Blog do Ril de Beto.

De acordo com as informações, Jadson morreu carbonizado após perder o controle da carreta em que dirigia e a mesma sair da pista e tombar a cerca de 5 km de Mundo Novo, sentido Piritiba-BA. Ele ficou preso nas ferragens.

O Grupo Itamar Ferragens com sede na cidade de São José do Jacuípe, publicou na tarde desta terça-feira, 16, uma nota lamentando a tragédia que ceifou a vida de um dos seus colaboradores.

Propaganda eleitoral começa nesta terça; veja as regras para candidatos e eleitores

Eleições 2022: Progressistas devem ficar atentos ao Calendário EleitoralComeça nesta terça-feira (16) o período de propaganda eleitoral. A partir de agora, e até outubro, candidatos estão autorizados a pedir votos, a realizar comícios e a fazer propaganda na internet, por exemplo.

Para o primeiro turno, serão 46 dias de campanha – as ações se encerram em 1º de outubro, véspera da votação. O intervalo é o menor desde 1994.

Se houver segundo turno, a votação será em 30 de outubro. A propaganda eleitoral para essa etapa será permitida entre os dias 3 e 29 de outubro.

Neste ano, estão em disputa as cadeiras de presidente e vice-presidente da República, governador e vice, além dos mandatos de senador, deputado federal e deputado estadual ou distrita

Propaganda partidária x propaganda eleitoral

Regras mais rígidas

A veiculação da propaganda está sujeita a regras estabelecidas pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE). A norma prevê condutas vedadas a candidatos, partidos e eleitores. O não cumprimento pode levar a multas ou até a cassação do mandato de candidatos eleitos.

Em 2019 e 2021, TSE ampliou os dispositivos que puniam a veiculação de conteúdos falsos. Em 2018, a norma previa somente que seria “passível de limitação” e punição propaganda eleitoral na internet com fatos “sabidamente inverídicos”.

Agora, as regras incluem a distribuição de conteúdo “gravemente descontextualizado” com o objetivo de beneficiar um candidato, influenciar as eleições, ou ainda atingir a integridade dos processos de votação, apuração e totalização de votos.

Os conteúdos que se enquadrarem nesses casos poderão ser retirados, e a Justiça Eleitoral poderá determinar a abertura de apuração de responsabilidade penal, abuso de poder e uso indevido dos meios de comunicação do responsável pelo material.

A divulgação de conteúdos falsos poderá ainda ser punida com detenção de dois meses a um ano ou pagamento de multa. Além disso, o TSE estabeleceu que poderá ser punida a contratação de terceiros para enviar mensagens ou comentários na internet para ofender a honra ou a imagem de candidato, partido, federação ou coligação.

Confira abaixo um resumo de condutas permitidas e vedadas a candidatos e eleitores a partir desta terça:

Candidatos: o que podem?

  • Realizar comícios entre 8h e 0h – o comício de encerramento da campanha, até 29 de setembro, poderá excepcionalmente ir até 2h;
  • Impulsionar conteúdo na internet – a contratação deve partir de representantes do candidato, ou do próprio candidato, ou do partido/coligação/federação, e é preciso estar aparente o CNPJ ou CPF do contratante;
  • Utilizar ferramentas para garantir destaque em páginas de respostas dos grandes buscadores – a contratação deve partir de representantes do candidato, ou do próprio candidato, ou do partido/coligação/federação, e é preciso estar aparente o CNPJ ou CPF do contratante;
  • Enviar mensagens eletrônicas para endereços cadastrados gratuitamente pelo candidato, pelo partido, federação ou pela coligação, desde que disponibilizem opção para descadastramento do destinatário;
  • Realizar carreatas, caminhadas e passeatas até as 22h do dia 30 de setembro;
  • Utilizar alto-falantes, amplificadores, carros de som e minitrios como apoio a comícios, carreatas, caminhadas e passeatas, respeitada a distância de 200m de repartições públicas, hospitais, escolas, bibliotecas, igrejas e teatros;
  • Distribuir folhetos, adesivos e materiais impressos que contenham dados do responsável pela confecção e do contratante;
  • Fixar adesivo microperfurado no para-brisa traseiro do carro ou em outras posições, desde que não ultrapasse 0,5 m²;
  • Com autorização espontânea e gratuita do proprietário, fixar adesivo ou papel que não ultrapassem 0,5m² em bens particulares, como residenciais;
  • Usar bandeiras móveis em vias públicas, entre 6h e 22h, respeitando o trânsito de pessoas e veículos;
  • Usar mesas para distribuir materiais de campanha,entre 6h e 22h, ao longo das vias públicas, respeitando o trânsito de pessoas e veículos;
  • Pagar por até dez anúncios em jornal ou revista, em tamanho limitado e em datas diversas, desde que informe, na própria publicidade, o valor pago pela inserção;
  • Arrecadar recursos para a campanha por meio de financiamento coletivo.

Candidatos: o que não podem?

 

  • Veicular conteúdos de cunho eleitoral a partir de perfis falsos;
  • Usar sites de pessoas jurídicas e órgãos públicos para fazer propaganda;
  • Atribuir autoria de propaganda na internet a terceiros;
  • Disparar mensagens em massa para pessoas que não se inscreveram;
  • Contratar tecnologias e serviços de impulsionamento não fornecidos pelas próprias redes sociais;
  • Compartilhar fatos sabidamente inverídicos ou gravemente descontextualizados que atinjam a integridade do processo eleitoral;
  • Pagar por propaganda na internet, com exceção do impulsionamento;
  • Compartilhar conteúdos que provoquem animosidade entre as Forças Armadas ou contra elas, ou delas contra as classes e as instituições civis;
  • Compartilhar conteúdos a fim de caluniar, difamar ou injuriar qualquer pessoa, bem como atingir órgãos ou entidades que exerçam autoridade pública;
  • Compartilhar conteúdos a fim de degradar ou ridicularizar candidatas e candidatos;
  • Compartilhar conteúdos que depreciem a condição de mulher ou estimule discriminação em razão do sexo feminino, ou em relação à sua cor, raça ou etnia;
  • Fazer propaganda ou pedir votos por meio de telemarketing;
  • Fixar propaganda em ônibus, táxis e outdoors, incluindo painéis eletrônicos;
  • Usar símbolos, frases ou imagens, associadas ou semelhantes às empregadas por órgão de governo, empresa pública ou sociedade de economia mista;
  • Fazer comício com apresentação de artistas, conhecidos como “showmício”;
  • Autorizar ou realizar o derrame de propaganda no local de votação ou em vias próximas;
  • Confeccionar, utilizar e distribuir brindes ou bens que proporcionem vantagem ao eleitor;
  • Pagar por propaganda em rádio ou televisão;
  • Impedir propaganda eleitoral de adversários

Raio-X da Política – Eleições 2022: o tempo de TV e a divisão do fundo eleitoral entre os candidatos

Eleitores: o que podem?

  • Participar livremente da campanha eleitoral, desde que atendam às normas estabelecidas para propaganda de candidatos;
  • Manifestar pensamentos em redes sociais, desde que em perfis públicos, sem anonimato;
  • Publicar elogios ou críticas a candidatas e candidatos em página pessoal;
  • Prestar serviços gratuitos à campanha;
  • Doar bens e serviços a candidaturas ou até R$ 1.064,10 a candidaturas, com limite de 10% da renda no ano anterior;
  • Ceder uso de bens móveis ou imóveis de sua propriedade, com valor estimado de até R$ 40 mil;
  • Manifestar de forma individual e silenciosa, no dia da eleição, a preferência eleitoral, com o uso de bandeiras, broches, dísticos, adesivos e camisetas

Eleitores: o que não podem?

  • Trocar voto por dinheiro, material de construção, cestas básicas, atendimento médico, cirurgia, emprego ou qualquer outro favor ou bem;
  • Ofender a honra ou a imagem de candidatos, ou divulgar fatos sabidamente inverídicos em redes sociais;
  • Doar para campanhas com moedas virtuais;
  • Impulsionar conteúdos de candidatos e partidos em redes sociais;
  • Impedir propaganda eleitoral de candidatos;
  • Abordar, aliciar, utilizar de métodos de persuasão ou convencimento e divulgar candidaturas no dia da eleição;
  • Promover aglomerações, no dia da eleição, de pessoas com vestuário padronizado ou com instrumentos de campanha;
  • Cobrar vantagem financeira para fixar propaganda em seus bens particulares;
  • No caso de servidores públicos, trabalhar na campanha eleitoral durante o horário de expediente normal, salvo se a pessoa servidora ou empregada estiver licenciada.