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URGENTE-Ciclone subtropical pode causar tragédias; veja as oito áreas mais vulneráveis do Brasil

 

 

Imagem de nuvens pretas com ciclonePrevisão de volumes extremos de chuva entre 26 de fevereiro e 3 de marçoFoto: Montagem feita com imagens do Praia Grande Mil Grau e da Meteored/ND Mais

De acordo com o EFI (índice de previsão extrema) do modelo europeu ECMWF, há previsão de volumes incomuns a extremos de chuva entre 26 de fevereiro e 3 de março nas seguintes áreas:

Zona da mata Minas gerais

  • Sul e Zona da Mata do Rio de Janeiro;
  • Litoral de São Paulo;
  • Espírito Santo;
  • Sul da Bahia;
  • Goiás;
  • Tocantins;
  • Sul do Paraná e Santa Catarina.

Em algumas regiões, os acumulados podem ultrapassar 200mm até o início da próxima semana.

Minas Gerais já enfrenta cenário crítico

Ciclone subtropical em mapa do mundoCiclone subtropical se forma no Atlântico Sul e avança em direção ao continenteFoto: Canva/ND Mais

Um ciclone subtropical em formação no Atlântico Sul acendeu alerta para chuvas extremas e riscos elevados de desastres em diferentes regiões do país a partir desta quinta-feira (26), com previsão de instabilidade persistente até pelo menos terça-feira (3).

O sistema deve atuar por pelo menos seis dias consecutivos, com potencial para provocar alagamentos, enchentes e deslizamentos de terra, cenário que preocupa após as tragédias recentes em Minas Gerais.

De acordo com o Meteored, a área de baixa pressão se organiza na costa do Sudeste e tende a ganhar características híbridas, típicas de ciclones subtropicais. A circulação associada ao sistema deve intensificar a instabilidade especialmente na faixa Leste do Brasil.

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O que é um ciclone subtropical?

Ciclones são centros de baixa pressão atmosférica e podem ser classificados como:

  • Tropicais: como furacões, com núcleo quente em toda a estrutura vertical;
  • Extratropicais: associados a frentes frias;
  • Subtropicais: sistemas híbridos que se formam sobre águas quentes, possuem núcleo quente em baixos níveis, mas ar frio em altitudes elevadas.

O atual sistema apresenta características subtropicais e, até o momento, não existe indicativo de que evolua para um furacão. A Marinha do Brasil, responsável pela nomeação de ciclones no Atlântico Sul, ainda não incluiu o fenômeno na lista oficial de sistemas nomeados.

Prefeita acompanha de perto estragos causados pelas chuvas e anuncia medidas emergenciais em Poções

Na manhã de terça-feira, a prefeita de Poções, Nilda Magalhães, esteve pessoalmente em diversos bairros do município para avaliar os impactos causados pelas fortes chuvas que atingiram a cidade nos últimos dias.
Após uma breve estiagem, a gestora municipal aproveitou para realizar as visitas técnicas acompanhada de engenheiros e do secretário de Obras. Durante o percurso, a comitiva vistoriou ruas danificadas, pontos de alagamento e áreas onde a enxurrada comprometeu a infraestrutura, prejudicando a mobilidade e trazendo transtornos aos moradores.

De acordo com informações da prefeitura, algumas localidades já foram classificadas como prioridade, e os serviços emergenciais devem começar imediatamente. Entre as ações previstas estão recuperação de vias, desobstrução de bueiros, reforço na drenagem e reparos em trechos mais críticos.

Moradores relataram preocupação com os danos, mas também destacaram a importância da presença da prefeita nos locais afetados. A atitude de acompanhar de perto a situação demonstra comprometimento com as demandas da população, principalmente em momentos delicados como este.

A gestão municipal reforçou que continuará monitorando as áreas de risco e orienta a população a acionar a Defesa Civil em casos de emergência.

A iniciativa evidencia que a administração está atenta às necessidades da cidade, buscando soluções rápidas e eficazes para minimizar os prejuízos causados pelas chuvas.

Menino de 2 anos é encontrado sem vida após se afogar em piscina da própria casa na Bahia

Um menino de 2 anos, identificado como João Guilherme Virgínio de Souza, morreu afogado na piscina da própria residência na tarde desta quarta-feira (25), em um condomínio de Feira de Santana, a cerca de 100 quilômetros de Salvador.

De acordo com informações da Polícia Civil, a criança estava em casa com familiares, no bairro SIM, quando foi encontrada já sem sinais vitais pelo irmão, de 14 anos.

Moradores do condomínio relataram que a cerca de proteção da piscina estaria aberta, o que pode ter facilitado o acesso do menino à área. A circunstância do afogamento ainda será apurada.Guias para remoção e perícia foram expedidas, e o corpo foi encaminhado ao Departamento de Polícia Técnica (DPT) para os procedimentos legais. O caso é investigado pela 2ª Delegacia Territorial de Feira de Santana.

Vereador de cidade da Bahia passa mal após treino em academia e morre vítima de infarto

Tonho da Loja estava no quinto mandato consecutivo na Câmara Municipal de Barrocas. Eleito pela primeira vez em 2008, foi o candidato mais votado nas eleições de 2024, com 885 votos.Além da atuação como vereador, também foi presidente da Câmara entre 2015 e 2016 e de 2020 a 2022. Empresário e dono de dois comércios, Tonho era irmão dos ex-prefeitos José Edilson, o primeiro prefeito da história do município, e José Jailson.

Ele deixa esposa, quatro filhos e netos.

Em nota, a Prefeitura de Barrocas lamentou a morte de Tonho e decretou luto oficial de três dias no município, em sinal de respeito pelos serviços prestados do vereador. “Solidarizamos com familiares, amigos e toda a população barroquense. Reconhecemos a sua dedicação e compromisso com o município”.

Força Total: Com Caatinga, Rondesp e outras unidades, PM fecha o cerco em Salvador e em cidades do interior

A Polícia Militar deflagrou, nas primeiras horas desta quinta-feira (26), a 2ª edição da Operação Força Total em 2026, com cerco montado em Salvador e em diferentes regiões da Bahia.

“Com planejamento integrado entre os comandos regionais e alinhamento com operações realizadas em outros estados, a iniciativa concentra esforços na prevenção e repressão qualificada à criminalidade, com foco na retirada de armas de fogo de circulação, enfrentamento ao tráfico de entorpecentes e cumprimento de mandados judiciais”, detalhou a PM, por meio de nota divulgada à imprensa.

Drones e aeronaves do Graer, além de patrulhamentos em áreas urbanas e rurais, incursões táticas e abordagens preventivas em pontos previamente mapeados, são algumas das ferramentas e estratégias usadas durante os cercos.

AtlasIntel: Lula e Flávio Bolsonaro aparecem em empate técnico no 2º turno

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o senador Flávio Bolsonaro (PL) estão empatados em um eventual segundo turno das eleições para a Presidência da República.

De acordo com o levantamento da AtlasIntel, divulgado nesta quarta-feira (25), Lula tem 46,2% dos votos, contra 46,3% de Flávio. No levantamento anterior, os percentuais eram de 49,2% e 44,9%, respectivamente.

Num cenário contra Tarcísio de Freitas(Republicanos), o governador de São Paulo aparece à frente, com 47,1%, seguido por Lula, com 45,9%. Contra a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro (PL), Lula marca 47,5% e ela, 44,7%.

A pesquisa foi realizada entre quinta-feira (19) e terça-feira (24). A margem de erro de um ponto percentual. Foram entrevistadas 4.986 pessoas. O levantamento foi registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) com o código BR-07600/2026.

O presidente Lula lidera todos os cenários de primeiro turno testados.

Lula x Flávio

Lula  45% (no levantamento anterior era 48,8%)

Flávio 37,9% (era 35% na pesquisa anterior)

Em quatro cenários de primeiro turno com a presença de Lula e Flávio, o petista aparece na frente (com percentuais entre 45% e 47%), seguido pelo senador (que oscila de 33% a 40%). Outros pré-candidatos da oposição ficam atrás e não ultrapassam 7%.

Lula x Tarcísio

Lula 43,3%

Tarcísio 36,2%

Lula x Flávio x Tarcísio

Lula 47,1%

Flávio 33,1%

Tarcísio 7,4%.

Com Fernando Haddad no lugar de Lula

Haddad  39,1%

Flávio  37,1%

Romeu Zema (Novo) 4,1%

Índices de Rejeição

Lula 48,2%

Flávio 46,4%

Jair Bolsonaro 44,2%.

Haddad 33,8%

Ciro Gomes 34,4%

Tarcísio 35,5%

URGENTE: Ex-dirigente abre o jogo e entrega Lulinha e políticos envolvidos no esquema de fraudes do INSS

Dois ex-servidores do alto escalão do INSS estão em processo avançado de delação premiada.

Segundo a apuração da coluna Metrópoles, o ex-procurador do INSS Virgílio Oliveira Filho e o ex-diretor de Benefícios André Fidelis entregaram o nome de Fábio Luís Lula da Silva, o filho mais velho do presidente Lula, e explicaram como políticos participaram do esquema.

Entre os políticos mencionados pelos delatores está Flávia Péres, ex-ministra da Secretaria de Relações Institucionais (SRI) no governo Jair Bolsonaro. É a primeira vez que o nome dela surge ligado ao caso. Flávia é casada com o economista Augusto Lima, que já foi CEO do Banco Master e sócio do empresário mineiro Daniel Vorcaro.Os dois delatores estão presos desde 13 de novembro.

A Polícia Federal acusa Virgílio Filho de receber R$ 11,9 milhões de empresas ligadas às entidades que faziam descontos ilegais nas aposentadorias. Desse valor, R$ 7,5 milhões teriam vindo de empresas de Antônio Carlos Camilo Antunes, conhecido como Careca do INSS.

Esse dinheiro teria sido enviado para empresas e contas bancárias da esposa do ex-procurador, a médica Thaisa Hoffmann Jonasson.

Já André Fidelis teria recebido R$ 3,4 milhões em propina entre 2023 e 2024, de acordo com os investigadores.

Como a coluna de Andreza Matais mostrou no Metrópoles, o próprio Careca do INSS também está preparando uma proposta de delação premiada. A vontade dele de colaborar aumentou depois que familiares do empresário viraram alvo das investigações, como o filho Romeu Carvalho Antunes e a esposa Tânia Carvalho dos Santos.

O filho de André Fidelis, Eric Fidelis, também foi preso.

PF amanhece em condomínio de luxo de Salvador e mira famosa empresa de engenharia por desvio de emendas

Uma operação deflagrada pela Polícia Federal nesta quarta-feira (25) atingiu em cheio um condomínio de alto padrão localizado no bairro do Horto Florestal, em Salvador. De acordo com informações os agentes fizeram buscas no condomínio Parque Florestal, que fica na entrada do bairro. Os principais alvos são pessoas ligadas à Liga Engenharia, empresa que foi apontada por receber cerca de R$ 74 milhões através de emendas oriundas do chamado orçamento secreto, entre 2019 e 2024.

Os valores foram direcionados por dois órgãos do governo federal: o Departamento Nacional de Obras Contra as Secas (DNOCS) e a Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e do Parnaíba (Codevasf). Os montantes teriam sido enviados pelo senador Fernando Bezerra (MDB), um dos sócios da empresa, segundo investigações da Controladoria-Geral da União (CGU).

A operação, batizada de Vassalos, tem como objetivo de apurar a prática de crimes licitatórios diversos, como a frustração do caráter competitivo do procedimento licitatório e a fraude em licitação e contrato, além de peculato, corrupção, lavagem de dinheiro e organização criminosa.

Estão sendo cumpridos 42 mandados de busca e apreensão, expedidos pelo Supremo Tribunal Federal (STF), nos estados de Pernambuco, Bahia, São Paulo, Goiás e no Distrito Federal.

Segundo a PF, a investigação aponta para existência de uma organização composta por agentes públicos e privados suspeita de desviar recursos públicos oriundos de emendas parlamentares, por meio do direcionamento de licitações para empresa vinculada ao grupo, com posterior utilização dos valores desviados no pagamento de vantagens indevidas e ocultação de patrimônio.

Chuva pode ultrapassar os 200 mm esta semana em vários estados, alerta Inmet Canal de umidade reforça instabilidades e mantém alerta para acumulados elevados no país

 

A previsão do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) para o período entre 23 de fevereiro e 2 de março de 2026 aponta a atuação de um canal de umidade como principal sistema responsável pelas instabilidades no país. De acordo com o órgão, os maiores volumes de chuva devem se concentrar no centro-norte do Brasil, com reflexos também em Minas Gerais e no Espírito Santo. Enquanto isso, as temperaturas mais elevadas são esperadas principalmente nas regiões Norte e Nordeste, além de áreas do Paraná, oeste de Mato Grosso do Sul e interior de São Paulo. Na Região Sul, a tendência é de queda nas temperaturas mínimas em alguns dias da semana.

Norte

Os maiores acumulados de chuva são previstos para o Pará, especialmente no sul e leste do estado, onde os volumes podem ultrapassar 100 mm ao longo de sete dias. Nas demais áreas da região, com exceção do extremo norte, as chuvas devem ocorrer de forma mais regular durante a semana, com acumulados entre 20 e 50 mm.

O Inmet destaca ainda que não há previsão de chuva para áreas do extremo norte, incluindo o noroeste do Pará e todo o estado de Roraima, onde o tempo tende a permanecer mais estável.

Nordeste

A atuação do canal de umidade mantém o cenário favorável para chuvas recorrentes. Os maiores volumes são esperados no sertão e no centro-norte da região, principalmente em áreas do Piauí, Pernambuco e na faixa central da Bahia. Nessas localidades, os acumulados podem superar 150 mm em sete dias.

Por outro lado, a faixa litorânea leste do Nordeste, que se estende da Zona da Mata até Salvador, deve apresentar predomínio de tempo mais estável e seco. Nesses trechos, os acumulados previstos são baixos e devem ficar abaixo de 15 mm, ocorrendo de forma pontual.

Centro-Oeste

A região Centro-Oeste também permanece sob influência das instabilidades. A previsão indica volumes mais expressivos no leste de Mato Grosso e em Goiás, onde os acumulados podem ultrapassar 80 mm na semana. Em áreas do centro-norte goiano, os volumes podem ser ainda mais elevados, superando 200 mm em sete dias.

Segundo o Inmet, as chuvas tendem a se intensificar a partir do dia 25. Em Mato Grosso do Sul, o início da semana deve ser marcado por condições mais chuvosas, mas o tempo tende a ficar mais estável e seco a partir do dia 27.

Sudeste

O Inmet prevê contrastes entre os estados. Em São Paulo, o cenário predominante é de tempo mais seco e estável, embora o norte do estado possa registrar chuvas mais regulares, com acumulados em torno de 50 mm.

Nos demais estados da região, a previsão indica chuvas mais intensas. Os volumes podem ultrapassar 200 mm no centro-norte de Minas Gerais e no Espírito Santo. Em território capixaba, os maiores acumulados são esperados entre os dias 25 e 27, enquanto em Minas Gerais as instabilidades devem ganhar força a partir do dia 25.

Sul

A tendência é de ausência de acumulados expressivos ao longo da semana. O período deve ser mais seco, com ocorrência de precipitações isoladas. Os maiores volumes são previstos para o oeste do Rio Grande do Sul, com acumulados de até 40 mm entre os dias 24 e 25.

Para as demais áreas da região, os volumes de chuva previstos são reduzidos e não devem ultrapassar 20 mm. Além disso, o Inmet projeta declínio das temperaturas mínimas, especialmente nos dias 26 e 27 de fevereiro.

Presidente Lula reúne mais governadores, mas Flávio Bolsonaro concentra apoio em Estados com maior peso eleitoral na disputa de 2026

O cenário preliminar da eleição presidencial de 2026 revela um equilíbrio complexo entre número de governadores aliados e peso eleitoral dos Estados governados por esses líderes. Levantamento do site Poder360 indica que 12 governadores apoiam o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no primeiro turno, enquanto 5 governadores estão alinhados ao senador Flávio Bolsonaro (PL).

Apesar da vantagem numérica do presidente, os governadores ligados ao campo bolsonarista administram Estados com maior densidade eleitoral, incluindo São Paulo, Rio de Janeiro e Distrito Federal, o que pode alterar a correlação de forças na disputa presidencial. No conjunto dos Estados governados por aliados de Lula, o eleitorado soma mais de 55 milhões de eleitores, enquanto o campo conservador tem forte presença em colégios eleitorais estratégicos.

O levantamento também indica que o cenário ainda está em consolidação. Diversos governadores permanecem sem posição formal declarada, enquanto outros tendem a apoiar determinado candidato apenas no segundo turno. Além disso, a possibilidade de ao menos 11 governadores deixarem o cargo para disputar o Senado pode provocar mudanças relevantes na configuração política dos Estados.

Mapa de apoios entre governadores

O levantamento indica que 12 dos 27 governadores brasileiros estão alinhados ao presidente Lula no primeiro turno da eleição presidencial.

Entre os governadores que integram esse bloco estão:

  • Jerônimo Rodrigues (PT) — Bahia
  • Elmano de Freitas (PT) — Ceará
  • Helder Barbalho (MDB) — Pará
  • Fátima Bezerra (PT) — Rio Grande do Norte
  • Rafael Fonteles (PT) — Piauí
  • Paulo Dantas (MDB) — Alagoas
  • Clécio Luís (União Brasil) — Amapá
  • João Azevêdo (PSB) — Paraíba
  • Renato Casagrande (PSB) — Espírito Santo
  • Raquel Lyra (PSD) — Pernambuco
  • Carlos Brandão (sem partido) — Maranhão
  • Fábio Mitidieri (PSD) — Sergipe

Esse conjunto de Estados concentra forte presença no Nordeste e no Norte, regiões onde o presidente tradicionalmente possui base eleitoral consolidada.

Governadores alinhados a Flávio Bolsonaro

No campo conservador, 5 governadores aparecem alinhados ao senador Flávio Bolsonaro, com destaque para Estados economicamente e eleitoralmente relevantes.

Entre eles estão:

  • Tarcísio de Freitas (Republicanos) — São Paulo
  • Cláudio Castro (PL) — Rio de Janeiro
  • Ibaneis Rocha (MDB) — Distrito Federal
  • Jorginho Mello (PL) — Santa Catarina
  • Mauro Mendes (União Brasil) — Mato Grosso

Apesar de numericamente menor, esse grupo administra Estados que concentram parte expressiva do eleitorado brasileiro. Apenas São Paulo possui cerca de 34,4 milhões de eleitores, o maior colégio eleitoral do país.

Estados com tendência de apoio ou posição indefinida

Uma parcela relevante do mapa político permanece aberta. Alguns governadores ainda não declararam posição oficial, enquanto outros apresentam tendência de alinhamento ao campo bolsonarista no segundo turno.

Entre eles:

  • Romeu Zema (Novo) — Minas Gerais
  • Ratinho Júnior (PSD) — Paraná
  • Ronaldo Caiado (PSD) — Goiás
  • Eduardo Riedel (PP) — Mato Grosso do Sul
  • Wilson Lima (União Brasil) — Amazonas
  • Marcos Rocha (PSD) — Rondônia
  • Antônio Denarium (PP) — Roraima
  • Wanderlei Barbosa (Republicanos) — Tocantins

Também aparecem como indefinidos:

  • Eduardo Leite (PSD) — Rio Grande do Sul
  • Gladson Cameli (PP) — Acre

Caso parte desses governadores consolide apoio ao campo bolsonarista no segundo turno, o número de Estados alinhados a Flávio Bolsonaro poderia chegar a 13, superando o bloco governista.

Peso eleitoral dos Estados

A disputa presidencial também será influenciada pela distribuição do eleitorado entre os Estados governados por aliados de cada candidato.

Entre os maiores colégios eleitorais brasileiros estão:

  • São Paulo — cerca de 34,4 milhões de eleitores
  • Minas Gerais — cerca de 16,4 milhões
  • Rio de Janeiro — cerca de 13 milhões
  • Bahia — aproximadamente 11,2 milhões
  • Paraná — cerca de 8,6 milhões
  • Rio Grande do Sul — cerca de 8,6 milhões

Essa distribuição ajuda a explicar por que o número de governadores aliados não necessariamente determina vantagem eleitoral imediata.

Possível saída de governadores para disputar o Senado

Outro elemento que pode alterar o cenário político é a possibilidade de pelo menos 11 governadores deixarem o cargo para disputar o Senado em 2026.

Entre os nomes mencionados estão:

  • Ibaneis Rocha (MDB) — Distrito Federal
  • Cláudio Castro (PL) — Rio de Janeiro
  • Antônio Denarium (PP) — Roraima
  • Helder Barbalho (MDB) — Pará
  • Mauro Mendes (União Brasil) — Mato Grosso
  • Fátima Bezerra (PT) — Rio Grande do Norte
  • Renato Casagrande (PSB) — Espírito Santo
  • João Azevêdo (PSB) — Paraíba
  • Marcos Rocha (PSD) — Rondônia

Há também situações específicas:

  • Carlos Brandão (Maranhão) desistiu da disputa ao Senado para evitar transferir o governo ao vice Felipe Camarão (PT), seu adversário político.
  • Wanderlei Barbosa (Tocantins) suspendeu temporariamente a candidatura após conflito com o vice Laurez Moreira.

No Rio de Janeiro, a possível saída de Cláudio Castro gera um cenário institucional incomum. Como o governador não possui vice, uma eventual renúncia poderia levar à eleição indireta para o governo estadual pela Assembleia Legislativa.